Dentre os 238 bilionários brasileiros, 46 são mulheres
Luiza Helena Trajano Foto: Reprodução
Luiza Trajano viu o seu patrimônio se multiplicar com a valorização das ações da varejista Magazine Luiza (MGLU3), que dobraram de preço na bolsa.
Dona Luiza, como é conhecida, tornou-se a maior bilionária brasileira – com R$ 24 bilhões acumulados, de acordo com ranking da revista Forbes. Luiza é a única mulher no top 10 da lista geral de bilionários brasileiros. Em 2019, ela ocupava a 24º posição e saltou para a 8ª em 2020.
O total de mulheres na lista de bilionários brasileiros da Revista Forbes passou de 33 para 46 em 2020. Ao todo, o ranking de bilionários tem 238 nomes, sendo que, destes, 46 são mulheres.
As ações do Magazine Luiza dobraram de preço na bolsa, graças à estratégia de inovação digital da companhia e de investimento no e-commerce, incluindo a aquisição da Netshoes, da startup de delivery de comida AiQFome e de três plataformas digitais de mídia: a Canaltech, a Unilogic Media e a InLoco Media.
No entanto, Dona Luíza não é a única bilionária. Outras 18 mulheres aparecem na lista dos 100 brasileiros mais endinheirados do país — ou seja, elas não representam nem 20% do total. Muitas são herdeiras de impérios, como WEG (WEGE3) e Itaú (ITUB3), diferente da Dona Luiza e da Dulce de Godoy Bueno, que construíram seus patrimônios.
Confira o top 10 das bilionárias brasileiras:
1 – LUIZA HELENA TRAJANO
Patrimônio: R$ 24 bilhões
Origem do patrimônio: Varejo
2 – DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO
Patrimônio: R$ 16,34 bilhões
Origem do patrimônio: Saúde
Godoy Bueno fundou, com seu ex-marido, Edson de Godoy Bueno, a rede de assistência de saúde Amil, em 1972. Ela deixou o dia a dia da companhia, mas manteve uma participação acionária estimada de 33%. Após a compra da empresa pela UnitedHealth em 2012, a médica investiu na rede de laboratórios Dasa, da qual detém 48%.
3 – FLÁVIA BITTAR GARCIA FALEIROS
Patrimônio: R$ 11,46 bilhões
Origem do patrimônio: Varejo
Herdeira do casal Wagner e Maria Trajano Garcia, que fundaram o Magazine Luiza, Garcia Faleiros tem uma participação na varejista por meio da holding Walter Garcia Participações.
4 – MIRIAM VOIGT SCHWARTZ
Patrimônio: R$ 10,77 bilhões
Origem do patrimônio: Indústria de motores
5 – CLADIS VOIGT TREJES
Patrimônio: R$ 10,66 bilhões
Origem do patrimônio: Indústria de motores
6 – VALSI VOIGT
Patrimônio: R$ 10,56 bilhões
Origem do patrimônio: Indústria de motores
As três “Voigts” têm participações acionárias na fabricante de motores WEG, que foi cofundada por seu pai, Werner Voigt. As irmãs e seus herdeiros são donos de 33,33% da holding WPA, que responde por 50,1% da WEG.
7 – MARIA HELENA MORAES SCRIPILLITI
Patrimônio: R$ 9,46 bilhões
Origem do patrimônio: Diversos
Herdeira do empresário José Ermírio de Moraes, que fundou a Votorantim.
8 – ANA LÚCIA DE MATTOS BARRETO VILLELA
Patrimônio: R$ 8,74 bilhões
Origem do patrimônio: Setor financeiro
É uma das maiores acionistas individuais do Itaú-Unibanco. Ela preside o Instituto Alana, organização sem fins lucrativos voltada para projetos culturais.
9 – CAMILLA DE GODOY BUENO GROSSI
Patrimônio: R$ 8,5 bilhões
Origem do patrimônio: Saúde
É uma das maiores acionistas da Dasa, após a morte do pai, Edson de Godoy Bueno. Ela também tem uma fatia acionária pequena na Amil.
10 – LILY WATKINS COHEN MONTEVERDE
Patrimônio: R$ 6,76 bilhões
Origem do patrimônio: Setor financeiro
Viúva de Edmond Safra, Lily administra o patrimônio deixado pelo banqueiro. Ela também herdou fortuna do marido anterior, Alfredo Monteverde, e ajuda diversas instituições de caridade.
Ministro Ernesto Araújo corre risco de se tornar uma “polícia política”
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, revelou nesta terça-feira (19) que o governo brasileiro tem estudado meios de combater a censura nas redes sociais. De acordo com ele, as plataformas digitais tem se tornado uma “polícia política”, ao banir pessoas e empresas.
– Numa democracia, não se pode admitir que uma parte tão expressiva da vida, como aquela que se dá hoje nas redes sociais, permaneça a descoberto do Estado de Direito. Pessoas e empresas estão sendo banidas para um verdadeiro Arquipélago Gulag digital, sem direito à defesa – escreveu o ministro.
O chanceler diz que o Brasil tem analisado “com atenção” ideias sobre o tema que têm surgido pelo mundo e frisa que a nação sempre estará ao lado da liberdade. Araújo defende que as redes sociais trabalhem para conceder voz a todos, em vez de exercer um “depotismo digital bem-pensante”.
– As democracias necessitam coordenar-se para que não assistamos a um certo despotismo digital bem-pensante penetrar na democracia, contaminá-la e destruí-la. As redes, imensa promessa democratizante, não podem tornar-se uma “polícia política” a favor de certos monopólios de poder – argumentou.
O ministro já tinha se manifestado sobre a questão no dia 9 de janeiro, citando a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.
– Obviamente, definimos democracia como o governo do povo, pelo povo e para o povo, não como o governo da grande mídia e das elites globalistas, implementado pelo controle social e pela censura. Sempre é bom reler a Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948.
O texto a que Ernesto Araújo se refere estabelece que “todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão”.
As declarações do diplomata acontecem após plataformas como Twitter, Instagram e Facebook banirem ou limitarem as contas do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Declarações do Ministério da Saúde e de autoridades brasileiras como o presidente Jair Bolsonaro também têm sido restringidas pelas plataformas.
Vale lembrar ainda que, no início de janeiro, o Google, a Amazon e a Apple removeram o aplicativo Parler de seus serviços. O software que promete um espaço “sem censura” era utilizado majoritariamente por conservadores. Em entrevista à Fox News, o CEO da rede, John Matze, afirmou que o aplicativo deve retornar até o final de janeiro.
Novo presidente americano iniciou mandato derrubando medidas do antecessor Donald
Pleno News- O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou na quarta-feira (20) decretos executivos para recolocar o país no Acordo de Paris sobre Mudança Climática e impedi-lo de deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS), revertendo duas das medidas mais enfáticas de seu antecessor, Donald Trump.
No Salão Oval da Casa Branca, Biden assinou diante de câmeras três dos primeiros 17 decretos: um para ordenar aos americanos que usem máscara em todos os edifícios federais, outro para ajudar comunidades marginalizadas, e o terceiro para recolocar os EUA no Acordo de Paris.
– Esta terceira [medida] que vou assinar, enquanto todos vocês estão aqui, é um compromisso de que vamos nos reintegrar ao Acordo Climático de Paris a partir de hoje – disse Biden aos jornalistas presentes.
Esse decreto serve para reafirmar o compromisso de Washington com o Acordo de Paris, do qual os Estados Unidos se retiraram oficialmente em 4 de novembro do ano passado, apenas um dia após a eleição presidencial e em meio à incerteza sobre se o vencedor havia sido Biden ou Trump.
Biden apareceu hoje no Salão Oval com uma pilha de pastas azuis, as quais, segundo ele, continham os 17 decretos executivos que ele planejava assinar. Entre as medidas estava, como sua equipe já havia previsto, uma ordem para evitar a saída do país da OMS, um processo que havia sido iniciado por Trump em julho do ano passado e que deveria entrar em vigor um ano depois, no mesmo mês de 2021.
Além disso, em abril do ano passado, Trump congelou temporariamente o repasse de recursos que os EUA fornecem à OMS, afirmando que a agência seria “parcial” em favor da China e teria administrado mal a crise da Covid-19.
A Fiocruz zerou suas pendências com a Anvisa para o uso emergencial da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Já o Instituto Butantan, parceiro da chinesa Sinovac na produção da CoronaVac, deve três documentos —a data limite de entrega é o dia 28 de janeiro.
A falta desses dados, porém, não deve alterar a autorização já obtida pelo Butantan de vacinar grupos de risco — profissionais de saúde, idosos e indígenas. No domingo (17), a Anvisa autorizou o uso emergencial dos dois imunizantes, mas fez ressalvas a três documentos da Fiocruz e a quatro do Butantan.
Na manhã desta quarta, restava dessas demandas a entrega dados complementares de três documentos sobre Coronavac:
Imunogenicidade – Falta enviar dados sobre a quantidade de anticorpos que cada quantidade de vacina produz no corpo humano. Saber isso permitirá que se use a menor quantidade possível de imunizante para gerar a mais quantidade possível de proteção
Eficácia em diferentes grupos – É a eficiência da vacina em grupos específicos de voluntários, como idosos jovens, pessoas que já tiveram a doença ou que possuem comorbidades. “É um dado necessário para entender melhor de que forma cada perfil da população se beneficia da vacina e se a vacina teria eficácia aceitável em quem nunca teve a doença”, afirmou a Anvisa.
Validação dos testes – “São as informações sobre como são feitas as análises de imunogenicidade, ou seja, se o teste utilizado para medir a presença e a quantidade de anticorpos nos voluntários da pesquisa garante resultados confiáveis”, disse a agências. “É importante porque a metodologia do teste e a sua confiabilidade têm impacto na interpretação dos resultados.”.
Até o momento, nenhum laboratório fez o pedido de registro de vacina na Anvisa, o que permitirá que os imunizantes possam ser aplicados em qualquer pessoa. Há uma expectativa de que a Fiocruz faça a requisição nesta semana. O laboratório, porém, ainda não recebeu os primeiros 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, que seriam importadas da Índia na semana passada. Já o Butantan, que entregou às autoridades brasileiras 6 milhões de doses da Coronavac, aguarda a liberação de outros 4,8 milhões, informou que entregará os documentos pendentes dentro prazo.
Informações melhorariam aplicação de vacinas A assessoria da Anvisa informou que as informações pendentes não se prestam a confirmar a segurança das vacinas.
“Nenhuma das ressalvas trata de questionamentos sobre a segurança das vacinas”, disse a agência ao UOL.
“[A segurança] está bem demonstrada nos estudos. As ressalvas tratam basicamente de entender melhor a eficácia e se as vacinas [de Oxford fabricadas na Índia e no Reino Unido] são comparáveis.” Um servidor da agência que já trabalhou com liberação de vacinas acrescentou, reservadamente, que esse é um procedimento normal devido à complexidade do tema e à pandemia de coronavírus. Segundo ele, a busca de novos documentos serve de subsídio para identificar se algo precisa ser ajustado ou melhorado.
No caso do chamado “relatório de imunogenicidade”, a Anvisa informou, no domingo passado, que o “dado é imprescindível para que se possa concluir a duração da resposta imunológica nos indivíduos vacinados”. O epidemiologista e ex-secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde Wanderson Oliveira disse ao UOL que os documentos pendente pedidos pela Anvisa são importantes, mas não críticos. “Não são informações que vão causar nenhum prejuízo, como: ‘Ah, eu não devia ter liberado’ e fazer recuar”, disse. Segundo Oliveira, essas novas informações do uso emergencial das vacinas vão ser úteis para facilitar e acelerar o registro dos imunizantes. Há outras vacinas em análise no Brasil, e ontem a Anvisa anunciou que concedeu certificado de boas práticas aos laboratórios Pfizer e Janssen.
Presidente utilizou as redes sociais e enfatizou a relação Brasil-EUA
Pleno News- Nesta quarta-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou em rede social o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Ele também enviou uma carta ao democrata, reforçando que a relação do Brasil com os EUA é sólida e longa.
O presidente brasileiro citou a defesa da democracia e das liberdades individuais como elementos compartilhados entre os dois países.
– Para marcar essa data, enderecei carta ao Presidente dos EUA, Joe Biden, cumprimentando-o por sua posse e expondo minha visão de um excelente futuro para a parceria Brasil-EUA – escreveu o presidente em outra publicação.
Na carta, Bolsonaro diz ser grande admirador dos Estados Unidos e que, desde de que assumiu o poder no Brasil, passou a “corrigir” o que chamou de “equívocos de governos brasileiros anteriores”, que, segundo o presidente, afastaram o Brasil dos EUA.
A Prefeitura de Feira, através da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), informa que vans e micro-ônibus do Sistema de Transporte Público Alternativo e Complementar (STPAC) já estão circulando no município para não afetar o trabalhador que necessita se deslocar até o trabalho.
Nesta madrugada, o Governo Municipal foi surpreendido com o bloqueio das garagens por parte do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (SNTRAFS) impedindo a saída dos ônibus das garagens das concessionárias Rosa e São João.
A Prefeitura acompanha a paralisação, desde às 5h, e encontra-se tomando as providências necessárias para restabelecer a operação deste serviço essencial.
O presidente Jair Bolsonaro foi o nome mais citado em intenções de voto para as eleições de 2022, na primeira pesquisa do Instituto Terra Brasil Pesquisas. De acordo com o levantamento, feito entre os dias 2 e 18 de janeiro, 43% das pessoas pretendem reeleger Bolsonaro.
Jair Bolsonaro ganharia contra todos os possíveis concorrentes já citados pela imprensa e já declarados. Candidato pelo Partido dos Trabalhadores em 2018, Fernando Haddad foi o segundo nome mais mencionado, com 12,5% das intenções de voto.
Possíveis opositores que têm tentado ganhar maiores proporções, especialmente durante a pandemia da Covid-19, Luciano Huck (2,8%), João Doria (2,3%) e Ciro Gomes (3,6%) não somam 10% juntos.
O ex-ministro da Justiça e Segurança Publica, Sérgio Moro, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o psolista Guilherme Boulos também registraram números baixos no estudo.
O Instituto Terra Brasil entrevistou 879 pessoas, de 221 cidades, em todas as regiões do Brasil.
Os trabalhadores das empresas de ônibus Rosa e São João que prestam o serviço do transporte público em Feira de Santana, paralisaram as atividades nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (21).
Eles alegam que estão sem receber salários, além de outras insatisfações com a prefeitura com relação a licitação junto às empresas.
O diretor do Sindicato dos Rodoviários, Cleomar Cesário, disse à reportagem do Acorda Cidade que as empresas atrasaram o pagamento da quinzena dos salários e por esse motivo os trabalhadores cruzaram os braços. De acordo com ele, são cerca de 600 trabalhadores que aderiram ao movimento e até o momento nenhum empresário apareceu para conversar com a categoria.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“Quero deixar bem claro que a culpa dessa situação compromete a prefeitura de Feira de Santana que está aceitando esses empresários operarem dessa forma, inclusive carregando os ônibus da licitação. Eles não estão cumprindo com a licitação de transporte e largando a população à mercê dos ônibus. A empresa Rosa está recolhendo o FGTS parceladamente e a São João está com o recolhimento em dia. Precisamos da resposta sobre o nosso salário e assim que tivermos, a categoria volta a trabalhar”, declarou.
Ônibus levados para Vitória da Conquista
O sindicalista relatou também que 25 ônibus da empresa Rosa foram retirados de Feira de Santana e levados para operar o serviço de transporte no município de Vitória da Conquista. Segundo ele, 25 ônibus da empresa São João foram levados para São Paulo para serem reformados.
“O BRT de Feira de Santana está operando com carros usados e não com carros novos como foi prometido em licitações que foram feitas por esse governo que está aí há um bom tempo. Prometeu um BRT de qualidade, mas é de péssima qualidade”, finalizou.
Antônio Carlos Lima que também é sindicalista confirmou ao Acorda Cidade sobre o atraso dos salários e que a categoria só retorna as atividades quando a situação for resolvida.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“Só vamos sair das garagens quando resolvermos isso. Temos o nosso compromisso e as empresas só ficam dizendo que a prefeitura tem problema com elas, que têm o problema com os clandestinos. Não tomam providências e aí quem vai pagar são os trabalhadores. Somos os primeiros a acordar e os últimos a dormir. Não tivemos sinalização sobre o atraso de salários, a sinalização que houve foi que informaram que iam suspender férias, disseram que não tinham dinheiro para pagar”, pontuou.
Foto: Paulo José/Acorda Cidade
O secretário municipal de comunicação, Edson Borges, informou que o governo foi surpreendido com uma ação do sindicato que bloqueou a saída dos ônibus urbanos. Segundo ele, a prefeitura já está tomando uma providência imediata de colocar em circulação na cidade o transporte alternativo para que a comunidade não seja prejudicada.
“O transporte alternativo está circulando para evitar que as pessoas tenham prejuízo com a paralisação no decorrer do dia vamos distribuir outros informes a respeito da situação”, concluiu.
Foto: Ed Santos | Ônibus do Sistema Alternativo
Nota da prefeitura
A Prefeitura de Feira, através da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), informa que vans e micro-ônibus do Sistema de Transporte Público Alternativo e Complementar (STPAC) já estão circulando no município para não afetar o trabalhador que necessita se deslocar até o trabalho.
Nesta madrugada, o Governo Municipal foi surpreendido com o bloqueio das garagens por parte do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintrafs)) impedindo a saída dos ônibus das garagens das concessionárias Rosa e São João.
O Governo Municipal acompanha a paralisação, desde às 5h, e encontra-se tomando as providências necessárias para restabelecer a operação deste serviço essencial.
Pleno News- Tramita na Câmara dos Deputados uma proposta de lei que estabelece, em caso de vacinação obrigatória, uma indenização de R$ 500 mil ao paciente que tiver reação grave ao imunizante contra a Covid-19. O texto também determina que, em caso de morte, o valor seja transferido aos herdeiros.
O projeto de Lei 5643/20 é de autoria do deputado Márcio Labre (PSL-RJ). O documento prevê que o paciente que assinar um termo de consentimento ao tomar a vacina, não terá direito à indenização.
A proposta inclui também a perda automática de função pública da autoridade que determinar a vacinação obrigatória, além da proibição de campanhas publicitárias que divulguem imunizantes sem registro definitivo da Anvisa.
– Nada mais justo e correto que autoridades públicas audaciosas tenham que responder por danos diretos e indiretos provocados à população, mesmo a aquelas que decidam se vacinar. Ressaltando, que a legislação proposta protege ato individual e consciente de recusar-se a vacinar-se – diz o deputado.
Apesar de alta na inflação, BC decidiu não mexer na Selic
Foto: Reprodução
Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) decidiu não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 2% ao ano pela quarta vez seguida. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.
Em comunicado, o Copom informou que existem riscos tanto de alta como de queda da inflação. Segundo a autoridade monetária, a alta do preço das commodities (bens primários com cotação internacional) e a alta do dólar pressionam a inflação no início do ano. Por outro lado, o nível de ociosidade da economia e o aumento no número de casos de covid-19 diminuem a demanda e puxam para baixo os índices de preços.
Com a decisão de hoje (20), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. Em julho de 2015, a taxa chegou a 14,25% ao ano. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020.
Inflação
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2020, o indicador fechou em 4,52%, acima do centro da meta, de 4%.
Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para este ano foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.
No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 3,4% no cenário base. Esse cenário considera uma eventual alta da inflação no primeiro semestre, seguida de queda no segundo semestre.
A projeção, por enquanto, está em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,43%.