Nesta etapa, a polícia busca provas para identificar membros de organizações criminosas suspeitos de fraudar o benefício. Operação é feita em 39 cidades mineiras. Na capital, são cumpridos 4 mandados
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A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), operação para combater fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial. Ao todo, foram expedidos 66 mandados de busca e apreensão de documentos em todo o país, sendo 39 em cidades mineiras. Só na capital são quatro alvos desta investigação. Policias cumprem mandados, também, em várias cidades da Região Metropolitana como Betim, Contagem, Lagoa Santa, Sabará, Ribeirão das Neves e Nova Lima.
Segundo a apuração da polícia, a suspeita é que criminosos usavam recursos do auxílio emergencial, de pessoas que não tinham solicitado a ajuda, e usavam os valores para o pagamento de boletos. A ação busca provas da atuação de fraudadores. A investigação começou a partir de reclamações feitas na Caixa e o cruzamento de dados com o núcleo de inteligência da PF.
A Operação “Terceira Parcela” conta com a participação de mais de 200 policiais e é uma continuidade de outras duas operações deflagradas pela Polícia Federal no ano passado. No dia 10 de novembro a Operação “Primeira Parcela” ocorreu nos estados da Bahia, São Paulo e Tocantins. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e quatro pessoas foram presas.
A ação, considerada pela Polícia Federal como a maior do país, foi resultado do trabalho feito por diversos órgãos e instituições públicas para combater fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial. A chamada Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial conta com a PF, o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).
As investigações, nesta primeira fase, contabilizaram que os prejuízos causados pela quadrilha aos cofres públicos giram em torno de R$ 350 mil, somente no estado de São Paulo.
No dia 10 de dezembro durante a Operação Segunda Parcela, a Polícia Federal enviou equipes para investigar as fraudes ao Auxílio Emergencial para 14 Estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Tocantins, Paraná, Goiás, Rio Grande do Sul, Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul. Foram cumpridos 42 Mandados de Busca e Apreensão, 13 Mandados de Sequestro de Bens e sete pessoas foram presas.
Durante a segunda etapa da operação foi determinado o bloqueio de valores de até R$ 650 mil, em diversas contas que receberam benefícios fraudados.
Nesta quinta-feira, em Minas Gerais, os mandados serão cumpridos nas cidades de Belo Horizonte, Betim, Caetanópolis, Campanha, Campestre, Contagem, Cristiano Otoni, Divinópolis, Dores de Campos, Governador Valadares, Itamarandiba, Ituiutaba, Jaíba, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Luz, Machado, Mateus Leme, Montes Claros, Mutum, Nova Lima, Paracatu, Paraopeba, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Presidente Olegário, Ribeirão das Neves, Sabará, Salinas, Santa Maria de Itabira, Santo Antônio do Monte, São João Nepomuceno, Sete Lagoas, Uberlândia, Unaí, e Volta Grande.
Outros sete mandados de busca e apreensão serão cumpridos na Bahia, Tocantins e Paraíba.
Prefeito já estava em tratamento para câncer no sistema digestivo
Prefeito de São Paulo Bruno Covas retoma quimioterapia Foto: Reprodução
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), voltou a fazer quimioterapia nesta quarta-feira (17) após descobrir um novo nódulo no fígado. A massa foi detectada durante um exame de controle.
Atualmente, Bruno Covas trata um câncer localizado na cárdia, que fica entre o estômago e o esôfago.
Segundo o boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, o tucano está “bem disposto, alimentando-se bem e recuperando peso após período de radioterapia”. O relatório informa ainda que exames de imagem “evidenciaram sucesso da radioterapia no controle dos linfonodos, próximos ao estômago”.
Por causa do nódulo no fígado, a equipe médica que acompanha o prefeito preparou um tratamento que consiste em quatro sessões de 48 horas, com intervalos de 14 dias entre cada uma. Covas deve receber alta no dia 20 deste mês.
Operação que prendeu o artista foi nomeada de “É o que eu mereço”, em referência a uma de suas músicas
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O pedido de habeas corpus da defesa do cantor Belo foi aceito pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, que mandou expedir um alvará de soltura no início da madrugada desta quinta-feira (18). A decisão saiu por volta da 1h20. A informação é do portal G1.
O cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo, foi preso pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e foi levado para a Polinter, na Zona Norte, na quarta (17).
“Até agora eu não entendi o que eu fiz para estar passando por essa situação. Quero saber qual o crime que eu cometi. Subi no palco e cantei”, afirmou, ao sair da Cidade da Polícia, onde prestou depoimento.
“Minha empresa recebeu o dinheiro. CNPJ com CNPJ”, acrescentou, após ser questionado de quem recebeu o pagamento pelo show. “Se eu não posso cantar para o público, a minha vida acabou”, afirmou ainda o cantor ao deixar o local.
O cantor, dois produtores e um traficante são investigados pela realização de um show no sábado (13), no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio. Segundo a polícia, eles violaram um decreto municipal que proibiu aglomerações no carnaval e contribuíram com a disseminação do coronavírus, colocando em risco a vida de centenas de pessoas.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reabriu o concurso para 204.307 vagas temporárias para a realização do Censo Demográfico 2021, com salários de até R$ 2.100. As vagas são para recenseador, agente censitário municipal e agente censitário superior. O Censo seria realizado no ano passado, mas foi adiado devido à pandemia.
Os salários variam de R$1.700 a R$2.100. São dois processos seletivos e os editais foram publicados nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União. Os editais podem ser consultados aqui e aqui.
De acordo com os editais, para o cargo de recenseador, são 181.898 vagas. A remuneração por produção, de acordo com o número de domicílios visitados e questionários respondidos. Para agente censitário municipal são 5.450 vagas, com salário de R$2.100. E para agente censitário superior são 16.959 vagas, com salário de R$1.700.
Para a função de recenseador, a previsão de duração do contrato é de até 3 meses, podendo ser prorrogado mediante necessidades de conclusão das atividades do Censo e de disponibilidade orçamentária. A jornada de trabalho é de, no mínimo, 25 horas semanais.
Já para as funções de agente censitário, é exigido ensino médio completo. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias.
Os melhores colocados em cada município ocuparão a vaga de agente censitário municipal, que será o responsável pela coordenação da coleta naquela cidade. Os demais agentes censitários supervisionam as equipes de recenseadores. A previsão de duração do contrato é de até 5 meses, podendo também ser prorrogado.
Inscrições As inscrições para as vagas de recenseador começam no dia 23 de fevereiro e vão até 19 de março, com taxa de R$ 25,77. E para as vagas de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor, as inscrições começam nesta sexta-feira (19) e vão até 15 de março, com taxa de R$ 39,49.
As inscrições deverão ser feitas pela internet, no site da Cebraspe, que organiza os processos seletivos.
Deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) Imagem: Divulgação
Uma das negociações que está em curso na Câmara dos Deputados pretende revogar a prisão de Daniel Silveira (PSL-RJ) para, em troca, puni-lo na Comissão de Ética da Casa. Há dois cenários: um deles é a cassação do mandato de Silveira e a outra seria uma suspensão de cerca de seis meses do mandato.
Parlamentares ouvidos pela coluna contam que a vontade dos integrantes do Centrão é a punição mais branda, mas nenhum deles quer endossar ataques ao STF.
“Os deputados reconhecem que a fala é criminosa, mas não houve flagrante. Por isso, querem uma solução contemporizadora. Relaxar o flagrante, mas cassar o mandato ou puni-lo com seis meses de suspensão. Se não houver uma posição mais firme dos líderes, a tendência de contemporizar é grande”, afirmou um parlamentar.
Aliados de Silveira estão desde ontem atuando pelo relaxamento da prisão junto ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mesmo sem defender o vídeo.
“A prisão é inconstitucional. Os deputados só podem ser presos em flagrante por crime inafiançável. Não se enquadra”, disse Jordy, que contou ter conversado com Silveira ontem à noite, quando a Polícia Federal estava cumprindo o mandado de prisão. Ao saber da prisão, Jordy chamou Moraes de “vagabundo” em um tuíte.
Hoje falou em tom mais ameno. “Isso é um tema muito sensível e algo que a gente tem que ter muita parcimônia”, afirmou à coluna. “Acredito que seja essa postura do Eduardo (Bolsonaro), para não colocar mais lenha na fogueira”, afirmou Jordy.
Interesses de Bolsonaro no STF
No entorno do presidente Jair Bolsonaro, assessores e outros apoiadores de primeira hora defendem a cautela. Na opinião deles, essa é uma briga entre os dois poderes e o presidente não deve se envolver.
Bolsonaro vai aguardar as decisões no plenário do STF e da Câmara dos Deputados. A coluna apurou que Silveira queria impressionar Bolsonaro com o vídeo, visando as eleições de 2022. No círculo íntimo do presidente, ele criticou a prisão do deputado, embora tenha achado que Silveira pode ter “exagerado na dose” no vídeo.
O momento não seria bom para conflitos pois existem muitos temas de interesse do governo e da família Bolsonaro na Corte.
Além do inquérito dos atos antidemocráticos, o ministro Alexandre de Moraes também é o relator do caso da interferência na Polícia Federal. Está marcado para o dia 24 de fevereiro o julgamento do plenário do STF sobre como deve ocorrer o depoimento de Jair Bolsonaro na investigação.
Além disso, a ministra Cármen Lúcia é a relatora da investigação que apura o eventual uso da Agência Brasileira de Inteligência em favor da defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
O ministro Gilmar Mendes possui a relatoria da reclamação do Ministério Público do Rio de Janeiro contra o foro especial concedido para o filho mais velho do presidente. Mendes também é o responsável por um habeas corpus que permitiu que Fabrício Queiroz e Márcia Aguiar cumpram prisão domiciliar.
Nas últimas semanas, uma série de investigações também foram abertas sobre a atuação do presidente e do ministro Eduardo Pazuello na pandemia.
“O que eu acho, não quero entrar no mérito do vídeo, é que houve um certo exagero, agora o fato que deve ser levado em conta, para o bem da democracia, é essa prisão que foi ilegal”, afirmou o ex-deputado Alberto Fraga, amigo do presidente Jair Bolsonaro.
“Eu me recordo que quando prenderam o Delcídio eu fui contra”, disse ele, ao recordar o caso do senador petista, também preso em flagrante em 2015. “Mas o texto dele (Daniel Silveira) choca muito”, opinou Fraga, ao dizer que o STF agiu de maneira corporativa.
O infectologista Gubio Soares, professor da Ufba, fez um alerta, em entrevista ao programa BNews Agora, na rádio Piatã FM, nesta quarta-feira (17), sobre o risco de colapso na saúde da Bahia por causa do aumento de casos do novo coronavírus.
“A população tem que entender o seguinte: temos 200 milhões de pessoas no Brasil, não vai ter vacina tão facilmente assim, porque o mundo inteiro quer vacina, e não temos garantia que as vacinas vão reduzir ou proteger a maioria das pessoas. […] Vai acontecer aqui na Bahia o que aconteceu em Manaus”, disse o infectologista.
Ainda segundo o professor, já é esperado que apareça novas mutações do coronavírus. “O vírus vai continuar procurando mutação, vai aparecer não só essa [do Reino Unido, na Bahia], como outra. É natural que o vírus faça isso porque quer sobreviver no hospedeiro”, disse.
O áudio foi desmentido pelo diretor do Hospital de Campanha
Um áudio circulou nas redes sociais nesta quarta-feira (17), falando que o sistema de saúde de Feira de Santana está em colapso, tendo 280 pessoas em espera por atendimento. A informação contida no áudio foi desmentida pelo diretor médico do Hospital de Campanha, Francisco Mota.
Segundo Francisco, a informação é falsa, já que a enfermaria está com 50% da capacidade de ocupação, a UTI está lotada, no entanto, ainda existem outros pontos de atendimento, como as Umidades de Pronto Atendimento (UPA).
Veja o vídeo em que o diretor explica a real situação da rede de saúde nesta quarta-feira (17):
Feira de Santana registra mais 193 casos positivos e 211 negativos da Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 22.580 pacientes recuperados, índice que representa 92,2% dos casos confirmados.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 64 pacientes internados no município e 1.443 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (17).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA 17 de fevereiro de 2021
Casos confirmados no dia: 193 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 211 Total de pacientes hospitalizados no município: 64 Óbitos comunicados no dia: 2 Datas dos óbitos: 18/09 e 14/02
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.443 Total de casos confirmados no município: 24.473 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.379 Total de recuperados no município: 22.580 Total de exames negativos: 35.366 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 365 Total de óbitos: 450
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.458 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021) Resultado positivo: 3.837 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 13 Resultado negativo: 17.621 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Agência Brasil- O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou nesta quarta-feira (17) um cronograma em que prevê a distribuição de cerca de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até julho. O anúncio foi feito durante reunião virtual com governadores, informou a pasta.
Na programação apresentada, o ministro incluiu as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que podem garantir ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão, de acordo com a pasta, é que o contrato com os dois laboratórios seja assinado ainda nesta semana. Os dois imunizantes ainda não possuem pedido de uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
As próximas entregas aos estados acontecem ainda em fevereiro: serão 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil. Em março, a pasta também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.
A assessoria do Ministério da Saúde informou o seguinte cronograma sobre a entrega das vacinas no país:
Fundação Oswaldo Cruz (vacina AstraZeneca/Oxford)
Janeiro
2 milhões (entregues)
Fevereiro
2 milhões (importadas da Índia)
Março
4 milhões (importadas da Índia) + 27,3 milhões (produção nacional com IFA importado)
Abril
28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Maio
28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Junho
28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Julho
3 milhões (produção nacional com IFA importado)
Total (1º semestre)
112,4 milhões de doses
A partir do segundo semestre, com a incorporação da tecnologia da produção da matéria-prima (IFA), a Fiocruz deverá entregar mais 110 milhões de doses, com produção 100% nacional.
Fundação Butantan (vacina Coronavac/Sinovac)
Janeiro
8,7 milhões (entregues)
Fevereiro
9,3 milhões
Março
18,1 milhões
Abril
15,9 milhões
Maio
6 milhões
Junho
6 milhões
Julho
13,5 milhões
Total
77,6 milhões de doses
Até setembro, serão entregues mais de 22,3 milhões de doses da Coronavac, totalizando os 100 milhões contratados pelo Ministério da Saúde.
Covax Facility
Março
2,6 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)
Até junho:
8 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)
Governo do Estado tenta culpar a Prefeitura por obra inacabada
“O ator principal dessa novela no ar há 14 anos é o governo do Estado, porque a obra é do governo do Estado”. Argumenta o secretário de Planejamento de Feira de Santana, Carlos Brito, reagindo às declarações do vereador Professor Ivamberg (PT), de que a conclusão do Centro de Convenções depende do Governo Municipal.
“Essa conversa de doação do terreno e de inadimplência é para tentar jogar nas costas da Prefeitura uma responsabilidade que não é dela. O Governo Municipal manteve diálogo com a Conder para concluir a obra, atualizou os projetos, pagou R$ 330 mil, e nada foi adiante”, destaca o secretário.
Carlos Brito acrescenta que o Governo Municipal não tem motivo nenhum para questionar o uso do terreno pelo Estado, até porque permitiu que a obra fosse iniciada. “O Estado terá a concessão formal do terreno na hora que desejar, sem qualquer problema, e isso não é empecilho para concluir o Centro”, garante.
“Os novos capítulos da novela são, agora, tentar jogar a culpa na Prefeitura por uma obra inacabada do Governo do Estado. Na minha opinião, os próprios correligionários do governador Rui Costa ficam botando ele numa situação constrangedora, quando falam do Centro de Convenções sem apresentar uma solução. Já são 14 anos sem uma solução”, afirma o secretário.