Amigo e deputado Carlos Jordy citou a Corte Interamericana de Direitos Humanos
Aliados não descartam recorrer a tribunal internacional para soltar Daniel Silveira Foto: Câmara dos Deputados/Michel Jesus
A defesa do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) não descarta a possibilidade de levar o caso do parlamentar à Corte Interamericana de Direitos Humanos para tentar libertá-lo. A ideia foi ventilada pelo amigo e deputado federal Carlos Jordy, também do PSL do Rio de Janeiro.
– É óbvio que o Supremo não vai mudar de posição com relação a ele, esperamos que outras medidas possam reverter isso, até mesmo recorrer a cortes internacionais, Tribunal de Haia, Corte Interamericana de Direitos Humanos, porque foi uma violação da Constituição [Federal], o artigo 53 foi rasgado na íntegra. Tanto na questão da imunidade parlamentar quanto na impossibilidade na prisão de um deputado salvo em flagrante de crime inafiançável, o que não houve – disse Jordy à CNN Brasil.
Jordy também voltou a falar de uma estratégia que a própria defesa havia cogitado antes da decisão da Câmara dos Deputados, que seria entrar com um recurso no próprio STF, que determinou a prisão de Silveira por unanimidade.
– A ideia agora é aguardar a defesa fazer todos os recursos disponíveis. Em que pese isso caia no próprio STF, é impossível ele ficar preso todo esse tempo aqui, porque isso é uma prisão ilegal – afirmou.
A Corte Interamericana de Direitos Humanos é um órgão judicial autônomo composto por sete juízes que representam 20 países, incluindo o Brasil. Sua finalidade é aplicar e interpretar a Convenção Americana de Direitos Humanos e outros tratados de Direitos Humanos.
Apesar de ser incômodo, o swab nasal continua a ser o principal método para fazer o diagnóstico de covid-19 Imagem: ZORANM/GETTY IMAGES
Uma notícia inusitada vinda da China chamou a atenção nos últimos dias: autoridades locais anunciaram que iriam começar a usar o swab anal para diagnosticar a covid-19.
Em resumo, o método consiste em introduzir no ânus uma haste flexível para colher amostras de material orgânico, que depois serão analisados em laboratório para detectar (ou não) a presença do coronavírus.
Atualmente, o padrão é fazer o swab nasal, em que a haste é colocada no nariz e na boca para coletar amostras lá do fundo da garganta.
De acordo com especialistas chineses, o novo exame teria uma precisão maior, traria resultados mais confiáveis e seria particularmente útil em algumas situações especiais.
Mas o que a ciência diz sobre o assunto? E como os testes que diagnosticam a covid-19 evoluíram nos últimos meses?
Via alternativa
A ideia de fazer testes laboratoriais pelo ânus não é particularmente nova.
Exames de fezes e colonoscopia, por exemplo, são métodos valiosíssimos para o diagnóstico de uma série de doenças — de infecções gastrointestinais ao câncer colorretal.
Até mesmo no contexto da covid-19 o assunto não é uma novidade absoluta.
“Já sabemos há algum tempo que o intestino poderia funcionar como um santuário do coronavírus, como acontece com outras doenças virais. Ele poderia escapar do nariz e dos pulmões, ficaria em algumas regiões do sistema digestivo e seria eliminado pelas fezes”, raciocina o infectologista Celso Granato, diretor clínico do Grupo Fleury.
Ainda nos primeiros meses de pandemia, os médicos notaram que a doença não se limitava aos sintomas respiratórios e muitos pacientes apresentavam incômodos gastrointestinais, como cólicas e diarreia.
Portanto, do ponto de vista das características da enfermidade, pensar num swab anal não é tão estranho assim — apesar de não existir nenhuma evidência contundente até o momento mostrando que ele seria superior ou traria resultados melhores do que a análise feita pelo nariz e pela garganta.
Barreiras naturais
Se os testes pelo ânus são aprovados na análise técnica, eles emperram em questões como comodidade, praticidade e conveniência.
“Há uma série de restrições de natureza cultural, de foro íntimo. Um exame desses envolve expor a própria genitália e a região anal, que são bastante sensíveis”, aponta o infecologista e epidemiologista Fernando Bellissimo Rodrigues, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
Na própria China, o swab anal será usado por enquanto em situações muito específicas.
Segundo uma reportagem da Forbes, testes desse tipo estão sendo aplicados em passageiros que desembarcam no aeroporto de Pequim e em alguns centros de quarentena.
Há notícias de que um grupo de mil crianças e professores também precisaram fazer o exame depois que foram expostos ao coronavírus.
Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil apontam que o método também poderia ser válido em pacientes com diarreia como sintoma principal ou em pessoas que apresentam alguma dificuldade para a coleta pelo nariz e pela garganta.
Mas essa não é a única novidade no mundo do diagnóstico da covid-19: nos últimos meses, o conhecimento e a tecnologia avançaram bastante e hoje trazem uma série de opções diferentes que facilitam a vida de pacientes e profissionais da saúde.
Escrito nas moléculas
De forma geral, os exames para covid-19 são divididos em dois grandes grupos: os testes virais e os de anticorpos.
O primeiro detecta o agente infeccioso (ou pedacinhos dele) e permite saber se a pessoa está com a doença “ativa” em seu organismo.
Já os testes de anticorpos medem a resposta do sistema imunológico e indicam se o indivíduo já teve a doença no passado — falaremos sobre eles em detalhes mais adiante.
De acordo com as principais diretrizes nacionais e internacionais, o método principal para diagnóstico do coronavírus continua a ser aquele conhecido pela sigla RT-PCR.
A coleta acontece por meio do swab nasal, em que a haste flexível raspa o fundo da garganta para colher o material que será analisado no laboratório.
“Sabemos que essa região costuma ter a maior concentração de vírus em infecções respiratórias e é relativamente fácil de acessar pelo nariz e pela boca”, explica o virologista José Eduardo Levi, da rede de laboratórios Dasa.
O RT-PCR é o exame que possui atualmente a melhor sensibilidade entre as opções disponíveis.
Isso significa que ele é capaz de identificar, entre as pessoas com suspeita de estarem infectadas, aquelas que realmente estão doentes.
Na prática, o método deixa “escapar” poucos casos de covid-19, o que dá uma grande confiança em seus resultados.
Mas, apesar da alta confiabilidade, essa opção apresenta algumas desvantagens.
A primeira delas é a demora para obter os resultados.
O RT-PCR também requer equipamentos, reagentes e profissionais especializados, o que torna todo o processo mais custoso.
Por fim, não dá pra ignorar o fato de a coleta ser incômoda — quem já precisou fazer sabe que o swab nasal não é nada agradável.
Avanços da ciência permitiram a criação de testes mais rápidos e baratos para detectar o coronavírus. Mas eles ainda não são superiores ao RT-PCRImagem: ANDREW MILLIGAN/GETTY IMAGES
Evoluções científicas
Foi pra resolver alguns desses pontos fracos do RT-PCR que outros três tipos de exames surgiram e já estão disponíveis em alguns laboratórios.
Eles também avaliam a presença do vírus no organismo e podem ajudar a fazer o diagnóstico da covid-19.
Uma opção relativamente recente é o exame de saliva. Em vez de cutucar o fundo do nariz com uma haste flexível, a premissa aqui é cuspir num recipiente e esse material é analisado.
“Isso representa um avanço, particularmente para aquelas pessoas que necessitam repetir os testes com regularidade”, destaca Granato, que também é professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Depois de colhida, a saliva também passa pelo laboratório onde acontece aquele processo de busca por pedacinhos genéticos do coronavírus pela mesma tecnologia do RT-PCR.
Outra inovação dos últimos meses é o teste LAMP, disponível em locais como farmácias, estações móveis e centros de diagnóstico.
Ele também é feito por swab nasal e vasculha a presença de pistas genéticas do vírus.
A diferença está no custo: como exige equipamentos menos rebuscados e possui menos etapas, essa metodologia é mais barata.
Por fim, a última novidade é o teste de antígeno, que também carece da coleta de material no fundo da garganta.
“Em vez de detectar o material genético, essa tecnologia vai procurar outros pedacinhos da estrutura do vírus”, diz Levi, que também é pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP.
Mais uma vez, o ganho aqui está no preço mais baixo e na rapidez em obter um laudo positivo ou negativo.
Apesar de todas as facilidades, esse trio de exames não supera o RT-PCR naquilo que é mais essencial: a sensibilidade.
Em outras palavras, os testes de saliva, de antígeno e o LAMP são validados cientificamente e podem sim ser úteis numa série de situações.
Mas eles deixam escapar com mais frequência alguns resultados positivos de covid-19, o que pode fazer indivíduos infectados acharem que estão livres da doença.
Quando fazer o teste de covid-19?
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) destaca quatro situações em que é necessário passar por um exame desses:
Pessoas com sintomas de covid-19 (febre, tosse, cansaço, dor, diarreia, perda de olfato e paladar…);
Indivíduos que tiveram contato próximo (menos de 1,5 metro por mais de 15 minutos) com pessoas com covid-19 confirmada;
Quem esteve envolvido em atividades que aumentam o risco de uma infecção pelo coronavírus e não podem fazer isolamento preventivo (como em situações de viagens, aglomerações ou longos períodos em ambientes fechados com outras pessoas);
Quem é selecionado para estudos ou programas de testagem realizados por seguros de saúde, governos e institutos de pesquisa.
Uma recomendação que existia até uns tempos atrás era a de esperar pelo menos três dias de sintomas antes de fazer a coleta do material para análise — mas isso caiu por terra recentemente.
“Quando a pessoa procura um serviço de saúde com sinais sugestivos, ela deve ser submetida ao exame imediatamente. Não faz sentido algum pedir para que ela volte dali a alguns dias”, indica Rodrigues.
“Um retorno posterior só significaria dupla carga de trabalho das unidades assistenciais e um maior risco de contágio para o próprio paciente, se ele não estiver com covid-19, ou para todo mundo ao redor, se ele está realmente infectado”, completa o especialista.
Se ficar em dúvida de quando fazer o teste e qual dos tipos é o melhor para você, o ideal é buscar a orientação de um profissional de saúde, que poderá fazer uma avaliação e analisar os prós e contras antes de dar uma recomendação personalizada.
Quando NÃO fazer o teste de covid-19?
Os exames utilizados atualmente para o diagnóstico da doença não foram desenvolvidos para grandes rastreamentos populacionais, em que milhares de pessoas são testadas — mesmo aquelas que não se encaixam nos quatro critérios descritos acima.
O grande risco dessa estratégia é sofrer com uma alta taxa de resultados falso negativos, em que as pessoas estão infectadas com o vírus, mas ele não é detectado na análise laboratorial.
Hoje em dia, sabe-se que entre 40 e 50% das pessoas que pegam covid-19 não apresentam sintoma algum.
Se elas não tomarem os cuidados básicos (uso de máscaras, lavagem de mãos, distanciamento físico…), podem transmitir o vírus para outros e criar novas cadeias de transmissão.
Portanto, um resultado falso negativo pode reforçar uma falsa sensação de segurança, quando todo mundo deve seguir as recomendações para evitar uma proliferação ainda maior da pandemia.
Os especialistas também contra-indicam a realização dos testes como um salvo-conduto para se aglomerar em festas e outros eventos sociais.
“O resultado do exame é sempre um retrato até aquele momento. Nada garante que você se infecte alguns minutos ou dias depois”, reforça Levi.
O passado te condena?
Como comentamos no início da reportagem, os testes sorológicos (ou de anticorpos) são um segundo tipo disponível desde o primeiro semestre de 2020, quando a pandemia se alastrou para todos os continentes.
Realizados por meio de uma coleta de sangue, eles quantificam a produção de anticorpos conhecidos como IgA, IgG e IgM contra uma infecção pelo coronavírus.
Os anticorpos são substâncias produzidas pelo nosso sistema imunológico, que ajudam a neutralizar uma segunda invasão viral.
O problema é que essa reação de defesa do organismo demora um pouquinho para acontecer. Portanto, os testes sorológicos só dão um resultado válido dez dias ou mais após o início dos sintomas.
Eles não servem, então, para diagnosticar a doença ativa e tomar as medidas contra a covid-19, como uma quarentena ou um tratamento para os casos mais graves.
“Por essas razões, a utilidade desses testes é um pouco mais restrita. Eles podem ser valiosos, por exemplo, em inquéritos populacionais e estudos epidemiológicos que vão medir a porcentagem da população que já foi exposta ao vírus”, conta Rodrigues.
Os testes sorológicos permitem saber se você já teve a infecção no passado, mas não servem para realizar o diagnóstico de covid-19Imagem: CAVAN IMAGES/GETTY IMAGES
Deturpação do uso
Apesar de indicarem quem já teve covid-19, um resultado positivo no exame sorológico não é passaporte para voltar à “vida normal”.
Em primeiro lugar, a ciência ainda não sabe quanto tempo dura a imunidade após um primeiro episódio da doença.
Apesar de todos os avanços, a metodologia dos anticorpos também não é 100% à prova de falhas e pode dar resultados “errados”.
Por fim, a detecção de novas variantes no Reino Unido, na África do Sul e em Manaus abre uma possibilidade de quadros de reinfecção que não podem ser ignorada.
As recomendações de distanciamento físico, uso de máscaras, lavagem de mãos e preferência por locais arejados e ventilados continuam essenciais para todo mundo.
Avanços e descobertas
Os exames de anticorpos também evoluíram bastante de uns tempos para cá.
“Uma coisa importante que aprendemos com a experiência é que não basta fazer um teste só, porque nenhum deles é capaz de identificar toda a gama de respostas imunológicas que o ser humano apresenta. É importante que as amostras passem por dois métodos diferentes para um resultado melhor”, informa Granato.
Um passo relevante nessa área é a chegada de métodos que avaliam os anticorpos neutralizantes.
“Eles nos certificam que o indivíduo tem anticorpos e que eles são realmente capazes de proteger contra o vírus”, explica Levi.
As opções disponíveis até então avaliam substâncias com o IgA, o IgG e o IgM, mas elas dão menos certeza sobre a efetividade da resposta imune diante de uma nova infecção quando comparadas aos tais anticorpos neutralizantes.
Outra novidade que deve chegar nos próximos meses são os testes que avaliam a reação das células do sistema imunológico após um quadro de covid-19.
“Essa tecnologia analisa os glóbulos brancos, que em laboratório são estimulados com pedaços do coronavírus. Se essas células reagem, significa que há uma resposta imunológica mais completa”, projeta Levi.
Acesso no Brasil
Os especialistas entrevistados para essa reportagem sinalizam que a disponibilidade dos testes de covid-19 no país melhorou significativamente.
“No início, havia uma grande limitação, porque os insumos necessários nem chegavam até aqui”, lembra Granato.
Mas ainda há problemas na compra de substâncias essenciais para a realização do RT-PCR, por exemplo.
“Nós perdemos a oportunidade lá atrás de criar uma política de usar os testes para rastrear os primeiros casos positivos e isolá-los. Isso nunca foi feito de forma organizada no país”, lamenta Levi.
No início da pandemia, programas desse tipo foram implementados com enorme sucesso em países como Nova Zelândia e Coreia do Sul.
O Esporte Clube Bahia entra em campo neste sábado, às 21h, para enfrentar o Fortaleza, na Arena Castelão, em duelo da 37ª rodada importantíssimo na luta das equipes pela permanência no Campeonato Brasileiro da Série A. O Esquadrão de Aço ocupa a 16ª colocação, com 38 pontos, três pontos abaixo do Leão do Pici (15º com 41) e um ponto acima do Vasco da Gama, que abre a zona de rebaixamento. O Goiás é o 18º com 36 pontos e segue vivo. Nesta sexta, o elenco tricolor realizou o último treinamento no CT Evaristo de Macedo antes de embarcar para Fortaleza, na capital cearense.
Antes do trabalho em campo, ainda no auditório, os atletas assistiram a vídeos relacionados ao adversário deste final de semana, além de lances de partidas passadas do Bahia. Em seguida, o técnico Dado Cavalcanti realizou um intenso treinamento tático onde escalou a equipe que deve iniciar a partida em Fortaleza e simulou situações de jogo. A atividade foi parada em diversos momentos pelo comandante para passar orientações relacionadas a posicionamento e movimentações. As bolas paradas também receberam atenção especial do treinador num segundo momento.
As ausências ficaram por conta do goleiro Mateus Claus, que ficou no departamento médico dando sequência ao tratamento da lesão na coxa, e do lateral-direito João Pedro, que segue cumprindo o período de isolamento após ter testado positivo para a COVID-19. Por outro lado, o técnico Dado Cavalcanti poderá contar com os volantes Edson e Ramon, e os atacantes Alesson e Thiago Andrade, todos recuperados do coronavírus. Já Daniel retorna de suspensão e também pode jogar.
Com o desfalque de Mateus Claus, o goleiro Douglas – que se recuperou de lesão e treinou durante a semana – retorna ao gol do Bahia. Por outro lado, o atacante Gilberto ainda é tratado como dúvida. O camisa 9 treinou com bola durante a semana, mas caso não reúna condições de jogo, Gabriel Novaes seguirá na equipe titular. Outra dúvida é quanto a manutenção do volante Patrick de Lucca, que estreou como titular diante o Atlético-MG e foi elogiado por Dado, porém, o próprio treinador em entrevista deixou aberta a possibilidade de mudar o desenho do time, que poderia ser com o retorno de Thiago no lugar de Patrick.
A provável escalação do Bahia para enfrentar o Fortaleza tem: Douglas; Nino, Ernando, Lucas Fonseca e Matheus Bahia; Gregore, Ronaldo, Rodriguinho e Patrick de Lucca (Thiago); Rossi e Gilberto (Gabriel Novaes).
Presidente afirmou que deve trocar “peças que não estão dando certo”
O Presidente da República, Jair Bolsonaro, indicou hoje (20) que deve realizar novas mudanças em cargos do governo. Ao participar da cerimônia de formatura de alunos da Escola Preparatória de Cadetes (EspCEx), em Campinas (SP), Bolsonaro disse que precisa “trocar as peças que por ventura não estejam dando certo.”
Em discurso, o presidente afirmou que há possibilidade de mais trocas na semana que vem, mas sem detalhes.
A declaração do presidente foi feita um dia após ele anunciar a troca no comando da Petrobras. Na noite desta sexta-feira (19), em postagem nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou uma nota oficial do Ministério das Minas e Energia (MME) que informava a indicação do general Joaquim Silva e Luna para o cargo de presidente da empresa. Silva e Luna vai substituir Roberto Castello Branco, que está no cargo desde o início do governo, em janeiro de 2019.
Para ocupar a vaga deixada por Silva e Luna, que ocupava o cargo de diretor-geral brasileiro da usina hidrelétrica Itaipu Binacional, Bolsonaro indicou o general de reserva do Exército João Francisco Ferreira. O anúncio foi feito por meio das redes sociais do presidente, com uma nota do Ministério de Minas e Energia.
Pelo menos seis estabelecimentos comerciais foram flagrados desrespeitando o primeiro do toque de recolher em razão da pandemia.
Eles estavam funcionando em diferentes pontos da cidade e foram fechados pela fiscalização composta de prepostos da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado.A fiscalização fechou o Boteco do Sertão, no Conjunto João Paulo II; a Stop Pastelaria, e o Bar Depósito Família, na Cidade Nova; a Distribuidora de Água e Gás, no conjunto Feira V; o Steak Bar, no Ville Gourmet, no Caseb; e o Gauchão Artêmia, no bairro Sim.
A população pode contribuir fazendo denúncias pelo 156.Ainda ontem (20), o prefeito Colbert Martins deixou claro que, além do toque de recolher decretado pelo Governo do Estado, o Governo Municipal pode adotar outras medidas restritivas, a partir da próxima semana, se necessário for.
Agência Brasil- A Mega-Sena sorteia neste sábado (20) prêmio acumulado de R$ 34 milhões. As seis dezenas do concurso 2.346 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no portal Loterias Caixa.
De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 39,4 mil de rendimento no primeiro mês.
O valor de uma aposta simples, com seis dezenas marcadas, é de R$ 4,50.
Canal Tech- Dois grandes sucessos da Netflix estão de volta aos corredores criativos da Marvel: Jessica Jones e O Justiceiro já possuem seus direitos recuperados de distribuição, o que significa que agora a empresa pode escolher se deseja reaproveitar os personagens em futuras produções ou dar continuidade às séries canceladas. O acordo previa que os direitos desses personagens pertenceriam à Netflix por dois anos após o cancelamento de suas produções, que em ambos os casos aconteceu em 2019.
Jessica Jones está de volta à sala criativa da Marvel Studios! (Imagem: Divulgação / Netflix)
Jessica Jones trouxe Krysten Ritter, que até o lançamento da série era conhecida por seus papéis nas séries Breaking Bad e Don’t trust the B**** in Apartment 23. Considerada a frente de seu tempo por trazer protagonismo feminino em uma produção da Marvel (anos antes de Capitã Marvel e Viúva Negra), a produção trouxe a personagem que abandonou a breve carreira de super-heroína para focar na vida de detetive particular em Nova York. A primeira temporada foi altamente elogiada pela crítica especializada por trazer discussões sobre agressão sexual para a tela, dois anos antes do movimento #MeTooganhar popularidade.
O Justiceiro, por sua vez, foi estrelado por Jon Bernthal. Diretamente dos quadrinhos, o personagem resolve se vingar dos responsáveis pela morte de sua família e revelar uma conspiração militar que envolve o assassinato. O ator já havia aparecido em Demolidor como o ex-fuzileiro naval Frank Castle, mas em 2017 ganhou sua própria série, que logo foi cancelada pela Netflix em 2019 com apenas duas temporadas no catálogo.
Outros personagens como Punho de Ferro já tiveram seus direitos devolvidos para a Marvel (Imagem: Divulgação / Netflix)
Há quem diga que os cancelamentos da Marvel na Netflix estavam diretamente envolvidos com o surgimento do Disney+ e, consequentemente, a produção de séries exclusivas para o serviço de streaming. Como tudo envolvia questões contratuais, a Disney não poderia mexer nos personagens que tiveram séries na Netflix até o contrato de exclusividade criativa e de distribuição expirar. Demolidor foi o primeiro, cujo acordo foi encerrado em 2020; Luke Cage e Punho de Ferro tiveram seus direitos devolvidos para a Marvel no mesmo mês; agora é a vez de Jessica Jones e O Justiceiro.
Ainda que Luke Cage, Frank Castle (Justiceiro) e Danny Rand (Punho de Ferro) ainda não tenham seus nomes envolvidos em futuros projetos, agora a equipe criativa da Marvel pode utilizá-los sem nenhum problema para séries e filmes do MCU. Recentemente, um “vazamento” sugeriu que Charlie Cox foi visto no set de Homem-Aranha 3 e que o Demolidor já concluiu sua participação no terceiro filme de Peter Parker, mesmo que nenhuma foto ou vídeo tenha registrado a aparição do ator no local.
Demolidor estaria de volta no Universo Cinematográfico Marvel? (Imagem: Divulgação / Netflix)
Quanto à Jessica Jones, um rumor de DanielRPK, que já adiantou diversas informações confiáveis em sua carreira, sugere que a atriz Krysten Ritter estaria voltando para a personagem ao lado de Tatiana Maslany em She-Hulk. Novamente, não há nenhum detalhe ou fonte que confirme isso, mas vale lembrar que Kevin Feige, o presidente da Marvel, já declarou em uma entrevista ao DEADLINE que as séries da Marvel para o Disney+ são tratadas como prioridade no momento, mas não descartou as possibilidades dessas amadas produções da Netflix voltarem a serem discutidas. “Certamente vocês viram nossos anúncios na Comic-Con de um ano e meio atrás, e recentemente as séries no Disney Investor Day. Esse é o nosso foco no momento. Mas estou trabalhando na Marvel por tempo suficiente e aprendi que nunca deve se dizer nunca para qualquer assunto”, comentou o líder da empresa.
A empresa iniciou a Fase 4 do MCU de forma ousada, inserindo personagens dos filmes de forma ousada em WandaVision e criando um verdadeiro fan-service para o público. Mesmo tudo incerto e aparentemente difícil de acontecer, não há como definir o que o futuro reserva para Jessica Jones, Frank Castle e o restante dos personagens que já tiveram séries para a Netflix.
Com 5 mil anos, local de produção de bebida ficava em cidade que abrigou vastos cemitérios e templos no Egito; cerveja era usada em rituais
Durante escavações recentes na antiga necrópole de Abidos, no Egito, conhecida por seus vastos cemitérios e templos, uma equipe de arqueólogos descobriu umacervejaria de 5 mil anos, considerada a mais antiga do mundo. Segundo Mostafa Waziry, secretário geral do Ministério de Antiguidades do Egito, a produção de cerveja acontecia em grande escala no local.
Foram encontradas oito grandes áreas de produção de bebida, cada uma com 20 metros de comprimento por 2,5 metros de largura. As 40 bacias de cerâmicas descobertas enfileiradas tinham capacidade para armazenar 22.400 litros de cerveja.
Os arqueológos acreditam que a bebida foi criada não muito longe dali, na antiga Mesopotâmia (atual Iraque), e rapidamente adotada pelos egípcios. As primeiras cervejas provavelmente eram feitas com pão de cevada.
“A cervejaria possivelmete foi construída em Abidos com o propósito de fornecer a bebida para rituais dos faraós que aconteciam durante os serviços funerários”, disse o arqueólogo americano Matthew Adams, da Universidade de Nova York, que participou das escavações.
Abidos, que fica em uma região desértica a 540 quilômetros do Cairo, foi um dos centros religiosos e de uma das necrópoles mais importantes do antigo Egito, onde foi realizado o sepultamento de dezenas de múmias. O local guarda os templos dos faraós Seti I e Ramessés II, e o de Osíris, um dos deuses mais venerados da Antiguidade. De acordo com os arqueológos, a bebida provavelmente era utilizada em rituais e sacríficios às divindades.
O Egito tem investido mais fortemente em escavações arqueológicas desde o início da pandemia do coronavírus, com o objetivo de atrair visitantes. O turismo respondia por 12% do PIB do país antes da crise da Covid-19. A atividade costumava gerar em média 30 bilhões de dólares por ano e empregava cerca de 10% da força de trabalho. A expectativa é que as descobertas arqueológicas possam voltar a atrair turistas com o avanço da vacinação do mundo e a volta das viagens.
O Auxílio-Doença é um benefício previdenciário pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS às pessoas que ficarem incapacitadas para o trabalho ou atividade habitual por mais de 15 (quinze) dias consecutivos e que cumprirem 3 requisitos:
Incapacidade para o trabalho ou atividade habitual Cumprimento da carência Ter qualidade de segurado
A aposentadoria por invalidez é destinado para aqueles que se encontram permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade em seu local de trabalho e não consiga também exercer outra profissão.
Auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
O trabalhador que por causa de uma doença ou até por mesmo por ter sofrido um acidente, o que o levou a ficar um tempo sem trabalhar, terá direito ao auxílio-doença. No entanto, será necessário passar por perícia médica do INSS para poder ter acesso ao benefício.
O trabalhador que por algum motivo não consegue mais exercer mais suas atividades no trabalho, se encontrando incapaz, poderá se aposentar por invalidez. Lembrando que a invalidez precisa ser permanente. Neste caso, o profissional não consegue mais voltar ao trabalho ou exercer outra profissão. Para ter o benefício também precisará passar por perícia médica do INSS.
O benefício será pago enquanto persistir a invalidez e o segurado será reavaliado pelo INSS a cada dois anos.
15 doenças incapacitantes
Existe uma lista do INSS que consta 15 doenças incapacitantes que poderá dar direito ao auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Mas, por acaso, o segurado estiver com uma doença que não esteja na lista, poderá fazer uma solicitação para obter o auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez.
Importante: Essas doenças podem ocorrer em qualquer idade e por isso você também terá direito de solicitar os benefícios.
Confira a lista das 15 doenças
Alienação mental: distúrbios da mente como, por exemplo, esquizofrenia, demência, depressão, paranoia e afins. Para isso seria necessário que a junta médica lhe examinasse para que você pudesse ser classificado como incapaz para a vida normal.
Cardiopatia grave: consiste em uma doença crônica que tem por base o coração. Como esse mal atinge exatamente o coração, fica o segurado incapacitado para o trabalho ou qualquer esforço mais forte.
Cegueira: esta pode acontecer por diversos motivos, mas em geral é causada por glaucoma, retinopatia diabética, retinopatia hipertensiva, entre outros males.
Radiação por medicina especializada: alguém que tenha sido exposto à radiação e que por isso não possa fazer atividades da vida comum.
HIV – síndrome da imunodeficiência adquirida: Popularmente conhecida como AIDS, a doença dá ensejo ao benefício por incapacidade do segurado de ter uma vida normal, já que fará uso de medicamentos para se manter vivo.
Doença de Paget: esta doença é também conhecida como osteíte deformante. Em seu estágio avançado a doença incapacita os ossos e medula óssea. Doença incurável e crônica.
Nefropatias graves: doenças que atingem os rins causando ao segurado incapacidade nas condições de trabalhar e ter uma vida normal. São, em geral, patologias de evolução do tipo aguda ou do tipo subaguda e crônica.
Espondiloartrose anquilosante: doença que acomete a coluna vertebral e sacroilíaca. As vértebras se fundem umas às outras e isso causa dores e incapacidade de mexer com a coluna.
Doença de Parkinson: é uma doença degenerativa que atinge o sistema nervoso central. É crônica e progressiva. Causa enrijecimento muscular e das articulações, além de tremores nos membros inferiores e superiores.
Paralisia incapacitante e irreversível: a via motora é prejudicada de forma que a capacidade de mexer um músculo fica diminuída, e isso resulta em lesão destrutiva e degenerativa. Pode ser tetraplegia, paraplegia, entre outros tipos.
Neoplasia maligna: doença que afeta as células corporais atingindo os tecidos. Também é conhecida pelo nome popular de câncer.
Hepatopatia grave: de forma aguda ou crônica acomete o fígado levando o segurado ao risco de morte.
Esclerose Múltipla: por questões ambientais ou genéticas essa doença é inflamatória e ao mesmo tempo crônica. Começa a dar sinais no sistema nervoso.
Hanseníase: afetando a pele primeiramente, depois os nervos, essa doença é uma infecção crônica. Em grau avançado, há a perda de sensibilidade e o surgimento de manchas brancas pelo corpo todo.
Tuberculose ativa: doença causada por uma bactéria acometendo os pulmões com febre, perda de peso e até a morte.
Como solicitar?
Para você solicitar o auxílio-doença terá que acessar o Meu INSS, fazendo o login no sistema, depois escolher a opção “Agende sua Perícia”, no menu lateral esquerdo, depois clique em “Agendar Novo”.
Acompanhe o andamento pelo Meu INSS, na opção “Resultado de Requerimento/Benefício por Incapacidade”.
O segurado deverá comparecer à unidade do INSS escolhida para realizar a perícia médica ou, em alguns casos, a perícia médica poderá ser realizada na residência ou hospital.
Acompanhe o andamento da solicitação e o resultado da perícia pelo Meu INSS na opção “Resultado de Requerimento/Benefício por Incapacidade”.
Documentos necessários para solicitar o auxílio-doença
Documento de identificação oficial com foto e número do CPF; Carteira de trabalho, carnês de contribuição ou outros documentos que comprovem pagamento ao INSS; No caso dos segurados empregados: declaração assinada pelo empregador, informando a data do último dia trabalhado; Documentos comprovando o tratamento médico (atestados, exames, relatórios médicos, receitas médicas, etc).
A Bahia ficou em último lugar num ranking brasileiro de educação pública à distância durante a pandemia elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Salvador, por sua vez, ocupa o primeiro lugar entre as capitais brasileiras, acima da média de 1,95. O estudo se refere recorte entre março e outubro de 2020.
De acordo com o relatório, o estado tirou nota zero na pesquisa porque não apresentou nenhum programa no período. A média nacional foi de 2,38. O líder no índice foi a Paraíba, com nota 6,03.
Na avaliação, os pesquisadores Lorena Barberia, Luiz Cantarelli e Pedro Henrique Schmalz ressaltam que “em países em desenvolvimento, como o Brasil, isso [falta de controle da pandemia] pode reforçar as desigualdades educacionais preexistentes, especialmente se o acesso a tecnologias de educação remota for limitado para populações vulneráveis.”
O relatório também pontua que “houve atrasos significativos na adoção desses programas tanto pelos estados quanto pelas capitais”. “Além disso, os programas foram desenhados com atenção insuficiente para a questão da garantia de acesso a tecnologias que permitiriam o aprendizado e supervisão de alunos de forma remota”, diz trecho da análise.
O resultado rendeu críticas de políticos de oposição ao governador Rui Costa (PT). Líder do bloco oposicionista na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado estadual Sandro Régis soltou o verbo contra a gestão estadual. “O governo praticamente abandonou os estudantes da rede estadual ao não oferecer nenhuma atividade online, o que vai trazer consequências incalculáveis para o desenvolvimento destes jovens e crianças”, declarou.
Em relação aos resultados obtidos pela capital baiana, o líder do DEM na Câmara Municipal, Claudio Tinoco, disse que Salvador mostra mais uma vez que é exemplo pra Bahia. “O próprio estudo destaca que Salvador implantou um plano de qualidade alta para o EAD, o que não foi acompanhado pelo governo do estado. Infelizmente, essa é a realidade que encontramos”, afirmou.
Procurada pela reportagem do Bahia Notícias, a Secretaria de Educação do Estado (SEC) não se pronunciou sobre o assunto até a publicação desta reportagem.
RESPOSTA DO ESTADO Em nota, a Secretaria de Educação da Bahia (SEC) afirmou que “causa estranheza como foi estabelecida esta uma valoração” da análise.
“Mesmo com a suspensão das aulas, a SEC vem disponibilizando uma série de atividades para contribuir com a aprendizagem dos estudantes. No Portal da Educação, os estudantes têm acesso, por exemplo, à Plataforma Anísio Teixeira, que contém mais de 10 mil conteúdos digitais educacionais e aulas do Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (EMITEC), além de conteúdos construídos com as 12 Instituições de Ensino Superior (IES) públicas na Bahia (UNEB, UEFS, UESB, UESC, UFBA, UFOB, UFRB, UNILAB, UFSB, UNIVASF, IFBAIANO E IFBA)”, diz trecho da resposta enviada pela pasta.
A SEC ainda pontuou que, “para quem não possui acesso à internet, a Secretaria exibe, através da TVE, conteúdos educacionais como os programas “Estude em Casa” e “Hora do Enem”, em parceria com a Fundação Roberto Marinho.”