
A morte de Preta Gil nos faz refletir sobre o que é viver diante de uma doença como o câncer. Mesmo com acesso ao melhor tratamento, mesmo tentando tudo, chegou o momento da partida. E isso mexe com a gente.
A gente se pergunta: será que estamos adoecendo mais ou só diagnosticando melhor? Será a alimentação, o estresse, a vida corrida? Ou será que não temos mesmo todas as respostas?
Minha mãe costumava dizer que, na juventude dela, mal se ouvia falar de câncer. Hoje, parece que todo mundo conhece alguém que passou por isso. E mesmo com a medicina avançando tanto, ainda há coisas que não conseguimos entender e nem evitar.
O caso de Preta lembra o de Paulo Gustavo: pessoas com todos os recursos, mas que não resistiram. Então a pergunta é: vale a pena se privar tanto, se restringir tanto, achando que estamos comprando mais tempo de vida?
Não há garantias. Tem gente que faz tudo “certo” e adoece. E tem quem viva sem regras, e continua firme. Talvez o segredo esteja em viver bem. Com amor, com presença, com afeto.
Porque no fim, o que fica é isso: o quanto a gente amou, foi amado e viveu com verdade. E quando chega o momento, às vezes a partida é descanso. Para quem vai. E para quem fica também.

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, se entregou à polícia no fim da tarde desta terça-feira, 22. Isso ocorreu depois de a Justiça do Rio de Janeiro expedir um mandado de prisão contra o cantor.
Oruam chegou ao local no banco de trás de um carro, acompanhado da namorada, a influenciadora Fernanda Valença. “Só pedir desculpa se causei algum transtorno”, disse, ao chegar na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio de Janeiro.
Algumas horas antes, Oruam usou as redes sociais para afirmar que se entregaria. “Vou me entregar, tropa”, disse. “Não sou bandido, valeu? Me desculpem. Errei. Vou me entregar para provar que não sou bandido. Vou dar a volta por cima.”
Os crimes imputados ao rapper incluem tráfico, associação ao tráfico, lesão corporal, resistência qualificada, dano ao patrimônio público e desacato.
O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, afirmou que Oruam é integrante da facção criminosa Comando Vermelho, e não apenas um artista de periferia.
Oruam é filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, o líder máximo do Comando Vermelho.
Na noite desta segunda-feira, 21, o cantor usou as redes sociais para desafiar a polícia do Rio de Janeiro depois de ser alvo de uma abordagem policial.
“Quero ver você vir aqui, pô”, disse. “Me pegar aqui dentro do complexo. Não vai me pegar, sabe por causa de quê? Que vocês peida.”
Nos registros, o artista pediu apoio de “quem tiver de moto no Joá”. “Me ajuda, eles estão na minha porta, às 23h.”
Informações Revista Oeste

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro respondeu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 22, sobre suposto descumprimento de cautelares.
O ex-presidente está proibido de usar as redes sociais, seja direta ou indiretamente. No entanto, em virtude de ter sido filmado durante uma visita realizada ontem à Câmara, o juiz do STF deu 24 horas para seus advogados esclarecerem o que houve.
“O embargante não postou, não acessou suas redes sociais e nem pediu para que terceiros o fizessem por si”, constatou a defesa.
Além disso, conforme os advogados Celso Vilardi e Paulo Bueno, Bolsonaro parou de utilizar as plataformas digitais, além de ter suspendido qualquer acesso de suas páginas por terceiros.

De acordo com a defesa do ex-presidente, ele não tem controle a respeito de conteúdos publicados por terceiros.
“É notório que a replicação de declarações por terceiros em redes sociais constitui desdobramento incontrolável das dinâmicas contemporâneas de comunicação digital e, por isso, alheio à vontade ou ingerência do embargante”, observou a defesa. “Assim, naturalmente uma entrevista pode ser retransmitida, veiculada ou transcrita nas redes sociais. E tais atos não contam com a participação direta ou indireta do entrevistado, que não pode ser punido por atos de terceiros. Compreender de modo diverso implicaria risco real de cerceamento indevido de liberdade, em razão de ações alheias à sua vontade.”
No que diz respeito a entrevistas, a defesa observou que Bolsonaro “jamais cogitou que estava proibido” de concedê-las.
Por isso, a defesa solicitou que o STF esclareça o alcance exato da proibição, sobretudo se ela envolve a concessão de entrevistas que possam ser transmitidas ou transcritas em redes sociais.
Desde 17 de julho, Bolsonaro está submetido a cautelares na ação que apura suposta tentativa de golpe de Estado.
As medidas incluem:
Moraes já havia advertido que o descumprimento poderia levar à prisão preventiva de Bolsonaro.
Informações Revista Oeste

A criadora de conteúdo adulto Andressa Urach está em busca de novos ares. A ex-fazenda confirmou que lançará sua candidatura a deputada federal. A pauta principal? Defender o direito das “p*utas”, as quais a vice-miss bumbum afirma ter direitos invisibilizados pela sociedade.
“Esse que vem não tá? Mas daqui a cinco anos eu venho como deputada federal para lutar pelas p*tas. Ninguém luta por elas nesse país. Elas não podem financiar um carro, não podem se aposentar, tirar um empréstimo. Elas ganham dinheiro [e] tem que pagar os impostos. Elas têm que pensar na velhice”, disse a influencer.
A novidade foi revelada por Andressa durante o programa “De Frente com Blogueirinha”, exibido na segunda-feira (21). Durante a atração, atriz contou que a entrevista quase foi remarcada devido ao falecimento da cantora Preta Gil.
“A gente pensou em não fazer o programa hoje em respeito a Preta, mas queríamos trazer essa alegria porque a Preta era vida. Eu tenho certeza que ela ficaria feliz de fazer a gente sorrir e continuar vivendo [e por isso] eu vim”, pontuou Andressa.
A “Ímola” aproveitou o momento para elogiar Gominho, com quem teve um desafeto durante A Fazenda 6, da TV Record, em 2013. Andressa afirmou que o apresentador “foi amigo [de Preta Gil] até o final” mesmo diante críticas.
“Gominho, eu te admiro. Parabéns pela pessoa incrível que você foi com a Preta. […] Você foi amigo dela até o final [e] muitas pessoas te julgaram. […] Ela morreu no dia do amigo. Eu acredito que o que a gente leva dessa vida são os relacionamentos que nós temos com os nossos amigos. […] Eu continuo gostando do Gominho mesmo após ele ter lambido a minha garrafa”, acrescentou Urach.
Informações Bahia.ba

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou as tratativas para retirar o país mais uma vez da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) — agência cultural e educacional da Organização das Nações Unidas (ONU) — em um movimento semelhante ao que fez em 2017, quando ocupava a Casa Branca pela primeira vez. As informações são de dois diplomatas europeus ouvidos pela agência britânica Reuters.
Segundo matéria do InfoMoney, o jornal americano The New York Times também confirmou a retirada do país, com respaldo de um representante do governo americano. A Casa Branca, no entanto, não comentou – ou confirmou – a decisão até o momento.
Esta não é a primeira vez que Trump retira os EUA da Unesco. Em seu primeiro mandato, o republicano anunciou a saída do país alegando que a agência mantinha uma agenda antiamericana e possuía problemas de gestão financeira. Na época, o país contribuía com cerca de 20% do orçamento da organização. Após o retorno a Unesco em 2023, durante o governo de Joe Biden, a participação americana passou a representar cerca de 8% do financiamento da entidade.
Além da Unesco, Trump já retirou os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e anunciou um corte de financiamento à agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA). O presidente americano argumenta que as mudanças são parte de uma revisão mais ampla da presença do país em organismos internacionais. O resultado dessa avaliação está previsto para agosto.
Trump também não é o primeiro presidente americano a retirar o país da agência. Em 1984, o então presidente Ronald Reagen retirou os EUA da Unesco pela primeira vez. A decisão só seria revertida em 2003, quando o país era comandado pelo presidente George W. Bush. A atual decisão marca, então, o terceiro desligamento do país da agência.
Criada após a Segunda Guerra Mundial com o objetivo de promover a paz por meio da cooperação internacional nas áreas de educação, ciência e cultura, a Unesco tem sede em Paris e é mais conhecida por sua atribuição do título de Patrimônio Mundial para locais, monumentos, prédios, entre outros.
Informações Bahia.ba

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou que irá protocolar mais um pedido de impeachmentcontra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida vem em reação ao bloqueio das contas bancárias e do sistema de Pix do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), determinado por Moraes no âmbito de investigações em curso.
Segundo Flávio, o ministro tem usado o poder do Judiciário para sufocar adversários políticos. “Para “salvar a democracia”, Alexandre de Moraes continua usando os mesmos métodos que acabaram com a democracia no Brasil.”
O bloqueio das contas de Eduardo ocorre depois do endurecimento de investigações ligadas ao parlamentar, impulsionadas pelo cenário internacional, especialmente depois das sanções dos Estados Unidos.
Em tom duro, Flávio Bolsonaro acusou Moraes de recorrer a práticas autoritárias e de tentar fabricar delações forçadas. “Tortura suas vítimas com todos os aparelhos que tem a sua disposição: de asfixia financeira a ameaça de prisão de familiares para fabricar uma falsa delação”, destacou o senador.
Na mesma publicação, o político chamou Moraes de “a espinha de peixe na garganta do Brasil” e defendeu que ele seja afastado por meio do processo constitucional de impeachment. “A espinha de peixe na garganta do Brasil precisa ser retirada”.
Nesta segunda-feira, 21, a oposição decidiu criar três comissões na Câmara dos Deputados em resposta às ações de Moraes. A primeira, liderada por Gustavo Gayer (PL-GO), cuidará da comunicação do núcleo; a segunda, sob comando de Cabo Gilberto (PL-PB), tratará das mobilizações internas na Câmara e no Senado; e a terceira, com Zé Trovão (PL-SC) e Rodolfo Nogueira (PL-MS), será responsável pelas mobilizações nacionais, especialmente ligadas ao agro e aos caminhoneiros. Em reunião de emergência, o grupo também estabeleceu como prioridades a aprovação do projeto de anistia aos réus do 8 de Janeiro na Câmara e o impeachment de Alexandre de Moraes no Senado.
Informações Revista Oeste

Deliberações em comissões da Câmara dos Deputados não poderão ocorrer até o dia 1º de agosto conforme determinação do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A decisão ocorre diante de convocações feitas por deputados do Partido Liberal para sessões que discutiriam moções de apoio político ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mesmo durante o recesso parlamentar de julho.

O presidente da Câmara já havia informado anteriormente que as férias dos parlamentares seriam mantidas, apesar dos pedidos da oposição para suspender o recesso e retomar as atividades. Segundo comunicado divulgado por Motta na semana passada, as obras de manutenção nos plenários dos colegiados inviabilizam encontros presenciais durante esse período.
Bolsonaro, mesmo enfrentando restrições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e proibição de publicações em redes sociais, era aguardado para participar de eventos promovidos por aliados na Câmara.
A reforma no corredor onde funcionam os plenários das comissões está prevista para ser concluída antes do término do recesso informal, que se encerra em 4 de agosto.
Informações Revista Oeste

O professor de Direito Rodrigo Chemim voltou a denunciar o uso abusivo do chamado “poder geral de cautela” por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em texto publicado nesta terça-feira, 22, ele classificou como “preocupante” a ampliação das medidas impostas pelo ministro Alexandre de Moraes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo Chemim, decisões judiciais que restringem liberdades precisam se apoiar em fundamentos legais expressos. Quando juízes impõem medidas com base apenas em percepções subjetivas, o Estado de Direito perde sustentação.
“Democracias não se defendem com interpretações expansivas que autorizam restrições arbitrárias”, disse o docente.
O jurista criticou a lógica usada por Moraes para vetar o uso de redes sociais por Bolsonaro, tanto de forma direta quanto indireta. O ministro proibiu o ex-presidente de publicar conteúdo próprio e, dias depois, estendeu a medida a terceiros que compartilhassem vídeos, áudios ou entrevistas.
Para Chemim, essa ampliação não encontra respaldo no Código de Processo Penal: “Mesmo que Bolsonaro não tivesse pedido, incentivado ou sequer anuído com a publicação, o simples compartilhamento de suas falas poderia ser entendido como descumprimento da medida e ensejar sua prisão”.
O professor argumenta que essa interpretação transforma uma restrição pessoal, dirigida a um réu específico, em uma forma de censura indireta.
Segundo ele, o problema vai além do caso Bolsonaro. Ao legitimar o uso de cláusulas abertas e sem base objetiva, o STF desloca o centro do processo penal do Legislativo para os gabinetes dos ministros.
Chemim diz que medidas cautelares só podem ser aplicadas com base em critérios estritos: legalidade, proporcionalidade e interpretação restritiva.
Ele ressalta que o Brasil precisa discutir com urgência os limites do Judiciário e a integridade do sistema penal. “Esse é um dos temas que deveriam estar ocupando as preocupações da academia jurídica no país”.
Informações Revista Oeste

Com César Oliveira
Tema: O tarifaço e o STF
Ouça o Podcast completo:

A atriz e influenciadora Antonia Fontenelle gerou controvérsia nas redes sociais ao se pronunciar sobre a morte de Preta Gil, nesse domingo (20/7). Em uma publicação emocionada, mas com tom ambíguo, Fontenelle afirmou perdoar a artista por desentendimentos passados, citando “açoites” por questões políticas.
“Preta, eu te perdoo por todas as vezes que fui fortemente açoitada pelos seus com o seu aval, por questões políticas. A Preta que carrego em meu coração é a Preta desse vídeo e de tantos outros momentos alegres. Você foi gigante, raçuda… Descansa em paz”, escreveu.
A mensagem dividiu opiniões. Enquanto alguns seguidores elogiaram o gesto de perdão, muitos apontaram que o momento de luto não seria apropriado para relembrar desavenças. “Pedir perdão é bonito, mas fazer isso no anúncio da morte soa mais como autoexaltação”, comentou uma internauta. Outro questionou: “Isso é homenagem ou acerto de contas?”
Preta morreu aos 50 anos, após uma longa e difícil batalha contra o câncer. A morte foi anunciada em primeira mão pela colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles. Segundo a jornalista, a cantora estava prestes a embarcar de volta ao Brasil em uma UTI aérea, como havia solicitado a amigos e familiares.
De acordo com pessoas próximas, o desejo de Preta era retornar à sua terra natal ao saber que a doença havia se espalhado, mesmo após meses de tratamento intensivo.
Informações Metrópoles