
Duas semanas antes de ser preso por suspeita de pagar propina a um auditor fiscal da Secretaria de Fazenda de São Paulo, o empresário Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, fechou um acordo de não persecução penal de R$ 31,9 milhões com o Ministério Público paulista (MP-SP) e confessou ter participado de um esquema de fraude fiscal.
O acerto, homologado pela Justiça paulista em 29 de julho, decorre da Operação Monte Cristo, de 2020, que investigou sonegação e lavagem de dinheiro no setor farmacêutico. Pelo termo, Oliveira se comprometeu a pagar quatro multas milionárias em dois anos, adotar um programa de compliance na Ultrafarma e doar o equivalente a 50 salários mínimos em produtos farmacêuticos ou dinheiro para entidades.
O início da execução do acordo foi comunicado à Justiça em 5 de agosto, exatamente uma semana antes de Oliveira ser preso na Operação Ícaro, que apura uma fraude bilionária em créditos de ICMS. Além de Oliveira, foram detidos Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop, e Artur Gomes da Silva Neto, auditor fiscal suspeito de receber R$ 1 bilhão em propina desde 2021.
Segundo o MPSP, o auditor usava uma empresa no nome da mãe para receber os valores e manipular processos administrativos, beneficiando empresas devedoras. A nova prisão pode colocar em risco o acordo firmado por Oliveira no caso anterior, já que os promotores responsáveis não sabiam das investigações paralelas.
A Secretaria da Fazenda paulista disse que abriu procedimento interno para apurar a conduta do servidor envolvido no esquema e prometeu revisar protocolos. A Fast Shop afirmou que colabora com as autoridades. Oliveira e a Ultrafarma não se manifestaram.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/Jovem Pan News

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estariam avaliando uma possível decisão contra a aplicação da Lei Magnitsky por bancos brasileiros. A medida seria em caso de bloqueio de contas.
De acordo com os magistrados, até o momento não existem indícios de que as instituições financeiras que operam no Brasil vão impedir operações do ministro Alexandre de Moraes no Brasil. Mas se isso acontecer, o Supremo pode tentar intervir com base na legislação brasileira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, segundo atualização do site do Tesouro americano no dia 30 de julho. Por ora, a punição atingirá exclusivamente o magistrado, excluindo os demais ministros que também estavam na mira, como Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.
Na prática, a lei aplicada contra Moraes permite punir indivíduos acusados de corrupção ou violação de direitos humanos. Entre as penalidades previstas, estão o congelamento de bens em solo norte-americano, a suspensão de vistos e a restrição ao acesso a serviços financeiros e comerciais nos EUA, como bandeiras de cartão de crédito e contas bancárias. As informações são do Valor Econômico.
*Pleno.News
Foto: Antonio Augusto/STF

A Prefeitura de Anguera, no Centro-Norte baiano, está com inscrições abertas para a seleção que visa a contratação de servidores em diferentes níveis de escolaridade. Ao todo, são 315 vagas distribuídas entre cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior.
As inscrições podem ser feitas presencialmente a partir desta terça-feira, 12 de agosto, até o dia 20 do mesmo mês. Os salários variam de R$ 1,5 mil a R$ 12,3 mil, conforme o cargo pretendido. Um dos diferenciais do processo é que não haverá cobrança de taxa de inscrição.
De acordo com o edital, o objetivo da seleção é reforçar o quadro de servidores do município, garantindo melhor atendimento à população em áreas essenciais. Todos os detalhes, incluindo os documentos necessários e as funções disponíveis, estão descritos no documento oficial divulgado pela gestão municipal.
Interessados devem comparecer ao local indicado no edital dentro do prazo estipulado para efetuar a inscrição.

A 46ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2025) promete movimentar a economia, valorizar o agronegócio e celebrar a tradição do campo. O evento será realizado de 7 a 14 de setembro no Parque de Exposições João Martins da Silva, com expectativa de atrair 400 mil visitantes, segundo o secretário municipal de Agricultura, Silvaney Araújo.
“É sempre uma grande festa. Temos o compromisso e o dever de melhorar a cada ano, fomentando a economia, oferecendo entretenimento e fortalecendo Feira de Santana como polo do agronegócio do Nordeste”, afirmou Silvaney. Ele destacou que a localização estratégica da cidade é um diferencial, reunindo setores como grãos, fruticultura irrigada e produção agrícola local.
A Expofeira 2025 não contará com grandes shows nacionais, mas vai priorizar artistas da terra. “Queremos abrir espaço para os talentos locais mostrarem seu trabalho, revelando para o mundo o que Feira tem de melhor no agro, na cultura, na música e no seu povo”, ressaltou o secretário.
Sobre a estrutura, Silvaney lembrou que eventos anteriores serviram como teste para aprimorar o parque.
“A Copa de Marcha do Mangalarga e o São João nos ajudaram a identificar ajustes de iluminação e infraestrutura. Estamos prontos para oferecer conforto, segurança e comodidade ao público”, disse.
O prefeito José Ronaldo destacou a importância econômica e social da feira. “É um evento que reúne pecuaristas, agricultores, comerciantes, artistas, parque de diversões. São oito dias que geram lazer, negócios e movimentam a economia, com vendas de animais, máquinas e equipamentos, criando emprego e renda”, afirmou.
Entre as novidades deste ano estão melhorias no estacionamento, para evitar lama em caso de chuva, e mudanças no transporte coletivo.
“Conseguimos liberar pontos de ônibus em frente ao parque, garantindo segurança com apoio da Superintendência Municipal de Trânsito e da Polícia Rodoviária Federal”, explicou o prefeito.
Quanto ao apoio do governo do Estado, José Ronaldo informou que os pleitos já foram apresentados.
“O governo disse que vai participar com equipamentos e avaliando apoio financeiro. Estamos aguardando novas reuniões para definir detalhes”, concluiu.

O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, participou, nesta terça-feira (12), de uma reunião de alinhamento sobre Regularização Fundiária em área industrial, realizada no auditório da sala 309, Anexo II do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador. O encontro foi conduzido pelo Corregedor-Geral da Justiça, Desembargador Roberto Maynard Frank, e reuniu autoridades estaduais, prefeitos e representantes de cartórios de registro de imóveis.
Na ocasião, o prefeito José Ronaldo assinou termo de cooperação técnica voltado à regularização fundiária do Polo Industrial de Feira de Santana, um passo importante para dar segurança jurídica aos empreendedores e fomentar o desenvolvimento econômico local.
A assinatura contou com a presença do secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Valdivan Nascimento, e do procurador-geral do Município, Guga Leal.
Também participaram do evento o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ângelo Almeida, a secretária estadual de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira, além de outros prefeitos e Oficiais de Registro de Imóveis da Bahia.
Segundo o prefeito, a medida representa um avanço estratégico para o município. “A regularização do polo industrial é fundamental para atrair novos investimentos, garantir a legalidade das ocupações e impulsionar a geração de emprego e renda em Feira de Santana”, afirmou José Ronaldo.
O termo de cooperação estabelece a parceria entre o município, o TJBA e órgãos estaduais, definindo diretrizes e ações conjuntas para agilizar o processo de regularização, trazendo mais segurança jurídica e promovendo o desenvolvimento ordenado da região industrial.

Você viu esta informação primeiro no Conexão Política. Antecipamos o fato com exclusividade e, agora, semanas depois, é assunto nos principais veículos de comunicação do país.
O governo dos Estados Unidos iniciou um mapeamento detalhado de escritórios de advocacia pertencentes a familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração inclui filhos, cônjuges e parentes próximos, bem como institutos de ensino e pesquisa vinculados diretamente aos magistrados.
Segundo fontes ligadas às discussões em Washington, a medida tem como objetivo identificar possíveis conexões financeiras que possam servir de base para a aplicação da Lei Magnitsky contra novos alvos na Corte. A legislação norte-americana prevê sanções contra pessoas e entidades envolvidas em corrupção ou violações de direitos humanos, restringindo negócios com cidadãos e empresas dos Estados Unidos.
Entre os casos mapeados está o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), fundado pelo ministro Gilmar Mendes, o mais antigo integrante do STF em atividade. A instituição, sediada em Brasília, oferece cursos de graduação e pós-graduação na área jurídica e é considerada de interesse na investigação devido ao vínculo direto com o magistrado.
A ampliação do monitoramento ocorre após a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de alvos da Lei Magnitsky, decisão tomada pela administração Trump. O levantamento atual é tratado como uma medida prioritária, com sinais de que a Casa Branca vai expandir a lista para outros ministros do Supremo. Na ficha, os nomes de Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, e de Davi Alcolumbre, do Senado, também estão sob avaliação.
*Conexão Política
Foto: Valter Campanato/PR

Segundo o parlamentar, a ausência do serviço vem causando transtornos para moradores
O vereador José Marques de Messias, Zé Curuca (UB), utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, na manhã desta terça-feira (12), para cobrar o retorno do funcionamento da agência dos Correios, no distrito de Humildes.
Segundo o parlamentar, a ausência do serviço vem causando transtornos para moradores, que precisam se deslocar até a sede do município para enviar correspondências e receber encomendas.
“Essa é uma demanda antiga da nossa população. É inadmissível que, em pleno século XXI, comunidades tão importantes para o município fiquem sem um serviço essencial como este”, afirmou Zé Curuca.
O vereador também estendeu a reivindicação para que outras localidades da zona rural e informou que o pedido já foi feito, formalmente, ao prefeito José Ronaldo de Carvalho (UB).
ASCOM/ Zé Curuca – vereador
Vídeo: redes sociais

Feira de Santana manteve, em junho, a sequência positiva na geração de empregos formais pelo quinto mês consecutivo, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). No período, foram registradas 5.127 contratações e 4.539 desligamentos, resultando em um saldo de 588 novos postos de trabalho, mais que o dobro do registrado em maio, quando o saldo foi de 254.
O diretor da Casa do Trabalhador, Magno Felzemburgh, destacou a importância do resultado e o desempenho dos principais setores econômicos da cidade.
“Os dados para Feira de Santana foram extraordinários. Quando comparamos com o mês de maio, tivemos um salto significativo. A indústria, que já é muito forte na cidade e terminou o ano passado em segundo lugar na geração de emprego, voltou a crescer e trocar o saldo negativo para positivo. O comércio aumentou em cinco vezes a geração de vagas, e o setor de serviços, como sempre, manteve-se em primeiro lugar nas contratações”, afirmou.
Segundo o diretor, todas as vagas contabilizadas são de contratos formais.
“Vale destacar que são contratações definitivas, com carteira assinada, garantindo ao trabalhador direitos como FGTS e INSS. Isso impulsiona a atividade econômica da cidade”, ressaltou.
Apesar das demissões manterem-se na média dos meses anteriores, o saldo positivo se deu pelo aumento expressivo nas contratações.
“O que muda para o saldo positivo é sempre contratar mais gente. E foi o que aconteceu em junho, com aquecimento na indústria, comércio e serviços”, explicou.
O diretor também adiantou que a expectativa é de novas oportunidades ainda este ano, com a chegada de empresas e expansão de empreendimentos já instalados.
“Estamos em processo seletivo para 35 vagas em uma nova indústria e para 300 vagas na área de call center. A seleção começou hoje, em parceria com a Unifacs, e é de contratação imediata. Além disso, há previsão para novembro da abertura de um novo atacadão na cidade”, informou.
*De Olho na Cidade

O Sindicato dos Bancários de Feira de Santana participou, nesta terça-feira (12), do Dia Nacional de Protestos nas agências do Bradesco, mobilização que ocorre em várias cidades do país contra as demissões e o fechamento de unidades.
De acordo com o diretor de comunicação do sindicato, Edmilson Cerqueira, a redução de agências impacta diretamente a economia local e dificulta o acesso da população aos serviços bancários.
“Cada agência que é fechada num bairro faz com que aquele comércio morra. Isso dificulta para as pessoas. Estamos alertando a população, os jovens, a Câmara de Vereadores, o Ministério Público e os dirigentes lojistas para interceder sobre isso. O banco recebe uma carta patente para desenvolver a cidade, guardar o dinheiro e investir nela, mas não vemos investimento algum, e ainda fecham agências, expulsam clientes e demitem funcionários”, afirmou.
O dirigente critica também medidas internas que, segundo ele, restringem ainda mais o atendimento.
“O banco agora criou até um programa para verificar o dinheiro do cliente, e muitas vezes ele não pode nem sacar. Hoje, ser atendido numa agência bancária se tornou um drama”, disse.
Embora a mobilização desta terça-feira tenha caráter nacional e foco no Bradesco, Edmilson ressalta que problemas semelhantes acontecem em outros bancos privados.
“O Itaú, por exemplo, teve quase R$ 40 bilhões de lucro em 2024. Só neste semestre já está chegando a quase R$ 20 bilhões e deve ultrapassar o resultado do ano passado. Não estamos falando de empresas em dificuldades. Esses bancos reduzem funcionários, precarizam o atendimento e deixam de admitir jovens para o mercado, enquanto lucram como nunca”, afirmou.
A nossa reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da agência, mas até o momento não tivemos retorno.
*De Olho na Cidade

A Operação Feira Quer Silêncio apreendeu dois suportes com cornetas e tweeters, duas caixas de som com médios e uma caixa contendo dois alto-falantes durante as ações realizadas entre sexta-feira (08) e domingo (10) em Feira de Santana. Coordenada pelas secretarias municipais de Prevenção à Violência (SEPREV) e de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMMAM), em parceria com a Polícia Militar e a Guarda Municipal, a fiscalização também resultou na emissão de autos de advertência e de infração contra estabelecimentos e veículos que desrespeitaram os limites legais de emissão sonora.
As ações fazem parte da aplicação da Lei Complementar Municipal nº 120/2018, que estabelece os níveis máximos de decibéis permitidos em diferentes horários. A fiscalização é realizada semanalmente, de sexta a domingo, e também em horários diurnos durante os dias úteis. No último fim de semana, as equipes registraram casos de som automotivo em áreas públicas e privadas, além de pressão sonora acima do permitido, que motivaram as apreensões.
De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Jaciara Moreira da Costa, a operação é um trabalho contínuo que já resultou em grande número de apreensões ao longo do ano. “Estamos intensificando essas fiscalizações e é importante que a população saiba que o programa está ativo e firme no combate à poluição sonora. Somente no primeiro semestre já apreendemos equipamentos que somam mais de R$ 600 mil, e este fim de semana teve mais um caso de apreensão. Nosso objetivo é garantir o bem-estar e a qualidade de vida no município”, destacou.
A Operação Feira Quer Silêncio segue com atividades regulares, atuando de forma preventiva e punitiva contra infrações, para assegurar o cumprimento da legislação e a tranquilidade da população.
*Secom/PMFS