Conselho Municipal de Educação, CME, renovou e aprovou as autorizações para funcionamento das escolas públicas municipais e/ou conveniadas de Feira de Santana.
As resoluções, publicadas no Diário Oficial Eletrônico do município, na edição de sexta-feira, 18, foram aprovadas em caráter emergencial devido ao período pandêmico da Covid-19. A decisão tem validade até 31 de dezembro de 2022.
O CME é o responsável por essa regulamentação na esfera municipal. Todas as escolas, seja na modalidade presencial ou não presencial, carecem dessa documentação para funcionarem. É o expediente legal que garante comprovação de que as unidades estão aptas estrutural e pedagogicamente para atuarem.
A Secretaria de Educação é a responsável pela solicitação de renovação ao órgão, uma vez que novos processos não seriam viáveis devido às limitações impostas pela pandemia.
De acordo com o Conselho, esta decisão é fundamental para o ensino municipal.
“A importância da resolução é a regularização da vida escolar dos estudantes do nosso município. Por causa da excepcionalidade do momento, autorizamos essa renovação com urgência”, explica Ana Maria Alves Silva, presidente do Conselho Municipal de Educação.
Laia o artigo que conta a saga missionária dos religiosos franciscanos em Feira de Santana, que foi iniciada com a visita dos freis Germano Colli del Tronto e Henrique de Áscoli, membros da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que aconteceu no início do ano de 1950.
Para ler o artigo na íntegra e conhecer essa história, clique no link abaixo:
Determinação foi do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica Foto: Reprodução
A direção da Polícia Federal disparou ofícios a todas as 27 superintendências regionais da corporação cobrando um levantamento das denúncias de fraudes na urna eletrônica registradas desde a implantação do sistema de votação, na eleição de 1996.
Os documentos foram enviados na quinta-feira (17), horas após o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmar que o presidente Jair Bolsonaro tem o ‘dever cívico’ de apresentar provas de que as eleições de 2018 foram fraudadas.
A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão.
– Se o presidente da República ou qualquer pessoa tiver provas [de fraude] tem o dever cívico de entregá-la ao tribunal e estou com as portas abertas. O resto é retórica política, são palavras que o vento leva – disse Barroso.
A PF justifica o pedido com base na criação da comissão especial instituída na Câmara para discutir a chamada ‘PEC do Voto Impresso’, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), e ainda pela ‘necessidade recorrente’ de consolidar os dados referentes a denúncias de fraudes eleitorais.
Sobre a eleição de 2018, Bolsonaro disse ter provas de fraudes que lhe tiraram uma vitória em primeiro turno. Até hoje, porém, não apresentou qualquer evidência.
O voto impresso é uma bandeira do presidente desde os tempos de deputado. Na prática, o sistema não substituiria a urna eletrônica, mas geraria uma espécie de comprovante físico dos votos para recontagens manuais, o que representaria um custo aos cofres públicos na ordem de R$ 2,5 bilhões ao longo de dez anos.
A defesa da proposta costuma vir acompanhada de declarações que colocam sob suspeita o sistema eleitoral eletrônico.
Em um dos episódios recentes, após a invasão ao Capitólio nos Estados Unidos, Bolsonaro afirmou que, se não houver voto impresso em 2022, o Brasil pode ter um ‘problema pior’.
– Qual foi o problema [nos Estados Unidos]? Falta de confiança no voto. Então lá, o pessoal votou e potencializaram o voto pelos correios por causa da tal da pandemia e houve gente que votou três, quatro vezes, mortos votaram – disse a apoiadores no início do ano.
No mesmo dia, após a repercussão da fala, o presidente voltou a comentar o assunto em sua primeira transmissão semanal ao vivo de 2021.
– Qual o problema nisso? Estão com medo? Já acertaram a fraude para 2022? Eu só posso entender isso aí. Eu não vou esperar 2022, não sei nem se vou vir candidato, para começar a reclamar. Temos que aprovar o voto impresso – disse ele na live
Na ocasião, Barroso declarou que a vida institucional não pode ser palanque e que as autoridades precisam ser responsáveis pelo que dizem. Ao contrário do que defende o presidente, a votação eletrônica no Brasil permite auditoria e todos os anos uma empresa independente é contratada por meio de licitação para periciar a votação.
Fausto Silva e a esposa Luciana Cardoso Foto: Reprodução
Após antecipar o fim do contrato com Fausto Silva, a TV Globo decidiu também encerrar o vínculo com Luciana Cardoso, esposa do apresentador. Luciana foi roteirista e produtora do Domingão do Faustão por mais de 10 anos. Ela também acompanhará o marido para a Band.
Segundo o site Notícias da TV, a saída de Luciana da emissora se deu por comum acordo.
Além de ajudar a produzir quadros do programa, ultimamente Luciana passou a cuidar dos figurinos do marido, da tradicional lista de abraços que Fausto mandava durante os quadros e também da seleção dos artistas que participariam do júri da Super Dança dos Famosos.
Fora do Domingão, Luciana também trabalhou como roteirista do Vídeo Show (1983-2019) e do especial de fim de ano O Relógio da Aventura (2010).
Fora da TV, a esposa de Fausto atua como compositora e já teve canções gravadas por nomes como Ivete, Daniel, Wanessa Camargo, Fundo de Quintal e Tania Mara.
Elite volta com a quarta temporada e filme com Kevin Hart chega na plataforma
A Netflix tem um final de semana mais leve entre os dias 18 a 20 de junho. Ao menos, no número de lançamentos.
O grande destaque fica para quarta temporada de Elite. O seriado espanhol volta com novos personagens no elenco e a promessa de um arco completamente inédito.
Ao mesmo tempo, Kevin Hart, de Jumanji, deve tentar roubar a cena no serviço. O ator conhecido pela comédia mostra que também sabe fazer drama com Paternidade.
Fãs de anime também ganham opções com Gundam e o filme live-action de Samurai X. Por enquanto, os lançamentos do final de semana estão todos no mesmo dia.
Veja abaixo as estreias da Netflix no fim de semana entre os dias 18 e 20 de junho.
Paternidade – 18 de junho
Veja Kevin Hart em uma história emocionante, divertida e real sobre um viúvo com o trabalho mais difícil do mundo: ser pai. Com Alfre Woodard, Lil Rel Howery, DeWanda Wise, Anthony Carrigan e Paul Reiser. Direção de Paul Weitz. Baseado nas memórias de Matthew Logelin.
Entre a Razão e a Emoção – 18 de junho
Aos 30 e poucos, uma profissional ambiciosa precisa lidar com um triângulo amoroso, a competição no trabalho e a pressão da mãe.
O Gângster Nômade – 18 de junho
Quando um gângster esperto e despreocupado é recrutado para ajudar um chefão estrangeiro a derrubar um rival, ele acaba sendo pego de surpresa por dilemas morais.
Aluga-se Um Paraíso – 18 de junho
Eles rodam o mundo visitando imóveis de aluguel para temporada e revelam dicas e truques preciosos com opções para todos os bolsos!
Me Tira Daqui – 18 de junho
Novas amizades, amores e experiências se misturam em um dormitório de uma universidade coreana que recebe alunos de todo o mundo.
Samurai X: O Final – 18 de junho
O ano é 1879. Jurados de vingança, Kenshin e seus aliados enfrentam o inimigo mais forte de todos: Enishi Yukishiro e seus comparsas.
Elite (4ª temporada) – 18 de junho
Um diretor exigente e quatro alunos novos chegam à escola. Prepare-se para confusões amorosas, boatos escandalosos e mais um mistério.
Família Yakuza – 18 de junho
Acolhido pelo Yakuza ainda jovem, Kenji jura fidelidade ao chefão da velha guarda e se compromete a seguir o código de família, sem importar quando.
Foco no Casório – 18 de junho
Determinada a se casar antes dos 30, uma mulher tenta mudar o seu jeito impetuoso e faz de tudo para reconquistar o ex-namorado.
Filmes Gundam – 18 de junho
A Netflix lança quatro filmes de Mobile Suit Gundam. As tramas trazem a luta da Federação da Terra contra o Principado de Zeon.
19 de junho
Por enquanto, não há lançamentos para data.
20 de junho
Por enquanto, não há lançamentos para data.
Vale sempre lembrar que a Netflix pode alterar as datas das estreias.
Vacinação das 8h às 12h na UBS Caseb I A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), continua imunizando em segunda aplicação a população de Feira de Santana, neste sábado na Unidade Básica de Saúde (UBS), Caseb I.
A imunização acontece das 8h às 12h para aqueles que estão no período recomendado. É preciso apresentar a caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Estudo terá 885 participantes a partir dos 16 anos de idade
Foto: Reuters/ Carlos Osorio/ Direitos Reservados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (18) o estudo clínico para testar uma possível dose de reforço da vacina Cominaryt, da Pfizer.
Será um estudo clínico para que o laboratório possa avaliar a segurança, a capacidade de dar uma resposta imune e a eficácia de várias estratégias de reforço da vacina em diferentes populações de participantes, como por exemplo, grupos etários, que receberam previamente 2 doses da vacina no estudo inicial.
O estudo pretende recrutar 443 participantes no centro clínico do Hospital Santo Antônio da Associação Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador (BA) e 442 participantes no CEPIC – Centro Paulista de Investigação Clínica e Serviços Médicos, em São Paulo (SP).
Serão incluídos participantes a partir dos 16 anos de idade que tomaram as duas doses da vacina da Pfizer (BNT162b2) há pelo menos 6 meses, no estudo inicial do imunizante.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu nesta sexta-feira (18) manter a decisão da Comissão Parlamentar (CPI) da Pandemia que solicitou à Justiça a condução coercitiva do empresário Carlos Wizard para prestar depoimento.
O depoimento estava marcado para ontem (17), mas o empresário não compareceu. A defesa alegou que ele está nos Estados Unidos acompanhando o tratamento de saúde de um parente. Foi solicitado o depoimento por videoconferência, mas o pedido não foi atendido pela comissão. Os advogados argumentaram ainda que se Wizard deixar o país, não conseguirá voltar por causa das restrições migratórias provocadas pela pandemia de covid-19.
Diante do impasse, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), solicitou à Justiça o comparecimento compulsório e a retenção do passaporte do empresário.
Mais cedo, a juíza federal Marcia Souza de Oliveira, da 1ª Vara Federal em Campinas (SP), autorizou a Polícia Federal (PF) a realizar a diligência, mas o empresário não foi encontrado. Dessa forma, a magistrada autorizou a retenção do documento após o retorno ao Brasil.
Na decisão, Barroso negou pedido da defesa para derrubar as medidas e disse que, na quarta-feira (16), autorizou Wizard a ficar em silencio no depoimento que deveria prestar à CPI, mas o empresário não foi desobrigado a comparecer.
“Ressalvei, todavia, que o atendimento à convocação configurava uma obrigação imposta a todo cidadão, e não uma mera faculdade jurídica, igualmente na linha dos precedentes do Tribunal”, argumentou o ministro.
Defesa
Os advogados sustentaram que Carlos Wizard não pode ser alvo das medidas porque elas estariam em desacordo com a decisão do ministro que garantiu direito ao silêncio.
“Nesse sentido, tem-se que a Comissão Parlamentar de Inquérito, ao contrário do contido na ordem concedida por Vossa Excelência, não está conferindo ao paciente o tratamento no sentido jurídico de investigado, mas, ao contrário, está a adotar medidas ilegais absolutamente contrárias e incompatíveis com a situação jurídica conferida pela liminar concedida”, argumentou a defesa.
No STF, os advogados de Wizard também afirmaram que ele nunca ocupou cargo público no Ministério da Saúde e não tomou decisões administrativas. Segundo a defesa, o empresário auxiliou o ex-ministro Eduardo Pazuello, de forma voluntária, por cerca de 20 dias, durante o processo de transição após a saída de Nelson Teich.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que entregará ainda hoje (18) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais cerca de cinco milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19, produzida no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).
Com a entrega desta semana, chega a 54,8 milhões o total de doses produzidas em Bio-Manguinhos e disponibilizadas ao Ministério da Saúde. Outras quatro milhões de doses do imunizante foram importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum.
As doses fabricadas em Bio-Manguinhos são produzidas a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA), importado do laboratório chinês WuXi Biologics. Segundo a Fiocruz, um novo carregamento do insumo está previsto para chegar ao Rio de Janeiro na próxima quarta-feira (23), desembarcando no Aeroporto Internacional do Galeão.
Com a próxima remessa de IFA, poderão ser produzidas mais 5,8 milhões de doses, o que garante entregas de vacinas até o dia 16 de julho.
Enquanto trabalha no processamento do IFA que já está em Bio-Manguinhos e avança na transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do insumo, a Fiocruz também aguarda a confirmação da farmacêutica europeia sobre a possibilidade de antecipação dos próximos envios de IFA produzido na China.
Fila na UBS Vila Aricanduva para vacinação de pessoas com 54 e 55 anos, na zona leste Imagem: Ana Paula Bimbati/UOL
Embora a orientação de autoridades da saúde seja a de que “a melhor vacina é a disponível”, paulistanos já autorizados a se imunizar contra a covid-19 estão adiando tomar a primeira dose porque o imunizante disponível é o da AstraZeneca, e não o da Pfizer ou a CoronaVac. O UOL presenciou a situação ontem com cerca de 12 pessoas em quatro UBS diferentes.
Essas três vacinas aplicadas atualmente no Brasil foram aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e têm eficácia comprovada contra o coronavírus.
O próprio secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, reforçou recentemente o pedido para que a população não escolha qual vacina tomar. “A melhor vacina que existe é aquela que pode ser aplicada imediatamente e que imuniza as pessoas. Não é hora de as pessoas escolherem a vacina A ou a vacina B”, disse.
Na UBS Vila Santo Estevão, na zona leste da cidade, quatro pessoas passaram de carros por lá, até o momento que a reportagem esteve presente, para saber se a vacina do dia era Pfizer. Com a negativa, seguiam caminho para outro posto.
A empresária Alexandra Bernardi, 54, foi até o AE Mooca (Ambulatório de Especialidade) para receber a primeira dose, mas desistiu quando soube que não havia disponível a CoronaVac ou a da Pfizer. “A gente lê muita coisa sobre os efeitos colaterais, gente morrendo por causa dela [AstraZeneca]”, disse.
A vacina do laboratório britânico AstraZeneca foi desenvolvida em parceria com pesquisadores da Universidade de Oxford. O imunizante foi liberado em março pela Agência Europeia de Medicamentos liberou o uso do imunizante, dizendo que benefícios da vacina superam os riscos. O uso emergencial no Brasil foi autorizado em 17 de janeiro, mesma data da liberação da CoronaVac.
Segundo informação do site da Fiocruz(Fundação Oswaldo Cruz), “podem ocorrer reações temporárias após a vacinação”. Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, enjoo, fadiga, calafrios ou sensação febril, dor muscular e sintomas no local da injeção (como dor, sensação de calor, vermelhidão, coceira e inchaço).
A família de Alexandra já tomou a primeira dose de vacina, algumas receberam a AstraZeneca, mas apesar de não sofrerem nenhum tipo de efeito colateral, a empresária disse que iria refletir sobre a escolha antes de “tomar uma decisão”.
Ela disse que gostaria de tomar a CoronaVac, que, na capital paulista, está sendo reservada para imunizar grávidas. “A Pfizer tem menos efeitos colaterais, mas eu vi que ela é feita com RNA e vi que isso pode trazer problemas.”
A Agência Lupa chegou a checar essa informação e constatou que é falsa. Um texto que circula no Whatsapp diz equivocadamente que a vacina da Pfizer deixa nanopartículas no organismo que provocariam problemas, como a infertilidade.
Nas quatro UBS visitadas, a reportagem ouviu os agentes e enfermeiros orientarem as pessoas sobre possíveis sintomas após a primeira dose. Caso os sintomas permanecessem, os funcionários pediram para que houvesse o retorno ao posto de saúde.
Segundo a pasta da Saúde, a capital tem doses suficientes de vacina para aplicar no público elegível. O município tem:
Os imunizantes da Pfizer, Oxford/AstraZeneca e CoronaVac para a primeira dose de qualquer pessoa do grupo elegível;
Para gestantes e puérperas estão disponíveis exclusivamente os imunizantes da Pfizer e CoronaVac;
Para segunda dose, Oxford/AstraZeneca e Coronavac estão disponíveis dentro dos grupos elegíveis.
Até ontem, segundo a Prefeitura, foram aplicadas na capital, entre a 1ª e 2ª doses, 2.833.444 da CoronaVac; 2.245.400 da Oxford/AstraZeneca; e 858.732 da Pfizer.
O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse, em entrevista ao UOL News, que a escolha de vacina “não é cardápio de utilização“. “Precisamos de vacinas, independentes de qual”.
A partir de hoje, a pesquisadora Lucimara Lucca, 53, também pode tomar a vacina em São Paulo. Ontem ela chegou a ir até a mesma UBS em que esteve Alexandra para saber se havia doses da Pfizer para que já pudesse receber a primeira dose. Como o imunizante disponível era o da Astrazeneca, decidiu voltar nesta sexta-feira.
“Por preferência, queria a Pfizer, mas amanhã tomarei qualquer uma. A gente sabe que os efeitos colaterais são mínimos mas ficamos preocupados”, disse Lucimara.
Na UBS Vila Aricanduva, também na zona leste, outra pessoa de carro passou pelo local e questionou: “Uma fila dessa e é a AstraZeneca?”. E desistiu.
A Secretaria Municipal de Saúde disse que não “recomenda a escolha de um imunizante nem que a vacinação seja atrasada por isso”.
Importante é controlar pandemia, diz imunologista
O biólogo e imunologista, Gustavo Cabral, considera “ridícula” a preferência de pessoas pela vacina da Pfizer e alertou, em entrevista ao UOL News, que neste momento o foco deve ser em controlar a pandemia.
“Isso é ridículo, o que a gente precisa é controlar a pandemia. Com todo o respeito, o que a gente precisa agora é controlar essa pandemia para salvar vidas e poder levar às atividades que mantenham a vida e que evitem mais pessoas passarem fome”, Gustavo Cabral, colunista de VivaBem do UOL.
Em depoimento na CPI da Covid, a microbiologista Natalia Pasternak comparou uma boa vacina com um bom goleiro.
“Como é que a gente sabe que um goleiro é um bom goleiro? A gente olha o histórico dele, que é a eficácia, a frequência com que ele pega a bola. Se ele tem uma boa eficácia nos testes clínicos, ele é um bom goleiro. Mas isso não quer dizer que ele é infalível”, explicou.