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Atriz relata que uma enfermeria a abordou após o parto e ameaçou divulgar as informações

Klara Castanho Foto: Andy Santana/AgNews

O Conselho Regional de Enfermagem (Coren-SP) anunciou, neste domingo (26), que vai investigar um possível vazamento de informações sigilosas e se houve infração ética no caso da atriz Klara Castanho, que entregou seu bebê à adoção após ter sido vítima de estupro.

Em carta aberta, Klara disse que uma enfermeira a abordou após o parto e ameaçou divulgar as informações sobre a adoção à imprensa. Ela repudiou o vazamento da história.

Em nota, o Coren-SP ressaltou que “compete ao conselho investigar situações em que haja infração ética praticada por profissional de enfermagem” e “adotar as medidas previstas no Código de Processo Ético dos Conselhos de Enfermagem”.

Afirmou também que “seguirá os ritos e adotará os procedimentos necessários para a devida investigação, como ocorre em toda denúncia sobre o exercício profissional”. O conselho ainda manifestou sua solidariedade à atriz.

– Tão logo venha a dispor das informações necessárias para a investigação, o Coren-SP reforça que todos os procedimentos para apuração serão devidamente realizados – concluiu.

Nota do Coren-SP na íntegra
O Coren-SP, assim como a sociedade brasileira, tomou ciência neste final de semana da situação exposta por atriz, que menciona, em uma carta aberta, ter sido alvo de ameaça de uma enfermeira e a seguinte confirmação por colunista da imprensa a respeito de informações sobre a entrega para adoção de um bebê fruto de um estupro.

Compete ao Coren-SP apurar as situações em que haja infração ética praticada por profissional de enfermagem e adotar as medidas previstas no Código de Processo Ético dos Conselhos de Enfermagem (Resolução Cofen nº 370/2010).

Nesse sentido, o conselho seguirá os ritos e adotará os procedimentos necessários para a devida investigação, como ocorre em toda denúncia sobre o exercício profissional. Assim, o Coren-SP ressalta a cautela necessária sejam tomadas as medidas corretas para a apuração dos fatos.

O conselho manifesta sua solidariedade à atriz e reafirma seu compromisso cotidiano com a ética profissional da enfermagem e com a segurança da assistência prestada pela categoria. Tão logo venha a dispor das informações necessárias para a investigação, o Coren-SP reforça que todos os procedimentos para apuração serão devidamente realizados.

ENTREGA PARA ADOÇÃO
Pela lei brasileira, Klara teria direito a fazer um aborto legal. A atriz afirmou, no entanto, que tomou a decisão de fazer uma entrega direta para adoção.

A entrega voluntária para adoção está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e permite que a mãe entregue o filho para adoção em um procedimento assistido pela Justiça.

Informações Pleno News


Claudio Castanho, pai da atriz Klara Castanho, se manifestou, de forma singela, após a filha revelar que teve um bebê fruto de um estupro que sofrera e o entregou para doção. Por meio do stories em seu perfil no Instagram, Claudio demonstrou apoio à decisão da ex-atriz mirim.

– Estarei com vocês até o fim da minha vida! – escreveu em uma foto na qual ele está na praia com Klara e o filho mais novo.

Klara Castanho se viu no olho do furacão neste fim de semana, após Antonia Fontenelle falar sobre seu caso – sem citar seu nome – levando internautas a especulações, colocando o nome da atriz nos treding topics do Twitter.

Fontenelle chegou a dizer que o colunista Leo Dias, do site Metrópoles, havia descoberto a história. Klara Castanho teria pedido ao colunista para não revelar o caso. Na noite deste sábado (25), a atriz acabou fazendo a revelação, por meio de uma carta aberta nas redes sociais.

*Pleno.News


O boletim epidemiológico divulgado neste domingo (26) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) indica que nas últimas 24 horas a Bahia registrou 677 casos de Covid-19, 698 recuperados e 2 óbitos.

De acordo com o órgão, dos 1.567.054 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.530.929 já são considerados recuperados, 6.112 encontram-se ativos e 30.013 pessoas morreram como consequência da doença.

Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

*Bahia.ba


Pré-candidato a governador participou dos festejos juninos do município neste sábado (25)

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou que pretende projetar o São João da Bahia para todo o Brasil e dar um apoio ainda mais forte às prefeituras para a realização dos festejos juninos. Ao lado do pré-candidato ao Senado Cacá Leão (PP), o ex-prefeito da capital participou neste sábado (25) dos festejos em Santo Antônio de Jesus e ressaltou o potencial do São João para a geração de emprego e renda no estado.

Neto voltou a destacar a necessidade de criação de um calendário de eventos na Bahia durante todo o ano e citou o trabalho realizado por ele em Salvador, ressaltando o Carnaval e o Réveillon. “Quando a gente olha para a Bahia, dá pra ter um calendário de janeiro a janeiro, e não é apenas o carnaval, não é apenas o litoral e a praia. É o interior, são os 417 municípios do nosso estado, é a nossa cultura, a nossa tradição”, disse.

“Aqui nós estamos vivendo um momento como esse, do São João, que, se for projetado, com um trabalho de promoção o ano todo, divulgando o São João para todo o Brasil, dando apoio ainda mais forte para as prefeituras fazerem essa grande festa, todo mundo sai ganhando. Porque imagine quantas pessoas hoje estão, graças a Deus, tendo condição de ganhar um dinheiro aqui no São João”, continuou.

O ex-prefeito da capital pontuou que os festejos juninos provocam uma grande movimentação econômica em cadeia, beneficiando diversos setores que geram emprego e renda. “É um ambulante que está trabalhando, o motorista, a pousada, o hotel, o bar, o restaurante, o garçom. É todo mundo que está ganhando. Então, isso para a Bahia não é jogar dinheiro fora, é um grande investimento. E é assim que eu encaro um calendário de eventos para o nosso estado. Pretendo fazer com essa perspectiva econômica, com esse olhar na geração de emprego, na movimentação econômica do nosso estado”, salientou.

Sobre a capital, ACM Neto ressaltou que esse trabalho já foi realizado e deu resultados. “Nada melhor do que já ter feito, do que ter os exemplos para mostrar. Fizemos em Salvador um calendário de eventos muito forte, projetamos ainda mais o carnaval, transformamos a capital baiana no principal destino da virada de ano do Brasil”, frisou.

“Graças a Deus, durante oito anos consecutivos, fomos avaliados como a melhor gestão do Brasil entre as prefeituras. Então, esse é o meu grande cartão de visitas. Muito melhor do que você estar falando, prometendo, criando história, vendendo pedaço de terra na lua, é você mostrar o que já fez, o que já realizou, portanto um trabalho que é comprovado”, complementou.

Festa em Santo Antônio de Jesus
Em Santo Antônio de Jesus, ACM Neto e Cacá Leão foram recepcionados pelo prefeito Genival Deolino (PSDB). O ex-prefeito de Salvador destacou sua relação com o município, antes mesmo do período em que era deputado federal. “Toda vez que chego aqui é uma emoção diferente, e claro hoje nesse momento de festa, de alegria do São João, ao lado do prefeito Genival, nesse grupo político tão forte que temos em Santo Antônio, os nossos deputados, depois de dois anos sem São João, e agora a gente voltando a comemoração dos festejos juninos”, disse.

Neste domingo (26), ACM Neto e Cacá Leão encerram a agenda de festejos juninos no município de Rio Real, onde participam da Festa da Carroça. A agenda da semana começou na última quarta-feira (22), em Nazaré, e teve ainda Ponto Novo e Senhor do Bonfim, na quinta (23).


Guto Ferreira não é mais o técnico do Bahia. O treinador foi demitido na madrugada deste domingo (26), após o Bahia perder para o Novo Horizontino na Arena Fonte Nova.

Esta foi a terceira passagem de Guto pelo Tricolor.

*Metro1


Em vídeo que circula nas redes sociais, presidente aparece pedindo que uma pessoa se afaste durante aparição em faixa de areia de Balneário Camboriú (SC)

Bolsonaro acena a apoiadores em Balneário Camboriú; vice-governadora de SC permanece atrás à esquerda / Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece pedindo que uma pessoa próxima se afaste no momento em que acena para apoiadores, em Balneário Camboriú (SC), em um vídeo que circula nas redes sociais neste fim de semana.

Diversos perfis na internet republicaram um ângulo das imagens em que a vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr (PL), aparece em destaque e sugeriram que era a ela a quem o presidente teria se dirigido.

“Fica pra trás, meu Deus do céu”, diz Bolsonaro ao dar passos rumo à multidão, em uma faixa de areia, ao lado do empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan.

A cena foi registrada no sábado (25), durante a passagem de Bolsonaro pela cidade, onde o presidente participou da Marcha Para Jesus, evento religioso realizado no município.

Questionada sobre as imagens, a assessoria da vice-governadora informou que o pedido de Bolsonaro para se afastar foi dirigido a Jorge Seif Júnior, secretário de Aquicultura e Pesca, vinculado ao Ministério da Agricultura, entre janeiro de 2019 e março deste ano, quando renunciou ao cargo.

“Prefiro deixar que este outro ângulo gravado no mesmo momento, fale por mim”, afirmou Reinehr, por meio de sua assessoria.

Compare abaixo com a imagem gravada de frente, contemplando outros participantes:

“Ele demonstra, de forma muito clara, o que aconteceu. Editar vídeos com versões tendenciosas, para distorcer fatos, não faz parte da agenda de trabalho”, acrescentou a vice-governadora.

Formado em administração de empresas, Jorge Seif faz parte de uma das famílias mais tradicionais na área de pesca em Santa Catarina, que atua há mais de 40 anos com foco em atum e sardinha. O ex-secretário afirma ser pré-candidato ao Senado e atualmente é filiado ao Partido Liberal (PL), mesma sigla do presidente Bolsonaro.

Nascida em Maravilha, no oeste de Santa Catarina, Daniela Reinehr é advogada e agricultora. Enveredou para a política somente em 2013, quando aderiu ao movimento Nas Ruas e passou a liderar manifestações em Chapecó contra o governo Dilma Rousseff (PT).

Depois do impeachment da presidente, Reinehr passou a apoiar a candidatura de Bolsonaro à Presidência e se filiou ao PSL para as eleições de 2018. Em junho de 2020, escreveu uma carta em que rompeu com o governador Carlos Moisés (Republicanos). No texto, se queixou do afastamento dele em relação a Bolsonaro e disse que havia sido isolada das ações centrais do Poder Executivo catarinense.

Informações CNN


Presidente vizinho pediu ajuda para montar ‘resposta simétrica’ à Otan.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou no sábado (25) ao governo de Belarus que fornecerá sistemas de mísseis capazes de transportar armas nucleares. A informação é do Ministério das Relações Exteriores russo.

Em uma reunião em São Petersburgo, o líder de Belarus, Alexander Lukashenko, expressou preocupação com as políticas “agressivas”, “confrontativas” e “repulsivas” de seus vizinhos ocidentais Lituânia e Polônia.

Ele pediu a Putin que o ajude a montar uma “resposta simétrica” ao que disse serem voos com armas nucleares da aliança da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que é liderada pelos Estados Unidos.

Em resposta, o mandatário russo avaliou não ser necessário uma resposta simétrica, mas que os jatos Su-25, fabricados na Rússia e de propriedade de Belarus, poderiam ser atualizados em fábricas russas.

“Vamos transferir os sistemas de mísseis táticos Iskander-M para Belarus, que podem usar tanto mísseis balísticos e de cruzeiro, tanto em versões convencionais quanto nucleares”, declarou Putin em um resumo divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores.

O Iskander-M, um sistema móvel de mísseis guiados com o codinome SS-26 Stone pela Otan, substituiu o Scud soviético. Seus dois mísseis guiados têm alcance de até 500 km (300 milhas) e podem transportar ogivas convencionais ou nucleares.


Atriz se pronunciou após assunto vir à tona nas redes sociais depois de ter sido mencionado por Antonia Fontenelle

Atriz Klara Castanho Foto: Thiago Duran / AgNews

Na noite deste sábado (25), a atriz Klara Castanho, da TV Globo, esclareceu uma história que circulou nas redes sociais sobre ela ter engravidado e doado o bebê para adoção. Em sua conta do Instagram, ela publicou um longo relato detalhando o episódio, onde revela que foi estuprada, mas que teve a criança e entregou para a adoção.

O assunto ganhou destaque após a apresentadora Antônia Fontenelle revelar, durante uma live, que uma atriz global de 21 anos havia engravidado e entregue a criança para a adoção. Apesar de não revelar o nome, Fontenelle chegou a dizer que o colunista Leo Dias, do site Metrópoles, havia descoberto a história. De acordo com a apresentadora, Klara Castanho teria pedido ao colunista para não revelar a história, o que foi cumprido.

Após live, o assunto ganhou corpo nas redes sociais, o que levou a própria atriz a se pronunciar sobre o fato. Em sua carta, ela explicou que foi estuprada, mas que decidiu não fazer um “boletim de ocorrência”. Klara contou que, após o estupro, se sentiu culpada e com “muita vergonha”.

“As únicas coisas que tive forças para fazer foram: tomar a pílula do dia seguinte e fazer alguns exames. E tentei, na medida do possível e da minha frágil capacidade emocional, seguir adiante, me manter focada na minha família e no meu trabalho”, contou.

A atriz então contou que descobriu a gravidez quase no final da gestação, mesmo com seu cliclo menstrual normal e sem mudanças no corpo.

“Eu não tinha (e não tenho) condições emocionais de dar para essa criança o amor, o cuidado e tudo o que ela merece ter. Entre o momento que eu soube da gravidez e o parto se passaram poucos dias. Era demais para processar, para aceitar e tomei a atitude que eu considero mais digna e humana”, explicou.

Klara Castanho Foto: Andy Santana / AgNews

Klara Castanho então contou que doou a criança, porque ela “merece ser criada por uma família amorosa”. Além disso, confirmou que foi procurada por dois colunistas e que, após conversar com eles, ambos prometeram não revelar a história.

“Eu vou tentar me reconstruir, e conto com a compreensão de vocês para me ajudar a manter a privacidade que o momento exige”, concluiu o relato.https://www.youtube.com/embed/vsrEhmQRr0Q?start=2687&feature=oembed

Leia o relato completo da jovem atriz:

CARTA ABERTA
Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. Sempre mantive a minha vida afetiva privada, assim, expô-la desse maneira é algo que me
apavora e remexe dores profundas e recentes. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que sofri.

Fui estuprada.

Relembrar esse episódio traz uma sensação de morte, porque algo morreu em mim. Não estava na minha cidade, não estava perto da minha família nem dos meus amigos.

Estava completamente sozinha. Não, eu não fiz boletim de ocorrência. Tive muita vergonha, me senti culpada. Tive a ilusão de que se eu fingisse que isso não aconteceu, talvez eu esquecesse, superasse. Mas não foi o que aconteceu.

As únicas coisas que tive forças para fazer foram: tomar a pílula do dia seguinte e fazer alguns exames. E tentei, na medida do possível e da minha frágil capacidade emocional, seguir adiante, me manter focada na minha família e no meu trabalho.

Mas mesmo tentando levar uma vida normal, os danos da violência me acompanharam. Deixei de dormir, deixei de confiar nas pessoas, deixei uma sombra apoderar-se de mim.

Uma tristeza infinita que eu nunca tinha sentido antes. As redes sociais são uma ilusão e deixei lá a ilusão de que a vida estava ok enquanto eu estava despedaçada.

Somente a minha família sabia o que tinha acontecido. Os fatos até aqui são suficientes para me machucar, mas eles não param por aqui.

Meses depois, eu comecei a passar mal, ter mal-estar. Um médico sinalizou que poderia ser uma gastrite, uma hérnia estrangulada, um mioma. Fiz uma tomografia e, no meio dela, o exame foi interrompido às pressas.

Fui informada que eu gerava um feto no meu útero.

Sim, eu estava quase no término da gestação quando eu soube. Foi um choque. Meu mundo caiu.

Meu ciclo menstrual estava normal, meu corpo também. Eu não tinha ganhado peso e nem barriga. Naquele momento do exame, me senti novamente violada, novamente culpada. Em uma consulta médica contei ter sido estuprada, expliquei tudo o que aconteceu.

O médico não teve nenhuma empatia por mim. Eu não era uma mulher que estava grávida por vontade e desejo, eu tinha sofrido uma violência.

E mesmo assim esse profissional me obrigou a ouvir o coração da criança, disse que 50% do DNA eram meus e que eu seria obrigada a amá-lo. Essa foi mais uma da série de violências que aconteceram comigo.

Gostaria que tivesse parado por aí, mas, infelizmente, não foi isso o que aconteceu.

Eu ainda estava tentando juntar os cacos quando tive que lidar com a informação de ter um bebê. Um bebê fruto de uma violência que me destruiu como mulher.

Eu não tinha (e não tenho) condições emocionais de dar para essa criança o amor, o cuidado e tudo o que ela merece ter. Entre o momento que eu soube da gravidez e o parto se passaram poucos dias. Era demais para processar, para aceitar e tomei a atitude que eu considero mais digna e humana.

Eu procurei uma advogada e conhecendo o processo, tomei a decisão de fazer uma entrega direta para adoção. Passei por todos os trâmites: psicóloga, ministério publico, juíza, audiência – todas as etapas obrigatórias. Um processo que, pela própria lei, garante sigilo para mim e para a criança.

A entrega foi protegida e em sigilo. Ser pai/e ou mãe não depende tão somente da condição econômica-financeira, mas da capacidade de cuidar. Ao reconhecer a minha incapacidade de exercer esse cuidado, eu optei por essa entrega consciente e que deveria ser segura.

No dia em que a criança nasceu, eu, ainda anestesiada do pós-parto, fui abordada por uma enfermeira que estava na sala de cirurgia. Ela fez perguntas e ameaçou: “Imagina se tal colunista descobre essa história”. Eu estava dentro de um hospital, um lugar que era para supostamente para me acolher e proteger.

Quando cheguei no quarto já havia mensagens do colunista, com todas as informações.

Ele só não sabia do estupro. Eu ainda estava sob o efeito da anestesia. Eu não tive tempo de processar tudo aquilo que estava vivendo, de entender, tamanha era a dor que eu estava sentindo. Eu conversei com ele, expliquei tudo o que tinha me acontecido. Ele prometeu não publicar. Um outro colunista também me procurou dias depois querendo saber se eu estava grávida e eu falei com ele.

Mas apenas o fato de eles saberem, mostra que os profissionais que deveriam ter me protegido em um momento de extrema dor e vulnerabilidade, que têm a obrigação legal de respeitar o
sigilo da entrega, não foram éticos, nem tiveram respeito por mim e nem pela criança.

Bom, agora, a notícia se tornou pública, e com ela vieram mil informações erradas e ilações mentirosas e cruéis.

Vocês não têm noção da dor que eu sinto. Tudo o que fiz foi pensando em resguardar a vida e o futuro da criança. Cada passo está documentado e de acordo com a lei. A criança merece ser criada por uma família amorosa, devidamente habilitada à adoção, que não tenha as lembranças de um fato tão traumático.

E ela não precisa saber que foi resultado de uma violência tão cruel.

Como mulher, eu fui violentada primeiramente por um homem e, agora, sou reiteradamente violentada por tantas outras pessoas que me julgam. Ter que me pronunciar sobre um assunto tão íntimo e doloroso me faz ter que continuar vivendo essa angústia que carrego todos os dias.

A verdade é dura, mas essa é a história real. Essa é a dor que me dilacera. No momento, eu estou amparada pela minha família e cuidando da minha saúde mental e física. Minha história se tornar pública não foi um desejo meu, mas espero que, ao menos, tudo o que me aconteceu sirva para que mulheres e meninas não se sintam culpadas ou envergonhadas pelas violências que elas sofrem.

Entregar uma criança em adoção não é um crime, é um ato supremo de cuidado. Eu vou tentar me reconstruir, e conto com a compreensão de vocês para me ajudar a manter a privacidade que o momento exige.

Com carinho,
Klara Castanho


Novo milionário receberá pouco mais de R$ 78,7 milhões

Bilhetes de aposta da mega-sena

Uma aposta da cidade de Diadema, em São Paulo, acertou as seis dezenas do concurso 2.494 da Mega Sena, realizado na noite de ontem (25).

O prêmio final foi de R$ 78.763.087,85.

Confira as dezenas sorteadas:

01 – 04 – 10 – 22 – 53 – 54
 

Outras 157 apostas acertaram a Quina, composta por cinco dezenas, e premiaram R$ 35.919,96 cada. Já a quadra teve 11.899 acertadores, que receberão R$ 677,55.

O próximo sorteio está previsto para o dia 28 de junho. O total em prêmios é de cerca de R$ 35 milhões.

Informações Agência Brasil


Yrma Lydya é morta a tiros em um restaurante da Cidade do México. Suspeito está preso

Cantora Yrma Foto: Reprodução/Instagram

Um mexicano de 79 anos, identificado como Jesús Hernández Alcoler, é suspeito de assassinar sua esposa, a cantora mexicana Yrma Lydya, de 21 anos, a tiros. O homem foi preso por policias junto com outra mulher

O crime aconteceu na última quinta-feira (23), num restaurante na cidade do México. As informações são do portal de notícias mexicano El Universal e do Ministério Público do país.

– Um homem atirou três vezes em sua esposa, ele já está detido junto com outra mulher que o acompanhava – disse o secretário de Segurança da Cidade do México, Omar García Harfuch.

Testemunhas apontam que Jesús atirou na cantora após uma discussão. Pouco antes de morrer, Yrma escreveu algumas palavras em uma toalha de papel da mesa. Foram elas: “problemas de sangue, defeito, diabetes, desonesto, começar todo dia, o começo”. Ela também desenhou uma série de círculos e figuras.

De acordo com a reportagem, o suspeito tentou subornar a polícia para deixá-lo escapar na companhia de um de seus seguranças, que também foi preso.

QUEM FOI YRMA?
Yrma lançou o seu primeiro álbum, God’s Gift, em 2015. Dois anos depois, em 2017, a cantora lançou Talking, quando começou a se apresentar na televisão e em shows. Em 2019, ela estreou o álbum Eternamente.

Foi agraciada com o Prêmio Nacional de Cultura, dado pelo Senado, e com o Doutor Honoris Causa por suas contribuições à cultura, concedido pela Câmara dos Deputados.

Informações Pleno News