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Mega-Sena 2483: os números do concurso foram conhecidos na noite de hoje (21) - Tânia Rêgo/Agência Brasil
Mega-Sena 2483: os números do concurso foram conhecidos na noite de hoje (21) Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2483 da Mega-Sena que foram sorteadas na noite deste sábado (21). Os números revelados foram 20-34-38-40-49-54. Desta forma, o prêmio fica acumulado em R$ 65 milhões para o sorteio que vai acontecer na próxima quarta-feira (25), no Espaço da Sorte.

De acordo com a Caixa, 72 apostas acertaram a quina e levaram R$ 74.529,17. Outros 5.242 sortudos acertaram quatro números, ficando com o prêmio de R$ 1.462,39.

Como faço para participar do próximo sorteio da Mega-Sena?

Você precisa fazer uma aposta de seis a 15 números nas lotéricas credenciais pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco. Participam do próximo concurso todas as apostas registradas até 19h do dia do sorteio.

Quanto custa apostar na Mega-Sena?

Depende de quantos números você pretende colocar no jogo. A aposta mínima agora custa R$ 4,50, e você tem direito de escolher seis dezenas de 1 a 60. Se quiser colocar um número a mais para aumentar as chances de acerto, o preço do jogo sobe para R$ 31,50. No cenário mais caro, com 15 números no volante, a aposta chega a custar R$ 22.522,50.

Quais foram os maiores prêmios dos concursos regulares da Mega-Sena?

  • 2.150, 11/5/2019, aposta vencedora; premiação total: R$ 289,4 milhões
  • 2.237, 27/2/2020; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 211,6 milhões
  • 1.764, 25/11/2015; aposta vencedora; premiação total: R$ 205,3 milhões
  • 1.772, 22/12/2015; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 197,4 milhões
  • 2.463, 19/03/2022; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 189,3 milhões
  • 1.655, 22/11/2014; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 135,3 milhões
  • 2.161, 19/6/2019; 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 124,2 milhões
  • 2.189, 18/9/2019: 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 120 milhões
  • 1.220, 6/10/2010; aposta vencedora; premiação total: R$ 119,1 milhões
  • 1.575, 19/2/2014; aposta vencedora; premiação total: R$ 111,5 milhões
  • 1.953, 29/7/2017; aposta vencedora; premiação total: R$ 107,9 milhões

E quais são as minhas chances de ganhar na Mega-Sena?

Isso também varia de acordo com a quantidade de dezenas na sua aposta. Com a menor (R$ 4,50), com seis números, a chance de acertar todas as bolinhas sorteadas e faturar o prêmio maior é de uma em 50.063.860. Jogando uma dezena a mais (R$ 31,50), a probabilidade aumenta. Passa a ser de uma em 7.151.980. Quem estiver disposto a pagar mais de R$ 22,5 mil na aposta com 15 dezenas terá uma chance em 10.003 de cravar tudo e ficar milionário.

Como funciona o bolão que a Caixa vende nas lotéricas?

Esses bolões são organizados pelas próprias lotéricas credenciadas pela Caixa. São apostas em grupo com preço mínimo estipulado em R$ 10 no caso da Mega-Sena. A cota mínima obrigatória por participante é de R$ 5. Nessa modalidade, pode existir uma taxa de serviço adicional de 35% do valor da cota. O bolão da Mega-Sena permite de duas a 100 cotas. Em cada bolão, é possível fazer dez apostas diferentes.

Informações UOL


Liberação foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Passageiros no terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

As companhias aéreas que operam voos domésticos no país – Azul, Gol e Latam – voltarão a oferecer serviço de bordo aos passageiros a partir deste domingo (22), com snacks e bebidas à vontade, sem custo adicional, depois de dois anos de suspensão do serviço por causa da pandemia de covid-19.

Em nota, a Azul disse que vai retomar o serviço, a partir de domingo (22), Já a Gol Linhas Aéreas anunciou que voltará a oferecer a comodidade gradativamente. Para os clientes da companhia, a distribuição dos itens se dará, inicialmente, nos voos a partir dos aeroportos de Congonhas (CGH) e de Guarulhos (GRU), em São Paulo. Em 1.º de junho, ela será ampliada para voos a partir do Rio de Janeiro (GIG/SDU), chegando a 100% dos voos no Brasil a partir de 16 de junho. No caso da Latam, o serviço estará disponível aos passageiros a partir de 1º de junho.

A retomada será possível após decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) durante reunião no último dia (12). Segundo determinação da agência, está permitida a volta do serviço de bordo, a retirada da máscara apenas para alimentação e o retorno da capacidade máxima de passageiros no transporte para embarque e desembarque pela área remota.

A obrigatoriedade do uso de máscaras dentro do avião e nas áreas restritas dos aeroportos continua mantida, além do desembarque realizado por fileiras e os procedimentos de limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies. O distanciamento físico continua recomendado, sempre que possível. 

Informações Agência Brasil


Eleições foram marcadas por propostas para combater mudanças climáticas e aumentar a igualdade de gênero e os direitos de povos aborígenes

Anthony Albanese, do Partido Trabalhista, será o novo primeiro-ministro da Austrália Lisa Maree Williams/Getty Images 

Os novos líderes da Austrália ainda não tomaram posse após a vitória do Partido Trabalhista no sábado (21), mas o país já está se preparando para o que parece ser uma mudança de grande porte em sua política.

Após quase uma década de liderança conservadora, os eleitores rejeitaram a coalizão governista, apoiando aqueles que faziam campanha por mais ações contra as mudanças climáticas, maior igualdade de gênero e integridade política.

Durante grande parte de sua história, a política australiana foi dominada, principalmente, por dois partidos: os liberais, de centro-direita, e os trabalhistas, de centro-esquerda.

Mas esta eleição mudou a divisão de forças no país e muitas pessoas que estavam cansadas do sistema bipartidário votaram em candidatos de partidos menores ou independentes.

Austrália está no limite de uma crise climática

Os resultados das eleições mostraram uma forte inclinação do país para candidatos independentes que fizeram campanha sobre questões relacionadas ao clima.

Os candidatos, muitos deles estreantes na política, defendem cortes nas emissões de até 60% – mais que o dobro do prometido pela coalizão conservadora no poder (26% a 28%) e também mais do que os trabalhistas (43%).

Conhecidos como candidatos azul-esverdeados, eles buscaram ganhar assentos tradicionalmente liberais (azuis) com políticas mais verdes.

“Milhões de australianos colocaram o clima em primeiro lugar. Agora, é hora de uma redefinição radical de como esta nossa grande nação age sobre o desafio climático”, disse Amanda McKenzie, CEO do grupo de pesquisa Climate Council, sobre o resultado das eleições de sábado.

A Austrália é conhecida há muito tempo como um “país de sorte”, em parte devido à sua riqueza de carvão e gás, bem como minério de ferro, que impulsionaram gerações de crescimento econômico.

Agora, no entanto, o país está na fronteira de uma crise climática, e os incêndios, inundações e secas que já marcaram a nação só devem se tornar mais extremos à medida que a Terra aquece.

O governo conservador no poder foi chamado de “resistente” ao combate climático pelo secretário-geral das Nações Unidas (ONU) após delinear um plano para chegar à neutralidade de carbono até 2050, criando novos projetos maciços de gás.

O primeiro-ministro Scott Morrison disse que apoiaria a transição do carvão para a energia renovável, mas não tinha planos de interromper novos projetos de carvão.

O líder do Partido Trabalhista, Anthony Albanese, prometeu acabar com as “guerras climáticas”, uma referência às lutas internas que frustraram esforços para pressionar por uma ação mais forte sobre o clima na última década e até mesmo custaram o cargo de alguns primeiros-ministros.

Os trabalhistas se comprometeram a atingir zero emissões de carbono até 2050, em parte fortalecendo o mecanismo usado para pressionar as empresas a fazer cortes nas emissões.

Mas o instituto de pesquisa Climate Analytics diz que os planos trabalhistas não são ambiciosos o suficiente para manter o aumento da temperatura global em 1,5ºC, conforme descrito no Acordo de Paris.

As políticas trabalhistas são mais consistentes com um aumento de 2ºC, disse o instituto, um pouco melhor do que o plano da atual coalizão.

Para acelerar a transição para energia renovável, o Partido Trabalhista planeja modernizar a rede de energia da Austrália e lançar usinas de energia solar e baterias comunitárias.

Mas, apesar de seu compromisso em zerar as emissões de carbono, o partido diz que aprovará novos projetos de carvão se forem ambiental e economicamente viáveis.

Mulheres estão sendo vistas e ouvidas

A popularidade de Morrison com as mulheres despencou após vários escândalos envolvendo seus ministros.

O próprio Morrison foi acusado de falta de empatia quando respondeu a uma alegação de agressão sexual no Parlamento, sugerindo que sua esposa, Jenny Morrison, o fez perceber a gravidade da acusação.

“Ela me disse ‘Você tem que pensar nisso como pai primeiro. O que você gostaria que acontecesse se fossem nossas meninas?’. Jenny tem um jeito de esclarecer as coisas. Sempre teve”, disse ele.

Milhares de mulheres marcharam pelo país pedindo medidas mais fortes para garantir a segurança das mulheres – o que se transformou em demandas por maior igualdade de gênero.

Os candidatos independentes eram, em sua maioria, mulheres mais velhas que em outras circunstâncias poderiam ter se filiado ao Partido Liberal.

Albanese fez uma boa leitura política e prometeu melhorar a igualdade de gênero. Ele foi até endossado por sua ex-chefe, a primeira e única primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, que notoriamente criticou seu rival liberal: “Eu não receberei lições sobre sexismo e misoginia deste homem”.

Gillard foi à imprensa no dia anterior à votação para dizer que estava “muito confiante” de que um governo de Albanese seria um “governo para mulheres”.

Vozes aborígenes serão amplificadas

Entre as primeiras palavras que Albanese proferiu quando subiu ao palco para reivindicar a vitória, no sábado, estava a promessa de consagrar a voz dos povos aborígenes no Parlamento.

“Começo por reconhecer os povos tradicionais da terra em que nos encontramos. Presto meus respeitos aos mais velhos, passados, presentes e emergentes. E em nome do Partido Trabalhista Australiano, comprometo-me com a Declaração do Coração de Uluru na íntegra”, disse.

Grupos aborígenes em toda a Austrália pedem que a Constituição seja alterada para que sejam formalmente consultados sobre a legislação e as políticas que afetam suas comunidades.

Isso exigiria um referendo nacional, que precisa de apoio político antes que uma pergunta “sim-não” seja feita ao povo australiano.

O governo trabalhista de Albanese disse apoiar essa iniciativa. A última vez que os australianos votaram em um referendo sobre os direitos dos aborígenes foi em 1967, quando 90% do país apoiou a inclusão deles no censo demográfico.

Albanese disse durante seu discurso de vitória que “todos nós devemos nos orgulhar de que, entre nossa grande sociedade multicultural, tenhamos a cultura contínua mais antiga do mundo”.

Austrália prioriza a Ásia e os Estados Unidos

Uma das primeiras tarefas de Albanese será ir a Tóquio para se encontrar com líderes de Estados UnidosJapão e Índia na cúpula do Diálogo de Segurança Quadrilateral (Quad).

Ao lado dele estará a nova ministra australiana das Relações Exteriores Penny Wong, uma política trabalhista experiente de ascendência asiática que há muito é uma voz respeitada no Senado.

O novo governo trabalhista promete criar laços mais fortes com a Ásia. Albanese afirmou que um de seus primeiros destinos depois do Japão será a Indonésia, que ele disse que “se tornará uma economia substancial no mundo”.

“Vivemos em uma região onde no futuro teremos China, Índia e Indonésia como gigantes. Precisamos fortalecer essa parceria econômica e uma forma de fazer isso é fortalecendo também as relações interpessoais”, declarou.

“A Indonésia é uma nação importante, para nossa economia, para essas relações sociais também…Precisamos realmente fortalecer a relação com a Indonésia e é por isso que será uma prioridade absoluta para mim”.

Analistas dizem que o novo primeiro-ministro da Austrália enfrenta um duro desafio em relação à China – especialmente após uma campanha eleitoral amarga que colocou o presidente chinês Xi Jinping e suas intenções no centro das discussões.

As relações da Austrália com a China se deterioraram sob a atual coalizão no governo – que começou ao mesmo tempo que o governo de Xi.

A situação piorou ainda mais em 2020, quando o governo australiano – então liderado por Morrison – pediu uma investigação sobre as origens da Covid-19. A China respondeu com sanções contra as exportações australianas, incluindo carne bovina, cevada, vinho e lagosta.

A reação da China endureceu as atitudes do público na Austrália e levou Canberra a liderar a acusação contra as ações coercitivas da China.

A coalizão sugeriu que os trabalhistas serão brandos com a China, mas, no papel, a posição do partido sobre Pequim parece pouco diferente da adotada pelos conservadores.

Os trabalhistas dizem que estão comprometidos com o pacto de segurança AUKUS, o acordo que Morrison fez com os Estados Unidos e o Reino Unido, em detrimento das relações da Austrália com a França. Também expressou forte apoio ao Quad.

Dinheiro não compra votos

Um dos grandes perdedores nesta eleição foi Clive Palmer, o magnata da mineração que supostamente gastou cerca de US$ 100 milhões em publicidade para o Partido da Austrália Unida e obteve quase nenhum resultado.

O homem que Palmer havia anunciado como “o próximo primeiro-ministro”, Craig Kelly, um renegado do Partido Liberal que foi repreendido por espalhar desinformação e teorias da conspiração sobre a Covid-19, perdeu seu assento do Parlamento depois de garantir apenas 8% dos votos nas primárias.

Palmer, que foi apelidado de “Trump da Austrália”, fez campanha sobre a questão da liberdade e se opôs à obrigatoriedade da vacina contra Covid-19.

Esta não é a primeira vez que Palmer tenta ganhar eleições com muito dinheiro. Em 2019, ele gastou milhões em campanha durante as eleições federais, mas não conseguiu um único assento.

Informações CNN


Foto: Marcelo Cortes/Flamengo.

Diante de um público de mais de 51 mil pessoas no Maracanã, o Flamengo venceu o Goiás por 1 a 0 neste sábado (21) e, pelo menos momentaneamente, respira mais aliviado após uma semana turbulenta no comando do Rubro-Negro. O gol da vitória foi marcado pelo atacante Pedro, no primeiro tempo. O clube da Gávea vai a nove pontos, ocupando provisoriamente a 11ª posição na tabela do Campeonato Brasileiro.

O Flamengo entrou em campo pressionado, mesmo tendo se classificado às oitavas de final da Libertadores durante a semana. O motivo da controvérsia – além da sequência de quatro jogos sem vencer e a 16ª colocação no Brasileirão – foi o desencontro entre o técnico português Paulo Sousa e o goleiro Diego Alves, que se recupera de uma pubalgia.

Ciente da necessidade de um bom resultado, o Rubro-Negro imprimiu um ritmo de domínio das ações no Maracanã, enquanto o Goiás buscava uma bola no contra-ataque. A estratégia do Flamengo deu frutos logo aos 16 minutos. Gabriel Barbosa encontrou belo passe para Matheuzinho na direita, que cruzou e encontrou Pedro em ótimas condições dentro da área. O centroavante teve apenas que escorar para marcar.

Embora tivesse o controle da partida – chegou a ter uma vantagem de 10 a 1 em finalizações em determinado ponto da segunda etapa – o Flamengo não conseguia transformar a superioridade de volume em uma margem maior no placar. Sujeito ao acaso, o Rubro-Negro esteve muito perto de sofrer o empate na reta final do jogo. Aos 44 minutos, em jogada rápida, o lateral Apodi surgiu completamente livre à frente do goleiro Hugo, mas a finalização, já dentro da área, foi por cima do gol.

Ao fim da partida, a torcida ofereceu vaias e gritos de “olê, olê, olê, Mister” (em referência ao ex-técnico Jorge Jesus) ao invés de aplausos pela vitória. Time e torcedores terão outros dois encontros esta semana no Maracanã. Primeiro na terça-feira (24), no encerramento da primeira fase da Libertadores, diante do Sporting Cristal (Peru). Depois no domingo (29), no clássico com o Fluminense, pelo Brasileiro.

Já o Goiás, que tem oito pontos na tabela, descansa até o próximo sábado, quando recebe o Bragantino, pela Série A. Curiosamente, três dias depois os times voltam a se enfrentar, porém desta vez em confronto válido pela Copa do Brasil (o Goiás perdeu por 2 a 1 em casa na partida de ida).

Créditos: Agência Brasil.


Governo quer garantir que proposta apresentada pelo Confaz sobre o tema seja aplicada

Presidente da República, Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

A disputa entre o governo federal e os Estados sobre a cobrança do ICMS dos combustíveis subiu mais um degrau. O presidente Jair Bolsonaro e o advogado-geral da União, Bruno Bianco, apresentaram petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar fazer valer a proposta apresentada nesta semana ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) pelo Ministério da Economia: alterar a regulamentação do ICMS único do diesel.

Pela sugestão levada ao Confaz na quinta-feira (19), o governo quer que seja aplicada a norma de transição prevista na lei que mudou as regras de cobrança do tributo sobre o combustível, sancionada em março. Ela determina que os Estados usem a média móvel dos preços médios ao consumidor nos 60 meses anteriores à fixação da incidência.

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Ao STF, a AGU diz ser necessário efetivar essa norma.

Em resposta, o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda (Comsefaz) enviou ainda na sexta-feira ofício pedindo que o ministro Paulo Guedes encaminhe à Corte “imediatamente” uma solicitação para o tribunal não deliberar sobre o novo pedido de Bolsonaro sem a oitiva formal do Confaz.

Na petição ao Supremo, a AGU afirmou que o Confaz não avançou em formulação nova, mesmo após a decisão de Mendonça – por isso, manteve o “estado de inércia” quanto ao que foi estabelecido pela lei complementar que alterou as regras.

Na manifestação, a AGU e Bolsonaro alegam que o Confaz resiste em observar os comandos definidos pelo Congresso, como é o caso da norma de transição, e dizem que o descumprimento das normas passa ainda por uma “contumaz omissão na efetivação da transparência acerca da tributação dos combustíveis”.

*AE


Para Bolsonaro, irregularidades devem ser combatidas com fiscalização

Centro de Distribuição dos Correios - Elza Fiuza-Arquivo Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro descartou hoje (21), em sua conta no Twitter, a edição de medida provisória (MP) para tributar compras feitas no exterior por meio de plataformas na internet.

“Não assinarei nenhuma MP para taxar compras por aplicativos como Shopee, AliExpress, Shein etc como grande parte da mídia vem divulgando. Para possíveis irregularidades nesse serviço, ou outros, a saída deve ser a fiscalização, não o aumento de impostos”, escreveu Bolsonaro, na postagem.

Atualmente, a isenção de Imposto de Importaçãoocorre para encomendas de até US$ 50. No entanto, o benefício só é concedido se a remessa ocorrer entre duas pessoas físicas, sem fins comerciais.

Segundo o secretário Especial da Receita Federal, Júlio César Gomes, em entrevista ao programaBrasil em Pauta da TV Brasil, no início deste mês, muitos vendedores se fazem passar por pessoas físicas quando, na verdade, são empresas constituídas para se valer de isenções, o que constitui fraude.

César Gomes chamou esses aplicativos de “camelódromos virtuais”. Segundo ele, hoje o Brasil recebe cerca de 500 mil dessas encomendas por dia.

De acordo com o secretário, a Receita Federal está intensificando o combate a bens contrabandeados ou que burlam as regras tributárias vigentes por meio de um programa de rastreabilidade fiscal recém-lançado. Na entrevista, o secretário também afirmou que estava em estudo a edição de uma medida provisória com foco nos “camelódromos virtuais”.

Informações Agência Brasil


O pré-candidato a governador do estado, ACM Neto é o possível candidato a vice-governador, José Ronaldox continuam as visitas pelo interior da Bahia. Juntos, eles estiveram em Érico Cardoso, Caturama, Rio do Pires, Ibipitanga e Macaúbas nesta sexta-feira (20).

“As imagens falam por si, mas não conseguem expressar tudo que vivemos no dia de ontem em Érico Cardoso, Caturama, Rio do Pires, Ibipitanga e não Macaúbas”, afirmou Ronaldo.

“Nos quatro cantos dessa Bahia, o carinho do nosso povo, a força que estamos recebendo, tudo isso torna a nossa caminhada mais importante e especial. Vamos juntos, escrever um novo capítulo na história da nossa Bahia”, disse o possível candidato a vice-governador.

Neste sábado, Ronaldo continuou as visitas em Itapetinga lado de Cacá Leão e ACM Neto.


Uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) dos sócios do Vitória decidiu na manhã deste sábado pela destituição do presidente Paulo Carneiro, que já estava afastado do cargo desde setembro do ano passado. Na época, um parecer da Comissão de Ética do Conselho Deliberativo do clube apontou indícios de gestão temerária.

Cerca de 150 sócios estiveram no Barradão e votaram pela saída em definitivo de Paulo Carneiro, que ainda fica proibido de ocupar qualquer cargo no clube pelos próximos sete anos. É a primeira vez na história centenária da instituição que um presidente é retirado do cargo após votação dos sócios.

Como o vice-presidente Luiz Henrique Viana já havia renunciado ao cargo, Fábio Mota passa a gerir o Vitória de forma oficial. O presidente do Conselho Deliberativo já estava no comando desde outubro do ano passado, interinamente.

Segundo o portal GE, o estatuto do clube prevê a realização de novas eleições, mas apenas no fim da temporada, porque Paulo Carneiro cumpriu mais de 5/6 do seu mandato. O ex-presidente se torna inelegível para qualquer cargo político no Vitória pelos próximos sete anos.

Paulo Carneiro foi eleito presidente em abril de 2019, quando voltou ao clube depois de ficar longe por 14 anos. Antes, ela havia se tornado presidente em 1991 e ficou até 2005, quando deixou o clube na Série C.

Veja abaixo as infrações apontadas pela comissão que investigou a gestão Paulo Carneiro:

  • Ausência de um contrato entre o clube e a empresa Magnum, que recebeu R$ 3.586.068,00 do Vitória;
  • Adiantamento de remunerações feito por Paulo Carneiro, presidente do Conselho Diretor, durante a pandemia.

Em seu perfil no Facebook, Paulo Carneiro escreveu uma mensagem se despedindo do cargo e não se defendeu das acusações de gestão temerária. “Deixo uma obra indelével, única na vida do clube.Os maiores resultados esportivos, a construção do seu patrimônio, com sua preservação e regularização, referência nacional em gestão esportiva, quitação do seu passivo, e internacionalização de sua marca”, escreveu.

Carneiro finalizou a mensagem dizendo que o espaço está aberto para os oportunistas. “Deixo para aqueles que o endividaram gravemente e o deixaram na maior crise da sua história. O espaço agora está aberto para os oportunistas de plantão”, finalizou.

*Metro1


Após finalizar inquérito, a Polícia Civil do Distrito Federal concluiu que Givaldo Alves, agora conhecido como “ex-mendigo”, não cometeu estupro de vulnerável ao manter relação sexual com Sandra Mara Fernandes.

Ocorrido em março deste ano, o caso ganhou repercussão nacional após a cena de sexo flagrada pelo marido da mulher, o personal trainer Eduardo Alves, ser filmada por câmeras de segurança. Na ocasião, o homem agrediu o então morador de rua por acreditar que a esposa estava sendo estuprada.

Segundo o R7, após investigações, a polícia decidiu pedir o indiciamento de Givaldo por difamação contra Sandra, que alegou ter sofrido um surto psicótico. Eduardo também foi responsabilizado e deverá responder por lesão corporal leve, por conta das agressões. As conclusões foram encaminhadas à Justiça do DF.

Os advogados do ex-mendigo comemoraram a conclusão do inquérito policial. “As graves e profundas feridas provocadas pela injusta acusação de estupro de vulnerável demorarão para cicatrizar, mas o sentimento é de que a justiça imperou, como deve ser”, declararam.

*Bahia.ba


O até então secretário-adjunto da Fazenda e Patrimônio da prefeitura de Itapevi, em São Paulo, Antônio de Pádua Freitas Moreira, foi exonerado do cargo por ter ido sem ser convidado para o casamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a socióloga Rosângela Silva, a Janja, na quarta-feira (18). Ele chegou a ser retirado da cerimônia.

O prefeito de Itapevi, Igor Soares (Podemos), confirmou ser esse o motivo da exoneração. “A atitude do ex-servidor da prefeitura de Itapevi não condiz com a postura de um agente público de cargo de confiança. Por estes motivos, foi exonerado na data de ontem, com publicação veiculada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Município, da função de secretário adjunto. Defendo que o respeito ao próximo deve ser a premissa de todo cidadão”, afirmou o prefeito em nota.

Soares disse ainda “que todo ser humano precisa ser respeitado em seus momentos particulares. E a festa de casamento é uma ocasião especial, reservada para amigos convidados”.

O PT disse que não comentaria o episódio.

*Bahia.ba