
Pesquisa PoderData realizada de 16 a 18 de outubro de 2022 mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 52% das intenções de votos válidos no 2º turno da disputa pela Presidência da República, contra 48% do presidente Jair Bolsonaro (PL).
As taxas consideram os votos válidos – os dados a algum candidato, excluindo-se brancos e nulos. É assim que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgará os resultados na noite do domingo eleitoral de 2º turno, em 30 de outubro.
O cenário está congelado há duas semanas. Nas rodadas realizadas em 3 a 5 de outubro e de 9 a 11 de outubro, os 2 candidatos registravam as mesmas taxas de agora.

O PoderData entrevistou 5.000 pessoas nesta rodada. A margem de erro do levantamento é de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo.
Poder360

O candidato Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera, com 58% dos votos válidos (desconsiderando brancos e nulos), na disputa ao Governo de São Paulo, contra 42% do ex-prefeito Fernando Haddad (PT), mostra pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (19).
O levantamento mostra que Tarcísio oscilou positivamente um ponto percentual do dia 11 até o dia 18 deste mês (de 48% para 49%) enquanto o adversário petista manteve os mesmos 36% no período. Na capital paulista, os dois candidatos estão tecnicamente empatados, com 45% dos eleitores pretendendo votar em Tarcísio e 43% em Haddad.
Quando contabilizados os votos totais (considerando brancos e nulos), o candidato do Republicanos tem 49% contra 36% de Haddad. Brancos e nulos somam 7% e 8% dos entrevistados disseram que não sabem ou não responderam.
Os dados são do instituto Real Time Big Data e a pesquisa foi encomendada pela Record TV. O levantamento ouviu 1.200 eleitores nos dias 17 e 18 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número SP-08867/2022.
Informações TBN

Desde o início do segundo turno, a equipe do presidente Jair Bolsonaro (PL) sabia que, na reta final, a campanha à reeleição se voltaria para São Paulo. Pois este momento chegou. E quem vai abrir a programação de pedidos por votos é a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Somente hoje, serão quatro eventos na maior cidade do país.
O presidente estará na capital paulista amanhã, na sexta-feira e também no domingo para um evento na avenida Paulista. Coube a Michelle o primeiro ato neste esforço. A agenda inicial será um evento com lideranças religiosas às 10 horas desta quarta-feira. A primeira-dama vai falar principalmente de aborto, adiantou a deputada federal reeleita Carla Zambelli (PL-SP), organizadora dos atos.
Rotina de candidata. A mulher que resistia a abraçar a tentativa de reeleição de Bolsonaro não existe mais e, desde a semana passada, Michelle tem agenda intensa de campanha. Ela percorreu capitais do Norte e do Nordeste e, entre hoje e sábado, visita os estados do Sudeste.
Michelle começa este esforço, digno de candidato, no ambiente em que tem mais familiaridade. Ela vai falar com líderes religiosos durante um ato ecumênico às 10 horas. Como acontece nestas ocasiões, a primeira-dama apresentará a eleição como uma batalha espiritual e vai apelar para pauta de valores na hora de pedir votos. O tema aborto terá grande enfoque durante seu discurso.
Zambelli afirmou que o evento vai reunir lideranças que “creem na vida desde a concepção”.
Senadora eleita, Damares Alves (Republicanos-DF) também deve discursar contra o aborto e a descriminalização das drogas. São esperados 800 religiosos entre padres, pastores, kardecistas e budistas.

Mulheres com Bolsonaro. Michelle sempre foi a aposta para melhorar os indicadores do presidente com o eleitorado feminino. A primeira-dama abraçou esta causa neste segundo turno. O ato paulista deste esforço está marcado para as 15 horas.
A expectativa é reunir mil mulheres em São Paulo. E o discurso dirigido a elas é diferente do proferido pela manhã. Michelle vai falar de entregas do governo federal para o eleitorado feminino, como entrega de títulos de terra.
Zambelli aposta na empatia da primeira-dama ao falar de Bolsonaro como marido —e não apenas como chefe do Executivo— para atrair votos de mulheres que tem ressalvas em relação ao presidente.
Fotos com influencers. A primeira-dama também terá um horário para receber cerca de 40 mulheres com muitos seguidores nas redes sociais. A previsão é que metade delas faça vídeos e tirem fotos com Michelle, o que aumenta o engajamento na internet.
Zambelli declarou que este interesse pela primeira-dama ocorre porque ela virou uma extensão do presidente. O bom desempenho com o microfone e a aceitação é algo que Michelle experimenta desde o começo da corrida presidencial.
No evento de abertura da campanha, ocorrido em 16 de agosto em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro falou que na campanha Michelle era mais importante que o próprio candidato. Dentro da campanha do presidente, a avaliação é que o efeito de suavizar o marido junto ao eleitorado feminino só não é maior porque Bolsonaro comete deslizes, como agredir verbalmente a jornalista Vera Magalhães.
Discurso mais abrangente. O último evento de Michelle na longa agenda em São Paulo é o Encontro de Patriotas, que será realizado na Associação de Oficiais da Polícia Militar. Zambelli falou que serão 3 mil participantes, entre empresários e lideranças políticas.
É esperado que sejam feitos discursos mais amplos reforçando o pagamento do Auxílio Brasil ampliado, a queda no preço da gasolina e a deflação. Haverá espaço para criticas a esquerda e aquilo que Bolsonaro chama de ameaça do comunismo. A pauta conservadora também será mencionada.
Em todos os eventos, Michelle estará acompanhada do candidato a governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Informações UOL

Em mais de dois anos de pandemia de Covid-19, as razões pelas quais algumas pessoas simplesmente não foram infectadaspelo coronavírus ainda intrigam cientistas em todo o mundo. Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, podem ter encontrado peças para este grande quebra-cabeças.
O estudo, publicado no periódico Nature Medicine, aponta como certos genes podem ajudar a gerar uma forte resposta imune após a vacinação com duas doses. As informações são da CNN.
Os especialistas identificaram um gene específico associado a uma alta resposta de anticorpos, que também pode estar relacionado à prevenção contra a infecção.
Os pesquisadores identificaram que pessoas portadoras de um alelo (forma alternativa) de um gene HLA chamado HLA-DQB1*06 geraram uma resposta de anticorpos mais alta do que aquelas que não contavam com esse gene. O estudo revela que as pessoas portadoras desse gene, que está presente em duas em cada cinco pessoas no Reino Unido, também eram menos propensas a serem infectadas por Covid-19 após a vacinação do que aquelas sem o gene.
De acordo com o estudo, o gene HLA ajuda o sistema imunológico a distinguir as proteínas do próprio corpo das proteínas estranhas produzidas por vírus e bactérias. Na pesquisa, são fornecidas evidências de uma relação entre fatores genéticos e a maneira como o sistema imunológico das pessoas responde às vacinas contra a Covid-19.
“A partir deste estudo, temos evidências de que nossa composição genética é uma das razões pelas quais podemos diferir uns dos outros em nossa resposta imune após a vacinação contra a Covid-19. Descobrimos que herdar uma variante específica de um gene HLA estava associado a respostas de anticorpos mais altas, mas isso é apenas o começo da história”, diz Julian Knight, professor de medicina genômica no Centro Wellcome da Universidade de Genética Humana e investigador-chefe do estudo, em comunicado.
O especialista afirma que são necessários estudos complementares para explicar melhor o significado clínico dos achados. Para obter o resultado, os pesquisadores de Oxford analisaram amostras de 1.190 participantes que se inscreveram nos ensaios clínicos da vacina contra a Covid-19 da Universidade de Oxford.
Eles analisaram o DNA de 1.677 voluntários do programa de pesquisa Com-COV, de Oxford, verificando as opções de segunda dose para pessoas que receberam as vacinas da AstraZeneca ou Pfizer como primeira dose. Além disso, também foram examinadas amostras de DNA de crianças que participaram de ensaios clínicos para a vacina AstraZeneca.
De acordo com a pesquisa, indivíduos portadores do gene HLA-DQB1*06 registraram respostas mais altas de anticorpos contra as vacinas aos 28 dias após a primeira dose. Os mesmos indivíduos foram mais propensos a ter uma maior resposta de anticorpos em todos os momentos após a vacinação.
A partir da inclusão de dados de uma média de 494 dias de acompanhamento, nos ensaios iniciais, os pesquisadores identificaram que o alelo do gene estava presente em cerca de um terço dos indivíduos que relataram sintomas de Covid-19 e que tiveram um teste positivo para SARS-CoV-2. Em comparação, o gene estava presente em 46% daqueles que não relataram sintomas.
“Vimos uma grande variação na rapidez com que as pessoas testam positivo para Covid-19 após a vacinação. Nossas descobertas sugerem que nosso código genético pode influenciar a probabilidade de isso acontecer ao longo do tempo. Esperamos que nossas descobertas nos ajudem a melhorar as vacinas para o futuro, para que elas não apenas nos impeçam de desenvolver doenças graves, mas também nos mantenham livres de sintomas pelo maior tempo possível”, disse Alexander Mentzer, professor clínico do Wellcome Center for Human Genetics e principal pesquisador do estudo.
“Este estudo mostra que nossa composição genética, além de fatores como idade e estado de saúde, afeta a forma como respondemos às vacinas e nosso risco subsequente de doenças – como Covid-19 – o que pode ter implicações importantes no design e implementação de vacinas futuras”, complementou Daniel O’Connor, professor de pesquisa da Oxford Vaccine Group.
Informações TBN

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a falar nesta terça-feira (18) em regulação da mídia. Segundo ele, é necessário discutir o tema com a sociedade e há modelos na Europa e nos Estados Unidos. “Ninguém quer uma regulação como Cuba”, disse.
A regulação da mídia foi um tema que apareceu em diversos momentos nos discursos da pré-campanha do petista. Ele também falou sobre o tema em entrevista ao apresentador Ratinho, no SBT.
“Tem canal de televisão que só fala asneira, só fala grosseria, só ofende. Temos que ter uma regulação”, declarou Lula nesta 3ª feira em entrevista ao Flow Podcast, um dos mais populares do Brasil.
“A gente pode fazer uma regulação como a legislação inglesa, como a legislação americana, como a legislação alemã”, disse o ex-presidente.
Informações TBN

A decisão da Copa do Brasil envolve as duas maiores torcidas do país na noite de hoje (19), no Maracanã, mas as finais entre Flamengo e Corinthians são jogadas longe das camadas mais populares. Somente sócios-torcedores tiveram acesso aos mais de 100 mil ingressos vendidos para os dois jogos da decisão.
Das redes sociais às arquibancadas, os dois finalistas se gabam da origem popular: o Flamengo celebra sua “festa na favela” e o Corinthians se diz “time do povo”. Nesta decisão, porém, o preço real do ingresso mais barato beira os 25% do atual salário mínimo.
Os ingressos para a final de hoje foram esgotados em cerca de cinco horas pelos sócios-torcedores do Rubro-Negro. Entre os corintianos, só podem ir ao Maracanã os que estão no topo do ranking de pontuação do programa de sócios, ou seja, os que nos últimos anos compraram mais de uma centena de ingressos para outras partidas.
É para este público exclusivo que os finalistas sobem a campo às 21h45 (de Brasília) de hoje. Depois do 0 a 0 no jogo de ida, quem vencer no tempo normal é campeão. Em caso de novo empate, por qualquer placar, a definição do destino do troféu da Copa do Brasil vai para a disputa de pênaltis.
A elitização dos estádios está longe de ser exclusividade de Flamengo e Corinthians, é claro. No ano passado, por exemplo, o Atlético-MGcobrou até R$ 700 por um ingresso da final da Copa do Brasil da qual saiu campeão.
O jogo de ida, com mando do Corinthians, teve aumento de preços em metade dos setores da Neo Química Arena, e os demais custaram o mesmo que na semifinal contra o Fluminense. O ticket médio ficou em R$ 100,35, bem abaixo, por exemplo, dos R$ 156 de Galo 4 x 0 Athletico em 2021.
Não à toa a final bateu o recorde de público da história do Corinthians na Neo Química Arena, com 47.031 pessoas presentes, mas não superou a maior renda já registrada pelo clube no estádio — os mais de R$ 5,3 milhões das quartas de final da Libertadores deste mesmo ano, também contra o Flamengo.
No papel, o preço para sócios-torcedores do Corinthians partiu de R$ 35. Na prática, porém, só os associados que vão a muitos jogos tiveram acesso a um ingresso neste preço. Eles tinham de estar em dia com a anuidade (R$ 180, a mais barata), além de estar bem colocados no sistema de prioridades (com dezenas de ingressos comprados recentemente).
Quem não tem tanta assiduidade, só conseguiu ingressos de R$ 99 ou mais. Nesta conta, o corintiano teve de bancar pelo menos R$ 279 para estar na final de quarta-feira passada (12), o que equivale a 23% do salário mínimo atual ou 35% do valor de uma cesta básica em São Paulo, segundo estudo do Dieese. Ainda assim a procura foi muito grande, afinal o Corinthians tem três vezes mais sócios (mais de 150 mil) do que lugares no estádio.
No caso do Rubro-Negro, houve um aumento de 75% nos valores dos ingressos em relação ao jogo de volta da semifinal, contra o São Paulo. Para assistir ao duelo com o Corinthians da arquibancada, a entrada mais barata foi R$ 70, para o Setor Norte e voltada aos integrantes do “Nação Diamante”, que tem uma mensalidade de R$ 321.
Ainda neste plano, que tem mais descontos, o Setor Sul custou R$ 100, o Leste Superior saiu por R$ 150, e os ingressos para os setores Leste Inferior, Oeste e Maracanã Mais foram ainda mais caros (R$ 165, R$ 200 e R$ 681,25, respectivamente).
Apesar dos valores, a busca foi muito grande e os ingressos se esgotaram ainda na segunda prioridade, que corresponde ao “Nação Platina”, cuja mensalidade é de R$ 199 e as entradas variaram entre R$ 98 e R$ 923,75.
No Estado do Rio de Janeiro é regulamentado o acesso gratuito às atividades desportivas realizadas em estádios e ginásios aos seguintes beneficiários: menores de 12 anos, adultos com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas com deficiência e seu acompanhante. As trocas para este recorte iniciaram na manhã da última segunda-feira, na Gávea, sede do clube, e já na madrugada era possível observar longas filas.
Para os visitantes, o ingresso de R$ 400 era tão caro que o Corinthians resolveu custear quase 80% do valor e cobrar apenas R$ 90 dos cerca de 3,8 mil alvinegros que estarão no Maracanã. Em Itaquera, porém, os rubro-negros tiveram que arcar com os R$ 400 sem descontos ou prioridades de compra.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO x CORINTHIANS
Competição: Copa do Brasil – final (jogo de volta)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Dia e hora: 19 de outubro de 2022, quarta-feira, às 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA/ GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (FIFA/ GO) e Bruno Boschilia (FIFA/ PR)
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (VAR-FIFA/ RN)
FLAMENGO: Santos; Rodinei, David Luiz, Léo Pereira e Filipe Luis; Vidal, Thiago Maia, Everton Ribeiro e Arrascaeta; Gabigol e Pedro. Técnico: Dorival Júnior
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Gil e Fábio Santos; Du Queiroz, Fausto Vera e Renato Augusto; Adson, Róger Guedes e Yuri Alberto. Técnico: Vitor Pereira.
Informações UOL

O ex-ministro e atual candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas confirma que nas pesquisas internas o presidente Bolsonaro já consolidou um empate com perspectiva de virada. Em Minas que ele perdeu no primeiro turno, já virou e em São Paulo ele aumentará a margem.
Informações TBN

Nesta terça-feira, 18, Dia do Médico, a Santa Casa de Feira de Santana homenageia alguns dos profissionais que contribuíram para o desenvolvimento da entidade filantrópica nos últimos anos. A solenidade acontece a partir das 19 horas, no auditório do Hospital Dom Pedro de Alcântara, o HDPA, que é mantido pela instituição.
Dentre os homenageados estão nomes importantes de Feira de Santana, como dois dos ex-provedores de atuação recente na Santa Casa, Luiz Carlos Seixas e Outran Borges; Zênia Araújo e João Batista de Cerqueira, ambos ex-secretários de Saúde e profissionais que já integraram a Mesa Administrativa da entidade. Batista é também autor de dois livros sobre a história da instituição. E finalmente o também médico Benedito Macedo Gonçalves, que foi diretor do HDPA.
“É uma forma singela de reconhecer e valorizar a importância de homens e mulheres que deram o melhor de si para o fortalecimento desta que é a principal entidade filantrópica da região centro-leste da Bahia”, defende o atual provedor da Santa Casa, Rodrigo Matos.

Presidente do TSE mencionou possibilidade de prisão por assédio eleitoral em reunião com representantes do PT na última segunda (17)
Na reunião que fez com a comitiva do PT na última segunda-feira (17), Alexandre de Moraes (foto) mencionou a possibilidade de prisão por assédio eleitoral.
Durante o encontro, segundo o Painel da Folha, Paulinho da Força —que preside o Solidariedade e está apoiando Lula no segundo turno— disse ter recebido uma série de denúncias de trabalhadores que estariam sendo constrangidos a votar em Jair Bolsonaro (PL).
O presidente do TSE pediu, então, que o deputado encaminhasse as denúncias ao tribunal e disse que a corte também estava preocupada com o assunto.
“Na hora que prender dois ou três, eles param rapidinho”, acrescentou Moraes.
O Antagonista

Cientistas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, estão sendo criticados por especialistas e infectologistas por terem desenvolvido uma cepa mais letal do vírus Sars-CoV-2 em laboratório. Para os críticos, os pesquisadores podem causar uma nova pandemia, com ainda mais mortes, caso o vírus saia do ambiente laboratorial.
De acordo com o Daily Mail, a equipe de Boston formou um vírus híbrido, combinando a variante Ômicron com a variante originária de Wuhan. Testada em cobaias, a nova cepa chegou a matar 80% dos ratos infectados com o novo vírus.
Shmuel Shapira, um dos principais cientistas do governo israelense, se pronunciou contra a prática de criação e manipulação de vírus letais. “Isso deveria ser proibido. É como brincar com fogo”, afirmou.
A manipulação proposital dos vírus com o objetivo de estudá-los e torná-los mais infecciosos ou letais é tida como sendo uma das possíveis causas para o início da epidemia de Covid-19. Um laboratório próximo a Wuhan, cidade onde os primeiros casos de Covid foram registrados, estudava os efeitos do coronavírus em morcegos quando os primeiros casos em humanos apareceram.
Nos Estados Unidos, a prática de manipulação de vírus para estudos é restrita desde 2017. A Universidade de Boston respondeu que a pesquisa conta com aprovação do Comitê Institucional de Biossegurança dos Estados Unidos e da Comissão de Saúde de Boston.
Informações TBN