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Jair Bolsonaro e Paulo Guedes lado a lado, sentados à frente de uma mes

Presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da economia Paulo Guedes

Após quatro anos, o governo Bolsonaro chega ao fim. Entretanto, pelo seu critério liberal, deixa legados significativos para o país e os brasileiros na questão econômica. Foi na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL) que mudanças impactantes foram executadas, desde a redução da máquina pública, no enxugamento de ministérios, bem como a diminuição do intervencionismo do Estado nas empresas estatais nacionais, reformas legislativas, aplicação de planos de vendas de ativos ou privatizações. Confira abaixo dez dos maiores avanços econômicos promovidos nos últimos quatro anos.

Privatização da Eletrobras

O governo Bolsonaro optou por capitalizar a maior empresa de energia do país, oferecendo suas ações na bolsa de valores e, consequentemente, deixando de ser sua acionista controladoras. Apesar do discurso do novo governo eleito, de que pretende desfazer as vendas, uma cláusula contratual deverá impedir, já que o governo teria que desembolsar até três vezes mais o que as ações valem para comprá-las de volta. A privatização movimentou R$ 33,7 bilhões e deve movimentar ainda mais de R$ 30 bilhões nos próximos anos.

Reforma da Previdência

Com o país envelhecendo, a reforma se fez necessária para desafogar a Previdência brasileira e permitir um respiro no tempo de produção e contribuição do trabalhador antes da aposentadoria. A medida mudou o cálculo do valor da aposentadoria. Anteriormente, era concedido a média dos 80% maiores salários de contribuição. A partir da reforma, fica a média de todos os salários multiplicado pelo redutor de 60% + 2% por ano de contribuição que exceder 20 anos para os homens e 15 anos para as mulheres.

Política de Paridade de Preços Internacionais (PPI) da Petrobras

Com o governo interferindo cada vez menos em suas estatais, a maior petroleira brasileira passou a precificar os combustíveis no Brasil a partir de regras de mercado, considerando o preço do barril do petróleo do tipo Brent e a taxação do dólar. A política levou a estatal a bater recordes de lucros: R$ 44,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022 e, na sequência, R$ 54,3 bilhões no segundo trimestre.

Alíquota única e limite para ICMS de combustíveis

Com a guerra da Rússia na Ucrânia e a consequente elevação do preço do petróleo e do dólar, o que impactou diretamente no aumento do preço da gasolina no Brasil, o governo reduziu o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), taxa estadual, sobre produtos essenciais como combustíveis, telecomunicações, transportes. A alíquota estimulada como limite foi a mínima de cada Estado, variando de 17% a 18%. A medida contribuiu para uma redução significativa do preço dos combustíveis no país.

Rodadas de leilões de aeroportos

Até agosto deste ano, 59 aeroportos federais foram privatizados no Brasil. Assim, a iniciativa privada tornou-se responsável por 90,4% dos terminais aéreos brasileiros. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera um avanço para a infraestrutura brasileira a situação. O modelo de leilão aplicado pelo governo foi o de juntar grupos de aeroportos em que terminais grandes e muito lucrativos estivessem juntos de outros menores e que recebem menos investimento e atenção do setor privado. O objetivo foi proporcionar lucro aos empresários, mas também, ao mesmo tempo, investimento e aumento da capacidade aérea brasileira.

Planos de desinvestimento

Além da Eletrobras, o governo deu início a diversos planos de desinvestimento, ou venda de ativos e ações de outras estatais, como da própria Petrobras. A intenção é reduzir a máquina pública e aumentar a participação privada em negócios, como forma de propiciar o aumento da concorrência no mercado interno brasileiro. De 2019 a 2021, o governo alcançou R$ 200 bilhões com a venda de ações de suas estatais.

Bolsa Família vira Auxílio Brasil

O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que criou o Auxílio Brasil, programa de transferência de renda antes chamado da Bolsa Família, mas que recebeu novas regras e foi turbinado financeiramente. Dentre as novidades, ficou estipulado valor mínimo de R$ 400 para os beneficiários, pessoas em vulnerabilidade socioeconômica. Além disso, diferentemente da estrutura anterior, ao conseguir um emprego com carteira assinada, o beneficiário não deixa mais de receber o auxílio até completar um período de estabilidade no novo emprego. O cidadão ainda recebe um bônus pela conquista do emprego. A intenção é estimular a busca por emprego e estabilidade financeira, proporcionando melhora financeira.

Autonomia do Banco Central

Com a presidência do Banco Central atuando de maneira autônoma e independente, sem interferências diretas, o governo Bolsonaro permitiu alterações nas taxas Selic e de juros, que foram feitas para tentar assegurar a estabilidade de preços dos produtos do mercado interno brasileiro. A atuação do BC também visou zelar pela estabilidade e pela eficiência do sistema financeiro, suavizando flutuações do nível de atividade econômica e fomentando emprego. Foi também sob o regime autônomo que a autoridade monetária criou o Pix, mecanismo gratuito de transferência de dinheiro para instituições bancárias e pagamento de contas que conquistou o gosto dos brasileiros.

MP da Liberdade Econômica

A partir da medida foi reduzida a burocracia para abertura de empresas no Brasil, especialmente de micro e pequeno porte, na tentativa de alavancar o empreendedorismo. Entre as principais mudanças, a lei flexibiliza regras trabalhistas, como dispensa de registro de ponto para empresas com até 20 empregados, e elimina alvarás para atividades consideradas de baixo risco. O texto também separa o patrimônio dos sócios de empresas das dívidas de uma pessoa jurídica e proíbe que bens empresariais de um mesmo grupo sejam usados para quitar débitos de uma empresa. A medida ainda pôs fim ao e-social.

Aproximação da Opep

Durante a gestão de Paulo Guedes do Ministério da Economia, o Brasil se aproximou da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). Donos de quase 80% das reservas de petróleo do mundo, o grupo prioriza garantir maiores margens de lucro para seus países membro, mesmo que em detrimento dos demais países do globo. O Brasil vem pleiteando sua entrada no bloco para fortalecer seus posicionamentos internacional e seu comércio.

Informações Jovem Pan


Aeronave tinha sido apreendida no Paraná

Wesley Safadão Foto: Anderson Borde / AgNews

O cantor Wesley safadão conseguiu recuperar seu jatinho, que havia sido apreendido pelo Tribunal de Justiça do Paraná na quinta-feira (22). Uma decisão apontou que não há razão para que a aeronave fique em desuso no depósito.

O jatinho está avaliado em R$ 37 milhões. A devolução teria sido motivada por conta dos custos elevados da paralisação do jato e deterioração precoce da aeronave. As informações são do Metrópoles.

A apreensão tinha ocorrido após uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre um suposto esquema de pirâmide financeira disfarçado de aluguel de criptomoedas, do qual Safadão foi vítima. Após sofrer um golpe, o artista adquiriu o avião como garantia através de financiamento feito pelo Banco do Brasil S/A. O jato foi pedido em uma ação movida por um grupo de investidores lesados pelo empresário Francesley da Silva, conhecido como “Sheik dos Bitcoins”, para ressarcimento das dívidas.

Ao devolver a aeronave, a Justiça citou que o transporte é “indispensável para o cantor realizar as suas atividades profissionais”.

Informações Pleno News


Fonte: Douglas Santana / ecbahia.com

A Federação Bahiana de Futebol (FBF) confirmou datas, horários e locais das duas primeiras rodadas do Campeonato Baiano de

2023.

A estreia do Esquadrão está confirmada para 11 de janeiro, às 19h15, contra a Juazeirense, na rodada inaugural do Baianão.

Já o local da partida será o estádio de Pituaçu.

O motivo é um evento musical (Festival Éta) que está marcado para acontecer nos dias 11, 18 e 25 de janeiro, e vai celebrar os 30 anos da banda É o Tchan, com convidados.

Informações EC Bahia


A decisão reduz ainda mais o poder do GSI, que deve passar por uma reestruturação no novo governo 

Lula diz que não confia nos militares do GSI por suspeita de aparelhamento.| Foto:  Ricardo Stuckert/Instituto Lula/Divulgação

A segurança do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai ficar sob a responsabilidade da Polícia Federal (PF) no início do governo em 2023. Ele não se sente seguro com os militares lotados no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência. A medida esvazia o ministério responsável pela missão.

A decisão é provisória e os aliados de Lula dizem que é necessário manter a segurança presidencial com a PF diante da extrema polarização política. Os dirigentes do PT e ministros indicados pelo partido alegam há certo receio de que o GSI tenha sido aparelhado por aliados do presidente Bolsonaro, o que imporia risco à segurança do petista.

Rui Costa (PT), futuro ministro da Casa Civil, tem tratado a questão com integrantes do GSI e policiais federais, como o futuro diretor-geral da corporação, delegado Andrei Passos, responsável pela segurança de Lula na campanha.

Costa quer preparar uma proposta de reestruturação das atribuições do GSI e manter, no âmbito da PF, um departamento para a proteção pessoal do presidente, do vice e de suas famílias. No início da semana o futuro ministro da Justiça disse que haverá uma “estrutura de transição” da segurança de Lula até as definições completas no GSI.

A nova equipe do GSI será de responsabilidade do general Gonçalves Dias, responsável pela segurança de Lula nos dois primeiros mandatos do petista.

Informações Revista Oeste


URGENTE: Bolsonaro sai de moto para falar com seus apoiadores; VEJA VÍDEO
Foto: Reprodução.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o Palácio da Alvorada neste sábado (24.dez.2022) para fazer um passeio de moto. O chefe do Executivo deixou a residência oficial sozinho e não alertou sua equipe de segurança. Ao retornar para o Palácio, cumprimentou apoiadores no local.

Bolsonaro deixou a residência oficial às 16h19. Funcionários da Presidência saíram em seguida de carro e de moto para alcançá-lo. O presidente fez breve percurso de cerca de 15 minutos pela Vila Planalto, uma comunidade do Distrito Federal. Depois, retornou e conversou com apoiadores que o esperavam em frente ao Alvorada.

Veja abaixo:

Em homenagem ao presidente, apoiadores rezaram a oração cristã do Pai-Nosso. Bolsonaro retirou o capacete, mas não desceu da moto para falar com o grupo.

A última vez que o presidente havia deixado a residência oficial havia sido na 3ª feira (20.dez). Desde o resultado do 2º turno, Bolsonaro tem evitado ir ao Palácio do Planalto, sede do governo. Ele tem recebido aliados e cumprido poucos compromissos oficiais de despacho no Alvorada.

O chefe do Executivo fez poucas aparições públicas desde 30 de outubro e falou apenas uma vez com apoiadores. Na ocasião, mencionou o silêncio de 37 dias sem dar declarações públicas. “Estou há praticamente 40 dias calado. Dói. Dói na alma”, disse o presidente em 9 de dezembro.

Depois disso, Bolsonaro não fez novas declarações, mas saiu algumas vezes para assistir o descerramento da bandeira Nacional em frente ao Alvorada. Apoiadores têm se reunido diariamente no fim da tarde em frente à residência oficial a espera do presidente.

O contato com apoiadores foi um costume de Bolsonaro ao longo de todo o mandato. Ele criou o chamado “cercadinho”, onde cumprimentava e tirava foto com pessoas diariamente.

Bolsonaro foi o 1º chefe do Executivo a disputar a reeleição e não conquistar um 2º mandato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu nas urnas com 50,90% dos votos.

Mesmo sem governar no próximo ano, aliados esperam contar com Bolsonaro como líder da direita conservadora no país.

Créditos: Poder 360.


Não há previsão de novo boletim médico sobre Pelé, informa hospital
Foto: Reprodução/Flickr.

O Hospital Israelita Albert Einstein informou, neste sábado, 24, que não há previsão de um novo boletim médico sobre Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Também não existe previsão de alta.

Na sexta-feira 23, uma das filhas do Rei, Kely Nascimento, publicou uma imagem nas redes sociais em que aparece ao lado do pai.
“Seguimos aqui, na luta e na fé”, escreveu, no Instagram. “Mais uma noite juntos.”

Pelé
Foto: Reprodução/Instagram

Dois dias antes, o hospital informou que houve piora no estado de saúde de Pelé. Segundo boletim médico, o melhor jogador de todos os tempos precisa de cuidados relacionados às disfunções renal e cardíaca.

Internado desde 29 de novembro, Pelé manteve os tratamentos com antibióticos. O ex-jogador foi ao hospital para fazer uma reavaliação da terapia quimioterápica do tumor de cólon, identificado em setembro de 2021. Mas os médicos identificaram uma infecção respiratória e resolveram interná-lo.

Em 2 de dezembro, o hospital informou que “a resposta tem sido adequada, e o paciente, que segue em quarto comum, está estável, com melhora geral no estado de saúde”.

Mais cedo, o jornal Folha de S.Paulo noticiou que Pelé não responde mais ao tratamento quimioterápico que vinha fazendo desde setembro do ano passado, quando teve de ser submetido a uma operação para a retirada de um câncer de intestino. Ele está em cuidados paliativos exclusivos.

Isso quer dizer que a quimioterapia foi suspensa, e o ex-jogador receberá apenas medidas de conforto. O objetivo é aliviar a dor e a falta de ar. No início deste ano, os médicos identificaram metástases no intestino, no pulmão e no fígado do craque.

Os médicos aplicam cuidados paliativos aos pacientes com doenças ou condições progressivas. As medidas dependem essencialmente dos sintomas, da funcionalidade e do prognóstico.

Em virtude do agravamento do estado de saúde de Pelé, as filhas Kely e Flávia anunciaram que vão passar o Natal no quarto do ex-jogador no hospital. Edinho, ex-goleiro e filho do Rei, chegou ao local nesta tarde.

Créditos: Revista Oeste.


O prefeito de Anguera, Mauro Vieira, publicou um vídeo em suas redes sociais desejando feliz natal para a população. No vídeo, o prefeito falou sobre as conquistas da cidade neste ano e desejou felicitações para todos os cidadãos de Anguera.

Veja o vídeo:


Fonte: Divulgação / J. League

Everaldo vai mesmo vestir a camisa do Bahia. O centroavante fechou acordo com o Esquadrão e apenas aguarda o anúncio da sua contratação de maneira oficial.

Centroavante de 31 anos, Everaldo chega ao Esquadrão de Aço sem custos após acertar a rescisão de contrato com o Kashima Antlers, do Japão, com quem tinha vínculo até o final de janeiro de 2023.

O atleta assinará contrato de três anos com o Bahia, válido até o final de 2025, de acordo com publicação do jornalista Venê Casagrande.

Sua presença no elenco é vista como importante para equilibrar com a juventude do elenco que vem sendo formado, sobretudo no setor ofensivo.

O Bahia está no mercado buscando outros atacantes e a maioria deles tem média de idade inferior a 23 anos. Como o argentino Alejo Veliz, de 19 anos, do Rosario Central. Kayky e Biel estão acertados.

ecbahia.com apurou que o Everaldo já estava no CT Evaristo de Macedo ao longo dessa última sexta-feira, realizando atividades físicas de forma separada do elenco que treinava com bola.

Assim como nos casos de outros jogadores que também estão no CT, são apenas detalhes burocráticos que separam o anúncio oficial. São os casos de Kayky, David Duarte, Marcos Felipe, Biel e Diego Rosa.

A carreira

Everaldo tem passagens por Grêmio, CSA, Figueirense, Paysandu, Santa Cruz, Água Santa, Novorizontino, Atlético Goianiense e Chapecoense no futebol brasileiro.

Sua melhor temporada no Brasil aconteceu em 2019, quando marcou 19 gols em 52 jogos pela Chape, sendo o artilheiro do time na Série A.

Nos últimos três anos, estava atuando pelo Kashima Antlers, com um total de 101 jogos disputados, 34 gols marcados e 15 assistências.

Informações EC Bahia


Propostas poderão ser avaliadas pelo futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia do governo Bolsonaro divulgou nesta sexta-feira (23) uma proposta de novo arcabouço fiscal. A nota técnica propõe quatro mudanças de aperfeiçoamento ao teto de gastos, que limita o crescimento das despesas à variação da inflação.

Ela se soma a outras propostas já formuladas, como a do Tesouro Nacional, que poderão ser avaliadas pelo futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A SPE propõe o crescimento real (acima da inflação) do teto de forma permanente quando o Produto Interno Bruto (PIB) subir acima de um 1%. Já em caso de recessão, a proposta autoriza o crescimento real temporário da regra fiscal.

Em caso de privatizações ou de aprovação de reformas fiscais estruturais, parte do valor extra será excluído do teto. E, por fim, determina que todo o crescimento do teto acima da inflação deverá ser alocado em despesas discricionárias – ou seja, para investimentos e custeio da máquina pública.

Pela proposta, duas quedas seguidas do PIB abririam a possibilidade de o governo lançar mão de crédito extraordinário na proporção média das quedas.

– Assim, se houvesse, por exemplo, queda de 0,3% e 0,5% em dois PIB trimestrais consecutivos, configura-se a possibilidade de abertura de crédito extraordinário de 0,4% do valor do teto de gastos. Este mecanismo permitiria uma resposta rápida nos períodos recessivos – informou a SPE.

TESOURO
No mês passado, o Tesouro Nacional Também divulgou uma proposta de regra fiscal. Escrita por oito técnicos do órgão, o texto propõe uma regra de despesa para substituir o teto de gastos, vinculada a uma âncora fiscal que tem a dívida como referência.

Pela proposta, quanto maior o nível de dívida pública, menor será a taxa de crescimento real das despesas. Se a dívida estiver em trajetória crescente, o limite para a despesa será menor do que se a dívida estiver em trajetória declinante.

Os gastos do governo federal poderiam crescer acima da inflação em até 2,5% no cenário mais favorável.

Pela Proposta de Emenda Constitucional da Transição (PEC), promulgada no Congresso, o governo deve enviar uma proposta de regra fiscal para substituir o teto até agosto, via lei complementar. Haddad tem dito que deve antecipar o envio da proposta, e que está aberto a sugestões.

– Vou ouvir técnicos do Tesouro, a academia, os economistas em quem confio, a sociedade – disse.

*AE


Alas do MDB brigam por vagas no novo governo Lula

Simone Tebet Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Com o impasse na distribuição dos ministérios no novo governo de Luiz Inácio Lula da SIlva (PT), a senadora Simone Tebet (MDB-MS) poderá ficar com o Ministério das Cidades. O problema é que a pasta já foi prometida pelo presidente eleito para a bancada do MDB na Câmara.

Alas do MDB defendem que Tebet seja contabilizada como da cota pessoal de Lula, não do partido.

Pelo Senado, o indicado do partido é Renan Filho, ex-governador de Alagoas, que será ministro dos Transportes. O deputado José Priante (MDB-PA) tinha sido indicado para Cidades, mas o governador do Pará, Helder Barbalho, que é seu primo, vetou o nome. Os dois não se dão bem.

– Me sinto lisonjeado por ter sido lembrado pela bancada, mas todo partido tem sua neura. Sempre tem muita confusão. Tem um colega nosso que diz que só acredita em Deus e no Diário Oficial – disse Priante.

Simone só foi convidada para o Meio Ambiente após o PT barrar o nome dela para comandar o Ministério do Desenvolvimento Social, entregue ao senador eleito Wellington Dias (PT), ex-governador do Piauí.

*Com informações da AE