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Foto: Acorda Cidade

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, foi questionado mais uma vez a respeito da construção de um Hospital Municipal.Em entrevista ao Programa Acorda Cidade, o gestor defendeu a unidade do Hospital da Mulher, que é gerida pelo município, mas destacou que urgência e emergência é de responsabilidade do governo do estado.

“Nós já temos um Hospital Municipal, que é o Hospital da Mulher, que inclusive tivemos 83 mil atendimentos no ano de 2022, 426 mil exames realizados, atendendo uma área que abrange cerca 72 municípios aqui da região. Mas um hospital de atendimento com emergência e urgência é de responsabilidade do estado. O município tem as UPAs, as policlínicas que o estado não trouxe, porém eles precisam ampliar a rede de atendimento, porque nós temos cerca de 40 pacientes na fila da regulação. A minha intenção é inclusive criar um Hospital Day, para que você chegue, seja atendido e liberado no mesmo dia, porque se trata de menor complexidade e o Sistema Único de Saúde, o SUS, limita isso. Por isso que casos de alta complexidade devem ser tratados com o estado”, disse.

De acordo com o prefeito, este projeto de um Hospital Day faz parte de um Plano Plurianual (PPA).

“Isso está desde o ano passado, é um projeto para ser financiado, até porque não será o SUS que vai manter. Quem mantém o Hospital da Mulher, por exemplo, é o município, não são recursos do SUS. O Hospital de Campanha na época da pandemia, foram 4 milhões por mês, pagos pelo Ministério da Saúde, mas para manter a unidade em funcionamento iria precisar de um financiamento e vimos o caso de Salvador, onde o governo do estado abriu alguns hospitais e não está conseguindo fazer com que eles funcionem adequadamente por falta de recursos, entre outras circunstâncias”, concluiu.

Fonte: Acorda cidade


Foto: Aldo Matos/Acorda Cidade

Desde o último domingo (8) até esta quarta-feira (11), 65 detentos do Conjunto Penal de Feira de Santana foram transferidos para a Unidade de Segurança Máxima em Serrinha, após três apenados serem executados na noite de sábado (7), dentro do presídio.Na manhã de hoje, representantes do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e da Vara de Execuções Penais de Feira de Santana estiveram no Conjunto Penal para inspecionar o local.

Na manhã de hoje, representantes do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e da Vara de Execuções Penais de Feira de Santana estiveram no Conjunto Penal para inspecionar o local.

Em entrevista ao Acorda Cidade, o diretor do Conjunto Penal, José Freitas Júnior informou que a unidade não voltou com sua normalidade total.

“Hoje nós recebemos as visitas da juíza auxiliar da Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia [TJ-BA], Liz Rezende e do Dr. Fábio Falcão, ele que é o juiz titular da Vara de Execuções Penais daqui de Feira de Santana, e estavam aqui verificando a situação da unidade por conta dos acontecidos. Fizeram uma vistoria, uma inspeção dos pavilhões onde ocorreram os problemas neste último final de semana e perceberam que ainda não voltamos com a normalidade, principalmente nos pavilhões 2, 6 e 8. Ainda existem algumas necessidades, alguns ajustes que iremos fazer para que tão logo cedo, a unidade volte ao seu normal”.

Segundo José Freitas, mais 40 detentos foram transferidos na manhã desta quarta-feira (11), e a determinação tem como objetivo evitar maiores problemas na unidade prisional.

“Serrinha tem um equipamento do estado que comporta detentos para regime diferenciado e disciplinar, e neste caso, recebe detentos de qualquer unidade da Bahia, enquanto houver necessidade, para que aquela unidade prisional volte ao normal. A nossa inteligência fez um levantamento de possíveis detentos que podem nos causar problemas. Uma lista foi enviada para o judiciário que homologou e determinou estas transferências, mas se a nossa equipe perceber que há a necessidade de novas transferências, nós iremos fazer todos os protocolos, até porque o Conjunto Penal de Serrinha tem vagas disponíveis”, afirmou.

Com informações: Acorda Cidade


3.nov.2022 - O ministro Alexandre de Moraes - Alejandro Zambrana/Secom/TSE
3.nov.2022 – O ministro Alexandre de Moraes Imagem: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) também determinou hoje que autoridades públicas de todo o país impeçam tentativas de ocupação de prédios públicos.

A decisão de Alexandre de Moraes atende a um pedido feito pela AGU (Advocacia-Geral da União), que apontou a convocação de novos atos golpistas para hoje por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e disse ver “nova tentativa de ameaça ao Estado democrático de Direito”.

Além de providências para impedir bloqueios, Moraes determina:

  • aplicação de multa no valor de R$ 20 mil para pessoas físicas e de R$ 100 mil para pessoas jurídicas que descumprirem a proibição.
  • prisão em flagrante daqueles que desobedecerem às ordens.
  • identificação e bloqueio de todos os veículos utilizados na prática desses atos e qualificação dos proprietários.
  • bloqueio de contas e canais no Telegram ligados à convocação de atos.

O que diz Moraes na decisão?

O ministro afirma que a convocação de novos atos golpistas é um “evidente desdobramento” dos movimentos de domingo, quando o Congresso Nacional, o STF e o Palácio do Planalto foram invadidos e depredados, e aponta a existência de uma organização criminosa contra a democracia.

Essa organização criminosa, ostensivamente, atenta contra a Democracia e o Estado de Direito, especificamente contra o Poder Judiciário e em especial contra o Supremo Tribunal, pleiteando a cassação de seus membros e o próprio fechamento da Corte Máxima do País, com o retorno da Ditadura e o afastamento da fiel observância da Constituição Federal da República”none Alexandre de Moraes em decisão

O ministro também cita a possibilidade de omissão das autoridades públicas —Moraes já afastou Ibaneis Rocha (MDB) do governo do Distrito Federal e determinou a prisão do ex-secretário de Segurança Pública (e ex-ministro de Bolsonaro) Anderson Torres.

Em momento tão sensível para a Democracia brasileira, em que atos antidemocráticos estão ocorrendo diuturnamente, a partir de mobilizações como a noticiada pela AGU, com a ocupação de espaços públicos sensíveis para o funcionamento regular e ordeiro das capitais brasileiras, a possibilidade de omissão das autoridades públicas, além de potencialmente criminosa, é estarrecedora, pois os atos de terrorismo são organizados com absoluta publicidade, mediante a convocação das manifestações ilegais pelas redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, tais como o WhatsApp e Telegram”.

Informações UOL


Marco Aurélio diz que ‘errou redondamente’ ao avaliar Alexandre de Moraes como boa escolha para o STF

Em entrevista à Rádio Bandeirantes nesta quarta-feira (11), o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, afirmou que se enganou ao elogiar Alexandre de Moraes em 2017, quando foi escolhido para integrar a Suprema Corte.

“Ele realmente não vem contribuindo para a paz social. Não vou tecer considerações maiores, e olha que o conheço há muitos anos”, afirmou o ex-magistrado.

“Na época da queda do avião em que faleceu o ministro Teori Zavascki, fui questionado por jornalistas quanto ao que se faria, como seria preenchida a cadeira, e disse que o presidente Michel Temer tinha um homem talhado para a cadeira: foi professor universitário, foi do Ministério Público, foi secretário de Segurança Pública do prefeito Kassab e do governador Geraldo Alckmin, ministro da Justiça. Vejo que errei redondamente”, afirmou Marco Aurélio na entrevista.

Gazeta Brasil


Planalto com segurança reforçada - Leonardo Martins/UOL - Leonardo Martins/UOL
Soldados fazem segurança do Palácio do Planalto, em BrasíliaImagem: Leonardo Martins/UOL

A via de acesso à Esplanada dos Ministérios, em Brasília, está fechada desde o final da manhã de hoje.

Um ato intitulado “Mega Manifestação Nacional pela Retomada do Poder”, articulado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está marcado para hoje.

Desde cedo havia viaturas da Força Nacional em frente ao Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Grades também protegem o local.

Por volta das 17h, a Força Nacional aumentou o efetivo presente na segurança dos prédios públicos. Ao menos seis ônibus de agentes nacionais estacionaram na praça.

Atualmente, o governo federal conta com 651 agentes da Força Nacional à disposição. Antes, eram apenas 130. O número aumentou diante do envio de agentes por outros estados brasileiros ao Distrito Federal.

Apenas autoridades estão autorizadas a entrar com veículos na Esplanada, segundo policiais militares que patrulham o local.

O Palácio do Planalto tinha integrantes do Exército Brasileiro como seguranças. Dezenas estavam posicionadas com escudos ao redor do prédio. No horário, ocorria a cerimônia de posse das ministras Sônia Guajajara (dos Povos Originários) e Anielle Franco (Igualdade Racial).

Havia um helicóptero e outros ônibus da Polícia Militar do DF que também foram estacionados no gramado em frente ao Congresso Nacional. Policiais da cavalaria rondavam a sede do Legislativo federal.

Ambulâncias e um caminhão do Corpo de Bombeiros completavam o aparato.

Nas vias laterais, agentes de trânsito do Detran faziam blitz para monitorar quem era autorizado a passar para a parte da via mais próxima à Praça dos Três Poderes.

Hoje, o governo federal prorrogou o uso da Força Nacional em Brasília diante da possibilidade de novos atos golpistas e pela necessidade de manter reforço na segurança nos dias seguintes ao recente episódio de invasão e depredação contra os prédios públicos.

A publicação da medida ocorre um dia depois de a AGU (Advocacia-Geral da União) dizer ao STF(Supremo Tribunal Federal) que vê “nova tentativa de ameaça ao Estado democrático de Direito”.

Segurança ao redor do Congresso é reforçada após promessas de novos atos organizados por golpistas hoje - Leonardo Martins/UOL - Leonardo Martins/UOL
Segurança ao redor do Congresso é reforçada após promessas de novos atos organizados por golpistas hojeImagem: Leonardo Martins/UOL

Informações UOL


Outros órgãos também foram acionados. Vândalos golpistas invadiram os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, em Brasília, no domingo (8).

O ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), deu prazo de cinco dias para que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), entre outros órgãos, informem se identificaram indícios de que poderia ocorrer o ato de vandalismo registrado no último domingo (8) na Esplanada dos Ministérios. 

Vândalos invadiram os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, em Brasília, depredando os prédios dos Três Poderes e destruindo obras de artes e demais objetos. 

  • se a Abin e a PMDF identificaram previamente indícios de que poderia ocorrer a manifestação antidemocrática e
  • caso algum indício tenha sido identificado, quais órgãos foram notificados, informando o teor, a data, a hora e o destinatário da notificação.

O mesmo pedido foi solicitado ao: 

  • ao Departamento de Polícia Federal.
  • Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República;
  • aos ministérios da Defesa e Justiça; 
  • à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e

No caso desses órgãos, o ministro também quer saber se eles foram notificados por alguma outra organização quanto à possibilidade de ocorrência dos atos do último domingo. 

As informações vão embasar o processo que corre no TCU sobre o caso. Rêgo é o relator. O tribunal tenta identificar e quantificar o dano causado, bem como eventual envolvimento de agentes públicos, seja diretamente ou por omissão. 

O prazo de cinco dias começa a contar a partir da notificação dos destinatários. O despacho do ministro é desta quarta-feira (11). 

Parte dos presos após ataques no DF é liberada para responder a inquérito em liberdade 

No mesmo despacho, o ministro pede que a Polícia Federal, as polícias Militar e Civil do Distrito Federal e a Secretaria de Segurança do Distrito Federal encaminhem os resultados das perícias já realizadas nos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso e do STF. 

Também solicita ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que encaminhe ao TCU os fatos que subsidiaram o afastamento cautelar do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. 

Por fim, o tribunal quer ter acesso à relação dos bens móveis e imóveis danificados ou destruídos em decorrência das invasões, com a indicação dos respectivos prejuízos financeiros e se estão protegidos por algum seguro.

Informações G1


Novo delegado vai comandar ações na cracolândia em São Paulo 

O governador Tarcísio de Freitas decidiu trocar o delegado responsável pelas ações de combate ao tráfico de drogas na cracolândia, na região central de São Paulo. Até então, o delegado que coordenava a atuação das equipes era Roberto Monteiro, no comando da 1ª Seccional de Polícia desde junho de 2021.

Quem assume o combate ao crime organizado na região é o delegado Jair Barbosa Ortiz, do Departamento de Polícia Judiciária de São José dos Campos, no interior, mesma cidade onde o vice-governador, Felício Ramuth, foi prefeito. Tarcísio nomeou Ramuth para ser coordenador do projeto para cuidar de ações na cracolândia. A troca foi oficializada por um decreto publicado no Diário Oficial do Estado.

A Secretaria de Segurança Pública informou a Oeste que Ortiz é um especialista no assunto e acompanha o caso há mais de 15 anos, tendo viajado para diversos países com situações similares para estudar o que foi feito.

Cracolândia

Em 2017, o então prefeito João Doria sentenciou o fim da cracolândia, depois de uma ação policial que desmontou a feira de drogas a céu aberto. No entanto, de lá para cá, nada mudou.

No começo de 2022, a cracolândia migrou das imediações da Estação Júlio Prestes para a região da Praça Princesa Isabel, além de espalhar seus tentáculos para outros espaços do centro.

Em maio passado, as polícias Civil e Militar deflagraram ação contra o tráfico na Praça Princesa Isabel. O objetivo, segundo as autoridades, era cumprir mandados de prisão e retirar da região as barracas de usuários. A estratégia foi batizada de Operação Caronte, em referência a um dos deuses da mitologia grega, que carrega as almas dos mortos.

Durante as quase 30 etapas da operação, cerca de 200 pessoas foram presas por tráfico de drogas. Balanço da polícia indica ainda que até o fim do ano passado, mil pessoas foram “fichadas” (assinaram termo circunstanciado) por consumir drogas em vias públicas. Apesar de ser considerada internamente como exitosa, a ação fez com que usuários se espalhassem pelo centro da capital, gerando várias críticas de moradores e comerciantes.

Com informações da revista Oeste


Lula faz discurso e diz que ações mais extremistas foi de manifestantes mais “aloprados”

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quarta-feira (11) no Palácio do Planalto um grupo de parlamentares, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), e o primeiro vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rego (MDB), que fizeram a entrega simbólica do decreto de intervenção na área da segurança pública no Distrito Federal.  O decreto editado no domingo por Lula, após os atos golpistas cometidos por bolsonaristas inconformados com o resultado das eleições de 2022, foi chancelado pelas duas Casas do Legislativo. A Câmara votou o texto na segunda-feira e o Senado, ontem.  No encontro, Lula agradeceu a aprovação rápida pelos parlamentares do decreto de intervenção e a cobertura da imprensa. Lula disse que os atos terroristas foram ação de um grupo de “aloprados” que não quer aceitar a urna eletrônica.

“Eu penso que o que aconteceu aqui, eu não gostaria de pensar em um golpe, até gostaria de pensar em uma coisa menor, quem sabe um grupo de pessoas alopradas que ainda não entenderam que a eleição acabou. Que ainda não quer aceitar que a urna eletrônica é possivelmente o modelo eleitoral mais perfeito que a gente tem em todos os países do mundo”, disse o presidente.  Lula falou também sobre os atos de vandalismo ao sistema elétrico do país.“Aquilo foi um ato de vandalismo também, um ato de bandidos porque os cabos de aço foram ferrados. Significa que propositalmente alguém cortou os cabos das duas torres grandes. Já tinha acontecido no final do ano em Rondônia, da Eletronorte, que tinha sido derrubada. Ou seja, obviamente que nós vamos investigar, estamos tentando descobrir”, disse.  “O que vocês estão fazendo com esse decreto é dizendo que a gente tem que punir. Quem não quer respeitar a lei a gente tem que punir. Quem não quer respeitar a ordem democrática tão dificilmente alcançada por nós a partir da Constituição de 88”, afirmou o presidente.“Qualquer gesto que contrarie a democracia brasileira será punido dentro daquilo que a lei permite punir. Todo mundo, todo mundo terá direito de se defender, todo mundo terá direito a prova da inocência, mas todo mundo será punido”, afirmou.    O presidente da Câmara afirmou que a aprovação da intervenção demonstra uma unidade da Federação em defesa da democracia e o decreto foi necessário para combater os atos de vandalismo e de ofensa à Constituição.  “O ato de entrega do Projeto de Decreto Legislativo cumpre o rito democrático, legal e constitucional que por certo tomarão rumo com diálogo e firmeza na defesa da democracia”, afirmou Lira.  Para Vital do Rego o decreto mostra unidade do País no combate aos atos terroristas. “Demonstra a solidariedade das 27 unidades que trouxeram apoio e se disseram indignados com os atos perpetrados por aqueles que imaginavam abalar nossas pilastras institucionais”, disse.  O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, disse que no domingo ocorreu um ataque à democracia e ao povo brasileiro e os golpistas serão punidos com a força da lei.  Segundo Rodrigues, o ato representa a manifestação inequívoca do Congresso Nacional de que o terror não terá lugar no país.  “Ao fascismo e ao terror só cabe na história uma posição: a posição do combate, do enfrentamento”, disse o senador. “Cada um dos terroristas, estejam eles onde estiverem, usem ou não broche parlamentar, usem ou não toga, usem ou não farda, esteja onde estiver, seja quem for, tenho certeza que aqueles democratas do país liderados pelo presidente Lula reagirão para defender a nação atacada e para defender a democracia”.


Tema: Momento atual


Ana Priscila Azevedo foi presa por ordem do STF, em Luziânia, no Entorno do DF, nesta terça-feira (10). Nas redes sociais, ela indicou ações violentas na capital e incitou bolsonaristas para ‘tomada de poder’.

Ana Priscila Azevedo foi presa, nesta terça-feira, pela PF — Foto: Reprodução

Ana Priscila Azevedo foi presa, nesta terça-feira, pela PF — Foto: Reprodução 

Ana Priscila é apontada pela investigação como uma das organizadoras dos atos na capital. Nas redes sociais, ela sugeriu ações violentas na capital e incitou bolsonaristas para uma “tomada de poder” (veja mais abaixo). No dia dos ataques, Ana Priscila aparece (foto acima) perto da rampa do Congresso Nacional, um dos lugares atacados pelos terroristas. 

Apesar de ter sido presa só na terça, após trabalho de investigação, ela aparecia em vídeos no acampamento golpista no Quartel-General do Exército, em Brasília. Até a última atualização desta reportagem, o g1 não tinha conseguido contato com a defesa de Ana Priscila. 

Ana Priscila Azevedo é suspeita de participar de ataques terroristas em Brasília — Foto: Twitter/Reprodução

Ana Priscila Azevedo é suspeita de participar de ataques terroristas em Brasília — Foto: Twitter/Reprodução 

Um dia antes dos atos terroristas, a bolsonarista fez uma publicação em uma rede social em que afirma que o Brasil iria “parar” e que os três poderes seriam “sitiados”. 

Em um grupo de Telegram criado em dezembro, Ana Priscila Azevedo convocava os quase 30 mil membros a irem para Brasília. Ela cita, no dia 6 de janeiro, “caravanas vindas de todo o Brasil” e diz que “a Babilônia vai cair”. 

Um vídeo compartilhado por Azevedo mostra golpistas carregando um ônibus com garrafas de água. Na legenda do vídeo, a administradora do grupo diz que não colocará datas e locais “para dificultar a ação do inimigo”. 

Outro vídeo mostra o ônibus que foi carregado com mantimentos e diz que em 6 de janeiro um grupo de golpistas deixou Sorocaba para ir à Brasília. “Estão vindo tomar o poder”, diz texto publicado por Azevedo. 

Também há vídeos indicando ônibus com golpistas saindo de Jundiaí e Mogi das Cruzes, em São Paulo, Londrina e Umuarama, no Paraná, Tangará da Serra, no Mato Grosso.

Informações G1