
A Prefeitura de Feira de Santana continua investindo em saneamento para melhorar a infraestrutura e qualidade de vida da população. Somente este ano os serviços já foram realizados em vários bairros e no centro da cidade. Recentemente, foram concluídas as obras de construção de um pontilhão e a reestruturação da rede de drenagem da rua Paracatu, no bairro Conceição, uma importante medida para solucionar problemas crônicos de alagamentos em períodos de fortes chuvas.
A rua Paracatu recebe águas de diversas localidades, como Cidade Nova, Parque Ipê, conjuntos Feira V, João Paulo II e outras áreas do bairro Mangabeira, o que agravava o problema dos alagamentos na região.
Além disso, a Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) realiza constantemente o trabalho de manutenção e reparos em canais de micro-drenagem. Em 2022, foram mais de 4 mil metros lineares de rede de drenagem reparadas, garantindo o escoamento de águas pluviais e evitando alagamentos em decorrência das chuvas.
Nesta sexta-feira (24), o serviço de reparo e manutenção em rede de micro-drenagem está sendo realizado em sete localidades: Rua Virgínia – Parque Getúlio Vargas, Rua Vanderlândia – Parque Getúlio Vargas, Rua Colina do Goiás – Conceição, Rua Força e Luz – Tomba, Rua Natal – Tanque da Nação, Rua Rio Grande do Norte – Bairro Queimadinha e Rua Anápolis – Queimadinha. Também está sendo feito o assentamento de grelhas em diversos bairros.
Nos últimos dias, os serviços foram realizados nas seguintes localidades: Rua Resende – Bairro Centro, Rua Papa João XXIII – Tomba, Rua Coronel José Pinto – Ponto Central, Rua G – Bairro Feira VI, Rua Niquelândia – Bairro Tomba, Rua Londrina – Parque Ipê, Caminho 01 – Bairro Tomba, Caminho 18 – Tomba, Avenida Senhor dos Passos – Centro, Viaduto – Bairro Cidade Nova, Avenida Noide Cerqueira – Bairro Sim, Rua Santo Expedito – Bairro Santa Mônica, Rua Ponta-Grossense – Bairro Parque Ipê, Rua dos Guarani – Bairro Rua Nova, Rua Irã – Caseb, Rua Visconde do Rio Branco – Centro.
PLANO DE DRENAGEM
A Prefeitura de Feira de Santana dispõe ainda do Plano de Drenagem e Manejo das Águas Pluviais, elaborado pela Escola Politécnica da UFBA com a participação popular através de audiências públicas, que vai prevenir e reduzir os prejuízos causados pelas chuvas, a exemplo de alagamentos e enchentes. “Para execução dos investimentos de infraestrutura em macro-drenagem, o Governo encaminhou, em abril de 2022, um pedido de autorização à Câmara Municipal para empréstimo no valor de R$ 260 milhões”, informa o secretário de Planejamento Carlos Brito.
“Com esses investimentos, a infraestrutura da cidade de Feira de Santana será significativamente melhorada, refletindo diretamente na qualidade de vida dos cidadãos feirenses. É fundamental que o Legislativo Municipal aprove o projeto de autorização do empréstimo para que a execução das obras possa ser iniciada o quanto antes”, acrescenta Brito.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

Uma unidade de ensino com padrão arquitetônico e salas de aula modernas e climatizadas, além da nova infraestrutura que dialoga com o ambiente pedagógico, preparado para o aprendizado, a Escola Municipal Diva Matos Portela, no Jardim Cruzeiro, está próximo de ser entregue à comunidade estudantil pela Prefeitura de Feira de Santana.
A reconstrução completa da unidade escolar chega a quase triplicar a área, ampliando de 600 para cerca de 1500 metros quadrados – comparado ao prédio anterior. Com 15 salas de aula, sendo 10 delas no pavimento superior, brinquedoteca, biblioteca, cozinha, refeitório, sala para professores, diretoria, banheiros adaptados, a Escola Diva Matos Portela ganhará um arrojado parque esportivo com piscina olímpica nas dimensões oficiais (50 metros de comprimento) e quadra poliesportiva coberta.
“É a primeira escola pública na Bahia que recebe esse tipo de equipamento, sem contar o apoio fundamental para o desenvolvimento das potencialidades de nossos estudantes, a exemplo da realização de campeonatos que poderão envolver toda a Rede de Ensino”, explica a secretária de Educação, Anaci Paim.
Com previsão de conclusão da obra em agosto, os serviços estão concentrados na instalação dos pilares para construção da quadra e a estrutura das salas encontra-se concluída – agora, nesta área, as paredes externas recebem o reboco.
A estrutura da piscina olímpica também está pronta e já em fase de tratamento da superfície [lixamento]. Os próximos passos serão a impermeabilização, reboco e o revestimento cerâmico.
A secretária municipal também enfatiza os investimentos que o Governo Municipal realiza na Educação com a aplicação de recursos voltados à melhoria da estrutura física – reforma e reconstrução – para proporcionar um ambiente adequado ao ensino e aprendizado, como também na valorização do professor.
MAIS INVESTIMENTOS
Entre outras unidades de ensino que passam por importantes intervenções da Prefeitura de Feira estão a Escola Municipal Monteiro Lobato, no Capuchinhos; a Pré-Escola Municipal João Serafim de Lima, bairro Parque Ipê, e o Centro Municipal de Educação Infantil Professor Manoel de Christo Planzo, no Campo do Gado Novo.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

Patrícia Lima dos Santos, de 29 anos, foi morta a tiros na noite de sexta-feira (24),na Rua Vespasiano, no bairro Sítio Matias em Feira de Santana.
Ao ser baleada, ela caiu na calçada de uma panificadora. O levantamento cadavérico foi realizado pela delegada Cláudia Fernanda Pugliese.
Até o momento, o mês de fevereiro registra 25 assassinatos na cidade.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.

Um grupo de comerciantes da BA-502, também conhecida como Avenida Colbert Martins da Silva, trecho que liga os municípios de Feira de Santana até São Gonçalo dos Campos, se reuniu na tarde desta sexta-feira (24) com lideranças políticas para tratar sobre novas alternativas da duplicação da estrada.
O encontro que foi realizado na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), contou com a presença do deputado federal Zé Neto (PT), do vereador Silvio Dias (PT), do presidente da CDL, Luiz Mercês e do presidente da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (Acefs), Genildo Melo.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o comerciante Moacir Oliveira que já trabalha no local há mais de 30 anos, informou que entregou o projeto elaborado ao deputado e aguarda que respostas positivas sejam dadas.
“Nós queremos encontrar uma alternativa para que haja este fluxo, possa fluir e não venha a diminuir o nosso estacionamento. A nossa principal reivindicação é porque esta estrada de São Gonçalo até Feira vai tomar boa parte da nossa fachada, até mesmo questão de segurança, tanto para nós, quanto para os clientes. O nosso projeto é que os veículos possam está utilizando a outra via, a Probahia que fica atrás da BA-502. O deputado já informou que ficou de ir neste sábado no local, acompanhar de perto como estão estas obras. Nesse primeiro contato, ele nos disse que o projeto não está descartado, e queremos resolver isso de uma vez por todas”, afirmou.
Segundo o deputado, este primeiro encontro com os comerciantes teve como objetivo ouvi-los.

Segundo o deputado, este primeiro encontro com os comerciantes teve como objetivo ouvi-los.
“Hoje foi o dia para ouvir todos estes comerciantes, assim como sempre fizemos. Foi assim que aconteceu na Lagoa Grande, na Noide Cerqueira, já liguei para o superintendente da Seinfra, e neste sábado pela manhã, estaremos lá no local acompanhando de perto como está essa fase da duplicação, e realmente é uma parte do trecho que irá afetar cerca de 25 comerciantes, mas amanhã estaremos de perto observando tudo isso. Neste momento eu não quero me antecipar porque é uma decisão do governo do estado, mas tivemos aqui uma conversa muito madura, muito sensata, eu não sei se tecnicamente é possível fazer o que eles estão nos propondo, mas iremos encaminhar tudo para o governo”, concluiu.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

Os tons lúgubres da violência dominam boa parte dos 87 minutos de “Violência Solitária”, o thriller em que Stephen Durham repisar muitos dos chavões do gênero na tentativa de recriar a aura dos clássicos do gênero, até aproximando-se um pouco do faroeste. Irretocável, a fotografia de Jon Schweigart mantém a história num compasso de tensão sem fim, desde as primeiras cenas do flashback que dá algumas pistas quanto aos desdobramentos da ideia infeliz de um casal apaixonado. Apostando na confusão, Durham vai atulhando seu filme de diálogos mais e mais acerbos, em que os personagens centrais experimentam a hostilidade da cidadezinha onde pretendem passar o feriado sem qualquer preocupação com os eventuais contratempos do dia a dia. Antes que cheguem ao bosque num lugar inóspito do Alabama, sudeste dos Estados Unidos, onde pretendem acampar, Durham e seu trio de roteiristas situam a dupla numa estrada deserta, por onde se deslocam num jipe laranja sem maiores sobressaltos, até quase serem abalroados pela caminhonete prata cujo motorista parece bastante estimulado pela beleza da condutora.
Esse desconforto inicial perdura no café da Rota 56 onde Brenner Baker e o marido, Dillon, resolvem entrar para fazer um lanche sem ao menos suspeitar que o estabelecimento pertence à mãe do homem que os perseguira. No café, nota-se que Brenner, a personagem de Ellen Hollman, é uma mulher bastante segura, uma vez que consegue se defender sozinha do assédio de Butch — ainda bem, porque Dillon, de Matt Passmore, é um pouco civilizado demais para aqueles confins tão agrestes. O reencontro compulsório dos dois com a figura selvagem de Butch, muito mais que apenas o cafajeste mimado a que Gary Kasper dá vida, serve para ordenar o andamento confuso do longa, que vai se agudizando até o final. Enquanto ainda é possível se captar todos os inúmeros detalhes do enredo, surge também a Mama encarnada por Geraldine Singer, mãe de Butch e outros marmanjos mal-encarados e prontos para levar a termo suas orientações. Dona do restaurante e gerente de negócios que, conforme Durham explica mais tarde, vai muito mais longe que um singelo diner para motoristas famintos e cansados, a antagonista de Singer é o bom gancho de que se vale o diretor a fim de apresentar os dois viajantes aos perigos que justificam a trama.
Histórias com mocinhas quase como super-heroínas, dotadas das habilidades específicas que as livram de apuros inesperados, foram ganhando espaço conforme a própria importância da mulher nas várias esferas da vida social se ampliou. No caso de “Violência Solitária”, a personagem de Hollman lança mão da técnica aprendida no curso de formação dos Rangers, o grupo de elite do exército americano, para desvencilhar-se das armadilhas que lhe prepara Butch, um vilão muito caricato, e, claro, empreender o plano de desagravo a que alude o título. Já sem poder contar com Dillon, Brenner dá cabo de seus verdugos um por um, exatamente como se espera em filmes com essa proposta, feitos para agradar o aficionado pelo gênero, e só. Fosse apenas isso, “Violência Solitária” alcançaria seu objetivo com folga e louvor; contudo, a pretensão em tecer comentários político-ideológicos rasteiros sobre quase tudo — do ingresso criminoso de armas e drogas à hipocrisia e o pseudomoralismo que norteia a vida de falsos cristãos (Mama é uma protestante ardorosa, daquelas que faz questão de cumprimentar o pastor ao fim do culto) —, e do jeito mais desmazelado, coroada por uma edição lenta, arrastada, bisonha mesmo, além da forma como os moradores da cidadezinha são retratados, todos rednecks insensíveis, alienados e coniventes com posturas delituosas, coloca tudo a perder. É muito elitismo artificioso e ódio gratuito quando balas e sangue chegariam.
Filme: Vingança Solitária
Direção: Stephen Durham
Ano: 2020
Gêneros: Ação/Thriller
Nota: 7/10
Informações Revista Bula

Pista de boliche, balada e toboágua são alguns dos destaques das casas onde vivem as pessoas mais ricas do mundo.
O UOL fez um levantamento das propriedades mais caras do mundo. Os dados são dos sites Luxe Digital, Robb Report e Forbes. Na lista de donos, aparecem membros da realeza, bilionários da tecnologia, renomados estilistas, e até uma brasileira, Lily Safra, que morreu em julho do ano passado aos 87 anos. Veja a seguir.



















Informações UOL

O consumidor não pagará taxa extra sobre a conta de luz em março. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril de 2022. Segundo a Aneel, na ocasião a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.
Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado em junho de 2022 pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.
Bandeiras
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.
O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima.
Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.
Informações Bahia.Ba
O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais) está finalizando a documentação para lançar um edital de licitação para comprar um novo supercomputador que vai ampliar a capacidade de previsão de tempo e de clima no país.
A nova máquina deve causar uma revolução na forma como as previsões serão feitas, com detalhes exatos de local e período de chuvas, por exemplo. O dinheiro para aquisição do módulo inicial já está disponível.
“É como se a gente saísse de uma calculadora para um laptop de última geração”, compara Gilvan Sampaio, coordenador-geral de Ciências da Terra do Inpe, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Em paralelo ao novo supercomputador, o país também terá um novo modelo numérico para previsão de tempo e de clima desenvolvido pela comunidade científica nacional, sob comando do Inpe. O projeto está em desenvolvimento, e o novo modelo se chamará Monan.
A ideia é que a nova máquina chegue ao Brasil no segundo semestre do ano e seja colocada em operação até novembro.
Ao todo serão investidos R$ 200 milhões do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) no novo equipamento, que deve ser totalmente instalado até 2026, em quatro etapas anuais.
A primeira das quatro parcelas do fundo para comprar o primeiro módulo no valor de R$ 47,5 milhões já está na conta da Fundação de Apoio do Inpe desde o final do ano passado.

A necessidade de um novo supercomputador foi aventada há pelo menos seis anos, quando cientistas do Inpe cobraram do governo federal a aquisição para aposentar o atual Tupã (leia mais sobre abaixo).
A nova máquina usa uma tecnologia capaz de fazer cálculos e equações mais complexas, o que produzirá respostas mais precisas sobre eventos meteorológicos e climáticos, como por exemplo chuvas intensas e episódios de secas.
Poderemos fazer uma previsão de metros, com alto grau de detalhamento e capaz de apontar quando vai começar e que horas vai parar uma chuva.
Sampaio
Segundo o diretor do Inpe, o novo computador vai colocar de novo o Brasil no primeiro mundo da área.
“E ele vai permitir desenvolver o Monan, que está em desenvolvimento há um ano e meio com a participação de diversas instituições nacionais”, afirma.
Mesmo com apenas um módulo inicialmente, Sampaio diz que já será “muitíssimo superior” a qualquer máquina existente no Brasil dedicada para previsão do tempo.
Já nesse primeiro momento ele vai suprir nossas necessidades. Como teremos aportes de mais três parcelas de aproximadamente R$ 50 milhões, cada ano vamos adquirir mais módulos e aumentar a capacidade dele com o tempo.
Sampaio

Com o novo supercomputador, o Tupã, instalado no Inpe desde 2010, será aposentado após 13 anos de operação. O equipamento que revolucionou a tecnologia de previsão do tempo e clima na década passada já apresentava uma série de problemas há algum tempo.
Composto por várias máquinas, ele está defasado e apresenta dificuldades de manutenção —já que o modelo parou de ser fabricado em 2017.
Antigo, não há mais peças para eventual substituição, por exemplo. Além disso, ele tem alto consumo de energia, com gasto de R$ 7,2 milhões por ano.
Com o novo supercomputador, que ainda terá um nome escolhido, o custo de consumo de energia vai cair de forma exponencial porque, além de mais moderno e econômico, ele será abastecido por uma planta de energia solar. “Deve ser o primeiro supercomputador do mundo abastecido assim”, diz Sampaio.

Para José Antônio Marengo, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e membro titular da Academia Mundial de Ciência, o Brasil tem limitações para previsão porque o Tupã está obsoleto.
Precisamos de modelos com maior resolução espacial e que considerem a mancha urbana, áreas desmatadas e topografia mais detalhadas. Para isso, é preciso ter supercomputadores.
Marengo
O meteorologista Humberto Barbosa lembra ainda que os supercomputadores são alimentados por informações de tempo e clima para modelar as equações matemáticas e física. “Eles modelam bilhões de equações por segundo e alcançam 80%, 90% de exatidão nos locais do mundo onde são usados”, diz.
Mas ele faz uma ponderação: é preciso ampliar a rede nacional de captação de dados para fornecer mais informações.
Você precisa dar ao supercomputador as condições da atmosfera. São dados de estações, de radiossondagens, dos oceanos, de temperatura, da pressão, do vento. Esse conjunto é que fará ele gerar previsões com 24 a 72 horas de antecedência e até sazonais, com até três meses.
Informações UOL
Solicitação do serviço começa pelo preenchimento de formulário no site da Polícia Federal; documento é obrigatório para viagens internacionais fora do território do Mercosul.
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Passaporte — Foto: PF/SE/Divulgação
O passaporte é documento fundamental para quem pretende viajar para fora do país. As exceções são os países do Mercosul — bloco composto por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai — em que basta apresentar um documento de identificação.
Passaporte é diferente de visto: o passaporte é um documento de identificação que registra entradas e saídas, vistos e outras autorizações. O visto, por sua vez, é a autorização que um país concede a estrangeiros, permitindo sua entrada e circulação no território, a turismo ou a trabalho.
Atualmente, o governo federal calcula que são necessários de 6 a 10 dias úteis entre a solicitação e a retirada do documento pronto, mas o tempo pode ser maior durante períodos em que há aumento na procura do serviço.
O passaporte comum pode ser emitido tanto para brasileiros como para pessoas de outras nacionalidades, desde que se encaixem em determinados critérios.
O procedimento para solicitar o documento dentro do território nacional começa pelo preenchimento de um formulário no site da Polícia Federal.
Fora do Brasil, o órgão responsável pela emissão é o Ministério das Relações Exteriores. Passaportes Diplomáticos, Passaportes Oficiais e Passaportes de Serviço não são emitidos pela Polícia Federal.
Para indígenas não integrados, são necessários também a autorização da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) e o acompanhamento de representante do órgão durante o processo.
O documento de identificação em bom estado de conservação é obrigatório para todos os casos.
Após o preenchimento do formulário on-line, é necessário pagar a taxa de emissão do documento em qualquer banco, aplicativo bancário ou agência lotérica. Um boleto é gerado ao final da etapa anterior.
O valor comum é de R$ 257,25. Para casos de urgência e emergência, o montante sobe para R$ 334,42. O valor de R$ 514,50 é aplicado somente aos casos em que o documento é solicitado por quem já tenha tido passaporte emitido anteriormente, mas que não tenha apresentado Boletim de Ocorrência relatando a perda.
O agendamento é realizado pelo site da Polícia Federal, mas só acontece depois da compensaçãobancária do pagamento, que pode levar até 72 horas. O local escolhido para o atendimento é o mesmo onde o passaporte será retirado.
São 90 dias de prazo para buscar o documento. Depois desse período, o passaporte será cancelado e o prejuízo da taxa fica com o solicitante.
Depois do agendamento, é necessário comparecer ao posto de atendimento na data e horário escolhidos. A presença física do solicitante do documento é necessária em todos os casos e é obrigatório levar toda a documentação em vias originais.
Cópias, mesmo que autenticadas, não são aceitas.Nesta etapa, são colhidas as impressões digitais e é uma foto do titular é tirada. Ao final do atendimento, um prazo de entrega do documento será informado.
Após o atendimento presencial, o requerente pode acompanhar a solicitação pelo site da PF. Para verificar a informação, é preciso fornecer o número de protocolo e de CPF.
O documento só pode ser entregue quando o resultado da consulta for “Documento de viagem disponível para entrega. Confira os dias e horários de funcionamento do serviço de entrega, fornecido no dia do seu atendimento“.
O documento é entregue somente ao titular. Menores de 16 anos devem estar acompanhados de responsável legal, mas menores de 12 anos não precisam comparecer.
Informações G1

Está nas mãos do presidente Lula a decisão de voltar ou não a cobrar os impostos federais PIS/Cofins e Cide sobre a gasolina e o etanol, a partir de 1º de março. A medida provisória editada por ele em 1º de janeiro prevê o fim das desonerações em 28 de fevereiro para esses combustíveis.
Mas, de lá para cá o governo teve poucos avanços nas reformas que gostaria de fazer, como alteração na política de preços da Petrobras, e os indicadores econômicos, como a inflação e os juros, continuam pressionando as contas das famílias.
Com isso, aumentou, e muito, a pressão sobre Lula para manter a desoneração por mais tempo, vinda da ala política do governo, das ruas e do Congresso. Mas há duas questões:
Não há, portanto, escolha fácil para o presidente. Lula vive um dilema criado pelo governo Bolsonaro, que optou pela desoneração por interesse eleitoral, e, derrotado, deixou para o atual presidente o ônus de retomar a cobrança, algo extremamente impopular.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, a informação é que o martelo ainda não está batido. Lula deve esperar até segunda-feira (27), quando o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará de volta ao Brasil, para tomar a decisão.
Há algumas possibilidades na mesa. Entre elas, a volta gradual na cobrança dos impostos, uma forma de ganhar tempo para tentar alterar a política de preços da Petrobras.
Até agora, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, está de mãos atadas para promover qualquer mudança, pois é um presidente sem equipe. As suas indicações de diretoria ainda estão sob o processo de análise.
Já no conselho de administração, o governo deve esperar até 19 de abril para ter as suas indicações aprovadas na assembleia ordinária de acionistas. Outra opção é convocar uma assembleia extraordinária com 30 dias de antecedência, ou seja, que não ocorreria antes do final de março.
Em reunião nesta sexta-feira (24), Lula queria saber de Jean Paul Prates se há alguma forma dd a Petrobras absorver uma eventual elevação nos preços com o fim das desonerações e como estão os estudos para a alteração da política de preços.
A única ideia defendida publicamente até agora foi a de tentar alterar a política de preços sem desatrelar totalmente dos valores internacionais, segregando custos em real de custos em dólar, mas ainda não está claro se a solução é viável.
Prates não tem dado novas declarações por estar em período de silêncio até a publicação do balanço da empresa, no dia 1º de março.
Há impactos negativos, qualquer que seja a decisão de Lula.
Caso os impostos federais voltem a ser cobrados em 1º de março:
Impactos políticos:
Impactos econômicos:
Caso haja prorrogação da desoneração:
Impactos políticos:
Impactos econômicos:
Informações UOL