
A conta da Netflix que você usa é sua, de fato, ou você compartilha com algum outro familiar/amigo? Se a resposta é a segunda opção, saiba que os dias desse uso estão contados. A empresa constatou que mais de 100 milhões de usuários mundo afora compartilham suas senhas. Ou seja: utilizam o serviço por meio do login de outra pessoa. E isso vai mudar.
Para capturar mais receita, a Netflix está para lançar novas regras para o compartilhamento de senhas que pode obrigar uma série de usuários a assinar uma nova conta na plataforma. Depois da variação no valor da empresa e na queda de produção — muito motivada pela concorrência dos novos streamings —, essa talvez seja a única maneira de angariar mais assinantes.
As contas da Netflix ainda poderão ser compartilhadas, escolhidas pelo número de perfis em um mesmo login. A diferença, no entanto, é que esse compartilhamento fica restrito a uma única família que more na mesma residência.
Para garantir que todos os dispositivos logados estejam no mesmo ambiente físico, haverá uma solicitação a cada 31 dias para que os dispositivos estejam conectados em um mesmo provedor de Wi-Fi. A verificação será autenticada dessa forma para que o acesso à conta continue ati
Além de não conseguir entrar na conta, a Netflix bloqueará o acesso do usuário à plataforma e solicitará que ele tente fazer login em sua própria conta ou se inscreva para pagar a mensalidade.
Um ponto importante a ser ressaltado é que a empresa não cobrará automaticamente os titulares que forem barrados.
Caso seja barrado por utilizar a conta fora do Wi-Fi do titular, o novo usuário — se decidir criar uma nova conta — terá acesso às preferências que tinha antigamente no perfil que, agora, foi bloqueado. Serão transferidos: recomendações de programas, histórico de exibição e preferências totais do usuário.
Ainda será possível se conectar à conta da Netflix fora de casa, mas isso pode gerar um bloqueio. Em caso de uso externo, o usuário receberá um código temporário para acessar a conta em outro Wi-Fi, que permite o uso por sete dias consecutivos. Esse recurso não poderá ser utilizado mais de duas vezes seguidas.
A mudança começará pelos Estados Unidos a partir do fim de março e começo de abril. Ainda não há uma data estipulada para as mudanças no Brasil.
Informações TBN

Na reabertura dos trabalhos legislativos, nesta quarta (1), na Câmara Municipal, o prefeito Colbert Filho aproveitou o clima amistoso para, durante seu pronunciamento, apelar aos vereadores para aprovarem pedido de empréstimo de US$ 50 milhões de dólares, solicitado pelo Executivo, para realização de obras na cidade.
“Gostaria de solicitar a aprovação do pedido de empréstimo de US$ 50 milhões de dólares para podermos fazer um grande trabalho de drenagem urbana no município. O governo do Estado aprovou um projeto semelhante de R$ 300 milhões para a ponte Salvador-Itaparica. Se o governo do Estado pode, será que nós não podemos?”, argumentou.
Com os novos velhos aliados conquistados recentemente na Câmara, não será difícil para o governo aprovar o pedido. Provavelmente terá o apoio, por exemplo, de Edvaldo Lima, agraciado nesta quarta com a nomeação da filha para comandar a Previdência Municipal, cargo de diretor-presidente com status e salário de secretário.
*O Protagonista FSA
Em post nas redes sociais, atleta interagiu com seguidores contrários a Lula

A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou uma representação contra o jogador de vôlei Wallace Souza solicitando a instauração de um processo disciplinar contra o atleta. O documento foi encaminhado ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e à Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
Os advogados da União apontaram que o atleta violou o Código Brasileiro de Justiça Desportiva e do código de ética do COB. A AGU afirma que houve incitação pública ao ódio ou à violência, uso indevido de expressões discriminatórias e incitação à prática de ato de violência por meio de redes sociais.
Na argumentação, a AGU solicita às entidades a aplicação das penalidades máximas previstas em ambos os códigos, com multa no valor de R$ 100 mil e banimento do esporte olímpico.
O órgão ainda requer que nas representações os advogados da União sejam habilitados, para que a AGU atue como terceira interessada no processo.
O jogador de vôlei Wallace virou alvo da AGU por uma postagem nas redes sociaisna noite de segunda-feira 30. No Instagram, o atleta reagiu a um comentário de um seguidor e, em seguida, promoveu uma enquete na rede social, que foi apagada logo depois.
Wallace, que atualmente defende o Cruzeiro — mas foi suspenso pelo clube —, postou uma foto com uma espingarda calibre 12 e abriu uma “caixinha de comentários” para interagir com os seguidores. Um deles questionou: “Daria um tiro na cara do Lula com essa 12?”. Foi quando Wallace criou uma enquete. O jogador perguntou para os seguidores: “Alguém faria isso?”.
A postagem foi compartilhada pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. “Já acionei a AGU e vamos tomar todas as providências necessárias”, escreveu. Pimenta classificou o jogador como “extremista” e “golpista” e afirmou que “não vamos tolerar ameaças”.
Wallace usou as redes sociais para se retratar. Além de pedir desculpas, o jogador disse que “não tinha intenção de incitar a violência”.
“Quem me conhece sabe que eu jamais incitaria à violência em hipótese alguma, principalmente ao nosso presidente. Então, venho aqui pedir desculpas, foi um post infeliz que eu acabei fazendo. Errei”, comentou.
“Estou aqui pedindo desculpas, porque quando você erra, não tem jeito. Você tem que assumir seu erro e se desculpar. Jamais tive a intenção de incitar à violência ou ao ódio, não é da minha pessoa. Não foi isso que o esporte me ensinou, e não é isso que quero passar para ninguém”, completou o jogador do Cruzeiro.
Informações TBN

O Pumas, equipe que Daniel Alves defendia até ser preso provisoriamente acusado de agressão sexual, reclama uma indenização de R$ 25,5 milhões (5 milhões de dólares) ao jogador brasileiro por infringir termos de comportamento, presentes no contrato assinado por ele em julho de 2022.
No dia 20 de janeiro, data da prisão provisória, a diretoria do clube mexicano enviou um e-mail a Daniel Alves anunciando a rescisão do contrato e o notificando sobre o pedido de indenização. A demissão foi anunciada naquele mesmo dia pelo presidente do Pumas, Leopoldo Silva. O pedido de indenização estava anexo ao mesmo e-mail, mas não foi levado a público.
O UOL teve acesso ao e-mail enviado pelo clube para o jogador. No documento, o Pumas usa o contrato assinado com Daniel Alves para argumentar sobre a rescisão do contrato e a cobrança da indenização milionária. No contrato de trabalho, há cláusulas que penalizam o envolvimento em casos de doping, “em qualquer escândalo que se torne público” ou em “qualquer ato que seja considerado crime na legislação do país em que tenha acontecido”.
No e-mail, o clube considera que o caso de Daniel Alves se enquadra no terceiro tipo e por isso exige uma compensação financeira.
Devido a gravíssimos descumprimentos do jogador, nos termos dispostos nas cláusulas décima quarta e décima quinta do contrato, o jogador está de forma irremediável obrigado a ressarcir o clube com o pagamento da indenização prevista na cláusula décima quinta do contrato, na quantia de US$ 5.000.000 (cinco milhões de dólares americanos), líquidos, ou seja, livres de qualquer imposto ou retenção.none
Ainda no e-mail, assinado pelo advogado do clube mexicano, o Pumas afirma que “se reserva o direito de executar todas e quaisquer ações diante da Fifa e/ou em qualquer outra jurisdição pertinente e competente, para reclamar a indenização, que foi pactuada nos termos da cláusula décima quinta do contrato”.
O UOL teve acesso, ainda, ao recurso apresentado pela defesa de Daniel Alves contra a prisão provisória. No documento, Cristóbal Martell oferece diversas medidas comportamentais em troca da liberdade do jogador até a conclusão da investigação.
Informações UOL

A declaração do deputado federal foi feita durante discurso pela candidatura à reeleição para presidência da Câmara dos Deputados. O parlamentar é o nome favorito para vencer a disputa e se manter no cargo.
Quero estabelecer com o Poder Executivo não uma relação de subordinação, mas de um pacto para aprimorar e avançar nas políticas públicas a partir da escuta cuidadosa e de sugestões das nossas comissões.
Arthur Lira, durante discurso na tribuna da Câmara
Arthur Lira (PP-AL) também defendeu a liberdade de expressão, mas rebateu o uso desse argumento contra a democracia. “Faço a defesa firme do nosso sagrado direito à liberdade de expressão, desde que não represente uma ameaça ao único regime que nos concede esse direito, que é a nossa democracia”.
Reeleição. Arthur Lira deve ser reconduzido à presidência da Câmara dos Deputados sem maiores dificuldades. Ainda, o político alagoano deve aumentar o número de votos em relação a 2021, quando obteve 302 votos a favor.
Lira conseguiu costurar apoios das maiores siglas da Casa, inclusive do PT. O atual chefe da Câmara pediu o suporte do presidente Lula em troca de ajuda na aprovação da PEC da Transição para manter o pagamento de R$ 600 do Bolsa Família, uma das principais promessas do petista durante a campanha eleitoral.
Informações UOL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro está no Senado acompanhando as eleições para a presidência da Casa.
Questionada se o ex-presidente Jair Bolsonaro está com medo de ser preso, ela respondeu que “não é ele que tem que ter medo de prisão”. Depois, caminhou acompanhada de assessores e seguranças e não respondeu a outras perguntas.
Michelle foi ao Congresso apoiar o candidato do PL à Presidência do Senado, Rogério Marinho —ex-ministro de Bolsonaro.
Informações UOL

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi reeleito para a presidência da Casa nesta quarta-feira, 1º. Ele conquistou a vitória em primeiro turno ao vencer Rogério Marinho (PL-RN), candidato da oposição. Foram 49 votos a 32.
A vitória de Pacheco, mais ampla que o esperado, sugere traição dos senadores anteriormente dispostos a votar em Marinho. Nesta semana, os parlamentares divulgaram nas redes sociais placares não oficiais de votação. As mais recentes expectativas mostravam que Marinho ou Girão receberiam 38 votos, enquanto Pacheco teria apenas 35. Com a quantidade de votos que obteve, a oposição não conseguirá aprovar Propostas de Emenda à Constituição nem Comissões Parlamentares de Inquérito.
Mais cedo, durante uma cerimônia no Supremo Tribunal Federal (STF), Pacheco disse que não haveria “enquadramento” do Judiciário. “O autoritarismo de uma minoria inconformada tentou ameaçar a democracia”, observou, referindo-se às manifestações de 8 de janeiro. “Mas o Judiciário mostrou a força de sua resiliência.” A declaração ocorre na esteira de inquéritos considerados inconstitucionais por diversos juízes e de prisões ilegais de conservadores.
A candidatura de Pacheco recebeu o apoio formal do Partido dos Trabalhadores (PT) e do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A possibilidade da vitória de Marinho representaria um golpe nas pretensões do partido, visto que o ex-ministro defende pautas caras aos 52 milhões de brasileiros que não escolheram o atual presidente, como o impeachment de ministros do STF, as liberdades individuais, o armamento civil e a liberdade de mercado.
A reeleição do presidente do Senado ocorreu a despeito do abaixo-assinado contra sua vitória. Mais de 170 mil pessoas assinaram o documento. Os signatários acreditam que Pacheco não é comprometido com seu dever institucional e com o cumprimento da Constituição. Marinho, nesse cenário, seria capaz de trazer “paz social, segurança jurídica e o equilíbrio necessário aos Poderes constituídos”.
A candidatura de Marinho ganhou fôlego com a desistência do senador Eduardo Girão (Podemos-CE). O parlamentar cearense levou sua candidatura independente até minutos antes do início da votação. “Gostaria de tentar muita coisa aqui”, explicou, ao anunciar voto em Marinho. “O que me motiva são as causas. A possibilidade de ser presidente desta Casa me daria a oportunidade de fazer muita coisa. Fiz minha parte para viabilizar essa candidatura. Mas reconheço que não foi possível. Meu voto e meu apoio são seus. Que você possa ser a renovação de milhões de brasileiros.”
Informações Revista Oeste

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito em primeiro turno nesta quarta-feira (1º), em votação secreta, como presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos.
Pacheco recebeu 49 votos contra 32 do seu adversário Rogério Marinho (PL-RN). Em 2021, o mineiro recebeu mais votos favoráveis, 57.
O número mínimo de votos é 41.
A candidatura dele contou com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seis partidos: PSD (15), MDB (10), PT (9), PSB (4), PDT (3) e Rede (1). No primeiro mandato, Pacheco também foi apoiado pelo Planalto, mas, na ocasião, Jair Bolsonaro (PL) era o presidente.
Marinho foi o candidato de oposição ao governo Lula e reuniu a ala bolsonarista do Senado a seu favor. Bloco PL (12), PP (6) e Republicanos (4) sustentou a candidatura do ex-ministro do Desenvolvimento Regional do governo Bolsonaro.
Marinho também angariou votos dentro dos partidos que oficialmente estavam do lado de Pacheco. Às vésperas do pleito, três senadores do partido do presidente do Senado, o PSD, afirmaram que votariam em Marinho.
*G1

Com a presença de jornalistas, artistas, influencers, formadores de opinião, dentre outros, Brahma anunciou, nesta terça-feira (31), tudo que preparou para o Carnaval deste ano. Patrocínio a mais de 80 trios sem corda, Camarote Brahma Salvador, carnaval de bairros, chopp Brahma na avenida, apoio à ambulantes são algumas das iniciativas da cervejaria para a folia da capital baiana.
De acordo com Gustavo Tavares, gerente regional de Marketing da Ambev, Brahma é parceira oficial do carnaval de rua de diversas cidades espalhadas por todas as regiões do Brasil e apoia blocos, camarotes e trios independentes em todo o país.
“Brahma será a marca protagonista da festa, mas, além dela, a Ambev estará com ações de Beats, ajudando a tornar a folia deste ano inesquecível”, explica Gustavo Tavares.
Ainda segundo o porta-voz, depois de um longo período esperando para curtir a maior festa de rua do planeta, a marca preparou várias ativações para o carnaval de Salvador. “Fiel à sua missão de unir os brasileiros em torno das suas paixões, entre elas o carnaval, Brahma vai mostrar a beleza e a brahmosidade de todos os carnavais do Brasil”, destacou Gustavo.

“Pela primeira vez em nossa história de mais de 130 anos, vamos participar das festas espalhadas pelo Brasil, isso é um marco importante, ainda mais em um Carnaval que volta a sua plenitude após dois anos de interrupção. É no Carnaval que mostramos nosso melhor lado como brasileiros, é nele que nos unimos atrás de blocos pelas ruas do país, que mostramos em nossa campanha e ações com o consumidor toda nossa criatividade e alegria e isso, só quem é brasileiro consegue fazer”, comenta Maurício Landi, diretor de marketing de Brahma no Brasil.
A marca vai apoiar mais de 80 atrações para o folião pipoca; 5 mil horas de música nos circuitos oficiais e nos carnavais de bairros; Patrocínio a mais de 10 blocos privados; Estimativa de 300 jornalistas de todo o Brasil credenciados na sala de imprensa do Camarote Brahma Salvador; 2.500 kits para todos os ambulantes credenciados pela prefeitura; 6 dias de festa e cerca de 3.500 foliões por noite no Camarote Brahma.
Conheça todas as ações da Brahma no Carnaval de Salvador:

“Agora, é hora de ouvir muito e falar pouco, porque ninguém vai decidir nada em 2023”. A declaração é do ex-prefeito José Ronaldo, em relação à sucessão municipal em Feira de Santana, em 2024. Com a experiência de quatro eleições como prefeito no município, Ronaldo sabe, como ninguém, o momento certo de “botar o bloco na rua”.
Em entrevista ao site Bahia Notícias, José Ronaldo não descartou a possibilidade de ser candidato a prefeito, mas garantiu que a decisão será tomada a partir de janeiro de 2024. “Agora, é hora de ouvir muito e falar pouco, porque ninguém vai decidir nada em 2023. A partir de janeiro de 2024, é uma outra história. Com a história de vida que a gente tem, vamos sentir o cenário político da cidade, como estão as reações das pessoas, como é que estão os partidos, mas, sobretudo, o próprio povo, que é quem resolve mesmo”, pontuou.
Sobre a relação com o prefeito Colbert, José Ronaldo foi taxativo: “A minha relação com Colbert é extremamente respeitosa. Agora, se você me perguntar se eu sou ouvido na gestão, eu te digo que não. Colbert faz a gestão com a cabeça dele, do jeito dele e da maneira dele”, afirmou o ex-prefeito.
Vale lembrar que, nas eleições de 2016, o ex-prefeito José Ronaldo foi reeleito no primeiro turno, com 212.408 votos, o que equivale a 71,12% do total de votos válidos na época.
Fonte: Site O Protagonista