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Com foco especial em militares, o governo Lula (PT) tem usado de várias estratégias para mapear os funcionários comissionados por Jair Bolsonaro (PL) e dispensar os que são os “bolsonaristas raiz”.

Segundo pessoas ligadas ao governo, não há um modus operandi específico para a “desbolsonarização”, mas dois pontos são levados em conta:

  • Declarações feitas publicamente;
  • Posicionamentos em relação aos atos golpistas de 8 de janeiro.

Oficialmente, porém, os petistas negam que haja perseguição e justificam ser natural a mudança de comissionados entre um governo e outro.

A necessidade de uma “triagem” tem sido tratada abertamente por Lula.

O presidente tem dito que não quer criar “um palácio de petistas”, mas já deixou claro a ministros e secretários que “não pode ficar ninguém [comissionado] que seja suspeito de ser bolsonarista” no Planalto ou na Esplanada.

Nós estamos no momento de fazer uma triagem profunda. Porque a verdade é que o Palácio estava repleto de bolsonaristas, de militares e estamos vendo se a gente consegue corrigir para colocar funcionários de carreira –de preferência funcionários civis que estavam aqui e foram afastados, transferidos de departamento — para que isso se transforme num gabinete civil”
Lula, em café com jornalistas, na semana passada

A estratégia fica clara a cada nova publicação do DOU (Diário Oficial da União).

  • Na terça (17), o governo dispensou 40 militares que cuidavam do Palácio da Alvorada.
  • Na quarta (18), mais 13 militares do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) que compunham a guarda do Planalto.

De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, as trocas deverão ser ainda mais intensificadas a partir desta segunda (23), quando os novos ministérios criados e desmembrados entram no sistema online da Presidência. “Ainda tem muita gente para sair e muita gente para entrar”, afirmou.

O governo que saiu tem pouca ou nenhuma sintonia com o governo que entrou. É um pensamento em todas as áreas muito diferente, portanto nós não poderíamos conviver com os mesmos noneassessores. Não tem nenhuma novidade com isso. Ou alguém achava que íamos entrar no governo e manter os assessores?”
Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil

Este movimento também influenciou diretamente na demissão do general Júlio César de Arruda do comando do Exército ontem (21).

Segundo o UOL apurou, o principal motivo da destituição seria falta de confiança por parte de Lula com o comandante, mas a gota d’água teria sido a designação do tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, um dos braços direitos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para o 1º Batalhão de Ações de Comandos, em Goiânia.

Arruda teria recebido —e recusado— pedido de Lula para que a nomeação fosse retirada.

Lula não tem escondido o descontentamento com o GSI, responsável pelo CMP (Comando Militar do Planalto), e com seu comandante, o general Gonçalves Dias. Os dois são próximos desde 2003, quando o general assumiu o posto na primeira gestão petista.

Segundo a imprensa revelou, ao menos 36 homens do Batalhão da Guarda Presidencial foram dispensados, por escrito, 20 horas antes de bolsonaristas invadirem e depredarem o Palácio do Planalto.

G. Dias, como é conhecido, não foi nem chamado paraa última reunião de Lula com os comandantes das Forças Armadas, na sexta.

O GSI não comenta o assunto. O UOL procurou a assessoria do Planalto, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado, caso haja retorno.

O governo não deixa claro de que forma essa triagem é feita. Pessoas próximas relatam que formas mais explícitas de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são levadas em consideração.

Para isso, são consideradas declarações públicas —seja nos gabinetes ou em redes sociais— de apoio à tentativa de golpe, de questionamento de segurança das urnas eletrônicas ou de pedido de fechamento do STF (Supremo Tribunal Federal), por exemplo.

Independente se a pessoa é civil ou militar, está se fazendo troca de pessoas porque cargo comissionado é cargo de extrema confiança do seu chefe imediato. E mesmo nas áreas militares nós trocamos comandantes. Então, é natural que haja um rodízio”
Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil

Informações UOL


Por Joilton Freitas

Foto: Divulgação/Walt Disney Pictures

O filme Piratas do Caribe fez tanto sucesso que se transformou em uma série de filmes da Walt Disney Pictures. A série tem como principal personagem o Capitão Jack Sparrow, interpretado pelo excelente Jonny Depp, um pirata mulherengo, beberrão que adora dinheiro e uma boa encrenca.

No filme; O Baú da Morte, Sparrow descobre que tem uma dívida de sangue com David Jones, um legendário capitão do navio fantasma. O navio vaga pelos oceanos da morte levando almas penadas. Mas a cada sete anos, ressurge nos oceanos da vida para buscar marinheiros que fizeram muita estrepolia durante a sua existência na terra. Veja que o tempo é muito importante para aparecer e desaparecer com coisas e pessoas.

No último sábado (14), o governador, Jerônimo Rodrigues e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, estiveram em Feira de Santana para visitar o Residencial Campo Belo. O motivo principal da visita foi vistoriar e preparar a obra para Lula inaugurar ainda em janeiro de 2023.

Vocês devem está se perguntando: Deus, mas Lula assumiu no dia primeiro, como pode inaugurar uma obra desse tamanho em menos de um mês? Simples, a obra começou em 2016, ainda no governo de Dilma Rousseff.

O Residencial Campo Belo Habitar do Sertão, que fica no Campo do Gado, faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida, uma das meninas dos olhos do PT, que Bolsonaro transformou no Casa Verde e Amarela, e que agora volta a ter o antigo nome.

A vinda de Lula à Feira de Santana é para marcar o retorno desse programa dentro dos moldes estabelecidos pelos petistas. Que durante o governo de Dilma permitiu que associações pudessem fazer a mesma coisa que antes só era permitido entre dois entes públicos: prefeitura e governo federal.

Foi nessa condição que a Associação Entidade Habitar do Sertão se credenciou para gerir o Residencial Campo Belo do Sertão. A instituição tem como diretor o engenheiro Adriano Costa, filiado ao PT e que já foi candidato a vereador sem ter conseguido se eleger.

Mas a pergunta é: como um empreendimento desse tamanho pronto e concluído para inaugurar passou seis anos sem que os presidentes Temer e Bolsonaro o fizessem? O governo Temer, junto com o governo Bolsonaro, abandonaram o obra, disse Adriano Costa ao Acorda Cidade. Sim! Mas por que ela está pronta para inaugurar, faltando “repor o material que foi furtado” como disse o ministro Rui Costa?

Nós procuramos a Caixa Econômica Federal para que pudesse jogar luz sobre tudo isso, mas não tivemos retorno. Até aqui o que se sabe é que a obra foi entregue pela construtora R Carvalho.

A obra foi concluída! Isso é fato! O que não dá para entender é por que a Caixa só veio suspender o pagamento da vigilância, segundo Adriano Costa, em julho do ano passado. Fica um sentimento que o Residencial Campo Belo do Sertão, que poderia há anos estar fazendo a felicidade de 248 famílias, foi escondido na penumbra da burocracia. Como o navio fantasma, ressurge agora para a luz do dia. Espero que almas que fizeram estrepolias sejam atormentadas por deixarem 248 famílias sem casa. Última pergunta: o Ministério Público também está fazendo essas mesmas perguntas? Aguardamos!


Veja quais são os renomados técnicos da Europa que a CBF mira para assumir a Seleção Brasileira

Foto: EPA/FRANCK ROBICHON.

Na semana em que Tite oficializou a sua saída da Seleção Brasileira, a CBF intensifica a busca por um novo treinador. Segundo o UOL, os brasileiros são planos B e a prioridade para assumir o cargo seria um técnico de “primeira prateleira” da Europa.

Os nomes que mais interessam à CBF, no momento, são verdadeiras lendas europeias do futebol: Carlo Ancelotti, Zinedine Zidane, Luis Enrique e José Mourinho.

Apesar de Ancelotti já ter dito que pretende cumprir seu contrato com Real Madrid, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, não desistiu e quer se encontrar pessoalmente com o italiano em viagem pela Europa.

Outra reunião que está se desenhando nos bastidores é com Luis Enrique, ex-técnico da seleção espanhola.

Caso não seja possível fechar com um desses quatro principais nomes, aí sim a CBF trabalhará com a possibilidade de um brasileiro. Dorival Jr., Mano Menezes e Fernando Diniz estão entre os mais cotados.

Créditos: Metrópoles.


Jornalismo internacional começa a desacreditar na economia do Brasil com presidente Lula; Veja gráfico
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

A reputação da economia brasileira foi negativa em todos os meses de 2022 na mídia estrangeira. O resultado foi impulsionado pelo cenário político/eleitoral e também pelas incertezas sobre a condução da política monetária e fiscal.

Depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a mídia internacional abordou com preocupação declarações contra privatizações e pela ampliação de gastos públicos. Como mostra o infográfico a seguir, os piores meses de 2022 foram outubro (quando Lula venceu a eleição presidencial), novembro e dezembro.

Os dados são de levantamento realizado pelo Radar +55, hub de inovação do Grupo BCW. Foram analisadas 1.117 notícias ao longo de todo o ano de 2022 dos principais veículos de mídia de 8 países: Alemanha, Argentina, Chile, China, Estados Unidos, França, Inglaterra e México.

Os gastos públicos tornaram a ser o centro das discussões durante a fase de transição de governos, com as negociações para aprovação da PEC da transição que garantiu recursos para programas sociais e serviços públicos essenciais. Apesar do caráter assistencial e emergencial, a imprensa questionou a viabilidade e sustentabilidade desses gastos sob o ponto de vista da responsabilidade fiscal, estabelecendo essa meta como o principal desafio para Lula em seu mandato e ressaltando as desconfianças de investidores externos“, diz um trecho do levantamento.

A avaliação mais negativa nos últimos 3 meses do ano também é explicada pela análise da mídia estrangeira sobre o legado do governo de Jair Bolsonaro (PL). 

“A mudança de governo levou a uma série de avaliações críticas do mandato de Jair Bolsonaro, que causou menções sobre sua atuação na pandemia, no controle da inflação e, sobretudo, na política ambiental”, diz o estudo.

A inflação, que chegou a 12% no acumulado de 12 meses em abril, foi alvo de críticas ao longo do ano. A condução da política fiscal do governo, com medidas visando às eleições, também. A troca no comando da Petrobras foi vista como interferência de Bolsonaro.

O índice mais alto de confiabilidade na economia do Brasil foi registrado nos meses de julho, agosto e setembro. “O melhor desempenho desse quesito se deu no 3º trimestre, com 39% das citações mostrando otimismo diante da recuperação dos índices de inflação, desemprego e atividade comercial e industrial“, informou o estudo.

O Radar +55 destacou que os eventos que marcaram a política do país no ano passado geraram insegurança internacionalmente.  “Na avaliação da mídia estrangeira, o governo se mostrava inerte ao não promover ciclos de correção – sobretudo na Política Monetária – e não dava sinais de que entendia e iria responder às demandas globais de boas práticas econômicas a partir de ações planejadas e com efeitos a longo prazo. Vislumbrava-se um ano marcado por iniciativas eleitoreiras.” 

No início de 2022, as questões políticas/eleitorais foram mencionadas em 19% dos textos que falavam sobre a economia. O número subiu para 41% no 4º trimestre. 

O ex-presidente Jair Bolsonaro também passou a ser considerado pela mídia estrangeira como o maior responsável pelos problemas econômicos. No 1º trimestre, 18% das citações em reportagens atribuíam ao então presidente a responsabilidade direta dos problemas econômicos. Essa proporção subiu para 41% no último trimestre. As duas principais críticas foram: 

  • iniciativas consideradas eleitoreiras; 
  • discursos e posturas consideradas antidemocráticas.

A única temática que ficou o ano todo positiva para o Brasil foi a balança comercial, que registrou crescimento das exportações agrícolas. “Essa foi a única temática com saldo positivo durante todo o ano, representando uma válvula de escape para a imagem do Brasil e até mesmo indicando por onde uma possível retomada deve partir no próximo período“, disse o levantamento. 

METODOLOGIA

O Radar +55 utiliza a metodologia do IDM, desenvolvido pelo Grupo BCW Brasil, para avaliar a reputação da economia brasileira na imprensa de 8 países. O algoritmo do IDM considera mais de 20 variáveis na análise de cada resultado de mídia espontânea. Os critérios são quantitativos e, principalmente, qualitativo. Referem-se ao veículo de mídia em que o resultado foi publicado e ao próprio conteúdo da matéria, permitindo a criação de insights e inteligência de dados com o cruzamento de informações e recortes temáticos ou cronológicos.  

Para medir a pontuação, há uma classificação de reportagens. O Poder360 destaca os seguintes critérios analisados: 1) se o texto tem teor positivo ou negativo; 2) qual o destaque dado à economia brasileira; 3) se há emprego de foto e em qual veículo foi publicado. Essas informações são incluídas em um sistema automatizado. Somam-se as pontuações de cada reportagem e, assim, chega-se ao saldo final.

Créditos: Poder 360.


Casos de Covid na China subiram após o fim da política de Covid zero, imposta pelo governo desde 2020 para tentar eliminar a transmissão do vírus entre os cerca de 1,4 bilhão de habitantes do país.

China enfrenta explosão no número de casos de Covid-19 em seu território desde o abandono da chamada política de Covid Zero — Foto: AP Photo/Andy Wong

China enfrenta explosão no número de casos de Covid-19 em seu território desde o abandono da chamada política de Covid Zero — Foto: AP Photo/Andy Wong 

A possibilidade de a Covid-19 voltar a se espalhar na China nos próximos dois ou três meses é remota, já que 80% das pessoas já foram infectadas, disse um importante cientista ligado ao governo neste sábado. 

O deslocamento em massa de pessoas durante o período do feriado do Ano Novo Lunar pode ajudar a espalhar a pandemia, aumentando as infecções em algumas áreas, mas uma segunda onda de Covid é bem improvável no curto prazo, afirmou Wu Zunyou, epidemiologista chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China, na plataforma de mídia social Weibo. 

Centenas de milhões de chineses estão viajando pelo país para as reuniões de fim de ano que haviam sido suspensas devido às restrições de aglomeração recentemente atenuadas, o que aumentou o medo de novos surtos em áreas rurais menos capazes de lidar com grandes surtos. 

A China ultrapassou o pico de pacientes com Covid em postos de saúde, em salas de emergência e com condições críticas, disse um funcionário da Comissão Nacional de Saúde na quinta-feira. 

Quase 60 mil pessoas com Covid morreram nos hospitais até o dia 12 de janeiro, cerca de um mês depois que a China encerrou abruptamente sua política de Covid-zero, de acordo com dados do governo.

Mas alguns especialistas disseram que esse número provavelmente subestima muito o impacto total, pois exclui aqueles que morreram em casa e porque muitos médicos já disseram que são desencorajados a citar a Covid-19 como causa da morte.

Informações G1


Franceses em greve levam 1 milhão às ruas em protesto contra nova idade para aposentadoria
Foto: Reprodução/Reuters.

Greves interromperam serviços de trem, voos, escolas e empresas na França nesta quinta-feira (19), quando mais de um milhão de pessoas protestaram contra os planos do governo de aumentar a idade de aposentadoria para a maioria dos trabalhadores.

Protestos nas principais cidades francesas, incluindo Paris, Marselha, Toulouse, Nantes e Nice, paralisaram muitos serviços de transporte. A Torre Eiffel foi fechada para visitantes.

O Ministério do Interior da França disse que mais de um milhão de pessoas foram às ruas em todo o país, incluindo 80 mil em Paris, onde pequenos grupos de manifestantes jogaram garrafas, pedras e fogos de artifício contra a tropa de choque.

Oito dos maiores sindicatos convocaram um primeiro dia de greves e protestos contra as reformas previdenciárias anunciadas pelo governo do presidente Emmanuel Macron. A legislação exigirá que os cidadãos franceses trabalhem até os 64 anos, dos 62 atuais, para se qualificarem para uma pensão completa do estado.

O governo francês disse que isso é necessário para enfrentar o déficit de fundos de pensão, mas as reformas irritaram os trabalhadores em um momento em que o custo de vida está subindo.

Professores e trabalhadores do transporte estavam entre os que não compareceram ao trabalho. Mais de 40% dos professores do ensino fundamental e mais de um terço dos professores do ensino médio entraram em greve, de acordo com o Ministério da Educação da França.

As linhas de trem em toda a França sofreram “severas interrupções”, de acordo com a autoridade ferroviária francesa SNCF, e as linhas de metrô em Paris foram afetadas por fechamentos totais ou parciais, disse a autoridade de transporte da cidade, RATP, no Twitter.

Entretanto, o Eurostar cancelou vários voos entre a capital francesa e Londres, segundo o seu site, e alguns voos no aeroporto de Orly foram riscados. O aeroporto Charles de Gaulle relatou “alguns atrasos” devido à greve dos controladores de tráfego aéreo, mas nenhum cancelamento.

A CGT, uma das principais confederações sindicais da França, estimou que dois milhões de pessoas participaram de mais de 200 eventos de protesto em todo o país e disse que a maioria dos trabalhadores das refinarias da TotalEnergies (TOT) saiu, interrompendo as entregas de derivados de petróleo.

A TotalEnergies (TOT) disse que o abastecimento de combustível em sua rede de postos de gasolina não seria afetado.

Por que as pessoas estão protestando?

As reformas previdenciárias propostas por Macron ocorrem quando os trabalhadores na França, como em outros lugares, estão sendo pressionados pelo aumento nas contas de alimentos e energia. Enfermeiros e motoristas de ambulâncias no Reino Unido também estão em greve na quinta-feira por causa de salários e condições de trabalho.

Milhares participaram de manifestações em massa nas ruas de Paris no ano passado protestando contra o custo de vida, e greves de trabalhadores exigindo salários mais altos causaram o esgotamento das bombas de combustível em todo o país há alguns meses.

“Essa reforma cai em um momento de muita raiva, muita frustração, muito cansaço. Na verdade, está chegando no pior momento ”, disse o chefe do sindicato CFE-CGC, François Hommeril, à CNN na terça-feira, apontando para a inflação que assolou a Europa este ano após a pandemia de Covid-19 e a invasão russa da Ucrânia.

Falando a jornalistas na Espanha na quinta-feira, Macron defendeu as mudanças como “justas e responsáveis”.

“Se você quer que o pacto entre as gerações seja justo, devemos prosseguir com essa reforma”, acrescentou.

A França gastou quase 14% do PIB em pensões estatais em 2018, mais do que a maioria dos outros países, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

Como se aposenta na França?

O porta-voz do governo, Olivier Veran, disse a jornalistas na quarta-feira que 40% dos trabalhadores franceses poderão se aposentar antes dos 64 anos sob o regime proposto por causa de exceções para aqueles que começaram a trabalhar cedo ou que têm empregos fisicamente desgastantes.

“Temos o sistema mais protetor e desenvolvido da Europa [para pensões]”, disse ele. “Mesmo depois das reformas, vamos nos aposentar na França melhor e mais cedo do que em quase todos os países da zona do euro”, acrescentou.

Na Europa e em muitas outras economias desenvolvidas, a idade em que os benefícios de pensão completa são adquiridos é de 65 anos e se aproxima cada vez mais dos 67.

A revisão das pensões tem sido uma questão controversa na França, com protestos de rua interrompendo os esforços de reforma em 1995 e sucessivos governos enfrentando forte resistência às mudanças que acabaram sendo aprovadas em 2004, 2008 e 2010.

Uma tentativa anterior de Macron de renovar o sistema de pensões da França foi recebida com greves nacionais em 2019 antes de ser abandonada por causa da pandemia de Covid-19.

Os sindicatos franceses devem se reunir na noite de quinta-feira para decidir se a greve deve continuar.

Créditos: CNN Brasil.


“Mentira”, afirma Bolsonaro em resposta às acusações de caixa 2
Foto: Reprodução.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou suas redes sociais neste sábado (11) a fim de refutar uma matéria do portal Metrópoles de título “o caixa 2 de Jair Bolsonaro no Planalto”. O ex-chefe do Executivo classificou a reportagem como “mentirosa” e forneceu explicações em diversos pontos.

Em primeiro lugar, Bolsonaro afirmou que o tenente-coronel Mauro Cesar Cid e sua equipe pagavam suas contas em dinheiro vivo, pois faz parte das atribuições dele, conforme Decreto nº 10.374, de 2020.

Na sequência, ele negou que saques foram efetuados por meio de cartões corporativos.

– Nunca foram feitos saques do cartão corporativo pessoal que ficava nas mãos dos ajudantes de ordens, bem como nunca se utilizaram do mesmo, conforme consta nos extratos comprobatórios em anexo – assinalou.

Bolsonaro ainda disse que os ajudantes de ordem nunca tiveram acesso ao cartão de nenhum órgão, muito menos os de organizações militares. “Isso é facilmente comprovado no portal da transparência”, acrescentou.

Outro dos pontos respondidos por Bolsonaro foi o questionamento sobre por que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro utilizou o cartão de crédito de uma amiga.

– A primeira dama utilizou o cartão adicional de uma amiga de longa data. A utilização se deu porque a Michelle não possuía limites de créditos disponíveis. A última utilização foi em julho de 2021, cuja fatura resultou em R$ 408,03 ( quatrocentos e oito reais e três centavos) – assinalou. (…) A Sra Rosemary Cordeiro é amiga da Michelle há mais de 15 anos – respondeu.

Por fim, o ex-presidente lembrou que o tenente-coronel Cid foi designado para o seu cargo “em maio, antes da eleição”, sem a sua interferência, “seguindo o processo seletivo de Exercito que iniciou em setembro de 2021”.

– Independentemente do resultado eleitoral ele daria prosseguimento na sua carreira militar – completou.

Créditos: Pleno News.


Bolsonaro é acusado de fazer “rachadinha” com ajudante de ordens e rebate acusações: “Eram minhas contas pessoais”
Foto: Reprodução.

O jornalista Rodrigo Rangel do site Metrópoles trouxe a tona novamente um assunto que irritou o presidente Bolsonaro durante a campanha eleitoral, gastos em dinheiro vivo e possíveis rachadinhas com seu Ajudante de ordens, o tenente-Coronel do Exército Mauro Cesar Barbosa.

Segundo o site, o jornalista teve acesso a uma parte da investigação que está em sigilo que mostram transações financeiras do militar do exército que atuava como ajudante de ordens do ex-presidente foram mapeadas pela Polícia Federal por ordem do STF.

Militar pagava contas do clá presidencial em dinheiro vivo ao mesmo tempo que operava uma espécie de “caixa paralelo” no Planalato, que incluía recursos sacados de cartões corporativos.

Pagamentos eram feitos em agência do Banco do Brasil localizada dentro do Palácio. Entre as contas pagas, estavam a fatura de um cartão de crédito usado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, mas emitido em nome de uma amiga dela.

O militar compartilhava da intimidade do então presidente. Além de acompanhá-lo em tempo quase integral, dentro e fora dos palácios, Cid era o guardião do telefone celular de Bolsonaro. Atendia ligações e respondia mensagens em nome dele. Também cuidava de tarefas comezinhas do dia a dia da família. Pagar as contas era uma delas – e esse é um dos pontos mais sensíveis do caso.

Entre os achados dos policiais escalados para trabalhar com Alexandre de Moraes estão pagamentos, com dinheiro do tal caixa informal gerenciado pelo tenente-coronel, de faturas de um cartão de crédito emitido em nome de uma amiga do peito de Michelle Bolsonaro que era usado para custear despesas da ex-primeira-dama.

Entre os pagamentos, destacavam-se faturas de um cartão de crédito adicional emitido por uma funcionária do Senado Federal de nome Rosimary Cardoso Cordeiro. Lotada no gabinete do senador Roberto Rocha, do PTB do Maranhão, Rosimary é amiga íntima de Michelle Bolsonaro desde os tempos em que as duas trabalhavam na Câmara assessorando deputados.

Rosi, como os mais próximos a chamam, é apontada como a pessoa que aproximou Jair Bolsonaro e Michelle quando o ex-presidente ainda era um deputado do baixo clero que nem sonhava um dia chegar ao Palácio do Planalto. Moradora de Riacho Fundo, cidade-satélite de Brasília distante pouco mais de 20 quilômetros do centro do Plano Piloto, até hoje ela mantém laços estreitos com o casal.

Esse cartão era no nome de Michelle, porém era um cartão adicional com a titular sendo sua amiga Rosi, e que, segundo a reportagem, as despesas da parte da primeira Dama na fatura eram pagas pelo ajudante de ordens, Coronel Cid. Michelle Bolsonaro usou o cartão até julho, onde sua última despesa foi a quantia de 408,03 reais.

A antiga amizade ganhou toques de glamour depois que a senhora Bolsonaro virou primeira-dama do Brasil – passou a contar, por exemplo, com viagens a bordo de jatinhos e até do avião presidencial. Em maio do ano passado, Rosi acompanhou Michelle em um tour por Israel que contou, ainda, com a participação da então ministra Damares Alves. As duas também foram juntas, em voos fretados pagos pelo PL, para eventos da campanha de Jair Bolsonaro à reeleição.

Em uma viagem oficial de Bolsonaro ao Maranhão, Rosi foi convidada a integrar a comitiva presidencial e registrou fotos ao lado dele na cabine principal do Airbus que serve à Presidência. A ascensão de Michelle fez a amiga também ascender no Congresso. No início do governo, era telefonista no gabinete de Rocha, aliado de Bolsonaro. Logo depois, foi promovida e viu seu salário aumentar. No fim do ano passado, ela ocupava um dos cargos comissionados mais altos da equipe, com salário de R$ 17 mil brutos.

Para além do montante sacado a partir de cartões corporativos que eram usados pelo próprio staff da Presidência, apareceram indícios de que valores provenientes de saques feitos por outros militares ligados a Cid.

As investigações desceram à minúcia das transações. A partir dos primeiros sinais de que várias delas haviam sido feitas em espécie, os policiais esquadrinharam as fitas de caixa e pediram até as imagens do circuito de segurança da agência bancária onde os pagamentos eram feitos – a agência 3606 do Banco do Brasil, que funciona no complexo do Palácio do Planalto.

O ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou, na noite desta sexta-feira, sobre as suspeitas de que seu principal ajudante de ordens no Palácio do Planalto, o tenente-coronel do Exército Mauro Cesar Barbosa Cid.

Bolsonaro respondeu por escrito a uma série de perguntas enviadas pela coluna, que, mais cedo, revelou detalhes de investigações que correm no Supremo Tribunal Federal sob o comando do ministro Alexandre de Moraes.

A reportagem mostrou que os investigadores que atuam com Moraes mapearam, a partir de quebras de sigilo autorizadas pelo ministro, saques e pagamentos feitos por Cid e homens de sua equipe na agência do Banco do Brasil localizada dentro do palácio presidencial.

A apuração, a cargo da Polícia Federal, aponta que parte dos recursos era proveniente de cartões corporativos do governo, inclusive de unidades militares. Entre os pagamentos estavam faturas de um cartão de crédito emitido em nome de amiga de Michelle que era usado pela então-primeira-dama.

Bolsonaro repete, nas respostas, que “nunca foram feitos saques do cartão corporativo pessoal” — ele se refere sempre a “cartão corporativo pessoal”, desconsiderando que havia outros cartões à disposição da equipe de Cid. Junto com as respostas, ele enviou dez páginas de extratos do cartão corporativo emitido em nome de Mauro Cid nas quais não aparecem movimentações.

Segundo o ex-presidente, todas as despesas administradas por seus ajudantes de ordens somavam aproximadamente R$ 12 mil por mês e os pagamentos eram feitos com recuros “oriundos exclusivamente” de sua conta pessoal.

Jair Bolsonaro diz ainda que Michelle utilizava um cartão em nome de uma amiga porque “não possuía limites de créditos disponíveis” e trata com naturalidade os contatos do tenente-coronel com militantes investigados por envolvimento em atos democráticos.

Eis as perguntas e respostas:

Por que o tenente-coronel Mauro Cesar Cid e sua equipe pagavam contas e outras despesas do senhor e de seus familiares em dinheiro vivo?
Conforme o decreto número 10.374, de 2020, compete e faz parte das atribuições da ajudância de ordens prestar os serviços de assistência direta e imediata ao presidente da República nos assuntos de natureza pessoal, em regime de atendimento permanente e ininterrupto, em Brasília ou em viagem, receber correspondências e objetos entregues ao presidente da República em cerimônias e viagens e encaminhá-los aos setores competentes, e realizar outras atividades determinadas pelo chefe do gabinete pessoal do presidente da República.

Por qual razão eram feitos saques a partir de cartões corporativos?
Nunca foram feitos saques do cartão corporativo pessoal que ficava nas mãos dos ajudantes de ordens, bem como nunca se utilizaram do mesmo.

Essas transações tinham aval do senhor?
Nunca foram feitos saques do cartão corporativo pessoal que ficava nas mãos dos ajudantes de ordens, bem como nunca se utilizaram do mesmo.

Como o tenente-coronel manejava também dinheiro sacado de cartões corporativos, como é possível garantir que não havia uma mistura dos recursos ao pagar despesas que eram pessoais, incluindo algumas da família da primeira-dama?
Os ajudantes de ordens nunca fizeram saque no cartão corporativo, bem como nunca se utilizaram do mesmo.

O senhor tinha conhecimento de que o tenente-coronel manejava também recursos sacados de cartões corporativos de outros órgãos, inclusive de organizações militares?
Os ajudantes de ordens nunca tiveram acesso a nenhum cartão corporativo de nenhum órgão e muito menos de nenhuma organização militar. Isso é facilmente comprovado no Portal da Transparência.

Por que cabia ao tenente-coronel Cid falar com apoiadores do senhor, inclusive pessoas que figuram como investigadas nos inquéritos que correm no STF?
Os ajudantes de ordens são responsáveis pela condução e execução da agenda presidencial e durante o dia várias pessoas buscam contato com o presidente da República.

A intermediação do tenente-coronel se dava para que o senhor não tivesse que tratar diretamente com esses apoiadores? Por quê?
Já foi respondido acima.

O senhor teme ser pessoalmente implicado nas investigações em curso no Supremo que miram o tenente-coronel Cid?
Já sou parte da grande maioria delas.

Por que a primeira-dama Michelle Bolsonaro usava um cartão de crédito de uma amiga?
A primeira dama utilizou o cartão adicional de uma amiga de longa data. A utilização se deu porque a Michelle não possuía limites de créditos disponíveis. A última utilização foi em julho de 2021, cuja fatura resultou em quatrocentos e oito reais e três centavos.

Qual é a relação do senhor e de sua família com a senhora Rosimary Cordeiro?
A senhora Rosemary Cordeiro é amiga da Michelle há mais de 15 anos.

Por que o tenente-coronel Cid, ainda no final de seu governo, foi designado para comandar um batalhão com missão tão sensível como o 1º BAC, no Comando de Forças Especiais? Foi um recado para o novo governo?
Ele foi designado em maio, antes da eleição, sem minha interferência, seguindo o processo seletivo de Exército que iniciou em setembro de 2021. Independentemente do resultado eleitoral, ele daria prosseguimento na sua carreira militar.

Com informações do jornalista Rodrigo Rangel do site Metrópoles.


Após ataque a Alexandre de Moraes, sistema do CNJ é novamente invadido
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O sistema interno do Conselho Nacional de Justiça foi novamente invadido nesta quinta-feira (19/1). Dias atrás, invasão ao Banco Nacional de Mandados de Prisão do CNJ mirou Alexandre de Moraes. Na ocasião, credencial foi usada para inserir um falso mandado de prisão contra o ministro do STF.

Procurado pela coluna, o CNJ confirmou a nova invasão ao sistema interno. A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o caso.

“Nesta quinta-feira (19/1), o Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do Conselho Nacional de Justiça identificou acessos atípicos à plataforma GitLab, repositório de projetos desenvolvidos em ambiente colaborativo.

A plataforma foi retirada do ar e todos os acessos ao serviço foram temporariamente suspensos. O ambiente foi saneado e as credenciais comprometidas foram identificadas e desabilitadas. O acesso à plataforma será normalizado nesta sexta (20/1).

Foram implementadas novas medidas de segurança e a investigação quanto aos fatos permanece em sigilo, com inquérito já instaurado perante a Polícia Federal.”

O CNJ afirma que a parte operacional do site referente a medidas judiciais não foi afetada. O problema, diz, se restringe à área destinada à tecnologia da informação.

Créditos: Metrópoles.


Artista italiano vende escultura invisível por mais de R$ 93 mil; VEJA IMAGEM
Foto: Reprodução

O artista italiano Salvatore Garau faturou uma bolada ao vender uma de suas esculturas. Entretanto, é uma obra um tanto difícil de descrever, uma vez que ela é “imaterial” e “invisível”. Em outras palavras, ela não existe, pelo menos no mundo tangível.

A escultura chamada “Io Sono” — o que em italiano significa “eu sou” — abocanhou um total de 18.300 dólares, o que equivale a mais de R$ 93 mil.

Garau recebeu críticas por contra do valor de sua obra invisível, mas ele argumento que ela não é um “nada”, mas sim um “vácuo”.

“O vácuo nada mais é do que um espaço repleto de energia, e mesmo se nós o esvaziarmos e não tiver mais nada lá, de acordo com o princípio da incerteza de Heisenberg, esse ‘nada’ tem um peso”, afirmou o artista, em declaração reproduzida pela Newsweek.

“Dessa forma, ela possui energia que é condensada e transformada em partículas, isso é, em nós”, complementou.

De acordo com o site Italy 24 News, Garau forneceu instruções de que a escultura deve ser exposta em uma casa particular, livre de qualquer obstrução, em um espaço de pelo menos 1 metro e meio de altura e 1 metro e meio de largura.

Essa é a primeira escultura imaterial que ele consegue vender, mas não é a primeira que criou. Em seu Instagram, ele chegou a publicar uma imagem do que chamou de “Buda em Contemplação”. No vídeo, é possível ver apenas um espaço demarcado no chão.

Créditos: UOL