
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, disse que a inflação de seu país, em quase 100%, “está em nossa cabeça”. “É preciso erradicar a lógica inflacionária na Argentina”, defendeu o peronista, durante uma entrevista a jornalistas do Canal Livre e da BandNews, que foi ao ar no domingo 22.
Ao ser interpelado sobre como fazer isso, Fernández explica que “grande parte da nossa inflação é o que os economistas chamam de ‘autoconstruída’, que está em nossa cabeça”. Adiante, o peronista afirma: “Vemos no jornal que o preço do combustível vai subir e tudo começa a subir”.
Depois de avançar pelo décimo primeiro mês consecutivo, o aumento dos preços na Argentina ficou em quase 95%, em dezembro de 2022. Trata-se da inflação mais alta dos hermanos, desde outubro de 1991, quando a taxa anual ficou em pouco mais de 100%.
Em dezembro, a taxa mensal foi de 5,1%, com aumento de 2,4 pontos porcentuais em relação ao mês anterior, que se encerrou em 92,4% ao total. Em novembro, o registro do mês foi de 4,9%. Com isso, a tendência de queda foi interrompida desde o pico de 7,4%, em julho.
De acordo com o “IBGE” portenho, os setores que puxaram o aumento de preços no mês foram os de restaurantes e hotéis (7,2%) e os de bebidas alcoólicas e tabaco (7,1%). Já os que apresentaram as menores altas foram os de comunicação (3,4%) e educação (3,9%).
Informações Revista Oeste

A influenciadora digital e cantora, Kleide Valente, relatou através dos stories do seu Instagram, uma agressão que sofreu durante uma viagem no aplicativo da Uber, nesta segunda-feira (23) , na cidade de Feira de Santana.
Momentos antes de sofrer a agressão, a influenciadora já havia relatado que a motorista estava um pouco agressiva no trânsito. Kleide relatou através das redes sociais que a motorista utilizou um estilete para agredi-la.
“Eu to com isso aqui leve porque foi Deus quem colocou a mão. Não foi agressão não, foi tentativa de homicídio mesmo”, relatou a cantora.
A nossa equipe entrou em contato com a cantora que explicou em detalhes sobre o ocorrido. Ela relatou que o caso aconteceu após um desentendimento com a rota no aplicativo da Uber. No aplicativo há uma função chamada ‘Parada’, na qual o usuário seleciona com antecedência algumas paradas que serão feitas durante a rota da viagem. De acordo com Kleide, a confusão começou quando a rota adicionada por ela estava como destino final, ela contou que relatou o erro à motorista, que em seguida lhe agrediu verbalmente e a mandou sair do carro.
A versão da influenciadora
Kleide ainda informou, que se colocou a disposição para pagar caso houvesse uma cobrança extra, por causa do problema com a rota, o que não foi aceito pela motorista, que em seguida iniciou as agressões físicas contra a influenciadora.
“Ela veio em cima de mim, foi quando eu vi que ela estava com um estilete na mão, e começou a querer me cortar de estilete, tentou passar no meu braço, onde me machucou e tentou me furar de estilete na barriga, foi ai que eu segurei a mão dela”, disse ela sobre o ocorrido.
A influenciadora registou um boletim de ocorrência no complexo de delegacias do sobradinho, onde passará por exame de corpo de delito, e o caso será investigado pela policia civil.
O que a Uber disse sobre o caso?
Tentamos entrar em contato com a central de atendimento da Uber, que até o momento não respondeu.
Em contato com nossa equipe, a Presidente do SINCAAP (Sindicato dos Condutores Autônomos Cadastrado em Aplicativos), Viviã Santos, informou que o sindicato já tomou conhecimento do caso, e alegou já deu inicio a uma apuração.
Confira os vídeos completo do relato da influenciadora:
Com informações do estagiário de jornalismo Robson Nascimento do site Rotativo News

Com César Oliveira
Tema: O caso das Lojas Americanas
Ouça o Podcast completo:

A Netflix não esconde sua ambição de roubar espectadores e anunciantes da TV. O plano, como o anúncio de resultados na quinta-feira passada mostrou, após ajustes no conteúdo e cortes no orçamento nos últimos meses, parece estar funcionando.
Na quinta-feira, a Netflix divulgou que superou sua própria previsão de ganhos de assinantes no último trimestre de 2022, adicionando quase 7,7 milhões de novos clientes. O número foi 70% superior ao que a empresa havia previsto, 4,5 milhões. O sucesso da série “Wandinha”, e dos filmes “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” e “Troll”, ajudaram no resultado.
A receita da Netflix também superou ligeiramente sua projeção, sugerindo que o novo plano baseado em publicidade lançado no último trimestre não gerou uma grande redução entre os assinantes atuais de planos mais caros.
A Netflix também projetou que a receita do primeiro semestre de 2023 cresceria cerca de 4% em comparação ao mesmo período do ano passado. O número é o dobro do aumento de 2% registrado no quarto trimestre. A empresa prevê que o aumento de assinantes e do lucro devem seguir crescendo nos próximos meses.
A explicação para o aumento do lucro é que a Netflix vai apertar o cerco para quem compartilha senhas. Segundo a empresa, os testes na América Latina sugerem que combater o compartilhamento de senhas levou a uma “receita geral melhorada, que é nossa meta com todas as mudanças de planos e preços”.
Os bons resultados e perspectiva positiva fizeram as ações da Netflix dispararem na bolsa de valores, chegando a subir mais de 8,5% na sexta-feira. Adicionar 7,7 milhões de assinantes foi positivo, mas fazer isso sem perder dinheiro e podendo ganhar ainda mais animou os investidores.
As ações da Netflix já subiram mais de 48% nos últimos seis meses, período em que a empresa anunciou sua entrada na publicidade, cortou custos, realizou grandes cortes de funcionários e retomou o crescimento de assinantes. Em meio às boas notícias a empresa também adiantou que Reed Hastings, fundador da Netflix, deixará o posto de co-CEO.
Enquanto a Netflix realiza uma transição aparentemente tranquila, voltando a crescer e lucrar, suas principais concorrentes estão em crise. A Warner Bros. Discovery corta para pagar sua alta dívida e a Disney passa por uma de suas maiores crises. No final do ano passado a Disney demitiu o CEO, Bob Chapek, por pressão de acionistas, e agora trava uma nova batalha com fundos ativistas que querem ver mais lucro das plataformas de streaming da empresa.
Bob Iger, que voltou da aposentadoria para retomar o posto de CEO da Disney, posição que ocupava antes de Chapek, inclusive já vem sendo pressionado para deixar o cargo. Nelson Peltz e seu fundo de investimentos Trian, que comprou US$ 900 milhões em ações da Disney (0,5% da empresa), querem que sejam feitos grandes cortes de custos, além de exigirem um assento no conselho da Disney e um plano de sucessão para Iger.
A Trian, em uma apresentação intitulada Restore the Magic (Restaure a Mágica) publicada dias atrás em seu site, descreveu o que vê como erros cometidos pelo conselho da Disney e comparou os retornos dos acionistas da companhia com as principais empresas listadas na bolsa e os competidores do setor durante o mandato de cada diretor. A ideia era mostrar a baixa performance das ações em relação aos competidores.
“Ainda existem vários diretores atuais e membros da administração que supervisionaram e aprovaram algumas das piores falhas estratégicas e de governança corporativa da Disney”, escreve a Trian na apresentação. O fundo cita a compra da 21st Century Fox por US$ 71,3 bilhões, os altos salários dos executivos da Disney e o alto endividamento da empresa como exemplos de má gestão.
A Disney contra atacou Peltz e divulgou na terça-feira uma apresentação de 16 slides defendendo Iger e o conselho. “Nelson Peltz não entende os negócios da Disney”, diz o texto que também afirma que Peltz não deveria receber um assento no conselho.
O acordo com a Fox, disse a Disney, permitiu expandir suas ofertas diretas ao consumidor em todo o mundo e ampliou seu portfólio de propriedades para incluir filmes como “Avatar” e programas de TV como “Os Simpsons”. A empresa também observou que as vendas de ativos após a compra reduziram o custo para a Disney para cerca de US$ 57 bilhões.
Mas Iger e Peltz concordam em um ponto: o streaming da Disney tem problemas e precisa mudar de rota. A Disney perdia mais de US$ 1 bilhão por ano com suas plataformas de streaming desde a estreia do Disney+. Mas em 2022 o prejuízo disparou. Nos primeiros nove meses de 2022 a empresa perdeu mais de US$ 2,5 bilhões com a área. A hemorragia financeira foi uma das razões da demissão de Chapek.
Enquanto a Disney patina, a Netflix projeta um fluxo de caixa livre (a quantidade de dinheiro disponível em uma empresa que sobra após todos os gastos serem quitados) de US$ 3 bilhões para o ano atual. Vale lembrar que além da Netflix, nenhum outro streaming dá lucro e nem deve fazer isso antes de 2025.
A Netflix disse nesta semana que já passou da fase de maior fluxo de caixa na construção de seus negócios e agora está focada em gerar forte fluxo de caixa livre. O plano de anúncios e o combate ao compartilhamento de senhas para aumentar a receita são duas prioridades para fazer fazer isso.
Outra estratégia é segurar os custos. Se gigantes como Apple, Google e até players tradicionais como Disney e Paramount têm investido bilhões para terem grandes atrações esportivas ao vivo em seus streamings, a Netflix segue distante do movimento.
Mas não é por falta de vontade. A Netflix chegou a conversar com a F-1 e donos de direitos de campeonatos de surf e tênis, mas o negócio não andou. Ted Sarandos, co-CEO da companhia, disse em dezembro em uma conferência com investidores que a empresa não se opõe a ter esportes, mas não fechou nenhuma compra de direitos porque a conta não faz sentido e não estão dispostos a perder dinheiro.
“Não vimos um caminho lucrativo para licenciar grandes esportes”, afirmou Sarandos, que acrescentou: “Não somos antiesportivos, somos apenas pró-lucro”. A Netflix “pode ficar duas vezes maior sem esportes”, acrescentou. A Netflix já conquistou uma grande audiência, disse ele, alegando que 165 milhões de lares assistiram à série coreana Round 6 sem que o programa de TV “tivesse que seguir o Super Bowl”.
“Não estamos fazendo essa migração [de um negócio de TV de legado]”, disse Sarandos. “Temos lucro no negócio de streaming.” Disse o executivo em referência a um comentário de Bob Iger, CEO da Disney, que afirmou em uma conferência em setembro que a TV tradicional “está marchando para um precipício distinto e será empurrada (pelo streaming)”.
Neste ano, a Netflix fará sua primeira transmissão de evento ao vivo, tendo o comediante Chris Rock como anfitrião. Em entrevista à Bloomberg, Sarandos também adiantou que ter canais FAST (Free Ad-Supported Streaming TV, canais online gratuitos com anúncios) estão nos planos.
Empresas de tecnologia como Amazon e Apple têm sido agressivas na aquisição de direitos esportivos para suas plataformas de streaming, principalmente nos Estados Unidos, onde o mercado está saturado e crescer é cada vez mais difícil.
A Amazon está pagando bilhões pelos direitos exclusivos do “Thursday Night Football” da NFL no Prime Video, enquanto a Apple fechou acordos para a Major League Baseball e a Major League Soccer no Apple TV+. Mas Sarandos – embora tenha feito uma ressalva de “nunca diga nunca” sobre a aquisição de direitos esportivos pela Netflix – comentou que a economia dos esportes ao vivo é construída em torno da TV paga e não faz sentido para o streaming.
Mas vale notar que nem os gigantes de tecnologia estão alheios ao novo cenário econômico. Amazon, Google e Microsoft (vista por muitos como uma potencial compradora da Netflix) anunciaram milhares de demissões nas últimas semanas.
A estratégia de comprar grandes eventos, principalmente os esportivos por atraírem grandes audiências, é efetiva para atrair assinantes e ganhar mercado, mas costuma trazer prejuízos. O modelo de compra de esportes na TV se sustentava porque a TV paga ajudava a fechar a conta cobrando caro do assinante.
Em seu plano para se tornar a nova TV a Netflix foge do prejuízo e busca fazer negócios racionais. Segue a mesma cartilha da Globo, que abriu mão de competições e renegociou contratos até mesmo abrindo mão da exclusividade da Copa do Mundo de futebol. Manuel Belmar, diretor-geral de Finanças da Globo, já afirmou que a Globo quer ter todas as grandes competições esportivas, mas não fará loucuras nem terá prejuízos.
Uma consequência, como o colunista Mauricio Stycer apontou em sua newsletter semana passada, é que “a série ideal da Netflix deve ser como um cheeseburger gourmet, ou seja, um programa que seja ao mesmo tempo comercial, de fácil compreensão, mas com algo diferenciado, premium”.
Bridgerton, apontada como exemplo deste cheeseburguer gourmet, tranquilamente poderia ocupar a faixa das 18h da Globo, nota Stycer.
Um efeito colateral dessa transformação para TV é a radical mudança de conteúdo. Sai o conteúdo mais artístico e segmentado e entram os arrasa quarteirão. A chegada do plano com publicidade na Netflix deve acelerar essa tendência.
Cada vez mais a Netflix precisa que uma série retenha o público por muito tempo para garantir que mais publicidade seja exibida. A expectativa da empresa é que até 10% de seu faturamento venha de publicidade, algo como mais de US$ 3 bilhões por ano. Uma das razões do cancelamento da série “1899” foi a baixa taxa de pessoas assistindo o conteúdo até o final, além de seu alto custo de produção. Apesar de ter chegado ao segundo lugar no topo dos mais vistos em diversos países, a série não terá segunda temporada.
Pela mesma razão mais séries devem ser canceladas. Mesmo uma série de sucesso talvez não faça sentido ter uma nova temporada se já existir algo semelhante no catálogo da Netflix para o mesmo público custando menos. Como na TV, o objetivo é atrair um público mais abrangente pelo menor custo.
“Nunca cancelamos um programa de sucesso”, disse Sarandos semana passada à Bloomberg. “Muitos desses shows foram bem-intencionados, mas falam para um público muito pequeno com um orçamento muito grande. A chave para isso é que você deve ser capaz de falar com um público pequeno com um orçamento pequeno e um grande público com um orçamento grande. Se você fizer isso bem, você pode fazer isso para sempre.
“House of Cards” e “Orange Is the New Black” foram pioneiras e marcaram território, mas hoje dificilmente funcionariam na nova Netflix.
Desde 2019, à medida que a competição aumentava no streaming, cresceu a reclamação de que os algoritmos passaram a beneficiar os blockbusters e grandes franquias como Stranger Things em detrimentos das produções mais artísticas.
Ironicamente, à medida que a Netflix fica cada vez mais parecida com a TV tradicional, a TV tradicional tenta criar produtos diferenciados para resistir ao apelo das gigantes de streaming. A guerra do streaming virou a guerra da mídia e está longe de acabar.
Informações Splash UOL

Falta de tempo não é desculpa para alguém deixar de meditar. Apesar de a prática tradicional pedir um espaço e condições adequados, é possível recorrer a técnicas meditativas em qualquer local e horário —inclusive durante o expediente de trabalho.
O mais interessante é que, muitas vezes, bastam alguns minutos, na própria mesa, para alcançar os benefícios da prática, que vão desde alívio de estresse e controle da ansiedade até melhoras na produtividade e na performance profissional.
“Meditação é a arte de se abrir a cada momento com a consciência calma. É uma atividade de consciência mental. Dominar a mente e trazê-la para o entendimento correto da realidade não é tarefa fácil e requer um processo lento e gradual”, argumenta Jairo Xavier, professor de yoga e meditação e terapeuta no Kurma Spa.
Segundo o especialista, a mente pode ser dividida em consciência sensorial (visão, audição, olfato, paladar e tato) e consciência mental —esta última oscila entre as experiências mais grosseiras (como raiva ou desejos)— e o nível mais sutil de completa tranquilidade e transparência. “Inclui nossos processos intelectuais, sentimentos, emoções, memória e sonhos”, explica.
Jairo Xavier acrescenta que há muitas técnicas de meditação, mas todas podem ser incluídas sob dois títulos: estabilizadoras e analíticas. “Usá-las nesses dois sentidos, dentro do ambiente de trabalho, pode ser algo bem proveitoso”, opina.
1. Mais saúde mental, desprendimento, estabilidade emocional e independência;
2. Menos ansiedade e depressão;
3. Raciocínio mais apurado;
4. Pensamentos criativos;
5. Aumento da concentração e empatia;
6. Melhora da memória e da inteligência;
7. Redução do estresse e doenças relacionadas (como cardiopatias, hipertensão e insônia)
O terapeuta reforça que é necessário praticar regularmente a meditação para vivenciar seus benefícios, como ocorre com qualquer outra atividade. Quanto mais meditação for realizada, mais a pessoa consegue entrar em contato consigo mesmo, tendo maior consciência do que fazer em cada momento.
As diferentes técnicas de meditação apresentadas a seguir podem ser feitas em qualquer lugar ou situação, inclusive no trabalho. Uma paradinha de 5 a 10 minutos já é suficiente para as práticas, que devem ser feitas toda vez que a pessoa sentir necessidade de se acalmar ou lidar melhor com determinada circunstância.
Se o ambiente for barulhento, busque espaços calmos e ao ar livre. Na impossibilidade de sair do lugar, recorra à música. “Coloque para tocar no fone de ouvido um mantra ou alguma melodia relaxante para facilitar a concentração e conexão”, orienta Jairo.
Como ele lembra, com a prática constante, é bem possível que a pessoa se habitue a entrar em estado meditativo de maneira fácil, apesar das inquietudes externas ou mesmo internas. A partir de agora, Jairo Xavier ensina seis técnicas de meditação que podem ser adotadas na empresa. Algumas não exigem nem que deixe a mesa de trabalho.
Indicação: pode ser feita durante pausas no dia a dia, sem necessariamente ter que sair do espaço de trabalho. Também é recomendada após o almoço, antes de retomar o expediente.
Como fazer: sente-se com a coluna ereta e feche os olhos, suavemente. Preste atenção ao que sente internamente e no entorno, deixando a mente livre e o coração tranquilo. Comece a perceber as sensações do corpo, tipos de sons externos e internos, bem como quais sentimentos, pensamentos e expectativas estão presentes. Apenas permita que eles venham e vão, que subam e desçam, como ondas do mar.
Concentre-se nessas ondas e descanse sentado, em meio a elas. Tranquilize-se mais e mais. Imaginando estar no centro dessas ondas, sinta a respiração. Atente para cada inalação e exalação e onde as percebe no corpo —se no nariz ou na garganta, ou na subida e descida do peito ou abdômen.
“Relaxe e sinta cada respiração, observando seu movimento regular, natural e espontâneo. Fique à vontade, deixando que outras sensações e sentimentos continuem a ir e vir como ondas ao fundo”, ensina o instrutor. Quando notar que esteve distante por algum tempo, grave a onda que o levou, apelidando-a carinhosamente de algo como: planos, lembranças, cansaço…
Deixe ir lentamente e retorne à respiração. Algumas ondas demorarão mais a passar e outras serão rápidas. Da mesma forma, alguns pensamentos ou sentimentos serão dolorosos, enquanto outros, prazerosos. O que quer que ocorra, deixe que venham à tona.
Retomar a respiração normal tende a ser fácil, mas em algumas situações é possível ficar suscetível às sensações e pensamentos. Respeite seu tempo e descanse sossegadamente em meio a tudo. Ao término, abra suavemente os olhos e comece a se movimentar lentamente.
Indicação: para se acalmar e clarear a mente. A oxigenação correta, sem uma respiração “picada”, faz com que o cérebro fique menos estressado e cansado.
Como fazer: sente-se confortavelmente e mantenha a coluna ereta. Os olhos devem ser mantidos fechados ou entreabertos. Faça algumas respirações profundas e lentas e concentre-se na respiração da ponta do nariz.
À medida que o ar entra e sai do corpo, mantenha a atenção nessa percepção sutil e observe a duração completa de cada inalação e exalação, sem interferir nesse fluir espontâneo.
“Se por algum momento a mente for para outro lugar, volte sua atenção ao fluir da respiração e perceba a temperatura do ar que entra e sai pelas narinas”, orienta o terapeuta. Sinta em cada respiração a paz e a tranquilidade que o envolve, cada vez mais e mais. Por fim, agradeça pelo momento presente, mesmo com todos os seus desafios.
Indicação: recomenda-se que seja feita após momento de muito estresse ou para controlar a ansiedade. A respiração é um dos pontos que oscilam muito durante situações tensas.
Como fazer: trata-se de uma das técnicas mais práticas e rápidas. Mantenha-se sentado confortavelmente. Se necessário, também pode ficar em pé. Em ambas as situações, a coluna deve estar ereta e os olhos, fechados.

O primeiro passo é respirar profundamente. Após alguns movimentos, inicie a contagem de cinco a dez respirações completas. Sempre que completar o ciclo, perder o cálculo ou a mente divagar, recomece novamente pelo número 1.
É importante preservar a respiração suave e tranquila. Se algum pensamento surgir, mantenha a atitude neutra. Não reaja com aversão, nem apego. Fique contente por estar “presente” no momento.
Indicação: esta meditação pode ser feita durante o caminho para o almoço (sem perder a atenção à rua, é claro!) e no percurso antes ou depois do expediente. Até mesmo uma caminhada dentro da empresa, durante a realização de alguma tarefa, pode ser suficiente.
Como fazer: em pé, sinta o corpo inteiro por um momento e faça algumas respirações lentas e profundas. Comece a caminhar e mantenha os olhos baixos, focados em algum ponto, poucos metros adiante.
A cada respiração, leve um pé à frente do outro, seguindo as passadas de acordo com a respiração. Procure manter o estado de consciência nos pés, observe o ponto de imobilidade e foque na respiração entre as passadas.
Sinta cada fase do movimento de caminhar e, quando terminar o período de meditação, fique em silêncio por alguns minutos. Observe a paz e a calma na mente e no corpo. Busque manter esse sentimento pelo resto do dia.
Indicação: esta prática também pode ser feita durante algum percurso, em qualquer momento da rotina do trabalho —de forma imperceptível— ou em pé (no transporte público, por exemplo).
Como fazer: na prática do mantra, o objetivo da meditação é o próprio mantra. O som pode ser entoado mentalmente ou mesmo de forma verbal.
Comece com algumas respirações mais profundas e, na sequência, basta ressoar o mantra escolhido.
Algumas sugestões são: “So ham” (Eu Sou), Aummm, Amor e Paz. “Quando terminar a prática, envolva-se nessa energia e agradeça o momento presente”, ensina o professor de meditação.

Indicação: tal meditação pode ser interessante antes de uma reunião ou apresentação. Também é indicada para quando é preciso se concentrar mais do que o normal, estimular a criatividade e clarear a mente, assim como diante da necessidade de lidar com situações adversas e inesperadas.
Como fazer: independente da posição em que se encontra, respire lenta e profundamente. Ao mesmo tempo, faça perguntas para si mesmo, relacionadas à situação atual: “O que estou sentindo agora?”, “Quão intenso é esse sentimento?”, “Como estou reagindo a essa situação?”.
À medida que a mente absorve tais perguntas, é possível se sentir mais consciente da circunstância presente. Preste atenção também aos impulsos do corpo: sinta o calor de uma xícara de chá ou café, observe (e não apenas olhe) o ambiente ao seu redor, aprecie ativamente o cheiro que invade as narinas.
“Finalize apreciando três coisas ao seu entorno que normalmente não são contemplados. Agradeça e mantenha essa atitude sempre que puder”, finaliza Jairo Xavier.
Informações UOL

A descoberta de “inconsistências contábeis” da ordem dos bilhões e o subsequente pedido de recuperação judicial das Lojas Americanas, aceito pela Justiça do Rio na quinta-feira (19), abriram um novo capítulo na história de Jorge Paulo Lemann. Entretanto, quem acompanha de perto a trajetória do empresário e filantropo brasileiro não se surpreendeu.
Credores fizeram questão de lembrar que o rombo na rede varejista não é a estreia de Lemann e seus sócios, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, na área das escorregadas e escândalos corporativos.
Ainda em 2021, a Stone, “unicórnio” (startup que vale mais de US$ 1 bilhão) da qual o grupo detém 4% das ações, teve problemas enormes de concessão de crédito, por “erros de experiência com recebíveis”, segundo o CEO da empresa. Naquele ano, a fintech perdeu 80% de valor de mercado.
Na noite de domingo (22), o trio de acionistas divulgou nota em que afirmam que, “assim como todos os demais acionistas, credores, clientes e empregados da companhia, acreditávamos firmemente que tudo estava absolutamente correto”. Para boa parte das fontes, contudo, é improvável que o trio não soubesse o que estava acontecendo nas Americanas. O estrago na imagem de “empresário do bem”, cultivada por Lemann ao longo de décadas, parece ser irreversível.

Lemann, Telles e Sicupira controlaram as Americanas por quase 40 anos (de 1982 a 2021) e detêm juntos pouco mais de 30% das ações da empresa — são seus maiores acionistas. Por isso, são chamados de “acionistas de referência”, com grande poder de negociação no conselho administrativo.
No final de 2022, logo após o anúncio da contratação de Sérgio Rial, ex-Santander, como novo CEO das Americanas, o BTG Pactual estava otimista com a companhia. A recomendação do banco era de compra de ações da varejista, com perspectiva de alta. O preço-alvo, para o BTG, era R$ 29. Na época, os papéis das Americanas oscilavam abaixo dos R$ 10.
Mas, diante do pedido de demissão de Rial em 12 de janeiro, alegando que R$ 20 bilhões em dívidas não apareciam no balanço da empresa, advogados do BTG passaram a tratar os empresários como ardilosos fraudadores. Na petição enviada à Justiça para tentar reter R$ 1,2 bilhão em dívidas da varejista, as inconsistências no balanço foram classificadas como “fraudes”, feitas de “má-fé” e de forma premeditada por “semideuses do capitalismo” “dando uma de malucos”.
O BTG foi o banco que se posicionou de forma mais agressiva, mas não foi o único que se sentiu traído. Segundo reportagem do Valor Econômico, sete instituições financeiras credoras das Americanas tentaram reverter a decisão da Justiça, que suspendeu a cobrança de dívidas, antes da recuperação judicial.
Executivos de bancos ouvidos pelo Valor classificaram a postura do trio como “arrogante” e chegaram a afirmar que não fariam mais negócios com nenhum dos três empresários. A dívida atual da companhia está na casa dos R$ 43 bilhões. As consequências do rombo para 16,3 mil credores e os cerca de 40 mil empregados ainda são incertas.

A fama de Lemann foi construída sobre um modelo de gestão inovador para os padrões brasileiros e também por ações ousadas e grandiosas, com ampla repercussão nos mercados brasileiro e internacional.
Na década de 1970, o Garantia foi um dos pioneiros na adoção de remuneração segundo desempenho. A estratégia permitia à empresa atrair gente competente e com gana de enriquecer. Era o início de um culto à ambição e à meritocracia que influenciaria mais de uma geração de empresas brasileiras.
Em 1982, com Sicupira e Telles já como sócios, Lemann entrou nas Lojas Americanas. A companhia passava por dificuldades, mas tinha imóveis próprios. O trio comprou o controle da empresa (70%) e iniciou uma série de ajustes. As ações subiram e eles recuperaram o investimento vendendo uma fração das ações.
Foi com a fusão entre as rivais Brahma e Antártica, no final dos anos 1990, que Lemann ganhou fama fora do mundo corporativo. O negócio daria origem à Ambev, que nos anos seguintes fundiu-se a outras até se tornar a maior do mundo (AB Inbev), a partir da compra da Anheuser-Busch, dona da Budweiser.
Foi de Lemann a iniciativa de criação da primeira empresa de “private equity” do país, a GP Investimentos. Com ela, o trio entrou no capital de empresas como Telemar, Gafisa e ALL, nos anos 2000. Depois de vender a GP a um grupo de empregados, os três empresários criaram a 3G Capital, com foco no mercado internacional. Adquiriram o Burger King, em 2010, e o fundiram com a Tim Hortons, dando origem à Restaurant Brands International. Também se associaram ao megainvestidor Warren Buffett para comprar a marca de ketchup Heinz. Em 2015, em um de seus últimos grandes movimentos, a 3G fundiu a Heinz à Kraft, criando a Kraft Heinz.
Envolvidos em negócios cada vez maiores, Lemann, Telles e Sicupira passaram a frequentar as listas dos mais ricos do Brasil. Na edição de 2022 do ranking brasileiro da Forbes, os três ocupavam o primeiro, o terceiro e o quarto lugares, com fortunas estimadas em R$ 72 bilhões, R$ 48 bilhões e R$ 39,85 bilhões, respectivamente.
Mas o estilo de administração do grupo, baseado em uma rígida gestão de custos e ganhos de escala, tem perdido apelo com a economia digital. Para se alinhar à nova realidade, Lemann tem se aproximado de startups e investido em fundos de “venture capital” — a compra de ações da Stone foi um deles.
Com o escândalo das Americanas, a expectativa é que acionistas de outras empresas controladas pelo trio peçam auditorias para saber se o problema não é maior do que parece.
Embora se especulasse, na semana passada, que Lemann e seus sócios colocariam recursos próprios na companhia para que ela continue a operar normalmente, nada foi dito a respeito. Na nota, dizem que, como acionistas, também foram “alcançados por prejuízos”.
Até aqui, o fascínio gerado por grandes transações, investimentos em filantropia e livros exaltando a trajetória do trio vinham sendo suficientes para eclipsar os tropeços. Daqui para frente, será preciso mais que isso para retomar a confiança do mercado. Lemann, aos 83 anos, ocupa agora o centro de um dos maiores escândalos corporativos do país.
Informações UOL

O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu cinco dias para o ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestar sobre os protestos em Brasília, que ocorreram em 8 de janeiro. O pedido foi feito pelo PT.
Serão notificados também o ex-ministro da Defesa Braga Netto (PL-MG), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A solicitação foi feita no âmbito do processo sobre suposto uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder político.
A postagem à qual a ação se refere foi feita após o protesto em Brasília, mas apagada duas horas depois. O post incluía um vídeo com interpelações sobre as eleições. No vídeo, um procurador de Mato Grosso do Sul afirma que os brasileiros não têm poder sobre o processo de apuração dos votos.
A decisão de Gonçalves, sobre os protestos em Brasília, é do sábado 21. O prazo começa a contar a partir da notificação. Bolsonaro está nos Estados Unidos, desde que deixou a Presidência, um dia antes da posse de Lula. O ex-presidente decidiu passar um período de descanso no exterior. Não há previsão para volta.
Informações Revista Oeste

Depois de mudanças na diretoria, a Agência Brasilpublicou uma reportagem com trechos em linguagem neutra. A manchete informa logo de cara: “Parlamentares eleites reúnem-se pela primeira vez em Brasília”. O texto exalta o 1º Encontro de LGBT+eleites”, que ocorreu entre 20 e 21 de janeiro deste ano.
Segundo a notícia, a cerimônia reuniu parlamentares eleites para a Câmara dos Deputados e também para as assembleias legislativas dos Estados. O encontro antecede ao Dia Nacional de Visibilidade Trans, lembrado em 29 de janeiro.
A jornalista entrevistou alguns congressistas trans. Um deles criticou o perfil do Parlamento, chamado de “conservador”. “Eu acho que nós teremos um Congresso duro, difícil, mas que nos permitirá provocar a sociedade e trabalhar, junto com o governo eleito, para que a gente avance em pautas de dignidade, de direito, de cidadania”, disse Érika Hilton (Psol-SP). “Que não são pautas de identidade, não são pautas de ideologia. São pautas que devem ser tratadas como aquele que é o papel do Congresso: levar dignidade para o povo.”
Em vários momentos no texto, a jornalista da Agência Brasil faz uso da linguagem neutra. Por fim, ela comunica ter utilizado o dialeto não binário “a pedido das parlamentares eleites”.
Depois da cobertura da Empresa Brasil de Comunicação, durante os protestos de 8 de janeiro, o ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, demitiu o alto escalão da estatal. Isso porque os atos foram tratados como “manifestações”. Dessa forma, o PT nomeou uma nova cúpula, mais alinhada aos interesses do partido.
IG

Em entrevista à CNN neste domingo (22), o ex-ministro da Defesa Fernando de Azevedo e Silva afirmou que não considera a nova troca no comando do exército um evento natural, em razão dos acontecimentos recentes e das sucessivas mudanças no posto ao longo dos últimos anos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu neste sábado (21) o general Júlio César de Arruda como comandante do exército, cargo que passará a ser ocupado pelo general Tomas Miguel Ribeiro Paiva, conforme anunciado pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.
“Realmente, normal não é. Este é o quinto comandante do exército que assume a função em menos de três, então não é normal. Mas é uma prerrogativa do presidente da República e do ministro da Defesa escolherem os comandantes das forças armadas”, afirmou.
Azevedo e Silva destacou que “todos os integrantes do Alto Comando do Exército são bem selecionados e escolhidos, como foi o general Arruda e como é o general Tomás”.
No entanto, o ex-ministro da Defesa criticou um eventual afastamento do tenente-coronel Mauro Cid de um posto militar por ter sido assessor do ex-presidente Bolsonaro.
“O coronel Cid recebia ordens, diretrizes do presidente. Eu o conheço, é um coronel que seguiu todos os cursos da carreira. A gente não pode execrar um coronel da ativa sem ter uma investigação iniciada, apurada e conclusiva”, declarou.
“Não pode jogar ele na fogueira porque simplesmente foi assessor do presidente. O Poder Judiciário tem que julgar. É um oficial brilhante, cumpria ordens, exerce um cargo muito delicado que eu já exerci. Então, temos que ir com muita calma nessa hora”, concluiu.
Créditos: CNN Brasil.

Foto: REUTERS/Carla Carniel.
Brasil e Argentina devem analisar a criação de uma moeda comum do Mercosul (Mercado Comum do Sul) durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao país, de acordo com o jornal britânico Financial Times.
O plano seria impulsionar o comércio e reduzir a dependência do dólar. No entanto, os países continuariam usando paralelamente suas moedas locais: o peso e o real.
Segundo a reportagem, a ideia será discutida em uma cúpula em Buenos Aires neste semana e outros líderes da América Latina também foram convidados a participar. A sugestão brasileira é que a moeda se chame “sur”.
O ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, disse ao jornal britânico que se trata de um projeto bilateral entre as maiores economias da América do Sul e seria apresentado aos outros países da América do Sul como um “convite”.
Massa afirmou ainda que Brasil e Argentina devem discutir possíveis estudos sobre a viabilidade do projeto.
“Haverá uma decisão de começar a estudar os parâmetros necessários para uma moeda comum, que inclui desde questões fiscais até o tamanho da economia e o papel dos bancos centrais”, disse.
“Não quero criar falsas expectativas. É o 1º passo de um longo caminho que a América Latina deve percorrer”, afirmou Massa.
A ideia, mesmo que confirmada, pode demorar anos para se concretizar. O ministro lembrou que a UE (União Europeia) levou 35 anos para criar o euro.
Pessoas envolvidas na negociação afirmaram ao Financial Times que a medida já foi discutida nos últimos anos, mas fracassou diante da oposição brasileira a ideia. O assunto voltou a ser cogitado depois da ascensão de 2 líderes de esquerda nos países.
No 3º dia de governo Lula, o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, já havia afirmado que os países iriam trabalhar juntos pela “moeda comum” do Mercosul. A declaração foi dada logo depois de uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
No entanto, Haddad negou a proposta 2 dias depois. Segundo a Agência Estado, o petista disse que “não existe uma moeda única, não existe essa proposta”.
De acordo com a reportagem divulgada pelo jornal britânico, um comunicado oficial sobre o assunto deve ser realizado durante a visita de Lula à Argentina. O presidente desembarca neste domingo (22.jan.2023) em Buenos Aires, para uma série de encontros bilaterais com países da América do Sul e para o retorno do Brasil à Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos).
Essa é a 1ª viagem internacional do chefe do Executivo depois de ter tomado posse, em 1º de janeiro. Desde que foi eleito, em outubro do ano passado, Lula já havia indicado que priorizaria uma visita à Argentina. Ele chegou a prometer a viagem para antes da posse, mas postergou a ida para janeiro devido às articulações para montar seu governo.
A Argentina foi estratégica nos 2 primeiros governos do petista (2003 a 2010) e um dos países mais visitados por Lula. Em 2002, ele escolheu o país vizinho para sua 1ª viagem como presidente eleito. O petista foi ao país em 2 dezembro daquele ano. Em janeiro de 2003, o então presidente argentino, Eduardo Duhalde, visitou o Brasil.
Créditos: Poder 360.