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Apesar de criticar Bolsonaro, Lula mantém nível de sigilo em informações do governo 

Gestão do petista não deu maior transparência a dados do Executivo, contrariando promessa feita na posse

O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem deixado em sigilo informações relacionadas à gestão do petista no mesmo patamar dos quatro anos de mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na campanha eleitoral de 2022, Lula fez duras críticas a Bolsonaro por não revelar dados relativos ao Executivo. Ao tomar posse neste ano, ele prometeu que daria mais transparência a assuntos referentes ao poder público. No entanto, no primeiro mês de mandato, o atual presidente não cumpriu com a própria palavra.

Segundo estatísticas da Controladoria-Geral da União (CGU), de 1º de janeiro até esta terça-feira (31), o governo federal recebeu aproximadamente 10.800 pedidos via Lei de Acesso à Informação e não respondeu a 7% do total de solicitações, quase o mesmo percentual observado de 2019 a 2022, quando a média de pedidos que não tiveram resposta foi de 7,4%.

Entre as justificativas dadas pelo governo Lula para negar acesso às informações, a principal é que se trata de dados sigilosos de acordo com legislação específica. Segundo a CGU, 23,4% das solicitações não tiveram resposta por esse motivo.

Outros 19,3% dos pedidos não foram respondidos por serem genéricos. Além disso, o governo não respondeu a 15,4% dos requerimentos por avaliar que eles envolviam dados pessoais. A gestão de Lula ainda afirmou que algumas solicitações não poderiam ser atendidas porque eram genéricas, incompreensíveis e desproporcionais ou desarrazoadas.

O governo federal impôs sigilo, por exemplo, sobre algumas informações relacionadas à recepção feita a autoridades nacionais e internacionais no dia da posse de Lula. A lista de convidados ficará em segredo por cinco anos. Segundo o Executivo, os nomes de quem participou da solenidade não serão divulgados, pois as informações podem pôr em risco a segurança da família presidencial.

“Não serão atendidos pedidos de informação que sejam desarrazoados, isto é, que se caracterizem pela desconformidade com os interesses públicos do Estado em prol da sociedade”, justificou o Executivo.

O coquetel da posse de Lula teve 3.500 convidados, entre políticos, autoridades, chefes de Estado e de delegações estrangeiras. Os gastos com a recepção, segundo o Palácio do Planalto, foram de quase R$ 628 mil. A solenidade aconteceu no Palácio Itamaraty e contou com cardápio assinado por chefs renomados com diversas opções de pratos, canapés e bebidas.

Na cerimônia de posse realizada no Congresso Nacional, em 1º de janeiro, Lula disse que, “a partir de hoje, a Lei de Acesso à Informação voltará a ser cumprida, o Portal da Transparência voltará a cumprir seu papel, os controles republicanos voltarão a ser exercidos para defender o interesse público”.

Informações TBN


Presidente da Câmara dos Deputados deu as declarações ao conceder entrevista à GloboNews.

Lira sobre Lula: 'Nunca fiz críticas, nem pessoais nem políticas'

Lira sobre Lula: ‘Nunca fiz críticas, nem pessoais nem políticas’ 

O deputado Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, afirmou nesta terça-feira (31) que tem uma relação “tranquila” com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que críticas feitas a Lula no passado “nunca” foram pessoais. 

Lira deu as declarações ao conceder entrevista ao “Estúdio i”, da GloboNews. 

No ano passado, Lira apoiou a reeleição do então presidente Jair Bolsonaro (PL), mas, desde que Lula venceu Bolsonaro nas urnas, ele teve diversas reuniões com o petista. 

“Nunca fiz críticas ao presidente Lula, nem pessoais, nem políticas. Eu as rebatia quando vinham críticas a respeito do Orçamento. Eu fazia isso de maneira muito clara. Nada na política interfere. No meu ponto de vista, eu não deixo que os problemas locais de Alagoas interfiram no discernimento do que é melhor para o país e para os partidos”, afirmou Lira. 

Arthur Lira, presidente da Câmara, em entrevista à GloboNews — Foto: Reprodução

Arthur Lira, presidente da Câmara, em entrevista à GloboNews — Foto: Reprodução 

“A relação [com Lula] é tranquila, é amistosa”, declarou. 

A votação para presidente da Câmara está marcada para esta quarta-feira (1º) e, também em entrevista à GloboNews, o adversário de Lira na disputa, Chico Alencar (PSOL-RJ), disse que o governo pode pagar “caro” pelo apoio do PT a Lira. 

Na ocasião, Alencar argumentou que, quanto mais votos Lira receber, maior será a força do deputado do PP para, por exemplo, exigir ministérios de Lula. 

Lira voltou a defender as emendas de relator, conhecidas como orçamento secreto, mecanismo de distribuição de verbas com critérios pouco transparentes que foi derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

Para Lira, isso reduz a capacidade do governo de fidelizar a base no Congresso, já que a equipe de Lula não terá controle sobre o empenho e a execução das verbas. 

“Esse governo inicia já com metade do orçamento municipalista [secreto] impositivos, de emendas individuais. Portanto, na minha visão, o governo que se inicia perdeu metade da sua mobilidade de conseguir a sua base no Congresso Nacional no que vai demandar muito mais trabalho”, afirmou Lira.

“O Orçamento do rp9 não era impositivo. Ou seja, só era cadastrado se o governo quisesse, empenhado se o governo quisesse, e pago se o governo quisesse”, disse. 

Lira disse ainda não ter tido acesso à minuta golpista encontrada pela Polícia Federal na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, durante busca e apreensão no âmbito do inquérito que o investiga nos atos de 8 de janeiro. 

“Esse assunto nunca chegou no Parlamento, na Câmara dos Deputados, com certeza. A esta presidência também não. Nunca ninguém teve essa ousadia de tratar sobre um assunto como esse. Teria tido nossa rechaça imediata”, disse. “A Câmara dos Deputados nunca compactuaria com qualquer tipo de acinte à nossa democracia, ao Estado Democrático de Direito.” 

Questionado na entrevista sobre a medida provisória editada pelo governo Lula que devolveu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Fazenda, Lira disse que a posição “majoritária” de deputados com quem ele tem conversado é de devolver o Coaf ao Banco Central. 

“Com relação ao Coaf, a posição majoritária com deputados, que ouço e com quem converso, é que tendem a devolvê-lo para o Banco Central”, afirmou Lira.

Perguntado se é a favor de o Congresso transferir o Coaf para o Banco Central, Lira respondeu: “Eu penso que a maioria dos deputados, hoje, pensa assim”. “Mas na hora da apreciação da MP a gente deve ter uma fotografia mais ampla deste assunto.” 

O Coaf é uma unidade de inteligência financeira e atua principalmente para combater o crime de lavagem de dinheiro. 

Até o governo Michel Temer, o Coaf era vinculado ao Ministério da Fazenda. No governo Jair Bolsonaro, o órgão foi transferido para o Ministério da Justiça, depois voltou para a Fazenda (à época Ministério da Economia) e, posteriormente, foi transferido para o Banco Central. 

Lira também foi questionado sobre a possibilidade de o governo Lula apresentar um novo “arcabouço” fiscal para o país. 

“Esse texto [a ser enviado pelo governo] tem que ser amadurecido para que tenha uma quantidade de votos igual ao quórum [para mudança] constitucional. Tem que vir um texto médio, um texto que tenha responsabilidade fiscal, que tenha limites para gastos públicos no Brasil, mas que permita ao mesmo tempo o avanço dos programas sociais”, afirmou.

Informações G1


Expectativa é de que nove parlamentares do MDB votem em Rodrigo Pacheco. Nelsinho Trad, Lucas Barreto e Dr. Samuel Araújo divergem do PSD e anunciam apoio a Rogério Marinho.

Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Rogério Marinho (PL-RN) vão disputar presidência do Senado — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado e Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Rogério Marinho (PL-RN) vão disputar presidência do Senado — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado e Luis Macedo/Câmara dos Deputados 

MDB declarou nesta terça-feira (31), um dia antes da eleição do Senado, apoio ao atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O partido faz parte da base aliada do governo Lula, que trabalha pela reeleição de Pacheco. 

▶️ Votos da bancada do MDB: No dia do pleito, o partido será a terceira maior bancada do Senado, com 10 senadores. 

  • Apenas uma senadora da legenda, Ivete da Silveira (MDB-SC), disse que vai escolher o adversário de Pacheco na eleição, Rogério Marinho (PL-RN). 
  • A expectativa é de que os outros nove senadores da sigla votem em Pacheco.
  • Como a votação é secreta, por mais que um partido feche questão em torno do nome de um candidato, traições costumam acontecer.
  • Se Pacheco vencer, o acordo é para que Veneziano Vital do Rêgo (PB), do MDB, continue na primeira vice-presidência. A primeira- secretaria deve ficar com Rogério Carvalho (SE), do PT, sigla que também pleiteia alguma comissão permanente. 
  • O líder do partido, Eduardo Braga (AM), pontuou que a bancada está “unida”. Para ele, o atual presidente do Senado tem “compromisso com a democracia” e com “programas de geração de emprego e renda”.
  • A eleição está marcada para esta quarta-feira (1º), às 16h. 

▶️ ‘Traições’ no PSD: Três senadores do partido de Rodrigo Pacheco, o PSD, anunciaram que votarão no principal adversário do mineiro na disputa, Rogério Marinho. 

  • Nelsinho Trad (PSD-MS), que era líder da bancada, Lucas Barreto (PSD-AP) e Dr. Samuel Araújo (PSD-RO) declararam voto ao lado de Marinho em coletiva de imprensa.
  • O PSD é a maior bancada da Casa, com 15 senadores. 
  • Uma liderança do PL disse, nos bastidores, que espera 7 votos do partido do Pacheco. 
  • Contudo, a sigla ainda faz parte da base do governo, que apoia o atual presidente do Senado.

▶️ Votos do União Brasil: Na segunda (30), o líder do partido e principal cabo eleitoral de Pacheco, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou independência da bancada. 

  • Isso aconteceu porque ao menos dois senadores da legenda devem votar em Marinho.
  • Os votos contra Rodrigo Pacheco no União Brasil devem vir dos senadores Alan Rick (AC) e Sérgio Moro (PR).
  • Principal articulador da reeleição do mineiro, Alcolumbre é motivo de insatisfação dentro do partido de Pacheco. Senadores do PSD querem mais espaço na Mesa e nas comissões e se sentem preteridos nas negociações de Alcolumbre.
  • Alcolumbre, que foi aliado de Bolsonaro, já estabeleceu uma boa relação com o presidente Lula, e conseguiu indicar três aliados para ministérios.

▶️ Pacheco: nesta terça, afirmou que “não abre mão da independência do Legislativo” e disse que sua candidatura “representará nos próximos dois anos o esteio de estabilidade, de diálogo, de cooperação com os demais poderes”. 

  • Pacheco se distanciou do bolsonarismo radical à medida que o primeiro escalão do governo Jair Bolsonaro intensificou as ameaças golpistas e o questionamento ao resultado das urnas.

▶️ Marinho: argumenta que o Senado assumiu posição “omissa” diante do Judiciário que, para ele, legisla sobre matérias que competem ao parlamento. Nesta terça, Marinho disse que quer fazer com que a Casa seja “protagonista”. 

  • O ex-ministro de Bolsonaro se beneficia da presença de uma ala bolsonarista na Casa e do descontentamento com a política de Alcolumbre na gestão Pacheco. O PL, partido do ex-presidente da República, é a segunda maior bancada, com 13 congressistas. 

▶️ Marinho: tem mais apoios públicos individuais. Até agora, manifestaram publicamente voto no candidato do PL: 

  • Alan Rick (União-AC), Sergio Moro (União-PR), Ivete da Silveira (MDB-SC), Dr Samuel Araújo (PSD-RO), Nelsinho Trad (PSD-MS), Lucas Barreto (PSD-AP), Izalci Lucas (PSDB-DF), Marcos do Val (Pode-ES). 
  • Outro que sinalizou voto no senador eleito é Alessandro Vieira (PSDB-SE). Dessa forma, ninguém do PSDB deve votar em Pacheco, já que Plínio Valério (PSDB-AM) disse que votará no terceiro candidato da disputa, Eduardo Girão (Pode-CE). 

▶️ Pacheco: o atual presidente do Senado é alvo de uma campanha de bolsonaristas nas redes sociais contrários à sua reeleição. Uma senadora relatou que recebeu mais de 2 mil e-mails em apenas um fim de semana com as frases: “mal elemento vota em Pacheco” e “você será expulsa da vida política”. 

Veja como está a divisão dos partidos

▶️ Apoio à reeleição de Rodrigo Pacheco: até agora seis partidos declararam apoio ao senador mineiro. As bancadas representam 42 senadores, mas nem todos os parlamentares devem seguir o voto defendido por suas legendas. Confira a seguir: 

  • PSD: 15 senadores;
  • MDB: 10 senadores;
  • PT: 9 senadores;
  • PDT3 senadores;
  • PSB: 4 senadores;
  • Rede: 1 senador.

▶️ Apoio à eleição do senador Rogério Marinho: por enquanto, três partidos declararam ser favoráveis a Marinho. Juntos, eles somam 23 senadores. O número de votos pode aumentar, pois senadores de outras siglas já anunciaram apoio à sua candidatura. Veja abaixo: 

  • PL: 13 senadores;
  • PP: 6 senadores;
  • Republicanos: 4 senadores.

▶️ Partidos independentes: outros três partidos declararam independência da bancada, sem orientação para a escolha entre os candidatos à presidência do Senado. As legendas somam 16 senadores. Confira quais são: 

  • União Brasil: 9 senadores;
  • Podemos: 4 senadores;
  • PSDB: 3 senadores.

Imagem sobre STJD acata recursos de Sport e Bahia sobre invasão de campo e Tricolor volta a ser 3º colocado na Série B de 2022

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva acatou, nesta terça-feira (31), os recursos apresentados por Sport e Bahia no julgamento sobre a invasão de campo da torcida do clube no jogo contra o Vasco, pela Série B de 2022, no dia 16 de outubro. Com isso, o Cruzmaltino não ficará com os três pontos da partida, terminando a competição na quarta colocação, com 62 pontos. O Bahia, portanto, volta para o terceiro lugar, com o mesmo número de pontos, mas número maior de vitórias. 

O placar do julgamento foi de seis votos a favor do recurso e um contra. O Esquadrão, representado pelo advogado Milton Jordão, ingressou no processo como terceiro interessado. Isso não altera a premiação do Tricolor no certame, que segue sendo de R$ 1,5 milhão. 

ENTENDA O CASO 

A confusão no jogo entre Sport e Vasco, no dia 16 de outubro do ano passado, ocorreu após uma intervenção do VAR na Ilha do Retiro terminar em pênalti marcado para o Cruzmaltino. 

O Leão da Ilha vencia por 1 a 0 e a torcida, revoltada, invadiu o gramado após o gol de empate marcado por Raniel. O atacante comemorou na frente da arquibancada. O duelo ficou paralisado por 56 minutos e foi encerrado por alegação de falta de segurança. 

O Sport e o Vasco receberam uma série de punições em primeira instância pelo STJD, como lembra o site ge.globo: 

– Perda do ponto referente ao empate no duelo, o que permitiu ao Vasco somar três pontos e subir para a terceira colocação; 

– A perda de oito mandos de campo para o Sport na Série B; sendo um já cumprido em 2022;

– Multa de R$ 180 mil ao Sport;

– Suspensão de quatro jogos ao goleiro Carlos Eduardo, do Sport, por agressão ao massagista do Vasco;

– Augusto Carreras, então diretor de futebol do Sport, foi absolvido;

– O Vasco foi absolvido da denúncia no artigo 257, por “participar de rixa, conflito ou tumulto”;

– Suspensão de quatro jogos ao goleiro Halls, do Vasco – visto correndo atrás de um atleta do Sport e o agredindo;

– Suspensão de dois jogos para o atacante Raniel, do Vasco; cumprida em 2022;

– Suspensão de dois jogos para o meia Luiz Henrique, do Vasco; cumprida em 2022.

Os recursos apresentados pelo Sport e julgados nesta terça versam principalmente sobre a perda de mando de campo e a multa de R$ 180 mil, além dos pontos da partida. 

Informações Bahia Notícias


Foto: Reprodução/Instagram/bahiadefeira

Quatro jogos e apenas três pontos. Esta é a atual situação do Bahia de Feira que ocupa a 9ª posição da tabela do Campeonato Baiano de 2023, e está na zona de rebaixamento junto com a equipe do Doce Mel.

Com um empate na primeira rodada do torneio contra a equipe do Vitória na Arena Cajueiro, o time feirense ainda não conseguiu ganhar um jogo na competição.Nesta terça-feira (31) às 20h30, o elenco do Bahia de Feira vai até o estádio Adauto Moraes enfrentar a equipe da Juazeirense, que atualmente ocupa a 6ª posição com seis pontos.

Na última quinta-feira (26), o Bahia de Feira entrou em campo contra a equipe do Barcelona de Ilhéus na Arena Cajueiro, mas não saiu do 0 a 0.

De acordo com o portal Bahia Notícias, parceiro do Acorda Cidade, o presidente do clube, Jodilton Souza criticou o elenco e os jogadores indicados pelo técnico João Carlos.

“A questão é qualidade de alguns jogadores que estão muito abaixo. Dos jogadores que foram contratados, um grupo de dez, tirando o lateral-direito, você pode botar o resto no liquidificador que não dá um jogador. É juntar os cacos e tentar sair dessa situação. Não tem como trazer reforços, infelizmente o futebol acontece dessa forma”, declarou.

Ainda segundo Jodilton Souza, o time está sendo considerado como o pior da competição.

“As contratações que João trouxe, todas as contratações, nenhuma correspondeu. O time está desmantelado. Digno de pena. Não perdeu porque Alan fez um milagre. É conversar com o treinador pra ver se ele consegue arrumar o time. Não pode jogar um futebol tão medíocre como estamos jogando. Entre as dez equipes, eu digo sem medo de errar que a pior é a do Bahia de Feira”, pontuou.

A reportagem do Acorda Cidade conversou com o técnico João Carlos que já está em preparação na cidade de Juazeiro. Segundo ele, por conta de algumas lesões de jogadores, o clube ficou desfalcado, e destacou que respeita a opinião do presidente.

“Eu respeito a opinião do presidente, ele sabe o quanto que a gente tem trabalhado, sei que no momento que ele se expressou existe a questão da emoção, mas estamos aqui para trabalhar e dar o nosso melhor para buscar realmente resgatar o time para lugares acima na tabela. Acredito que temos todas as condições para isso”, afirmou.

Ainda de acordo com João, este não era o objetivo de ninguém, mas os resultados foram acontecendo de forma sequência.

“Nós estamos em uma situação que obviamente não era o desejo de ninguém, tivemos algumas turbulências, se assim podemos dizer com os desfalques no time. Estamos com apenas três pontos, uma situação difícil da tabela, mas não é uma situação impossível, ontem mesmo o presidente entrou em contato comigo, mas em nenhum momento eu coloquei o meu cargo à disposição porque acredito no grupo, acredito na equipe que temos em mãos”, finalizou.

O confronto entre Juazeirense e Bahia de Feira nesta terça-feira, conclui a 5ª rodada do Baianão.

Após este jogo, o Bahia de Feira volta a entrar em campo no próximo domingo (5) às 16h na Arena Cajueiro contra a Jacuipense.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


FOTO: Reprodução/SECOM FSA

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disponibiliza durante todo o ano a vacina BCG, imunizante indicado para todas as crianças no primeiro mês de vida que protege contra a tuberculose.

A vacinação da BCG acontece em sete unidades de referência no município: o Hospital da Mulher e as Unidades Básicas de Saúde (UBS) – Baraúnas, Cassa, Caseb I e II, CSU, Dispensário Santana, Irmã Dulce, Jardim Cruzeiro, Mangabeira, Serraria Brasil e Subaé.A aplicação ocorre nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, obedecendo escala diária, para evitar desperdício de doses. Cada frasco do imunizante equivale a 20 doses, com validade de seis horas após aberto.

Confira abaixo o esquema:

Segunda-feira: UBSs Cassa, CSU (Centro Social Urbano) e Dispensário Santana;

Terça-feira: UBSs Caseb I e II, Irmã Dulce, Jardim Cruzeiro e Serraria Brasil;

Quarta-feira: UBSs Baraúnas, Cassa, Mangabeira e Subaé;

Quinta-feira: UBSs Caseb I e II, Irmã Dulce, Jardim Cruzeiro, Mangabeira e Serraria Brasil;

Sexta-feira: UBSs CSU (Centro Social Urbano) e Dispensário Santana.

Com informações SECOM de Feira de Santana


Foto: Mário Neto

Os trabalhos da Câmara Municipal de Feira de Santana serão reabertos nesta quarta-feira (1º). A Casa realizará uma sessão solene a partir das 8h30. A informação foi confirmada pela presidente Eremita Mota (PSDB).

Foto: De Olho na Cidade

“Nós convidamos todas as autoridades da cidade para participar. Só haverá a sessão solene. Retornaremos com as sessões ordinárias na quinta-feira”, disse.

Este ano não o houve o recesso parlamentar de 45 dias, como manda o Regimento Interno, devido as discussões acerca do Projeto de Lei Orçamentária (LOA), aprovado na semana passada. A vereadora, inclusive, negou a informação de que o retorno aconteceria somente após o carnaval.

“Não procede, até porque nós tínhamos o direito aos 45 dias de recesso, que não foi possível por conta da votação do orçamento. Ele foi pautado, não deu para votar em dezembro, passou para janeiro e nós tocamos sessões normais. Na próxima semana também teremos sessão normal”, afirmou.

Com informações do repórter Rafael Marques do site De Olho Na Cidade


Foto: Reprodução/Ruy Barbosa Notícias

O Tribunal Superior Eleitoral manteve a decisão do TRE-BA que desaprovou as contas de campanha dos candidatos da chapa majoritário do PSD, referentes às Eleições de 2020, quando concorreram aos cargos de prefeito e vice-prefeito Cláudio Serrada e Itamar respectivamente, e confirmou a determinação de restituição da quantia de R$ 31.200,00 ao Tesouro Nacional, em razão do repasse irregular de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para candidatos a vereador de partidos políticos distintos. 

A decisão baseia-se em norma jurídica que veda às  coligações nos sistemas proporcionais, ou seja, eleições para vereadores. Constatou-se que o PSD partilhou verba do fundo de campanha entre os vereadores dos partidos políticos da coligação majoritária, quando na verdade só poderia repassar tal recurso entre os próprios vereadores do PSD, o que não é permitido pela legislação eleitoral.

Uma vez que, demonstrada a irregularidade do repasse da verba de fundo eleitoral para a proporcional (vereadores) , essa decisão teria o condão de afetar as eleições Municipais quanto as cadeiras da Câmara de Vereadores de Ruy Barbosa?

Com base no processo e na decisão do Tributal Superior Eleitoral, os candidatos que, de alguma forma, se socorrerem do judiciário por se sentiram prejudicados,  poderiam entrar com ação judicial. A possibilidade de uma decisão favorável é significativa. Se a justiça entender que houve uma desigualdade financeira na corrida eleitoral, o candidato derrotado em 2020 poderia assumir uma vaga após uma possível decisão procedente.

Com informações Ruy Barbosa Notícias


GSI solicitou autorização para que sargento entrasse armado no saguão do aeroporto, mas teve pedido negado pela Polícia Federal

Foto: Arquivo Pessoal/Instagram

Filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) solicitou ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) reforço de sua segurança ao deixar o país rumo aos Estados Unidos, em dezembro do ano passado, pouco antes da viagem do pai.

De acordo com informações de Daniel Haidar, no portal Terra, um sargento foi escalado para acompanhar o edil no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, no dia 23 de dezembro de 2022. Conforme a publicação, o GSI pleiteou autorização para que o militar andasse armado no saguão de embarque, mas teve a demanda vetada pela Polícia Federal, por se tratar de algo proibido.

A segurança de familiares do presidente em exercício de mandato é uma prerrogativa, mas, segundo a coluna, no ofício ao qual o site teve acesso o GSI não especifica quais riscos concretos Carlos estaria exposto. Além disso, no pedido de autorização para ingresso do sargento armado o órgão omite o nome do vereador.

“Conforme análises de risco e planejamentos de segurança realizados, se faz necessário o ingresso do agente de segurança pessoal nos saguões de embarque e desembarque dos aeroportos (…)”, diz o documento.

Conforme apurou a publicação, a escolta chamou a atenção de policiais federais pelo fato do GSI tentar esconder da própria PF a identidade de Carlos Bolsonaro, o que só foi revelado após cobrados esclarecimentos. Outro ponto de estranhamento foi o pedido para a circulação de um homem armado em local que já é protegido por policiais federais e seguranças privados.

Além disso, chamou atenção o contexto da saída do país, no momento em que Jair Bolsonaro e os filhos tentam se desvincular dos atentados ocorridos em dezembro de 2022 e nos atos golpistas de 8 de janeiro deste ano.

Procurado pela coluna, o advogado de Carlos Bolsonaro afirmou que o vereador “não tem encaminhado informações/respostas sobre esse tipo de demanda da viagem dele”.

Informações Bahia.ba


Advogado entrou com um recurso contra a prisão preventiva

Daniel Alves Foto: EFE/ Fernando Bizerra Jr

A defesa de Daniel Alves, encabeçada pelo advogado Cristóbal Martell, analisou cerca de sete horas de gravação das câmeras de segurança da casa noturna Sutton, em Barcelona, onde supostamente o brasileiro agrediu sexualmente uma mulher de 23 anos. De acordo com o jornal espanhol La Vanguardia, Martell está convencido de que conseguirá a libertação do atleta da prisão preventiva.

Além da análise das imagens, Martell revisou toda a documentação do caso, bem como o relatório produzido pela polícia catalã. Segundo a reportagem, o advogado afirmou que “há margem para a defesa do jogador” e mostrou poucas dúvidas quanto à soltura do atleta.

Nesta segunda-feira (30), a defesa de Daniel Alves entrou com um recurso contra a prisão preventiva, sem direito à fiança, do lateral. Em entrevista ao Programa de Ana Rosa, do canal espanhol Telecinco, Martell disse ter a expectativa de que o pedido seja julgado em cerca de 20 dias. O objetivo é fazer com que o brasileiro responda às acusações em liberdade.

Com passagens pelo Barcelona, São Paulo, Seleção Brasileira, Daniel Alves está preso desde o dia 20 de janeiro. Ele está no Centro Penitenciário Brians 2, em um módulo destinado a agressores sexuais. Ele divide cela com outro brasileiro chamado Coutinho e recebe tratamento igual a qualquer outro preso.

*AE