
Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, se pronunciou após ter beijado na boca um rapaz e lhe ter pedido para “chupar a língua” durante um evento público, na Índia, no final de fevereiro. O vídeo foi partilhado nas redes sociais e gerou bastante polémica.
Segundo o The Guardian, Tenzin Gyatso reuniu-se, no templo do Dalai Lama, em Dharamshala, com cerca de 100 jovens estudantes que tinham acabado de se formar na Fundação indiana M3M.
No vídeo que se tornou viral, um dos jovens estudantes do sexo masculino perguntou ao Dalai Lama se o podia abraçar. O líder espiritual pediu-lhe que subisse à plataforma e pediu ao menino para o beijar na cara. “Primeiro aqui”, disse.
“Aqui também”, pediu. O rapaz beijou-o na boca e, seguida, Dalai Lama disse: “E chupa-me a língua”, disse pondo a língua de fora. O rapaz mostrou a língua e foi-se embora enquanto o Dalai Lama ria.
Muitos dos comentários ao vídeo diziam que o comportamento tinha sido “inapropriado”, “escandaloso” e “nojento”. A controvérsia suscitou um pedido de desculpas do gabinete do Dalai Lama, que disse que o seu comportamento tinha sido “inocente e lúdico”.
“A sua santidade deseja pedir desculpa ao rapaz e à sua família, bem como aos seus muitos amigos em todo o mundo, pelo mal que as suas palavras podem ter causado. A sua santidade provoca frequentemente pessoas que encontra de uma forma inocente e brincalhona, mesmo em público e perante as câmaras. Ele lamenta o incidente”, disseram numa declaração, citada pelo The Guardian.
Informações TBN

Um homicídio aconteceu no Povoado da Baraúna, em Barreiras, pouco depois das 17h deste sábado (8), durante uma partida de futebol pelo campeonato da mesma localidade onde dois times de bairros faziam a disputa.
De acordo com informações do Blog Braga, parceiro do Bahia Notícias, a vítima estava na reserva aguardando ser chamada para entrar no jogo, junto a uma árvore, quando o criminoso chegou por trás, e descarregou o pente da pistola, fugindo com um motoqueiro que estaria pilotando uma Honda/Bros.
De acordo com a lista oficial de jogadores, a vítima seria Mairon Luiz Nogueira Lima, de 27 anos de idade, natural de Barreiras, e o mesmo está com um mandado de prisão em aberto desde abril do ano passado.
O SAMU atendeu ao chamado e certificou o óbito. A Polícia Militar isolou a área até a chegada do delegado e da equipe do Departamento de Polícia Técnica, que por sua vez fez um exame pericial no local e no corpo. O rabecão fez a remoção para o necrotério para necropsia.
Não se sabe até o momento qual foi a motivação do crime. A Polícia já iniciou as investigações.
*Bahia Notícias/Blog do Braga

A Catedral Metropolitana de Sant’Ana, em Feira de Santana, foi palco de uma cerimônia especial neste Domingo de Páscoa (8). A Missa de Páscoa é um dos eventos mais importantes do calendário religioso cristão e representa a renovação da esperança e da fé na vida eterna.
O padre Paulo Tarso Bispo de Souza, paróco da Catedral de Sant’Ana explicou ao Acorda Cidade que a Páscoa representa a Ressurreição de Jesus.

“Esta é uma festa que já era celebrada pelos judeus, e celebrava justamente a saída do Egito. O Egito inicialmente teve proteção, mas depois começou um tempo de escravidão e gritou por libertação e Deus enviou Moisés, libertou o seu povo e Moisés conduziu o seu povo à Terra Prometida e os judeus então celebravam anualmente a festa da Páscoa. E Jesus morreru também justamente nesse período. E para nós cristãos, a Páscoa é a vitória da vida sobre a morte. O pecado, a morte foram destruídos e a vida venceu”, destacou.
A penitência é um tempo de preparação para a Páscoa, indicou o pároco.

“A gente faz jejum, fica sem comer, nos abstemos de algo que a gente gosta muito. É um sacrifício físico, carnal, não comer alguma coisa que a gente goste, ou até mesmo não usar, por exemplo, o WhatsApp, ou algumas dependências que nós temos, para a gente conseguir trabalhar e crescer espiritualmente. Tem um significado muito grande e importante para nós. Crescemos espiritualmente quando fazemos penitência e abstinência”, explicou.
A palavra levada aos fiéis é exatmente sobre a morte que foi vencida e destruída.
“Maria Madalena foi cedo ao túmulo de Jesus e o encontrou vazio, voltou achando que tinham roubado o corpo de Jesus e comunicou a Pedro e a João. Porém, quando João, discípulo amado do Senhor, chegou lá, viu, compreendeu e acreditou, é o verbo que tem na palavra. Então, João acreditou naquilo que Jesus tinha dito para ele, ‘vou ser entregue, vou morrer, mas no terceiro dia, vou vencer, vou ressuscitar’, então a palavra de hoje é extamente sobre a morte que foi vencida, destruída e a vida, portanto, é quem tem a última palavra”, disse.

A programação da Semana Santa iniciou no Domingo de Ramos. E a partir deste Domingo de Páscoa até Domingo de Pentecostes celebra-se o Cristo vitorioso e vencedor, abordou Paulo Tarso.
“Hoje iniciamos um grande dia que seguirá por 50 dias. Até Domingo de Pentecostes nós iremos celebrar como um grande dia, a mesma alegria do Cristo que ressuscitou e é vencedor”, concluiu.

Em entrevista ao Acorda Cidade, Creuza Sobreira, 86 anos, disse que frequenta a missa do Domingo de Páscoa desde os 7 anos.

“A Páscoa é a vida. A ressurreição de Jesus é o símbolo de toda cristandade. Não existe nada sem a ressurreição de Jesus. ‘Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que vive e crê não morrerá’”, abordou a passagem bíblica.
Creuza participou de todos os dias da programação da Semana Santa.
“Eu vivo a Semana Santa como se fosse a primeira e a última, porque estou viva, agradecendo a Deus por tudo”, ressaltou.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

Uma aposta simples feita em Feira de Santana, na Bahia, acertou 6 números do 1º prêmio do sorteio da Dupla Sena de Páscoa e ganhou R$ 17,4 milhões, no sábado (8).
O sortudo vai dividir o prêmio total de R$ 35 milhões com um bolão feito em Goiânia, que levou o mesmo valor.
Os números do 1º sorteio foram: 03-04-21-23-28-32 (2 acertos).
Os números do 2º sorteio foram: 05-15-19-21-34-39 (não houve ganhadores)Para retirar os prêmios, os ganhadores precisam procurar uma agência da Caixa Econômica Federal.Outras 15 apostas de Goiás acertaram 5 números e também ganharão prêmios. Outro bolão feito em Goiânia ganhou R$ 111 mil. Sortudos de Itumbiara fizeram bolão e ganharam R$ 41 mil.
As informações são do Bahia Notícias parceiro do Acorda Cidade

Já não me lembro se se chamava Manuela ou Maria a minha professora de datilografia numa escola pública na pequena cidade de Castelo Branco, em Portugal, na década de 90. Dominava uma máquina de escrever como uma instrumentista. Mas perdeu o emprego poucos anos mais tarde quando a disciplina saiu do currículo de ensino.
Quando a cadeira de dactylographia foi introduzida em Portugal, em 1847, prometia-se aos alunos que estariam “habilitados para a vida comercial e exercendo honrosos e lucrativos cargos no continente, ilhas, África e Brasil”. A verdade durou cerca de 150 anos.
Serão os jornalistas as novas Manuelas ou Marias? Quem solicitar hoje a um algoritmo de aprendizado profundo como o ChatGPT que escreva sobre a apresentação no tribunal do ex-presidente Trump, no dia 4 de abril, poderá receber, em poucos segundos, todo o tipo de texto (mais opinativo, mais analítico, apenas factual), com nuances e expressões idiomáticas em diferentes línguas. A qualidade, sinceramente, não é inferior à dos artigos sobre o mesmo tema produzidos por seres humanos para a imprensa brasileira.
Há duas perspectivas sobre esse fenômeno. A primeira salienta, com razão, que a inteligência artificial (IA) utiliza uma base de dados preexistente e, por isso, é um agregador de informação, não um criador. Para escrever sobre Trump, o ChatGPT apoiou-se (sem respeitar direitos de autor) em milhares ou milhões de notícias publicadas sobre o tema. Ou seja, a IA depende da existência prévia de jornalistas que criem o conteúdo. Também se argumenta que a IA poderá ser uma ferramenta de assistência ao jornalista, facilitando a contextualização, ajudando-o a escrever mais rapidamente, simplificando o alinhamento de textos a manuais de Redação, tentando encontrar novos ângulos para tratar uma reportagem.
Despertamos para a IA com o ChatGPT em 2023, mas já em 2018 a Forbes tinha lançado o Bertie, uma plataforma de IA que aprende o estilo de escrita dos jornalistas, identifica os tópicos sobre os quais normalmente escrevem e fornece sugestões para melhorar a qualidade de uma notícia (estilo, conteúdo, dados, fotos) ou recomenda tópicos de tendências em tempo real para cobrir.
O ChatGPT concorda com essa perspectiva minimalista da transformação. Diz ele que “a IA é atualmente mais adequada para tarefas repetitivas e padronizadas, enquanto o jornalismo envolve habilidades humanas como o pensamento crítico, a investigação, a análise de dados, a entrevista, a contextualização e a tomada de decisões éticas”. A Manuela ou Maria sobreviveriam à virose da inteligência artificial.
A segunda perspectiva já preparou o seu funeral.
A tendência a curto prazo é que a inteligência artificial possa analisar e interpretar imagens e vídeos, entender o significado de áudios e escrever textos originais. As máquinas não sentem. Mas disporão de ilimitados recursos para coletar, avaliar e produzir informações, sem intervenção humana. Serão capazes de entrevistar em tempo real e de detectar incongruências ou novidades na informação emitida pelo entrevistado. Poderão também ser as máquinas a dar, literalmente, a cara pelo conteúdo que produzem.
Já em 2018, a agência de notícias chinesa Xinhua apresentou o seu primeiro âncora de TV criado por IA, uma espécie de William Bonner algorítmico que pode comandar telejornais por dias seguidos, sempre atualizado. Os jornalistas humanos, como produtores e apresentadores de conteúdo (hard news), serão como aparelhos de fax, internet discada, telefone fixo ou máquina de escrever.

Mas não será o fim do jornalismo. Renascerá em pelo menos duas dimensões.
A primeira é a da checagem. O jornalista será aquele que apura, confronta e compara informações originalmente produzidas por IA. Um gatekeeper. O ponto de partida poderão ser as atuais agências de apuração de dados, criadas para verificar a credibilidade de discursos políticos ou a veracidade de informações que circulam nas redes sociais. Desde o surgimento, em 2003, da primeira plataforma de checagem de informações, o FactCheck.org, emergiram no Brasil cerca de uma dezena de projetos semelhantes, incluindo o Mentirômetro, desta Folha.
No Brasil, a revista piauí também tem uma coordenação de checagem que apura meticulosamente todas as informações produzidas pelos próprios autores, um trabalho que vai muito além da edição de texto.
Já em 1913, o americano Ralph Pulitzer foi o primeiro a criar, no seu jornal, o extinto New York World, uma equipe interna de verificação de dados para garantir a fidedignidade das informações prestadas ao público. A verificação de informações não é uma atividade menor do jornalismo, mas um dos seus fundamentos.
Outra dimensão é a do jornalismo investigativo, aquele que pressupõe bastidores, análise lacaniana do significado e significante de cada palavra sussurrada, acesso a fontes de informação confiáveis e interpretação cognitiva de informações não públicas. Para celebrar o seu centenário, a Folha destacou 100 grandes “furos” de reportagem. Quase nenhum poderia ter sido dado por uma ferramenta de IA.
As redações emagrecerão e haverá redução significativa de custos, mas talvez a IA tenha o efeito secundário de estimular o jornalismo a voltar à sua missão primordial de apuração crítica da verdade.
Hoje muitos jornalistas, principalmente os mais jovens, fazem um trabalho industrializado e escassamente remunerado, guiados mais pela estatística de impacto do que pelo pensamento crítico.
O futuro do jornalismo talvez implique um retorno ao ofício de artesão, o de criar objetos por meio da transformação da matéria-prima usando as mãos, a inteligência e a sensibilidade como os principais instrumentos de trabalho.
*Professor catedrático convidado na NOVA School of Business and Economics, em Portugal. Nomeado Young Global Leader pelo Fórum Econômico Mundial, em 2017
Rodrigo Tavares* – Folha – 5.abr.2023

O amistoso disputado pelo Vitória neste sábado (8), contra o Bahia de Feira, no Barradão, teve saldo positivo. A avaliação é do técnico Léo Condé. Leão e Tremendão terminaram empatados em 2 a 2. Os gols rubro-negros foram marcados por Zé Hugo e Thiago Lopes, enquanto Canela e Philipe balançaram as redes para os visitantes.
“Quatro semanas que a gente só treinou, conseguimos fazer esse jogo-treino e colocar em prática algumas coisas que foi trabalhada, principalmente no sentido de fazer observações para definir o time da estreia e também dar entrosamento aos jogadores que chegaram com os que aqui estão. Foi uma movimentação boa, contra uma boa equipe também que apresentou dificuldades para a gente. Acredito que com mais essa semana de treino que vamos ter pela frente vamos chegar bem para a estreia. O ritmo de jogo também contou muito e vai agregar bastante. Por isso quis fazer o jogo-treino”, disse Condé.
O Vitória começou com uma formação, sofreu alterações no intervalo e encerrou o jogo-treino com uma escalação totalmente diferente. Os 22 jogadores relacionados foram utilizados pelo treinador.
O domingo (9) de Páscoa é de folga para os atletas, que retornam aos treinos nesta segunda (10), pela tarde.
O Leão irá estrear na Série B no dia 16 de abril, contra a Ponte Preta, às 18h, no Barradão.
*Bahia Notícias

A era dos “Enzos” e das “Valentinas” parece ter chegado ao fim. No ano de 2022, os nomes de bebês que lideraram o ranking de registros no Brasil foram: Miguel e Gael, em relação ao sexo masculino; e Helena e Alice, para meninas. O levantamento foi realizado pela instituição Brasil em Mapas, com dados das associações de Registradores de Pessoas Naturais (Arpen).
Os nomes mais escolhidos em 2022 foram Miguel, com mais de 28 mil registros, seguido de Gael e Arthur. Meninas foram Helena, com mais 23 mil registros, seguido de Alice e Laura. Na Bahia, os nomes que mais fizeram sucesso entre os pais foram Gael e Laura.
Gael foi o nome com maior variação de crescimento no ranking. Em 2019, aparecia na 26ª posição e agora ocupa o segundo lugar. Enquanto isso, Enzo caiu para a 31ª posição no ranking 2022.
Confira o top 10:
*Metro1

Na noite de sábado (8), por volta das 23h30, um homem, identificado como José Carlos de Jesus Santos, natural de Santa Bárbara, município da Bahia, foi assassinado em uma residência localizada na rua Travessa 13 de maio, no bairro Novo Horizonte. O homem, de acordo com a família, era pedereiro.

Conforme apurou o Acorda Cidade, a namorada de José Carlos de Jesus relatou que estava no quarto, quando ouviu alguém bater forte no portão da residência, segundo ela não falaram nada, apenas bateram forte no portão e quando José Carlos foi atender, pensando que era alguém da família, já recebeu os tiros.
Ele tentou correr para o interior da casa, no entanto foi atingido e começaram a atirar. A namorada relatou que não sabe quantos foram, porque não dava para enxergar. O pedreiro ainda tentou se movimentar, mas caiu no sofá.
Segundo a polícia, o homem estava trajando uma bermuda colorida e apresentava lesões na cabeça e costas, provocadas, provavelmente, por disparos de arma de fogo.
Ainda não há mais informações a respeito do caso e a polícia segue apurando o crime.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

No início da noite de sábado (8), um jovem, de 20 anos, identificado como Fernando Lima da Conceição dos Santos, natural de Coração de Maria, município na Bahia, morreu no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA).
Fernando Lima deu entrada no Clériston, na sexta-feira (7), levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), apresentando lesões por golpes de faca, mas resistiu aos ferimentos e morreu neste sábado.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.

O adolescente suspeito de matar a menina Alice Oliveira de Moura, de 6 anos, na cidade baiana de Araci, que fica a 200 km de Salvador, disse que cometeu o crime porque a menina o irritava. A informação foi divulgada pela família da menina, que foi enterrada na sexta-feira (7).
De acordo com Fernando Sampaio, primo do pai de Alice, o adolescente afirmou em depoimento à polícia que matou Alice porque a menina ia a todo instante na sua casa, brincar com a amiga, que é irmã do suspeito. Segundo o suspeito, a presença constante da menina o irritava.
Ainda segundo a família da menina, a polícia passou a desconfiar do adolescente ao descobrir que ele estava sozinho em casa no momento em que a jovem foi até o local procurar a amiga.
Alice estava desaparecida desde quarta-feira (5), quando saiu de casa e avisou que iria brincar com a amiga. A mãe da menina registrou o desaparecimento na polícia, que iniciou as investigações.
O corpo da garota foi encontrado na quinta (6), por policiais civis da delegacia de Serrinha durante buscas, e foi achado enterrado nos fundos da casa do suspeito e da amiga de Alice. O corpo tinha um cinto amarrado no pescoço e um saco plástico na cabeça.
Após confessar o crime, o adolescente foi apreendido e levado para a delegacia de Serrinha, cidade localizada a 175 km de Salvador. Ele foi autuado por ato infracional análogo a homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Familiares e amigos se despediram da pequena Alice, na sexta-feira. O corpo da criança foi enterrado no Cemitério São João Batista, na cidade de Araci, que fica a 200 km de Salvador, onde a menina morava.
Uma multidão se reuniu em cortejo para acompanhar o sepultamento, que seguiu da casa de Alice até o cemitério.
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*G1 Bahia