Ela diz que venezuelanos querem a paz

Foto: © Maxim Shemetov/Reuters/Proibida reprodução
Em carta pública endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (foto), classifica como prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” com o país norte-americano, “baseado na igualdade e não na ingerência”. 

No documento, divulgado nas redes sociais, Delcy faz um convite ao governo dos EUA para trabalharem conjuntamente em uma agenda de cooperação, voltada ao desenvolvimento compartilhado, no marco da legalidade internacional e de forma a fortalecer “uma convivência comunitária duradoura”.
Ela diz: “Presidente Donald Trump, nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra. Esse sempre foi o predicamento do presidente Nicolás Maduro e é o de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida.”
A presidente interina conclui a carta destacando que a Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e ao futuro.
No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros de Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.
O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.
Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.
O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.
Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.
Com informações da Agência Brasil,
Banco Central divulga primeiro Boletim Focus do ano

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil
O primeiro Boletim Focus de 2026 apresentou índices de estabilidade em três das quatro medianas projetadas pelo mercado financeiro. A única que apresentou variação em relação às últimas semanas de 2025 foi a relativa à expectativa de inflação projetada para o ano corrente, que variou dos 4,05% projetados na semana passada, para 4,06% segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central.

A inflação oficial do país tem como referência o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação de 0,01 ponto percentual apresentada neste boletim ocorre após uma sequência de oito estimativas seguidas de queda. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 4,16% ao final de 2026.
Para os anos subsequentes, as projeções de inflação mantêm estabilidade há nove semanas, de 3,80% em 2027; e de 3,50% em 2028
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.
A prévia da inflação oficial de dezembro ficou em 0,25%, resultado que faz o acumulado de 12 meses marcar 4,41%, dentro do limite da meta do governo.
Foi o segundo mês seguido com inflação acumulada dentro da margem de tolerância. Em novembro, o IPCA-15 tinha baixado para 4,5%, depois de ter ficado fora do limite desde janeiro. Em abril, o ponto mais alto desde então, chegou a 5,49%.
Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Tanto as projeções do mercado financeiro para o câmbio, como para a taxa básica de juros (Selic) e a economia PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) apresentaram estabilidade nas últimas semanas.
No caso do PIB, as projeções são de crescimento de 1,8% em 2026 – mesmo percentual projetado para 2027. Para o ano seguinte (2028), o crescimento estimado pelo mercado financeiro para a economia é de 2%.
Com relação ao câmbio, o mercado financeiro projeta que o dólar fechará 2026 com uma cotação de R$ 5,50, valor que não vem apresentando alterações por 12 semanas consecutivas. Para 2027 e 2028, as cotações projetadas para a moeda estadunidense estão, respectivamente, em R$ 5,50 e R$ 5,52.
Já a Selic, que fechou 2025 a 15%, deve cair para 12,25% ao longo de 2026; para 10,50% em 2027; e 9,75% em 2028.
A taxa básica de juros situa-se no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Com informações da Agência Brasil.

O Réveillon de Anguera 2026 entrou para a história do município como uma das maiores e mais bem-sucedidas celebrações já realizadas. Com um público estimado em cerca de 12 mil pessoas, a festa tomou conta da Praça Arthur Vieira e transformou a virada do ano em um grande encontro de alegria, música e celebração coletiva, reunindo moradores e visitantes de toda a região.
Com uma programação diversificada e artistas que levantaram o público do início ao fim, o evento mostrou o potencial de Anguera para realizar grandes festas populares. Subiram ao palco nomes como Netto Brito, Toque Dez, Juninho Moraes, Cavaleiros do Forró, Quintal da Tia Carla, além da banda local Nosso Samba, que representou com orgulho a cultura do município, garantindo um repertório animado e uma virada de ano marcada por emoção, dança e muita energia positiva.
Além do sucesso artístico, o Réveillon de Anguera foi destaque pela estrutura e segurança. O espaço contou com organização eficiente, palco bem montado, iluminação, apoio das equipes de saúde e um forte esquema de segurança, garantindo tranquilidade ao público durante toda a noite. A festa transcorreu de forma pacífica, reforçando o compromisso da gestão municipal com eventos bem planejados e seguros.
O evento contou com o apoio do Bahia Turismo, do Governo do Estado da Bahia e do Ministério do Turismo, parcerias fundamentais para fortalecer a realização da festa e impulsionar o Réveillon de Anguera como um importante atrativo cultural e turístico da região, contribuindo para a movimentação econômica local e a valorização das manifestações populares.
O prefeito Mauro Vieira celebrou o sucesso da festa e agradeceu a todos que contribuíram para a realização do evento.
“Anguera mostrou que está preparada para realizar grandes eventos, com responsabilidade, segurança e respeito às pessoas. Foi uma festa linda, organizada, com famílias, jovens e visitantes celebrando juntos a chegada de um novo ano. Quero agradecer a cada trabalhador envolvido, às forças de segurança e, principalmente, ao povo de Anguera, que fez dessa virada um momento inesquecível”, destacou o prefeito.
Uma virada de ano que começou com o pé direito e deixou a certeza de que 2026 chegou com boas energias e grandes expectativas.
Com informações da assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Anguera.

Os títulos do governo da Venezuela registram em forte alta nesta segunda-feira, 5, impulsionados pela captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. A prisão e a transferência do agora ex-ditador para território norte-americano, no último sábado, 3, alimentaram expectativas em torno da reestruturação da dívida soberana do país, que pode ser uma das maiores e mais complexas de todos os tempos.
Os ativos emitidos pelo Estado venezuelano e pela estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) subiram até 8 centavos de dólar, o equivalente a cerca de 20%, nas primeiras negociações do pregão europeu. Analistas avaliam que ainda há espaço para novas altas.
“Os títulos da Venezuela e da PDVSA praticamente dobraram de valor ao longo de 2025, mas devem registrar um salto adicional — de até 10 pontos — no início da sessão desta segunda-feira”, afirmaram analistas do banco J.P. Morgan em relatório a clientes, divulgado pela agência Reuters.
Os títulos soberanos venezuelanos tiveram o melhor desempenho global no ano passado. Os papéis quase dobraram de preço à medida que o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificava a pressão militar sobre Maduro.
Com os movimentos desta segunda-feira, o título venezuelano com vencimento em 2031 se aproximou de 40 centavos de dólar, segundo dados da plataforma de monitoramento do mercado Tradeweb. A maioria dos demais papéis era negociada entre 35 e 38 centavos, enquanto a dívida da PDVSA subia mais de 6 centavos, para perto de 30 centavos.

Os títulos do governo da Venezuela e da PDVSA entraram em default em 2017, com valor nominal estimado em cerca de US$ 60 bilhões. Default é quando um devedor deixa de cumprir uma obrigação financeira, como não pagar uma dívida no prazo combinado — o equivalente a calote.
Já a dívida externa total do país — que inclui outras obrigações da PDVSA, empréstimos bilaterais e decisões arbitrais — é estimada entre US$ 150 bilhões e US$ 170 bilhões, a depender da contabilização de juros acumulados e sentenças judiciais, segundo analistas.
Informações Revista Oeste

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal (PF) divulgue informações em até cinco dias sobre as reclamações apresentadas pelos advogados de Jair Bolsonaro (PL) em relação ao barulho do ar-condicionado da cela onde o ex-presidente está preso na Superintendência do órgão, em Brasília.
Na última sexta-feira (2), a defesa de Bolsonaro se queixou de ruídos do equipamento, instalado perto da sala onde o ex-presidente está preso. Os advogados solicitaram a Moraes a mudança do local do ar-condicionado para garantir isolamento acústico da cela onde Bolsonaro se encontra.
De acordo com a defesa de Bolsonaro, o aparelho apresenta “ruído contínuo e permanente”, causando um ambiente “incompatível com o repouso mínimo necessário à manutenção das condições físicas e psicológicas do custodiado”.
Os advogados afirmam ainda que o equipamento está instalado “imediatamente ao lado da janela do ambiente, a qual não dispõe de vedação adequada”.
Informações Bahia.ba

O jovem Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, foi encontrado com vida após passar dias desaparecido durante uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. A informação foi divulgada pela família na manhã desta segunda-feira (5), por meio de uma foto publicada nas redes sociais.
Na mensagem, os familiares informaram: “Encontramos o Roberto! Ele está vivo, está bem e já estamos encaminhando para o hospital”. O comunicado também agradeceu o apoio recebido durante o período de buscas. “Obrigado a todos os anjos que vieram aqui nos ajudar! Obrigado pelas orações”, diz o texto.
Roberto estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira (1º), após realizar a trilha na região. O caso mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, além de voluntários e montanhistas experientes, e teve grande repercussão nas redes sociais.
Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde do jovem nem detalhes sobre as circunstâncias em que ele foi localizado. A expectativa é de que novas atualizações sejam divulgadas pelas autoridades ou pela família após o atendimento médico.
As buscas no Pico Paraná ocorreram em áreas de mata fechada e de difícil acesso, com o apoio de equipes especializadas.
Informações Bahia.ba

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (4), em entrevista a bordo do Air Force One, que a Colômbia é um “vizinho doente que gosta de vender cocaína para os Estados Unidos” e que o presidente colombiano, Gustavo Petro, “não ficará lá por muito tempo”.
Trump disse que Washington pode realizar operações contra fábricas de cocaína no território colombiano.
O presidente não detalhou quando ou como tais ações poderiam ocorrer, mas indicou que os Estados Unidos não tolerarão países que, segundo ele, alimentam o tráfico de drogas direcionado aos norte-americanos.
Trump voltou a justificar uma postura mais ativa dos EUA no hemisfério ocidental, ao afirmar que a Venezuela “não está do outro lado do mundo”, mas “ao lado dos Estados Unidos”. Segundo ele, o país se insere na chamada doutrina “Don-Roe”, uma atualização da Doutrina Monroe, de diretrizes de atuação sobre a América Latina.
O republicano também classificou a Venezuela como um “vizinho doente” e disse que Washington tem interesse direto em garantir a estabilidade na região.
– Estamos no negócio de ter países ao nosso redor que sejam viáveis e bem-sucedidos.
*AE

Os preços do petróleo registram queda nesta segunda-feira (5), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu no domingo à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, “acesso total” aos recursos naturais do país, e após a OPEP+ ter confirmado sua decisão de manter o nível de produção até abril.
O Brent, petróleo de referência na Europa, recuava 0,6% às 3h pelo horário de Brasília, sendo cotado a cerca de 60,40 dólares (R$ 329,08) por barril, enquanto o barril do Texas, referência nos Estados Unidos, retrocedia 0,5% antes da abertura formal do mercado, situando-se em torno de 57 dólares (R$ 310) por barril.
Os preços do petróleo chegaram a subir nos primeiros momentos da sessão, mas perderam força nas horas posteriores. O presidente americano, Donald Trump, exigiu neste domingo (4) da nova líder venezuelana, Delcy Rodríguez, “acesso total” aos recursos naturais da Venezuela.
– O que precisamos [de Delcy Rodríguez] é de acesso total. Acesso total ao petróleo e a outras coisas no país que nos permitam reconstruí-lo -enfatizou.
Por sua vez, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, explicou que um dos principais interesses de sua administração é refinar o petróleo pesado da Venezuela – o país com as maiores reservas de petróleo do mundo – nas refinarias americanas.
– Nossas refinarias na Costa do Golfo dos EUA são as melhores para refinar este óleo pesado. Na verdade, tem havido escassez de petróleo pesado em todo o mundo, por isso creio que haveria uma enorme demanda e interesse por parte da indústria privada se lhes fosse dada a oportunidade de fazê-lo – declarou Rubio à emissora ABC News.
Horas antes, a OPEP+, que reúne os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e outras potências petrolíferas como a Rússia, confirmou sua decisão de manter estável sua oferta de petróleo pelo menos até abril, sem reagir à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por parte dos EUA.
A decisão foi adotada em uma breve teleconferência realizada neste domingo pelos ministros de Energia e Petróleo de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Esses oito países são os que, em 2023, aplicaram cortes voluntários de produção para sustentar os preços. No entanto, em abril de 2025, começaram a reverter paulatinamente essas reduções com aumentos mensais que representaram uma guinada estratégica para recuperar sua fatia de mercado.
O incremento total entre abril e dezembro somou 2,9 milhões de barris por dia, o que representa cerca de 2,8% da produção mundial. O grupo ainda tem pouco mais de um milhão de barris diários para completar o desmonte dos volumes cortados voluntariamente, mas em novembro decidiu “pausar” as altas mensais durante o primeiro trimestre de 2026, medida que os ministros confirmaram neste domingo.
*EFE

A partir de janeiro de 2026, professores da iniciativa privada, da rede federal e de pequenos municípios terão de esperar mais tempo para se aposentar. As mudanças decorrem das regras automáticas de transição da reforma da Previdência, aprovada em 2019.
As novas exigências elevam a idade mínima e a pontuação necessária para a concessão do benefício. Na prática, parte da categoria precisará permanecer mais tempo em atividade.
Uma das alterações ocorre na regra de pontos, que soma idade e tempo de contribuição. Em 2026, a pontuação mínima passou a ser de 93 pontos para mulheres e 103 para homens.
Outra regra, que combina idade mínima com longo tempo de contribuição, também foi ajustada. A idade exigida subiu para 59 anos e seis meses para mulheres e 64 anos e seis meses para homens. Esse limite aumenta seis meses por ano até 2031.
Para os professores, há uma regra de transição específica. A partir de 2026, a idade mínima será de 54 anos e seis meses para mulheres e 59 anos e seis meses para homens.
O tempo de contribuição no magistério permanece em 25 anos para professoras e 30 anos para professores. A idade mínima seguirá aumentando gradualmente até 2031.
As mudanças valem para docentes da iniciativa privada, instituições federais e pequenos municípios. Professores estaduais e de grandes cidades seguem normas próprias dos regimes de previdência locais.
Já a aposentadoria por idade não sofreu alterações em 2026. A idade mínima continua em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com exigência de ao menos 15 anos de contribuição.
Informações Pleno News

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ficou de fora da lista de familiares autorizados a visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL), na prisão. A decisão foi assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira (2).
“Dessa forma, cumpridas as determinações legais, autorizo a visitação permanente de Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e [da filha menor idade], filhos do sentenciado e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, independentemente de nova autorização, dentro dos horários estabelecidos nos termos da Portaria SR/PF/DF nº 1104, de 28 de março de 2024”, diz a decisão.
Eduardo está morando nos Estados Unidos desde março do ano passado. Em dezembro, ele perdeu o mandato de deputado federal por não comparecer às sessões deliberativas da Câmara Federal.
A decisão de Moraes manteve a válida a autorização de visitação permanente da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Ela já tinha esse direito desde dezembro.
Na autorização, as visitas ocorrerão às terças e quintas-feiras, das 9 horas às 11 horas, com duração de 30 minutos, com limitação de dois familiares por dia. Cada familiar deverá visitar o preso separadamente.
Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 três meses, em regime inicial fechado, por coordenar a trama de tentativa de golpe de Estado, na Superintendência da PF.
Informações Bahia.ba