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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMAM) realizou, nesta segunda-feira (19), uma ação de retirada de propagandas irregulares instaladas em vias públicas da cidade. A iniciativa teve como objetivo combater a poluição visual e contribuir para um ambiente urbano mais organizado e agradável para a população.

A operação contemplou alguns dos principais corredores viários do município, entre eles as avenidas Fraga Maia, João Durval, Nóide Cerqueira, além do cruzamento da Avenida Sampaio com a Rua Castro Alves.

De acordo com a secretária municipal de Meio Ambiente, Jaciara Costa, a retirada das propagandas é necessária porque os locais onde estavam instaladas não são permitidos pela legislação. “Essas propagandas são colocadas de forma irregular, em locais onde não há autorização. Para esse tipo de publicidade, existe um processo de legalização que precisa ser respeitado”, explicou.

Infração

A instalação de propagandas em postes, árvores, canteiros, placas de sinalização e demais equipamentos públicos configura infração à legislação municipal, por caracterizar uso irregular do espaço urbano e gerar poluição visual.

Além de comprometer a estética da cidade, esse tipo de prática pode prejudicar a sinalização viária e a segurança de motoristas e pedestres. Os responsáveis estão sujeitos às penalidades previstas em lei, que incluem notificação, multa e apreensão do material.

A SEMMAM reforça que ações de fiscalização continuarão sendo realizadas em diferentes pontos da cidade e orienta comerciantes e prestadores de serviço a buscarem os meios legais para divulgação de publicidade.

*Secom


Após cumprir agenda oficial em Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, onde participou da entrega de uma emenda parlamentar, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou nesta segunda-feira (19) uma caminhada até Brasília (DF) como forma de protesto político.

Batizada de Caminhada pela Justiça e Liberdade, a iniciativa foi anunciada pelo próprio parlamentar como um ato simbólico contra o que ele classifica como “arbitrariedades” no país. Entre os alvos das críticas estão a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a situação jurídica dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e os escândalos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo Lula (PT).

O percurso será feito ao longo da BR-040 e tem cerca de 240 quilômetros. A expectativa, segundo a equipe do parlamentar, é que a caminhada dure sete dias, com chegada prevista a Brasília no próximo domingo (25). Durante o trajeto, Nikolas deve encontrar apoiadores e simpatizantes da mobilização.

Em declaração divulgada nas redes sociais, o deputado afirmou que a decisão de caminhar até a capital federal surgiu após reflexão pessoal sobre o cenário político do país.

– Terminei uma agenda em Minas. Confesso para vocês, ia voltar para casa. Mas, durante muito tempo meu coração tem ficado inquieto diante das coisas que estão acontecendo. Escândalo atrás de escândalo. O brasileiro tem ficado em uma posição, quase uma manipulação psicológica, onde nada abala mais a gente – disse ele, em um vídeo publicado no Instagram.

Em nota, a assessoria do deputado reforçou que a mobilização é pacífica e aberta à participação da população. Além disso, a equipe do deputado afirmou que o convite é para que a sociedade acompanhe e participe do ato como “expressão legítima de manifestação cidadã”.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Instagram Nikolas Ferreira


Três pessoas morreram após injeção de substância letal

Foto: © PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a suspeita de que ex-técnicos de enfermagem de um hospital particular mataram ao menos três pacientes, aplicando-lhes uma substância letal.

Dois suspeitos, um homem e uma mulher, foram detidos no último dia 11, quando a Polícia Civil deflagrou a chamada Operação Anúbis – nome alusivo à divindade egípcia representada por uma criatura com corpo de homem e cabeça de chacal e considerada a guia das almas desencarnadas.

Também investigada, uma mulher foi presa na última quinta-feira (15), ocasião em que os policiais apreenderam dispositivos eletrônicos e outros elementos probatórios que poderão auxiliar os investigadores que apuram a denúncia.

Os três óbitos ocorreram nos dias 19 de novembro e 01 de dezembro de 2025 no Hospital Anchieta, em Taguatinga, região administrativa do DF, mas o caso só veio a público nesta segunda-feira (19). A Polícia Civil trata as mortes como homicídios e como o caso tramita em segredo de Justiça, não divulgou os nomes dos investigados e das três vítimas identificadas. A motivação para os crimes também não foi esclarecida.

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira (19), o delegado Wisllei Salomão se limitou a informar que as vítimas são uma professora aposentada, de 75 anos; um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos.

“Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles”, declarou o delegado. 

O delegado disse que as provas reunidas indicam que os três técnicos de enfermagem injetaram um medicamento indevido nas três vítimas. “É um medicamento comum, usado nas UTIs, mas que, se aplicado diretamente na veia [do paciente], como foi o caso, provoca parada cardíaca e a morte”.

Ainda de acordo com o delegado, os investigadores analisaram imagens registradas pelo sistema de câmeras instalado na UTI do Hospital Anchieta, um dos mais tradicionais do Distrito Federal; os prontuários dos pacientes e ouviram a outros funcionários do hospital.

“Constatamos que um técnico de enfermagem aproveitou que o sistema estava aberto, logado em nome de médicos, e, em ao menos duas ocasiões, receitou o medicamento [indevido], foi até a farmácia, pegou o medicamento, o preparou, escondeu a seringa no jaleco e a aplicou em três vítimas”, acrescentou o delegado.

Wisllei Salomão assegurou que as duas técnicas de enfermagem já detidas foram coniventes com a ação. “Uma delas o auxiliou a buscar essa medicação na farmácia e também estava presente no momento em que o medicamento foi ministrado.”

Ainda de acordo com Salomão, em uma das vítimas, o técnico de enfermagem injetou desinfetante, além do medicamente indevido. “Quando o medicamento acabou, ele pegou um desinfetante […] o colocou no copinho plástico, sugou o desinfetante numa seringa e injetou [o conteúdo ] por mais de dez vezes em uma das pacientes.

Circunstâncias atípicas

Em nota, o Hospital Anchieta, informou que demitiu os três auxiliares e acionou a Polícia Civil após um comitê interno ter analisado as “circunstâncias atípicas” em que os três pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) morreram.

“Em menos de 20 dias, a investigação célere e rigorosa [do comitê] resultou na identificação de evidências envolvendo os ex-técnicos de enfermagem”, acrescentou o hospital, garantindo que, ao registrar queixa contra os ex-funcionários, compartilhou com a Polícia Civil tudo o que os membros do comitê descobriram.

“O hospital, também vítima da ação destes ex-funcionários, se solidariza com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a Justiça”, expressou o Anchieta, garantindo ter entrado em contato com parentes das três vítimas, prestando todos os esclarecimentos necessários, respeitado o segredo de justiça.

Suspeitos

De acordo com a Polícia Civil, após ter sido demitido do Hospital Anchieta, o técnico de enfermagem acusado de injetar o medicamento indevido e desinfetante na veia de ao menos três pacientes, continuou trabalhando em uma UTI infantil. Ele tem 24 anos e também é estudante de fisioterapia. As duas técnicas de enfermagem detidas têm 28 e 22 anos. A primeira também já trabalhou em outros hospitais. A segunda, estava em seu primeiro emprego na área.

“A investigação continua. Eles [os investigados] estão presos temporariamente, por 30 dias. A gente vai [procurar] identificar se outras pessoas contribuíram para esse crime. E instalar um novo procedimento para identificar, nos hospitais onde essas pessoas trabalharam, se ocorreram mortes com este mesmo padrão […] Também vamos analisar os aparelhos celulares aprendidos, os computadores dos autores, para ver se conseguimos esclarecer melhor o porquê deles terem praticado esses crimes”, concluiu o delegado Wisllei Salomão.

Consultado pela reportagem da Agência Brasil, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios se limitou a informar que, tão logo receba o procedimento apuratório, avaliará as medidas cabíveis.

Com informações da Agência Brasil.


Cerca de 570 mil pessoas já pediram a restituição

© Rovena Rosa/Agência Brasil

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) começa a restituir, nesta segunda-feira (19), os clientes dos bancos Master, Master de Investimento e Letsbank, parte do dinheiro bloqueado devido à liquidação extrajudicial oficializada em novembro de 2025.

Cerca de 570 mil das 800 mil pessoas que tinham dinheiro em contas ou investido em produtos como CDB, LCI ou LCA do Master já pediram a devolução dos valores a que têm direito. No entanto, apenas 377 mil finalizaram todo o processo de solicitação, segundo informou o FGC, associação privada responsável por administrar os fundos que as instituições financeiras são obrigadas a reservar para garantir que os correntistas recebam o que investiram em caso de falência ou liquidação.

A consolidação e a conferência da lista dos credores que têm direito a receber a garantia foram feitas pelo Banco Central (BC). A estimativa é que o montante restituído devido à liquidação do Master alcance cerca de R$ 40,6 bilhões.

Pessoas físicas devem pedir o pagamento de garantia por meio do aplicativo do FGC, disponível para Android e iOS. As pessoas jurídicas devem solicitar a restituição no Portal do Investidor.

O limite da cobertura do FGC é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. O valor inclui o montante investido e os rendimentos acumulados até a data da liquidação. O ressarcimento abrange contas-correntes, poupanças e outros investimentos como CDB, RDB, LCI, LCA, LCD e demais produtos financeiros.

Com informações da Agência Brasil.


Silvio Feitoza foi diagnosticado com isquemia miocárdia grave

© Carlos Moura/SCO/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), converteu em domiciliar a prisão preventiva de Silvio Feitoza, um dos alvos na investigação sobre descontos ilegais em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

Preso em dezembro, em uma das fases da Operação Sem DescontoFeitoza é apontado como espécie de gestor financeiro de um esquema que desviou milhões de reais de segurados do INSS, por meio de descontos fraudulentos de mensalidades de associações de aposentados e pensionistas. 

Desde que foi preso, entretanto, Feitoza apresentou piora no quadro de saúde e precisou ser levado ao Hospital de Base, em Brasília, na semana passada, quando foi submetido a uma cirurgia para desobstrução de artérias coronárias. Ele foi diagnosticado com isquemia miocárdia grave. 

Na decisão proferida na última sexta-feira (16), Mendonça afirmou que Feitoza se encontra “extremamente debilitado por motivo de doença grave”, motivo pelo qual deve permanecer sob custódia em casa, com uso de tornozeleira eletrônica e a entrega de passaportes. 

Entenda

Estimativas do próprio INSS apontam que mais de 4,1 milhões de aposentados podem ter sido vítimas de descontos indevidos em seus benefícios ao longo dos anos. O órgão também divulgou a estima de que 800 mil aposentados morreram antes de saber das fraudes. 

Enquanto a Polícia Federal (PF) avança nas investigações, o governo decidiu antecipar o ressarcimento às vítimas. Até o fim de 2025, mais de R$ 2,1 bilhões haviam sido pagos de volta aos aposentados.

Diversas associações e entidades são investigadas, em diferentes esquemas de fraude. Um dos principais está relacionado à atuação de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” e apontado como principal suspeito de gerir os desvios milionários.

Segundo as investigações, Feitoza trabalhava gerindo contas bancárias e fazendo pagamentos para Antunes, além de atuar como testa de ferro em negociações financeiras, entre outras tratativas. Ele é investigado pelos crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. 

Com informações da Agência Brasil.


Dos 351 cursos de medicina analisados, 107 foram mal avaliados

Foto: © Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), realizada em 2025, avaliou 351 cursos de medicina em todo o país. A maior parte, 243 cursos foram bem avaliados com desempenho que garantiu proficiência a, pelo menos, 60% dos estudantes concluintes da formação médica. Outros 107 cursos foram mal avaliados e um não foi avaliado por baixo número de concluintes inscritos.

Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira (19), pelo Ministério da Educação, em uma reunião com a imprensa e a participação do Ministério da Saúde.

“A ideia é que essas instituições possam fazer a avaliação e garantir qualidade na oferta dos cursos de medicina. Queremos que esses cursos continuem, ampliem suas vagas e ofertem cada vez mais qualidade na formação médica brasileira”, declarou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Ao todo, se inscreveram 89.024 estudantes e profissionais de medicina. Desses 39.258 eram concluintes dos cursos de graduação ofertados no país, sendo a maior parte dos inscritos, mais de 28 mil dos avaliados são de instituições privadas com e sem fins lucrativos e pouco mais de 9 mil de instituições públicas federal, estadual e municipal.

Os melhores desempenhos foram apresentados pelos 6.502 estudantes de instituições federais, que apresentaram uma pontuação média de 83,1% de proficiência, seguido dos estudantes das estaduais, com média de 86,6%, entre os 2.402 inscritos.

Os piores desempenhos foram dos 944 estudantes da rede municipal, que somaram uma média de 49,7% da pontuação máxima, com resultado médio considerado insuficiente pelo exame. Os 15.409 estudantes da rede privada com fins lucrativos também apresentaram uma média de apenas 57,2% da pontuação máxima.

“Os cursos de instituições públicas federais, estaduais e sem fins lucrativos tiveram um desempenho muito positivo. Então há uma preocupação forte nas municipais e nas privadas com fins lucrativas e esse é o nosso foco para que a gente possa melhorar a qualidade desses cursos”, declarou o ministro da Educação.

Medidas cautelares

Segundo Camilo Santana, a partir da divulgação dos dados do Enamed as instituições que integram o Sistema Federal de Ensino no Brasil que apresentaram desempenho médio dos concluintes do curso de medicina abaixo de 60% serão submetidos a um Processo Administrativo de Supervisão, por meio da adoção de medidas cautelares aplicadas de forma escalonada.

Sanções que vão desde a proibição do aumento de vagas, passando pela redução da oferta de vagas suspensão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), até a suspensão do ingresso de novos estudantes.

“Ao todo 304 cursos [de medicina] são de competência de regulação do governo federal. São as universidades públicas federais e as privadas. Desses, 99 cursos ficaram nas faixas 1 e 2 [de pontuação] consideradas insatisfatórias”.

Após a publicação dos resultados no Diário Oficial da União, esses 99 cursos terão 30 dias para apresentar a defesa ao Ministério da Educação, antes que as sanções entrem em vigor. Após o prazo, as medidas valerão até a próxima aplicação do Enamed, prevista para outubro de 2026.

Enamed

Criado em abril de 2025, por meio de portaria do MEC, o Enamed é a adaptação do Exame Nacional de Avaliação dos Estudantes (Enade), para estudantes concluintes do curso de medicina, com o objetivo de avaliar a formação médica no Brasil. O exame é obrigatório e o resultado obtido pelo estudante pode ser usado para ingressar nos programa de residência médica unificado pelo Mec e organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), por meio do Exame Nacional de Residência (Enare).

Com informações da Agência Brasil.


com César Oliveira
tema: definições da politica 2026


O futuro da antiga Rodoviária de Salvador passa a ser debatido com a transferência definitiva das operações para o novo terminal de Águas Claras. O governador da Bahia Jerônimo Rodrigues afirmou que o espaço começará a ser ocupado pelo Estado logo após o encerramento das atividades da concessionária, explicando que a área terá segurança reforçada enquanto o governo estuda possibilidades de uso, em entrevista ao portal Metropole na inauguração da nova Rodoviária, nesta segunda-feira (19).

“Olha, lá nós temos um acordo feito com a SINART [Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico], ela precisa de mais uns dias para poder desocupar, mas ali, a partir de amanhã, quando fechar as chaves que a SINART vier para cá, a gente já entra com a Guarda Patrimonial da SAEB, a gente já entra ali também a Polícia Militar para os maus desavisados. Ali vai ter Polícia Militar, que ali vai servir como uma base enquanto a gente constrói em outra região, então vai ter polícia ali”, disse.

Com o encerramento das atividades do terminal da Avenida Antônio Carlos Magalhães, o governador destacou que o debate sobre a área envolve não apenas a antiga rodoviária, mas também terrenos vizinhos, como o do Detran. Segundo ele, a Assembleia Legislativa já autorizou a venda da área, e estudos técnicos estão em andamento para definir um modelo de ocupação que não comprometa a mobilidade urbana da região.

“Nós estamos vendo só as condições, porque se alguém perguntar: governador, aqui cabe um centro de convenções? Pô, nós estamos tirando a rodoviária dali por conta de mobilidade. Você imagina fazer um centro de convenções? Não tem como. Ali cabe alguma coisa de habitacional, ali cabe alguma coisa de comércio, vai ter que fazer um estudo, estamos fazendo isso, concluindo, para ver o que a gente pode já colocar no condicionante de venda que não possa atrapalhar a mobilidade daquela região, concluiu.

*Metro1
Foto: Metropress


Principal corredor de tráfego do conjunto Feira VI, a rua A está recebendo um banho de asfalto em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). O início das obras foi autorizado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho no início da manhã desta segunda-feira (19) e devem ser concluídas até a próxima quinta-feira (22).

Ao acompanhar o início dos serviços de pavimentação asfáltica no Feira VI, o prefeito José Ronaldo anunciou a execução de mais obras. “Começamos a semana lançando obras aqui neste conjunto e nos próximos dias teremos mais obras chegando em toda a cidade”, afirmou.

No início da manhã desta segunda-feira (19), a rotina dos moradores do bairro foi alterada. Em meio ao vai e vem de máquinas pesadas transportando e aplicando o Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), gradativamente a pavimentação a paralelepípedo está sendo substituída pelo asfalto, mais moderno e confortável.

Somente na rua A do conjunto Feira VI são 5.473 m², com um total de 835 metros de extensão. É a principal via de acesso à comunidade, situada vizinha à Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e que abriga majoritariamente estudantes universitários.

Durante o início das obras também estiveram presentes o secretário de Comunicação, Joilton Freitas; os superintendentes de Operações e Manutenção (SOMA), João Vianey; e da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), Ricardo Cunha; o procurador-geral do Município, Guga Leal; o diretor de Obras, Ianco Pinho; o padre Luiz Orlando e os vereadores Pastor Valdemir, Ron do Povo, Marcus Carvalhal e o presidente da Câmara, Marcos Lima.

*Secom


Neste domingo (18), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) usou as redes sociais para dizer que o presidente Lula (PT) não usou o pronome “ele” para se referir a ela. A parlamentar se manifestou a respeito do discurso que o petista fez, na última sexta (16), durante cerimônia de lançamento oficial das medalhas comemorativas dos 90 anos do salário mínimo, nas instalações da Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.

– Não, o presidente Lula não me chamou de “ele” durante um evento no Rio de Janeiro. Porque eu literalmente não estava nesse evento. Há dias, estou no interior de São Paulo. E Lula estava conversando com uma pessoa da plateia. Eu não sou a única mulher chamada Erika do mundo. Mas a fixação dos bolsonaristas com a minha figura, e o medo que meu crescimento causa, os leva a um comportamento quase animalesco ao ouvirem o que pensam ser alguém se referindo a mim – escreveu Hilton.

O jornalista e analista político Rodrigo Constantino rebateu a psolista:

– Chamou sim.

Outros perfis da rede X também afirmaram que o petista usou o pronome “ele”.

Ao criticar o uso da inteligência artificial, durante o evento, Lula deu um conselho para mulheres e citou Erika Hilton:

– E vocês mulheres tomem cuidado com essa tal de inteligência artificial. Eles são capazes de tirar uma foto sua sentada do jeito que você tá aqui e colocar você pelada no celular, é isso que é a inteligência artificial. Ele é capaz de tirar uma foto da Erika, vestidinha do jeito que ele tá, com a perna cruzada, e amanhã aparecer no celular a Erika sentada, pelada aqui – disse.

*Pleno.News
Foto: Jessica Marschner / Câmara dos Deputados