
A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rumo a Brasília ganhou o reforço de diversas personalidades políticas, incluindo do ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC), que se juntou ao grupo nesta terça (20).
Também estão presentes os deputados André Fernandes (PL-CE), Gustavo Gayer (PL-GO), Zucco (PL-RS), o pregador Guilherme Batista, o cantor Marcelo Bonifácio, os vereadores Pablo Almeida (PL-BH), Rafael Satiê (PL-RJ), Fernando Holiday (PL-SP), o humorista Wess Guimarães, entre outros.
O ato simbólico de sete dias busca chamar atenção para prisões e decisões judiciais que considera injustas, além de defender tratamento digno aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
A chegada a Brasília está prevista para o dia 25 de janeiro.
– Chegarei a Brasília para mostrar, com presença física e pacífica, que ainda há brasileiros atentos, solidários e comprometidos com a justiça, com a dignidade humana e com a liberdade – declarou Nikolas.
*Pleno.News
Foto: Reprodução / Instagram

Quase 50% dos cursos de medicina na Bahia serão alvo de sanções administrativas após registrarem baixo desempenho no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados, divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam que 12 das 26 instituições avaliadas no estado obtiveram nota 2, patamar considerado insuficiente.
As punições previstas pelo Ministério da Educação (MEC) incluem a suspensão imediata da abertura de novas vagas e o bloqueio de novos contratos através do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
No cenário nacional, 30% dos 351 cursos avaliados apresentaram deficiências. Na Bahia, embora nenhuma unidade tenha atingido a nota mínima (1), o volume de cursos com nota 2 alerta para a qualidade da formação. Segundo o Inep, aproximadamente 13 mil alunos concluintes em todo o Brasil não atingiram o nível de proficiência esperado para o exercício da profissão.
Veja classificação das instituições baianas
Cursos com desempenho de excelência (nota 5):
– Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) – Ilhéus
– Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Vitória da Conquista
– Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – Vitória da Conquista
– Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) – Paulo Afonso
Cursos com bom desempenho (nota 4):
– Universidade do Estado da Bahia (UNEB) – Salvador
– Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) – Salvador
– Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Salvador
– Centro Universitário FG (UNIFG) – Guanambi
– Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) – Feira de Santana
– Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) – Barreiras
– Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – Jequié
Cursos com desempenho regular (nota 3):
– Universidade Salvador (Unifacs) – Salvador
– Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) – Santo Antônio de Jesus
– Afya Faculdade de Ciências Médicas – Guanambi
Cursos que receberão punições (nota 2):
– Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau) – Barreiras
– Centro Universitário Zarns – Salvador
– Centro Universitário Unime – Lauro de Freitas
– Faculdades Integradas do Extremo Sul da Bahia (Unesulbahia) – Eunápolis
– Afya Faculdade de Ciências Médicas – Vitória da Conquista
– Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) – Teixeira de Freitas
– Faculdade Pitágoras de Medicina – Eunápolis
– Faculdade Estácio – Alagoinhas
– Afya Faculdade de Ciências Médicas – Itabuna
– Faculdade AGES de Medicina – Jacobina
– Faculdade Estácio – Juazeiro
– Faculdade AGES de Medicina – Irecê
Informações Bahia.ba

Os primeiros ônibus começaram a chegar, nesta terça-feira (20), à Nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, marcando oficialmente o início das operações do novo equipamento e uma nova etapa para a mobilidade urbana e intermunicipal de Salvador. O receptivo aos passageiros contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e foi organizado pela Secretaria de Turismo (Setur), que preparou uma ação de boas-vindas com elementos da cultura baiana para quem desembarcava na capital.
Entre os passageiros, a surpresa com a estrutura chamou a atenção logo na chegada. Vinda de Candeias, a turista Maria das Dores comentou a impressão ao desembarcar no novo terminal. “Eu fiquei muito surpresa com o tamanho da rodoviária. Parece até o aeroporto, tudo muito amplo, organizado e bonito. A gente chega e já sente a diferença”, afirmou.
Durante a chegada dos primeiros veículos, Jerônimo destacou a ampliação da capacidade operacional e a modernização dos serviços oferecidos pela nova rodoviária. “Estamos entregando um equipamento maior, mais acessível e totalmente integrado a outros modais. É um passo importante para melhorar a mobilidade urbana e regional, oferecendo mais conforto, organização e dignidade para quem depende do transporte rodoviário todos os dias”, afirmou.
Concebida como um hub multimodal desde a origem, a Nova Rodoviária da Bahia integra, em um único complexo, o transporte rodoviário intermunicipal, o metrô, o terminal de ônibus urbanos e metropolitanos e, futuramente, o VLT.
Pensada para oferecer mais conforto e qualidade no atendimento, a rodoviária reúne, em um único espaço, serviços como praça de alimentação, lotérica, clínicas, farmácia, caixas eletrônicos e uma unidade do SAC, além de áreas comerciais com lojas e quiosques. “É um terminal que vai muito além do embarque e desembarque, funcionando como um centro de serviços para o cidadão”, disse Jerônimo.
A chefe de gabinete da Setur-BA, Giuliana Brito, ressaltou a importância do receptivo como primeiro contato de quem chega à Bahia. “A nova rodoviária é uma porta de entrada do nosso estado, e esse acolhimento com a cultura baiana mostra, logo na chegada, a identidade, a alegria e a hospitalidade do nosso povo”, afirmou.

A proposta inicial do Tribunal Superior Eleitoral(TSE) sobre as regras para a propaganda eleitoral, apresentada nesta segunda-feira, 19, se concentra em limitar a remoção de perfis em redes sociais, sem ampliar as atuais normas sobre inteligência artificial, apesar dos avanços tecnológicos registrados desde a eleição de 2024.
O texto sugere que apenas perfis comprovadamente falsos ou envolvidos em crimes possam ser excluídos das plataformas, restringindo a remoção a casos excepcionais. O debate público sobre as regras segue aberto, permitindo que sugestões de interessados possam resultar em alterações, inclusive sobre o tema da IA.
Mesmo com especialistas apontando lacunas na regulação, não existe consenso sobre a extensão das mudanças que cabem ao TSE. As regras aprovadas em 2024, como a proibição de “deepfakes“, uso de conteúdo manipulado para divulgar fatos inverídicos, contatos automáticos com eleitores e a obrigatoriedade de identificação de conteúdo gerado por IA, tendem a ser mantidas.
Entre os ministros do TSE, parte avalia que as normas atuais já dificultam a circulação de informações falsas criadas por IA. Outros defendem que a rápida evolução tecnológica exige revisões constantes das normas, o que pode motivar ajustes futuros. Uma possível melhoria citada por pessoas próximas à ministra Cármen Lúcia, conforme revelou o jornal Folha de S.Paulo,envolve o aprimoramento dos canais de denúncia e a comunicação com plataformas digitais.
Sugestões sobre a proposta podem ser enviadas até o dia 30. As audiências públicas estão marcadas para os dias 3, 4 e 5 de fevereiro, antecedendo a votação do texto final no plenário, sob condução do ministro Kassio Nunes Marques, vice-presidente do tribunal.
No Supremo Tribunal Federal (STF), pelo menos quatro ministros consideram que a decisão sobre o Marco Civil da Internet deve influenciar as eleições, esperando maior colaboração das grandes empresas de tecnologia na remoção ágil de conteúdos, sob risco de multas elevadas.
A proposta do TSE estabelece que perfis só devem ser removidos se identificados como falsos, automatizados ou vinculados à prática de crimes.
As minutas das resoluções divulgadas pelo TSE servirão de base para receber contribuições da sociedade até 30 de janeiro. Interessados em participar das audiências públicas devem solicitar a palavra até 27 de janeiro. Os encontros abordarão temas como auditoria eleitoral, registros de candidatura e financiamento de campanha.
Informações Revista Oeste

Os órgãos de inteligência da ditadura acompanharam, no início dos anos 1980, contatos de dirigentes do PT com o regime instalado no Irã com a Revolução Islâmica. Os registros indicam viagens ao Oriente Médio, reuniões políticas e avaliações internas sobre possíveis reflexos no Brasil. A apuração é da revista Veja.
Relatórios do Centro de Inteligência da Marinharevelam que parlamentares brasileiros participaram de encontros com representantes do Partido da Revolução Islâmica. Um dos documentos menciona o fato de que o então deputado Airton Soares, líder do PT na Câmara, buscaria recursos para a legenda durante a missão.
Para os militares, Soares funcionava como elo relevante entre o partido e Teerã. Arquivos citam a existência de um “núcleo islâmico” no PT, com nomes como Irma Passoni, Osmar Mendonça, Francisco Weffort e Jacob Bittar. Os textos revelam que Luiz Inácio Lula da Silva não integraria esse grupo, mas procuraria apoio político dele.
Papéis do antigo Serviço Nacional de Informações também trataram do tema. Um dos informes registra a leitura, dentro do PT, de táticas conhecidas como “foquismo de massas”, usadas por iranianos durante a queda do xá Mohammad Reza Pahlavi.
Segundo o SNI, Jacob Bittar aparecia como um dos entusiastas desse método. O órgão mencionou episódios de greves no ABC paulista, com propostas de enfrentamento às forças policiais. Em outro relatório, produzido em julho de 1980, o serviço afirmou que Airton Soares, no retorno do Irã, atuava para buscar neutralidade das Forças Armadas em debates políticos.
Questionado à época, Soares declarou que esteve no Irã para participar de um fórum de solidariedade ao povo iraniano, em contexto de tensões com os Estados Unidos e o antigo regime do xá.
Informações Revista Oeste
Dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé)

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil
O Brasil vendeu ao exterior, em 2025, 40,04 milhões de sacas de 60 quilos (kg) de café, uma queda de 20,8% em relação a 2024. No entanto, a receita da exportação do produto no ano passado bateu recorde: US$ 15,586 bilhões, um aumento de 24,1% na comparação com o ano anterior. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (19), são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

A receita das vendas ao exterior registrada em 2025 é a maior desde 1990, quando a Cecafé iniciou o levantamento. As exportações brasileiras tiveram como destino 121 países.
De acordo com o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, o recorde é resultado do aumento do valor do produto em 2025 e de investimentos do setor em qualidade.
“Tivemos médias mensais de preço maiores em 2025 e nossos cafeicultores, bem organizados, mantêm seus investimentos em tecnologia, inovação e qualidade, o que eleva o patamar dos cafés do Brasil e, consequentemente, o seu valor. Não à toa, somos a única origem do mundo que consegue exportar para mais de 120 países, respondendo por mais de um terço do market share global”, disse.
De acordo com Ferreira, a diminuição no número de sacas exportadas já era aguardada em 2025 em razão do clima e dos embarques recordes registrados um ano antes, o que reduziu os estoques. “Exportamos um volume histórico em 2024, reduzindo o montante de café armazenado no país, e a safra do ano passado foi impactada pelo clima, combinação que culminou na limitação da disponibilidade do produto”, explicou.
Também influenciaram o resultado, segundo ele, as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre o produto brasileiro.
“Nos quase quatro meses de vigência do tarifaço sobre todos os tipos de café do Brasil, entre o começo de agosto e o fim de novembro – vale lembrar que o solúvel ainda segue taxado –, nossos embarques aos norte-americanos despencaram 55%, majoritariamente afetados por essas taxas”, destacou.
Com a aquisição de 5,4 milhões de sacas, a Alemanha assumiu a liderança entre os maiores importadores dos cafés do Brasil no ano passado, apesar de o volume implicar queda de 28,8% das vendas ao país, na comparação com 2024. Esse montante representou 13,5% de todos os embarques brasileiros do produto em 2025.
Os Estados Unidos, usualmente líderes dessa classificação, desceram à segunda posição no ano passado, como reflexo do declínio observado no período de vigência do tarifaço. Os estadunidenses importaram 5,3 milhões de sacas em 2025 – 13,4% do total, com queda de 33,9% frente aos 12 meses de 2024.
Nos 12 meses do ano passado, o café arábica foi a espécie mais exportada pelo Brasil, com 32,3 milhões de sacas vendidas ao exterior. Esse volume equivale a 80,7% do total.
A espécie canéfora (conilon e robusta) vem na sequência, com o embarque de 3,9 milhões de sacas (10% do total), seguida pelo setor de café solúvel, com 3,6 milhões de sacas (9,2%), e pelo segmento de café torrado e torrado e moído, com 58.474 sacas (0,1%).
Com informações da Agência Brasil.

A decisão do governo Lula de não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina utilizada na prevenção do herpes-zóster provocou reação imediata da oposição. A deliberação do Ministério da Saúde, pasta chefiada por Alexandre Padilha, está em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
O Executivo justificou a negativa pelo alto custo do imunizante, embora a vacina tenha eficácia superior a 90% e seja apontada como ferramenta para reduzir dores crônicas, internações e complicações graves, sobretudo entre idosos e pessoas imunocomprometidas.
Parlamentares contrários ao Planalto classificaram a escolha como um sinal de descompasso entre discurso e prática. A oposição defende que o governo reveja a decisão e passe a adotar critérios técnicos e de impacto social na formulação de políticas públicas, especialmente em temas de saúde preventiva voltados à população mais vulnerável.
O deputado Sanderson (PL-RS) afirmou que, “enquanto o governo torra recursos públicos com deslocamentos e viagens internacionais luxuosas, idosos seguem sem acesso gratuito no SUS a uma vacina reconhecidamente eficaz, disponível apenas na rede privada por valores inacessíveis para a maioria da população”.
Na mesma linha, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE) avaliou: “A decisão reforça a percepção de que o governo prioriza despesas políticas e administrativas em detrimento da prevenção e do cuidado com quem mais depende do sistema público de saúde”.
Já o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) afirmou que a recusa evidencia uma “inversão de prioridades”, ao comparar o veto com despesas do governo em outras áreas.
“É perdulário quando se trata de gastos supérfluos, viagens e estruturas inchadas, mas alega falta de recursos justamente quando o assunto é saúde e outras áreas estratégicas”, declarou. “Negar uma vacina com eficácia comprovada, respaldada por evidências científicas consolidadas, enquanto se desperdiça dinheiro público em despesas não essenciais, revela descaso com a população e incoerência no discurso de responsabilidade social.”
Para o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), “negar uma vacina comprovadamente eficaz é empurrar idosos para a dor, para internações e para custos ainda maiores no futuro. Isso não é economia, é irresponsabilidade”.
O deputado Coronel Tadeu (PL-SP) também criticou a decisão e a associou ao enfraquecimento de políticas de prevenção. “O governo escolhe onde gastar. E, mais uma vez, escolheu não investir na saúde do povo. Quando falta vacina no SUS, sobra sofrimento para quem não pode pagar”, disse.
Informações Revista Oeste

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gastou cerca de R$ 6 milhões dos cofres públicos para ir aos Estados Unidos em setembro passado. Na ocasião, o petista participou da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). As informações constam nos documentos do Ministério das Relações Exteriores encaminhados à Câmara dos Deputados.
Entre as despesas registradas, destacam-se mais de US$ 550 mil (R$ 2,9 milhões) destinados à hospedagem, enquanto US$ 603 mil (R$ 3,2 milhões) foram alocados para compra de itens de escritório e a contratação de serviços de tradução. O Itamaraty também apontou um gasto de quase R$ 100 mil com intérpretes.
As informações foram encaminhadas ao Legislativo em 25 de novembro pelo chanceler Mauro Vieira, em resposta ao pedido do deputado federal Capitão Alden (PL-BA).
Naquela viagem a Nova York, Lula decidiu levar uma equipe mais enxuta para evitar constrangimentos com o governo do presidente Donald Trump. À época, o site Poder360 noticiou que a administração norte-americana poderia impor restrições inesperadas aos integrantes da delegação brasileira.
https://youtube.com/watch?v=HFj4_V20Gd4%3Ffeature%3Doembed%26enablejsapi%3D1%26origin%3Dhttps%253A%252F%252Frevistaoeste.com
Em viagens passadas, o presidente brasileiro costumava convidar deputados e senadores, sob o argumento de que eles poderiam fortalecer relações políticas e promover diálogos mais aprofundados.
A participação de Lula no evento da ONU em Nova York ocorreu em meio a tensões diplomáticas com o governo dos Estados Unidos.
Naquele momento, as sanções haviam atingido Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O ministério das Relações Exteriores havia classificado as medidas como “indevidas” e “um novo ataque à soberania brasileira”.
Informações Revista Oeste

A Bahia conquistou destaque nacional na mais recente edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), com três universidades atingindo o conceito máximo, nota 5.
Receberam a pontuação máxima a Universidade Federal da Bahia (Ufba), campus de Vitória da Conquista; a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), também em Vitória da Conquista; a Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), no campus de Paulo Afonso e Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) no campus de Ilhéus.
Outras instituições baianas também tiveram desempenho elevado, com notas 4 e 3, reforçando a presença do estado entre os polos de excelência na formação médica. Entre os cursos com conceito 4 estão a UFBA em Salvador, a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, a Uesb e o Centro Universitário FG (Unifg).
Já com nota 3 figuram a Universidade Salvador (Unifacs), a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb) e a Afya Faculdade de Ciências Médicas de Guanambi.
Apesar dos resultados positivos, 12 cursos de Medicina baianos foram considerados insatisfatórios pelo Enamed, com nota 2, incluindo o curso da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Teixeira de Freitas, e faculdades privadas em Salvador, Eunápolis, Alagoinhas, Juazeiro, Itabuna, Vitória da Conquista, Jacobina e Barreiras. Esses cursos estão sujeitos a sanções como redução de vagas, suspensão do Fies ou bloqueio de programas federais.
O cenário reflete a tendência nacional, em que cerca de 30% dos cursos de Medicina receberam notas abaixo do esperado, enquanto universidades federais e estaduais concentram a maior parte das notas altas. O desempenho da Bahia evidencia a força de suas instituições públicas de ensino superior no fortalecimento da formação médica no país.
Informações Metro1

O número de tropas dinamarquesas na Groenlândia vai aumentar a partir desta segunda-feira (19). À CNN, um porta-voz militar dinamarquês afirmou o envio de tropas para o município de Kangerlussuaq, no sudoeste da ilha, localizado no Círculo Polar Ártico.
Após manifestar interesse para a ilha ser anexada aos Estados Unidos, o presidente Donald Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% contra algumas nações da Europa que enviaram tropas para a ilha do ártico. Trump afirmou, nesta segunda, que vai manter o plano de taxação contra os aliados, mas não disse se usaria força militar para anexar a Groenlândia.
Interesse de Trump
Interesse dos EUA na Groenlândia A Groenlândia voltou ao centro das atenções internacionais após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, quando Trump renovou o interesse em adquirir a ilha localizada no Ártico.
Autoridades norte-americanas têm reiterado que o território é considerado estratégico e fundamental para a segurança nacional do país. Em declarações recentes, o presidente republicano já tinha afirmado seu interesse em expandir sua presença militar, incluindo a instalação de radares para monitorar as águas entre a ilha, a Islândia e a Grã-Bretanha, utilizadas por navios da marinha russa e submarinos nucleares.
“Precisamos da Groenlândia para a segurança nacional, não para minerais… Se você olhar para a Groenlândia, para cima e para baixo na costa, verá navios russos e chineses por toda parte”, declarou Trump.
Informações Metro 1