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Foto: Reprodução.

A Economist Intelligence Unit (EIU) alertou sobre o declínio da democracia em todo o mundo. Num estudo publicado na quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024, a divisão de investigação do The Economist Group afirmou que em 2023, o seu Índice de Democracia atingiu o nível mais baixo desde 2006, quando a análise começou.

Segundo dados do ano passado, a pontuação média global foi de 5,23, uma queda de 0,06 ponto percentual em relação a 2022, quando o índice era de 5,29. O estudo afirmou: “Este resultado está de acordo com uma tendência geral de regressão e estagnação [da democracia] nos últimos anos”.

A análise observou que o declínio na pontuação média começou em 2016 e foi exacerbado pela redução das liberdades civis durante a pandemia da COVID-19. Mencionou também que as guerras e os conflitos prejudicaram ainda mais a democracia em todo o mundo no ano passado.

“A guerra na Ucrânia está a enfraquecer as suas já frágeis instituições democráticas (embora continue muito mais democrática do que a Rússia, o país que a invadiu em 2022). […]. A guerra civil no Sudão e o conflito Israel-Hamas ameaçam a segurança e democracia na região”, afirmou.

O Brasil ocupa a 51ª posição da lista, mesma posição de 2022. Em 2021, ficou na 47ª colocação. No passado, o país tinha uma pontuação global de 6,68 e é classificado como uma “democracia imperfeita”.

A Noruega continua a ser o país mais democrático do ranking. A nação ocupa o cargo há 14 anos e teve pontuação de 9,81 em 2023. É seguida pela Nova Zelândia (9,61), Islândia (9,45), Suécia (9,39), Finlândia (9,30) e Dinamarca (9,28). Afeganistão (0,26), Mianmar (0,85) e Coreia do Norte (1,08) ocupam as últimas 3 posições.

METODOLOGIA E RESULTADOS

O chamado Índice de Democracia é compilado anualmente pela EIU durante 18 anos. O seu objetivo é fornecer uma visão geral do estado da democracia em 167 países, incluindo 165 estados independentes e 2 territórios. O indicador é baseado em 5 categorias:

  • Processo eleitoral e pluralismo.
  • Funcionamento do governo.
  • Participação política.
  • Cultura política.
  • Liberdades civis.

Cada categoria recebe uma pontuação numa escala de 0 a 10. A EIU também analisa os 5 factores para atribuir uma pontuação global a cada país. Como resultado, as nações são classificadas em 1 dos 4 tipos de regimes:

  • “Democracia plena”: Pontuação superior a 8;
  • “Democracia defeituosa”: Maior que 6 e menor ou igual a 8;
  • “Regime híbrido”: Maior que 4 e menor ou igual a 6;
  • “Regime autoritário”: Menor ou igual a 4.

De acordo com a pesquisa de 2023, 74 dos 167 países e territórios seguem algum modelo de democracia, sendo 24 “democracias plenas” (não houve mudança de 2022 para 2023). O número de “democracias imperfeitas” aumentou de 48 para 50 em comparação com 2022.

Dos restantes 95 países, 34 são classificados como “regimes híbridos”, que combinam elementos de democracia formal e autoritarismo, e 59 são classificados como “regimes autoritários”. Em 2022, eram 36 e 59, respectivamente.

Os resultados sugerem que “os regimes não democráticos estão a tornar-se mais enraizados e os ‘regimes híbridos’ estão a lutar para se democratizar”, concluiu o estudo.

Considerando a população dos países analisados, apenas 7,8% vivem em “democracias plenas”, enquanto 39,4% estão sob regime autoritário.

Com informações do Folha de S. Paulo.


Ministro rechaçou as declarações do presidente, que acusou o sistema penitenciário de conivência

Uma imagem dividida em duas partes: do lado esquerdo do leitor, o presidente Lula, vestido de terno azul; e do lado direito o ministro Ricardo Lewandowski, de terno preto
Em entrevista coletiva, Lewandowski afirmou que não é possível afirmar ainda se houve participação de agentes penitenciários na fuga, contrariando uma declarção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sugeriu tal hipótese | Foto: Fotos: Divulgação/Agência Brasil 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, viajou para Mossoró neste domingo, 18, para acompanhar as investigações e as buscas pelos dois detentos que escaparam da penitenciária de segurança máxima que fica na cidade.

Em entrevista coletiva, Lewandowski afirmou que não é possível afirmar ainda se houve participação de agentes penitenciários na fuga, contrariando uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sugeriu tal hipótese.

“Enquanto as investigações não terminarem, seja no âmbito administrativo seja policial, não podemos afirmar que houve conivência”, disse o ministro. “Mas todas as hipóteses estão sendo investigadas.”

A declaração de Lula que incomodou Lewandowski

Mais cedo, em visita a Etiópia, Lula comentou o caso e sugeriu a possibilidade de os detentos terem tido ajuda para escapar do presídio. “Estamos à procura dos presos, esperamos encontrá-los, e, obviamente, queremos saber como é que esses cidadãos cavaram um buraco e ninguém viu”, disse o presidente. “Só faltaram contratar uma escavadeira. Não quero acusar, mas, teoricamente, parece que teve conivência com alguém do sistema lá dentro.”

É a primeira vez na história do país que criminosos conseguem escapar de um presidio federal de segurança máxima. Esse tipo de prisão existe no Brasil desde 2006, e há cinco ao todo espalhadas pelo Brasil, contando com a de Mossoró.

Informações Revista Oeste


Igor Cosso diz ter virado motivo de piada nos bastidores da emissora depois de ter sido visto com outro homem

Foto do ator Igor Cosso
Igor Cosso virou motivo de piada depois de ter tido homossexualidade exposta | Foto: Reprodução/TV Globo 

Igor Cosso, conhecido pelos trabalhos em Jezabel (2019) e Salve-se Quem Puder (2020), contou detalhes sobre o início da carreira na Globo. O artista, que trabalhou em Malhação(2011), afirmou que foi humilhado dentro da emissora por conta de sua homossexualidade.

Em entrevista ao podcast Cara a Cara, de Luan Poffo, o ator contou que se sentiu acuado quando um jornalista ameaçou expor uma foto dele beijando outro homem em uma balada quando ainda estava trabalhando na novela adolescente da emissora carioca. 

“Quando eu fiz Malhação, eu fiz Malhação 2011. Eu tinha 19 ou 20 anos. Eu tinha ido em uma boate que uma amiga tocava e um jornalista resolveu dar uma nota no jornal que tinha ido lá”, relembrou o intérprete de Rafael no folhetim da TV Globo.

“Era uma matéria assim: ‘Um ator que acabou de entrar em Malhação estava beijando um homem ontem na boate. Se ele quiser continuar na Globo, a coluna sugere para ele não fazer isso’. Só eu tinha entrado no meio da Malhação. E eu chorava, ainda mais quando me falaram que tinha uma foto ainda. Existia a foto, aparece uma foto, a gente tava beijando, mas tava tipo assim perto e tal”, relatou Cosso.

Foto do ator Igor Cosso em novela da TV Globo
Último papel de Igor Cosso na Globo foi na novela Salve-se Quem Puder, em 2020 | Foto: Reprodução/TV Globo

Sexualidade de Igor Cosso virou motivo de piada na Globo

Igor Cosso diz que entrou em desespero e isso fez com que pessoas da produção da Globo fizessem piadas. “Cara, foi o maior desespero assim da minha vida, porque eu tinha tipo, 20 anos. Pronto, acabou. Minha vida, acabou. Acabou todo o meu sonho”, admitiu. “Quando eu chegava para gravar, ouvia vários tipos de homofobia da equipe. Os caras sabiam que era eu, começaram a comentar. Nesse elenco, eu era o único ator gay”, detalhou.

“Uma vez, cheguei para um assistente de direção e perguntei ‘onde eu fico?’ (na cena). Ele falou no talk com o diretor: ‘aquele viadinho está perguntando onde ele fica’. Olhando na minha cara, na frente de outras pessoas. Meu olho encheu de lágrima, quando estava gravando eu escondi meu rosto para não aparecer que eu estava chorando”, recordou.

Informações Revista Oeste


Foto: Gabriela Biló/Futura Press/Estadão Conteúdo 

A causa da morte foi insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. Ele estava internado em um hospital da capital paulista.

O empresário Abílio Diniz morreu neste domingo (18) aos 87 anos em São Paulo. Ele comandou uma das maiores companhias de alimento do mundo. 

Ele estava internado no hospital Albert Einstein, na capital paulista. A causa da morte foi insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. 

Ele deixa cinco filhos, esposa, netos e bisnetos. 

Filho de Valentim e Floripes, Abílio Diniz nasceu no bairro do Paraíso, na Zona Sul de São Paulo, em dezembro de 1936. Primeiro de seis filhos de uma família de origem portuguesa, viveu nos fundos de uma mercearia. 

Em 1948, ainda menino, ajudou o pai na abertura de uma doceria, chamada Pão de Açúcar. Era o início da construção de um império em homenagem ao cartão-postal do Rio de Janeiro, primeira imagem que o pai avistou ao chegar ao Brasil de navio. 

Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Diniz pensou em se especializar nos Estados Unidos, mas o convite do pai falou mais alto, e em 1959, abriram a primeira loja do Pão de Açúcar, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, no coração de São Paulo. 

Abílio Diniz em foto de 2018 — Foto: Reuters/Paulo Whitaker

Abílio Diniz em foto de 2018 — Foto: Reuters/Paulo Whitaker 

No final dos anos 1960, já eram mais de 60 lojas em 17 cidades. 

Em 1971, Diniz inaugurou o Jumbo, primeiro hipermercado do Brasil. Cinco anos depois, com empréstimo do BNDES, comprou a Eletroradiobraz, e seguiu comprando, crescendo e inovando. 

Diniz também foi o primeiro a criar supermercado em shopping e a abrir suas lojas 24 horas. Foi um dos fundadores da associação brasileira de supermercados e foi um dos pioneiros na criação de programas de trainees do Brasil, uma maneira de recrutar e treinar talentos nos negócios. 

Mas um dos maiores líderes empresariais do país também conheceu crises e esteve no centro de conflitos. Por dez anos foi membro do conselho monetário nacional. 

Em 1987, com o Pão de Açúcar e o país mergulhados em uma crise econômica, vendeu a sede imponente e voltou ao prédio onde tudo começou. 

Em 1989, outro revés. Diniz foi sequestrado quando ia de carro para o trabalho e ficou uma semana nas mãos de sequestradores, nove estrangeiros e um brasileiro. A polícia descobriu o cativeiro, mas a libertação só ocorreu depois de uma longa negociação. 

Em 1991, o Pão de Açúcar pagou as dívidas e deu lucro. Diniz se preparou para enfrentar gigantes do varejo internacional no Brasil. Em 1995, abriu o capital do Pão de Açúcar e, com dinheiro em caixa, voltou a comprar supermercados menores, até que encontrou um acionista internacional, o grupo francês Casino. 

Depois, decidiu profissionalizar a administração do grupo e tirar os filhos da sucessão. Entrou no ramo de eletroeletrônicos pelo varejo e, depois de 54 anos, deixou o grupo Pão de Açúcar em 2013. 

“É um dia muito importante hoje para mim e para minha família. É o dia em que estou passando o controle do grupo Pão de Açúcar para o grupo Casino”, disse na ocasião. 

Depois, comandou a BRF – uma das maiores companhias de alimentos do mundo – e criou uma empresa de investimentos, que comprou ações do Carrefour. 

Sempre esportista, foi tricampeão brasileiro de motonáutica, em 1970, e ganhou, com o irmão Alcides, as milhas de Interlagos. Com isso, criou um portal sobre hábitos saudáveis, que inspirou o livro “Caminhos e escolhas: o equilíbrio para uma vida mais feliz”. 

Casado com Auriluce, teve quatro filhos: Ana Maria, João Paulo, Pedro Paulo e Adriana. Depois, do casamento com Geyse Marchesi, teve mais dois: Rafaela e Miguel. 

Em 2022, perdeu o filho João Paulo, de 58 anos, vítima de um infarto, em Paraty, no Rio. Na ocasião, Diniz escreveu: “Toda vez que olho essa foto me emociono. Mais do que pai e filho, éramos quase irmãos, dois grandes amigos.” 

João Paulo e o pai, Abílio Diniz — Foto: Reprodução: Facebook/ João Paulo Diniz

João Paulo e o pai, Abílio Diniz — Foto: Reprodução: Facebook/ João Paulo Diniz 

Adepto da disciplina do esporte e da ousadia nos negócios, Abílio Diniz se tornou um dos mais importantes empresários brasileiros e dizia enxergar um futuro de grandeza e liderança também para o país. 

“Esse país é muito grande, muito forte e não tenho dúvida nenhuma que nós vamos avançar”, disse em 2016. 

“É com extremo pesar que a família Diniz informa o falecimento de Abilio Diniz aos 87 anos neste domingo, 18 de fevereiro de 2024, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. 

O empresário deixa cinco filhos, esposa, netos e bisnetos, e irá ao encontro do seu filho João Paulo, falecido em 2022. Desde já, a família agradece a todas as mensagens de apoio e carinho.”

Informações TBN


Netanyahu diz que Lula ‘cruzou linha vermelha’. A Confederação Israelita do Brasil (Conib) também reagiu e chamou as declarações do presidente brasileiro de infundadas: ‘distorção perversa da realidade’.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, decidiu convocar o embaixador brasileiro no país — Foto: Reprodução

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, decidiu convocar o embaixador brasileiro no país — Foto: Reprodução 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que vai convocar o embaixador brasileiro para “uma dura conversa de repreensão”, após a fala do presidente Lula que comparou a guerra em Gaza com o Holocausto nazista e ações de Hitler. 

“As palavras do presidente do Brasil são vergonhosas e graves. Trata-se de banalizar o Holocausto e de tentar prejudicar o povo judeu e o direito de Israel se defender”, disse Netanyahu, em uma publicação neste domingo (18) no X (antigo Twitter). 

“Comparar Israel ao Holocausto nazista e a Hitler é cruzar uma linha vermelha”

O ministro das Relações Exteriores do país, Israel Katz, disse que ninguém irá comprometer o direito que Israel tem de se defender. 

Primeiro-ministro israelense disse que Lula “cruzou a linha vermelha” ao comparar a guerra em Gaza com o Holocausto 

Lula deu as declarações durante entrevista em Adis Abeba, na Etiópia, onde participou nos últimos dias da 37ª Cúpula da União Africana e de reuniões bilaterais com chefes de Estado do continente. 

“O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus”, disse Lula. 

O presidente Lula fez a afirmação após ser questionado sobre a decisão de alguns países de suspender repasses financeiros à agência da Organização das Nações Unidas (ONU) que dá assistência a refugiados palestinos, a UNRWA. 

Lula compara guerra em Gaza com ações de Hitler

Lula compara guerra em Gaza com ações de Hitler 

No fim de janeiro, Israel acusou funcionários da UNRWA de envolvimento com ações terroristas do Hamas, o que motivou a suspensão de auxílio por parte de governos ocidentais, como os do Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido. Não se sabe quantos funcionários estariam envolvidos. 

Lula disse que, se houve um “erro” na UNRWA, que os responsáveis sejam investigados, mas afirmou que a ajuda humanitária não pode ser suspensa. Recentemente, o governo brasileiro anunciou que vai prestar auxílio à agência. 

A fala de Lula também gerou reação da Confederação Israelita do Brasil (Conib). Para a entidade, o discurso do petista é uma “distorção perversa da realidade”. 

“Os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus indefesos na Europa somente por serem judeus. Já Israel está se defendendo de um grupo terrorista que invadiu o país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e defende em sua Carta de fundação a eliminação do Estado judeu”, diz nota da Conib. 

O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, disse que Lula traz vergonha ao seu povo ao apoiar o grupo terrorista Hamas. 

Ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant — Foto: Reprodução/ GloboNews 

Análise de ex-embaixador

Em entrevista à GloboNews neste domingo, o ex-embaixador Rubens Barbosa disse que “a fala do presidente realmente passou da linha vermelha”, porque as críticas extrapolaram o governo de Netanyahu: “ele [Lula] critica o próprio Estado de Israel. Aí aumentou a gravidade e a reação do governo de Israel foi imediata”. 

Barbosa avalia que Lula falou de improviso e que o Itamaraty não compartilha da opinião do presidente. 

“Não creio que o incidente vai afetar as relações entre Brasil e Israel, porque há muitos interesses em jogo, inclusive na área de Defesa. Agora, realmente, essa declaração do presidente Lula gera desconforto internacional e coloca o Brasil numa posição de tomar partido, quando na nossa opinião o Brasil tem que se manter equidistante e implementar a política tradicional brasileira, que é a favor dos dois estados.” 

"É uma medida drástica, é uma medida importante. É uma situação delicada" , diz diplomata

“É uma medida drástica, é uma medida importante. É uma situação delicada” , diz diplomata 

Informações G1


    Tricolor levou a virada na reta final

    O Bahia perdeu o primeiro Ba-Vi de 2024. Em um jogo de viradas, o Tricolor saiu com a derrota por 3 a 2.

    Com a derrota, o Bahia cai para a segunda posição do Baianão, com 13 pontos, com a Juazeirense assumindo a ponta, com 14. O rival fica em terceiro lugar, também com 13 pontos ganhos.

    A próxima partida será contra o Moto Club, pela Copa do Brasil, na quarta-feira (21). O jogo acontecerá em São Luís-MA.

    O JOGO

    A primeira etapa foi marcada por ritmo intenso de ambos os lados, o que gerou um gol no começo da partida e uma virada antes do intervalo.

    Com apenas cinco minutos, o Esquadrão levou um susto com o gol marcado por Osvaldo, que recebeu passe após domínio do atacante Alerrandro no meio dos dois zagueiros tricolores.

    Ao sair atrás no placar, com dificuldades para criar jogadas, o Esquadrão se viu com a obrigação de aumentar sua presença ofensiva e não demorou para chegar ao empate.

    Em um contra-ataque de almanaque iniciado por Jean Lucas, a bola foi passada para Cauly, que pôs Everaldo em velocidade. O centroavante brilhou com uma assistência sob medida para Thaciano empatar o jogo, aos 15 minutos.

    Após o empate, o Tricolor quase levou o segundo gol também em um contra-golpe. Osvaldo recebeu lançamento em profundidade e partiu livre a partir do meio-campo, parando em uma grande defesa de Adriel.

    Antes do intervalo, brilhou a estrela de Everton Ribeiro. O camisa 10 tricolor aproveitou um cruzamento preciso feito por Juba e cabeceou para virar o jogo.

    Já o segundo tempo teve contornos diferentes do que havia terminado a etapa inicial, com o Vitória buscando exercer pressão pelo gol de empate, já que atuava em casa.

    Nos primeiros minutos de pressão, o time da casa assustou em jogada pelo lado esquerdo do seu ataque, que terminou em chute de Osvaldo por cima do gol. O atacante rival apareceu livre na grande área mais uma vez.

    O Bahia, por sua vez, finalizou pela primeira vez no segundo tempo somente aos 17 minutos, em chute de Gilberto que foi bloqueado pela zaga.

    Com um gol de vantagem, o Esquadrão tentava diminuir a intensidade da partida, que era favorável ao adversário na parte inicial do segundo tempo. Mas a postura conservadora tricolor não funcionou, com a expulsão de Rezende aos 26 minutos.

    Ao ficar com um a menos em campo, o Bahia viu o rival se lançar ainda mais ao ataque e chegar ao gol de empate aos 29 minutos, com Osvaldo, antes de Rogério Ceni conseguir realizar as substituições com o objetivo de repor o espaço deixado na defesa com a expulsão de Rezende.

    Sem conseguir voltar criar jogadas ofensivas, o Bahia ainda levou a virada aos 38 minutos em lance de escanteio. Alerrandro cabeceou na pequena trave, Adriel não conseguiu espalmar para fora e o rival reassumiu a liderança do placar, definindo o jogo.

    EC Bahia


    Imagem
    Imagem: Divulgação

    Com o recente anúncio da nova política de preços da Petrobras em relação à gasolina, o combustível já começa a ficar mais barato nas bombas de abastecimento.

    Contudo, o custo da gasolina ao consumidor continua sujeito à cotação internacional do petróleo com o qual é fabricada no mercado internacional.

    Os carros elétricos são substitutos naturais para veículos movidos por derivados do petróleo, mas existem alternativas: empresas como a Porsche estão investindo em uma gasolina sustentável e ecológica. A marca alemã, inclusive, já fabrica no Chile essa gasolina sem petróleo, também conhecida como e-fuel ou gasolina sintética.

    Uma das vantagens é que ela dará uma sobrevida aos veículos a combustão, sem gastar uma gota de petróleo: sua produção utiliza como matéria-prima hidrogênio e o dióxido de carbono disponível na atmosfera.

    Além da Porsche, o governo alemão e marcas como Audi e Bosch têm investido nessa tecnologia.

    Fórmula 1 vai adotar e-fuel

    Ao mesmo tempo, a Fórmula 1 avalia a adoção do e-fuel a partir de 2025, quando deverá entrar o novo regulamento de motores, mantendo a propulsão híbrida já adotada, porém com o novo combustível e mais eletrificação. Esse seria o caminho para a mais importante categoria do automobilismo mundial não migrar, ao menos por ora, para motores totalmente elétricos.

    A expectativa é de que a novidade, quando chegar aos consumidores, garanta a sobrevida dos motores a combustão interna, seja de forma “pura” ou com algum nível auxílio elétrico. Hoje, tudo indica que propulsores convencionais estão com os dias contados por conta dos limites cada vez exigentes dos governos em relação às emissões de poluentes.

    A gasolina sem petróleo também contribuiria para combater o efeito estufa, que tem o dióxido de carbono entre seus principais vilões, e, de quebra, encerraria a dependência de um recurso natural que inevitavelmente irá acabar e tende a ficar cada vez mais caro.

    De acordo com o engenheiro Everton Lopes, os combustíveis sintéticos têm a vantagem, como o etanol, de neutralizar na respectiva produção o carbono resultante de sua queima, além de aproveitar a infraestrutura atual de abastecimento.

    Podem ser extraídos na forma de gasolina ou diesel e, portanto, não exigem alterações nos motores que utilizam a versão fóssil desses combustíveis.

    Custo de produção ainda é muito alto

    Audi é uma das montadoras que já produzem gasolina sem petróleo, ainda de forma experimental
    Audi é uma das montadoras que já produzem gasolina sem petróleo, ainda de forma experimental Imagem: Divulgação

    A perspectiva de benefícios econômicos e ambientais proporcionados pela gasolina sintética é alentadora, porém sua produção ainda é cara ante a gasolina tradicional, destaca o engenheiro.

    O desafio, afirma, é reduzir o custo da extração do hidrogênio necessário para fazer a gasolina sintética, a partir de um processo conhecido como eletrólise.

    “É a grande a quantidade de eletricidade utilizada para separar o hidrogênio presente na água. Essa energia deve, preferencialmente, ser de origem limpa, como solar, eólica ou de hidrelétricas”, pontua Lopes.

    “O combustível sintético já era usado pela Alemanha na época da Segunda Guerra Mundial e, desde então, as pesquisas têm evoluído. Porém, o petróleo ainda é muito mais fácil e barato de ser obtido e refinado”, conclui.

    O hidrogênio é a grande aposta de países como a Alemanha para renovar sua matriz energética.

    Além de servir para sintetizar combustível líquido, o gás também é visto como opção às caras e pesadas baterias de veículos a propulsão elétrica. Por meio das chamadas células de combustível, incorporadas a automóveis, o hidrogênio gera eletricidade para impulsionar as rodas. Modelos como o Toyota Mirai já trazem essa tecnologia e são abastecidos com hidrogênio.

    Informações UOL


    Foto: Reprodução.

    Na última semana, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), encaminhou um novo pedido de empréstimo para análise pela Assembleia Legislativa do estado. Desta vez, o montante solicitado é de 400 milhões de reais, somando-se aos bilhões já aprovados desde o início da atual gestão petista no estado.

    No entanto, o valor total requisitado desta vez chamou a atenção dos parlamentares, especialmente da oposição, devido à falta de clareza sobre sua destinação. No projeto de lei, o governador afirmou que os recursos seriam destinados à realização de investimentos previstos no Plano Plurianual e nos orçamentos anuais do Estado na área da segurança pública, sem fornecer detalhes específicos sobre como e onde o dinheiro seria aplicado.

    Embora a justificativa para o empréstimo possa ser considerada pertinente, dada a escalada da violência no estado ao longo das últimas gestões, o projeto de lei não oferece informações suficientes sobre a alocação dos recursos. Em declarações ao portal de notícias baiano BNews, Jerônimo Rodrigues mencionou outra finalidade para o montante, sugerindo que seria destinado à infraestrutura e estradas.

    No entanto, o projeto de lei carece até mesmo de indicação sobre qual instituição seria responsável pela concessão do empréstimo. Desde o início de sua gestão, em janeiro do ano passado, o governador Jerônimo já obteve autorização para contrair empréstimos que totalizam 3,7 bilhões de reais, por meio de operações vinculadas ao Tesouro do estado. Caso o novo pedido seja aprovado pelos deputados estaduais, a gestão petista ultrapassará a marca dos 4 bilhões em empréstimos.

    Com informações de Crusoé.


    Foto: Repordução/O Globo.

    O Partido dos Trabalhadores (PT) está defendendo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participe apenas dos palanques de candidatos a prefeito cujos partidos tenham declarado apoio à campanha de Lula para a reeleição em 2026. Essa decisão gerou críticas de legendas da base aliada, que consideram essa imposição como um equívoco e preferem separar os momentos eleitorais, visando também aos interesses locais. Entre essas siglas estão o PSB, PDT e MDB, que almejam a presença ativa de Lula em suas campanhas nas capitais.

    Essa determinação do PT foi incluída na Resolução do Diretório Nacional do partido sobre as eleições municipais de 2024. O documento caracteriza o pleito como um momento estratégico para construir uma aliança sólida que promova a recondução do governo Lula em 2026. Para a cúpula do partido, a disputa de 2024 é crucial para consolidar apoios para a reeleição de Lula.

    Contudo, partidos aliados ao governo apontam que essa postura pode causar constrangimento e ter um efeito contrário. Integrantes do PSB, principal aliado na campanha de 2022, consideram que impor esse critério é um equívoco, especialmente porque as eleições municipais de 2024 ocorrem em um contexto diferente da corrida presidencial.

    O ministro do Trabalho e presidente licenciado do PDT, Carlos Lupi, também acredita que esse tipo de pedido não é eficaz, pois as eleições são distintas. Ele ressalta que as disputas locais envolvem debates específicos do município, como questões relacionadas à educação, água e infraestrutura.

    Há a possibilidade de atrito em cidades como São Luís, onde pelo menos dois candidatos da base deverão pleitear o apoio de Lula. O MDB, por exemplo, busca o apoio do ex-presidente em Maceió, onde realizará prévias para definir o candidato.

    Enquanto o PT tenta retomar seu espaço político, definindo os palanques onde Lula se dedicará prioritariamente, há uma preocupação em costurar alianças de centro-esquerda, sem que isso interfira nas agendas do ex-presidente e no governo em votações do Congresso.

    Com informações de O Globo.


    Foto: Rodrigo Coca / Ag.Corinthians 

    Clube contratou dez jogadores, mas ainda acumula mais saídas do que chegadas

    O Corinthians segue em reformulação neste início de 2024. Na última sexta-feira, o clube anunciou mais três reforços, chegou a dez contratações na temporada e superou a marca de R$ 131 milhões investidos em jogadores. Mesmo assim, continua de olho no mercado. 

    Embora as inscrições para a primeira fase do Campeonato Paulista tenham se encerrado, a janela de transferências do Brasil segue aberta até 7 de março. Depois, novas contratações só poderão ser registradas a partir de 10 de julho.

    Por isso e por entender que o elenco ainda tem carências, a diretoria alvinegra não descarta fazer novas contratações. 

    O setor visto como mais prioritário é a zaga, que perdeu Gil e Bruno Méndez, no fim de 2023, e Lucas Veríssimo, em janeiro deste ano. Chegaram Félix Torres e Gustavo Henrique, além de Raul Gustavo, que voltou de empréstimo. Porém, o clube pensa em buscar mais uma peça.

    A diretoria alvinegra abriu negociações com Cacá, que pertence ao Tokushima Vortis, do Japão, e está no Athletico-PR, mas não evoluiu nas conversas. Outros nomes no Brasil e no exterior estão no radar do clube. 

    Corinthians também gostaria de ter mais um atacante de lado de campo, posição que ganhou apenas Pedro Henrique nesta janela de transferências. Wesley e Romero têm sido titulares do setor, que também conta com Gustavo Mosquito. 

    Contratado pela gestão anterior, do presidente Duilio Monteiro Alves, Hugo não agradou neste início de temporada. Assim, a chegada de outro lateral-esquerdo passou a ser estudada. 

    Apesar das muitas contratações, o Timão acumula mais saídas do que chegadas no elenco. Desde o fim da última temporada, 11 atletas deixaram o grupo. Confira abaixo: 

    • Zagueiros: Bruno Méndez, Gil e Lucas Veríssimo;
    • Laterais: Fábio Santos e Rafael Ramos;
    • Meio-campistas: Cantillo, Giuliano, Renato Augusto e Roni; 
    • Atacantes: Felipe Augusto e Pedro.

    A lista não conta com Gabriel Moscardo, que foi vendido ao Paris Saint-Germain, mas ficará no Corinthians até o meio do ano. 

    • Zagueiros: Félix Torres e Gustavo Henrique;
    • Laterais: Hugo, Diego Palácios e Matheuzinho;
    • Meio-campistas: Raniele, Rodrigo Garro e Igor Coronado;
    • Atacantes: Pedro Henrique e Pedro Raul.

    Na cotação atual, o Corinthians já comprometeu R$ 131,6 milhões com aquisição de direitos econômicos. O valor investido para reforçar o grupo é ainda maior, já que há também gastos com luvas para jogadores, comissões a empresários, entre outros custos. 

    Parte considerável desse montante foi pago à vista e o restante será quitado de forma parcelada ao longo dos próximos anos. Confira abaixo quanto custou cada jogador contratado: 

    • Félix Torres – 6,5 de euros
    • Gustavo Henrique – Sem custos
    • Hugo – Livre 
    • Diego Palácios – Livre
    • Matheuzinho – 4 milhões de euros
    • Raniele – 2,5 milhões de euros
    • Rodrigo Garro – 7 milhões de dólares
    • Igor Coronado – Livre
    • Pedro Henrique – 500 mil de dólares + perdão de dívidas
    • Pedro Raul – 5 milhões de dólares

    Informações De Olho No Lance