Em caso raro, homem quebra o pênis em três lugares durante relação sexual; veja raio x

Foto: Vlad Dmytrenko/Getty Images

Fratura do pênis é uma emergência urológica incomum, que requer tratamento cirúrgico imediato

A forma mais comum de fratura peniana envolve a curvatura anormal do membro ereto durante uma relação sexual. O caso, que já foi abordado em Grey’s Anatomy, popular série médica conhecida por ilustrar quadros clínicos fora do comum, é real, apesar de raro.

Um estudo, divulgado no periódico científico International Journal of Surgery Case Reports, relata um episódio de fratura peniana ainda mais incomum que atingiu três pontos do órgão: dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso, com lesão uretral associada.

O reparo cirúrgico imediato é o tratamento considerado padrão-ouro para fratura peniana. Se não for bem tratado, o problema pode levar a uma série de complicações, desde a cicatriz peniana à disfunção erétil.

Como ocorreu a fratura

A fratura do pênis é uma emergência urológica incomum, definida como ruptura da cartilagem peniana devido a trauma contuso no órgão ereto. A cartilagem peniana, também chamada de túnica albugínea, uma estrutura resistente, formada por duas lâminas, que recobre os dois corpos cavernosos e o corpo esponjoso.

Com um pênis flácido, a estrutura é mais espessa, mas diminui em 87,5% quando ele fica ereto. Nesse contexto, um aumento súbito da pressão, como um “escorregão” durante uma relação sexual mais intensa, pode resultar em ruptura do pênis ereto.

O caso apresentado é de um homem, de 36 anos, da Tanzânia, que deu entrada em um centro de saúde público e hospital de ensino, relatando queixas como inchaço, dor e sangue na uretra por cinco horas.

De acordo com o estudo, o paciente relatou ter ouvido um som súbito de ‘estalo’ durante a relação sexual com a parceira, quando o pênis escorregou, perdeu o caminho e atingiu a área perineal feminina.

O som foi seguido por rápida perda de ereção, dor, sangue pela uretra e inchaço do pênis. Os sintomas levaram o homem a buscar um centro de saúde próximo, onde recebeu analgésicos e foi encaminhado para o hospital.

O estudo relata que ao dar entrada no hospital, o paciente apresentava dor leve, pênis inchado e um pouco torcido, além de sangue na região da uretra. O diagnóstico inicial de fratura peniana com lesão uretral associada foi então cogitado pela equipe.

A ultrassonografia peniana mostrou um hematoma no corpo do pênis em corpos cavernosos dos dois lados do órgão, mais acentuadamente no lado esquerdo. Exame de ressonância magnética revelou os três locais da fratura.

Ultrassonografia peniana mostrou fratura tripla / International Journal of Surgery Case Reports

O paciente foi conduzido para cirurgia de emergência e reparo da fratura peniana e lesão uretral, que foi realizada por um urologista. Segundo o estudo, não havia nenhum outro local de lesão além daqueles observados na ressonância magnética.

A reparação de ambos os corpos cavernosos foi realizada, enquanto a uretra (considerada corpo esponjoso) passou por uma emenda cirúrgica com um tipo de sutura que é absorvida pelo organismo com o passar do tempo.

O homem apresentou boa recuperação e recebeu alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório, de acordo com o estudo. Um cateter uretral, que havia sido implantado, foi removido após 21 dias de pós-operatório.

Seis meses após a operação, ele retornou à clínica, relatando aos médicos ter retomado sua vida sexual sem dificuldades.

“Fratura peniana envolvendo todos os três corpos e lesão uretral associada é uma emergência urológica extremamente rara. Embora o diagnóstico de fratura peniana seja clínico, a ressonância magnética pode ajudar no diagnóstico e delinear a extensão da lesão. O reparo cirúrgico urgente da fratura peniana tripla tem excelente resultado, incluindo a recuperação da função erétil”, afirmaram os pesquisadores no artigo.

CNN Brasil 

OMS já fala em nova pandemia
25 de Maio de 2023

O diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que os países precisam se preparar

OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus
Segundo o diretor-geral da OMS, a próxima pandemia está fadada a ‘bater à porta’ | Foto: Foto: Reprodução/Flickr 

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu que os países façam as “reformas necessárias” para suportar uma próxima pandemia. Ele fez a advertência na segunda-feira 22, durante a assembleia anual da OMS.

“Se não fizermos as mudanças que precisam ser feitas, quem fará?”, perguntou Tedros, semanas depois de a organização decretar o fim da emergência global para a pandemia de covid-19. “E se não fizermos agora, quando?”publicidade

O chefe da OMS disse que tais medidas precisam ser tomadas com celeridade, porque a próxima pandemia está fadada a “bater à porta”. “Não podemos empurrar com a barriga”, advertiu Tedros.

Ameaça de nova pandemia?

fim da pandemia
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom | Foto: Divulgação/OMS

A Assembleia Mundial da Saúde coincide com o 75º aniversário da OMS. O evento terá duração de dez dias.

Os 194 Estados membros da OMS negociam reformas nas regras que fixam suas obrigações no caso de uma ameaça internacional de saúde. Os países também trabalham para elaborar um tratado pandêmico mais amplo, o que deve ser consolidado em 2024. “Um compromisso desta geração é importante, porque é esta geração que experimentou quão terrível um pequeno vírus pode ser”, disse Tedros.

O diretor-geral da OMS também avaliou o estágio da covid-19 no mundo. “Permanece a ameaça do surgimento de outra variante, que pode causar novos surtos de doenças e mortes”, alertou. “A ameaça de outro patógeno emergente com potencial ainda mais mortal continua. As pandemias estão longe de ser a única ameaça que enfrentamos. Em um mundo de crises sobrepostas e convergentes, uma arquitetura eficaz para a preparação e para a resposta a emergências de saúde deve abordar emergências de todos os tipos.”

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução

Para ampliar o acesso da população e aumentar a cobertura vacinal, a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado (27) mais um Dia D de vacinação contra a gripe Influenza e aplicação da bivalente em todas as unidades de saúde do município.

Serão 104 salas de vacina nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), com funcionamento das 8h às 16h. A vacina contra a gripe Influenza está liberada para toda a população acima dos seis meses de idade. É válido destacar que a aplicação em crianças e adolescentes é feita somente na presença dos pais ou responsável.

A vacina bivalente está disponível para pessoas a partir dos 12 anos inseridos nos grupos prioritários ou maiores de 18 anos, tendo tomado, ao menos, duas doses da vacina monovalente contra a Covid e com intervalo de quatro meses após a última aplicação.

Os menores de 14 anos poderão atualizar a caderneta vacinal com as doses de rotina nas UBSs e USFs. As pessoas devem comparecer com documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação.

De acordo com Carlita Correia, coordenadora da Vigilância Epidemiológica, o Dia D de vacinação é mais uma oportunidade para as pessoas atualizarem a caderneta vacinal.

“A vacina é segura e a principal aliada contra a gravidade das doenças. É importante que aqueles que ainda não tomaram a dose do imunizante devem ir ao posto de saúde mais próximo e garantir sua imunização”, destacou.

Secom


A doença não foi notificada na Bahia, mas um intenso trabalho de educação sanitária junto aos produtores já vem sendo adotado pela Adab

Foto: Ascom/Adab

A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria de Agricultura Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), reforçou as ações sanitárias no estado, estabelecendo medidas emergenciais, em parceria com a Associação Baiana de Avicultura (ABA) e demais entidades ligadas ao setor do agronegócio baiano. A iniciativa foi motivada pela confirmação de dois casos de Influenza Aviária (IA) em aves silvestres, pelo Ministério da Agricultura (Mapa), nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

A doença não foi notificada na Bahia, mas um intenso trabalho de educação sanitária junto aos produtores já vem sendo adotado pela Adab, antes mesmo dos casos ocorridos no ES e RJ. “Apesar dos casos não terem relação com a indústria de aves, reforçamos aos produtores as medidas sanitárias a serem adotadas, a fim de evitar que Influenza Aviária chegue em nossos plantéis”, alerta o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz.

Luz enfatizou, ainda, que o produtor também pode ajudar a proteger a produção avícola adotando alguns procedimentos, como não permitir a entrada de pessoas estranhas nas granjas; lavar e desinfetar veículos e equipamentos antes de entrar na propriedade; aplicar práticas de higiene; evitar contato com outras espécies de aves; não utilizar água de rios ou fontes descobertas; ficar atento aos sinais da doença.

Outra recomendação da Adab é evitar visitas a sítios de aves migratórias e, caso haja real necessidade, cumprir quarentena de 14 dias. “Temos um litoral amplo na Bahia, o que facilita o pouso desses animais. Alguns desses locais também são pontos turísticos, como o Litoral Norte, Sul e Extremo Sul do estado, daí o trabalho antecipado da Adab na capacitação e educação sanitária junto às comunidades”, explicou o diretor de Defesa Animal, Carlos Augusto Spínola, ressaltando que a Bahia é livre da Influenza Aviária.

 Como identificar a doença 

 Entre os sintomas passíveis de identificação da IA estão o andar cambaleante das aves e alta mortalidade em uma mesma área. Diante de um caso suspeito, a população não deve tocar ou resgatar as aves. É preciso acionar, imediatamente, o escritório da Adab mais próximo da ocorrência, ligar para o 0800 284-0011 ou enviar um e-mail para epidemiologia.adab@adab.ba.gov.br. Vale ressaltar que a Influenza Aviária não é transmitida pela ingestão de carne de frango ou ovos.

Informações Bahia.ba


Além de prejudicar a saúde do paciente, o ronco pode impactar nas relações. Cansaço frequente durante o dia e dor de cabeça podem indicar um problema maior, como apneia do sono.

Ronco pode afetar mais do que a saúde do paciente e impactar nas relações — Foto: Freepik

Ronco pode afetar mais do que a saúde do paciente e impactar nas relações — Foto: Freepik 

Quando procurar ajuda médica para lidar com o ronco? Quando o ruído ficar muito alto ou desde o momento em que começar a atrapalhar o sono do parceiro ou parceira ao lado? 

Em casos extremos, como o da aposentada Marcia Bucci, de São Caetano do Sul (SP), o ronco pode afetar mais do que a saúde do paciente e impactar também nas suas relações. 

Me divorciei e um dos motivos foi o meu ronco. 

— Marcia Bucci, aposentada 

👉 Veja mais abaixo quais são os sinais de alerta, como identificar se o seu ronco indica algo mais grave e qual o momento de procurar um médico. 

Esta reportagem é parte de uma série do g1 sobre o ronco que explica o que causa o ruído; como é feito o “exame do sono, a polissonografia”; quantos brasileiros esperam na fila pelo procedimento; e o que são os aparelhos CPAPs e BiPAPs. Também irá mostrar o que de fato funciona e o que não ajuda em nada para parar de roncar.

Aos 60 anos, Marcia conta que teve o diagnóstico de apneia há mais de uma década, quando ainda era casada. 

🚨 A apneia é a causa mais grave do ronco. Ela ocorre quando as nossas vias aéreas se estreitam ao ponto em que chegam a ficar bloqueadas, interrompendo a respiração por alguns segundos. 

A aposentada diz que não ficou surpresa com o resultado da polissonografia (o exame que identifica o quadro), pois já suspeitava que alguma coisa estava errada com a sua qualidade de sono: acordava sempre cansada e tinha dificuldade de concentração ao longo do dia, sinais típicos da condição. 

“Eu nunca percebia, mas incomodava bastante o meu ex-marido porque era algo constante. Eu acordava até com ele me chacoalhando algumas vezes”, relembra.

Marcia tentou usar um daqueles clipes nasais para manter a via respiratória mais aberta, mas não adiantou. 

A outra saída seria usar aparelhos como o CPAP ou BiPAP, que corrigem a respiração, mas isso esbarrou na questão financeira. Um equipamento desses pode passar de R$ 5 mil. O SUS até o fornece, mas a fila é longa. 

Dormir em quartos separados, uma ideia que poderia resolver o incômodo do marido, não era uma possibilidade para ela por conta do tamanho do apartamento da família. 

E, para piorar tudo isso, o ronco dela era motivo de piada de mau gosto do marido. Em algumas ocasiões, geralmente quando o casal se reunia com amigos, Marcia relembra que seu parceiro costumava caçoar dela, o que a deixava com bastante vergonha. 

“Aí a coisa foi se agravando até chegar num ponto que eu não queria mais ficar casada com ele. As pessoas comentavam muito e comecei a ficar com depressão. Tive que tomar remédio e fazer alguns tratamentos”, diz.

Hoje, ela tenta focar em perder peso, o que poderá ajudar com o ronco. De um modo geral, a gordura acumulada nas vias aéreas dificulta a passagem de ar.

🩺 Quando procurar ajuda? 

Mesmo que seu parceiro não se importe com seu ronco, vale a pena consultar um médico especialista em distúrbios do sono (como o otorrinolaringologista) quando: 

  • houver episódios frequentes de ronco;
  • estiver com sintomas como sensação de que dormiu mal, dores de cabeça ou cansaço ao longo do dia.

Basta a pessoa ter algum grau de prejuízo diurno (sonolência, fadiga, irritabilidade) ou noturno (roncos, engasgos, fragmentação do sono) para que a busca de ajuda seja necessária. 

— Danilo Sguillar, médico otorrinolaringologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo 

📣 Ronco alto não determina gravidade: O profissional, que também é médico do Sono pela Associação Médica Brasileira, explica que o volume do ronco não determina a gravidade dos quadros e somente o exame da polissonografia é capaz de fazer o diagnóstico de distúrbios, como a apneia. 

💤 E se for apneia do sono?

Nos casos em que houver suspeita de apneia do sono, o médico pode realizar a polissonografia para fazer o diagnóstico e determinar se o quadro é mais leve, moderado ou grave. 

De qualquer forma, é importante ficar atento aos sintomas. Confira abaixo. 

Se você também encontrar alguém apresentando esses sinais de alerta, leve-o ao médico. 

🚒 O que a apneia do sono faz com o seu corpo

Segundo o NHS, o serviço de saúde britânico, caso não tratada, a apneia do sono pode levar a diversos problemas de saúde, como: 

  • Pressão alta;
  • Maior chance de infarto;
  • Diabetes;
  • Doenças do coração; 
  • Dificuldades de concentração; 
  • Maior chance de se envolver em acidentes graves causados pelo cansaço, como batidas de carro.

“De forma crônica, a apneia do sono sobrecarrega o coração”, explica o otorrinolaringologista, que também é Coordenador do Departamento de Medicina do Sono da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial). 

Segundo ele, a condição aumenta a pressão arterial, que pode levar a quadros de arritmia e infarto agudo do miocárdio e alterar nosso sistema metabólico propiciando resistência à insulina e maiores chances de diabetes mellitus tipo 2. 

“O tratamento previne estas patologias. Portanto, é recomendável precocidade no diagnóstico e no tratamento”, alerta Danilo Sguillar.

Informações G1


Foto: Divulgação

O estresse da vida moderna, as tensões emocionais, alterações posturais e outros fatores são alguns dos motivos apontados como causas de duas doenças comuns a milhares de brasileiros e muito próximas em suas causas: a cefaleia, mais conhecida como dor de cabeça, e também as dores orofaciais. Esses tipos de dores podem levar a pessoa a desenvolver o hábito de ranger ou apertar os dentes, a traumas e microtraumas persistentes.

O especialista em dores orofaciais, Dr. Thiago Leite, lembra que esse apertar dos dentes, ou bruxismo, tem como característica principal o tensionamento dos músculos da face, e pode acontecer durante o sono ou ocorrer enquanto a pessoa estiver acordada, neste caso, chamado de bruxismo de vigília. Vale salientar que estes sinais podem passar despercebidos, “uma vez que a tensão e o estresse do dia a dia, às vezes, não permitem que as pessoas se auto-observem. Infelizmente, quando as dores orofaciais ou a cefaleia chegam, na maioria das vezes, já surgem em um grau insuportável, atrapalhando a rotina do paciente, o sono, horas de trabalho e, aí sim, não tendo mais como adiar a ida ao consultório. A busca por um alívio da dor torna-se urgente”, salienta o especialista.

De acordo com Dr. Thiago Leite, faz-se mais que necessário o diagnóstico com um bucomaxilofacial, pois, como bem lembra, o bruxismo, é um dos principais responsáveis pelo cansaço dos músculos mandibulares e pode provocar cefaleias tensionais e enxaqueca, com dores localizadas na região das têmporas, nuca e ombros, além de provocar zumbido e lesões nos dentes (fraturas, problemas gengivais). Mas que o ideal mesmo seria que o paciente não deixasse chegar a um nível tão elevado de tensão, de dor, de sofrimento.

Alguns dos principais sintomas que podem vir acompanhados do distúrbio são: dores na face, estalos na mandíbula, desgaste e fraturas nos dentes e restaurações, zumbido no ouvido, dores de cabeça e sensibilidade nos dentes. O tipo de tratamento dependerá exatamente de cada caso, de cada paciente, de cada particularidade. “Somos muito criteriosos nesse sentido. E nosso olhar está para o bem estar e conforto dessas pessoas que precisam voltar a dormir, viver, trabalhar, estar entre os seus sem dores. A cefaleia, as dores orofaciais têm tratamento. Elas chegam a tirar totalmente a qualidade de vida do indivíduo. É preciso diagnosticar o mais breve possível e ver o melhor protocolo de tratamento para cada caso”, salientou.


A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana registrou um novo caso confirmado de leptospirose – doença transmitida pela urina do rato – nesta terça-feira (16). Trata-se de um homem de 46 anos, morador do bairro Calumbi. A forma de contaminação ainda está sendo investigada.

De acordo com a notificação recebida pela VIEP, o paciente deu entrada em uma unidade privada no dia 4 de maio para realizar exames laboratoriais, mas somente no dia 16 a instituição entrou em contato com o órgão municipal para informar o resultado positivo para a doença.

Vale destacar que os casos são registrados conforme a ficha de notificação e o resultado positivo do exame que chega à Vigilância.

Ao ter conhecimento do caso, a equipe da VIEP entrou em contato com o paciente no próprio dia 16 e orientou que ele procurasse, de maneira imediata, uma unidade de saúde da rede municipal com atendimento de urgência e emergência devido ao alto potencial de evolução da doença.

Entretanto, o paciente não seguiu a orientação da equipe de saúde e só procurou o suporte especializado no dia 17, por volta de 23h. No momento, ele está sendo acompanhado e aguarda a regulação estadual em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A VIEP continua monitorando o caso e efetuando a investigação dos possíveis locais de contaminação da doença. As ações de vigilância e combate para eliminação dos focos estão sendo desempenhadas pelas equipes técnicas.

Sobre a doença

A leptospirose é causada pela bactéria Leptospira, que utiliza alguns animais como hospedeiros, principalmente roedores, e é transmitida para os seres humanos pela exposição direta ou indireta à urina desses animais, geralmente após contato prolongado com águas contaminadas.

*SECOM


Foto: Divulgação

Momentos de distração, confraternização, superação, novos desafios, relaxamento. Assim pode-se descrever as sensações que o artesanato desperta na vida de muitas pessoas e um grupo de Feira de Santana tem experimentado essas sensações desde a pandemia de covid-19, quando encontraram no artesanato, uma alternativa para aliviar a ansiedade.

Tudo começou quando as irmãs Charline Portugal e Patrícia Falcão, que trabalham no ramo da saúde, encontraram no artesanato uma terapia para aliviar o estresse do dia a dia. Elas começaram a fazer aulas de artesanato, mas com a chegada da pandemia do covid-19 as aulas foram suspensas. Por outro lado, os momentos de estresse aumentaram, já que elas trabalham na área de saúde.

Foi então que as irmãs resolveram continuar a fazer os artesanatos em casa. Atividade que se tornou exemplo e despertou a vontade de seguir esse caminho em muitas pessoas. A ideia foi se propagando e ganhou dimensão grande com a adesão de amigos. Assim, as irmãs decidiram montar um curso de artesanato e assim nasceu a arteterapia.

O curso que oferece aulas de costura criativa, bordado tradicional, bordado livre, pintura em tecido, crochê e biscuit, abrange pessoas de todas as idades. Para os alunos, mais que aprender uma arte nova, as aulas servem para renovar as ideias, além de estimular a criatividade e proporcionar momentos de lazer e relaxamento.


De acordo com o Ministério da Saúde, o homem tem 61 anos e é funcionário de um parque municipal de Vitória onde uma das aves marinhas contaminadas foi encontrada caída no chão.

Aves silvestres da espécie Thalasseus acuflavidus. — Foto: Cláudio Dias Timm

Aves silvestres da espécie Thalasseus acuflavidus. — Foto: Cláudio Dias Timm 

O Ministério da Saúde confirmou na noite desta quarta-feira (17) o primeiro caso suspeito de gripe aviária em humano do Brasil. Trata-se de um homem de 61 anos, funcionário de um parque municipal de Vitória onde foi encontrada uma das três aves com resultado positivo para a doença no Espírito Santo. 

O paciente apresenta sintomas gripais leves e, conforme protocolo de vigilância sanitária, está em isolamento e monitorado por equipes de saúde do município. A pasta informou que acompanha e está dando o suporte necessário ao estado desde a notificação. 

A amostra do paciente suspeito e de outras 32 pessoas que também trabalham no parque estão em análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) do Espírito Santo. Após a análise, as amostras também serão enviadas para a Fiocruz, que é o laboratório de referência para o estado, e deverão ser manipuladas em áreas de biossegurança NB-3. 

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa), ainda não há informação sobre o prazo para divulgação dos resultados dessas análises. 

O Ministério da Saúde reforçou que não foram registrados casos confirmados de influenza aviária A (H5N1) em humanos no Brasil. A transmissão da doença ocorre por meio de contato com aves doentes, vivas ou mortas. E, de acordo com o que foi observado no mundo, o vírus não infecta humanos com facilidade e, quando isso ocorre, geralmente a transmissão de pessoa para pessoa não é sustentada. 

Na tarde desta quarta-feira (17), a Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa) havia confirmado que 33 pessoas foram possivelmente expostas a uma ave marinha contaminada pelo vírus influenza aviária, que foi encontrada num parque municipal de Vitória. O parque é o Refúgio da Vida Silvestre da Mata Paludosa (antigo Parque da Fazendinha), em Jardim Camburi. 

O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou três aves contaminadas com a gripe aviária no litoral capixaba na última segunda-feira (15). 

Na tarde desta quarta-feira (17), a Sesa informou que equipes da Vigilância em Saúde, juntamente com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), realizaram investigação de campo em Vitória, Cariacica e Marataízes (locais onde foram encontradas as três aves contaminadas) para identificar pessoas que tiveram contato com esses animais. A ação foi iniciada na terça-feira (16). O parque está fechado para visitas desde então. 

Refúgio da Vida Silvestre da Mata Paludosa (antigo Parque da Fazendinha), em Vitória, onde uma ave contaminada foi encontrada — Foto: Paulo Ricardo Sobral/TV Gazeta

Refúgio da Vida Silvestre da Mata Paludosa (antigo Parque da Fazendinha), em Vitória, onde uma ave contaminada foi encontrada — Foto: Paulo Ricardo Sobral/TV Gazeta 

Monitoramento deve ser feito por pelo menos 10 dias

A Sesa esclareceu ainda que as pessoas que tiveram contato com as aves diagnosticadas com a gripe aviária (vírus H5N1) devem ser monitoradas se apresentarem sintomas gripais pelo período de dez dias a partir do contato com a ave contaminada ou com suspeita de contaminação. 

A população deve evitar estritamente contato com aves doentes ou mortas, incluindo aves silvestres. Outras orientações gerais incluem: 

  • Ao avistar aves doentes acionar o serviço veterinário local ou realizar a notificação por meio do Sisbravet (clique aqui);
  • Evitar o contato próximo e desprotegidocom pessoas que apresentem sintomas gripais;
  • Manter os ambientes bem ventiladoscom porta e janelas abertas;
  • Evitar aglomerações em ambientes fechados;
  • Praticar higiene das mãos e ter etiqueta respiratória ao tossir ou espirrar;
  • Caso precise manipular a ave, usar máscara de proteção e luvas, acondicionar em uma caixa e comunicar ao Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (IDAF) (clique aqui) 

Primeiro caso de gripe aviária no país

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) registrou dois casos de aves marinhas contaminadas pelo vírus da influenza aviária, o H5N1, na tarde de segunda-feira (15). No fim do mesmo dia, o governo informou um terceiro caso. 

Dois animais são da espécie Thalasseus acuflavidus, conhecida Trinta-réis-bando, e foram resgatados no litoral do Espírito Santo. 

No momento do resgate, uma das aves estava localizada no município de Marataízes, Litoral Sul, e outra no bairro Jardim Camburi, em Vitória. 

Aves silvestres da espécie Thalasseus acuflavidus. — Foto: Cláudio Dias Timm

Aves silvestres da espécie Thalasseus acuflavidus. — Foto: Cláudio Dias Timm 

O terceiro é uma ave migratória da espécie Sula leucogaster (atobá-pardo), que estava no Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos de Cariacica (Ipram), desde janeiro. 

Os dois casos não afetam a condição do Brasil como país livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicida (IAAP) e os demais países membros da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA) não devem impor proibições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. 

É a primeira vez que o Brasil apresenta casos de gripe aviária. 

Os animais infectados não fazem parte do sistema industrial brasileiro, ou seja, os casos não afetam aves e ovos disponíveis nos supermercados e a seguridade alimentar da população, aponta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Informações G1


Foto: Divulgação

O mês de maio, Maio Roxo, traz como alerta o aumento de cerca de 15 por cento ao ano no número de casos de doenças inflamatórias intestinais, conforme Associação de Proctologia. Em Feira de Santana, nos últimos três anos, o coloproctologista e médico cirurgião, Dr. Eugênio Ramalho, afirma que passou a verificar esse aumento de pacientes com doenças desta natureza em seu consultório. De 2019 para cá, na verdade, o índice chega a ser maior, pois, costumava atender semanalmente entre duas ou três pessoas com inflamações do trato intestinal. Atualmente, no mínimo, a agenda conta com 10 pacientes toda semana.
O dia 19 de maio é o Dia Mundial das Doenças Inflamatórias Intestinais (DIIs) e, portanto, como salienta o especialista, uma ótima oportunidade para lembrar à população como um todo que, de acordo com a Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn, cerca de 10 milhões de pessoas ao redor do mundo são afetadas pela doença e a incidência vem aumentando também no Brasil, ou seja, se faz urgente conter ou minimizar esta enfermidade. O estresse da vida moderna, a alimentação pobre em vegetais, frutas, verduras, sementes. Em contrapartida, rica em gorduras saturadas, ou seja, em alimentos originários de fastfoods como frituras, pizzas, batata frita, “alimentos ultraprocessados, previamente preparados com estabilizantes, conservantes, comidas processadas, congeladas, à base de margarina, gordura vegetal, a falta de atividade física, são fatores que potencializam o surgimento destas doenças e o aumento dos casos”, frisou o cirurgião Eugênio Carvallho.​
As duas principais doenças inflamatórias que envolvem o trato instestinal são a Colite Ulcerativa, que provoca inflamação de longa duração e feridas, as chamadas úlceras no revestimento interno do intestino grosso, ou seja, cólon, e também no reto; bem como a Doença de Crohn. E Este tipo de DII é caracterizado pela inflamação do revestimento do trato digestivo, que muitas vezes se espalha profundamente nos tecidos afetados e precisa ser rapidamente diagnostica e tratada. Trata-se, inclusive, de uma doença que geralmente acomete jovens entre 15 e 40 anos de idade e, depois, em um segundo pico, entre os 60 e 70 anos. “Mas é preciso ficar atento aos sinais, aos sintomas, pois, mesmo sendo mais comum nesses períodos, qualquer pessoa pode ser acometida”, alertou Dr. Eugênio Ramalho.
Os sintomas da DII variam, dependendo da gravidade da inflamação e onde ela ocorre. Os sintomas podem variar de leve a grave. É provável que a pessoa tenha períodos de doença ativa seguidos por períodos de remissão. Os sinais e sintomas comuns à doença de Crohn e à colite ulcerativa incluem a diarreia, febre, fadiga, dor abdominal e cólicas, sangue nas fezes, apetite reduzido e perda de peso não intencional. “É importante a gente lembrar que esses sintomas podem vir isolados ou não. Vamos ficar atentos e buscar um profissional imediatamente. Quanto antes um diagnóstico e tratamento precoce, melhor”, lembra o coloproctologista. De acordo Dr. Eugênio Ramalho, a mudança no estilo de vida das pessoas acometidas por problemas no trato intestinal é, sem dúvida, o melhor caminho para melhorar o quadro desses pacientes, incluindo boa alimentação, descartando alimentos ultraprocessados, e adotando a prática de exercícios. É importante também evitar o tabagismo e controlar a obesidade desde a infância.