Haverá uma substancial restrição de participação presencial na posse do prefeito reeleito Colbert Martins, dia 1º de janeiro, às 16 horas, na Prefeitura Municipal de Feira de Santana. A cerimônia vai ser transmitida, ao vivo, pelos canais da Secretaria de Comunicação na internet, inclusive uma entrevista coletiva.
“Lamento e peço desculpas, pois imagino quantas pessoas não gostariam de estar presentes na solenidade. Mas o momento que estamos vivendo, como todos sabem, não permite que os eventos sejam realizados de maneira a ocasionar aglomerações”, lembra o prefeito.
A cerimônia será restrita ao prefeito e à primeira-dama, ao vice-prefeito Fernando de Fabinho e esposa, ao Procurador Geral Carlos Alberto Moura Pinho e esposa, ao presidente da Câmara, José Carneiro, e esposa, bem como aos secretários de Comunicação, Edson Felloni Borges, e de Governo, Denilton Brito.
A transmissão ao vivo será feita por meio do www.feiradesantana.ba.gov.br , https://www.instagram.com/prefeituradefeira/ https://www.facebook.com/prefeituradefeiradesantana
A obsessão de legislar sobre a Covid-19 e sobre todos os seus aspectos, uma espécie de ideia fixa cada vez mais próxima do estágio clínico, está levando o Brasil (vamos deixar de fora o resto do mundo; o Brasil já chega) a descer de olhos fechados em direção à uma tirania meia-boca, medíocre e ignorante, envenenada pela superstição com o carimbo de ciência e comandada por uma multidão miúda de pequenos governadores, pequenos prefeitos e pequenos mandarins com estabilidade perpétua no emprego, aposentadoria com salário integral e nenhum risco de pagar pelos desastres que provocam. A Covid-19, atiçada pelo pânico sem precedentes que provocou desde o seu início, entregou a essa gente toda um poder que nunca imaginaram ter, nem os eleitos, nem os burocratas, inclusive a ventura de fazer compras sem licitação — e agora eles não querem mais largar o osso. Contam, para cumprir suas decisões ilegais e seus chiliques de despotismo subdesenvolvido, com a cumplicidade amedrontada da Justiça — sobretudo desembargadores e ministros dos tribunais superiores e do STF, que disputam entre si para ver quem obedece mais rápido às neuroses legalóides dos políticos. Aceitam tudo, validam tudo e, até agora, ao longo de dez meses inteiros de epidemia, não foram capazes de frear uma única ordem anticonstitucional baixada em nome da “preservação da vida”.
Da mesma forma, o Ministério Público, que entra em transe a cada vez que imagina ter diante de si a mínima contestação aos direitos de quilombolas, mendigos ou viciados em crack, não deu um pio, até agora, diante de violações flagrantes dos direitos individuais e das liberdades públicas cometidas para “combater a Covid” e “seguir as recomendações da ciência”. Governadores e prefeitos estabelecem a Lei Seca, violam o direito de ir e vir, obrigam os cidadãos a fazer coisas não previstas em nenhuma lei e envolvem-se o tempo todo em episódios de corrupção — e o MP, quando não abaixa a cabeça ou apoia esses disparates, faz de conta que isso tudo está acontecendo no Congo Belga, e não no Brasil. A maioria dos integrantes do Poder Legislativo engole com casca e tudo a ação dessa tirania de quintal — ou, então, se amontoam uns sobre os outros para embarcar no mesmo bonde, com projetos sem nexo algum e palavrório de apoio maciço aos atos mais agressivos de desrespeito às leis e à Constituição. As classes intelectuais, os que estão recebendo salário sem ir ao trabalho e as fatias superiores da sociedade engrossam essa sopa. Para completar, os veículos de comunicação agem como se fossem editados por uma cabeça só. Dedicam-se à defesa da “quarentena” como quem cumpre uma obrigação religiosa — publicam ou deixam de publicar informações e pontos de vista não em obediência a critérios jornalísticos, mas baseados na fé, ou, então, como militantes de um centro acadêmico. É uma espécie de morte cerebral.
Para se ter uma ideia, a imprensa passou a admirar qualquer decisão do governador João Doria, que até dez meses atrás era tido como um demônio só comparável ao presidente Jair Bolsonaro — chegou, até mesmo, a mostrar “compreensão” com o governador Wilson Witzel, escorraçado do palácio de governo do Rio de Janeiro sob acusações de roubalheira extrema. Mudou o sinal por um motivo só: Doria e Witzel passaram a ser aceitos como campeões nacionais da repressão em favor do “distanciamento social”. Na verdade, qualquer político esperto percebeu em dois tempos que o melhor jeito de se dar bem com a mídia, hoje em dia, é dizer que está de olho no vírus, botar uma máscara e sair por aí.
Todos os mencionados acima contam, enfim, com o apoio mais decisivo de todos: a passividade praticamente absoluta da maioria da população diante do furto de seus direitos. Aceita-se o “distanciamento social”, os acessos de tirania marca barbante e a safadeza das “autoridades locais” como um muçulmano aceita o Alcorão — parece que estamos diante de uma espécie de “queda no sistema”, em que as pessoas abriram mão da capacidade de pensar e passaram a ouvir apenas os ruídos produzidos dentro de suas próprias cabeças. É uma paralisação de anestesia geral, em que as vítimas se acreditam protegidas pelos reizinhos de esquina que lhes batem a carteira; estão vendendo sua liberdade a preço de banana, prontos a engolir qualquer coisa que venha da “autoridade” e dos seus médicos de rebanho.
Um dos efeitos mais perversos dessa trapaça em escala mundial tem sido a desordem que contaminou a palavra “ciência” — hoje uma das mais baratas de todo o vocabulário, pois qualquer um passou a encher a boca com ela a cada vez que pretende tirar proveito das oportunidades trazidas pela epidemia. “Estou a favor da ciência”, dizem autoridades, médicos e pesquisadores que pensam exatamente o oposto em torno de qualquer coisa relativa à Covid-19, da estrutura molecular do vírus ao uso da cloroquina. A ciência deixou de ser o universo dos fatos e passou a ser uma questão de opinião — e, a partir daí, ficou liberada para o primeiro passante a utilização da palavra “ciência” na defesa de suas crenças ou de suas agendas pessoais. Quando um médico diz que o vírus não pode fisicamente se transmitir a um toque no botão do elevador, por exemplo, e outro médico, no consultório ao lado, diz o contrário, ambos autorizam o paciente leigo a ter, ele, também a sua própria opinião. Por que não? Se os médicos deram para dizer “eu acho”, e passaram a ouvir lições de infectologia dadas por repórteres de televisão portando máscaras design — bem, aí não dá para reclamar que o Zé Mané também diga o que acha sobre a Covid, a mutação de átomos ou a eficácia relativa das vacinas da Pfizer, de Oxford ou a chinesa “do Doria”. Os políticos e ministros do STF, do seu lado, ganham direito a legislar sobre ciência, os eclipses solares e a área do triângulo. É para onde a Covid-19, sob aplausos gerais, acabou nos trazendo.
O vice-presidente da república, Hamilton Mourão, disse hoje (22) que a prisão do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), não afeta a imagem do governo. “Isso aí é questão policial, segue o baile, investigação… e acabou”, afirmou.
Na campanha para a reeleição no pleito de 2020, a qual perdeu para Eduardo Paes (DEM), Crivella apareceu como o candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Questionado sobre o apoio, no entanto, Mourão rebateu: “O governo não tem impacto nenhum, pô. Não tem nada a ver com a gente. Sem impacto, zero impacto. A gente apoia tanta candidatura aí, não tem nada a ver”.
O prefeito do Rio foi preso na manhã desta terça durante uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo Rui Costa na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), testou positivo para Covid-19. O parlamentar decidiu fazer o teste na semana passada, quando foi acometido por um leve resfriado. Mas, conforme relatado por sua assessoria, ele agora está assintomático e em isolamento domiciliar.
O presidente Jair Bolsonaro garantiu, durante uma entrevista ao canal O Brasil Precisa Saber, comandado pelo filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que o Brasil terá um “partido de direita” nas eleições de 2022. Sem admitir que tentará a reeleição, Bolsonaro disse que, se não conseguir fundar o Aliança pelo Brasil, anunciará até março de 2021 qual partido irá se filiar.
– Pessoal da direita aí, vai ter partido de direita para 2022. […] Está difícil, burocratizou-se muito a questão da formação de partido. Se eu tivesse feito lá atrás um partido, alguns anos atrás, sem problema nenhum. Agora decisão minha: março, se o Aliança não estiver formado em março, é possível formar sim, mas se não estiver formado, já estou namorando aí alguns partidos, vou fechar com um, para esse pessoal poder se preparar para 2022 – disse Bolsonaro.
Apesar da expectativa, Bolsonaro negou que esteja pensando em 2022. Segundo ele, o foco é seu mandato atual.
– É como um parto: depois de nove meses, a criança vai nascer. Então quando chegar 2022, a gente decide se disputa ou não. Por enquanto, o meu trabalho é focado aqui. Se eu estivesse pensando em eleição em 2022, teria sido ativo nas eleições municipais e não fui – observou.
O presidente também negou a narrativa da imprensa de que tenha “perdido” as eleições municipais deste ano por não ter conseguido eleger seus aliados como prefeitos, mesmo fazendo campanha nas redes.
– Uns foram eleitos, reeleitos, outros não. A imprensa falou que eu perdi. Eu pergunto à imprensa: quantos prefeitos eu tinha? zero. Agora, quem perdeu foi a esquerda, que perdeu barbaramente o número de prefeituras do país – apontou.
Pelo menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se recusaram a sair de férias e decidiram manter os trabalhos nas próximas semanas o que, na prática, vai esvaziar os poderes do presidente da Corte, Luiz Fux, durante o plantão. O Supremo entra de recesso neste domingo (20).
Com a folga dos colegas, Fux ficaria responsável pela análise de todos os casos considerados urgentes, inclusive aqueles que estão sob a relatoria dos colegas. No entanto, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes comunicaram que vão seguir despachando durante o recesso.
O deputado federal Zé Neto (PT-BA) prestou uma homenagem esta semana na Câmara dos Deputados, ao Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho, em Feira de Santana, que está completando 50 anos.
Fundado em 14 de dezembro de 1970, no bairro Cidade Nova, o Colégio Luiz Viana tem atualmente mais de dois mil alunos matriculados nos ensinos Fundamental 2, Médio Regular e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
“Por ser um dos colégios públicos mais tradicionais de Feira, o Luiz Viana, que foi reformado recentemente pelo Governo do Estado, tem uma história marcada por muita luta e dedicação de seus professores, funcionários e, principalmente, de seus estudantes. Neste cinquentenário do colégio, parabenizo a todos em nome do diretor e professor Eduardo Brito, que tem feito um trabalho importante na formação desses homens e mulheres para um mundo melhor”, destaca Zé Neto.
Depois de ter alcançado um “bom” resultado nas urnas, na Eleição Municipal 2020, em Feira de Santana, o partido NOVO já retomou musculatura para continuar em uma onda crescente no quesito desempenho eleitoral. É o que reconhece o presidente municipal do partido, Thiago Martins. Para ele, a condição de quase 10 mil votos dada ao NOVO no último dia 15 de Novembro, coloca a agremiação em “um novo patamar” para os próximos pleitos.
“O projeto é difundir os ideais do partido para que ele se torne mais conhecido. Agora, já será a hora de a gente ter, em 2022, nossos próprios candidatos em chapa majoritária completa para brigar por Feira”, diz sem revelar nomes de pré-candidatos.
Thiago reitera que, o NOVO seguirá com a sua posição de independência, zelando pelos valores de liberdade econômica e com os princípios morais e éticos para uma “nova política.”
O presidente do diretório municipal salienta, ainda, que há uma “tendência clara da população pelo desejo de renovação dos seus representantes” em comparação com as últimas disputas eleitorais.
Em todo o Norte-Nordeste do Brasil, Feira de Santana foi a única cidade a ter candidatos na chapa majoritária deste ano. Ao reconhecer o resultado do pleito 2020, Thiago Maritns parabeniza os eleitos já diplomados e diz que a atuação do diretório não se limita apenas ao pleito, mas de maneira engajada na política da cidade.
“A nossa participação na política não é somente ganhar ou perder. Desejamos êxito a futura gestão ao mesmo tempo em que estaremos atentos para fiscalizar e cobrar o que foi prometido em campanha”, declarou.
Se neste momento a disputa da presidência da Câmara Municipal de Feira de Santana está corrida, o vereador reeleito José Carneiro andou bem nesta noite, 17, e ganhou o apoio de nove colegas que o classificam favorito na largada do pleito interno legislativo.
Entre os nomes de peso está o da vereadora Gerusa Sampaio, de Eli Ribeiro, do pastor Edvaldo Lima e de Ron do Povo que fecharam apoio ao candidato. A força de Carneiro também será representada por vereadores que estreiam na Casa Legislativa, a exemplo de Pedro Américo, Galeguinho SPA, do Pastor Vladimir e de Jurandy Carvalho, somado ao voto já garantido de Correia Zezito que retorna à Câmara.
Um fator foi decisivo para a escolha de todos os edis no encontro: o excelente trabalho desenvolvido por José Carneiro à frente da casa do povo.
Ainda, entre os predicados, o equilíbrio, a transparência e honestidade e, acima de tudo, o respeito e o compromisso com seus pares catapultaram Carneiro ao consenso do grupo.
Apesar de se dizer preocupado com a pandemia de Covid-19 e com os impactos dela na saúde da população paulista, o texto do projeto de lei para o orçamento estadual de 2021 enviado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), e aprovado na madrugada desta quinta-feira (17), vai justamente na contramão da fala dele.
O desalinhamento do discurso com a prática pode ser comprovado pelo corte de aproximadamente R$ 800 milhões feito na verba destinada à Secretaria de Saúde de SP, no próximo ano. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020, por exemplo, os recursos planejados foram de R$24,5 bilhões; já em 2021, o valor cairá para R$ 23,7 bilhões, uma queda de cerca de 3,2%.