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O senador Marcos Rogério (PL-RO) protocolou um pedido de convocação do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, para que ele deponha na CPMI do INSS.

A medida busca averiguar a suspeita de participação no esquema de fraudes em benefícios por parte do irmão do presidente Lula (PT), José Ferreira da Silva, o Frei Chico. Marcos Rogério quer saber por que o irmão do petista e o sindicato ao qual é vice-presidente não estão sendo investigados.

O diretor-geral da PF declarou, em abril, que nem o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), nem Frei Chico, estavam inseridos nas investigações.

– As declarações repercutiram nacionalmente e suscitaram controvérsia sobre o escopo das investigações, os critérios técnicos adotados para seleção de alvos, a motivação para determinadas medidas cautelares e a governança de dados compartilhados com INSS, Dataprev e CGU – afirma o senador no requerimento de convocação.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não vê como prioridade a convocação do irmão de Lula ao colegiado. Ele prefere aguardar para lançar luz sobre a participação de Frei Chico na fraude. As informações são de Igor Gadelha, do site Metrópoles.

*Pleno.News
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados


A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) mantém em seu gabinete, desde setembro de 2023, um assessor que já foi alvo da Polícia Federal (PF) por pichar o prédio do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O funcionário, identificado como Samuel Santos, é secretário parlamentar e recebeu, nos últimos dois meses, salário líquido de R$ 3.125,11, além de R$ 1.784,42 de auxílio.

Em 8 de dezembro de 2022, Samuel foi flagrado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) pichando a parede lateral do MEC com frases como “bozo na prisão” e “bolsa na mão”. Na mochila dele, os agentes encontraram três latas de spray. Detido, ele foi levado à Superintendência da PF, onde foi lavrado termo circunstanciado.

Um laudo da PF estimou em R$ 1.123,20 o custo da recuperação do patrimônio público, valor que não chegou a ser ressarcido. Posteriormente, o Ministério Público Federal (MPF) propôs um acordo que previa o pagamento de R$ 300 a uma entidade assistencial em troca de evitar a abertura de uma ação penal. A medida foi cumprida por Samuel.

O caso ocorreu durante um protesto contra cortes no orçamento da Educação e da Cultura, quando o MEC acumulava as duas áreas sob a gestão Bolsonaro. À época, a PMDF informou que Samuel tinha sido autuado por crime ambiental. Na ocasião, a corporação cercou manifestantes para impedir a aproximação deles do prédio.

De acordo com o site Metrópoles, que noticiou inicialmente o ocorrido, a deputada Erika Hilton não se pronunciou sobre a contratação de Samuel para seu gabinete. Já a defesa do secretário parlamentar não foi localizada.

*Pleno.News
Fotos: Divulgação/PMDF // Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


O presidente do PL-Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, afirmou nesta segunda-feira (25) que a coincidência de agendas com o ex-prefeito ACM Neto neste fim de semana contribuiu para a superação do distanciamento pessoal e político que ocorreu nos últimos dois anos.

“Neste final de semana, participamos em Conquista do primeiro evento juntos. Isso mostra uma sinergia, uma convergência. E depois a deputada Roberta participou de um evento social com ACM Neto e sua esposa. A deputada fez até uma publicação nas redes sociais que me deixou muito feliz porque sela uma superação desse momento de campanha”, afirmou Roma em entrevista para a Rádio Cardeal FM da Rede Excelsior em Salvador.

O presidente do PL-Bahia reafirmou sua pré-candidatura ao governo da Bahia, mas acredita que existe uma torcida cada vez maior por sua aliança com ACM Neto nas eleições de 2026.

“Essa aliança passa também pelo cenário nacional, mas é como Roberta falou: ‘mais importante do que discutir nomes é discutir o futuro da Bahia’ porque precisamos mudar esse período de 20 anos do PT que, infelizmente, não foi e não está sendo bom para os baianos”, observou.

Roma lembrou da tragédia na segurança pública da Bahia e trouxe a público um caso real dramático que acontece na Fila da Regulação da Saúde.

“Um paciente grave da cidade de Wagner está no Hospital Regional da Chapada Diamantina, em Seabra, e embora esteja cadastrado, não pode ser atendido porque não foi regulado. Tem que ficar aguardando a Regulação. O povo ainda precisa pedir favor aos políticos para não morrer. Numa época com tantos avanços tecnológicos, eu fico perplexo como cidadão com esse drama da nossa população”, lamentou.

Roma concluiu reafirmando sua confiança na recuperação dos direitos políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do seu direito de disputar a eleição presidencial em 2026.

“Bolsonaro é o único presidente do Brasil que foi preso sem ter cometido ato de corrupção. Está muito claro para mim e para grande parte do povo brasileiro que vai às ruas para defendê-lo que seu caso se trata de perseguição política”, assinalou.


Meta do governo é aliviar impacto do ‘tarifaço’ e expandir relações comerciais com outros países

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As declarações de Alckmin foram feitas em São Paulo, durante evento do programa Carro Sustentável | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil 

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou, neste sábado, 23, que trabalha para derrubar as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. “Se depender de nós, (o tarifaço) acaba amanhã”, disse.

Alckmin, que também é ministro da Indústria e Comércio, afirmou que a estratégia é buscar alternativas. “O trabalho é esse. Diálogo e negociação”, disse. “Entendemos que tem espaço para ter mais produtos excluídos e para ter uma alíquota mais baixa.”

As declarações foram feitas em São Paulo, durante evento do programa Carro Sustentável, de redução de impostos para veículos menos poluentes.

Mais um dia de visita para acompanhar as vendas do carro de entrada no âmbito do Programa Carro Sustentável. Desde 11 de julho, quando lançamos o programa, as vendas dos veículos 1.0 cresceram mais de 16%, segundo a Anfavea. Aqui nesta concessionária da Volkswagen, em São Paulo,… pic.twitter.com/UbuSmHd50T— Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) August 23, 2025

Alckmin defende abertura maior do mercado

Nesta semana, ele anunciou que o Departamento de Comércio dos EUA enquadrou produtos brasileiros de aço e alumínio na mesma taxa aplicada ao restante do mundo, fora dos 50%. 

Alckmin afirmou ainda que busca “abrir mais mercado”. Na terça-feira 26, ele viajará ao México para ampliar as relações comerciais. “Nós temos uma corrente de comércio com o México significativa”, disse. “Podemos fazer crescer essa corrente, biocombustível, energia, SAF (combustível sustentável de aviação), aparelhos médicos, toda a parte de complexo de saúde, agroindústria.”

O governo também adotou medidas de apoio aos exportadores atingidos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aumentou em R$ 10 bilhões o crédito disponível, que passou de R$ 30 bilhões para R$ 40 bilhões.

Informações Revista Oeste


Petistas apostam na narrativa de que Eduardo teria, supostamente, participado da invasão ao Capitólio, em Washington D.C, em 6 de janeiro de 2021

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

As lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) articulam novas estratégias para tentar desgastar a imagem do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), apontado como principal responsável pelas sanções promovidas pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ao Brasil.

Os caciques do PT apostam na narrativa de que Eduardo teria, supostamente, participado da invasão ao Capitólio, em Washington D.C, em 6 de janeiro de 2021. Na época, o ato foi promovido por apoiadores de Donald Trump.

De acordo com informações da coluna Igor Gadelha, a ideia das lideranças da legenda é rebater que os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro tenham sido um movimento isolado, narrativa adotada pelos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

A avaliação feita por integrantes do partido é que Eduardo teria participado das organizações dos atos nos Estados Unidos, e replicado a estratégia em Brasília. 

“Você sabia que Eduardo Bolsonaro estava em Washington no dia 6 de janeiro de 2021, quando ocorreu a invasão do Capitólio? Não foi coincidência. Antes disso, ele circulou pela Casa Branca, encontrou Ivanka Trump, se reuniu com trumpistas e há denúncias de que participou do ‘Conselho de Guerra’, um encontro preparatório para o ataque”, disse o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias no Instagram.

No entanto, a avaliação dos petistas é que são mínimas as chances de Eduardo Bolsonaro ser investigado nos EUA, uma vez que o filho “03” de Jair Bolsonaro mantém articulações junto ao governo Donald Trump.

Informações Bahia.ba


Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (22) aponta que 41% dos eleitores baianos têm intenção de votar em ACM Neto (União) para governador nas eleições de 2026. Atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT) tem 34%. Um ponto separa os candidatos de empate dentro da margem de erro.

O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e feito entre os dias 13 e 17 de agosto. Foram ouvidos 1.200 eleitores da Bahia com 16 anos ou mais, e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Intenção de voto para governador em 2026:
ACM Neto (União): 41%;
Jerônimo Rodrigues (PT): 34%;
João Roma (PL): 4%;
Kleber Rosa (PSOL): 2%;
José Aleluia (Novo): 1%;
Indecisos: 4%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.

A pesquisa Quaest aponta também que o governo Jerônimo Rodrigues (PT) é aprovado por 59% dos eleitores do estado, enquanto 33% desaprovam sua gestão.

O levantamento revela uma estabilidade da aprovação do governo ao longo deste ano. Na pesquisa realizada em fevereiro de 2025, Jerônimo teve 61% de aprovação, número superior aos 54% registrados no levantamento feito em dezembro de 2024.

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Foto: Divulgação | Joá Souza/Governo da Bahia | Arte/g1 BA


Deputado Eduardo reage a relatório e denuncia vazamento de conversa com o pai

Jair Bolsonaro moção solidariedade PL Câmara
Com o avanço do inquérito, o STF avalia os próximos passos do processo e aguarda os esclarecimentos da defesa | Foto: Antonio Augusto/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), exigiu uma resposta da defesa de Jair Bolsonaro em até 48 horas. A cobrança veio depois da Polícia Federal (PF) indicar supostas violações de medidas cautelares por parte do ex-presidente, além de apontar risco de fuga do país.

O relatório da PF menciona a existência de uma carta solicitando asilo político ao presidente argentino, Javier Milei. O estava no celular de Bolsonaro e teria sido editado em 2024, quando as investigações sobre a “trama de golpe” já estavam em curso.

No despacho, Moraes destacou a “reiteração de condutas ilícitas” e pediu explicações sobre o conteúdo reunido pela PF. A corporação indiciou tanto Bolsonaro quanto o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), sob a acusação de obstruir o julgamento do caso.

“Diante de todo o exposto, intime-se a defesa de Jair Messias Bolsonaro para que, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, preste esclarecimentos sobre os reiterados descumprimentos das medidas cautelares impostas, a reiteração das condutas ilícitas e a existência de comprovado risco de fuga”, diz o despacho.

Eduardo Bolsonaro chama relatório da PF de “crime delirante”

A defesa do ex-presidente permaneceu em silêncio até a manhã desta quinta-feira, 21. Já Eduardo se manifestou por meio de nota. Ele classificou as acusações como “delírio” e negou qualquer intenção de interferir nos processos conduzidos no Brasil.

O parlamentar também condenou o vazamento de mensagens privadas trocadas com o pai. Ele chamou a exposição de “vergonhosa” e criticou o uso do conteúdo em um inquérito judicial. Em uma das conversas reveladas no relatório da PF, Eduardo xinga Bolsonaro depois de uma entrevista na qual o ex-presidente o teria descrito como “imaturo”.

Com o avanço do inquérito, o STF avalia os próximos passos do processo e aguarda os esclarecimentos da defesa. O caso segue sob relatoria de Moraes.

Informações Revista Oeste


Sob os gritos de “a roubalheira do PT tá acabando”, a oposição comemorou a escolha do senador Carlos Viana (Podemos-MG) para a presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Ele derrotou Omar Aziz (PSD-AM), indicado de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e alinhado ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O Congresso finalizou no período da tarde desta quarta-feira (20) a sessão de instalação do colegiado para apurar descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Omar Aziz atribuiu a derrota ao fato de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) ter encerrado a votação antes de todos terem registrado suas posições. Tereza afirmou que respeitou o regimento e que a maioria dos senadores já havia votado.

O governo sofreu uma segunda derrota com a decisão de Viana de escolher o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) como relator do colegiado. A escolha difere da indicação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que havia anunciado Ricardo Ayres (Republicanos-TO) para o posto.

– Foi algo não imaginado: uma união de todos da oposição que lutaram para que esse momento fosse possível e assertivo. A CPMI não pode começar com vícios e já estava iniciada viciada na fala do outrora presidente e relator que já vinham dando indícios de como conduziriam os trabalhos – afirmou Zé Trovão (PL-SC).

O colegiado é formado por 32 titulares, sendo 16 senadores e 16 deputados. Entre os integrantes estão os líderes de algumas das maiores bancadas, como os líderes no Senado do PT, Rogério Carvalho; do MDB, Eduardo Braga; do PP, Tereza Cristina, além de Aziz, que comanda o PSD – além de nomes influentes, como Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-ministro Paulo Pimenta (PT-RS).

Internamente, parlamentares consideram que o reforço da composição reflete a preocupação com a repercussão e a exploração política dos trabalhos da comissão.

*Com informações AE
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado


O governo Lula (PT) é desaprovado em seis dos oito estados analisados pela pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (20). A avaliação positiva da gestão supera a negativa apenas na Bahia e em Pernambuco. Já em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás, a desaprovação é majoritária. Juntos, esses oito estados representam 66% do eleitorado brasileiro.

Em São Paulo, 65% desaprovam o governo e 34% aprovam. Em Minas, a desaprovação é de 59% e a aprovação de 40%. No Rio, 62% desaprovam e 37% aprovam. No Paraná, 64% desaprovam e 34% aprovam. No Rio Grande do Sul, 62% desaprovam e 37% aprovam. Já em Goiás, 66% rejeitam o governo e 33% aprovam.

Nos dois estados nordestinos incluídos no levantamento, os números se invertem. Na Bahia, são 60% os que aprovam a gestão Lula e 39% os que desaprovam. Em Pernambuco, por sua vez, a aprovação é de 62% e a desaprovação é de 37%.

A pesquisa entrevistou 1.104 pessoas por estado em GO, PR, RS e PE; 1.200 pessoas na Bahia; 1.404 no Rio de Janeiro; 1.482 em Minas; e 1.644 em São Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais em São Paulo e de três pontos nos demais estados, com nível de confiança de 95%.

Além das sondagens regionais, a Genial/Quaest realizou um levantamento nacional, com 2 mil entrevistados adicionais, totalizando 12 mil pessoas ouvidas.

Nesse recorte, o governo Lula registrou 46% de aprovação e 51% de desaprovação, mantendo a tendência de melhora observada em julho. O avanço foi puxado pelo Nordeste, onde a aprovação cresceu sete pontos, passando de 53% para 60% no período analisado.

*AE
Foto: EFE/EPA/CHRISTOPHE PETIT TESSON / POOL


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse, nesta segunda-feira (19), que trabalha com foco na gestão do estado e que não gasta tempo pensando numa candidatura a presidente da República no ano que vem. O governador afirmou ainda que vai focar em entregar um bom trabalho no estado e “ajudar quem vai vir, quem vai ser candidato no nosso campo” da direita, no que diz respeito às eleições de 2026.

– Sabe quanto tempo eu perco pensando nisso? Zero. Estou extremamente focado no projeto de São Paulo, extremamente focado. Até porque o que nos preocupa é o legado, o que a gente pode deixar. A população confiou a nós o mandato, deu uma confiança para nós extraordinária. Sou muito grato à população de São Paulo por isso – declarou Tarcísio ao responder sobre planos para uma candidatura ao Planalto durante evento da Warren Investimentos.

Tarcísio salientou que pensar num projeto de país é mais importante do que pensar numa candidatura de centro-direita.

– O meu objetivo agora é ajudar quem vai vir, quem vai ser candidato no nosso campo, tentar ajudar com um projeto de Brasil. (…) Meu grande objetivo é participar de um projeto que seja vencedor, um projeto que transforme esse Brasil. O piloto, pouco importa. O projeto é que é importante – disse o governador de São Paulo.

Ao falar da “mística” de que o governador de São Paulo é sempre um presidenciável, Tarcísio lembrou que o último político que se tornou presidente após ocupar o posto foi Jânio Quadros, no início da década de 60.

– Esse negócio de governar estado não é de Deus, não – brincou.

TARIFAÇO
Tarcísio também disse que o governo de São Paulo continua estudando eventuais novas medidas para contenção de efeitos em setores atingidos pelo tarifaço.

– Mas mais do que isso, continuamos fazendo contato lá [nos Estados Unidos], continuamos tentando falar com alguém, sensibilizar alguém. Trabalho de formiguinha mesmo.

A grande preocupação, segundo ele, é que o Brasil perca mercados relevantes a empresas que empregam muitas pessoas, por causa da taxação.

– Agora, eu sou otimista. Sempre otimista. Então, eu acho que vamos conseguir resolver em algum momento – disse.

Durante o evento, o gestor paulista defendeu uma agenda de desvinculação e desindexação do orçamento e revisão de benefícios tributários, junto com reforma administrativa, baseada na meritocracia, e programas de concessões e privatizações.

– Se eu gasto muito, estou comprometendo as próximas gerações. Estamos falando de aumento de imposto, de atacar produtividade e de não crescer – afirmou Tarcísio, numa crítica à política fiscal do governo federal.

*AE
Foto: Mônica Andrade/Governo do Estado de SP

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