Nesta fase de pré-campanha, José Ronaldo tem papel de protagonismo no grupo liderado por ACM Neto
Exclusivo: José Ronaldo sai do DEM até dezembro e nega acerto com o PL

“Até dezembro, no máximo, vamos definir qual a legenda”. Com esta declaração ao Protagonista, na manhã desta quarta (22), o ex-prefeito José Ronaldo confirma que deixa o DEM para buscar uma vaga na chapa majoritária encabeçada por ACM Neto, em 2022 – antes era apenas uma especulação.

José Ronaldo negou estar de “casamento marcado” com o Partido Liberal (PL), como divulgou um site político de Salvador. No máximo, um namoro. “Quanto a estar acertado com o PL, não é verdade. Tenho conversado com alguns partidos, mas nada está definido. Especulou-se que, para estar mais próximo de uma vaga de candidatura a vice-governador ou senador, a mudança de partido era viável. Neste contexto, o diálogo foi aberto. Tenho caminhado como pré-candidato. Meu candidato ao governo é ACM Neto e estamos buscando nosso espaço”, pontua José Ronaldo ao Protagonista.

Após a definição do novo partido, José Ronaldo vai aguardar a posição final de ACM Neto e do grupo, sobre a formação da chapa majoritária para disputa das eleições na Bahia. Em entrevistas recentes em Feira de Santana, Neto afirmou que a definição deve acontecer nos primeiros meses de 2022.

Nesta fase de pré-campanha, José Ronaldo tem papel de protagonismo no grupo liderado por ACM Neto. Ex-candidato a senador e a governador da Bahia, Ronaldo conhece bem prefeitos, vices, ex-prefeitos e vereadores de quase todos os municípios baianos. É a chave que tem aberto portas importantes para o projeto de ACM Neto e do grupo para chegar ao governo da Bahia.

Informações O Protagonista


Ele terá que ficar em quarentena por 14 dias, em Nova Iorque

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Foto: Isac Nóbrega/PR

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para Covid-19. Ele terá que ficar em quarentena por 14 dias, em Nova Iorque, nos EUA, em isolamento.

Por conta do diagnóstico, Queiroga não volta por enquanto ao Brasil.

O ministro foi para Nova Iorque para acompanhar a comitiva do presidente Jair Bolsonaro, que participou da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas.

Queiroga informou que passa bem. Ele já tinha sido imunizado com duas doses da vacina contra o novo coronavírus.

Informações Pleno News


Empresas se manifestaram sobre pedido do bloqueio de perfis de apoiadores do presidente

Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/Rosinei Coutinho

Em manifestações enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Google e o Twitter afirmaram que as ordens do ministro Alexandre de Moraes para a suspensão de perfis é desproporcional e podem ser caracterizadas como ‘censura prévia’. As manifestações foram enviadas em um inquérito aberto pela Procuradoria-Geral da República para investigar apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Moraes havia determinado que o YouTube, o Facebook, o Instagram e o Twitter suspendessem contas de apoiadores de Bolsonaro que estariam envolvidos na organização dos protestos pelo Dia da Independência, em 7 de setembro. Um dos alvos foi o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ), que chegou a ter perfis nas redes sociais bloqueados.

No posicionamento enviado pelo Twitter, a empresa citou o Marco Civil da Internet e ressaltou que Moraes deveria indicar de maneira clara e específica qual era o conteúdo ilícito. “Embora as operadoras do Twitter tenham dado cumprimento à ordem de bloqueio da conta indicada por vossa excelência, o Twitter Brasil respeitosamente entende que a medida pode se mostrar, data máxima venia, desproporcional, podendo configurar-se inclusive como exemplo de censura prévia”, disse a empresa.

O Google também seguiu na mesma direção e apontou que “ainda que o objetivo seja impedir eventuais incitações criminosas que poderiam vir a ocorrer, seria necessário apontar a ilicitude que justificaria a remoção de conteúdos já existentes”.

A empresa também citou o Marco Civil da Internet e explicou que o ministro do STF deixou “atender o dispositivo [do Marco Civil] que exige a prévia apreciação do Poder Judiciário quanto à ilicitude do conteúdo”.

Informações Pleno News


O presidente participou na manhã desta terça da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas

© Fornecido por RedeTV!

presidente Jair Bolsonaro e integrantes de sua comitiva foram recepcionados por apoiadores nesta terça-feira (21) na porta do hotel onde estão hospedados, em Nova York.

Segurando cartazes com frases de apoio em inglês como “We trust, support and love our president Bolsonaro” (Nós confiamos, apoiamos e amamos nosso presidente Bolsonaro) e “We brazilians from New York support our president Bolsonaro” (Nós brasileiros de Nova York apoiamos nosso presidente Bolsonaro), os populares fizeram fotos e cantaram o hino nacional. Um dos apoiadores, inclusive, tocou o hino brasileiro com um saxofone.

O presidente viajou para os Estados Unidos no último domingo (19) para participar da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Na manhã desta terça-feira, Bolsonaro discursou na abertura da sessão de debates, onde destacou o avanço da vacinação, as medidas para a preservação do meio ambiente e defendeu as liberdades individuais e a democracia.

Coube ao Bolsonaro fazer o discurso de abertura do evento, seguido do presidente dos Estados Unidos. A tradição vem desde os primórdios das Nações Unidas, quando o diplomata Oswaldo Aranha, então chefe da delegação brasileira, presidiu a Assembleia Geral, em 1947.

Informações MSN


Presidente fez um discurso para gerar polêmica interna, desmontou narrativa global que acusa o Brasil de vilão ambiental e apresentou fatos sobre como o governo agiu no combate à pandemia

Foto: Eduardo Munoz/EPA/EFE

Jorge SerrãoEduardo Munoz/EPA/EFEJair Bolsonaro foi o primeiro chefe de Estado a discursar na Assembleia-Geral da ONU

Vacinado contra o globalismo, o único chefe de Estado e de governo que não tomou vacinacontra Covid-19 abriu a 76a Assembleia Geral das Nações Unidas. Jair Messias Bolsonarotinha advertido que seu discurso seria “em braile” (ou seja, para ser entendido por portadores de deficiência visual). Pura ironia com o tema geral do evento: “A reconstrução de um mundo pós-pandemia de maneira sustentável”. Na estética, Bolsonaro foi conciso e protocolar, como recomenda o jeitinho diplomático do Itamaraty. Em termos geopolíticos, não atacou abertamente a globalização. Mas ressaltou a importância da liberdade para a democracia e apresentou ao mundo a visão objetiva de como seu governo lidou com a pandemia em termos sociais, políticos e econômicos. O presidente falou, na ONU, para o Brasil.

Bolsonaro começou sua fala com forte tom político ideológico: “É uma honra abrir novamente a Assembleia-Geral das Nações Unidas. Venho aqui mostrar o Brasil diferente daquilo publicado em jornais ou visto em televisões. O Brasil mudou, e muito, depois que assumimos o governo, em janeiro de 2019. Estamos há 2 anos e 8 meses sem qualquer caso concreto de corrupção. O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição e seus militares, valoriza a família e deve lealdade a seu povo. Isso é muito, é uma sólida base, se levarmos em conta que estávamos à beira do socialismo”. Bolsonaro retomou o raciocínio no fim do discurso: “No último 7 de setembro, data de nossa Independência, milhões de brasileiros, de forma pacífica e patriótica, foram às ruas, na maior manifestação de nossa história, mostrar que não abrem mão da democracia, das liberdades individuais e de apoio ao nosso governo. Como demonstrado, o Brasil vive novos tempos. Na economia, temos um dos melhores desempenhos entre os emergentes. Meu governo recuperou a credibilidade externa e, hoje, se apresenta como um dos melhores destinos para investimentos”.

O ponto mais importante dos 12 minutos de discurso de Bolsonaro, em termos geopolíticos, foi o desmonte objetivo da narrativa que coloca o Brasil como “vilão ambiental”: “Nenhum país do mundo possui uma legislação ambiental tão completa. Nosso Código Florestal deve servir de exemplo para outros países. O Brasil é um país com dimensões continentais, com grandes desafios ambientais. São 8,5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 66% são vegetação nativa, a mesma desde o seu descobrimento, em 1500. Somente no bioma amazônico, 84% da floresta está intacta, abrigando a maior biodiversidade do planeta. Lembro que a região amazônica equivale à área de toda a Europa Ocidental. Antecipamos, de 2060 para 2050, o objetivo de alcançar a neutralidade climática. Os recursos humanos e financeiros, destinados ao fortalecimento dos órgãos ambientais, foram dobrados, com vistas a zerar o desmatamento ilegal. E os resultados desta importante ação já começaram a aparecer! Na Amazônia, tivemos uma redução de 32% do desmatamento no mês de agosto, quando comparado a agosto do ano anterior. Qual país do mundo tem uma política de preservação ambiental como a nossa? Os senhores estão convidados a visitar a nossa Amazônia! O Brasil já é um exemplo na geração de energia, com 83% advinda de fontes renováveis. Por ocasião da COP-26, buscaremos consenso sobre as regras do mercado de crédito de carbono global. Esperamos que os países industrializados cumpram efetivamente seus compromissos com o financiamento de clima em volumes relevantes”.

Outro ponto diplomaticamente fundamental foi a confirmação de que, em 2022, o Brasil volta a ocupar uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, “onde buscamos assento permanente”. Bolsonaro lembrou que o Brasil sempre participou em missões de paz da ONU: “De Suez até o Congo, passando pelo Haiti e Líbano. Nosso país sempre acolheu refugiados. Em nossa fronteira com a vizinha Venezuela, a Operação Acolhida, do governo federal, já recebeu 400 mil venezuelanos deslocados devido à grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana. O futuro do Afeganistão também nos causa profunda apreensão. Concederemos visto humanitário para cristãos, mulheres, crianças e juízes afegãos. Nesses 20 anos dos atentados contra os Estados Unidos da América, em 11 de setembro de 2001, reitero nosso repúdio ao terrorismo em todas suas formas”.

Sobre o tema central da assembleia, Bolsonaro ponderou que a pandemia pegou a todos de surpresa e lamentou as mortes ocorridas no Brasil e no mundo. Nesse ponto, teve a coragem de deixar clara a postura do governo brasileiro: “Sempre defendi combater o vírus e o desemprego de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. As medidas de isolamento e lockdown deixaram um legado de inflação, em especial, nos gêneros alimentícios no mundo todo”. Bolsonaro lembrou que, “até o momento, o governo federal distribuiu mais de 260 milhões de doses de vacinas e mais de 140 milhões de brasileiros já receberam, pelo menos, a primeira dose, o que representa quase 90% da população adulta. Oitenta por cento da população indígena também já foi totalmente vacinada. Até novembro, todos que escolheram ser vacinados no Brasil, serão atendidos”.

Bolsonaro, que não tomou vacina contra a Covid-19 porque não quis, aproveitou para desmontar outra narrativa midiática, a de que o governo fosse contra a vacinação em massa da população: “Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada à vacina. Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina. Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial. Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada e no seu uso off label. Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial. A história e a ciência saberão responsabilizar a todos”.

Na ONU, para desespero dos inimigos, Jair Messias Bolsonaro confirmou por que é um inegável fenômeno político, que desperta amor e ódio. Em 2018, depois de tomar uma facada, quase morrer e não participar dos debates eleitorais, conseguiu se eleger presidente da República de maneira surpreendente para o establishment. Os “donos do poder” no Brasil não aceitaram a escolha de um sujeito com perfil conservador, com o agravante de não ter o verniz da tradicional aristocracia tupiniquim. O cara foi um militar, que saiu do Exército por seu agressivo estilo reivindicatório quase “sindicalista”. Depois, durante 28 anos, foi um político (vereador e deputado federal) que agiu sempre como “lobo solitário”. Sempre isoladamente. Não se envolveu em esquemas porque não tinha índole, mas também porque não era convidado.

Foi como outsider da política, paradoxalmente dentro dela, que Bolsonaro fez um marketing de base em rede social de internet, atingiu a juventude do interior com seu discurso conservador de “Tiozão do Churrasco” e ocupou o espaço de anti-PT (o partido que desmoralizou a honradez). Bolsonaro sempre apanhou da mídia tradicional, antes, durante e depois de ser eleito. Também sempre bateu nessa facção ideológica e fisiológica da “imprensa”. Na Presidência, cortou as verbas publicitárias desses “inimigos”. Leva o troco instantaneamente, em pancadas editoriais. E devolve as pancadas, em linguagem popular, nas redes sociais. Foi esse sujeito, “sem tempo para morrer”, com um discurso escrito, arrumadinho e um pouco mais rebuscado, quem discursou para o planeta Terra na 76a Assembleia Geral das Nações Unidas.

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Resumindo: um discurso na ONU tem pouco resultado prático externamente. Todo ano acontece, e as coisas não mudam em função das belas palavras. A realidade globalitária é cruel. Agravou-se com a pandemia. Em nome do combate ao vírus, a população mundial foi submetida a experimentos medicinais. Mais grave, no entanto, foram os experimentos de engenharia social. O sistema de poder real mundial testou a reação das diferentes sociedades e medidas sociais padronizadas. Houve flagrantes surtos autoritários, com doses cavalares de abusos de poder. O Estado cresceu sobre os indivíduos, mesmo nos países mais avançados social, política e economicamente. Em todo planeta, assistimos a espasmos fascistoides e a práticas dignas do mais hediondo nazismo. A vacina contra isso é a liberdade — luta permanente do ser humano.Até onde vai o globalitarismo? Dependerá de cada um de nós. Na ONU, com certeza, Bolsonaro fez um discurso para gerar polêmica interna.

Informações Jovem Pan


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou o pedido da defesa do caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, para que fosse revogada a ordem de prisão preventiva emitido pelo ministro contra ele.

Antes mesmo de ter uma ordem de prisão decretada por Moraes, ele deixou o país e foi para o México, de onde continuou a fazer vídeos incentivando atos antidemocráticos no 7 de Setembro.

“Aliás, além da fuga do distrito da culpa, há notícias de que MARCOS ANTÔNIO PEREIRA GOMES solicitou asilo político ao Governo do México, com nítido objetivo de burlar a aplicação da lei penal, o que indica, nos termos já assinalados, a necessidade de manutenção da decretação de sua prisão preventiva”, disse Moraes na decisão.

Informações: Metro1


Ministro disse que, após o feriado de 7 de setembro, não havia mais elementos necessários para detenção do jornalista

Ministro Alexandre de Moraes e o jornalista Oswaldo Eustáquio Foto: Montagem/Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes revogou a prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio. A decisão foi assinada no último dia 9.

A decisão do ministro foi confirmada pela defesa de Eustáquio. As informações são do colunista Guilherme Amado, do portal Metrópoles.

No documento, Moraes destacou que, após o feriado de 7 de setembro, não havia mais elementos necessários para a detenção do jornalista.

– Decretei a prisão preventiva de Oswaldo Eustáquio por entender, na ocasião, haver a presença dos requisitos legais para garantia da ordem pública, com base na situação fática de então, em especial o fato de o investigado incitar a realização de atos violentos e antidemocráticos no feriado de 7 de setembro, bem como de auxiliar a divulgação de mensagens criminosas de outro investigado, também direcionadas ao referido feriado, por meio de lives – afirmou Moraes.

Informações Pleno News


Jornalista chegou a dizer que Biden “é mais duro que Trump”

Guga Chacra critica fortemente discurso de Biden na ONU Foto: Reprodução/Globo News

O jornalista Guga Chacra analisou o discurso do presidente dos EUA Joe Biden, na ONU, com um tom bastante crítico. O correspondente internacional da Globo News chegou a dizer que a postura do democrata é mais dura que a de Donald Trump, seu antecessor, e também o chamou de “hipócrita”.

– Biden diz não querer “uma nova Guerra Fria”, em indireta para a China. Mas suas ações ao longo desses primeiros meses demonstram uma radicalização em relação à China. Sua postura é mais dura do que a de Trump – escreveu o jornalista.

Em uma série de tuítes, Chacra apontou incongruências nas falas de Biden sobre alguns temas, como a questão do Afeganistão.

– Biden fala do atentado terrorista no Afeganistão. Mas não pediu desculpas por ordenar um ataque de drone que resultou na morte de 10 pessoas, sendo 7 crianças – disparou em uma das publicações.

Assumidamente crítico de Donald Trump, o jornalista faz algumas comparações entre o atual e o ex-presidente dos EUA. Para surpresa de muitos, Chacra não colocou Joe Biden em vantagem.

– Biden fala em direitos humanos, mas iniciou a deportação, de forma cruel, de 14 mil haitianos. A medida lembra as de seu antecessor Trump e demonstra a hipocrisia do atual presidente americano – declarou.

Informações Pleno News


‘Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada’, afirmou o presidente sobre tratamento anti-Covid


Foto: EFE/Eduardo Munoz

O presidente Jair Bolsonaro discursou na abertura oficial da 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, nesta terça-feira (21), que acontece em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
– O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição, valoriza a família e deve lealdade ao seu povo. Isso é muito. É uma sólida base, se levarmos em conta que estávamos à beira do socialismo – disse Bolsonaro no início do seu discurso.

O líder brasileiro também falou sobre os esforços em tornar o Brasil um polo de investimentos atraente aos estrangeiros e sobre a política de preservação ambiental do Brasil, que, segundo ele, deveria servir de “exemplo para o mundo”. E Bolsonaro convidou os líderes mundiais a visitar a Amazônia.

Bolsonaro lamentou as mortes causadas pela Covid-19 e citou o trabalho do governo durante a pandemia.

– Sempre defendi combater o vírus e o desemprego de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. As medidas de isolamento e lockdown deixaram um legado de inflação, em especial nos gêneros alimentícios, no mundo todo – disse.

Ele também reclamou da obrigatoriedade da vacinação.

– Apoiamos a vacinação. Contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada à vacina. Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina – afirmou.

Antes do discurso de Bolsonaro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu a necessidade de “um plano global de vacinas”. Guterres pregou que os países mais ricos devem ajudar e financiar o envio de vacinas a países mais pobres.

Bolsonaro chegou ao encontro de líderes acompanhado pela primeira-dama, Michele Bolsonaro, e por seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), além da companhia de ministros de Estado, como Marcelo Queiroga (Saúde), Augusto Heleno (GSI) e Anderson Torres (Justiça).

Informações: Pleno News