Presidente disse que, em sua gestão, Putin teria tomado outras atitudes

Donal Trump e Joe Biden Fotos: Kremlin/Sputnik/Mikhail Kimentyev // EFE/EPA/Andrew Harrer

Nesta terça-feira (22), o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump elogiou o presidente russo, Vladimir Putin, e culpou o presidente Joe Biden pela crise política na Ucrânia. Em entrevista ao programa The Clay Travis and Buck Sexton Show, Trump disse que, se estivesse no comando da Casa Branca, a situação na região seria outra.

– Se [o cenário fosse] gerido corretamente, não haveria absolutamente nenhuma razão para que a situação se precipitasse na Ucrânia – afirmou Trump.

O ex-presidente americano classificou o movimento de Putin como “genial” e disse que os EUA poderiam fazer com o México o mesmo que a Rússia está fazendo com a Ucrânia, que, em sua visão, enviou uma “força de paz”.

– É um movimento genial. Ele vai entrar lá como um pacificador. Esta é a força de paz mais poderosa que já vi. Poderíamos fazer algo parecido em nossa fronteira sul [com o México]. Isso é maravilhoso – elogiou.

No tempo em que esteve no comando do país, Trump se aproximou de Putin, a quem diz conhecer “muito bem”. Trump disse ainda que o chefe do Executivo russo teria uma atitude diferente durante sua gestão.

– Eu conheço Vladimir Putin muito bem, e ele nunca teria feito sob o governo Trump o que ele está fazendo agora, de forma nenhuma – declarou.

Informações Pleno News


Levantamento foi realizado pelo banco Modal em parceria com o Futura Inteligência

Pesquisa coloca Bolsonaro na frente de Lula Fotos: EFE/Joédson Alves // PR/Isac Nóbrega

Uma pesquisa feita pelo banco Modal em parceria com o Futura Inteligência colocou o presidente Jair Bolsonaro na frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (23) e aponta Bolsonaro 34,3% das intenções na pesquisa espontânea. Já Lula aparece com 33,3% das intenções.

A pesquisa espontânea é realizada quando um entrevista aponta um nome sem ter que escolher nenhuma alternativa.

Na pesquisa estimulada, o levantamento também apontou um cenário semelhante, com o ex-presidente Lula com 35% das intenções, contra 34,7% de Bolsonaro.

Já nos cenários do segundo turno, a pesquisa aponta vitória de Lula contra diversos oponentes:

contra Bolsonaro, por 48% a 40,1%;
contra Ciro, por 46% a 23,2%;
contra Moro, por 46% a 29,7%;
e contra Doria, por 47,7% a 16,9%

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 a 17 de fevereiro com 2 mil pessoas. As entrevistas foram realizadas por telefone. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Informações Pleno News


Foto: Divulgação

A caserna do governo de Jair Bolsonaro está em chamas com o falatório dos últimos dias protagonizado pelo presidente do TSE, ministro Luiz Fachin, e pelo ex-presidente do tribunal Luis Roberto Barroso.

Na avaliação dos militares, Barroso e Fachin tentam “construir uma narrativa contra Jair Bolsonaro” de que o presidente, apoiado por uma ala fardada das Forças Armadas, quer “desacreditar e tumultuar as eleições e, caso derrotado, promover um golpe para se manter no poder”.

“É uma medida desesperada e, na verdade, uma ‘cortina de fumaça’ para tirar o foco da população sobre as reais fragilidades técnicas apresentadas pelos sistema de urnas eletrônicas, já apontadas em 2018 e que foram potencializadas pelos questionamentos dos representantes das Forças Armadas na Comissão de Transparência das Eleições”, diz um militar ouvido pelo Radar.

“A verdade é que os ministros Barros, Fachin e Moraes se uniram, com apoio de políticos de esquerda e da maioria da imprensa, para atacar o presidente e inviabilizar a reeleição”, segue o militar.

Informações Veja


Foto: Divulgação / Ascom ACM Neto
Foto: Divulgação / Ascom ACM Neto

O candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) tem mantido conversas com lideranças do PP, mas, segundo interlocutores, o ex-prefeito soteropolitano não quer criar expectativas sobre ter o apoio do partido nas eleições deste ano.

Segundo aliados de Neto, as conversas têm ocorrido com o ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, Ciro Nogueira, e com o deputado federal Cacá Leão, filho do vice-governador João Leão (PP). Embora o presidente nacional do PP seja o deputado federal baiano Cláudio Cajado, Nogueira é quem continua dando as cartas na sigla. Ele presidia a legenda e deixou o posto para integrar a equipe presidencial.

Correligionários do ex-prefeito relataram ao bahia.ba que Neto tinha desistido de ter conversas com o PP, porque entendeu que, em 2018, o partido o usou para barganhar mais espaço no governo Rui Costa (PT). No entanto, cresce o tensionamento na base governista, e, segundo aliados de Neto, o deputado Cacá tem “jurado” que o PP só permanecerá no grupo político se Rui Costa renunciar para João Leão assumir o governo.

Neto tem dito, segundo interlocutores, que, desta vez, não vai permitir que “ninguém se cacife sem atrelar o desejo de estar” com ele nas eleições deste ano.

*Bahia.ba


Wagner prefere não disputar eleições em outubro, diz coluna
Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

Embora em público mantenha o discurso de que pretende enrtar na disputa ao Governo da Bahia de pé, se depender apenas da vontade de Jaques Wagner (PT), ele não seria candidato nas próximas eleições, segundo aliados do senador ouvidos pela coluna Radar da revista Veja.

De acordo com a publicação, o petista, que ainda tem mais quatro anos de mandato como senador, prefere não encarar as urnas em outubro e contar com a possibilidade de ser ministro em um eventual governo Lula, a partir do ano que vem.

Na semana passada Wagner, o governador Rui Costa e o senador Otto Alencar se encontraram com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo. Na reunião, Rui definiu que seria candidato ao Senado e obrigou os aliados a se adaptarem para não ruir o tripé formado entre PT, PSD e PP na Bahia. Com a decisão do governador, o senador Otto, que seria candidato à reeleição, seria deslocado para a candidatura ao Palácio de Ondina.

Informações Bahia Notícias


PL determina que partidos apresentem documentos sobre a transparência financeira da sigla

Deputada federal Carla Zambelli Foto: Câmara dos Deputados/Michel Jesus

Nesta segunda-feira (21), a deputada federal Carla Zambelli apresentou um Projeto de Lei (PL) . A medida proíbe partidos políticos de participarem nas eleições caso não apresentem a documentação completa referente a transparência financeira da sigla.

Caso a proposta fosse aprovada no Congresso, o Partido dos Trabalhadores (PT) seria um dos partidos que ficaria impedido de participar de futuras eleições, já que a legenda possui cerca de R$ 23,7 milhões em dívidas com o INSS e FGTS.

O texto do PL 333/2022 define que os partidos deverão apresentar os seguintes documentos para a disputa das eleições:

1 – comprovação de regularidade fiscal, atestada por meio de apresentação de Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União – CND;
2 – certificado de regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS;
3 – certidão negativa de débitos trabalhistas, expedida pelo Tribunal.

Outro ponto presente no projeto define que partidos que receberem recursos do Fundo Partidário deverão detalhar os gastos do dinheiro em seu site oficial e na Justiça Eleitoral.

Em sua justificativa para o projeto, Zambelli afirmou que o objetivo é “proporcionar um maior controle e rigor na aplicação do dinheiro público, conferindo transparência à atividade político-partidária”.

Ela, no entanto, lembrou que não se pode falar “em violação à autonomia partidária, na medida em quese trata, tão somente, de um consectário do regime de financiamento de entidades privadas pelo Poder Público”.

Informações Pleno News


Biden afirmou que punições serão mais duras que as de 2014

Foto: ©REUTERS/Kevin Lamarque/Direitos reservados

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em declaração nesta terça-feira (22) que a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia e anunciou sanções econômicas contra o país voltadas a dificultar o financiamentos e a atuação internacional de instituições financeiras russas.

Biden divulgou sanções à dívida soberana da Rússia e medidas para que o país não consiga mais buscar recursos no Ocidente, proibindo também que a Rússia compre títulos no mercado ocidental.

O governante declarou restrições para dois bancos russos, embora não de perfis comerciais. Ele acrescentou que dialogou com o governo da Alemanha para que o gasoduto ligando o país e a Rússia “não avance”.

“Vou começar a impor sanções muito mais duras do que as que implementamos em 2014 [ano do conflito anterior entre Rússia e Ucrânia]. E iremos avançar ainda mais se Rússia continuar a invasão”, disse.

O presidente dos EUA criticou a Rússia pelo reconhecimento da independência de duas províncias separatistas localizadas na Ucrânia (Donetsk e Luhansk) e pelo envio de tropas a esses territórios, adentrando a fronteira ucraniana. 

Hoje, Vladimir Putin, presidente da Rússia, pediu e obteve a autorização do Parlamento do país para o emprego de Forças Armadas no exterior.

“Putin conseguiu o apoio do Congresso. Isso significa que ele pode agir de forma mais violenta. Nós ainda achamos que Putin vai avançar ainda mais e atacar a Ucrânia. Espero que esteja errado, mas só fazem escalar as agressões”, comentou.

Embora tenha dito que não pretende lutar contra a Rússia, Biden afirmou que irá defender os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e apoiar a Ucrânia.

“Vamos julgar a Rússia por ações e não por palavras. O que a Rússia fizer estaremos prontos para reagir. A Rússia vai pagar um preço ainda mais alto se continuar essas agressões. Os Estados Unidos vão dar assistência militar para a Ucrânia. Autorizei novas tropas na medida em que soubemos que tropas russas não vão sair de Belarus”, pontuou.

Biden assinalou que está discutindo alternativas para os impactos econômicos aos cidadãos dos Estados Unidos. A Rússia é um dos maiores fornecedores de petróleo e gás do mundo, o que pode afetar o mercado norte-Brasíliamericano.

Informações Agência Brasil


Em suas redes sociais, presidente lamentou a liberação do aborto na Colômbia e disse que lutará até o fim para “proteger a vida de nossas crianças”

Presidente Jair Bolsonaro pede a Deus que olhe pelas crianças na Colômbia Foto: PR/Carolina Antunes

Nesta terça-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro utilizou suas redes sociais para lamentar a liberação do aborto na Colômbia até o 6º mês de gestação. Em sua conta do Twitter, ele pediu a Deus para que olhasse “pelas vidas inocentes das crianças colombianas”.PUBLICIDADE

A liberação do aborto nas primeiras 24 semanas de gravidez foi determinada pelo Tribunal Constitucional da Colômbia nesta segunda-feira (21). Com a decisão, o país se tornou o quinto país da América Latina a flexibilizar o acesso ao aborto, que é permitido na Argentina, no Uruguai, em Cuba e na Guiana. No México, é autorizado até 12 semanas em algumas regiões.

Manifestantes contra a descriminalização do aborto na Colômbia
Manifestantes contra a descriminalização do aborto na Colômbia / Foto: EFE/ Carlos Ortega

Ao lamentar a situação, Bolsonaro disse irá lutar até o fim para “proteger a vida de nossas crianças”.

– Que Deus olhe pelas vidas inocentes das crianças colombianas, agora sujeitas a serem ceifadas, com anuência do Estado, no ventre de suas mães até o 6° mês de gestação, sem a menor chance de defesa. No que depender de mim, lutarei até o fim para proteger a vida de nossas crianças! – apontou.

Veja manifestantes feministas celebrando a decisão.


Foto: Cleia Viana/Agência Câmara
Foto: Cleia Viana/Agência Câmara

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (22) o projeto de lei que legaliza os jogos no Brasil, como cassinos, bingos e jogo do bicho. O projeto de lei 442, de 1991, também abre a possibilidade de estados explorarem jogos lotéricos e está na pauta sessão desta terça, marcada para às 13h55.

Até que seja encerrada a discussão da proposta em Plenário, os parlamentares podem apresentar emendas para modificar o texto aprovado na comissão especial. Será designado um relator em plenário para proferir um parecer sobre as emendas apresentadas.

Segundo o substitutivo do deputado Guilherme Mussi (PP-SP), aprovado pela comissão especial em 2016, os cassinos deverão obrigatoriamente ser instalados em resorts como parte de complexo integrado de lazer, cujo tamanho variará segundo a população do estado em que se localizar.

No caso do bingo, o texto permite sua exploração em caráter permanente apenas em casas de bingo, jóquei clube ou em estádio de futebol, ficando proibidos os jogos de bingo eventuais, exceto se realizados por entidades filantrópicas, religiosas e Santas Casas para arrecadar fundos para sua manutenção.

*Bahia.ba


Ministro substitui Luís Roberto Barroso

Foto: Nelson Jr./ SCO/ STF
Foto: Nelson Jr./ SCO/ STF

O ministro Edson Fachin assume nesta terça-feira (22) a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde ficará por seis meses. Depois, deve passar o cargo para seu vice, Alexandre de Moraes. O atual presidente, Luís Roberto Barroso, deixa o cargo e também o TSE, onde passou quatro anos.

Isso faz com que, em um ano eleitoral, o TSE tenha três presidentes diferentes. O revezamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no comando da Justiça Eleitoral é normal e está previsto no regramento da instituição.

A Corte Eleitoral tem sempre sete ministros titulares, três provenientes do Supremo. Sempre que necessário, um ministro é eleito pelo plenário do STF, em votação simbólica, já que é adotado regime de rotação que vai do ministro mais antigo ao mais recente.

Cada ministro do TSE assume mandato de dois anos, podendo ser reconduzido apenas uma vez pelo mesmo período. O momento de entrada na Corte Eleitoral é desigual, o que resulta, em alguns casos, em passagens breves pela presidência.

Fachin, por exemplo, será responsável por conduzir as principais providências relativas à organização do pleito majoritário deste ano, mas a dois meses da votação deve deixar o TSE, após completar sua passagem máxima de quatro anos.

Além de ser substituído na presidência por Moraes, Fachin dará lugar no plenário à ministra Cármen Lúcia. Ricardo Lewandowski completa a tríade de ministros do Supremo. Durante e depois das eleições, até a diplomação dos eleitos, serão eles que deverão participar dos julgamentos e esclarecer todas as dúvidas.

Dois dos sete ministros titulares do TSE são provenientes do STJ. Duas vagas são reservadas a membros da advocacia eleitoral, indicados pelo presidente da República a partir de lista tríplice eleita pelo plenário do Supremo.

Informações Agência Brasil