O vereador licenciado José Carneiro Rocha (MDB), responde atualmente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, na gestão do prefeito Colbert Filho (MDB), porém, não esconde o desejo de retornar para a Câmara Municipal. Durante entrevista ao programa Rotativo News com Joilton Freitas, nesta terça-feira (11), Carneiro revelou que pretende reassumir seu lugar na Casa da Cidadania, em fevereiro, período em que o Poder Legislativo retoma os trabalhos. A vaga de Zé está sendo ocupada pelo 1º suplente do MDB, o vereador Fabiano da Van.

“Já conversei com Colbert. Tinha consciência que ficaria por um período. Já informei que estarei retornando para a Câmara, porque sou soldado do grupo de Colbert e José Ronaldo. Quero exercer o meu mandato como vereador”, afirmou.

Zé contou que conhece o presidente Fernando Torres (PSD) há 20 anos, e que pretende exercer seu mandato respeitando as opiniões de todos.

“Eu conheci Fernando quando fomos candidatos juntos. Temos 20 anos de convivência e ele já me ajudou em outras questões políticas. Na política não existe inimigos eternos e nem amigos para sempre. Vamos exercer nossos mandatos respeitando as opiniões. Não estarei lá para me alienar a ninguém, sou liderado e meus líderes sabem que sou audacioso. Estarei na Câmara defendendo as minhas ideias doa a quem doer, porque o meu mandato é meu. Problemas particulares não serão debatidos por este vereador, quero participar de debates que venham, acima de tudo, discutir as questões da população”, disse.

Carneiro afirmou, ainda, que cada gestor administra de uma maneira e disse que ajudou a contribuir na economia dos mais de R$ 2 milhões devolvidos pela Casa à prefeitura.

“Cada um tem sua forma de agir e administrar. Se tivesse algo ilegal da minha gestão não tenho dúvidas de que o presidente já teria encaminhado uma denúncia. Desses dois milhões eu posso garantir que tive participação. A Câmara pagou antecipada a previdência municipal por R$ 320 mil reais da minha gestão. Essa questão de 8 mil é para criar factóides”.


Foto: EFE/ Joédson Alves

O presidente Jair Bolsonaro fará uma viagem a Paramaribo, no Suriname, na próxima semana. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto ao portal UOL, nesta terça-feira (11).

A previsão é que a viagem ocorra entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Não foram divulgados detalhes da agenda de Bolsonaro no país vizinho.

O Suriname e o Brasil têm acordos de cooperação técnica (sobretudo na área agroecológica), consular e migratória; e cooperação em defesa, segurança e temas regionais.

*Pleno.News


Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin mostrou apreensão ao saber que a cúpula do PT pretende rever a reforma trabalhista aprovada no governo Michel Temer, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja eleito para o Palácio do Planalto.

Cotado para ser o vice na chapa de Lula, Alckmin conversou nesta segunda-feira (10) com o presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, e foi convidado oficialmente para ingressar no partido, mas ainda não definiu seu destino político.

Em café com o deputado numa padaria da Zona Sul, o ex-governador disse que o mercado ficou preocupado com sinais emitidos por petistas de que haverá um “revogaço”, caso Lula assuma a Presidência. Alckmin quis saber a opinião das centrais sindicais sobre o assunto.

Na conversa, Paulinho da Força afirmou que as centrais não planejam desfazer a reforma trabalhista inteira. Avaliam, no entanto, que, desde as mudanças aprovadas no governo Temer, em 2017, o Brasil vive uma escalada de desemprego.

– Nosso maior desafio é tirar o país dessa situação e pensar em mais emprego e renda para o brasileiro – disse o ex-governador.

À noite, o presidente Jair Bolsonaro rebateu as críticas.

– Com muitos direitos, você pode não ter emprego – reagiu ele, em entrevista à Jovem Pan.

Lula fará nesta terça, (11) uma reunião com representantes do governo da Espanha, a fim de debater a reforma trabalhista promovida naquele país em 2012 e a sua respectiva revisão.

Presidentes de centrais sindicais do Brasil e da Espanha foram convidados para o encontro, que será na Fundação Perseu Abramo. Adriana Lastra, vice-secretária-geral do PSOE (o partido de Pedro Sánchez, presidente do governo da Espanha), e José Luis Escrivá, ministro de Seguridade e Migrações, terão participação virtual.

NEGOCIAÇÃO

Paulinho da Força disse a Alckmin que as centrais querem uma negociação tripartite entre governo, trabalhadores e empresários. Uma das ideias é mudar um artigo do texto que passou pelo Congresso para que predomine o que for aprovado em assembleia, notadamente em relação à cobrança da contribuição sindical por categoria. No diagnóstico das centrais, a reforma trabalhista asfixiou financeiramente as entidades.

O Estadão apurou que o ex-governador gostou da conversa. Sem partido desde 15 de dezembro, quando deixou o PSDB, Alckmin está entusiasmado com a proposta para ser vice de Lula e não pretende mais concorrer ao governo paulista. No ano passado, contratou o marqueteiro Henrique Abreu para cuidar de suas redes sociais, como Twitter e Instagram, e saiu do ostracismo digital.

A possível entrada do ex-tucano na chapa petista, porém, provoca protestos.

– Numa eleição aguerrida como essa, não podemos ter um anestesista como vice – ironizou o deputado Rui Falcão (SP), ex-presidente do PT.

Até mesmo um abaixo-assinado contra a dobradinha foi organizado por correntes do partido. O site Página 13, da tendência Articulação de Esquerda, tem destacado frases ofensivas do ex-tucano, batizado de “picolé de chuchu”, na direção do PT, de Lula, da ex-presidente Dilma Rousseff e do ex-prefeito Fernando Haddad.

TERCEIRA VIA

Alckmin disse não acreditar numa terceira via na eleição de outubro. Na sua avaliação, a disputa será polarizada entre Bolsonaro e Lula, líder nas pesquisas de intenção de voto.

– Eu também não acredito nessa terceira via. Acho que, se houver a chapa Lula-Alckmin, a vitória será no primeiro turno – afirmou Paulinho ao Estadão.

Até agora, as negociações mais avançadas de Alckmin para essa aliança foram com o PSB. O problema, porém, é que os petistas não aceitam apoiar os candidatos do partido aos governos de São Paulo, Rio, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Acre.

– Nós dissemos ao Alckmin que o PT não vai abrir mão desses estados e muito menos de lançar o Haddad em São Paulo. No Solidariedade não haverá exigência para nada – relatou Paulinho.

O ex-governador ainda não decidiu, no entanto, à qual partido se filiará.

Diante dos obstáculos para o casamento com o PT de Lula, o PSB resolveu fazer um movimento paralelo e negociar com o PDT do presidenciável Ciro Gomes. Na quarta-feira passada (5), houve uma reunião entre dirigentes do PSB e do PDT, em São Paulo. Naquele dia, porém, ocorreu uma operação da Polícia Civil contra o ex-governador Márcio França, pré-candidato do PSB ao Palácio dos Bandeirantes. A ação foi comparada à investida da PF contra Ciro. Um novo encontro deverá ser realizado ainda neste mês.

*AE


Presidente rebateu declaração da jornalista que pedia seu banimento das redes sociais

Bolsonaro deu resposta provocativa a Miriam Leitão Foto: Reprodução/TV Globo/Agência Brasil/Marcelo Camargo

O presidente Jair Bolsonaro deu uma dura resposta à jornalista Miriam Leitão, da Rede Globo, após a comunicadora defender que ele fosse banido das redes sociais. Em declaração ao programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, nesta segunda-feira (10), Bolsonaro disse que Miriam deveria “trabalhar melhor”.

Em seguida, o presidente argumentou que a jornalista não é boa porque “nunca foi lembrada” para ocupar cargos no governo.

– Se ela fosse tão boa, seria lembrada por alguém para ocupar ministério da economia, secretaria. Nunca foi lembrada para isso – disparou.

Bolsonaro também se defendeu das acusações de que propaga fake news e ainda alfinetou a Globo.

– Qual é a acusação contra mim? Que Fake News tenho praticado nas minhas mídias? Não existe. Quando acontece equívoco, a gente se retrata. Coisa que não acontece com a Globo nem com essa comentarista econômica – ironizou.

Por fim, Bolsonaro lembrou de declarações polêmicas de Lula e acusou a Globo de agir “partidariamente”.

– Lula fala que vai regular mídia, ela não tem qualquer crítica ao Lula. Paciência, Miriam Leitão. Você perdeu essa daí. Trabalhe melhor, comece a mostrar a verdade que você tem credibilidade e pode me derrotar no futuro, já que você age partidariamente na sua televisão – encerrou.

Informações Pleno News


Presidente disse ainda que não acusou Barra Torres de corrupção

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) respondeu nesta segunda-feira (10) à carta em que o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, se defende de questionamentos ao órgão e cobra uma retratação do chefe do Executivo. Bolsonaro disse que não acusou ninguém de corrupção e voltou a levantar dúvidas sobre as “intenções” da Anvisa ao recomendar a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos.

– Me surpreendi com a carta dele. Não tinha motivo para aquilo. Eu falei ‘o que está por trás do que a Anvisa vem fazendo?’ Ninguém acusou ninguém de corrupção. Por enquanto, não tenho o que fazer no tocante a isso aí. Eu que indiquei o almirante Barra para a Anvisa, a indicação é minha, assim como outros da diretoria passaram pelo crivo meu – disse o presidente em entrevista à rádio Jovem Pan.

Na entrevista, Bolsonaro disse que a Anvisa é um órgão independente, não sofre interferência, mas que o trabalho “poderia ser diferente”.

– Não estou acusando a Anvisa de nada. Agora, se tem alguma coisa acontecendo, não há a menor dúvida – afirmou o presidente, que falou em “segundas intenções” da agência.

O presidente também afirmou que Barra Torres ganhou “luz própria” depois de ter sido indicado para o cargo na Anvisa. “Eu sei que é ele quem decide”, declarou.

*Com informações da AE


Otan alertou Moscou para abandonar sua política externa beligerante e cooperar com o Ocidente

Vladimir Putin e Joe Biden Fotos: EFE/EPA/ALEXEI NIKOLSKY / SPUTNIK / KREMLIN POOL e EFE/EPA/GREG NASH / POOL

Os EUA disseram a Vladimir Putin para escolher entre o diálogo e o confronto, na véspera de uma semana crítica de encontros diplomáticos sobre a Ucrânia e enquanto as tropas russas continuavam concentradas ao longo de suas fronteiras.

Diplomatas de alto escalão dos EUA e da Rússia se reuniram em Genebra, na noite deste domingo (9), e vão continuar suas conversas nesta segunda-feira (10) para discutir as demandas de Moscou, estabelecidas no mês passado em dois projetos de tratado, um com os EUA e outro com a Otan. Muito de seu conteúdo é considerado inaceitável para Washington e para a aliança, principalmente a promessa de que a Ucrânia nunca será membro da Otan.

A Rússia tem 100 mil soldados posicionados na fronteira com a Ucrânia e um número semelhante deve ser mobilizado em curto prazo, segundo o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

– Há dois caminhos diante de nós. Existe um caminho de diálogo e diplomacia para tentar resolver algumas dessas diferenças e evitar um confronto. O outro caminho é o confronto e consequências em massa para a Rússia – disse ele à CNN.

No domingo (9), a Otan alertou Moscou para abandonar sua política externa beligerante e cooperar com o Ocidente. Jens Stoltenberg, secretário-geral da Otan, disse que o pacto de defesa está preparado para “um novo conflito armado na Europa”.

DIÁLOGO
Os dois lados em Genebra serão liderados por negociadores veteranos, a vice-secretária de Estado dos EUA, Wendy Sherman, e seu homólogo russo, Sergei Ryabkov, acompanhados por altos funcionários de seus respectivos departamentos de defesa e militares. Negociadores americanos estão planejando apresentar aos seus colegas russos propostas para discutir posicionamentos de mísseis e amplitudes de exercícios militares na Europa nas negociações desta segunda-feira.

A Casa Branca busca testar Moscou, para aferir se os russos falam sério a respeito de sua intenção de pôr fim à crise da Ucrânia por meio de diplomacia ou fazem exigências impraticáveis como tática de procrastinação ou pretexto para uma nova invasão.

Os encontros multilaterais são prioridade para a Casa Branca, que tem garantido aos seus aliados e parceiros europeus, incluindo a Ucrânia, que não negociará “sobre eles sem eles”. Mas as negociações em Genebra carregam a expectativa de serem mais substantivas e serão assistidas de perto, como um indicador a respeito da possibilidade de haver ou não um acordo diplomático a ser alcançado para evitar uma nova guerra na Europa.

INVASÃO
Autoridades americanas não estão certas se o presidente russo, Vladimir Putin, acredita que este é o momento certo de invadir a Ucrânia e tentar colocar o país de volta sob a esfera russa de influência por meio da força, ou se, ao ameaçar a Ucrânia, ele está se valendo de um estratagema nebuloso para arrancar concessões de segurança dos EUA e seus aliados. Em Genebra, autoridades americanas verão se seus colegas russos enfatizarão exigências que o Kremlin sabe ser inexequíveis – como garantias vinculantes de que a Otan não se expandirá ao leste para incluir a Ucrânia.

– Se os russos aparecerem hoje querendo falar apenas da expansão da Otan, a negociação chegará a um impasse. Os americanos estão preparados para reagir afirmando que isso não está em discussão. Mas se os russos quiserem discutir de assuntos convencionais de controle de armas, então haverá negociação, e isso poderia indicar um prospecto de uma possível solução diplomática para a crise – disse Andrea Kendall-Taylor, especialista em Rússia do Centro para uma Nova Segurança Americana.

O secretário de Estado americano, Anthony Blinken, disse estar cético.

– Não acho que veremos avanços na próxima semana. Vamos ouvir suas preocupações; eles ouvirão nossas preocupações e veremos se há motivos para progresso. Mas é muito difícil fazer um progresso real quando há uma escalada em curso, quando a Rússia tem uma arma apontada para a Ucrânia – disse ele.

*AE


Republicano criou a TRUTH Social após ser banido do Twitter

Ex-presidente Donald Trump lançará sua própria rede social Foto: EFE/David Maxwellresumen

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançará no dia 21 de fevereiro a sua nova rede social, a TRUTH Social. A plataforma exclusiva do magnata irá ao ar no mesmo dia em que se comemora o Dia do Presidente nos EUA.

A rede social é uma promessa do republicano desde que ele foi banido permanentemente do Twitter. A plataforma alegou que o ex-presidente divulgou fake news e incitou seus seguidores a invadirem o Capitólio, em janeiro de 2021. Na ocasião, os congressistas confirmavam a vitória do então candidato Joe Biden nas eleições presidenciais.

A TRUTH Social já está disponível na App Store para usuários do sistema iOS. A rede social terá um sistema parecido com o do Twitter, e será possível digitar mensagens e publicar vídeos e fotos. Ao invés fazer um “tuíte”, o usuário publicará uma “truth” (“verdade”, em português).

Na App Store, o aplicativo TRUTH é descrito como “uma nova maneira de descrever a ‘inclusão’ na América”.

– Mantenha-se informado sobre as últimas notícias enquanto fica conectado diretamente com as pessoas que o influenciam – não fique chocado se eles transformarem sua “Truth” em um vírus! – destaca a plataforma em sua descrição.

Informações Pleno News


Foto: Divulgação

A cada vez que o secretário de Fomento à Cultura, André Porciúncula, ou que outros membros do atual governo lembram que as ‘tetas da lei Rouanet secaram’, talvez venha à mente da população que não há mais dinheiro para os artistas investirem em seus trabalhos.

É o que tentam fazer parecer os grandes artistas, a cada vez que vêm à público com lamúrias e ataques contra Jair Bolsonaro, garantindo que o presidente deu ordem para ‘destruir a cultura no país’.

Pois Porciúncula acabou de destruir mais esta narrativa, durante entrevista à Jovem Pan News, nesta semana.

Segundo ele, o país acaba de quebrar um recorde de investimentos pela Rouanet

“Ano passado, por exemplo a Lei Rouanet bateu o recorde de todos os tempos, com 1,9 bilhòes de reais investidos. Agora, óbvio, houve uma modificação de prioridade de investimento. Ao invés de bancarmos aqueles shows e eventos em que o teto era de 70 milhões e com capacidade de captação individual de 10 milhões. Então você tinha grandes artistas que faziam farra com a Lei Rouanet”.

Porciúncula revelou ainda que houve aumento de investimentos em patrimônios tombados, resgate de história, museus, patrimônios imateriais e festas populares, deixando de priorizar show e eventos individuais que funcionavam como propaganda política.

“A lei não é para sustentar essa elitezinha oligárquica”, completou o secretário

Vale lembrar que no início do governo Bolsonaro, o teto de captação foi estipulado em R$ 1 milhão e acaba de ser reduzido para R$ 500 mil. Mas novas mudanças já estão em curso e a captação individual deve cair para R$ 3 mil, abrindo espaço para atender milhares de novos e pequenos artistas que buscam uma oportunidade de mostrar trabalho.

Agora que as tetas secam de vez.. imaginem a gritaria dos esquerdopatas ao descobrirem que terão mesmo que trabalhar!

Informações Terra Brasil notícias


Foto: EFE/David Maxwellresumen

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançará no dia 21 de fevereiro a sua nova rede social, a TRUTH Social. A plataforma exclusiva do magnata irá ao ar no mesmo dia em que se comemora o Dia do Presidente nos EUA.

A rede social é uma promessa do republicano desde que ele foi banido permanentemente do Twitter. A plataforma alegou que o ex-presidente divulgou fake news e incitou seus seguidores a invadirem o Capitólio, em janeiro de 2021. Na ocasião, os congressistas confirmavam a vitória do então candidato Joe Biden nas eleições presidenciais.
A TRUTH Social já está disponível na App Store para usuários do sistema iOS. A rede social terá um sistema parecido com o do Twitter, e será possível digitar mensagens e publicar vídeos e fotos. Ao invés fazer um “tuíte”, o usuário publicará uma “truth” (“verdade”, em português).

Na App Store, o aplicativo TRUTH é descrito como “uma nova maneira de descrever a ‘inclusão’ na América”.

– Mantenha-se informado sobre as últimas notícias enquanto fica conectado diretamente com as pessoas que o influenciam – não fique chocado se eles transformarem sua “Truth” em um vírus! – destaca a plataforma em sua descrição.

*Pleno.News


Por Luiz Américo Lisboa Júnior

Foto: Fernanda Tiné/TV Globo

Ivete Sangalo foi muito infeliz ao xingar o presidente, outros desejam-lhe a morte todos os dias, mas nestes tempos neuróticos que estamos vivendo as pessoas dizem “mas o Bolsonaro falou isso e aquilo” e aí se sentem aliviadas porque afinal estão respondendo no mesmo tom as ofensas recebidas. Isso é uma estupidez. Nos meus mais de 35 anos de atividade acadêmica nunca presenciei esse ódio jacobino todo, apesar de sabê-lo latente, e olhe que quase a totalidade dos professores são de esquerda. Num seminário na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no curso de história em novembro de 2018 logo após a eleição de Bolsonaro uma professora brasileira doutora, foi realizar uma palestra sobre os últimos 30 anos do Brasil, porém, o seu foco o tempo todo se centrou em Bolsonaro e os termos foram de misógino – o genocida foi uma criação posterior – pra lá e ele nem tinha assumido ainda, e isso se replicou como uma ordem unida organizada por todas as universidades estrangeiras e brasileiras, portanto, foi a esquerda que ficou neurótica desde o primeiro momento, porque quando viu a possibilidade real da perda do protagonismo politico e intelectual entrou em pânico e foi a loucura. Neste mesmo seminário – diga-se de passagem, na época Lula estava preso – o nome dele não foi citado. Ora, estávamos num seminário de História luso brasileiro e o corte temporal da palestra eram os últimos 30 anos do Brasil e não os próximos 30 anos, porque somos historiadores, não videntes. Quando foi dada a palavra aos presentes para questionamentos eu me habilitei logo, e fiz mostrar a professora, a plateia e aos professores a maioria portugueses, que Lula estava preso e demonstrei o porquê, falei do mensalão, petrolão, impedimento da Dilma, apresentei números da Lava Jato, o legado de miséria social e econômica com a destruição do tecido social brasileiro e o prejuízo moral provocado ao país pelo petismo, tudo demonstrado a luz da história com fontes irrefutáveis. Depois da minha argumentação fiz então a pergunta: onde estavam a academia e os intelectuais de esquerda brasileiros que não se indignaram como ela estava se indignando naquele momento com tantas provas da degradação moral provocada ao país pelo petismo e seus sócios, e porque a professora não mencionou a tragédia da corrupção petista já que estávamos falando sobre os últimos 30 anos, mais da metade deles com o PT no poder? O constrangimento foi visível, a resposta veio com evasivas e um pitada de ironia misturada com revolta e agressão bem educada, reação típica de quem não tem argumentos e achava que ia encontrar um palco com seu público permanente de plantão, ou seja, não respondeu e ficou desconcertada, um vexame. Digo isso, para demonstrar uma realidade, e como historiador uma constatação: primeiro não existe polaridade hoje no país e sim democracia com opiniões divergentes – evidentemente acaloradas – nunca aceitas pela esquerda porque sempre quis impor a ditadura do pensamento único, fato amplamente documentado. Segundo, porque o maior legado de Bolsonaro não serão estradas, pontes etc, mas a retirada da esquerda do armário com sua hipocrisia travestida de bom mocismo e virtuosidade e o retorno do pensamento conservador no Brasil, incluindo o debate de alto nível, a democracia como alternância de poder e o respeito as liberdades e ao contraditório. Isso sim é a maior raiva da esquerda porque a atingiu mortalmente. O Brasil mudou e o esperneio dos que não acompanham mudanças históricas é fruto dessa negação, portanto, quem é negacionista é a esquerda com seus pensamentos retrógrados, analógicos e anacrônicos. A esquerda pensa em preto e branco, a direita olha para o futuro.

*Luiz Américo Lisboa Junior é historiador