O presidente Jair Bolsonaro (PL) vai lançar oficialmente a campanha à reeleição no próximo dia 24, no Rio de Janeiro. O local escolhido foi o ginásio do Maracanãzinho. Inicialmente o lançamento estava previsto para ocorrer em Brasília, no dia 23, mas houve um pedido de parte dos auxiliares de Bolsonaro para que o evento acontecesse em São Paulo.
Integrantes da equipe do presidente esperam mais de 12 mil pessoas na ato. Com um grande número de convidados, o evento marcado para começar às 11h da manhã contará com um esquema reforçado de segurança.
Jair Bolsonaro foi deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro entre 1991 e 2018, quando se elegeu à presidência da República. O Estado é considerado vital para os aliados do presidente na busca de votos na região Sudeste do país.
O pré-candidato a governador do PL, João Roma, começa a agenda de final de semana em Feira de Santana, nesta sexta-feira (8), com um almoço com empresários e representantes da sociedade. No sábado (9), o nome apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro irá ao Extremo Sul, em agenda que terá também a pré-candidata ao Senado, Raíssa Soares (PL).Os dois políticos do PL vão a Itamaraju pela manhã. À tarde, estarão em Teixeira de Freitas.
Nesta sexta, João Roma – que foi ministro da Cidadania do atual governo – destacou a operação do governo federal para socorrer as vítimas das fortes chuvas no final do ano passado. “Vi de perto o drama das chuvas e me dediquei intensamente no socorro às vítimas”, ressaltou.
A cidade de Rafael Jambeiro será visitada por Roma no domingo pela manhã. À tarde, o pré-candidato ao governo estará em Várzea da Rocha. “O homem público tem que ir aonde o povo está. Ouvi seus anseios e trabalhar para atendê-los”,defendeu.
Pré-candidatos percorrem desde a Chapada Diamantina até o Litoral Sul do estado; agenda prevê 50 cidades durante o mês de julho
Os pré-candidatos ao governo do estado ACM Neto (União Brasil) e ao Senado Caca Leão (PP) percorrerão neste final de semana 10 municípios de quatro regiões diferentes da Bahia. A agenda começa nesta sexta-feira (8) por São Gonçalo dos Campos e vai até o domingo (10), em Canavieiras.
Em entrevista coletiva recente, ACM Neto afirmou que pretende visitar pelo menos 50 municípios neste mês de julho. “Estamos trabalhando muito, pisando o pé no acelerador para valer. A gente não vai parar um minuto sequer. Vamos percorrer mais de 50 cidades até o fim de julho e com isso vamos fechar mais de 200 cidades da Bahia visitadas nessa pré-campanha. Quero completar mais de 300 cidades até outubro”, disse.
Em São Gonçalo dos Campos, na região do Paraguaçu, Neto e Cacá serão recebidos pelo prefeito Tarcísio Pedreira (Solidariedade) e por outras lideranças locais para ato político pela manhã no Sarau Prime. O gestor municipal já declarou apoio aos pré-candidatos, e esse será o primeiro encontro deles juntos na cidade.
Em seguida, pela tarde e pela noite, os pré-candidatos visitarão quatro cidades da Bacia do Jacuípe: Mairi, com ato político no Clube 7 de Setembro; Várzea da Roça, com encontro no Clube Gigante Branco; e São José do Jacuípe, com reunião na Arena Armadinho. A agenda de sexta-feira terminará em Capim Grosso, com evento no Centro Cultural.
No sábado (9), será a vez das cidades da Chapada Diamantina receberem ACM Neto e Cacá Leão. A agenda começa de manhã em Itaberaba, onde serão recebidos pelo prefeito Ricardo Mascarenhas (PP) e outras lideranças regionais para ato no Clube dos Sargentos. Será o primeiro evento político de fato dos pré-candidatos com o gestor municipal.
Na tarde de sábado, Neto e Cacá vão a Utinga, onde serão recebidos pelo prefeito Joyuson Vieira (PSB) e outras lideranças para evento político no Espaço Gameleira. Depois, subirão a serra e visitarão duas cidades: Palmeiras, com ato na chácara Recanto de Paz, e Lençóis, com evento no Hotel Portal Lençóis.
No domingo (10), os pré-candidatos vão ao Litoral Sul do estado, à cidade de Canavieiras. Pela manhã, participarão ao lado do prefeito Dr. Almeida (PROS) dos festejos do padroeiro do município, São Boaventura, na Praça da Matriz. O gestor municipal declarou apoio a ACM Neto nesta semana, e esse será o primeiro ato público deles.
Um relatório do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP), apontou que o assassinato de Celso Daniel (PT), ex-prefeito de Santo André, não foi um crime comum. Trechos do documento do MP foram publicados no site da revista Veja nesta quarta-feira (6). O petista foi sequestrado, torturado e morto em janeiro de 2002.
O Gaeco concluiu em dezembro do ano passado um procedimento aberto em 2005. A investigação visaria “desvendar rumores” de que membros de uma rede criminosa que arrecadava propinas de empresas de transporte urbano, coleta de lixo e obras de engenharia em Santo André estariam a serviço da direção nacional do PT. A tal rede teria encabeçado o assassinato do ex-prefeito.
De acordo com a publicação, uma das conclusões dos três promotores que investigaram a autoria do crime seria de que o assassinato não teria sido um crime comum.
– Haveria motivação política, diante dos indícios de ligações com esquema de arrecadação de “propinas” de empresas prestadoras de serviços públicos ao município de Santo André, que teria como beneficiário partido político (neste caso, o Partido dos Trabalhadores) – diz o documento.
Em outro ponto do relatório, os promotores apontaram que as investigações prosseguiram após a constatação de que o assassinato aconteceu em um contexto de desavenças. O conflito teria envolvido personagens incluídos em um esquema fraudulento de exigências de pagamento de propinas a empresários “em prol de levantamento de verbas para campanhas ” do PT.
A execução de Celso teria sido motivada pelo fato de o ex-prefeito ter reunido um “dossiê” que poderia apontar indícios e provas das fraudes contra os supostos mandantes do assassinato. O caso teria resultado em uma chantagem feita pelo empresário Ronan Maria Pinto contra o então presidente Lula “com base em informações que deteria acerca das circunstâncias da morte” de Celso.
– O que se pode extrair da reunião de dados neste apuratório é a suspeita de que, após o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel, o empresário Ronan Maria Pinto, com base em informações que deteria acerca das circunstâncias da morte dele, teria extorquido os outros supostos envolvidos (ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu de Oliveira e Silva, Gilberto Carvalho e Klinger de Oliveira Sousa), de maneira que estes teriam efetuado o pagamento do valor de aproximadamente 6 milhões de reais em troca de seu silêncio – diz o relatório.
Na versão oficial, o ex-prefeito de Santo André foi sequestrado e morto em janeiro de 2002, após sair de um restaurante. Na época, a polícia concluiu que o homicídio foi um “crime comum” e que não teria motivações políticas. Daniel teria sido morto a mando do empresário Sérgio Gomes da Silva, já falecido, que estaria se beneficiando de um esquema de corrupção na prefeitura.
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (7) mostra uma queda nos números do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao passo que revela um crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL), no estado de São Paulo.
De acordo com os dados levantados, Lula tem 37% das intenções de voto, e Bolsonaro aparece com 32%. Na pesquisa divulgada em maio, o petista tinha 39%,enquanto Bolsonaro aparecia com 28% em São Paulo.
Tais números são resultados da análise estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados. Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são informados sobre os nomes dos pré-candidatos, há um empate: tanto o petista quanto o atual chefe do Executivo aparecem com 25%.
Ciro Gomes segue em terceiro lugar na preferência dos eleitores em ambas modalidades de pesquisa. A margem de erro é de 2.4 pontos percentuais e tem 95% de confiança. Foram ouvidas 1.640 pessoas, de forma presencial, entre 1º e 4 de julho.
A intenção de voto feminino no presidente Jair Bolsonaro (PL) para o primeiro turno nas eleições de 2022 subiu de 22% em junho para 27% em julho, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6).
O levantamento foi realizado de 29 de junho e 2 de julho, quando as denúncias de assédio sexual na Caixa Econômica Federal já haviam se tornado públicas.
Funcionárias acusaram o então presidente da Caixa, Pedro Guimarães, de assediá-las sexualmente e constrangê-las. Guimarães estava no cargo desde o início do governo Bolsonaro, em 2019, e era próximo do presidente. Ele deixou a posição na quinta-feira (29) e nega as acusações. O Ministério Público Federal (MPF) investiga o caso.
Um levantamento realizado pela plataforma Torabit apontou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 5,7 vezes mais menções negativas nas redes sociais que o presidente Jair Bolsonaro (PL) no mês de junho. Segundo a pesquisa, que busca medir o desempenho dos presidenciáveis na internet, foram 644.944 citações críticas ao petista, enquanto o atual chefe do Executivo teve 112.982.
Por outro lado, o levantamento indicou que Lula também levou a marca de maior menções positivas. Foram 378.978 para o ex-presidente, e 174.010 para Bolsonaro.
Em relação a citações em geral, sejam elas negativas, positivas ou neutras, Lula obteve uma média diária de 45,853 mil, enquanto o presidente teve 12.739.
Ao levar em conta o crescimento de citações ruins, o petista apresentou aumento de 6,7 pontos percentuais comparado com o último mês. Isso indica que as críticas ao presidenciável têm crescido diante da proximidade das eleições e ao avanço da pré-campanha.
Considerando o total de menções a cada candidato, Lula tem 48,5% delas ruins, enquanto as referências a Bolsonaro são em sua maioria positivas, acumulando 30,5% pejorativas.
De autoria do senador Jorge Kajuru, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição aos cargos de presidente, governador e prefeito deve ser analisada até o fim deste ano no Senado Federal. O projeto tem o apoio do presidente da Casa Legislativa, Rodrigo Pacheco, que considera que a mudança seria “muito importante e muito interessante para o país”.
– Eu tenho certeza de que o Congresso Nacional vai se debruçar sobre essa matéria. Acredito que há certa simpatia e adesão a essa tese do fim da reeleição no Senado Federal. Vejamos, agora, o melhor momento para debater a ideia e construir uma proposta que certamente será muito útil ao país – afirmou Pacheco, segundo informações do R7.
Se por um lado o texto defende o fim da recondução ao cargo, por outro traz a proposta de aumentar o mandato de quatro para cinco anos. O objetivo das alterações, segundo Kajuru, é trazer “mais equilíbrio às disputas eleitorais”.
– Após outubro, que aprovemos o fim da reeleição para dar mais equilíbrio às disputas eleitorais, reafirmando o princípio da alternância do poder, e prejudicar menos o Brasil. As futuras gerações certamente vão agradecer – assinalou.
Caso aprovada, a medida valeria para 2026.
– O fim da reeleição considero que é uma lógica muito importante e muito interessante para o país. Nos cabe agora escolher o momento para poder fazê-lo, naturalmente, preservando direitos sem que seja casuísta, sem que seja para o alcance de qualquer desses que se apresentam como candidatos neste momento, na próxima gestão, no próximo mandato, na próxima legislatura – explicou Pacheco.
Uma pesquisa do Emerson College nos Estados Unidos mostra o ex-presidente Donald Trump a frente do atual presidente norte-americano, Joe Biden, em um hipotético confronto presidencial em 2024. Dos entrevistados, 44% disseram votar no republicano, 39% no atual chefe de Estado e 12% em outro candidato.
O apoio a Trump permanece no mesmo nível desde a pesquisa anterior, realizada em maio. No entanto, as intenções de votos para Biden caíram. Antes, 42% dos eleitores disseram que votariam no atual presidente norte-americano.
Biden manifestou que pretende buscar o 2º mandato da Casa Branca. Contudo, o partido Democrata repensa se o presidente deve disputar a eleição de 2024. Desde setembro de 2021, a desaprovação do governo Biden supera a aprovação.
Segundo uma pesquisa da Harvard CAPS-Harris Poll, obtida com exclusividade pelo jornal digital The Hill, a aprovação do governo Biden é de 38%.
A pesquisa também mostra que 71% dos entrevistados acreditam que o chefe de Estado norte-americano não deveria concorrer a um 2º mandato em 2024, com 45% afirmando que Biden é um mau presidente.
Para ⅓ dos entrevistados, Biden é velho demais para concorrer ao cargo novamente e ¼ disseram ser “hora de mudar”.
Ao The Hill, o codiretor da pesquisa, Mark Penn, afirmou que apenas 30% dos democratas votariam em Biden em uma primária presidencial do partido.
“O presidente Biden pode querer concorrer novamente, mas os eleitores dizem ‘não’ à ideia de um 2º mandato, criticam o trabalho que ele faz como presidente”, disse.
Democratas perdem mais de 1 milhão de eleitores para os republicanos, divulga AP
Mais de um milhão de eleitores democratas mudaram suas filiações para o Partido Republicano em 2021, de acordo com dados divulgados pela Associated Press (AP) na última segunda-feira (27).
Segundo a AP, 1,7 milhão de eleitores mudaram de filiação partidária no ano passado. Destes, mais de 1 milhão se tornou republicano. Cerca de 630 mil, democratas.
“É mais uma rejeição da esquerda do que abraçar a direita”, disse Ben Smith, entrevistado pela agência. Smith declarou que sua mudança se deve ao fato de que os democratas adotaram mandatos de vacina contra a Covid contra sua vontade, além de não terem tido a capacidade de conter o aumento de crimes violentos no país.
A mudança para o Partido Republicano, de acordo com a AP, está ocorrendo em todas as partes dos Estados Unidos, tanto em estados democratas quanto republicanos. O fenômeno foi registrado desde que o atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, derrotou o ex-presidente Donald Trump nas eleições realizadas no final de 2020.
Os dados mostram, entretanto, que a mudança é mais profunda nos subúrbios americanos, onde os eleitores indecisos que se voltaram contra o Partido Republicano de Trump nos últimos anos estão voltando atrás.