“Não mobilizei nada, então não vou desmobilizar nada”, diz Bolsonaro

Conforme publicou o Estadão nesta quinta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro teria dito a aliados, em encontro na casa de Fábio Faria que contou com a presença do ministro Dias Toffoli, do STF, que não era responsável pelas mobilizações.

“Não mobilizei nada, então não vai desmobilizar nada”, disse Bolsonaro. 

Ainda segundo o Estadão, Bolsonaro prometeu aos presentes que não faria “nenhuma aventura” em relação ao fim do seu mandato.

O Antagonista


Confira a lista completa dos 37 ministros do futuro governo Lula 

Na tarde desta quinta-feira (29), o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou os últimos nomes de ministros do seu futuro governo. Ele fez um pronunciamento no CCBB, sede do governo de transição em Brasília.

No total, serão 37 ministérios. Eles assumem o cargo no próximo domingo (1º).

Confira a list completa com todos os 37 ministros:

  1. Casa Civil – Rui Costa
  2. Secretaria-Geral  – Márcio Macedo
  3. Secretaria de Relações Institucionais – Alexandre Padilha
  4. Gabinete de Segurança Institucional – Gonçalves Dias
  5. Secretaria de Comunicação – Paulo Pimenta
  6. Advocacia-Geral da União (AGU) – Jorge Messias
  7. Controladoria-Geral da União – Vinicius Marquesde Carvalho
  8. Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Carlos Fávaro
  9. Ciência e Tecnologia – Luciana Santos
  10. Cultura – Margareth Menezes
  11. Defesa – José Múcio Monteiro
  12. Fazenda – Fernando Haddad
  13. Educação – Camilo Santana
  14. Gestão e Inovação em Serviços Públicos – Esther Dweck
  15. Igualdade Racial – Anielle Franco
  16. Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – Geraldo Alckmin
  17. Integração e Desenvolvimento Regional – Waldez Góes
  18. Justiça e Segurança Pública – Flavio Dino
  19. Pesca e Aquicultura – André de Paula
  20. Previdência Social – Carlos Lupi
  21. Saúde – Nísia Trindade
  22. Cidades – Jader Filho
  23. Comunicações – Juscelino Filho
  24. Relações Exteriores – Mauro Vieira
  25. Minas e Energia – Alexandre Silveira
  26. Mulher – Cida Gonçalves
  27. Portos e Aeroportos – Marcio França
  28. Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome – Wellington Dias
  29. Esporte – Ana Moser
  30. Meio Ambiente – Marina Silva
  31. Planejamento e Orçamento – Simone Tebet
  32. Trabalho e Emprego – Luiz Marinho
  33. Turismo – Daniela Souza Carneiro   
  34. Direitos Humanos e Cidadania – Silvio Almeida
  35. Povos Indígenas – Sônia Guajajara
  36. Transportes – Renan Filho
  37. Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – Paulo Teixeira

Informações TBN

Presidente da Funai é exonerado
29 de Dezembro de 2022

Foto: Reprodução

O presidente da Funai, Marcelo Augusto Xavier da Silva, deixou o cargo de presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai). A portaria com a sua exoneração está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29).

Marcelo Xavier assumiu o comando da Funai em julho de 2019.

Ele substituiu o general Franklimberg Ribeiro de Freitas.

Gazeta Brasil


Foto: Reprodução/TV Senado

Em um pronunciamento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, presidente eleito revelou os últimos 16 nomes que irão compor sua equipe de 37 ministros.

Três futuros ministros do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016 – os deputados André de Paula (PSD) e Juscelino Filho (União) e a senadora Simone Tebet (MDB).

Em um pronunciamento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição em Brasília, Lula revelou os últimos 16 nomes que irão compor sua equipe de 37 ministérios a partir de domingo (1º).

Entre os nomes anunciados estão os deputados André de Paula (PSD) e Juscelino Filho (União Brasil), que assumirão, respectivamente, o Ministério da Pesca e o Ministério das Comunicações.

Em 2016, os dois também exerciam seus mandatos como deputados federais e, na sessão do dia 17 de abril daquele ano, votaram favoravelmente pela admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT).

“Pela minha família, pelos meus amigos, meus colegas médicos, pelo povo do meu querido estado do Maranhão que me deu a oportunidade de representá-lo nesse momento histórico. […] Por um futuro melhor para nosso Brasil, eu voto sim”, disse o deputado Juscelino ao votar.

Já o futuro ministro André de Paula afirmou que votava sim “pela ética na política, pela decência, por Pernambuco e pelo Brasil”.

O processo acabou avançando para o Senado após conseguir 367 votos – 25 a mais do que o necessário.

Naquele mesmo ano, em uma sessão iniciada no dia 11 de maio, o Senado votou sobre a admissibilidade do impeachment e autorizou o afastamento de Dilma do cargo.

Entre os 55 senadores que votaram a favor estava a senadora Simone Tebet (MDB), que vai assumir o Ministério do Planejamento no governo Lula em 2023.

No definitivo dia 31 de agosto de 2016, quando o Senado votou pela cassação do mandato de Dilma Rousseff, Tebet foi um doa 61 votos favoráveis.

“Por todo o mal que causou e está causando à população brasileira, eu voto a favor do impeachment da senhora presidente da República, mas, mais do que tudo, voto na esperança – na esperança de melhores dias”, declarou Tebet ao plenário do Senado.

A senadora também votou “sim” para tornar Dilma inelegível a cargos públicos por oito anos, mas a proposta não alcançou a quantidade de votos necessários.

Outros membros do futuro governo Lula, apesar de não terem votado na prática na tramitação do processo no Congresso, também apoiaram o impeachment. É o caso do vice-presidente eleito e futuro ministro da Indústria, Geraldo Alckmin (PSB).

A futura ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), também se manifestou a favor do impeachment na época.

CNN Brasil


Foto: Reprodução

Nicolás Maduro foi avisado de que não poderá vir à posse de Lula pelas negativas de Bolsonaro em revogar a portaria que publicou em 2019 e que impede a entrada do ditador venezuelano.

Em agosto de 2019, o governo publicou uma portaria afirmando que não reconhece Maduro como presidente e afirmando que o ingresso de altos funcionários do regime venezuelano contraria a Constituição brasileira.

Geraldo Alckmin tentou, a pedido de Lula, convencer o governo Bolsonaro a mexer no texto, mas não teve sucesso. Maduro disse entender a limitação e sinalizou que cumprimentaria o petista em outra oportunidade.

Metropoles


Lula durante anúncio de ministros em Brasília Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve anunciar nesta quinta-feira (29) o último grupo de ministros que vai fazer parte de seu terceiro governo. Ao todo, é esperada a divulgação de 16 nomes, entre eles de figuras como a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que deve assumir o Planejamento, e a ex-ministra Marina Silva, que deve chefiar a pasta de Meio Ambiente. O anúncio dos novos ministros está marcado para acontecer às 11h.

Até o momento, 21 nomes já foram anunciados pelo petista como integrantes de sua nova gestão no Planalto, sendo a maioria composta por figuras do PT ou próximas do partido. No entanto, na lista desta quinta, partidos que se aliaram a Lula, como o MDB, devem ganhar espaço com alguns ministérios.

No caso do MDB, Lula se reuniu nesta quarta (28) com a cúpula da sigla e bateu o martelo sobre dois nomes do partido que irão compor o próximo governo: Jader Filho, para o Ministério das Cidades, e Renan Filho, para a pasta dos Transportes. Além dos dois, Tebet será a outra integrante do partido na gestão do petista, mas o nome dela já estava acertado na pasta do Planejamento.

Outros três ministérios devem distribuídos para representantes do PSD. Entre os cotados estão os senadores Alexandre Silveira (MG) e Carlos Fávaro (MT), e o deputado federal Pedro Paulo (PSD-RJ), que é próximo ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

O União Brasil, por sua vez, deverá comandar duas pastas na futura configuração da Esplanada dos Ministérios. Um dos nomes cotados da sigla é o deputado federal Elmar Nascimento (BA). No entanto, a indicação dele perdeu força e passou a ser rejeitada pelos petistas por conta do fato de ele ter criticado Lula durante o segundo turno da campanha presidencial.

Informações Pleno News


Ministro da Educação de Lula diz que governo vai tentar acabar com escolas militares já nos primeiros dias de governo; VEJA VÍDEO

O futuro ministro da Educação na gestão Lula, CamiloSantana, disse, em entrevista a Andreia Sadi que deve ”dar um fim” no ensino domiciliar (“homeschooling”), já aprovado pela Câmara e em análise no Senado, além de também acabar com as escolas militares.


Informações TBN


Presidente Jair Bolsonaro está na última semana no cargo - Alan Santos/PR
Presidente Jair Bolsonaro está na última semana no cargo Imagem: Alan Santos/PR

Jair Bolsonaro (PL) será oficialmente ex-presidente da República. Entre caminhões de mudança e troca na estrutura do governo, ele nomeou os assessores que irão estar ao seu lado após a saída do Palácio do Planalto.

Ao que ele tem direito?

  • 4 servidores para segurança e apoio pessoal;
  • 2 motoristas
  • 2 assessores

Dos oito assessores nomeados por Bolsonaro no Diário Oficial da União, sete são egressos de forças de segurança, principal reduto eleitoral do atual presidente.

Sem aposentadoria, mas com outros benefícios

A lei que regulamenta os benefícios dos ex-presidentes da República não traz uma aposentadoria vitalícia para o ex-ocupante do Palácio do Planalto.

No entanto, os oito assessores são pagos pelo Governo Federal. O salário pode chegar a até R$ 14 mil. Outros benefícios são concedidos aos ex-presidentes:

  • 2 carros oficiais;
  • Despesas com combustíveis;
  • Manutenção dos carros oficiais;
  • Gastos com telefonia;
  • Passagens para eventos no Brasil e no exterior;
  • Diárias em hotéis no Brasil e no exterior

Em 2021, os gastos com os ex-presidentes custaram R$ 5,6 milhões aos cofres públicos. Em 2022, até outubro, último mês em que os dados foram divulgados pelo Portal da Transparência, esse valor estava próximo de R$ 6 milhões.

Salário de Bolsonaro

Apesar de não ter aposentadoria por ser ex-presidente, Jair Bolsonaro deve deixar o Palácio do Planalto em boas condições financeiras, com três fontes de renda: capitão reformado do Exército, aposentadoria como deputado federal e salário do PL. Veja os valores:

  • Exército: R$ 11.945,49 (bruto) / R$ 8.919,63 (líquido);
  • Aposentadoria como deputado: cerca de R$ 30 mil;
  • Salário do PL: estimado em R$ 39 mil

Os valores exatos do salário enquanto ex-deputado federal e presidente de honra do PL não foram divulgados oficialmente.

Informações UOL


Bomba: Bolsonaro vetou a farra das emendas feita pelo congresso às pressas e desmoralizou Pacheco e Lira

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei 14.513, de 2022, que amplia de 15 de outubro para 30 de novembro de 2022 o prazo final para o encaminhamento de projetos de lei de abertura de créditos suplementares e especiais ao Congresso Nacional. O chefe do Poder Executivo barrou, no entanto, uma série de dispositivos incluídos no texto original (PLN 39/2022) por senadores e deputados. Entre outras medidas, esses pontos permitiam que recursos não empenhados em anos anteriores fossem executados ao longo de 2023.

Um dos dispositivos vetados autorizava o Palácio do Planalto a utilizar recursos originalmente classificados como RP-9 na Lei Orçamentária Anual, mas que foram reclassificados como RP-2 por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). As despesas identificadas como RP-9 são oriundas das emendas do relator-geral do Orçamento, enquanto as RP-2 são despesas primárias discricionárias. Segundo a mensagem de veto encaminhada ao Congresso, o dispositivo“incorre em vício de inconstitucionalidade” por tratar de “matéria estranha” ao projeto de lei original.

Jair Bolsonaro vetou ainda um inciso que estendia até 31 de dezembro de 2023 a validade de restos a pagar inscritos em 2019 e 2020 relativos a contratos, convênios, acordos ou ajustes de vigência plurianual. Segundo o Palácio do Planalto, a matéria é inconstitucional e deveria ser tratada em um projeto de lei complementar. “Tal situação modificaria regra de caráter permanente, ao não considerar a periodicidade anual que o Orçamento público deve guardar”, argumenta o presidente da República. Ainda segundo a mensagem de veto, a manutenção do texto aprovado pelo Congresso poderia “impor dificuldades operacionais” à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Outro ponto vetado autorizava a execução de restos a pagar não processados por inadequação de fontes, desde que resultantes de créditos adicionais aprovados no último quadrimestre do ano. Pelo texto aprovado pelos parlamentares, a STN deveria indicar uma nova fonte de recursos com saldo suficiente.

Segundo o presidente da República, a proposição viola a Constituição Federal, que proíbe “a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais”. Além disso, de acordo com a mensagem de veto, a matéria contraria o interesse público e regras do processo orçamentário, como a realização de despesa sem prévia autorização nos créditos orçamentários ou adicionais e o princípio da anualidade orçamentária.

O Palácio do Planalto barrou ainda um artigo que autorizava o ajuste de contratos firmados em 2019 e 2020 para mudar a localidade de execução de uma obra. O dispositivo aprovado pelo Congresso permitia essa flexibilização desde que fossem mantidas as características originais da obra e que a mudança fosse autorizada pelo gestor máximo do órgão concedente.

Segundo a mensagem de veto, o texto “contraria o disposto na regulamentação que rege as transferências voluntárias por meio de convênios e de contratos de repasse, por haver expressa proibição de alteração do objeto pactuado e vedação expressa de reformulação do projeto, inclusive de alteração do local de intervenção”. “Em que pese o dispositivoprever que a autorização estaria condicionada à manutenção das características da obra pactuada, sem deixar evidentes os elementos a serem levados em consideração na avaliação, gera insegurança jurídica e não se mostra aceitável, a exemplo de uma alteração no local de execução de obra, contratada no ano de 2020, resultar na necessidade de alterações no planejamento da contratação, a afetar os elementos caracterizadores do próprio objetooriginalmente licitado e contratado”, justifica o Poder Executivo.

*Com informações de Agência Senado


Agentes vão atuar como apoio à Polícia Rodoviária Federal nas atividades de escoltas

Força Nacional de Segurança atuará na posse de Lula Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma portaria do Ministério da Justiça publicada na edição desta quarta-feira (28) do Diário Oficial da União (DOU) autorizou o uso da Força Nacional na posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcada para acontecer no próximo domingo (1°), em Brasília (DF). A medida foi assinada pelo secretário-executivo da pasta, Antonio Ramirez Lorenzo.

A utilização da Força Nacional de Segurança Pública virá como apoio à Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas atividades de escoltas. A portaria estabelece que essa utilização ocorrerá por causa da chamada Operação Posse Presidencial 2023 e terá “caráter episódico e planejado, no período de 27 de dezembro de 2022 a 2 de janeiro de 2023”.

Nesta terça (27), o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou que o Distrito Federal terá 100% das forças de segurança mobilizadas para o dia da posse de Lula. Além disso, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que a Secretaria de Segurança Pública do DF está em conversa com o Exército para desmobilizar o acampamento na frente do Quartel-General em Brasília.

A Operação Posse Presidencial 2023, que será realizada pela PRF nos próximos dias, teve início oficial nesta terça. De acordo com a corporação, os agentes farão a escolta de “todos os chefes de Estado e dignitários” que irão comparecer à cerimônia e também a “fiscalização nas rodovias federais por todo o país, especialmente naquelas que ligam as demais regiões à capital federal”.

Informações Pleno News