LONDON, ENGLAND – OCTOBER 03: Lucas Moura of Tottenham Hotspur celebrates after scoring a goal to make it 2-1 during the Premier League match between Tottenham Hotspur and Aston Villa at Tottenham Hotspur Stadium on October 3, 2021 in London, England. (Photo by James Williamson – AMA/Getty Images)
O meio-campista Lucas Moura, do Tottenham, voltou a apoiar publicamente a candidatura de Jair Bolsonaro (PL). Quatro anos depois de ter declarado voto no então candidato do PSL nas eleições de 2018, o ex-São Paulo reafirmou sua posição com relação ao atual presidente. A declaração foi dada em entrevista ao podcast ‘Cara a Tapa’, de Rica Perrone.
“Sou um cara conservador, de direita, que defende os princípios cristãos, família… E acho que não tem como fugir. Primeiro que não vejo nenhum candidato ideal, estamos longe disso, mas não temos como negar que Bolsonaro é um cara que mais se aproxima do que acredito, da ideologia que eu acho que é correta para o nosso país”, declarou o jogador.
Na sequência, Lucas fez críticas ao ex-presidente Lula, principal adversário de Bolsonaro no pleito deste ano. “O outro lado, Lula defende praticamente tudo que sou contra. Ideologia de esquerda, socialismo, no mais alto nível o comunismo. Então é um retrocesso, acho que não tem nada diferente entre nazismo e comunismo e acho que não podemos voltar nesse retrocesso. Sem contar os casos de corrupção”, opinou. A informação é do Portal UOL.
O ex-jogador do São Paulo acrescentou que tem que votar “em quem mais se aproxima” de suas convicções, embora afirme que não concorda inteiramente com Bolsonaro. “Discordo de várias coisas que ele faz e fala, tenho muitas críticas a fazer. Mas defender Lula acho que é praticamente impossível. Tenho que ir em quem eu acho que mais se aproxima”, completou.
Repetindo 2018
Ao ser questionado por Rica Perrone sobre seu posicionamento político, Lucas começou relembrando das últimas eleições. “Não tenho problema [em falar], a minha opinião política é muito clara, acho que todo mundo já sabe”, introduziu. “Tomei muita porrada em 2018 quando eu nem me posicionei claramente, só curti alguns posts aqui e ali e já veio porrada”, continuou.
Na ocasião, o jogador usou o Twitter para se posicionar a favor de Bolsonaro depois que o então candidato sofreu o atentado em Juiz de Fora. O apoio declarado repercutiu na Inglaterra e fez com que o Tottenham atuasse para blindá-lo.
“A gente vive em uma democracia e as diferenças de ideias contribuem para a gente crescer. Vivíamos um momento em que não era tão necessário a gente se meter nisso, até porque não tínhamos redes sociais, não sabíamos como era. Hoje não, é diferente, somos bem informados”, disse.
Candidato à Vice-Presidência da República disse que o julgamento do petista foi ‘parcial’
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), candidato à Vice-Presidência da República nas eleições de outubro, usou as redes sociais nesta sexta-feira, 9, para dizer que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi preso “injustamente”, em um julgamento “parcial”.
Em vídeo publicado no Twitter, Alckmin diz que antigas declarações suas estão sendo instrumentalizadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). “Muito cuidado”, alertou o ex-tucano. “Nesta eleição, antigas falas minhas estão sendo usadas por Bolsonaro para confundir o povo. Naquela época, muitos de nós fomos iludidos por um julgamento que a própria Justiça anulou, porque foi parcial e suspeito. Hoje, está provado que Lula foi preso injustamente.”
Alckmin disse que, agora, é Bolsonaro que precisa “explicar” a compra de 51 imóveis com “dinheiro vivo”.
Alckmin, Lula e a volta à cena do crime
Na quarta-feira 7, o ex-governador protocolou, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma ação que visa a proibir Bolsonaro de mencionar suas antigas declarações contra Lula. Em discurso no 7 de Setembro, o chefe do Executivo disse que o PT quer “voltar à cena do crime”, repetindo uma afirmação de Alckmin em uma convenção do PSDB realizada em 2017.
As ruas falaram, mais uma vez, e sua voz esteve mais forte do que nunca neste 7 de Setembro
Foto: Carlos Santtos/FotoArena/Estadão Conteúdo
As ruas falaram, mais uma vez, e sua voz esteve mais forte do que nunca. Multidões se manifestaram, em cidades de todo o país, com um recado óbvio neste dia Sete de Setembro: querem a reeleição do presidente da República nas eleições de outubro. A festa foi da independência, e dos 200 anos de independência do Brasil, mas nunca houve dúvida nenhuma a respeito de que lado está a massa verde-amarela que lotou as principais avenidas e praças brasileiras, numa das maiores manifestações públicas que já se viu em tempo recente. Foi um ato político, e a massa declarou que está do lado de Jair Bolsonaro — por mais incômodo que seja admitir isso. É o exato contrário do que dizem as pesquisas de intenção de voto. É o contrário da “Carta aos Brasileiros” do dia “11 de agosto”. É o contrário do que querem as classes intelectuais, a mídia e o STF — ou o seu “tribunal” eleitoral, que faz os mais extraordinários esforços para ganhar a eleição no horário de propaganda política, na repressão às redes sociais e no controle do material de campanha. Proíbe o máximo que pode nas ações do candidato que declararam inimigo; permite o máximo que pode nas ações dos seus adversários.
Manifestação de rua é uma coisa. Urna no dia da eleição é outra. Não há, necessariamente, uma relação de causa e efeito entre as duas coisas — o resultado das eleições de outubro será o que for decidido por 156 milhões de eleitores brasileiros com o seu voto, daqui a vinte das. Mas é perfeitamente inútil fingir que não aconteceu nada neste dia Sete de Setembro — ou vir com teorias negacionistas para esconder que o único beneficiário das demonstrações que levaram a massa para a rua é o presidente da República, e não os seus adversários. Foi inútil, da mesma forma, a campanha de terror dos últimos dias, prevendo ou garantindo que os “bolsonaristas” iriam provocar todo o tipo de violência na rua; era muito mais seguro ficar em casa, mesmo porque, segundo a campanha, quem fosse às manifestações poderia estar violando alguma lei do ministro Alexandre de Moraes, ou coisa parecida. Não pegou, também, a espantosa ideia de que comemorar o Sete de Setembro seria um ato “antidemocrático”. No fim, centenas de milhares de pessoas foram para a praça pública no Brasil inteiro e não se quebrou uma única vidraça, nem se jogou uma única pedra ou se tocou fogo em nada. Para que serviu a palhaçada de colocar atiradores de elite em volta da Praça dos Três Poderes, em Brasília? Do que adiantou cercar o prédio do STF com um aparato de segurança ridículo, como se fosse uma casamata sitiada por tropa inimiga? De que adiantaram as ameaças e as análises dos “cientistas políticos”?
Malvino Salvador deu declarações durante entrevista a um podcast, nesta segunda-feira
Malvino Salvador Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Cara a Tapa
O ator Malvino Salvador, que trabalhou na TV Globo por quase 20 anos, criticou o jornalismo da emissora e revelou voto no presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele deu declarações durante entrevista ao podcast Cara a Tapa, de Rica Perrone, na segunda-feira (5).
Salvador afirmou que anda decepcionado com o jornalismo da Globo. Ele disse que o jornalismo tem que ser isento.
– A Rede Globo tem uma história fantástica em relação a todo este tempo que ela esteve (no ar). O brasileiro foi crescendo assistindo às novelas e ao jornalismo do canal. Eu, hoje, tenho que admitir que eu ando um pouco decepcionado com o jornalismo. Eu falo de peito aberto: eu acho que o jornalismo tem que ser isento. Não pode tomar lado de maneira alguma. Quem tem que formar a consciência é a pessoa, que tem que ter acesso aos dois lados da moeda. Eu não estou vendo isso, sinceramente. Eu não tenho medo de dizer. A Globo é nota 10, mas eu acho que ela pode rever. Na parte da dramaturgia é brilhante, mas o jornalismo é que me decepcionou um pouco. Fico triste. Ela é uma das maiores emissoras do mundo. É um orgulho grande dizer isso. Ela prima pela excelência, mas não tem que ter viés ideológico, principalmente no jornalismo. Tem que ter o máximo de isenção possível – falou.
Já a respeito de Bolsonaro, o ator disse que o chefe do executivo “tem boas intenções, mas fez escolhas erradas”.
– Bolsonaro tem boas intenções, mas faz algumas escolhas erradas, principalmente na forma de se comunicar. Nem todo governo é sempre assertivo ou errado, mas eu encaro ele (Bolsonaro) com boas intenções. Acho que ele está sendo massacrado pela mídia de uma forma desonesta. Deveria ter espaço pra se mostrar também o que faz de bom. Mas tem erros ali também como ministérios que deveriam ser melhores vistos, como a Cultura, que deveria ter um olhar diferenciado e não entrar em guerra. O Ministério da Educação também precisava ser diferente – apontou.
Instituto Datafolha aferiu que 39% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no petista nas eleições deste ano
O ex-presidiário e candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT)está com a sua maior rejeição entre os eleitores em uma disputa presidencial, aponta pesquisa elaborada pelo Datafolha e divulgada nesta quinta-feira (1º).
A parcela dos eleitores que não votariam de jeito nenhum em Lula, que era de 33% em maio e passou a 37% em agosto, aumentou agora para 39%.
De acordo com o instituto, considerando todas as eleições que o petista disputou desde 1989, a rejeição até então a mais alta já registrada nas cinco vezes em que disputou o Palácio do Planalto era a de 1994.
Em 1994, Lula tinha rejeição de 38% em pesquisa realizada entre 29 e 30 de agosto e perdeu a disputa para Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no 1º turno. Em 1989, ele teve 29% de rejeição na véspera da votação. Já em 1998, o petista, também vencido por FHC, tinha rejeição de 35%.
O levantamento foi feito entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. Foram ouvidas 5.734 pessoas, em 285 cidades. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00433/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
Um homem foi detido nesta quinta-feira (1°), em Buenos Aires, depois de tentar atirar na vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, nos arredores de sua casa, quando acontecia uma vigília em seu apoio. A informação foi confirmada à imprensa do país pelo ministro da Segurança, Aníbal Fernández.
Imagens feitas pela emissora de televisão C5N registraram o momento em que uma pessoa saca uma arma de fogo em frente ao rosto da ex-presidente. O homem foi identificado como Fernando André Sabag Montiel, um brasileiro de 35 anos.
– Uma pessoa indicada por pessoas próximas mostra uma arma e é detida pelo pessoal da segurança. Eles o afastam, a arma é encontrada. Agora a situação tem que ser analisada pelo nosso pessoal científico para avaliar os vestígios e a capacidade e disposição que tinha essa pessoa – declarou o ministro da Segurança à emissora. Segundo relataram fontes oficiais do Ministério da Segurança à agência EFE, membros da Polícia Federal Argentina, responsável pela segurança da vice-presidente, foram alertados por manifestantes que estavam no local que “um homem estaria armado entre eles”.
No último dia 22 de agosto, um procurador solicitou 12 anos de prisão para Cristina por um caso de suposta corrupção e, desde então, grupos a favor e contra a ex-presidente se manifestaram nas ruas de Buenos Aires.
URGENTE: Brasileiro tenta matar a vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner. O homem, identificado como Fernando Sabac Montiel, de 35 anos, apontou a arma para a cabeça de Cristina e apertou o gatilho, mas o disparo falhou. Ele foi preso. pic.twitter.com/VSfLnGmkQW
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou sobre a rouquidão na voz. O petista esteve em encontro com artistas e profissionais da cultura, nesta quinta-feira (1), em Belém.
“Eu vou ser curto porque toda hora que eu levanto a Janja [esposa de Lula] fala: economiza a voz, economiza a voz”, afirmou o ex-presidente.
Lula discursou por aproximadamente 35 minutos no Theatro da Paz, símbolo da capital paraense. O petista afirmou que precisa “ficar sem falar por um mês”.
Uma nova pesquisa Ipec realizada no Mato Grosso do Sul mostra o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 39% das intenções de voto, contra 37% do ex-presidente Lula (PT).
De acordo com o levantamento, que foi divulgado nessa quarta (31), Simone Tebet (MDB) tem 8% das intenções de voto em seu reduto eleitoral, enquanto Ciro Gomes (PDT) aparece com 4%, o que também configura um empate técnico. Os demais candidatos não pontuaram. Os que não sabem/responderam somam 7% e os brancos e nulos representam 4%.
A pesquisa ouviu 800 pessoas entre os dias 28 e 30 de agosto em 28 municípios sul-mato-grossenses. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) sob o número MS-06162/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06213/2022.
Magno é o representante do presidente Bolsonaro em Feira de Santana
O advogado Magno Felzemburg esteve reunido com Gleyson do Nascimento Gonçalves e Edvaldo Ribeiro Moura, presidente e vice, respectivamente, do Sindicato dos Policiais Ferroviários Federais – SINPFF-Bahia, para receber o apoio dos profissionais e assumiu o compromisso de lutar pela criação e estruturação do quadro de carreira no Governo Federal, da Polícia Ferroviária Federal.
Segundo o SINPFF-Bahia, com a privatização das ferrovias brasileiras em 1996, o seu efetivo foi reduzido de 3.200 para 1.200 policiais em todo o país, para fiscalizar cerca de 26 mil quilômetros de trilhos, destinados ao transporte de cargas.
Ainda de acordo com o sindicato, a principal função do policial ferroviário federal é proteger a malha ferroviária do país, atuando na prevenção de atos de vandalismo e crimes de todos os tipos. Entretanto, atualmente a Policia Ferroviária Federal não existe de fato, não há o órgão fisicamente formado e não existe quadro de funcionários. A categoria espera que o presidente Jair Bolsonaro anuncie a regulamentação e concurso, diante do grande investimento feito na malha ferroviária brasileira.
Candidato a deputado federal pelo União Brasil (4457), Magno é o representante do presidente Jair Bolsonaro em Feira de Santana. Ele informa que em seu comitê tem material da campanha bolsonarista disponível, a exemplo de adesivos e perfurade para veículos. O comitê de Magno fica na avenida Getúlio Vargas, 3105, bairro Santa Mônica. Contato através do telefone: 75 8109-5786.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra pessoas da equipe petista do ex-presidiário Lula partindo para o ataque contra um idoso, que chamava o ex-presidente de “ladrão”. Conforme relatos, o caso teria acontecido em Manaus, onde Lula esteve na última quarta (31).
Barroso disse que se não tiver golpe vai assumir a presidência do STF. Se tiver golpe ele vai assumir o cargo que quiser.