Decisão foi justificada pelo custo do imunizante; deputados acusam a gestão de atuar com ‘inversão de prioridades’
Presidente Lula e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha | Foto: Ricardo Stuckert / PR
A decisão do governo Lula de não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina utilizada na prevenção do herpes-zóster provocou reação imediata da oposição. A deliberação do Ministério da Saúde, pasta chefiada por Alexandre Padilha, está em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
O Executivo justificou a negativa pelo alto custo do imunizante, embora a vacina tenha eficácia superior a 90% e seja apontada como ferramenta para reduzir dores crônicas, internações e complicações graves, sobretudo entre idosos e pessoas imunocomprometidas.
Deputados criticam governo Lula
Parlamentares contrários ao Planalto classificaram a escolha como um sinal de descompasso entre discurso e prática. A oposição defende que o governo reveja a decisão e passe a adotar critérios técnicos e de impacto social na formulação de políticas públicas, especialmente em temas de saúde preventiva voltados à população mais vulnerável.
O deputado Sanderson (PL-RS) afirmou que, “enquanto o governo torra recursos públicos com deslocamentos e viagens internacionais luxuosas, idosos seguem sem acesso gratuito no SUS a uma vacina reconhecidamente eficaz, disponível apenas na rede privada por valores inacessíveis para a maioria da população”.
Na mesma linha, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE) avaliou: “A decisão reforça a percepção de que o governo prioriza despesas políticas e administrativas em detrimento da prevenção e do cuidado com quem mais depende do sistema público de saúde”.
Já o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) afirmou que a recusa evidencia uma “inversão de prioridades”, ao comparar o veto com despesas do governo em outras áreas.
“É perdulário quando se trata de gastos supérfluos, viagens e estruturas inchadas, mas alega falta de recursos justamente quando o assunto é saúde e outras áreas estratégicas”, declarou. “Negar uma vacina com eficácia comprovada, respaldada por evidências científicas consolidadas, enquanto se desperdiça dinheiro público em despesas não essenciais, revela descaso com a população e incoerência no discurso de responsabilidade social.”
Para o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), “negar uma vacina comprovadamente eficaz é empurrar idosos para a dor, para internações e para custos ainda maiores no futuro. Isso não é economia, é irresponsabilidade”.
O deputado Coronel Tadeu (PL-SP) também criticou a decisão e a associou ao enfraquecimento de políticas de prevenção. “O governo escolhe onde gastar. E, mais uma vez, escolheu não investir na saúde do povo. Quando falta vacina no SUS, sobra sofrimento para quem não pode pagar”, disse.
As informações constam nos documentos do Ministério das Relações Exteriores encaminhados à Câmara dos Deputados
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gastou cerca de R$ 6 milhões dos cofres públicos para ir aos Estados Unidos em setembro passado. Na ocasião, o petista participou da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). As informações constam nos documentos do Ministério das Relações Exteriores encaminhados à Câmara dos Deputados.
Entre as despesas registradas, destacam-se mais de US$ 550 mil (R$ 2,9 milhões) destinados à hospedagem, enquanto US$ 603 mil (R$ 3,2 milhões) foram alocados para compra de itens de escritório e a contratação de serviços de tradução. O Itamaraty também apontou um gasto de quase R$ 100 mil com intérpretes.
Detalhes da viagem de Lula
As informações foram encaminhadas ao Legislativo em 25 de novembro pelo chanceler Mauro Vieira, em resposta ao pedido do deputado federal Capitão Alden (PL-BA).
Naquela viagem a Nova York, Lula decidiu levar uma equipe mais enxuta para evitar constrangimentos com o governo do presidente Donald Trump. À época, o site Poder360 noticiou que a administração norte-americana poderia impor restrições inesperadas aos integrantes da delegação brasileira.
Em viagens passadas, o presidente brasileiro costumava convidar deputados e senadores, sob o argumento de que eles poderiam fortalecer relações políticas e promover diálogos mais aprofundados.
Crises diplomáticas
A participação de Lula no evento da ONU em Nova York ocorreu em meio a tensões diplomáticas com o governo dos Estados Unidos.
Naquele momento, as sanções haviam atingido Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O ministério das Relações Exteriores havia classificado as medidas como “indevidas” e “um novo ataque à soberania brasileira”.
Após cumprir agenda oficial em Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, onde participou da entrega de uma emenda parlamentar, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou nesta segunda-feira (19) uma caminhada até Brasília (DF) como forma de protesto político.
Batizada de Caminhada pela Justiça e Liberdade, a iniciativa foi anunciada pelo próprio parlamentar como um ato simbólico contra o que ele classifica como “arbitrariedades” no país. Entre os alvos das críticas estão a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a situação jurídica dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e os escândalos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo Lula (PT).
O percurso será feito ao longo da BR-040 e tem cerca de 240 quilômetros. A expectativa, segundo a equipe do parlamentar, é que a caminhada dure sete dias, com chegada prevista a Brasília no próximo domingo (25). Durante o trajeto, Nikolas deve encontrar apoiadores e simpatizantes da mobilização.
Em declaração divulgada nas redes sociais, o deputado afirmou que a decisão de caminhar até a capital federal surgiu após reflexão pessoal sobre o cenário político do país.
– Terminei uma agenda em Minas. Confesso para vocês, ia voltar para casa. Mas, durante muito tempo meu coração tem ficado inquieto diante das coisas que estão acontecendo. Escândalo atrás de escândalo. O brasileiro tem ficado em uma posição, quase uma manipulação psicológica, onde nada abala mais a gente – disse ele, em um vídeo publicado no Instagram.
Em nota, a assessoria do deputado reforçou que a mobilização é pacífica e aberta à participação da população. Além disso, a equipe do deputado afirmou que o convite é para que a sociedade acompanhe e participe do ato como “expressão legítima de manifestação cidadã”.
O futuro da antiga Rodoviária de Salvador passa a ser debatido com a transferência definitiva das operações para o novo terminal de Águas Claras. O governador da Bahia Jerônimo Rodrigues afirmou que o espaço começará a ser ocupado pelo Estado logo após o encerramento das atividades da concessionária, explicando que a área terá segurança reforçada enquanto o governo estuda possibilidades de uso, em entrevista ao portal Metropole na inauguração da nova Rodoviária, nesta segunda-feira (19).
“Olha, lá nós temos um acordo feito com a SINART [Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico], ela precisa de mais uns dias para poder desocupar, mas ali, a partir de amanhã, quando fechar as chaves que a SINART vier para cá, a gente já entra com a Guarda Patrimonial da SAEB, a gente já entra ali também a Polícia Militar para os maus desavisados. Ali vai ter Polícia Militar, que ali vai servir como uma base enquanto a gente constrói em outra região, então vai ter polícia ali”, disse.
Com o encerramento das atividades do terminal da Avenida Antônio Carlos Magalhães, o governador destacou que o debate sobre a área envolve não apenas a antiga rodoviária, mas também terrenos vizinhos, como o do Detran. Segundo ele, a Assembleia Legislativa já autorizou a venda da área, e estudos técnicos estão em andamento para definir um modelo de ocupação que não comprometa a mobilidade urbana da região.
“Nós estamos vendo só as condições, porque se alguém perguntar: governador, aqui cabe um centro de convenções? Pô, nós estamos tirando a rodoviária dali por conta de mobilidade. Você imagina fazer um centro de convenções? Não tem como. Ali cabe alguma coisa de habitacional, ali cabe alguma coisa de comércio, vai ter que fazer um estudo, estamos fazendo isso, concluindo, para ver o que a gente pode já colocar no condicionante de venda que não possa atrapalhar a mobilidade daquela região, concluiu.
Neste domingo (18), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) usou as redes sociais para dizer que o presidente Lula (PT) não usou o pronome “ele” para se referir a ela. A parlamentar se manifestou a respeito do discurso que o petista fez, na última sexta (16), durante cerimônia de lançamento oficial das medalhas comemorativas dos 90 anos do salário mínimo, nas instalações da Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.
– Não, o presidente Lula não me chamou de “ele” durante um evento no Rio de Janeiro. Porque eu literalmente não estava nesse evento. Há dias, estou no interior de São Paulo. E Lula estava conversando com uma pessoa da plateia. Eu não sou a única mulher chamada Erika do mundo. Mas a fixação dos bolsonaristas com a minha figura, e o medo que meu crescimento causa, os leva a um comportamento quase animalesco ao ouvirem o que pensam ser alguém se referindo a mim – escreveu Hilton.
O jornalista e analista político Rodrigo Constantino rebateu a psolista:
– Chamou sim.
Outros perfis da rede X também afirmaram que o petista usou o pronome “ele”.
Ao criticar o uso da inteligência artificial, durante o evento, Lula deu um conselho para mulheres e citou Erika Hilton:
– E vocês mulheres tomem cuidado com essa tal de inteligência artificial. Eles são capazes de tirar uma foto sua sentada do jeito que você tá aqui e colocar você pelada no celular, é isso que é a inteligência artificial. Ele é capaz de tirar uma foto da Erika, vestidinha do jeito que ele tá, com a perna cruzada, e amanhã aparecer no celular a Erika sentada, pelada aqui – disse.
*Pleno.News Foto: Jessica Marschner / Câmara dos Deputados
O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) foi homenageado, na manhã deste domingo (18), durante uma missa realizada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), onde atuava, em Salvador. O político morreu no sábado (17), aos 58 anos, após sofrer uma parada cardíaca dentro de casa. Ele deixou quatro filhos, incluindo o vereador da capital Duda Sanches (União Brasil). A cerimônia de despedida reuniu autoridades como o governador Jerônimo Rodrigues (PT), a presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), e o prefeito Bruno Reis (União Brasil).
O velório do deputado estadual também acontece pela manhã, porém é restrito para a família. O sepultamento foi realizado no início da tarde, no Cemitério Jardim da Saudade.
O governador do estado decretou luto oficial de três dias pela morte do deputado estadual Alan Sanches. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado, ainda no sábado. “Em respeito à memória do deputado estadual Alan Sanches, decreto luto oficial de três dias na Bahia, diante de sua partida. Que Deus conforte os corações de seus familiares, amigos e de todos que com ele conviveram neste momento de imensa dor”, escreveu Jerônimo Rodrigues, nas redes sociais.
Os permitidos são o irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, dois assessores do PL e um ex-assessor do gabinete presidencial
O ex-presidente Jair Bolsonaro faz aparição no quintal da casa onde cumpre prisão domiciliar, em Brasília – 9/9/2025 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o cadastramento de quatro pessoas indicadas pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para a entrega diária de alimentação especial durante o cumprimento da pena em Sala de Estado Maior na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A decisão foi proferida na sexta-feira 16.
Entre os autorizados estão Carlos Eduardo Antunes Torres, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, dois assessores do PL e o ex-assessor do gabinete presidencial Sandro Daniel Soares. O grupo já realizava entregas de refeições a Bolsonaro quando ele estava custodiado na Polícia Federal (PF).
Segundo Moraes, o horário das entregas será definido pelo 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), responsável também por fiscalizar e registrar o material entregue.
A custódia de Bolsonaro na Papudinha
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso desde novembro | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
De acordo com a decisão, presos em Sala de Estado Maior têm direito a protocolo especial, incluindo a entrega de comida caseira. Bolsonaro permanece nesse tipo de custódia por ter exercido a Presidência da República.
O despacho também autoriza assistência médica integral por profissionais particulares, 24 horas por dia, sessões de fisioterapia, deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência e a instalação de grades de proteção, barras de apoio e equipamentos médicos nas acomodações, conforme recomendações já apresentadas.
Bolsonaro foi transferido para a Papudinha por determinação do próprio Moraes. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado.
A unidade tem 64,83 m² de área total, sendo 54,76 m² cobertos e 10,07 m² de área externa. A configuração inclui quarto, sala, banheiro, cozinha, lavanderia e área ao ar livre. O ambiente conta com cama de casal, armários, geladeira e televisão, além de banheiro privativo com água quente.
Morreu neste sábado (17) o deputado estadual Alan Sanches, do União Brasil, vítima de um infarto fulminante, conforme apurado pela equipe do Metro1.
Médico formado pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), em Salvador, com especialização em Ortopedia, Sanches conciliou a atuação na área da saúde com a carreira política. Iniciou a trajetória eleitoral como vereador de Salvador pelo PMDB, entre 2005 e 2008, sendo reeleito para o mandato seguinte, de 2009 a 2012, período em que renunciou ao cargo.
Na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2010, para o mandato de 2011 a 2015. Reeleito em diferentes legendas, exerceu mandatos consecutivos pelo PSD (2015–2019), DEM (2019–2023) e, mais recentemente, pelo União Brasil, para o período de 2023 a 2027. Atualmente, ocupava o cargo de líder da oposição e vinha se preparando para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas próximas eleições.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o horário exato da morte, nem detalhes sobre velório e sepultamento.
Quem assume o cargo na Alba Com a morte de Alan Sanches, a vaga na Alba será ocupada pelo suplente Luciano Ribeiro, filiado ao União Brasil. Luciano foi prefeito de Caculé por dois mandatos, entre 2005 e 2012, e exerceu mandato de deputado estadual de 2015 a 2019. No âmbito partidário, integrou a Executiva Estadual dos Democratas, foi presidente da sigla em Caculé entre 2003 e 2014, além de ter atuado como líder e vice-líder de blocos parlamentares na Assembleia Legislativa da Bahia.
Malafaia criticou falas da senadora Damares Crédito: Reprodução
Declarações da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) sobre um possível envolvimento de igrejas evangélicas em fraudes contra aposentados do INSS provocaram forte reação do pastor Silas Malafaia nesta quarta-feira (14). Ele cobrou que a parlamentar apresente nomes e provas das acusações.
Em entrevista ao SBT News, Damares afirmou que investigações identificaram a presença de instituições religiosas e líderes conhecidos em esquemas que teriam lesado beneficiários da Previdência. “Nós estamos identificando igrejas nos esquemas de fraudes aos aposentados. Há pastores que pedem para não investigar, não decepcionar os fiéis”, disse. Segundo a senadora, há pressão para que apurações não avancem quando envolvem nomes influentes. “Quando se fala em um grande pastor, vem a comunidade: ‘não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes’”.
As declarações repercutiram imediatamente. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Silas Malafaia reagiu de forma dura e exigiu esclarecimentos públicos. “Uma acusação gravíssima dessa e a senhora não dá os nomes dos grandes líderes evangélicos e das grandes igrejas que estão envolvidos na falcatrua da roubalheira dos aposentados do INSS? Ou a senhora dá os nomes, ou é uma leviana linguaruda. A acusação é grave e séria. E diga também quem pediu para a senhora calar a boca”, afirmou.
O pastor também criticou o fato de Damares, segundo ele, generalizar o meio evangélico. “Se já não bastasse Satanás e os ímpios que nos odeiam para nos caluniar, vem alguém dita evangélica para uma denúncia dessa gravidade sem dar nomes. A senhora não aprendeu com Jesus, não?”, declarou.
As investigações da Polícia Federal apontam que o esquema de fraudes no INSS teria desviado cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.
Diante da pressão, Damares divulgou a relação de requerimentos apresentados por integrantes da CPMI do INSS que tratam do tema. A lista inclui pedidos de transferência de sigilo e convites ou convocações de líderes religiosos e igrejas, entre eles: Adoração Church; Igreja Assembleia de Deus Ministério do Renovo; Ministério Deus é Fiel Church (SeteChurch); Igreja Evangélica Campo de Anatote; além de líderes como Cesar Belucci do Nascimento, André Machado Valadão, Péricles Albino Gonçalves, Fabiano Campos Zettel e André Fernandes.
Em nota, a senadora afirmou que os pedidos foram formulados a partir de “indícios concretos” encontrados em documentos oficiais, como Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) e dados da Receita Federal. O comunicado também reconhece o impacto das suspeitas. “A senadora já manifestou que a eventual participação de igrejas ou líderes religiosos em esquemas de fraude no INSS causa profundo desconforto e tristeza, considerando o relevante papel social e espiritual dessas instituições. Ainda assim, a CPMI tem o dever constitucional de apurar os fatos com responsabilidade, imparcialidade e base documental”.
Mesmo após a divulgação dos requerimentos, Malafaia voltou a criticar a postura da parlamentar e minimizou o alcance das citações. “Ela publica uma nota que tem o nome de 1 grande líder e nenhum nome de grande igreja. Todos os outros nomes citados não representam grandes igrejas e não são líderes Renomados. A acusação que ela fez usou o plural e o nome do líder mencionado já tinha saído na imprensa. A SUA ACUSAÇÃO FOI LEVIANA E DENIGRE DE MANEIRA GERAL A IGREJA EVANGÉLICA!”, escreveu.
Segundo a assessoria de comunicação do parlamentar, o motociclista não teve qualquer responsabilidade no ocorrido
O vereador licenciado Jurandy Carvalho (PSDB) se envolveu em um acidente de trânsito ao retornar de Salvador, após cumprir uma agenda de reuniões políticas. Ele foi atingido por uma motocicleta, mas, segundo esclarecimento divulgado pela assessoria de comunicação, o motociclista não teve qualquer responsabilidade no ocorrido.
De acordo com a nota, no momento do acidente Jurandy não percebeu a aproximação da motocicleta, atravessou a via e acabou sendo atingido, o que provocou a fratura do braço direito. O vereador foi prontamente socorrido e recebeu atendimento médico imediato.
Ainda conforme a assessoria, Jurandy Carvalho está internado no Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), encontra-se consciente, com estado de saúde estável e sem gravidade. Ele deverá passar por uma cirurgia de pequeno porte.