Ex-presidente da República permanece na UTI, sem previsão de alta
O ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado nesta terça-feira 17. De acordo com a equipe médica, houve nova queda nos marcadores inflamatórios durante o período.
Bolsonaro segue internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração.
Ontem, ele foi transferido para uma nova acomodação de terapia intensiva, considerada mais adequada ao quadro clínico. O tratamento inclui antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI.
A internação de Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que está de volta à UTI | Foto: Reprodução/Redes sociais
A equipe médica diagnosticou o ex-mandatário com uma pneumonia bacteriana bilateral provocada por broncoaspiração. Esse diagnóstico motivou a entrada urgente no hospital na sexta-feira 13, quando ele deixou o 19º Batalhão da Polícia Militar ao apresentar calafrios, náuseas e deficiência na oxigenação sanguínea.
Durante a permanência na UTI, o ex-presidente recebeu doses reforçadas de antibióticos e iniciou um cronograma rigoroso de fisioterapia para recuperar a capacidade pulmonar e a mobilidade física.
O boletim médico da segunda-feira 16 detalhou que os rins de Bolsonaro voltaram a funcionar com normalidade. Esse dado técnico trouxe alívio aos profissionais de saúde, que haviam intensificado o monitoramento neste domingo, 15, devido a uma oscilação preocupante nos marcadores inflamatórios.
A estabilidade laboratorial verificada nesta manhã deu o suporte necessário para que os especialistas autorizassem a redução do nível de vigilância sobre o paciente.
Deputados da oposição protocolaram, nesta segunda-feira (16), na Câmara dos Deputados, um projeto de resolução para alterar o regimento interno da Casa e estabelecer que a presidência e as vice-presidências da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher sejam ocupadas apenas por deputadas do sexo feminino. A proposta foi apresentada pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).
Leiliane Lopes – 16/03/2026 21h39 | atualizado em 17/03/2026 12h06
Nova presidente da Comissão de Defesa das Mulheres, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Deputados da oposição protocolaram, nesta segunda-feira (16), na Câmara dos Deputados, um projeto de resolução para alterar o regimento interno da Casa e estabelecer que a presidência e as vice-presidências da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher sejam ocupadas apenas por deputadas do sexo feminino. A proposta foi apresentada pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).
O texto prevê a inclusão de um novo parágrafo no Artigo 39 do regimento da Câmara. Pela regra proposta, os cargos de comando da comissão deverão ser preenchidos exclusivamente por parlamentares mulheres indicadas pelos líderes partidários.
A iniciativa ocorre após a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que é uma mulher trans, para presidir o colegiado. O episódio gerou debate entre parlamentares sobre quem deve ocupar a direção do grupo responsável por tratar de políticas voltadas às mulheres.
Na justificativa do projeto, o autor argumenta que outros órgãos ligados à pauta feminina na Câmara já são compostos apenas por deputadas, como a Secretaria da Mulher e a Procuradoria da Mulher.
– O presente Projeto de Resolução objetiva alterar o Regimento Interno da Câmara dos Deputados para estabelecer, de forma expressa e impositiva, que os cargos de presidente e de vice-presidentes da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher sejam, impreterivelmente, ocupados por deputadas do sexo feminino.
O texto também sustenta que a estrutura atual do regimento reconhece a necessidade de espaços institucionais dirigidos por mulheres para tratar de políticas voltadas à igualdade e ao enfrentamento da violência.
– Tal estruturação regimental não é fruto do acaso, mas da compreensão institucional de que a luta pela igualdade, pelo enfrentamento à violência contra a mulher e pela ampliação da participação feminina nos espaços de poder exige protagonismo daquelas que, na sua própria existência, vivenciam as desigualdades estruturais.
Ainda segundo a justificativa, a proposta busca preservar a representatividade das parlamentares que, segundo o autor, vivem as experiências associadas à condição feminina desde o nascimento.
– A defesa dos direitos das mulheres deve ser conduzida por mulheres, que têm a legitimidade da vivência, a autoridade da representatividade e o compromisso inegociável com as causas que lhes são próprias.
Deputados que assinaram:
Cabo Gilberto Silva (PL-PB) Sargento Gonçalves (PL-RN) Clarissa Tércio (PP-PE) Bibo Nunes (PL-RS) Greyce Elias (Avante-MG) Rodolfo Nogueira (PL-MS) Carlos Jordy (PL-RJ) Dr. Jaziel (PL-CE) Sargento Fahur (PL-PR) Carla Dickson (União Brasil-RN) Mario Frias (PL-SP) Franciane Bayer (Republicanos-RS) Zé Trovão (PL-SC) Filipe Martins (PL-TO) Rosana Valle (PL-SP) Bia Kicis (PL-DF) Rosangela Moro (União Brasil-SP) Pastor Eurico (PL-PE) Dr Flávio (PL-RJ) Diego Garcia (Republicanos-PR) Luiz Philippe de Orleans e Bra (PL-SP) Fred Linhares (Republicanos-DF) Rogéria Santos (Republicanos-BA) Gisela Simona (União Brasil-MT) Chris Tonietto (PL-RJ) Pr. Marco Feliciano (PL-SP) Evair Vieira de Melo (PP-ES) Dra. Alessandra Haber (MDB-PA)
*Pleno.News Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Divulgada nesta terça-feira (17), a nova pesquisa Genial/Quaest apontou que 56% dos brasileiros já definiram em quem votarão para presidente no primeiro turno das eleições deste ano. Por outro lado, 43% têm opinião incerta e admitem que ainda podem mudar de candidato.
O levantamento também mostra que 67% dos entrevistados que afirmaram votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consideram que sua escolha não mudará. Outros 31% admitem que podem mudar de ideia, enquanto 2% não souberam responder.
Em relação ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 63% garantem que o voto já está definido, e 36% responderam que ainda podem mudar de ideia; 1% não soube responder.
Há ainda estimativas em relação aos eleitores dos governadores do Paraná, Ratinho Junior (PSD), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). 41% das pessoas que pretendem votar no gestor paranaense disseram estar decididas, enquanto 56% afirmam que podem mudar de candidato. No caso de Zema, 33% asseguram seu voto e 67% estão abertos a mudar de opinião.
A pesquisa foi feita entre os dias 6 e 9 de março, tendo entrevistado 2.004 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Ex-presidente deixou a UTI e apresentou melhora no tratamento; ele está internado desde a última sexta-feira, 13
O ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/YouTube/Canal Jair Bolsonao
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira, 17, apresentou um novo pedido de concessão de prisão domiciliar. A nova solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) quatro dias depois de Bolsonaro ser internado no hospital DF Star, em Brasília.
Os advogados pedem a revisão da decisão anterior de Moraes, que havia negado o benefício ao ex-presidente. A defesa menciona um relatório médico atualizado, elaborado pela equipe responsável pelo acompanhamento de Bolsonaro, que indicaria a possibilidade de recorrência de quadros semelhantes ao que motivou a última internação.
Na última sexta-feira, 13, Bolsonaro foi encaminhado ao hospital para tratar uma pneumonia bacteriana, consequência de um episódio de broncoaspiração. Ele está preso na Papudinha, condenado por uma suposta tentativa de golpe de Estado.
Entrada o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, popularmente conhecido como Papudinha | Foto: Cássio Nascimento/Google Maps
De acordo com boletim médico divulgado nesta segunda-feira, 16, o ex-presidente apresenta evolução clínica positiva, com boa resposta ao uso de antibióticos e recuperação das funções renais. A equipe médica retirou Bolsonaro da Unidade de Terapia Intensiva diante da melhora.
Defesa ressalta fragilidade clínica de Bolsonaro
Moraes negou pedidos anteriores de concessão de prisão domiciliar sob o argumento de que a Papudinha tem estrutura adequada para o tratamento de Bolsonaro. Na petição desta terça-feira, a defesa ressalta que a adequação da estrutura disponível na prisão para atendimento médico não elimina a condição de fragilidade clínica do ex-presidente.
“A partir desse dado objetivo, conclui-se que a permanência do peticionário [Bolsonaro] no atual ambiente de custódia expõe seu quadro clínico a um risco crescente, uma vez que a ausência de monitoramento contínuo e de intervenção imediata pode favorecer a repetição de eventos semelhantes, potencialmente mais graves, sobretudo diante de comorbidades múltiplas já documentadas”, escreveram os advogados.
Erika Hilton em sessão da Comissão da Mulher Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
A eleição de Erika Hilton (PSOL-SP) para o cargo de presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (11) segue gerando grande repercussão. Um dos desdobramentos foi um abaixo-assinado publicado em uma plataforma virtual contra a escolha de Hilton. Até esta segunda, já foram registradas mais de 120 mil adesões à mobilização.
A petição, criada ainda no dia 11 de março, diz ser uma “manifestação democrática de cidadãos que desejam abrir esse debate e pedir que a Câmara dos Deputados considere, com atenção, os critérios de representatividade e identificação com as mulheres brasileiras ao definir quem deve ocupar a presidência da Comissão das Mulheres”.
– Nosso objetivo é simples: garantir que a Comissão das Mulheres seja conduzida por uma liderança que represente, de forma ampla e reconhecida, as mulheres do Brasil – diz o abaixo-assinado, criado pela pré-candidata a deputada federal Sophia Barclay.
ESCOLHA DE HILTON E PROTESTOS Na última quarta (11), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Ela recebeu 11 votos e passou a ser a primeira congressista trans a comandar o colegiado na história do Congresso. A vice-presidente da comissão será a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). Na votação, 10 congressistas votaram em branco.
Durante a votação, diversas parlamentares se posicionaram contra a escolha. A deputada federal Greyce Elias (Avante-MG), titular da comissão, destacou que a crítica não dizia respeito a excluir pessoas, mas sim a defender o direito das mulheres.
– Como titular da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, reafirmo: esse espaço existe para defender as mulheres brasileiras. A comissão nasceu para enfrentar problemas reais que atingem milhões de mulheres no nosso país: violência doméstica, feminicídio, saúde, desigualdade salarial e proteção à maternidade. Foram anos de luta para que as mulheres tivessem voz dentro do Parlamento – ressaltou Greyce.
A deputada federal Rosângela Moro (União Brasil-PR) disse acreditar que o cargo deveria ser ocupado por uma mulher, de fato.
– Não se trata de discutir a pessoa. Se trata de discutir para que serve a Comissão das Mulheres. Muitos dos assuntos que tratamos são biologicamente de mulheres, como gestação, violência obstétrica, câncer de colo de útero e endometriose – defendeu Moro.
Já a deputada federal Delegada Ione (Avante-MG) criticou a divergência de pautas a serem discutidas.
– Para lembrar das transexuais, estão esquecendo das mulheres. Para incluir um segmento da sociedade, estão excluindo outro (…) qual a legitimidade da deputada Erika Hilton para debater sobre menstruar? Com que autoridade poderá presidir debates sobre dificuldades de ser mãe no Brasil? – questionou.
A deputada estadual Mara Lima (Republicanos-PR), por sua vez, defendeu que a escolha de uma mulher trans não representa a realidade feminina.
– Quem assume uma comissão dessa importância precisa ter conhecimento de causa. E isso tem que ser uma mulher que vive essas situações, como gravidez, ciclo menstrual e violência doméstica (…) a mulher luta tanto para conquistar espaço e acaba perdendo para um homem que biologicamente é homem – destacou.
A deputada federal Clarissa Tercio (Progressistas-PE) falou em lutar para ocupar os espaços que são das mulheres biológicas. A deputada estadual Chris Tonietto (PL-RJ) fez um protesto diferente: ela publicou um vídeo nas redes sociais reagindo em silêncio a uma publicação sobre a possibilidade de Hilton assumir o cargo, alegando ser uma orientação de seu advogado.
Reunião no Palácio do Planalto busca estreitar laços comerciais e estratégicos entre os 2 países
Presidentes Lula e Rodrigo Paz | Foto: Ricardo Stuckert/ PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, nesta segunda-feira, 16, no Palácio do Planalto, em Brasília. O objetivo do encontro é a negociação e o fechamento, entre os dois países, de acordos estratégicos em energia e infraestrutura.
Paz integra o Partido Democrata Cristão, legenda considerada de direita na Bolívia. Apesar das agendas ideológicas opostas, o encontro entre os dois presidentes se justifica pelos interesses regionais e comerciais. A posição geopolítica do Brasil na América Latina, portanto, motiva a reunião.
Presidente da Bolívia foi à posse de Kast
A reunião ocorre depois de um período de desgaste diplomático do governo Lula. Na semana passada, o presidente da Bolívia compareceu à posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast. Lula, no entanto, cancelou sua ida ao evento e enviou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, como representante.
Na ocasião, porém, Vieira entregou a Kast uma carta com um convite para visitar o Brasil. Além disso, o líder boliviano defendeu a integração entre os países sul-americanos. Ele declarou: “Quero ser ponte do Brasil ao Oceano Pacífico”.
A ausência de Lula na posse de Kast buscou evitar constrangimentos. O presidente chileno convidou opositores do governo brasileiro para a cerimônia, como o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
Corporação diz que ex-deputado está em um ‘lugar incerto e não sabido’ e abre prazo para apresentação de defesa
Citação consta nesta segunda-feira, 16, no Diário Oficial da União | Foto: Reprodução/X
A Polícia Federal (PF) citou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro em um Processo Administrativo Disciplinar que apura abandono do cargo de escrivão. O procedimento refere-se à função exercida pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro na delegacia da corporação em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
A citação consta nesta segunda-feira, 16, no Diário Oficial da União. O documento informa que Eduardo se encontra “em lugar incerto e não sabido”. Com a publicação, o ex-deputado terá 15 dias para apresentar defesa à comissão responsável pela apuração.
Eduardo ocupa o cargo de escrivão da PF, mas permanece afastado das funções por causa de ausências consideradas não justificadas. Ele reside nos Estados Unidos desde março de 2025.
PF determinou retorno de Eduardo ao cargo em Angra dos Reis
Em fevereiro, a Corregedoria Regional da PF decidiu afastar preventivamente Eduardo do cargo de escrivão. A investigação buscava esclarecer se ele deixou a função de modo intencional, por mais de 30 dias consecutivos.
No dia 2 de janeiro, a corporação determinou seu retorno ao cargo, já que ele estava licenciado para exercer o mandato parlamentar. Depois de sofrer a cassação do mandato pela Câmara por excesso de faltas, a PF exigiu sua representação imediata.
Pedidos no Senado e na Câmara miram possíveis ligações do banqueiro Daniel Vorcaro com o STF
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), têm evitado comentar, inclusive com aliados nos bastidores, se darão avanço algum
dos pedidos de abertura de comissões parlamentares de inquérito para investigar fraudes no Banco Master. As informações são do site Metrópoles.
De acordo com a publicação, governistas e da oposição aumentaram a pressão para que se tornem públicas possíveis relações do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, com políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
No Senado, existem dois pedidos de abertura de uma CPI. Na última quinta-feira (12), o senador Rogério Carvalho (PT-SE) apresentou requerimento para a criação de uma comissão sobre o Banco Master. Outro pedido foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que deseja investigar a relação dos magistrados do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com Vorcaro.
Na Câmara, os deputados Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Heloísa Helena (Rede-RJ) estão entre os parlamentares que pedem a instalação de um colegiado para investigar o caso. Há ainda pedidos de criação de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), formada por deputados e senadores.
Por outro lado, parlamentares do Centrão estão evitando falar sobre a criação de CPI ou CPMI sobre o Banco Master. Há um receio de que uma eventual delação de Vorcaro exponha interlocuções mantidas pelo banqueiro com integrantes do meio político.
Ex-presidente teria acordado com calafrios e episódios intensos de vômito
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) utilizou as redes sociais na manhã desta sexta-feira (13) para anunciar que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi levado a um hospital após passar mal durante a madrugada.
De acordo com Flávio, o ex-presidente acordou com calafrios e episódios intensos de vômito, precisando ser encaminhado para atendimento médico. “Acabo de receber a notícia de que meu pai está a caminho do hospital, mais uma vez”, escreveu o senador na postagem.
Na mesma mensagem, Flávio pediu apoio de apoiadores. “Peço orações para que não seja nada grave”, afirmou o parlamentar.
Deputada afirmou que irá acionar a Justiça contra o apresentador
Erika Hilton Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados
Na noite desta quinta-feira (12), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) se manifestou sobre o posicionamento do SBT a respeito da fala do apresentador Carlos Massa, mais conhecido como Ratinho. Ao Metrópoles, a parlamentar elogiou o posicionamento da emissora.
– Acho que a emissora fez um posicionamento de maneira acertada, mostrando que esses não são os valores da empresa. Agora espero que as medidas sejam cumpridas. Vou acionar a Justiça – disse.
No pronunciamento, a empresa afirmou que as declarações do comunicador “não representam a opinião da emissora”. Erika Hilton classificou as falas de transfóbicas.
– O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores – declarou o SBT.
DECLARAÇÕES DE RATINHO O comunicador afirmou, nesta quarta (11), não considerar justa a escolha de Erika Hilton como presidente da Comissão. Para ele, o cargo deveria ser entregue a uma mulher que nasceu biologicamente mulher.
– Não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans, a Erika Hilton? Ela não é mulher, ela é trans. Não tenho nada contra trans. Mas se tem outras mulheres. Mulher, para ser mulher, tem que ter útero, tem que menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Quero dizer que não tenho nada contra a deputada Erika Hilton, ela fala bem, ela é boa de prosa. (…) Mas será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher? Não é fácil ser mulher – avaliou.
Em nota, o SBT se pronunciou frisando repudiar “qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa”.
– As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores – assinalou.