A poucos dias de visitar Jair Bolsonaro na Papudinha, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que, se o ex-presidente pedisse para ele disputar a Presidência, recusaria o convite. A declaração foi feita nesta terça-feira (27).
“Isso [o pedido] não vai acontecer. Mas eu diria não”, disse o governador. Tarcísio contou que já discutiu o assunto com o ex-presidente na última vez em que se encontraram, em setembro do ano passado. “Na última visita que eu fiz ao Bolsonaro, e ele estava na prisão domiciliar, antes de ele vir para o regime fechado, ele me perguntou: ‘E aí, Tarcísio, eleição presidencial: qual é a sua posição?’ Eu digo: ‘Minha posição é ficar em São Paulo.’ Eu fui muito contundente, muito claro com ele com relação a isso, porque também eu precisava manter uma linha de coerência.”
Visita a Bolsonaro A visita do governador ao ex-presidente — que está preso na “Papudinha”, prédio do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília — está agendada para a próxima quinta-feira (29).
Inicialmente, o encontro estava previsto para a última quinta-feira (22), mas foi adiado pelo governador. Em nota à imprensa, a assessoria de Tarcísio alegou que o cancelamento foi devido aos compromissos que ele teria no estado. “A visita do governador Tarcísio de Freitas ao presidente Bolsonaro será adiada a pedido do governador para cumprimento de compromissos em São Paulo. Uma nova data será solicitada.”
*Metro1 Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil | Celso Silva / Governo de São Paulo
Sigla aponta interferência atípica em inquérito e questiona resort de família
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
A bancada do Partido Novo formalizou, nesta segunda-feira (26), uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) e um pedido de investigação na Polícia Federal contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A sigla alega a existência de uma “interferência atípica” do magistrado na condução de um inquérito que envolve o Banco Master, do qual ele é o relator.
A movimentação ocorre após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivar um pedido anterior de parlamentares que buscavam o impedimento e a suspeição do ministro. Na ocasião, o questionamento baseava-se em uma viagem de Toffoli em aeronave particular com o advogado Augusto Botelho, que representa um dos diretores da instituição financeira.
No documento enviado às autoridades, os parlamentares Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem (RS) e o senador Eduardo Girão (CE) solicitam que a Polícia Federal apure a “real titularidade” do resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR). O empreendimento já pertenceu, em parte, a irmãos do ministro e tem sido alvo de questionamentos sobre possíveis ligações com o magistrado.
Condução de Toffoli no caso Master
A condução de Toffoli no caso Master tem gerado controvérsias devido a decisões processuais recentes, como o sigilo do inquérito, que tramita sob o segundo maior nível de restrição do STF, ocultando inclusive a lista de advogados habilitados.
O ministro chegou a convocar um embate presencial entre o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, e o dono do Master, Daniel Vorcaro, mas recuou após repercussão negativa, transferindo a decisão sobre a oitiva para a PF.
Toffoli determinou que depoimentos previstos para ocorrer ao longo de duas semanas fossem concentrados em apenas dois dias, definidos para esta segunda (26) e terça-feira (27).
Até o momento, o gabinete do ministro Dias Toffoli não se manifestou oficialmente sobre a representação protocolada pelo partido.
Encontro em dezembro de 2024 reuniu cúpula do governo petista e representantes do Banco Master
Lula recebeu Vorcaro no Palácio do Planalto a pedido do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega I Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva omitiu uma reunião com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, de sua agenda oficial. O encontro foi realizado em dezembro de 2024, no Palácio do Planalto, e durou cerca de uma hora e meia.
Além de Lula e Vorcaro, estiveram presentes na reunião o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega; o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa; o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira; Gabriel Galípolo, que já estava indicado para assumir a presidência do Banco Central (BC); e o então CEO do Banco Master, Augusto Lima.
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De acordo com o site Metrópoles, o encontro foi marcado por Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda de Lula que tinha um contrato de R$ 1 milhão por mês para prestar serviços de consultoria ao Banco Master.
O ex-ministro atuou como consultor do Master durante as negociações de venda para o Banco Regional de Brasília (BRB). O BC, entretanto, vetou a operação.
Mantega exerceu a função entre julho de 2024 e novembro de 2025, período em que recebeu ao menos R$ 16 milhões em honorários. Ele deixou a consultoria do Master depois de o Banco Central decretar a liquidação da instituição financeira.
Lula comenta caso Master pela primeira vez
Na última sexta-feira, 23, durante evento em Maceió (AL), Lula disse que há muitas pessoas que defendem o Banco Master por “falta de vergonha na cara”. O petista não mencionou nomes.
“Não é possível que a gente continue vendo pobre ser sacrificado enquanto tem um cidadão, sabe, do Banco Master, que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões”, afirmou Lula. “E quem vai pagar? São os bancos. É o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica, é o Itaú. E ainda tem gente que defende, porque também está cheio de gente que falta um pouco de vergonha na cara neste país.”
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, cumpre medidas cautelares no âmbito Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal (PF). A investigação apura fraudes na negociação de carteiras de crédito entre o Banco Master e o BRB.
O inquérito tramita no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Dias Toffoli.
Alessandro Vieira afirma que o ‘STF escolheu acobertar as condutas escandalosas’ dos ministros
Alexandre de Moraes e Dias Toffoli em sessão plenária do STF (5/11/2025) | Foto: Gustavo Moreno/STF
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) defendeu que o Senado Federal assuma um papel mais ativo de fiscalização sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e indicou o impeachment como instrumento possível de controle político-institucional diante do que classifica como omissão interna da Corte.
“Entre a transparência e o espírito de corpo o STF escolheu acobertar as condutas escandalosas de Toffoli e Moraes”, afirmou. “O único caminho disponível é levar o Senado a uma inédita ação de controle, via processo de impeachment.”
Ainda segundo o parlamentar, a abertura de um processo de impeachment dos ministros da Suprema Corte “será a missão fundamental nos próximos meses” no Senado Federal.
Toffoli é relator do caso do Banco Master no STF | Foto: Reprodução/Ascom STF
A fala do senador ocorreu depois das manifestações públicas de ministros em defesa de colegas. O presidente do STF, Edson Fachin, e o decano Gilmar Mendes elogiaram o arquivamento de denúncias envolvendo Toffoli no caso relacionado ao Banco Master, o que ampliou a leitura de “blindagem” interna.
O caso do Banco Master tem aumentado a pressão de setores do Congresso e de partidos de oposição por apurações formais envolvendo ministros do Supremo, especialmente depois de episódios recentes que reacenderam o debate sobre mecanismos de responsabilização de integrantes do Judiciário.
Em paralelo ao debate sobre responsabilização de ministros, a bancada do Novo protocolou na Procuradoria-Geral da República (PGR) e na Polícia Federal (PF) uma notícia-crime e uma Comunicação de Fatos apontando o que classifica como “interferência atípica” do ministro Dias Toffoli em procedimentos relacionados ao Banco Master.
O líder do Novo na Câmara, Marcel van Hattem (Novo-RS), afirmou que “a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal precisam agir com independência e cumprir seu dever constitucional” e que “a sociedade exige uma resposta clara das instituições de Estado”.
Na representação enviada à PGR, a bancada argumentou que a conduta atribuída ao ministro extrapolaria os limites da função jurisdicional e pedem apuração sobre possíveis ilícitos penais e administrativos. O documento foi assinado por Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem e o senador Eduardo Girão (CE).
Já no pedido encaminhado à PF, a bancada solicita a instauração de procedimento investigatório para apurar os fatos narrados, sustentando que a gravidade institucional do caso exige análise técnica independente sobre a sequência de atos e seus efeitos práticos.
O Monitor do Debate Político da USP, em parceria com o Cebrap e a ONG More in Common, afirmou que a manifestação organizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) neste domingo (25) reuniu cerca de 18 mil pessoas na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
Segundo a instituição, a contagem foi feita a partir de imagens aéreas analisadas por inteligência artificial e tem margem de erro de 12%, o que indicaria que o público no momento de pico pode ter variado entre 15,1 mil e 20,1 mil participantes.
A USP informou que utilizou sete imagens captadas às 15h15, horário de maior concentração de público, analisadas pelo sistema P2PNet, que identifica pessoas nas fotos. O método tem erro médio estimado em 12%.
Fontes da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP), no entanto, disseram à revista Oeste que a manifestação reuniu entre 50 e 100 mil pessoas.
O ato marcou o fim da chamada Caminhada pela Liberdade, percurso de aproximadamente 240 quilômetros iniciado em Paracatu (MG) na última segunda-feira (19), com trechos por Minas Gerais e Goiás até a capital federal.
O grupo defende a derrubada dos vetos do presidente Lula ao Projeto da Dosimetria, que pode beneficiar condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Deputado apontou que o presidente fez uma propaganda eleitoral antecipada em evento com MST
Foto: José Cruz / Agência Brasil
O deputado estadual da Bahia, Leandro de Jesus (PL), apresentou uma denúncia ao Ministério Público Eleitoral (MPE), contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a denúncia, o parlamentar alega que o petista praticou uma campanha eleitoral antecipada, durante evento em Salvador com o Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Leandro aponta que o petista extrapolou os limites do discurso político institucional ao fazer referência direta à disputa eleitoral deste ano, além da continuidade de seu projeto político. No documento enviado ao MPE, o parlamentar apontou trechos do discurso de Lula que foi transmitido no Youtube.
Segundo o parlamentar, o presidente utilizou expressões como “queremos ser tetra” e “vamos disputar esse ano as eleições”, durante sua fala, fazendo ainda declarações sobre convenções partidárias e embates com adversários.
Ao final do pedido, o deputado pede que o MPE aceite a Notícia Fato e que abra uma investigação e, se foram identificadas irregularidades, adote as medidas cabíveis e que o presidente seja responsabilizado pelo ato.
Neste sábado (24), o deputado federal Nikolas Ferreira afirmou que o objetivo da Caminhada pela Justiça e Liberdade já foi alcançado e disse que a mobilização serviu para “despertar as pessoas”. A declaração foi feita em vídeo publicado às 22h49, no encerramento do sexto dia do ato.
– Hoje completa-se 235 quilômetros caminhados a pé. E além de convocá-los pra amanhã, eu quero dizer que o objetivo dessa caminhada já foi concluído. Porque o que eu queria era despertar as pessoas e o mais Cristo faria – declarou.
Nikolas declarou ainda que vê a população mais atenta a temas como corrupção, escândalos recentes e o que chamou de injustiças contra presos do 8 de janeiro.
– Não tenho dúvidas que o Brasil acordou. Hoje eu posso falar com todas as palavras do meu coração de que o Brasil acordou. Acordou contra seus problemas locais, acordou contra a corrupção – continuou.
A caminhada teve início no dia 19 de janeiro, quando Nikolas saiu sozinho de Paracatu (MG). Ao longo do percurso até Brasília, políticos de diferentes regiões do país e cidadãos comuns passaram a se juntar ao grupo.
O deputado também atribuiu a mobilização à fé.
– O Brasil acordou e eu não tenho dúvidas que amanhã Deus fará algo extraordinário. Eu não tenho dúvidas. Porque quem começou isso não fui eu, foi Deus – declarou.
Neste domingo (25), a caminhada será encerrada com uma manifestação pacífica na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
Governador de Minas Gerais deu declarações nesta sexta-feira
Romeu Zema Foto: Reprodução/CNN Brasil
Nesta sexta-feira (23), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse que irá manter a sua candidatura à Presidência da República “até o final”. Ele deu declarações durante entrevista à CNN Brasil.
Segundo Zema, “isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate”.
– Fico extremamente honrado, lisonjeado pelo meu nome estar sendo lembrado, seja pré-candidato à Presidência ou pré-candidato a vice. Ambos são cargos muito relevantes. Mas o que eu posso dizer é que eu levarei a minha pré-candidatura até o final, isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate – comentou.
E acrescentou:
– Fico muito satisfeito de nós termos bons nomes pela direita. Hoje, a esquerda, como há 40 anos, só tem um nome que, graças a Deus, está aí para aposentar já. A direita tem diversos nomes e pessoas bem mais novas.
Petista comparou situação de pessoas pobres com o desfalque
Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR
Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que muita gente por “falta de vergonha na cara” defende o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A declaração ocorreu durante cerimônia em Maceió, Alagoas, para a entrega de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.
Sem citar o nome do banqueiro Daniel Vorcaro, foi a primeira vez que Lula se pronunciou sobre o escândalo envolvendo o Banco Master.
– Não é possível que a gente continue vendo o pobre ser sacrificado, enquanto um cidadão, como esse do Banco Master, que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões. E quem vai pagar? São os bancos. É o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica Federal, é o Itaú. Um cidadão que deu um desfalque de quase R$ 40 bilhões nesse país – falou o petista.
A declaração foi em referência aos recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que serão usados para pagar os credores.
– Então, companheiros, e tem gente que defende porque também está cheio de gente que falta um pouco de vergonha na cara neste país – completou.
Durante a cerimônia, o presidente citou resultados do seu terceiro governo, como a queda na inflação, que em outubro do ano passado atingiu o menor patamar em 27 anos, e o aumento no número de empregos, com 5 milhões de pessoas com carteira assinada no acumulado desde 2023.
Lula também disse que 2026 será o ano da comparação e que vai comparar as realizações de seus três anos de governo, com as dos governos dos ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).
Além da interrupção da marcha, Lindbergh Farias e Rogério Correia querem punir os participantes do ato
Nikolas partiu de Paracatu, em Minas Gerais, com destino a Brasília, na segunda-feira 19 | Foto: Vitor Liasch
Os deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) acionaram a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tentativa de impedir a conclusão da “Caminhada pela Justiça e Liberdade”. O ato é liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Nikolas partiu de Paracatu, em Minas Gerais, com destino a Brasília, na segunda-feira 19. Ele declarou que o ato simbólico tem como meta protestar contra “prisões injustas do 8 de janeiro e do ex-presidente Jair Bolsonaro”, além de defender “liberdade e justiça”.
O deputado também cobra uma reação do Congresso em relação ao escândalo que envolve o Banco Master e diversas autoridades.
Nesta quinta-feira 22, a PRF afirmou que a mobilização liderada pelo parlamentar apresenta “riscos extraordinários”. No mesmo dia, Lindbergh criticou a ação do grupo em vídeo publicado no Instagram.
“Esse Nikolas e essa turma podem fazer as passeatas que eles quiserem para defender anistia para golpista, para tirar Bolsonaro da cadeia, para defender que não paguem pelos seus crimes”, disse o petista. “O que eles não podem e não têm direito de cometer crimes, como eles estão fazendo. Eles foram para a BR-040 sem pedir autorização prévia a ninguém, ao DNIT, à ANTT, nenhum órgão.”
Anteriormente, o petista havia debochado da iniciativa de Nikolas. Lindbergh publicou um vídeo nas redes sociais em que chama a caminhada de “ato esvaziado” e critica as reivindicações.
Petistas querem punir os participantes da caminhada
Lindbergh comunicou que enviou um ofício à PRF em que solicita a interrupção e o redirecionamento da caminhada para outro local, alegando que os participantes deverão responder “administrativa e criminalmente”. O documento também foi assinado por Correia.
“O quadro fático agravou-se progressivamente ao longo do percurso, pois a caminhada não permaneceu restrita a um grupo inicial, passando a admitir adesão espontânea e sucessiva de populares e parlamentares em diferentes pontos da rodovia, ampliando de forma imprevisível o número de pessoas expostas a risco”, argumentam os petistas.
Lindbergh ressaltou ainda que “é proibido andar em acostamento de uma rodovia federal como aquela”. “Há trechos em que eles entram pela via principal”, continuou. “Isso é um absurdo. E helicópteros de milionários trazendo deputados, pousando ao lado da via. Isso é crime.”
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram quando helicópteros voam baixo sobre a rodovia e registros de pousos em áreas de terra próximas à pista.
O petista do Rio de Janeiro afirma que tais práticas configuram “infração aeronáutica grave” ou violam o artigo 261 do Código Penal, que trata de riscos à segurança da navegação aérea ou de terceiros no solo.
Rogério Correia reforçou as críticas: “Eles estão fazendo uma caminhada sem ter avisado a PRF na BR-40, que liga Minas Gerais a Brasília, colocando em risco não apenas a vida deles, mas também daqueles que circulam por lá.”
“A PRF não pode fingir que não está vendo”, prosseguiu o deputado pelo PT de Minas Gerais. “Tem até helicóptero pousando. É uma caminhada fake.”