O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) participou de agendas em Santo Estêvão e Conceição do Coité nesta sexta-feira (1º), ao lado do ex-prefeito de Jequié e pré-candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e do presidente estadual do PL e pré-candidato a senador João Roma (PL).

Primeiro Neto foi a Santo Estêvão, onde participou da tradicional cavalgada da Caatinguinha ao lado do prefeito Tiago Dias (União Brasil) e de lideranças políticas da região, entre elas o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo de Carvalho (União Brasil), os deputados federais Dal Barreto (União Brasil) e Marcelo Nilo (Republicanos) e os deputados estaduais Pedro Tavares (União Brasil) e Marcelinho Veiga (PP).

Na sequência, a comitiva seguiu para Conceição do Coité, onde foi recebido pelo prefeito Marcelo Araújo (União Brasil) e participou da Coité Folia 2026, tradicional micareta que reúne grandes atrações do axé e do pagode e movimenta a economia da região sisaleira.

Durante entrevista coletiva concedida em Coité, ACM Neto destacou a importância dos eventos tradicionais do interior como motores de geração de renda e emprego. “O interior da Bahia é muito forte por eventos que já fazem parte do calendário, como as micaretas, o São João, as festas de padroeiro, cavalgadas e vaquejadas. Tudo isso gera emprego e movimenta a economia”, afirmou.

O pré-candidato ressaltou o alcance regional da festa, destacando a presença de visitantes de diferentes partes do estado. “Tem gente do oeste, de Salvador, de vários cantos da Bahia. Essas pessoas se hospedam, consomem, compram no comércio. Isso aquece toda a economia local”, pontuou.

Ao ser questionado sobre geração de postos de trabalho na Bahia, que está entre as primeiras posições nos índices de desemprego, Neto defendeu uma mudança de visão na condução do desenvolvimento econômico do estado, com foco na descentralização das oportunidades.

Segundo ele, é necessário um planejamento de médio e longo prazo que leve em consideração a diversidade regional do estado. “Cada região tem sua vocação e seu potencial. Não dá para concentrar todas as oportunidades em Salvador e na Região Metropolitana”, disse.

O ex-prefeito destacou a necessidade de retomar o processo de industrialização no interior, além de fortalecer setores como agricultura, pecuária e turismo. “É preciso investir em infraestrutura, organizar a logística e transformar a Bahia em um estado produtor e exportador”, afirmou.

Neto também comparou o desempenho baiano com outros estados do Nordeste, ao enfatizar a perda de protagonismo da Bahia ao longo dos governos petistas. “No passado, a Bahia era disparada o estado mais forte da região. Hoje vemos Ceará, Pernambuco e outros avançando mais rápido. Precisamos retomar esse protagonismo”, frisou.


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou a exoneração do assessor parlamentar que interrompeu uma entrevista do líder da Oposição na Casa, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), à GloboNews, na noite desta quinta-feira (30).

O servidor exonerado é Bernardo Moreira Amado Barros, que ocupava o cargo de secretário parlamentar no gabinete do deputado André Janones (Rede-MG). A função era comissionada e tinha remuneração registrada de R$ 7.960,44 em 2026. O episódio ocorreu no Salão Verde da Câmara, logo após a votação que derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria.

Enquanto Cabo Gilberto concedia entrevista à emissora para comentar a votação, Bernardo apareceu ao fundo e interrompeu a transmissão gritando: “Anistia é o c. Lula reeleito”. A manifestação ocorreu em meio à repercussão da aprovação do projeto, que deve beneficiar condenados pelos atos de 8 de janeiro e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Após a repercussão do episódio, Hugo Motta divulgou nota classificando a conduta como incompatível com o ambiente institucional da Câmara. O presidente da Casa acrescentou que a atitude foi “inaceitável no ambiente institucional do Parlamento” e informou que providências seriam tomadas.

– Medidas cabíveis serão adotadas para que episódios como esse não se repitam – declarou.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/GloboNews


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A vitória, segundo Flávio, representa um novo começo para \”centenas de famílias brasileiras\”. \”Foi só um primeiro passo, mas fundamental para muito em breve a gente conseguir honrar integralmente todos os brasileiros injustiçados pelo 8 de janeiro, incluindo o meu pai\”, disse ele sobre Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e passa por uma cirurgia no ombro.

Vestindo uma camiseta branca com a frase \”Pai de menina\”, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, comemorou a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei da dosimetria pelo Congresso. \”Foi um dia daqueles que a gente nunca mais esquece\”, enfatizou em um vídeo de pouco mais de um minuto e meio postado nas redes sociais, ressaltando que se tratou também da data de seu aniversário.

A vitória, segundo Flávio, representa um novo começo para \”centenas de famílias brasileiras\”. \”Foi só um primeiro passo, mas fundamental para muito em breve a gente conseguir honrar integralmente todos os brasileiros injustiçados pelo 8 de janeiro, incluindo o meu pai\”, disse ele sobre Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e passa por uma cirurgia no ombro.

A vida cotidiana das famílias afetadas por prisões extensas será retomada, conforme o pré-candidato, mesmo que os \”traumas da injustiça, da perseguição, da impotência muitas vezes ainda levem um tempo para se cicatrizar\”. \”E uma coisa eu digo para cada um de vocês com ainda mais certeza depois de ontem: o Brasil tem futuro, sim. E ele está logo aqui na frente\”, concluiu.

Notícias ao Minuto


Ex-presidente da República passa por intervenção no ombro direito

Moraes Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro e sua mulher, Michelle | Foto: Reprodução/Beto Barata/PL 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou em cirurgia nesta sexta-feira, 1º. A informação foi divulgada por sua mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em uma rede social. A intervenção em seu ombro direito deve durar 5 horas.

Segundo Michelle, o procedimento em si terá cerca de duas horas de preparação, com colocação de cateter para medicação, e mais três horas de cirurgia. Michelle afirmou que não poderá usar o celular enquanto estiver no leito, mas que pretende atualizar o estado de saúde conforme receber informações da equipe médica.

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Publicação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nas redes sociais | Foto: Reprodução
Publicação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nas redes sociais | Foto: Reprodução

Ela também agradeceu o apoio e disse que segue em oração, confiante no resultado do procedimento.

Moraes autoriza Bolsonaro a fazer cirurgia

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) internado na UTI do Hospital DFStar, em abril de 2025 | Foto: Jair Messias Bolsonaro/Via Facebook
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) internado na UTI do Hospital DFStar, em abril de 2025 | Foto: Jair Messias Bolsonaro/Via Facebook

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira, 30, o ex-presidente Jair Bolsonaro a fazer uma cirurgia no ombro direito.

Segundo a defesa do ex-presidente, Bolsonaro precisa passar por um procedimento cirúrgico para tratar uma lesão no manguito rotador do ombro direito. Trata-se de grupo de músculos e tendões que auxiliam na movimentação.

A decisão ocorre depois da manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) na última sexta-feira, 24. Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a defesa do ex-presidente comprovou, por meio de relatórios médicos, a necessidade da cirurgia.

A defesa do ex-presidente tinha pedido a realização da cirurgia na semana passada, que estava inicialmente agendada para ocorrer em 24 ou 25 de abril. Bolsonaro está há um mês no regime de prisão domiciliar.

Informações Revista Oeste


O líder do PT na Câmara dos Deputados fez a afirmação nesta quinta-feira, 30, depois da derrota do governo Lula no Congresso

Sessão conjunta do Congresso Nacional que derrubou veto ao PL da Dosimetria - 30/04/2026 | Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
Sessão conjunta do Congresso Nacional que derrubou veto ao PL da Dosimetria – 30/04/2026 | Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), afirmou que a base do governo vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a derrubada do veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria. 

projeto prevê mecanismo para redução das penas aplicadas pelo STF aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e que beneficia quem foi o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados, também condenados por golpe de Estado. 

No Senado, os parlamentares derrubaram o veto com placar 49 a 24. Na Câmara, 318 deputados votaram para a derrubada do veto, 144 a favor da manutenção, e houve cinco abstenções.

“Não tenho dúvida de que até amanhã [sexta-feira] a gente anuncia a judicialização”, afirmou o líder do PT à imprensa depois da votação, nesta quinta-feira, 30.

O veto de Lula ao PL da Dosimetria

O projeto foi vetado totalmente por Lula em 8 de janeiro deste ano, durante solenidade no Palácio do Planalto acerca dos três anos dos atos em Brasília. Aprovado nas duas Casas, o texto pode encurtar o tempo de Bolsonaro na prisão em regime fechado.

Caso o veto fosse derrubado integralmente, dispositivos mais rígidos da Lei Antifacção, aprovada em fevereiro, também seriam revogados e poderiam beneficiar condenados por esses crimes hediondos. Para impedir que isso ocorresse, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP) declarou prejudicados incisos do artigo 112 da Lei de Execuções Penais (LEP). 

Para que um projeto não anulasse partes do outro, Alcolumbre “cortou” esses dispositivos antes da votação final, ajustando o texto para que as duas leis coexistissem sem contradição.

Davi Alcolumbre, durante sessão de análise do veto ao PL da Dosimetria - 30/04/2026 | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Davi Alcolumbre, durante sessão de análise do veto ao PL da Dosimetria – 30/04/2026 | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Na avaliação de governistas, somente o fato de um veto integral de Lula ter sido fatiado pelo Parlamento já é um argumento para questionamentos na Justiça. Pedro Uczai criticou o que chamou de “acordão” entre a oposição e o centrão. 

“Eles impuseram uma manobra regimental para retirar partes do texto e se livrar das críticas que eles estavam sofrendo na sociedade brasileira”, criticou o líder do partido na Câmara, para tentar justificar a ida do PT ao STF. 

O deputado acrescentou: “O governo podia ter percebido esses movimentos e ter denunciado esse grande acordão para toda a sociedade brasileira perceber que duas organizações criminosas se juntaram no interesse de destruir a democracia e de manter sem investigação o crime produzido do escândalo do Banco Master”.

Revista Oeste, com informações do Estadão Conteúdo


O grupo Patriotas do QG garantiu a reserva da avenida depois de protocolar sua solicitação em setembro de 2024

A Avenida Paulista foi o principal ponto de protesto | Foto: Uiliam Grizafis/Revista Oeste
A Av. Paulista é um ponto central para manifestações | Foto: Uiliam Grizafis/Revista Oeste 

Um impasse envolvendo o uso da Avenida Paulista no Dia do Trabalhador, 1º de maio, gerou disputa entre entidades de esquerda e grupos de direita em São Paulo. A Central Sindical e Popular Conlutas (CSP-Conlutas) divulgou, na sexta-feira 24, uma nota de repúdio à Secretaria de Segurança Pública do Estado, e alegou não ter conseguido autorização para realizar seu tradicional ato no local, apesar de ter protocolado o pedido em março de 2026.

A legislação brasileira define que manifestações em espaços públicos são permitidas, desde que não coincidam com outras previamente comunicadas para o mesmo local e haja aviso prévio à autoridade. Na prática, a Polícia Militar determina a prioridade para quem solicita primeiro o espaço. Com isso, o grupo Patriotas do QG garantiu a reserva da avenida depois de protocolar sua solicitação em setembro de 2024. O evento está previsto para começar às 11h, em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Disputa sobre prioridade e acusações de exclusão

A CSP-Conlutas contesta o procedimento, e insiste ter protocolado o pedido antes. Para a entidade, a decisão representa “um grave ataque ao direito de manifestação da classe trabalhadora”, pois, segundo nota, os organizadores do outro evento são “grupos ultraconservadores que nada têm a ver com as demandas e a tradição de luta do 1º de Maio”.

Segundo publicações do Patriotas do QG, o ato deve apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, defender a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) com o slogan “Supremo é o Povo”. Já a CSP-Conlutas transferiu seu protesto para a Praça da República, onde defenderá o fim da escala 6×1, questionará o arcabouço fiscal e a reforma administrativa, protestará contra privatizações e reivindicará a criação da estatal Terrabrás, além de pautar medidas contra o feminicídio.

Informações Revista Oeste


Indicado do petista recebeu apenas 34 votos favoráveis; eram necessários 41

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, (e) conversa com ministro, Jorge Messias (d); este último foi indicado ao STF | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, (e) conversa com ministro, Jorge Messias (d); este último foi indicado ao STF | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A decisão do Senado Federal de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) mobilizou veículos de imprensa estrangeiros nesta quarta-feira, 29. O advogado-geral da União, escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), recebeu 34 votos favoráveis, insuficientes para garantir o cargo. Eram necessários ao menos 41 votos.

Dpeois da sabatina de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça, Messias obteve 16 votos a favor e 11 contra, mas no plenário do Senado, o resultado se inverteu. A rejeição de uma indicação ao STF por parte do Senado não ocorria desde 1894, quando Floriano Peixoto era presidente.

Repercussão internacional destaca o ineditismo do caso

O jornal Washington Post tratou o episódio como “um golpe político” para Lula e ressaltou que o fato não era visto havia mais de 130 anos.

Lula - Messias - Senado STF
O jornal Washington Post tratou o episódio como ‘um golpe político’ para Lula | Foto: Reprodução

Já o espanhol El País analisou a situação como uma “derrota histórica” e afirmou que a intenção dos senadores de “punir o presidente” foi determinante.

O jornal El País afirmou ser 'derrota histórica' a Lula | Foto: Reprodução
O jornal El País afirmou ser ‘derrota histórica’ a Lula | Foto: Reprodução

O argentino Clarín enfatizou que, há mais de cem anos, um presidente não tinha uma indicação rejeitada, e descreveu o resultado como “severa derrota para Lula”, especialmente faltando poucos meses para as eleições. 

'Severa derrota para Lula', declarou o jornal Clarín | Foto: Reprodução
‘Derrota severa para Lula’, declarou o jornal Clarín | Foto: Reprodução

A agência Reuters informou que a escolha de Lula desagradou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que desejava outro nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.

Informações Revista Oeste


Advogado-geral da União sofreu reprovação histórica no Senado

Presidente Luiz Inácio Lula | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock
Reprovação de Messias é derrota para o presidente Lula | Foto: Montagem/Revista Oeste/Shutterstock 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá de fazer uma nova indicação para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), depois que Jorge Messias foi reprovado pelo plenário do Senado, nesta quarta-feira, 29.

Advogado-geral da União, Messias teve o nome aprovado inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, por 16 votos a 14. No plenário, contudo, a indicação foi rejeitada: 42 senadores votaram contra e 35, a favor.

De acordo com a Constituição, cabe apenas ao presidente da República indicar um nome ao STF. Para essa prerrogativa, a indicação deve corresponder a três requisitos: ter entre 35 e 70 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada. 

O parágrafo único do art. 101 do texto constitucional descreve: “Os ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal”.

Oeste, o professor e doutor em Direito Constitucional da Universidade de São Paulo Rubens Beçak explica que não existe nenhum prazo para a nova indicação.

Segundo Beçak, o presidente Lula pode até indicar novamente Jorge Messias para o cargo, já que a legislação não prevê restrição. No entanto, essa situação agravaria a crise com o Senado.

“O presidente pode ter um rompante e resolver peitar o Senado, mas não acho”, avalia o professor. “Ele vai procurar um nome que seja provado com uma certa facilidade, que costure pontes. Não acharia estranho se ele indicasse agora Rodrigo Pacheco.”

A reprovação de Messias

A sabatina de Messias no Senado foi marcada por questionamentos incisivos de parlamentares sobre sua atuação à frente da Advocacia-Geral da União e sua proximidade com o governo Lula.

A derrota evidenciou a fragilidade na articulação do governo dentro do Senado. Nos bastidores, o nome de Messias era reprovado pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP).

Informações Revista Oeste


Decisão altera destino de ação penal e aplica novo entendimento sobre foro especial

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República | Foto: Reprodução/YouTube/Canal Jair Bolsonaro 

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF)decidiu, por unanimidade, que a Corte deve analisar a queixa-crime apresentada pela procuradora da República Monique Cheker Mendes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O colegiado tomou a decisão nesta terça-feira, 28. 

A acusação envolve suposto crime de calúnia relacionado a declarações públicas de Bolsonaro sobre a atuação da procuradora. Em janeiro de 2022, durante entrevista ao programa Pingos nos Is, da Jovem Pan, o então presidente afirmou que Monique teria forjado provas em uma investigação sobre crime ambiental. O episódio remonta a 2012, período em que ele exercia mandato como deputado federal. 

“Eu fui acusado de praticar pesca num dia e hora, duas horas de diferença, entre o auto e meu dedo no painel aqui em Brasília”, disse Bolsonaro à Jovem Pan. “E, mesmo assim, a senhora Mônica Cheker tentou levar avante. Contra mim sabe que quase tudo pega, né? Levando essa proposta, fraudando provas.” 

Nova jurisprudência leva caso ao STF

A tramitação da ação sofreu mudanças ao longo do tempo. Em março de 2023, a relatora, ministra Cármen Lúcia, enviou o processo à Justiça Federal no Distrito Federal. Naquele momento, Bolsonaro já não ocupava cargo com foro privilegiado, o que afastava a competência do STF.

O cenário mudou com a revisão do entendimento da Corte sobre o alcance do foro especial. Em março de 2025, o tribunal definiu que autoridades com prerrogativa de foro continuariam sob sua jurisdição mesmo depois do término do mandato, desde que os fatos estejam relacionados ao exercício da função.

Diante dessa alteração, o Ministério Público Federal recorreu da decisão anterior e argumentou que a nova jurisprudência exigia a reavaliação do caso. 

Cármen Lúcia então modificou seu posicionamento e reconheceu a competência do STF para julgar a ação. Os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino acompanharam o voto da relatora.

Informações Revista Oeste


Na manhã desta terça-feira (28), o vereador e pré-candidato a deputado estadual, Jurandy Carvalho, recebeu o apoio do prefeito de Aratuípe, professor Tone, além de cinco vereadores do município: Maxçoel Souza, presidente do Poder Legislativo, Edson, Zuleide Souza, Nilton Estrela e Julival Araújo, consolidando uma aliança política na região.

Jurandy está em viagem pelo interior baiano desde a última segunda-feira (27), cumprindo agenda em diferentes municípios.

“Fico muito feliz com esse apoio. A gente vem andando, conversando com o povo e vendo de perto as necessidades. Isso dá mais força pra seguir trabalhando e lutando por dias melhores pra nossa gente”, afirmou.

Ascom | Jurandy Carvalho – vereador e pré-candidato a deputado estadual
Foto: Samuel Amaral