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foto: reprodução 

O lançamento do perfume associado ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) está agendado para ocorrer nesta quinta-feira (30). O responsável pela criação é Agustin Fernandez, conhecido por sua proximidade com Michelle Bolsonaro.

Nas redes sociais, Fernandez compartilhou uma foto dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.

A nova fragrância, intitulada “Mito”, está gerando grande expectativa entre os interessados. Embalagens em tom azul foram apresentadas no perfil de Fernandez, com a caixa mostrando uma imagem do ex-presidente segurando um frasco, acompanhado do nome “Jair Bolsonaro” em letras douradas. O produto será oferecido em um frasco de 100 ml.

Em uma das postagens, Fernandez alertou seus seguidores sobre possíveis golpes, destacando que a compra deve ser feita exclusivamente através do link disponível em sua biografia ou na da ex-primeira-dama.

O maquiador de Michelle Bolsonaro afirmou que a fragrância será apresentada em uma “tour” pela jornada do mito, enfatizando seu valor sentimental.

A primeira fragrância associada a Bolsonaro foi lançada em 21 de março deste ano, coincidindo com seu 69º aniversário. Após o lançamento, Fernandez teve que usar suas redes sociais para alertar sobre vendas falsas do produto, que naquela época estava sendo comercializado por R$ 159,90.

Informações TBN


Prefeito Colbert Filho é recebido pelo presidente do TCM O prefeito Colbert Martins filho realizou uma visita institucional ao presidente do Tribunal de Contas do Município, Francisco de Souza Andrade Netto, nesta terça-feira (28). O gestor feirense esteve acompanhado pelo procurador geral do Município, Antônio Augusto Graça Leal, e pelo presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana, Carlos Alberto Moura Pinho.

*Secom/PMFS



O único senador do PT que votou a favor da derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no projeto de lei sobre à “saidinha” temporária de presos, Fabiano Contarato (ES), disse que não apoiou a decisão do petista, porque “não acha razoável” a quantidade de benefícios já existentes aos presidiários.

Segundo ele, os benefícios passam “a certeza de impunidade” para famílias de vítimas por homicídio. Nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional rechaçou o corte do chefe do Executivo ao texto, que buscou abrir uma brecha para permitir permissão de visita de presos aos parentes.

Ao Estadão, Contarato afirmou que a quantidade de benefícios existentes na Lei de Execução Penal e no Código Penal “não é razoável”.

– Passa para as famílias das vítimas de qualquer crime não a sensação, mas a certeza de impunidade. Por isso que votei pela derrubada do veto. Vamos considerar que uma pessoa, então, foi condenada a nove anos. Com um sexto ela já sai para o regime aberto. A cada três dias que trabalha ela ganha um, por remição da pena de trabalho, e com um terço da pena hoje ela já sai de vez do livramento condicional – disse Contarato.

E completou:

– A pessoa já tem inúmeros benefícios, tanto no Código Penal quanto na Lei de Execução Penal, e com a saída temporária de forma indiscriminada, 35 dias em cinco vezes por ano. Como explica isso para uma mãe cujo filho foi morto por disparo de arma de fogo que o culpado vai ficar pouco mais de dois anos preso? Não é razoável.

Por 314 votos pela queda, 126 pela manutenção e duas abstenções, os deputados preferiram retomar o texto original aprovado na Casa. No Senado, 51 parlamentares acompanharam a posição da Câmara, 11 votaram em favor da “saidinha” e um senador se absteve.

Entre os deputados, 56 petistas apoiaram a manutenção do veto. Apenas uma deputada foi contra a decisão de Lula: Maria do Rosário (RS), histórica defensora das pautas que envolvem os direitos humanos. O Estadão procurou a parlamentar, mas não obteve retorno.

Delegado de polícia por 27 anos, Fabiano Contarato foi eleito senador pelo Espírito Santo em 2018, pela Rede Sustentabilidade. Em dezembro de 2021, ele deixou o partido pelo qual venceu o pleito e ingressou no PT. Entre 2022 e 2023, ele foi líder da sigla de Lula no Senado.

*AE
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil


O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, enalteceu a ação do Congresso Nacional que, em sessão conjunta de deputados e senadores, derrubou vetos do presidente Lula (PT) como ao que restabelecia as saidinhas da prisão. “Por maioria maiúscula, conseguiu-se derrubar vetos do presidente da República a medidas legais muito sérias, uma delas da saidinha”, disse Roma, nesta quarta-feira (29), em entrevista à Rádio Abelha Dourada FM, de Itiúba.

O dirigente partidário e ex-deputado federal destacou que, ao contrário dos parlamentares, o governo está desconectado da realidade e dos sentimentos do povo brasileiro. “O parlamentar brasileiro anda na rua, os parlamentares estão em sintonia com o que ocorre com a vida dos cidadãos. O PT é bom de propaganda, mas na Bahia, onde já são cinco governos do PT, os números só pioram”, mencionou Roma, ao falar, por exemplo da violência. O PT, salientou João Roma, “sabe fazer política demagógica, populismo e querer jogar com a plateia”.

O presidente do PL também criticou o aumento de 4% dado pelo governo estadual aos servidores. “É um contrassenso, pois é o mesmo PT que diz que defende o servidor e o cidadão necessitado. Quando chega a hora de valorizar o servidor, faz cara de paisagem, usa todo tipo de desculpa”, comentou Roma, ao falar sobre o argumento do governo estadual de que precisaria prezar pelo equilíbrio financeiro. Na mesma sessão em que aprovou somente 4% de aumento ao funcionalismo estadual, o governo conseguiu mais um empréstimo de R$ 2 bilhões – o governo Jerônimo Rodrigues já soma R$ 6 bilhões em empréstimos.

João Roma diz que estas ações equivocadas do governo têm reflexos na economia e na insegurança que se alastra pelo estado. “Na Bahia, não se encontra oportunidade de trabalho. O crime organizado está se instalando e encontrando solo fértil; até em cidades pequenas, se encontram facções e grupos criminosos. E o PT ainda queria aprovar saidinha. Esse é o reflexo da falta de sintonia entre a população e o governo”, pontuou Roma.

O ex-ministro da Cidadania ainda informou que cumprirá agenda em Itiúba, ao lado da deputada federal Roberta Roma, na sexta-feira (1º). O presidente estadual do PL está focado em fortalecer o partido nos principais municípios baianos para que, em 2026, haja uma representação de prefeitos e vereadores, além de diretórios municipais da sigla, que levem as propostas do partido para os baianos. “Estamos trabalhando para que, em 2026, a Bahia seja motivo de orgulho para o Brasil”, disse Roma, que pretende disputar o governo estadual daqui a dois anos.


Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficialmente removeu o embaixador brasileiro em Israel e o transferiu para Genebra, na Suíça. A decisão foi publicada no diário oficial desta quarta-feira, 29 de maio.

O embaixador Frederico Meyer havia retornado a Israel na sexta-feira, 24 de maio, depois de quase três meses fora do país. Ele assumirá uma missão permanente com o nome de “Conferência do Desarmamento”, que ocorre em Genebra.

Em fevereiro, o embaixador passou por um momento de constrangimento ao ser chamado pelo chanceler israelense, Israel Katz, ao Museu do Holocausto, para ouvir queixas públicas sobre uma fala de Lula. Nessa fala, o presidente comparou as ações de Israel contra Gaza às ações de Hitler contra os judeus.

No local, Meyer também ouviu que o presidente brasileiro era uma “persona non grata” no país. O governo brasileiro considerou o comportamento de Katz como “inaceitável”.

A CNN entrou em contato com o Itamaraty, mas ainda não obteve resposta.

Informações TBN


(Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

O comando da Câmara dos Deputados fechou um acordo com o governo federal para votar, ainda nesta terça-feira (28), uma nova regra para a taxação de compras feitas em sites internacionais de até 50 dólares. O imposto de importação sobre esses itens será de 20%, significativamente menor que os 60% cobrados para compras superiores a esse valor.

O acordo é considerado um avanço pelo governo, já que atualmente essas compras são isentas de imposto federal. Atualmente, apenas o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estadual, com alíquota de 17%, incide sobre elas.

As negociações, que estavam paralisadas, foram retomadas após uma reunião não agendada entre o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o presidente Lula. Membros da Câmara haviam desistido de buscar uma solução caso Lula mantivesse sua posição de vetar a eliminação da isenção para essas compras internacionais, como ele havia anunciado na semana passada.

A “taxa da blusinha”, como foi apelidada em referência ao comércio virtual desses itens, gerou divergências entre o governo e os parlamentares. Na reunião do início da tarde, Lira apresentou a Lula uma proposta para taxar os produtos em 25%. A alíquota de imposto de importação foi inicialmente incluída no projeto pelo deputado Átila Lira (PP-PI), que agora deve fazer uma nova alteração.

“Tem setores e regiões que estão desempregando, porque não aguentam uma concorrência que aparentemente não é saudável. Se isso for entrando na consciência e tranquilidade das bancadas para que a gente possa fazer uma discussão serena é ideal”, afirmou Arthur Lira.

Tanto aliados de Lula quanto o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, são contrários à sugestão. No entanto, o PL teria se comprometido a votar a favor da solução, desde que haja um compromisso de que Lula não vetará o texto.

Informações TBN


(Bolsonaro: Andressa Anholete / Lula: Minas/Bloomberg/Getty Images)

O Congresso Nacional manteve nesta terça-feira, 28, o veto do então presidente Jair Bolsonaro (PL) que retirou o trecho sobre fake news do texto que substituiu a Lei de Segurança Nacional (LSN). O trecho vetado previa a criminalização da disseminação em massa de “fatos inverídicos” durante as eleições, com penas de 1 a 5 anos de prisão e multa.

Durante a votação, aliados de Bolsonaro argumentaram que a redação do trecho poderia abrir margem para retaliações com fins políticos. O próprio ex-presidente procurou líderes do Congresso para que o veto fosse mantido. “Quem vai definir o que é fake news? Quem vai dizer o que é mentira? Ora, se tivéssemos este crime criado, já agora, durante essa tragédia que aconteceu no Rio Grande do Sul, várias pessoas poderiam estar presas, porque estão sendo acusadas de fake news”, disse Júlia Zanatta (PL-SC).

Pelo governo Lula (PT), o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) orientou pela derrubada do veto de Bolsonaro, argumentando que o então presidente vetou o projeto e depois começou a desacreditar o processo eleitoral de 2022. “Eu quero chamar a atenção para o fato de essa lei ter sido aprovada em 2021. Bolsonaro veta isso aqui. E, logo depois, começa uma campanha para tentar desacreditar o processo eleitoral, para desacreditar as urnas eletrônicas”, disse Farias.

O texto aprovado pelo Senado criava um novo título no Código Penal para tipificar dez crimes, incluindo o de fake news nas eleições. O capítulo sobre crimes contra o funcionamento das instituições democráticas no processo eleitoral foi incluído no projeto pela então deputada e relatora na Câmara, Margarete Coelho (PP-PI), em 2021.

Além de manter o veto de Bolsonaro, a oposição espera derrubar o veto do presidente Lula no caso do PL das saidinhas.

Bolsonaro vetou trechos da proposta, incluindo um artigo que criminalizava a promoção ou o financiamento de fake news no processo eleitoral. Na época, Bolsonaro justificou que “a redação genérica tem o efeito de afastar o eleitor do debate político, o que reduziria a sua capacidade de definir as suas escolhas eleitorais, inibindo o debate de ideias, limitando a concorrência de opiniões, indo de encontro ao contexto do Estado Democrático de Direito, o que enfraqueceria o processo democrático e, em última análise, a própria atuação parlamentar.”

O ex-presidente também vetou um trecho que permitia a um partido acionar a Justiça Eleitoral caso o Ministério Público não se manifestasse sobre a disseminação de desinformação nas eleições.

Informações TBN


Ato está marcado para 9 de junho, na Avenida Paulista

Carla Zambelli stf
A deputada federal Carla Zambelli, durante sessão plenária na Câmara | Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) convocou em suas redes sociais uma manifestação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em postagem feita na segunda-feira 27, ele convida aliados do Movimento da Liberdade para que compareçam a um ato contra o petista na Avenida Paulista (SP) em 9 de junho.

Programado para as 14h, o protesto que tem como título ‘#foralula’ e como ponto de encontro o Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Nas redes, a deputada pede aos seguidores que compartilhem o convite a amigos e familiares, que traz um texto com informações das diretrizes do evento. O comunicado também afirma que é permitido levar cartazes com pedido de impeachment, de apoio ao Rio Grande do Sul, à liberdade de expressão e à liberdade de manifestação.

São proibidos cartazes com ofensas à honra ou dignidade de pessoas; com pedido do fim de instituições constitucionais; ou com pedido de golpe de Estado ou intervenção militar.

https://twitter.com/Zambelli2210/status/1795162238493343856?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1795162238493343856%7Ctwgr%5Eab209b0d878a0bf43a352e58e6064c33a53da43f%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fpolitica%2Fzambelli-convoca-manifestacao-contra-lula-na-avenida-paulista-para-junho%2F

Veja o comunicado de Zambelli sobre o ato contra Lula na íntegra

“Convidem seus amigos e familiares e compartilhem com o texto do Movimento Liberdade
Manifestação – Nós, do Movimento Liberdade, escutando o clamor das ruas, convocamos a todos para uma manifestação pacífica e ordeira a ser realizada no dia 09/06, às 14h, na Av. Paulista, em frente ao MASP.
Diretrizes:
Cartazes permitidos: no sentido de impeachment, apoio ao RS, liberdade de expressão e liberdade de manifestação.
Cartazes proibidos: Ofensas à honra ou dignidade de pessoas estão vedadas; Pedir o fim de instituições constitucionais está proibido; Pedir golpe de estado ou intervenção militar não será admitido.”

Informações Revista Oeste


Foto: Bárbara Lopes / Agência O Globo

Em uma entrevista ao Estadão, o ensaísta Francisco Bosco causou polêmica ao reconhecer um ponto de concordância com Olavo de Carvalho, o ex-filósofo que se tornou guru da direita brasileira e do presidente Jair Bolsonaro. O tema em questão diz respeito à presença de uma perspectiva ideológica e política de esquerda nas universidades do Brasil.

Segundo informa o Estadão, Bosco, conhecido por suas reflexões críticas, destacou que o ambiente acadêmico muitas vezes exclui vozes conservadoras e reage de forma agressiva a qualquer tentativa de diversificação. Ele argumentou que a falta de pluralidade prejudica o debate intelectual e cultural no país. A palavra “intelectual” também foi abordada na entrevista, sendo vista por muitos como elitista e associada à concentração ideológica.

Apesar de reconhecer esse ponto de Olavo de Carvalho, Bosco afirmou que ele está longe de ser um exemplo de honestidade intelectual. No entanto, ele enfatizou a importância de considerar a influência do pensamento conservador, mesmo quando não se concorda com o autor.

O mundo das redes sociais, por sua vez, muitas vezes simplifica debates complexos, substituindo-os por ataques grosseiros. A entrevista de Bosco também foi alvo de controvérsias, com alguns questionando sua autenticidade. No entanto, o conteúdo da conversa revela uma constatação clara: há uma concentração ideológica nas ciências humanas das universidades brasileiras, especialmente nos campos da filosofia, letras e ciências sociais.

O ensaísta mencionou um estudo que verificou a ausência de autores conservadores importantes nas teses acadêmicas do Brasil. “Eu estudo (…) um autor de direita que fez uma verificação nos bancos do CNPq e mostrou que alguns dos autores conservadores mais importantes do mundo praticamente não são mencionados nas teses de ciências humanas do Brasil. A pessoa que talvez primeiro tenha falado sobre isso, e nem sempre da melhor maneira, foi o Olavo de Carvalho. Embora me custe dizer essa frase, eu a digo (…) sem problema algum: Olavo tinha razão nesse ponto”. Essa discussão não é nova e remonta a décadas atrás, quando o professor Roberto Schwarz, da USP, já apontava para a preservação do domínio cultural da esquerda, mesmo durante o período anterior ao golpe militar de 1964. A reflexão sobre a pluralidade e a diversidade no ambiente acadêmico continua sendo relevante e necessária.

Informações TBN


De acordo com uma reportagem publicada pelo portal UOL, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem intensificado os pedidos de investigação à Polícia Federal (PF) contra críticos e opositores políticos. Desde o início do terceiro mandato do presidente, houve um significativo aumento dessas ações. Entre janeiro de 2023 e abril de 2024, o Ministério da Justiça fez 159 solicitações de abertura de inquérito, resultando em uma média de 9,9 por mês. Em contraste, entre 2019 e 2022, foram registrados apenas 44 pedidos, com uma média de 0,9 por mês.

A maior parte dos pedidos ocorreu durante a gestão de Flávio Dino, que chefiou o Ministério da Justiça de janeiro de 2023 até janeiro de 2024, antes de sua nomeação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Durante esse período, foram feitos 135 dos 159 pedidos totais. Desde fevereiro, sob a liderança de Ricardo Lewandowski, foram encaminhadas 24 solicitações.

As investigações de crimes contra a honra representam a maioria dos pedidos. Do total de 159 solicitações, 91 envolvem suspeitas de crimes contra a honra relacionados ao primeiro escalão do governo. Especificamente, 65 desses pedidos estão relacionados ao presidente Lula e à primeira-dama Janja da Silva, superando todas as solicitações feitas durante o governo Bolsonaro.

Embora a maior parte dos pedidos tenha sido feita durante a gestão de Dino, a média mensal de solicitações para investigar crimes contra Lula e Janja aumentou sob Lewandowski. Ele registrou 18 pedidos em três meses, resultando em uma média de seis por mês.

O crescente número de pedidos, particularmente sob a gestão Dino, tem levantado preocupações sobre a possível politização da Polícia Federal. A natureza dos pedidos, muitas vezes relacionados a crimes de calúnia e difamação, como no caso de um parlamentar que chamou Lula de “ex-presidiário, ladrão e corrupto”, tem alimentado os questionamentos.

Os pedidos de investigação desencadearam reações de políticos da oposição, que acusam o governo de “abuso de autoridade”. Um exemplo recente é o pedido de Paulo Pimenta, então ministro da Secom, para investigar fake news sobre as enchentes no Rio Grande do Sul, incluindo um post do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

O Partido Novo chegou a apresentar uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Pimenta e Lewandowski por suposto abuso de autoridade, mas o procurador-geral, Paulo Gonet, não identificou crime e arquivou o pedido.

*Terra Brasil Notícias
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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