Pré-candidado a prefeito de Feira de Santana pelo PT, pela primeira vez, em 6 anos de mandato, o deputado federal Zé Neto figura entre os 100 melhores e mais influentes parlamentares do Congresso Nacional. A lista foi feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) que avalia, desde 1994, a capacidade dos parlamentares conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações na Câmara e Senado Federal.
Além do feirense, a Bahia aparece no estudo “Cabeças do Congresso Nacional 2024” com outros 6 parlamentares, entre eles o senador Jaques Wagner (PT). Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso Nacional em 2024, o estudo aponta que 69 são deputados e 31 senadores.
Na capital federal Zé Neto é visto como um parlamentar experiente, qualificado na condução e mediação dos debates, além de possuir articulação política e trânsito junto aos ministros do presidente Lula (PT).
ATUAÇÃO DESTACADA
Em seu segundo mandato de deputado federal, o petista feirense foi vice-líder do PT na Câmara Federal por quatro anos, presidiu a sessão especial pelos 190 anos de emancipação política de Feira de Santana no plenário da Casa Legislativa, conduziu importantes discussões nas comissões de Desenvolvimento Econômico; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças; de Saúde e de Indústria, Comércio e Serviços, além das comissões especiais da Reforma Tributária; do Marco do Saneamento Básico e do Fundo de Participação dos Municípios. Em 2024, o deputado feirense apresentou na Câmara Federal 31 projetos, participou de 86 votações no plenário e realizou 23 pronunciamentos. Na Câmara dos Deputados ele também preside a Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários e de Endemias, a Frente Parlamentar em Defesa do Despachante do Brasil e a Frente Parlamentar em Defesa dos Cartórios do Brasil; e está vice-presidente da Frente Parlamentar de Comércio e Serviços, da Frente Parlamentar do Empreendedorismo e membro da Frente Parlamentar dos Produtores de Leite; bem como 1º vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico; membro das Comissões de Desenvolvimento Econômico, de Finanças e Tributação, Viação e Transportes e de Saúde; e um dos coordenadores da Frente Parlamentar em Defesa dos Correios.
Ex-deputado estadual e forte liderança política da região, Targino Machado anuncia apoio à pré-candidatura de José Ronaldo a prefeito de Feira de Santana. O suspense acabou após o político e médico considerar que o ex-prefeito feirense é o mais bem preparado e que reúne melhores condições e projetos para comandar o destino da Princesa do Sertão pelos próximos 4 anos.
O líder político, que estava sendo cobiçado pelos três principais pré-candidatos a prefeito de Feira de Santana, anunciou a decisão após muitas reflexões e de ter realizada conversas com José Ronaldo, Pablo Roberto e José Neto. Ele confirmou a decisão em entrevista ao jornalista Augusto Ferreira, do site O Protagonista.
A decisão de Targino Machado impulsiona ainda mais a pré-candidatura de José Ronaldo, que reedita os antigos apoios políticos e da população feirense visando retornar ao comando do Governo de Feira de Santana para dar continuidade ao próximo de desenvolvimento e modernização do segundo maior município baiano.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira, 26, para criticar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que descriminalizou o porte de maconha para uso pessoal, afirmando que a legalização das drogas é prejudicial às famílias brasileiras e desmoraliza o trabalho das Forças de Segurança.
Bolsonaro enfatizou que não há nenhum país no mundo onde a legalização das drogas tenha melhorado os índices sociais, apontando, segundo ele, para um aumento do tráfico, maior poder aos criminosos e um aumento de lesões cerebrais incapacitantes aos indivíduos. Ele finalizou reiterando a importância do Poder responsável pela representação popular democrática.
Além de Bolsonaro, diversos parlamentares, incluindo deputados e senadores, também criticaram a decisão do STF. Eles argumentaram que o tribunal está legislando sobre um assunto que deveria ser de competência do Legislativo, destacando que a maconha continua sendo um produto proibido no Brasil e que a decisão favorecerá os traficantes, únicos detentores da droga.
Segundo Lula, “o problema é saber se precisa efetivamente cortar, ou se a gente precisa aumentar a arrecadação”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quarta-feira (26/6), ainda não saber se “precisa efetivamente cortar” gastos para equilibrar as contas públicas, mas já descartou a possibilidade de reduzir o salário mínimo para atingir esse objetivo.
“O problema não é que tem que cortar, o problema é saber se precisa efetivamente cortar, ou se a gente precisa aumentar a arrecadação. Temos que fazer essa discussão”, afirmou o presidente.
Perguntado, em entrevista ao site Uol, se existe chance de mexer no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e nas pensões do mínimo, o presidente negou veementemente.
“Não considero isso gasto, gente, pelo amor de Deus. A palavra ‘salário mínimo‘ é o mínimo e o ‘minimório’ que uma pessoa precisa para sobreviver. Se eu acho que eu vou resolver o problema da economia brasileira apertando o mínimo do mínimo, eu estou desgraçado, cara, eu não vou para o céu. Eu ficaria no purgatório”, declarou.
A valorização do salário mínimo anualmente, acima da inflação, é uma das bandeiras de campanha e do governo do petista.
“Nós queremos fazer política de inclusão social que permita que as pessoas tenham oportunidade de crescer. O que nós precisamos [ponderar] é o seguinte: o gasto está sendo bem feito? O dinheiro está sendo utilizado para alguma coisa que vai melhorar o futuro deste país? Eu acho que está”, afirmou.
Lula ainda falou de repartir as igualdades de condições. “Você acha que eu quero que empresário dê prejuízo? Eu não sou doido. Porque, se ele der prejuízo, eu vou perder meu emprego. Eu quero que o empresário tenha lucro”, disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu antecipar a sanção do projeto de lei que cria o programa automotivo “Mover” e reintroduz a taxação de compras online internacionais abaixo de US$ 50.
Originalmente prevista para o dia 2 de julho, a sanção ocorrerá na quinta-feira (27/6), aproveitando a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
Segundo informações do Metrópoles, fontes do governo federal indicam que Lula pode vetar alguns trechos do texto aprovado pelo Congresso Nacional relacionados ao “Mover”. No entanto, em relação à “taxação das blusinhas”, o presidente deve seguir o acordo firmado com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sancionando o texto aprovado pelos parlamentares.
O programa “Mover” tem como objetivo ampliar as exigências de sustentabilidade da frota automotiva e estimular a produção de novas tecnologias na área de mobilidade.
Substituindo o antigo “Rota 2030”, o programa também visa incentivar a descarbonização por meio da promoção de combustíveis alternativos.
O Instituto Nacional de Criminalística analisou os áudios do deputado federal André Janones (Avante-MG) e confirmou sua autenticidade. A Polícia Federal verificou elementos como padrões fonéticos, vícios de pronúncia e expressões recorrentes, resultando em uma correspondência quase total, o penúltimo grau em uma escala de -4 a +4.
Segundo o Estadão, Janones já havia confirmado a autenticidade dos áudios. O delegado Roberto Santos Costa vai concluir as investigações analisando a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Janones e seus assessores.
As suspeitas surgiram após a divulgação de gravações de fevereiro de 2019, onde Janones discutia a utilização de rachadinhas para pagar despesas de campanha à prefeitura de Ituiutaba em 2016. Vários assessores já prestaram depoimentos, e alguns negaram a devolução de salários, embora os áudios revelassem inconsistências nas versões apresentadas. Novas testemunhas serão ouvidas nas próximas semanas.
Defendendo-se das acusações, Janones alegou que não era deputado ao sugerir a prática e que sua proposta foi vetada por sua advogada, nunca sendo implementada. Ele afirmou que a sugestão era para que futuros assessores ganhassem salários maiores para cobrir dívidas de campanha de 2016.
O Conselho de Ética da Câmara arquivou a acusação contra Janones no dia 5 deste mês, com o relator Guilherme Boulos (PSOL-SP) argumentando que a sugestão foi feita antes do atual mandato de Janones. Doze deputados apoiaram o arquivamento, enquanto cinco votaram contra. Boulos destacou que não discutiu o mérito da acusação, mas considerou que a sugestão de rachadinha ocorreu fora do mandato atual de Janones, protegendo sua cadeira conquistada nas eleições de 2022.
Responsável pela pesquisa Numen Data Pesquisa e Consultoria LTDA, para prefeito de Feira, que deve ser divulgada nesta quinta (27), Lorena Maurícia Neris Silva, além de ter laços profissionais com o deputado Zé Neto, já esteve envolvida em polêmica em uma pesquisa para governador da Bahia, em 2022.
O Protagonista apurou que em 2022, segundo matéria da época do Jornal Correio, a Rádio Salvador FM contratou pesquisa de intenção de votos junto ao Instituto Opnus, para governador da Bahia, e a estatística responsável pelo levantamento dos dados era Lorena Maurícia Neris Silva, a ex-funcionária de Zé Neto. A empresa cearense recebeu a quantia de R$ 60 mil para realizar o trabalho.
O Correio alertou, na época, para os laços entre Lorena e Zé Neto, que foi nomeada para o gabinete do então deputado estadual em novembro de 2012, quando exerceu a função de secretária parlamentar. Vale lembrar que Zé Neto chegou a ocupar, na época, cargo de líder dos governos de Jaques Wagner e Rui Costa na Assembleia Legislativa (Alba).
Descobriu-se, também, que a pesquisa de 2022 foi encomendada por um veículo de imprensa que é comandado por Marcos Medrado, outro nome muito ligado ao ex-governador Rui Costa e à alta cúpula do PT.
O Instituto Opnus, segundo o Correio, já havia sido contratado pela Rádio Salvador FM para realizar outro levantamento. Nesse caso, os resultados foram contestados em função da metodologia que, segundo opositores ao grupo petista no estado, apresentava questionário enviesado para manipular os entrevistados. Situação semelhante à metodologia aplicada na pesquisa feita por telefone agora em Feira de Santana, em que o pesquisado é induzido a pensar que Zé Ronaldo é apoiado pelo ex-presidente Bolsonaro.
Em Feira de Santana a pesquisa, telefônica, é assinada pela Numen Data Pesquisa e Consultoria LTDA, tendo Lorena Maurícia Neris Silva como a estatística responsável. E traz, de cara, uma série de indícios de vício (REVEJA).
Coincidentemente ou por estratégia, a pesquisa da Numen deve ser divulgada alguns dias após a mais recente consulta popular da Séculos, que mostra Zé Ronaldo com ampla vantagem sobre o segundo colocado, Zé Neto. Inclusive com vitória ainda no primeiro turno para o ex-prefeito, confrme os votos válidos.
Portanto, Com previsão de ser divulgada na quinta-feira (27 de junho), a pesquisa já nasce cercada de suspeitas.
De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Não Aceito Corrupção, funcionários fantasmas e o esquema conhecido como “rachadinha” estão entre os atos de corrupção mais repudiados pelo eleitorado brasileiro. Os pesquisadores apresentaram 21 cenários diferentes de práticas que configuram crimes de corrupção, e os entrevistados atribuíram notas de 1 a 7 a cada cenário, indicando o grau de aceitabilidade.
Os resultados mostram que a contratação de funcionários fantasmas foi considerada a prática mais repudiada, com uma pontuação média de 1,2. Esse tipo de contratação configura o crime de peculato. Em segundo lugar, ficou a falsificação de documentos ou falsidade ideológica, com pontuação média de 1,3.
A “rachadinha”, também classificada como crime de peculato, ocupou o terceiro lugar, com pontuação média de 1,4. Por outro lado, o cenário considerado mais aceitável, com uma diferença de mais de dois pontos, foi o relaxamento de multas de trânsito em situações de emergência, com uma pontuação média de 5,2. Esse ato configura o crime de prevaricação.
A pesquisa entrevistou 2026 eleitores de diferentes regiões, classes sociais e gêneros, com idades entre 16 e 75 anos.
Além disso, a denúncia de rachadinha contra o deputado federal André Janones (Avante) gerou controvérsia. O Conselho de Ética da Casa arquivou a acusação em 5 de junho, mas a oposição ao governo Lula pretende recorrer e levar a análise do parecer para o plenário. O relator Guilherme Boulos (PSOL-SP) defendeu o arquivamento, alegando que o deputado foi gravado sugerindo o esquema antes de assumir o atual mandato.
Agora, caberá ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidir quando o recurso da oposição será pautado, em um rito inédito na Casa. Até o momento, não há indicação de que Lira abordará o assunto em breve.
Ministro afirmou ainda que acha ‘muito difícil’ o STF anular decisão que tornou Bolsonaro inelegível
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes reúne políticos em seu evento, que acontece em Portugal | Foto: Divulgação/STF
Em Portugal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta segunda-feira, 24, que “não há clima no Brasil” para tratar sobre uma possível anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro
Atualmente, vários projetos que pretendem anistiar os envolvidos no 8 de janeiro tramitam no Congresso. O decano da Corte disse não acreditar no avanço dessas propostas legislativas.
“Não acredito que haja clima no Brasil para um debate sobre anistia diante da gravidade dos fatos que ocorreram”, disse Mendes em entrevista à CNN Portugal. A rede também perguntou ao magistrado se existe um movimento no Brasil para, em última instância, oferecer anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Mendes afirmou que esse seja, talvez, “mais um movimento político que é natural”. “Nós estamos às vésperas de eleições municipais, e é natural que haja esse tipo de diálogo, vamos chamar assim, retórico e político”, afirmou.
Questionado sobre a possibilidade de o Supremo anular sua decisão que tornou Bolsonaro inelegível até 2030, Mendes disse que acha “muito difícil”.
“Vamos aguardar a deliberação do tribunal, mas tudo tende a manter a decisão que já foi tomada, essa tem sido a rotina em casos semelhantes”, respondeu.
Sobre o evento do ministro na Europa
Gilmar Mendes é um dos organizadores do fórum jurídico que receberá políticos e empresários em Lisboa, entre quarta-feira 26 e sexta-feira 28. O evento recebeu o apelido de de “Gilmarpalooza”, em referência ao festival musical Lollapalooza.
Pela primeira vez em três décadas, a Argentina alcançou uma taxa de inflação de zero no setor de alimentos e bebidas. Os dados, divulgados pela consultoria Econométrica, referem-se à terceira semana de junho e representam um marco significativo na luta contra a inflação galopante sob a administração do presidente Javier Milei.
O relatório da Econométrica revela que, na terceira semana de junho, a inflação em alimentos e bebidas foi de 0,0%. Em comparação, a segunda semana registrou um aumento de 0,1%, enquanto a primeira semana apresentou alta de 1,2%. Esses números indicam que a inflação nos últimos quinze dias foi de apenas 0,1%.
A inflação geral de junho está atualmente em 2,4%, com a medição da quarta semana ainda pendente. A estabilização dos preços nas últimas duas semanas (0,1% e 0,0%) reflete a efetividade das políticas econômicas implementadas pelo governo de Milei. Desde que assumiu o cargo, Milei realizou o maior ajuste fiscal da história da Argentina, eliminando o déficit fiscal e interrompendo a emissão de moeda.
O presidente Milei celebrou esse feito em suas redes sociais, destacando a importância de continuar trabalhando para consolidar esses avanços e garantir que os benefícios dessas políticas reflitam no bem-estar de todos os argentinos.
No acumulado do ano, os alimentos e bebidas tiveram uma alta de 65,6%, enquanto as bebidas alcoólicas e o tabaco encareceram 80% nos primeiros cinco meses, de acordo com dados oficiais do Indec. Em termos interanuais, em maio, os alimentos e bebidas registraram um aumento de preços de 289,4% a nível nacional, enquanto as bebidas alcoólicas e o tabaco apresentaram uma inflação de 266,3% em comparação com o mesmo mês do ano anterior.