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Senador acusa ministro de tortura e questiona decisão que manteve ex-presidente preso

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), depois da negativa do pedido de prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. A publicação é desta quinta-feira, 1º.

“Até quando Moraes terá procuração para praticar a tortura?”, indagou o senador. Ele acusa o ministro de emitir uma decisão “cheia de sarcasmo”, ao dizer que a saúde de Bolsonaro melhorou.

“O laudo médico é claro em apontar que ele precisa de cuidados permanentes que não podem ser garantidos numa prisão”, continuou Flávio. “Existe até o risco de AVC em função das complicações em sua saúde.”

Em seguida, o filho mais velho de Bolsonaro chama Moraes de “ser abjeto”. 

Flávio lembra que saúde de Bolsonaro piorou

Na publicação, Flávio também lembra que Bolsonaro já passou por diversas cirurgias depois que foi alvo de um atentado em 2018. “A saúde de Bolsonaro nunca mais foi a mesma depois da facada de um ex-militante do Psol, nas eleições de 2018”, completou.

Responsável por esfaquear Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), durante ato de campanha em 2018, Adélio Bispo é um ex-integrante do Psol. Ele permaneceu nos quadros de filiados do partido de esquerda durante sete anos.

Mais cedo, nesta quinta-feira, Alexandre de Moraes negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do ex-presidente. Segundo o ministro do STF, os advogados não apresentaram fatos novos em relação a um pedido anterior já analisado e rejeitado.

“Não houve agravamento da situação de saúde de Jair Messias Bolsonaro, mas sim, quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentido, depois da realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos”, argumenta Moraes.

Informações Revista Oeste


Valor parcial de 2025 já ultrapassa o dobro do ano anterior

lula gastos com publicidade em 2025
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue a repassar o dinheiro dos pagadores de impostos para veículos de comunicação | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva desembolsou mais de R$ 120 milhões em publicidade nas principais empresas de tecnologia em 2025, segundo dados do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal apurados pelo portal Poder360. O valor representa um aumento de 130% em relação a 2024, quando foram gastos cerca de R$ 50 milhões.

Os dados mostram que os gastos federais caíram em todos os meios quando comparados aos anos anteriores do terceiro mandato de Lula, exceto na internet. Alphabet e Meta concentraram a maior parte dos recursos: o buscador, proprietário do Google Ads e YouTube, recebeu R$ 55 milhões; o conglomerado de Mark Zuckerberg, dono de Facebook e Instagram, ficou com R$ 44 milhões. Juntas, as duas companhias responderam por quase 80% do total investido em anúncios digitais pelo Palácio do Planalto.

Ao longo do ano, o governo intensificou campanhas para divulgar políticas públicas e ações do Executivo, como a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Conteúdos sobre segurança pública foram responsáveis por cerca de R$ 1 milhão, metade desse valor depois da megaoperação policial no Rio de Janeiro, em outubro. Houve ainda mais de R$ 700 mil em conteúdos sobre a COP30, realizada em novembro, em Belém.

O aplicativo chinês Kwai foi a terceira plataforma que mais recebeu recursos, com R$ 15 milhões, seguido pelo conterrâneo TikTok, com R$ 9 milhões. Pinterest e LinkedIn receberam R$ 1 milhão cada.

Governo Lula ignora X em gastos de publicidade

A rede social X, de Elon Musk, não recebeu recursos de publicidade em 2025. Em anos anteriores, havia sido contemplada com R$ 15 milhões em 2019 e R$ 9 milhões em 2023. A mudança de rota ocorreu em meio a tensões entre o empresário e o governo brasileiro; a plataforma chegou a ser suspensa temporariamente no país por decisão do Supremo Tribunal Federal.

Em agosto de 2024, o ministro Alexandre de Moraes determinou a derrubada “imediata, completa e integral” do X em território nacional. A decisão foi válida até que todas as ordens judiciais relacionadas à plataforma fossem cumpridas pela empresa.

A suspensão foi determinada depois de o X não indicar, no prazo estipulado de 24 horas, um representante legal no Brasil. Em nota, a plataforma afirmou que não atenderia a “ordens ilegais para censurar opositores políticos” e disse que publicaria “todas as exigências ilegais e documentos judiciais” relacionados ao caso.

O bloqueio foi encerrado com nova decisão de Moraes, que autorizou o retorno das atividades do X no Brasil em outubro de 2024. A liberação ocorreu depois que a empresa comprovou a nomeação de um representante legal no país, o bloqueio de perfis que supostamente disseminavam informações falsas e o pagamento de R$ 28 milhões em multas.

Informações Revista Oeste


Ex-presidente passa por nova avaliação e deve deixar hospital

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A equipe médica responsável por Jair Bolsonaro confirmou que o ex-presidente deve receber alta hospitalar nesta quinta-feira, 1º. Os médicos Claudio Birolini e Brasil Caiado divulgaram a informação em coletiva na tarde desta quarta-feira, 31.

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Na manhã de hoje, Bolsonaro passou por exame de endoscopia que apontou estabilidade em seu estado de saúde, embora confirmando a presença de esofagite e gastrite. Desde a noite anterior, ele não apresentou novas crises de soluços, fator que contribuiu para a manutenção da previsão de alta.

Intervenções recentes e cuidados médicos a Bolsonaro

O ex-presidente realizou o terceiro procedimento cirúrgico para controlar os soluços nesta terça-feira, 30. O procedimento reforçou o bloqueio do nervo frênico esquerdo, após uma primeira cirurgia que anestesiou o nervo direito no sábado anterior. Durante a noite, houve um pico de pressão, mas a situação foi rapidamente estabilizada pela equipe médica.

Os profissionais devem chegar cedo ao hospital nesta quinta, 1º, para avaliar Bolsonaro antes da liberação. Após receber alta, ele continuará recebendo cuidados na prisão da Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena em regime fechado.

Resumo da internação do ex-presidente

Bolsonaro está internado desde a véspera de Natal para a realização de cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Durante a internação, o ex-presidente também precisou passar por três procedimentos adicionais para controlar os episódios constantes de soluços, sendo o mais recente realizado na tarde desta terça-feira, 30.

A equipe médica monitorou sinais vitais e ajustou o tratamento, incluindo o bloqueio dos nervos frênicos. A hospitalização permitiu acompanhar de perto a resposta do ex-presidente aos procedimentos e garantir que ele permanecesse estável antes de receber alta.

Depois da coletiva desta quarta-feira, 31, a equipe médica também divulgou uma nova nota à imprensa. Confira o texto na íntegra:

Brasília, 31 de dezembro de 2025 – O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro
permanece internado no Hospital DF Star, em cuidados pós-operatórios de
herniorrafia inguinal bilateral, por via convencional. Apresentou melhora dos
soluços. Foi realizada endoscopia digestiva alta, evidenciando persistência de
esofagite e gastrite. Segue em tratamento para doença do refluxo gastroesofágico,
em fisioterapia respiratória, terapia de CPAP noturno e medidas preventivas para
trombose. Tem previsão de alta hospitalar para o dia 01/01/2026.

Informações Revista Oeste


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, não autorizou que o sogro de Jair Bolsonaro (PL) visite o ex-presidente no hospital em que está internado em Brasília. O líder conservador passou por uma cirurgia para tratar hérnias bilaterais no último dia 25, além de outros procedimentos para tratar soluços ininterruptos.

Ao declinar o pedido da defesa de Bolsonaro, Moraes justificou regime excepcional de custódia no hospital. O ex-presidente cumpre, em regime fechado, pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele deixou a Superintendência da Polícia Federal para cuidar da saúde.

– [Está] submetido às normas próprias do ambiente hospitalar e às orientações médicas. Dessa forma, diante das circunstâncias excepcionais da internação hospitalar, da necessidade de garantir a segurança e a disciplina, indefiro o pedido formulado – disse o magistrado na decisão.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Andre Borges


O jornal britânico The Economist publicou um editorial, nesta terça-feira (30), afirmando que o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva (PT) não deveria tentar a reeleição no pleito de 2026. Para o veículo, uma questão é a idade do petista, que tem 80 anos de idade.

– Lula tem 80 anos. Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso servindo mais quatro anos no cargo máximo. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo – diz um trecho.

O periódico faz uma comparação do líder do Executivo brasileiro com o ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, que aos 81 anos desistiu de concorrer ao segundo mandato como presidente do país norte-americano após sua idade e sua capacidade cognitiva passarem a ser questionadas.

– Lula tem apenas um ano a menos do que Joe Biden tinha no ponto equivalente do ciclo eleitoral de 2024 nos Estados Unidos — que terminou de forma desastrosa. Ele parece estar em condição muito melhor do que Biden estava, mas já teve problemas de saúde – continua o editorial.

Para o jornal, se Lula saísse da corrida pelo Palácio do Planalto a eleição seria uma “disputa adequada em busca de um novo campeão da centro-esquerda”. O veículo aproveitou para criticar as políticas econômicas do atual governo, chamando elas de medíocre.

*Pleno.News
Foto: PR/Ricardo Stuckert


Presidente está em hospital particular e realizou três procedimentos cirúrgicos

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber visitas do sogro no hospital em que está internado em Brasília.

Bolsonaro está em um hospital particular da capital, onde se recupera de uma cirurgia para correção de hérnias e de procedimentos para tratar um quadro de soluços. O ex-presidente está preso desde o dia 22 de novembro, na sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Após exames realizados pela Polícia Federal, Moraes autorizou que o político deixasse a unidade para realizar os procedimentos cirúrgicos.

Com informações da BandNews.


A desembargadora federal Mônica Sifuentes, do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), revogou a liminar da 8ª Vara Federal Cível de Minas Gerais que havia suspendido os benefícios concedidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo cargo que ele ocupou na Presidência.

A determinação, tomada em caráter de tutela recursal, restaurou, portanto, o direito do ex-chefe do Executivo a ter seguranças, servidores, veículos oficiais e assessores, mesmo enquanto estiver cumprindo pena por tentativa de golpe de Estado, até que o caso seja analisado pela Corte.

Para Sifuentes, houve suspensão “abrupta e integral de todo o aparato” do ex-presidente, descrito por ela como “pessoa idosa e com histórico de problemas de saúde, em situação de acentuada vulnerabilidade”. Ela observou que desmobilizar uma equipe que já o assessora há anos leva a uma “descontinuidade”, algo difícil de recompor, ainda que a decisão seja revertida no final.

Também pontuou que manter o apoio pessoal ao ex-presidente não caracteriza um “ônus desproporcional ao erário” diante do risco de “dano irreparável à dignidade e ao bem-estar de um ex-dignatário da República”.

Como mostrou o Pleno.News, a Justiça Federal havia suspendido, no último dia 9 de dezembro, todos os benefícios de ex-presidente, em resposta a uma ação do vereador Pedro Rousseff (PT-MG), que pediu o fim do uso de servidores, carros oficiais e motoristas pagos pela União.

O parlamentar, que é sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), afirmou que não havia motivo para manter o aparato. Segundo ele, Bolsonaro cumpre pena em regime fechado e não pode exercer funções públicas.

Vale lembrar, contudo, que à época em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, seus benefícios foram mantidos. O desembargador federal André Nabarrete, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), considerou que tratavam-se de direitos e prerrogativas, não de benesses.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Andre Borges


Ex-presidente passa por bloqueio do nervo frênico para tratar crises de soluço persistentes

Michelle está acompanhando Jair Bolsonaro durante sua internação I Foto: Divulgação/Palácio do Planalto
Michelle está acompanhando Jair Bolsonaro durante sua internação I Foto: Divulgação/Palácio do Planalto

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) informou, por meio de suas redes sociais, que a cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro já foi concluída. “Procedimento finalizado”, escreveu. “Graças a Deus, agora aguardamos ele subir para o quarto.”

Bolsonaro foi operado no hospital DF Star, em Brasília, em continuidade ao tratamento para conter crises persistentes de soluço. A intervenção consistiu em um bloqueio anestésico do nervo frênico no lado esquerdo. No sábado 27, ele passou pelo mesmo procedimento no lado direito.

Informações Revista Oeste


Um laudo apresentado pelos advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes indicou que ele parou de respirar 514 vezes em apenas uma noite na prisão. Ainda segundo o documento, o ex-chefe do Executivo teve 470 apneias do sono que se estenderam entre dez e 25 segundos. As informações foram reportadas pela revista Veja.

A apneia do sono é um distúrbio em que a respiração para por alguns segundos, repetidas vezes ao longo da noite, geralmente sem que a pessoa perceba. Essas pausas reduzem o nível de oxigênio no sangue e levam o cérebro a “acordar”brevemente para retomar a respiração, comprometendo a qualidade do sono. Caso não seja tratada, corre-se o risco de o organismo sofrer com hipertensão e doenças cardíacas, AVC, diabetes, arritimias e acidentes por sonolência diurna.

Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde passou por cirurgia para remover uma hérnia inguinal bilateral, e realiza procedimentos para amenizar suas crises de soluço. Ainda não há previsão de retorno para a Superintendência da Polícia Federal (PF), onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Andre Borges


Lula sanciona lei que corta isenções fiscais e aumenta impostos sobre bets e fintechs

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta sexta-feira (26) o projeto de lei que reduz isenções tributárias federais e eleva a taxação sobre casas de apostas online, conhecidas como bets, e sobre fintechs, empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros semelhantes aos dos bancos.

Apesar da sanção, Lula vetou o dispositivo que permitiria a revalidação de emendas parlamentares não executadas entre 2019 e 2023. O montante bloqueado com o veto soma, no mínimo, R$ 1,9 bilhão.

Em justificativa, o presidente citou decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os efeitos do trecho incluído pelo Congresso. De acordo com o governo, a medida poderia gerar insegurança jurídica quanto à execução dos pagamentos.

O dispositivo vetado foi acrescentado ao texto pelos parlamentares sem relação direta com o objetivo principal do projeto, prática conhecida no Legislativo como “jabuti”, quando temas estranhos à proposta original são incluídos para tentar viabilizar sua aprovação.

O veto presidencial ainda será analisado por deputados e senadores em sessão conjunta do Congresso Nacional, após o recesso parlamentar, que se estende até fevereiro de 2026.

Informações Metro1

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