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Sessão foi interrompida na manhã desta quinta-feira, 26; briga generalizada ocorreu depois da aprovação da quebra de sigilos de Lulinha, filho de Lula

CPMI

A sessão da CPMI do INSS foi interrompida depois de o deputado petista Rogério Correia (MG) partir para cima do presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), na manhã desta quinta-feira, 26.

A briga generalizada ocorreu logo depois da aprovação da quebra de sigilos de Lulinha, filho do presidente Lula.

Em meio à discussão acalorada, que perdurou mesmo depois da interrupção da transmissão da sessão, o chefe de gabinete do petista tentou entrar na área reservada a parlamentares e assessores no plenário. 

Com a determinação do chefe das comissões da Depol de não permitir a entrada de novas pessoas na área, o chefe de gabinete insistiu para entrar e “acalmar” o deputado que estava “claramente alterado”.

Informações Revista Oeste


Casal recebeu presentes do país árabe

Ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

A Receita Federal apresentou um pedido de custódia das joias sauditas dadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e apreendidas pela Polícia Federal, para iniciar o procedimento fiscal de perdimento dos bens. O pedido da Receita foi feito à Polícia Federal (PF) no âmbito do inquérito que investiga Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Em 2023, o governo de Bolsonaro tentou trazer para o Brasil presentes do regime da Arábia Saudita para o então presidente e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Os itens foram apreendidos no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

À época, Michelle disse que “não estava sabendo” que tinha “tudo isso”, referindo-se às joias.

– Quer dizer que, eu tenho tudo issp e não estava sabendo? Meu Deus! Vocês vão longe mesmo hein?! Estou rindo da falta de cabimento dessa imprensa vexatória – publicou Michelle, no Instagram, em março daquele ano.

Jair Bolsonaro disse à CNN Brasil que não tinha conhecimento dos presentes e dos valores, mas que as joias iam para o acervo da presidência. Ele também negou que tenha cometido alguma ilegalidade.

Em julho de 2024, a Polícia Federal indiciou Jair Bolsonaro por peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A Operação Lucas 2:22 reconstituiu um suposto esquema organizado para desviar presentes de alto valor para serem posteriormente vendidos no exterior. Outros dez investigados também foram indiciados.

*AE


A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (25) indica um cenário de forte polarização em simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, com empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ambos aparecem empatados pela primeira vez nas simulações do instituto.

No principal confronto testado, Flávio aparece com 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,2%, configurando empate dentro da margem de erro. Em relação ao levantamento anterior, o petista recuou três pontos percentuais, enquanto o senador subiu 1,4 ponto.

A pesquisa também testou Lula contra outros nomes da direita e do centro-direita. Contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, o petista registra 47,3%, ante 45,4% do adversário. Em disputa com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula tem 47,5%, enquanto ela soma 44,7%.

Em cenário contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 46%, frente a 41,7% do mineiro. Já contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o presidente marca 45,7%, ante 37,6% do goiano.

Contra o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), Lula tem 45,5%, enquanto o paranaense registra 39%. Em disputa com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), o petista soma 45,2%, ante 24,5% do tucano.

Lula, porém, aparece numericamente atrás contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nesse confronto, Tarcísio registra 47,1%, enquanto o presidente tem 45,9%. O levantamento mostra ainda que Lula é rejeitado por 48,2% dos eleitores. Flávio Bolsonaro tem rejeição de 46,4%, e Jair Bolsonaro, de 44,2%.

Questionados sobre qual resultado eleitoral geraria mais temor, 47,5% dos entrevistados afirmaram que a reeleição de Lula causaria mais medo do que a vitória de Flávio Bolsonaro. Outros 44,9% disseram que a vitória do senador seria mais preocupante do que a permanência do petista no Palácio do Planalto. Para 7,1%, ambos os desfechos geram preocupação equivalente.

A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos por meio de recrutamento digital aleatório entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07600/2026.

*AE
: Andressa Anholete/Agência Senado // Ricardo Stuckert/PR


Entre os novos bens taxados pelo governo, estão smartphones, bens de capital, equipamentos de informática e telecomunicações

Fachada do Congresso Nacional, a sede das duas Casas do Poder Legislativo brasileiro, em alusão à nota do PL da Dosimetria | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Fachada do Congresso Nacional, a sede das duas Casas do Poder Legislativo brasileiro | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Gustavo Gayer (PL-GO), Junio Amaral (PL-MG), Marcel van Hattem (Novo-RS), Luiz Lima (Novo-RJ), Gilson Marques (Novo-SC), Adriana Ventura (Novo-SP), Ricardo Salles (Novo-SP), Evair Vieira de Melo (PP-ES), Delegado Palumbo (MDB-SP) apresentaram sete projetos para sustar os efeitos da Resolução Gecex nº 852, que elevou o Imposto de Importação de cerca de mil produtos. 

Entre os novos bens taxados, estão smartphones, bens de capital, equipamentos de informática e telecomunicações.

“O Congresso Nacional não pode se omitir diante de um ato infralegal que amplia significativamente a tributação e produz impactos econômicos relevantes sem o devido debate legislativo”, traz o projeto do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

O parlamentar explicou que a elevação tarifária compromete a produtividade, desestimula a inovação e reduz a inserção do país nas cadeias globais de valor. Além disso, deve gerar efeitos inflacionários indiretos ao encarecer bens de consumo e equipamentos utilizados na produção. 

Na rede social X, Nikolas escreveu que “o governo decidiu aumentar o imposto de quase mil produtos enquanto o brasileiro luta para pagar a conta no fim do mês”. 

“Qual o resultado óbvio disso?”, questionou. “Aumento no valor dos produtos que você consome. Por isso, já apresentei um Projeto de Decreto Legislativo para sustar essa resolução. Se querem debater aumento de imposto, que façam às claras, no Parlamento, e não por canetada.” 

Governo sobe imposto de importação de mil produtos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que esteve em São Paulo para falar sobre precatórios | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O governo brasileiro aumentou, no início deste mês, a alíquota do imposto de importação incidente sobre mais de mil itens estrangeiros, incluindo smartphones, bens de capital e equipamentos de informática. A medida elevou a taxação dessas compras em até 7,2 pontos percentuais, atingindo diretamente máquinas essenciais para a produção industrial e dispositivos de telecomunicação. 

Enquanto o Ministério da Fazenda defende a iniciativa para preservar a soberania tecnológica do país, o setor de importação critica o impacto imediato na competitividade das empresas e o efeito inflacionário para o consumidor final.

Em nota técnica, a Fazenda informou que as importações de bens de capital e informática acumularam crescimento de 33,4% desde 2022. O governo argumenta que a presença de produtos estrangeiros no consumo nacional ultrapassou os 45% em dezembro passado, nível que, segundo o ministério, ameaça colapsar elos da cadeia produtiva brasileira e provocar uma regressão tecnológica de difícil reversão.

Informações Revista Oeste


Presidente da Câmara afirma que proposta, anteriormente aprovada pelos deputados e modificada pelo Senado, retorna à Casa com ajustes negociados entre governo, Derrite e Ministério da Justiça

Motta
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), em coletiva de imprensa, em Brasília | Foto: Sarah Peres/Revista Oeste

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o texto do Projeto de Lei (PL) Antifacção, que deve ser votado no plenário nesta terça-feira, 24, é resultado de um acordo técnico entre o governo federal, o deputado-relator Guilherme Derrite (PP-SP) e parlamentares depois das alterações feitas pelo Senado.

“O acordo se dá quando há atendimento de pleitos”, afirmou Motta. “Foi isso que o governo trouxe, por meio do ministro da Justiça [Wellington César Lima e Silva], e o relator está acolhendo essas mudanças. Por isso o acordo foi estabelecido.”

A proposta já havia sido aprovada pela Câmara no ano passado, mas retornou para nova análise com modificações feitas pelo relator do PL Antifacção no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE) — procedimento padrão no processo legislativo quando há mudanças no mérito do texto.

O presidente da Câmara ressaltou que, depois tramitação nas duas Casas, não há espaço para inclusão de novos pontos, apenas ajustes entre os textos aprovados.

“O texto, levando em consideração o que foi aprovado no Senado, tem margem de manobra menor”, explicou Motta. “Não se pode trazer novidades, mas sim adequações entre o que foi aprovado na Câmara e no Senado.”

Guilherme Derrite, relator do PL Antifacção na Câmara | Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), relator do PL Antifacção na Câmara | Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

De acordo com ele, as alterações foram discutidas tecnicamente com Derrite, a equipe do Ministério da Justiça e a Secretaria-Geral da mesa diretora da Câmara. A intenção, segundo Motta, é “garantir que as mudanças estivessem dentro do regimento e atendessem politicamente ao que foi trazido pelo governo”.

PL Antifacção visa a combater avanço do crime organizado

Motta também destacou que o projeto busca consolidar uma resposta institucional ao avanço do crime organizado no país.

“O que defendemos desde o início foi uma condução eminentemente técnica de um tema que é prioridade para a sociedade brasileira”, disse Motta. “Depois de uma longa discussão na Câmara e no Senado, foi possível chegar a um entendimento com a equipe técnica do governo. Isso permite que o projeto seja votado sem as amplas divergências que tivemos anteriormente.”

O presidente da Câmara classificou o projeto como um “esforço do governo e do relator para colocar a segurança pública e o enfrentamento às facções criminosas como uma questão de Estado, e não de um lado ou de outro da política”.

Motta ainda destacou que o projeto prevê endurecimento de penas e atualização do marco legal, “para que possamos ter uma lei que funcione e permita o avanço no combate ao crime organizado”.

Informações Revista Oeste


Subprocurador-geral Lucas Furtado pede investigação sobre conflito de interesses

Margareth Menezes é a ministra da Cultura. A pasta é responsável pela Lei Rouanet | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Margareth Menezes é a ministra da Cultura. A pasta é responsável pela Lei Rouanet | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O subprocurador-geral Lucas Furtado solicitou nesta segunda-feira, 23, que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue um suposto conflito de interesses que envolve a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Segundo o portal Metrópoles, o representante do Ministério Público (MP)classificou como um “escândalo de proporções significativas” o pagamento de um cachê de R$ 290 mil à ministra por uma empresa que obteve autorização para captar recursos via Lei Rouanet.

A cantora comandou o bloco Os Mascarados, da Pau Viola Cultura e Entretenimento, no circuito Barra–Ondina, em Salvador, no dia 12 de fevereiro. Segundo o site, o valor recebido incluiu custos com músicos, produção e figurino. Furtado sustenta que a relação compromete a transparência da pasta, uma vez que a empresa contratante possui interesses diretos no Ministério da Cultura.

Suspeita de favorecimento

A representação enviada ao TCU destaca que, durante a gestão de Margareth Menezes, o Ministério da Cultura aprovou oito projetos da Pau Viola para financiamento via Lei Rouanet, contra apenas dois registrados anteriormente. O subprocurador requer a análise dos contratos e dos trâmites de autorização para verificar se houve tratamento privilegiado, com base na Lei de Conflito de Interesses.

Furtado argumenta que permitir pagamentos de empresas com interesses em decisões de agentes públicos torna a legislação “letra morta”. Caso o tribunal encontre irregularidades, o Ministério Público pede a responsabilização dos envolvidos. Das oito propostas autorizadas na atual gestão, uma recebeu aporte de R$ 1 milhão em abril de 2024 para a realização do Festival de Lençóis, na Chapada Diamantina.

Margareth Menezes nega irregularidades

Ao Metrópoles, a empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento negou qualquer ilegalidade e esclareceu que a aprovação na Lei Rouanet representa apenas uma autorização para buscar patrocínio privado, sem repasse direto de verba pública. A nota afirma que o aumento no número de projetos autorizados decorre da normalização do fluxo de análise técnica, que teria sofrido redução significativa no governo anterior.

O Ministério da Cultura e a equipe artística de Margareth Menezes também se manifestaram, ao afirmar que não existem impedimentos para a realização dos shows. Segundo a pasta, o fluxo de análise técnica das propostas de captação foi apenas regularizado em comparação à gestão passada. O TCU agora deve avaliar a representação para decidir se abre um processo formal de auditoria sobre os pagamentos e as autorizações concedidas.

Informações Revista Oeste


Ministro fixou prazo de 30 dias para corporação policial apresentar conclusão da investigação sobre corrupção no Tribunal Superior de Justiça

Zanin anistia
Ministro do STF Cristiano Zanin, relator do processo de venda de sentenças no STJ I Foto: Carlos Moura/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Cristiano Zanin mandou a Polícia Federal (PF) entregar um relatório final sobre a venda de sentenças envolvendo gabinetes de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em até 30 dias. 

A determinação busca acelerar a conclusão da chamada Operação Sisamnes, que apura a suposta negociação de decisões judiciais em troca de benefícios.

O principal investigado, Andreson Gonçalves, um lobista detido na primeira etapa da operação em novembro de 2024, passou três meses em prisão domiciliar antes de retornar à prisão preventiva depois de nova ação da PF. 

Os advogados do lobista sustentam que ele sofre consequências mais graves, já que permanece preso desde 26 de novembro de 2024, enquanto a apuração não é concluída.

Na decisão que fixou o prazo para a PF, Zanin disse que a finalidade do “relatório conclusivo ou circunstanciado” a ser apresentado é “que se colha manifestação explícita sobre eventual interesse nas investigações, especialmente no que se refere ao delineamento de hipóteses investigativas envolvendo Andreson de Oliveira Gonçalves”. “Deverá a autoridade policial se manifestar sobre a indispensabilidade, se for o caso, da manutenção da custódia preventiva.”

Críticas da defesa do lobista

De acordo com a defesa, “lamentavelmente, a Polícia Federal não apresentou, no prazo estipulado, o relatório final das investigações, sendo o ora defendente (Andreson) quem suporta, de forma mais gravosa, as consequências dessa omissão, por ser o único investigado que se encontra preso desde 26 de novembro de 2024”. A petição é assinada por Eugênio Pacelli de Oliveira e Luís Henrique César Prata, informou o Estadão.

A Operação Sisamnes começou depois de diálogos encontrados no celular do advogado Roberto Zampieri, apreendido em novembro de 2024. As mensagens apontam o lobista como intermediário de negociações para compra de decisões no STJ e em outros tribunais. Ele ainda teria repassado minutas antecipadas de sentenças e alegado influência junto a ministros.

STJ fachada
STJ está com duas cadeiras vagas | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Relatório parcial aponta novos rumos

No relatório parcial divulgado em outubro de 2025, a Polícia Federal detalhou a existência de um esquema de venda de sentenças em diferentes gabinetes e sugeriu ampliar as investigações sobre ao menos uma filha de ministro do STJ. O documento reforçou a necessidade de aprofundar a apuração sobre o envolvimento de outros possíveis beneficiários.

Informações Revista Oeste


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) foram escolhidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa do Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano.

No último sábado (21), o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS), que visitou Bolsonaro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, em Brasília, já havia apontado que Michelle e Bia seriam os nomes apoiados pelos aliados do político conservador.

De acordo com a coluna Grande Angular, do Metrópoles, que na segunda-feira (23) destacou a escolha dos nomes indicados por Bolsonaro, Michelle e Kicis devem apoiar Celina Leão (PP) como candidata a governadora do Distrito Federal.

*Pleno.News
Fotos: EFE/Andre Borges e Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados


A atuação conjunta entre o Governo Federal, o Governo da Bahia e a Prefeitura de Feira de Santana foi reforçada nesta segunda-feira (23) com a assinatura da ordem de serviço para a construção do Centro Comunitário pela Vida (Convive), no bairro Alto do Papagaio. O equipamento contará com investimento superior a R$ 18 milhões e faz parte do programa estadual Bahia Pela Paz, voltado à prevenção da violência.

A agenda foi conduzida pelo governador em exercício, Geraldo Júnior, e pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, com a presença do senador Jaques Wagner e do prefeito José Ronaldo de Carvalho.

O Convive é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública dentro do Novo PAC. A unidade será construída em uma área de cerca de 10 mil metros quadrados, na Rua Eurápolis, onde funcionava a antiga Emater-BA. O espaço vai oferecer atividades esportivas e culturais, cursos de qualificação, ações de cidadania, serviços de assistência social e atendimento a vítimas de violência.

Durante o evento, as autoridades destacaram que o equipamento terá foco na inclusão social e na proteção da juventude. O ministro Rui Costa também ressaltou a parceria entre os três níveis de governo e anunciou que a ordem de serviço para a construção de uma policlínica no município deve ser assinada em até 30 dias.

Além do Convive, foram citados outros investimentos previstos para a cidade, como creche, unidade básica de saúde e a futura licitação da policlínica.

Como contrapartida, a Prefeitura informou que está investindo cerca de R$ 6,5 milhões em obras de drenagem na região do Papagaio, medida que também deve reduzir alagamentos. Na ocasião, também foi autorizada a urbanização da Lagoa do Chico Maia.

Segundo a gestão municipal, o Convive vai atender moradores de toda a região e ampliar a oferta de espaços de esporte, lazer e serviços sociais.


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento da investigação que envolvia o ministro Dias Toffoli no âmbito de uma possível suspeição no chamado caso Master. A decisão foi tomada neste sábado (21) e é definitiva, ou seja, sem possibilidade de recurso.

Fachin era relator da Arguição de Suspeição (AS 244) que tinha sido aberta contra Toffoli após o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, ter apresentado ao presidente do STF apontamentos sobre possíveis ligações do ex-relator do caso do Banco Master com o grupo empresarial investigado por fraude bilionária no sistema financeiro.

Antes do arquivamento ser oficialmente decretado, Toffoli já havia deixado a relatoria do caso Master em meio à repercussão das informações encaminhadas pela PF a Fachin. O novo relator sorteado para as investigações sobre o banco foi o ministro André Mendonça.

A deliberação do presidente da Corte ocorre dias após um entendimento firmado entre os ministros do Supremo em uma reunião realizada na véspera do feriado de Carnaval. Em nota pública, divulgada na ocasião, o STF informou que os magistrados entenderam que o caso de Toffoli não era de cabimento da arguição de suspeição e reconheceram a validade dos atos praticados por ele enquanto relator da apuração.

*Pleno.News
Fotos: Carlos Moura/SCO/STF

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