O candidato a prefeito da coligação Pra Fazer o Futuro Acontecer, Zé Neto, e o candidato a vice-prefeito Sandro Nazireu deram início neste domingo (8), em Jaguara e Bonfim de Feira, à Caravana da Mudança pelos distritos de Feira de Santana.
Na ocasião, eles anunciaram que em sua gestão, tanto essas localidades quanto todos os outros distritos terão unidades de saúde completas, com Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e suporte de ambulâncias.
O ponto de partida da Caravana foi no Comitê Central, na Avenida Getúlio Vargas, onde percorreram um trajeto de mais de 150 km entre os dois distritos, passando pelos Povoados de Barra, Sete Portas e Rio do Peixe, em Jaguara, bem como na sede dos dois distritos.
O ato contou com as presenças da professora e primeira-dama do Estado, Tatiana Veloso, do deputado estadual Robinson Almeida, do coordenador da campanha, Felipe Freitas, de candidatos(as) a vereadores(as), apoiadores e lideranças políticas.
“Vamos implantar em cada distrito de Feira uma UPA referência, onde os moradores da nossa zona rural terão o devido cuidado que merecem na saúde. Será um atendimento humanizado completo, com suporte de ambulâncias 24 horas sem a necessidade de terem que se deslocar para a sede“, explicou Zé Neto.
Expofeira – Durante o fim de semana, Zé Neto também visitou a 45ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira), no Parque de Exposição João Martins da Silva.
A exposição, que contou com oito dias de evento, foi considerada pelo candidato a prefeito como um “importante evento da agricultura familiar e do agronegócio em Feira, o que dá a dimensão do quanto precisamos investir no desenvolvimento rural em nossa cidade, e retomar o brilho e a imponência que a Expofeira já teve nos anos 1990-2000”.
Ainda, como completou Zé Neto, “este é um lugar que vamos investir para Feira voltar a ter grandes eventos, especialmente pelo o quanto essa Exposição mostra de potencial que nossa cidade tem para o desenvolvimento de negócios, da economia e do entretenimento para população”.
Jornalista do The Wall Street Journal falou sobre a anulação da condenação de Lula e o bloqueio do Twitter/X no Brasil
Alexandre de Moraes e Lula durante evento no Dia do Soldado | Foto: Ton Molina/Foto Arena/Estadão Conteúdo
Em artigo publicado na edição de domingo 8 do The Wall Street Journal, a colunista Mary Anastasia O’Grady, especialista em questões políticas do continente americano, afirmou que o ministro Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal (STF) estão envolvidos em política até o pescoço.
Ela criticou duramente as recentes e contundentes investidas de Moraes — e do STF — contra a liberdade de expressão, mandando bloquear o Twitter/X no Brasil e prendendo pessoas por fazerem “discurso de ódio” nas redes sociais, e afirmou que Elon Musk, ao se recusar a cumprir ordens ilegais que violam a liberdade de expressão prevista na Constituição do Brasil, deixou “Moraes irritado”.
“Se a liberdade de expressão é uma medida de uma democracia liberal moderna, o Brasil está em apuros. A repressão à expressão e a negação do devido processo para aqueles que contradizem a versão da verdade do Estado remontam a 2020. Agora está piorando”, começa O’Grady.
Segundo a jornalista, Moraes entende que seu trabalho como juiz é amordaçar quem faça qualquer crítica contra o Judiciário. “O juiz De Moraes não tem nada contra X per se. Sua briga é com influenciadores de mídia social cujo uso de irreverência e escárnio como armas retóricas contra o establishmentgovernante os torna populares no lado direito da política brasileira. (…) Mas o juiz De Moraes chama esses não conformistas de fornecedores de desinformação e uma ameaça à democracia. Ele considera que é seu trabalho amordaçá-los.”
Atuação política de Moraes e do STF a favor de Lula
Dez dos 11 ministros do STF recebem Lula na sede da Corte, em Brasília, para uma conversa que durou 50 minutos depois das eleições de 2022 – 9/11/2022 | Foto: Divulgação
Mas a colunista lembra que o problema é mais antigo e começou com a decisão do STF de invalidar as condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passando pela perseguição a quem criticou a decisão da Corte, pela dúvida sobre o resultado da eleição e pela impossibilidade de se aferir o resultado.
Para Mary O’Grady tentar reverter o problema no Brasil passa primeiro por reconhecer o problema, que é a atuação política do STF. “Por mais de quatro anos, a Suprema Corte, liderada pelo juiz De Moraes e outros que compartilham sua sede de poder, tem se envolvido até o pescoço na política.”
Ao afirmar que Lula e seu partido estavam “no centro do maior escândalo de corrupção da história da América Latina — para o qual há uma tonelada de provas”, o STF, mesmo assim, “em 2021, oSupremo Tribunal Federal anulou a condenação de Lula por uma questão técnica, argumentando que ele foi julgado na jurisdição errada. Como o prazo de prescrição havia expirado, Lula saiu livre. Mas ele nunca foi exonerado”.
O resultado disso foi a raiva de boa parte da população expressada nas redes sociais, mas duramente reprimida por Moraes e pelo STF, que ficaram “ofendidos” com as críticas, relata O’Grady. Essa repressão se estendeu pelo processo eleitoral de 2022.
“Metade do país ficou furiosa, extravasando sua raiva nas redes sociais. Milhões de brasileiros passaram a se referir ao ex-presidente como um ladrão. O juiz De Moraes e seus colegas do Tribunal Superior, considerando-se acima da briga plebeia e irrepreensíveis, ficaram ofendidos com os discursos públicos contra eles. Durante a campanha presidencial de 2022, quando o juiz De Moraes também era presidente do Tribunal Eleitoral de sete membros, ele novamente se envolveu em censura para proteger Lula, que estava concorrendo a um terceiro mandato não consecutivo. Entre outras proibições ao ‘discurso de ódio’, era proibido dizer que Lula nunca foi inocentado no caso de suborno”, sustenta O’Grady.
A jornalista afirma que era impossível auditar o resultado da votação, em razão da rejeição da lei que previa o voto impresso, invalidada pelo tribunal.
“Quando o Tribunal Eleitoral anunciou que Lula havia vencido a eleição por uma margem estreita, alguns apoiadores de seu rival, o presidente Jair Bolsonaro, duvidaram dos resultados. Mas uma auditoria era impossível, porque o Tribunal Superior havia derrubado uma lei que forneceria um rastro de papel para verificar os resultados eletrônicos. Cidadãos frustrados e sem recurso apareceram em Brasília, onde o caos eclodiu em 8 de janeiro de 2022”, escreve a jornalista do WSJ.
A colunista finaliza o artigo ao afirmar que a conduta de Moraes e do STF está minando a confiança nas instituições brasileiras. “Mais repressão à fala, como banir o X, não ajudará. Em vez disso, pode-se esperar que leve a democracia brasileira ainda mais para o buraco”, conclui O’Grady.
Na manhã deste domingo (8), o candidato a prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), viveu momentos de muita emoção durante grande carreata de sua campanha, marcada por forte apoio popular. O evento contou com a participação do candidato a vice, Pablo Roberto (PSDB), candidatos a vereador e outras lideranças políticas.
O trajeto teve início na Avenida Getúlio Vargas e seguiu pelas principais vias da cidade em direção à Cidade Nova, cortando a Avenida João Durval, passando por bairros como Queimadinha, Parque Ipê, Campo Limpo, George Américo, Sítio Novo, Jardim Cruzeiro, Rua Nova e Tanque da Nação.
Com expressiva adesão de apoiadores, a carreata se transformou em um verdadeiro desfile de solidariedade e confiança. “A receptividade que tivemos em cada bairro é uma demonstração clara do carinho e da aprovação do povo de Feira de Santana ao nosso trabalho”, destacou José Ronaldo, visivelmente emocionado.
O ex-prefeito reafirmou seu compromisso em continuar promovendo o progresso da cidade. “Temos mais experiência e projetos concretos que vão garantir o desenvolvimento de Feira de Santana. Estou preparado para voltar à prefeitura com mais determinação ainda”, disse.
As obras realizadas durante suas gestões anteriores serviram de base para o fortalecimento da imagem do candidato, cujas marcas estão espalhadas por toda a cidade. Em cada esquina por onde a carreata passava, era possível sentir a confiança da população na capacidade de José Ronaldo de conduzir o município a novos avanços.
De acordo com o senador Eduardo Girão (Novo-CE), o presidente Rodrigo Pacheco vai receber documento em mãos, às 16 horas
O ministro do STF Alexandre de Moraes foi alvo de críticas populares em atos de 7 de Setembro | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Parlamentares da oposição vão apresentar um novo pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, na próxima segunda-feira, 9, às 16h. A formalização da medida ocorrerá no Senado.
De acordo com publicação do senador Eduardo Girão (Novo-CE), o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), vai receber o documento em mãos, em reunião marcada às 16 horas.
Além de Girão, os deputados federais Coronel Meira (PL-PE), Gustavo Gayer (PL-GO) e Bia Kicis (PL-DF) são os principais líderes da iniciativa. No total, eles reúnem apoio de aproximadamente 150 congressistas, que acusam Moraes de abuso de poder e violação de direitos constitucionais.
O principal argumento do grupo é que as decisões do ministro ameaçam a Constituição Federal e interferem indevidamente nos outros Poderes.
Impeachment de Moraes depende do Senado
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, e o ministro do STF Alexandre de Moraes | Foto: Divulgação/Marcos Oliveira/Agência Senado
O processo de impeachment de um ministro do STF tem início no Senado, por isso, depende de Pacheco, que deve pautá-lo.
“Nossa Constituição tem sido desrespeitada em diversas ocasiões por decisões do ministro Alexandre de Moraes”, disse Meira. “Precisamos preservar os direitos individuais e as garantias fundamentais dos cidadãos, assegurando o Estado Democrático de Direito”.
A decisão de Moraes de bloquear o Twitter/X no Brasil é um dos pontos mais criticados pelos deputados. Neste sábado, 7, opositores participaram de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. O movimento pediu a anistia dos presos políticos do 8 de janeiro e o impeachment de Moraes.
Além do bloqueio do X, os deputados listam outras ações de Moraes que consideram abusivas. Entre elas, estão o uso indevido de prisão preventiva, desrespeito a pareceres da Procuradoria-Geral da República, violação das prerrogativas dos advogados e negativa de prisão domiciliar para pessoas com problemas graves de saúde.
Há também a imposição de multas desproporcionais para o uso de VPNs e a solicitação de intervenção ao Congresso dos Estados Unidos em questões internas.
Ex-presidente Jair Bolsonaro não gostou que o empresário tenha surgido já no fim do evento
Manifestação na Avenida Paulista Foto: EFE/ Sebastiao Moreira
Líder da direita no Brasil, Jair Bolsonaro (PL) criticou o candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), por tentar “fazer palanque às custas do trabalho e risco dos outros” ao chegar no fim do ato pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), neste 7 de Setembro, na Avenida Paulista, e querer subir no trio elétrico.
O acesso do empresário ao trio não foi permitido. Marçal, imediatamente, tratou de reverberar o ocorrido, se portando como vítima.
Em mensagem via WhatsApp a seus aliados, o ex-presidente citou os concorrentes de Marçal à Prefeitura de São Paulo que estiveram no evento com “conduta exemplar e respeitosa”, citando Ricardo Nunes (MDB) e Marina Helena (Partido Novo).
– Os candidatos a prefeito por São Paulo foram convidados. O atual prefeito Ricardo Nunes e Maria Helena compareceram desde o início e tiveram uma conduta exemplar e respeitosa, à altura das pautas defendidas: “liberdade, anistia e equilíbrio entre os três Poderes”. O único e lamentável incidente ocorreu após o término do meu discurso (com o evento já encerrado) quando então surgiu o candidato Pablo Marçal que queria subir no carro de som e acenar para o público (fazer palanque às custas do trabalho e risco dos outros), e não foi permitido por questões óbvias – disse Jair Bolsonaro aos seus no WhatsApp, em mensagem revelada pelo colunista Igor Gadelha, de Metrópoles.
Em nota, Pablo Marçal comentou o episódio.
– Voltei para o Brasil e fui direto para o ato patriótico na Avenida Paulista, para o qual fui convidado pelo próprio presidente Bolsonaro. Fui surpreendido com o impedimento do acesso ao caminhão. Essa foi só mais uma manobra frustrada dos desesperados que tentaram me silenciar, mas foram calados pelo apoio maciço e caloroso do povo.
“Como diria o saudoso Antônio Carlos Machado, o Machadão, ele é a Madame Beatriz da Praça da Matriz”. A frase, irônica, é do prefeito Colbert Filho sobre o ex-deputado Humberto Cedraz. Colbert fez o comentário logo após Humberto dar entrevista no programa do decano radialista Silvério Silva, neste domingo (8).
Humberto declarou voto ao deputado Zé Neto e disse, também, que as pesquisas eleitorais em Feira de Santana só devem ser consideradas na última semana de campanha. Colbert ligou para o programa e, após elogiar Humberto, lembrando de seu trabalho decisivo na eleição do deputado Binho Galinha, disparou que Cedraz faz um jogo duplo, pois tem cargos no governo municipal.
“Humberto é liderado de Geddel e Lúcio Vieira Lima”, lembrou Colbert, em uma referência aos irmãos caciques do MDB e que já estiveram envolvidos em escândalos, a exemplo das malas de dinheiro encontradas no apartamento de Geddel.
Só para lembrar, Madame Beatriz era grega e morou em Recife, capital de Pernambuco, nos anos 1930, principalmente, e tinha grande capacidade de acertar previsões.
Pela Manhã: 6h40 – Entrevista no Boca de Forno News 7h30 – Igreja da Graça, Praça Froes da Motta, com Irmão João 8h44 – Carreata saindo da Getúlio Vargas, passando pela Estação Nova, Queimadinha, Cidade Nova, Parque Ipê, George Américo, Sítio Novo, Jardim Cruzeiro, Rua Nova, encerrando no Feira X.
Pela Tarde: 14h – Evento Carros Rebaixados – Shopping Cidade das Compras 15h – Lavagem da Lagoa Grande – Distrito de Maria Quitéria – com o candidato a vereador Ito de Cassiano 15h30 – Festa da Amizade na Matinha 16h44 – Caminhada no Horto
É neste domingo (08) a 1ª Grande Carreata do 44, número que nas urnas eleitorais representa o candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil) e o candidato a vice-prefeito Pablo Roberto, da coligação O Amor Vai Vencer. A concentração será na avenida Getúlio Vargas, nas imediações da Casa Esportiva, número 2120, às 8h44. Esta será a 1ª Grande Carreata puxada pelo candidato a prefeito José Ronaldo pelos bairros de Feira de Santana desde que começaram as eleições de 2024. Após percorrer a avenida Getúlio Vargas, vai passar também por bairros como a Cidade Nova, Parque Ipê, Queimadinha, Sítio Novo, George Américo, Jardim Cruzeiro, Rua Nova e finaliza no Feira X, maior conjunto habitacional do interior da Bahia. Desde o início da campanha eleitoral, José Ronaldo já caminhou por diversos bairros, a exemplo do Sobradinho, Feira X, Irmã Dulce, Queimadinha, Jussara e Conceição I. Também já realizou uma carreata para a zona rural, visitando povoados e a sede do distrito de Jaíba.
José Ronaldo considera que as carreatas, assim como as caminhadas, são mais uma oportunidade dele agradecer ao povo feirense pelo apoio que tem recebido das ruas para continuar firme na campanha eleitoral. Por cada lugar que passa, uma emoção diferente mas sempre o mesmo carinho, expressado em sorrisos, abraços e palavras de incentivo.
Pela Manhã: 8h – Reunião com apoiadores 9h – Reunião com apoiadores 11h – Reunião no Feira V
Pela Tarde: 14h – Montaria entre Amigos – Boa Vista, distrito de São José 15h – Culto pelo aniversário da Igreja Avivamento Bíblico 16h – Evento na Favela do Horto 16h30 – Lavagem da Mangabeira 17h – Cavalgada na Moita da Onça – Matinha
Pela Noite: 18h – Lavagem da Candeia Grossa – Matinha 19h – Reunião em São Cristóvão, Tiquaruçu