Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que Guilherme Boulos (Psol) chama Alexandre de Moraes de “fascista”. A declaração aconteceu em 2016, durante a participação do psolista no programa Havana Connection, com o jornalista Leonardo Sakamoto. À época, Moraes era ministro da Justiça do governo de Michel Temer.
“O Alexandre de Moraes, ele é um fascista”, disse Boulos. “Ele é um sujeito de posições fascistas. Ele, como ministro da Justiça, é um escárnio, é uma excrescência.”
“E a primeira declaração dele, como ministro da Justiça, não é ‘vou combater a corrupção, vou combater o tráfico de drogas’”, acrescentou. “[…] A primeira declaração dele é: ‘vou combater os movimentos sociais que fogem à ordem e que são criminosos’.”
Boulos prossegue: “Crime é o que ele fazia como chefe da Segurança Pública de São Paulo, fazendo genocídio, matando, exterminando a juventude negra da periferia”.
“Se há alguém que executa ou protege crime entre o ministro da Justiça e os movimentos sociais, é seguramente, o ministro da Justiça”, continuou Boulos. “Essa postura é do Alexandre de Moraes.”
Na sequência, o ex-deputado federal Jean Wyllys concorda com o psolista e chama Moraes de “demagogo” e “hipócrita”.
Veja o momento em que Boulos critica Moraes
No canal do YouTube do Havana Connection, é possível encontrar edições de outros episódios do programa na íntegra. No entanto, o episódio em que Boulos fala sobre Moraes está incompleto. Há somente alguns cortes — e em nenhum deles aparece a fala do psolista contra o então ministro da Justiça.
Relatório que irá à votação no plenário em dezembro é de autoria do senador Irajá (PSD-TO)
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quinta-feira (28) que o Projeto de Lei (PL) para liberar cassinos, bingos e apostas irá à votação no plenário do Senado Federal entre as sessões de 4 e 10 de dezembro. A inclusão da proposição na pauta é um pedido do colégio de líderes, segundo justificou Pacheco após a reunião com os representantes partidários. A informação é do jornal O tempo.
“Essa questão da legalização dos jogos é um projeto que veio da Câmara dos Deputados e conta com apoio do governo. O Senado precisa decidir se aprova ou não. Diversos senadores me pediram na reunião de líderes para que possamos submetê-lo ao plenário”, declarou. A última movimentação da proposição ocorreu ainda em agosto, quando os senadores discutiram o mérito em uma sessão temática.
O relatório que irá à votação no plenário em dezembro é de autoria do senador Irajá (PSD-TO). Ele regulamenta a exploração dos jogos e das apostas esportivas no Brasil — ainda que essa última modalidade esteja liberada no país desde o Governo Michel Temer (MDB).
“Houve, de fato, um erro nacional de termos permitido, o Brasil e o Congresso Nacional em legislaturas passadas, a legalização das apostas esportidas sem haver a legalização dos jogos físicos”, analisou Pacheco. “Essa é uma premissa que move diversos parlamentares, e há, por isso, diversos pedidos de apreciação do projeto, para que votem a favor ou não, sobre a legalização dos jogos no Brasil”, acrescentou.
Ainda em relação às apostas, ele declarou que a falta de regulamentação impõe ao Congresso Nacional uma reavaliação sobre as bets, hoje alvos de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) no Senado. Pacheco não descartou que elas sejam probidas futuramente, e analisou que esse cenário é diferente da questão dos cassinos e bingos.
“Esse momento crítico que a vida nacional nos impõe dessas apostas esportivas sem controle tem que ter um trato específico. Não desconsidero a necessidade eventual e futura, se esses controles não forem suficientes, de proibir esse tipo de aposta”, disse. “Mas, outro cenário é a questão da legalização dos jogos. O Senado precisa decidir se apoia ou não”, completou.
Iniciativa de Guto Zacarias visa a ampliar a transparência sobre as atividades da primeira-dama
Deputado Guto Zacarias afirma que a transparência dos gastos de Janja é necessária | Foto: Divulgação/Alesp/Rodrigo Romeo
O deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil-SP) anunciou, nesta quinta-feira, 28, o lançamento de um portal voltado para o monitoramento dos gastos da primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, pagos pelo pagador de impostos.
Batizada de Janjômetro, a plataforma criada pelo parlamentar e coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL) visa a ampliar a transparência sobre o uso de recursos públicos usados nas viagens da mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ideia surgiu por causa da falta de clareza sobre os custos das atividades de Janja
De acordo com Guto Zacarias, a ideia da plataforma surgiu depois de críticas relacionadas à falta de clareza sobre os custos relacionados às atividades de Janja.
Janja acompanha Lula em praticamente todas as viagens ao exterior | Foto: Reprodução/Wikipedia
“A primeira-dama insiste em se atribuir uma representatividade que não lhe foi conferida”, afirma o parlamentar. “Em inúmeros eventos oficiais, os brasileiros foram forçados a arcar com os custos, sem justificativa plausível ou qualificação técnica para tal papel.”
O deputado diz ainda que a transparência dos gastos de Janja é necessária. Além disso, os pagadores de impostos devem ter o conhecimento de como e por que “estão sendo compelidos a financiar essa representação ilegítima”.
Como funciona o Janjômetro?
Conforme Guto Zacarias, “o Janjômetro oferece informações coletadas de fontes públicas sobre gastos de Janja”. Esses recursos estão relacionados a eventos, viagens, deslocamentos e demais atividades.
O presidente Lula e a primeira-dama Janja em Hiroshima, no Japão; na ocasião, o petista participou da cúpula do G7 – 18/5/2023 | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Ele ainda ressaltou que, caso não consiga informações por meio de fontes oficiais, irá utilizar referências informais. A ação pretende, ainda, pressionar o governo federal por mais transparência.
Desde que Lula assumiu o terceiro mandato, Janja participa praticamente de todos os compromissos oficiais do governo. Ela compartilha fotos e vídeos dos passeios ao lado de Lula. Em fevereiro, por exemplo, a primeira-dama aproveitou o dia de San Valentin para visitar as pirâmides do Egito, a Esfinge e o Grande Museus Egípcio.
Em entrevista ao Oeste Sem Filtro, ex-presidente afirma que seu governo atrapalhou ‘gente importante’
Jair Bolsonaro durante entrevista ao Oeste Sem Filtro | Foto: Reprodução/Revista Oeste
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu entrevista ao Oeste sem Filtro nesta quinta-feira, 28. Durante o programa, Bolsonaro classificou o relatório da Polícia Federal (PF) como uma “peça de ficção”, um “golpe de festim” e “pirotecnia”. “Falar em golpe de Estado com um general da reserva, quatro oficiais e um agente da PF é outra piada”, exclamou o ex-presidente.
Para Bolsonaro, a inquérito tem como base uma pesca probatória. “Eles vão para cima do cara, pegam o telefone, veem os contatos dele, vai pra cima de outras pessoas e ficam formando sua historinha, é risível”, segundo o ex-presidente. O termo se refere à prática de buscar provas de maneira especulativa ou sem uma base clara em um processo judicial.
Ele ainda considera ser o alvo principal do inquérito, que indiciou outras 36 pessoas. Esta perseguição, de acordo com Bolsonaro, se dá porque seu “atrapalhou gente importante que vivia de recursos públicos”. O ex-presidente cita órgãos e entidades como o Porto de Santos, Correios, entre outros.
Uma das empresas mais cobiçadas pela alta classe política brasileira, segundo Bolsonaro, era a Usina Hidrelétrica de Itaipu. A barragem binacional entre Brasil e Paraguai não era auditada pelo Tribunal de Contas da União, o que abria espaço para favorecer esquemas com gastos indevidos. “Nós fechamos esse ralo.”
Bolsonaro também disse que, desde seu primeiro ano de governo, é acusado de querer dar um golpe. “Tinham que ter uma narrativa, então pegavam pronunciamentos e discursos meus de vinte anos atrás e o tempo todo batiam em cima disso.”
Ele ainda disse que o inquérito tem origem no resultado das eleições de 2022, quando percebeu um sentimento de insatisfação junto à população. “Ninguém entende como eu ando pelo Brasil arrastando multidões e o outro cara [Lula] não consegue ir numa esquina”.
O ex-presidente assume, no entanto, que discutiu a hipótese de implantar um Estado de sítio, Estado de defesa ou aplicação do artigo 142 da Constituição Federal, artifícios previstos pela carta magna. “Golpe usando a Constituição? O que está dentro da Constituição, você pode utilizar.”
Jair Bolsonaro rebate acusações
Ele também lembrou as acusações que recebia pela suspeita de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco (Psol), do Rio de Janeiro. Ao fim do inquérito, Bolsonaro sequer foi mencionado nas mais de 470 páginas do relatório da PF que investigava o caso.
“Eles vão para cima de você, te processam até por importunar baleia”, ironizou o ex-presidente, que classificou a ação como “ridícula”
Bolsonaro também citou o caso das joias recebidas como presente pelo governo da Arábia Saudita. Ele lembrou que uma decisão do TCU autorizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ficar com um relógio de luxo que também recebeu de presente, em situações semelhantes entre si.
A acusação de falsificar um comprovante vacinal também foi lembrado pelo ex-presidente. Segundo ele, a imigração norte-americana disse que Bolsonaro não usou qualquer documento, depois de diligência da PF.
“Aí é motivo para ficar inelegível por oito anos”, ironizou o ex-presidente. “O que eles querem agora é arranjar uma cadeia pra mim.”
Outro caso lembrado pelo presidente de honra do PL foi a denúncia de abuso de poder econômico durante manifestação na Avenida Paulista, no dia 7 de setembro deste ano. “Eu estava no carro do [pastor Silas] Malafaia, não paguei nada, não recebi a Dama do Tráfico”, rebateu, ao citar o caso da visita de Luciane Barbosa Farias, mulher do chefe do Comando Vermelho no Amazonas, a um evento promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos.
Dados do Paraná Pesquisas mostram ex-presidente, que está inelegível, numericamente à frente do petista para a disputa do Planalto em 2026
Em eventual 2º turno, a pesquisa indica que Jair Bolsonaro teria 43,7% contra 41,9% de Luiz Inácio Lula da Silva
Se a eleição presidencial fosse hoje, Jair Bolsonaro(PL), que neste momento está inelegível, teria 37,6% dos votos contra 33,6% do atual ocupante do Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva(PT), segundo levantamento do Paraná Pesquisas realizado de 21 a 25 de novembro de 2024. Como a margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, os 2 pré-candidatos estão em situação de empate técnico.
O levantamento (íntegra – PDF – 648 kB) coletou dados já durante o período em que se tornou pública uma investigação da Polícia Federal que acusa Jair Bolsonaro de ter sido um dos organizadores de um golpe de Estado frustrado no final de 2022. Dessa forma, o resultado da pesquisa veio já com o efeito do intenso noticiário a respeito desse processo, que é relatado no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Alexandre de Moraes.
No cenário de 1º turno em que Bolsonaro lidera numericamente e Lula está em 2º lugar, há também Ciro Gomes (PDT) com 7,9%; Simone Tebet (MDB) com 7,7% e Ronaldo Caiado (União Brasil) com 3,7%.
A pesquisa foi realizada nas 27 unidades da Federação com 2.014 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Lula – lidera em 5 dos 7 cenários, ficando numericamente atrás só de Bolsonaro;
Bolsonaro – lidera contra Lula (na margem de erro) e com muita folga se o candidato do PT for Fernando Haddad, que registra apenas 14,5%;
Michelle Bolsonaro – fica atrás de Lula (34,2% X 27,5%), mas ganha com folga de Haddad (27,6% X 14,9%). Depois do marido, ela é o nome mais forte no bolsonarismo hoje;
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – o governador de São Paulo pontua 24,1% e fica em 2º lugar quando representa o bolsonarismo na disputa. Seu desempenho hoje fica abaixo do de Michelle Bolsonaro.
Ronaldo Caiado – vai mal o governador de Goiás, com pontuação variando apenas de 3,7% a 8,9%;
Romeu Zema – com 12,2% no cenário em que é testado, o governador de Minas Gerais fica em 3º lugar (ainda que empatado tecnicamente com Ciro Gomes, que está em 2º);
Ratinho Junior – marca 15,3% e ocupa o 2º lugar num cenário liderado por Lula. Entre os candidatos de direita não totalmente alinhados ao bolsonarismo, é quem tem o melhor desempenho;
Ciro Gomes – o eterno candidato da faixa dos 10% agora varia de 7,9% a 17%. Hoje, conseguiria ser o 2º colocado num cenário contra Lula;
Simone Tebet – a política do MDB varia de 7,7% a 13,5%. A dúvida é se seu partido, quem tem o DNA governista, vai lançá-la como candidata em 2026, uma vez que hoje a sigla está dentro da administração Lula (e Tebet, inclusive, como ministra do Planejamento);
Fernando Haddad – o ministro da Fazenda foi o único nome testado como alternativa a Lula. Em 2 cenários, pontuou 14,5% e 14,9% e ficou bem atrás de Bolsonaro (38,3%) e de Michelle (27,6%).
2º TURNO
A pesquisa testou ainda cenários de 2º turno para enfrentamentos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas. Todos os resultados ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, de 2,2 pontos percentuais.
Lula – o petista fica numericamente atrás apenas de Jair Bolsonaro, mas teria uma eleição apertada contra Michelle Bolsonaro e Tarcísio;
Bolsonaro – lidera contra Lula (na margem de erro);
Michelle Bolsonaro – fica atrás (na margem de erro) de Lula e seria o nome mais competitivo dentre os testados para substituir Bolsonaro;
Tarcísio – fica atrás (na margem de erro) de Lula.
AVALIAÇÃO DE GOVERNO
A Paraná Pesquisas também perguntou aos entrevistados como avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A taxa dos que desaprovam o governo é maior do que a dos que aprovam:
desaprovam – 51,0%
aprovam – 46,1%
não sabem/não opinaram – 2,9%
Quando são dadas opções não-binárias para os eleitores, os percentuais de avaliações negativas também superam os de avaliações positivas:
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, deve participar do debate com colegiado
CCJ da Câmara deve discutir o projeto nesta quarta-feira, 27 | Foto: | Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados realiza, nesta quinta-feira, 28, uma discussão sobre o Projeto de Lei 1.169/2015, que trata da recontagem de votos. O texto é de autoria do deputado Carlos Henrique Gaguim (União-TO).
A proposta altera a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, a qual determina as normas para as eleições, para que se possibilite a recontagem física de votos nos pleitos para cargos eletivos federais, estaduais, distritais ou municipais.
O projeto estabelece que o órgão nacional de partido político solicite, no prazo de 48 horas depois da divulgação oficial do resultado final das eleições, a recontagem dos votos por meio físico e digital.
O debate sobre o PL foi um pedido do relator da proposta, o deputado José Medeiros (PL-MT). A discussão está prevista para a manhã desta quinta-feira, 28.
Discussão sobre recontagem de votos
A discussão sobre o projeto de lei vai contar com a participação de profissionais capacitados para, segundo o relator, obter uma “visão ampla das possibilidades e entraves inerentes à matéria”.
Eis os convidados para o debate:
Ministra Cármen Lúcia — presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
Sebastião Coelho da Silva — desembargador;
Felipe Camelo Gimenez — procurador de Mato Grosso do Sul;
Amilcar Brunazo Filho — engenheiro especializado em segurança de dados e voto eletrônico.
O desembargador federal William Douglas e o ex-chefe do setor de TI do TSE Giuseppe Gianninno também foram convidados para o debate, mas não vão participar.
Em uma medida de rotina, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta terça-feira (26/11) à Procuradoria-Geral da República (PGR) o inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado, planejada para evitar a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esta decisão incluiu a liberação do sigilo sobre a investigação, ampliando a transparência do caso.
Segundo a CNN, o envio à PGR é um procedimento padrão nas investigações criminais no Supremo. Cabe agora ao procurador-geral Paulo Gonet determinar se o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 36 indivíduos indiciados pela Polícia Federal (PF) serão denunciados formalmente pelos crimes aludidos. Alternativamente, a PGR poderá arquivar o inquérito ou requisitar mais investigações.
A Procuradoria-Geral da República tem a responsabilidade de avaliar evidências reunidas em inquéritos criminais conduzidos por órgãos como a Polícia Federal. Nesse contexto, a PGR pode optar por distintas ações, como apresentar uma denúncia formal, solicitar o arquivamento do caso ou pedir a realização de diligências adicionais.
No caso em questão, interlocutores do procurador-geral indicam que há alta probabilidade de que Bolsonaro seja acusado formalmente dos delitos relacionados à suposta conspiração golpista. No entanto, espera-se que a acusação oficial seja apresentada somente em 2025, conforme prevê o cronograma das investigações.
O que revelam as investigações da Polícia Federal?
De acordo com o relatório da Polícia Federal, que soma 884 páginas, a suposta tentativa de golpe envolveu não só o ex-presidente Bolsonaro, mas também membros do seu governo, auxiliares e figuras militares. Tais elementos teriam conspirado para perpetuar Bolsonaro no poder, o que incluiria planos de assassinatos de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do próprio ministro Alexandre de Moraes.
Estas revelações sublinham a gravidade das acusações e refletem um cenário complexo em termos de política e justiça no Brasil. As conclusões da PF aumentam a pressão sobre as etapas investigativas subsequentes e as decisões que ainda exigem deliberação pelo judiciário e as autoridades competentes.
Quais são os próximos passos neste processo judicial?
O inquérito avança sob a análise minuciosa da PGR, que, após exame das provas e depoimentos incluídos, terá que decidir quanto ao encaminhamento do caso. Caso opte por uma denúncia, Bolsonaro e outros envolvidos enfrentarão processos judiciais formais. Se a investigação for arquivada ou se mais diligências forem solicitadas, isso influenciará o ritmo e o desfecho das ações legais.
Este caso exemplifica a complexidade dos mecanismos jurídicos envolvidos em investigações de alto perfil e destaca a importância de conduzir tais processos com integridade e transparência para assegurar a justiça e a estabilidade democrática no país. Ao longo dos meses, a situação deverá receber atenção contínua à medida que novos desdobramentos surgem e decisões são tomadas.
O prefeito eleito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), o vice-prefeito Pablo Roberto (PSDB) e os 21 vereadores feirenses serão diplomados pela Justiça Eleitoral no próximo dia 16 de dezembro. A cerimônia ocorrerá no Fórum Filinto Bastos, na rua Coronel Álvaro Simões, Centro, às 11h. A diplomação será presidida pelo juiz Roque Ruy Barbosa de Araújo, presidente da 1ª Junta Eleitoral responsável pela totalização dos votos no município de Feira de Santana, proclamando eleitos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e 21 vereadores com a expedição dos diplomas. O edital de n.º 31, definindo os candidatos eleitos e suplentes que serão diplomados no dia 16 de dezembro, foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico. Além do prefeito José Ronaldo e do vice-prefeito Pablo Roberto, também serão diplomados os vereadores: ELIZARIO RIBEIRO DA SILVA REPUBLICANOS EREMITA MOTA DE ARAÚJO PP VALDEMIR DA SILVA SANTOS PP LUIZ FERREIRA DIAS PP RONALDO ALMEIDA CARIBÉ PP GEAN DE JESUS COSTA PODE ISMAEL BASTOS DE SANTANA PL MARCUS WELBER CARVALHAL PINHEIRO PL JORGE RAIMUNDO DE OLIVEIRA SILVA PRD EDVALDO LIMA DOS SANTOS UNIÃO MARCOS ANTONIO DOS SANTOS LIMA UNIÃO GERUSA MARIA BASTOS SILVA SAMPAIO UNIÃO LUIZ AUGUSTO DE JESUS UNIÃO JOSÉ CARNEIRO ROCHA UNIÃO JOSÉ MARQUES DE MESSIAS UNIÃO FLAVIO ARRUDA MORAIS UNIÃO SILVIO DE OLIVEIRA DIAS FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FÉ BRASIL IVAMBERG DOS SANTOS LIMA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FÉ BRASIL LUCIANE APARECIDA SILVA BRITO VIEIRA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FÉ BRASIL JURANDY DA CRUZ CARVALHO FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA PEDRO AMÉRICO DE SANTANA SILVA LOPES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA
O prefeito eleito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), o vice-prefeito Pablo Roberto (PSDB) e os 21 vereadores feirenses serão diplomados pela Justiça Eleitoral no próximo dia 16 de dezembro. A cerimônia ocorrerá no Fórum Filinto Bastos, na rua Coronel Álvaro Simões, Centro, às 11h. A diplomação será presidida pelo juiz Roque Ruy Barbosa de Araújo, presidente da 1ª Junta Eleitoral responsável pela totalização dos votos no município de Feira de Santana, proclamando eleitos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e 21 vereadores com a expedição dos diplomas. O edital de n.º 31, definindo os candidatos eleitos e suplentes que serão diplomados no dia 16 de dezembro, foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico. Além do prefeito José Ronaldo e do vice-prefeito Pablo Roberto, também serão diplomados os vereadores: ELIZARIO RIBEIRO DA SILVA REPUBLICANOS EREMITA MOTA DE ARAÚJO PP VALDEMIR DA SILVA SANTOS PP LUIZ FERREIRA DIAS PP RONALDO ALMEIDA CARIBÉ PP GEAN DE JESUS COSTA PODE ISMAEL BASTOS DE SANTANA PL MARCUS WELBER CARVALHAL PINHEIRO PL JORGE RAIMUNDO DE OLIVEIRA SILVA PRD EDVALDO LIMA DOS SANTOS UNIÃO MARCOS ANTONIO DOS SANTOS LIMA UNIÃO GERUSA MARIA BASTOS SILVA SAMPAIO UNIÃO LUIZ AUGUSTO DE JESUS UNIÃO JOSÉ CARNEIRO ROCHA UNIÃO JOSÉ MARQUES DE MESSIAS UNIÃO FLAVIO ARRUDA MORAIS UNIÃO SILVIO DE OLIVEIRA DIAS FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FÉ BRASIL IVAMBERG DOS SANTOS LIMA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FÉ BRASIL LUCIANE APARECIDA SILVA BRITO VIEIRA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FÉ BRASIL JURANDY DA CRUZ CARVALHO FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA PEDRO AMÉRICO DE SANTANA SILVA LOPES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA
O ex-presidente Jair Bolsonaro, indiciado pela Polícia Federal, afirmou nesta segunda-feira (25) que nunca debateu golpe com ninguém.
Bolsonaro falou com a imprensa no aeroporto de Brasília, após chegar de Maceió.
No fim da semana passada, a PF enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o indiciamento de 37 pessoas — dentre elas, Bolsonaro — por três crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
O indiciamento não significa condenação. Há ainda um longo caminho jurídico para esse eventual desfecho.
As investigações da PF se referem a tramas golpistas que ameaçaram o país após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter vencido Bolsonaro nas eleições de outubro de 2022.
“Nunca debati golpe com ninguém. Se alguém viesse falar de golpe comigo, eu perguntaria: “E o day after? Como a gente fica perante o mundo?”, disse Bolsonaro para a imprensa, argumentando que o dia seguinte a um eventual golpe traria tantas dificuldades para o Brasil que ele nem cogitou essa hipótese.
“Agora, todas medidas possíveis, dentro das quatro linhas, dentro da Constituição, eu estudei”, afirmou o ex-presidente.
Para Bolsonaro, falar em golpe é uma “loucura”.
“Vamos supor até que eu fizesse essa loucura. Como é que fica o Brasil no dia seguinte? O mundo levantaria barreiras contra a gente, vira um inferno aqui. Ninguém quer isso daí. É uma loucura falar em golpe, meu Deus do céu, uma loucura. Golpe com militares da reserva e cinco da ativa? Pelo amor de Deus! E outra coisa. Golpe existe em cima de uma autoridade constituída, que já tomou posse. O Lula já tinha tomado posse? Só se fosse em cima de mim o golpe”, argumentou.
Entre os indiciados pela PF há 25 militares e também ex-ministros do governo Bolsonaro, como os generais Braga Netto e Augusto Heleno.