Um homem foi preso suspeito de ameaçar a ex-companheira e iniciar um incêndio na casa dela, no bairro Gabriela, em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador. De acordo com a Polícia Militar, o homem confessou que não aceitava o fim do relacionamento e, por isso, teria colocado fogo no imóvel da ex-companheira. As informações são do portal G1.
Ainda de acordo com a PM, uma arma foi encontrada com o suspeito. Ele foi encontrado ainda na casa por policiais militares que se deslocaram até o local após receber informações enviadas pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Na delegacia, o homem confessou o crime. Vizinhos contaram que ele colocou fogo no colchão de um dos quartos da casa, onde estava uma criança que foi salva pelas testemunhas.
O suspeito foi preso em flagrante por porte ilegal de armas e pelo crime de ameaça e por causar incêndio, colocando em risco vida, a integridade física ou o patrimônio. O homem está à disposição da Justiça.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou, nesta terça-feira (5), que fará a leitura dos requerimentos para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar um suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC), mas apontou que a instalação só deve acontecer após as eleições.
O senador afirmou que, durante reunião de líderes ocorrida nesta manhã, houve o entendimento por “ampla maioria” de que a instalação “deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”.
“O Senado, integralmente, reconhece a importância das CPIs para investigar ilícitos no MEC, desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e narcotráfico”, disse ele, que, em um aceno à base governista, citou investigações pleiteadas por bolsonaristas para tentar reagir à CPI encampada pela oposição. “Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas”, afirmou Pacheco.
Pelo menos seis pessoas ligadas ao ex-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, já foram afastadas pela nova presidente do banco, Daniella Marques Consentino. A chefe de gabinete do antigo presidente e cinco consultores estratégicos, que não tiveram os nomes revelados.
O número pode chegar a 20 após a saída de Guimarães, acusado de assédio moral e sexual contra funcionárias da instituição.
Segundo informou Daniella Marques, em entrevista concedida à GloboNews, nesta segunda-feira (4), as mudanças fazem parte da nova presidência. A gestora quer impor seu ritmo e modelo de trabalho, tirando cargos de confiança da antiga gestão.
“Quando se chega a um cargo dessa natureza, é preciso compor a própria equipe. São 20 consultores. Provavelmente, vou afastar os 20. Quero criar um núcleo de trabalho do meu jeito: descentralizado e temático”, afirmou.
Um dos nomes considerados para ser o braço direito de Daniella e para repor uma das demissões é o da advogada Danielle Calazans, atual secretária de Gestão Corporativa, do Ministério da Economia. Com mais de 15 anos de trabalho como servidora da Caixa, Calazans será a responsável por conduzir a reestruturação de negócios do banco.
Outras demissões Na última sexta-feira (1º), o Conselho de Administração do banco já havia acatado o pedido de demissão do vice-presidente de Negócios de Atacado, Celso Leonardo Barbosa, apontado como um dos principais auxiliares de Pedro Guimarães. O vice-presidente de logística, Antônio Carlos, também entregou carta de renúncia.
O ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães foi demitido por denúncias de assédio sexual contra funcionárias. A troca foi oficializada na noite da última quarta-feira (29), com ato publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
De autoria do senador Jorge Kajuru, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição aos cargos de presidente, governador e prefeito deve ser analisada até o fim deste ano no Senado Federal. O projeto tem o apoio do presidente da Casa Legislativa, Rodrigo Pacheco, que considera que a mudança seria “muito importante e muito interessante para o país”.
– Eu tenho certeza de que o Congresso Nacional vai se debruçar sobre essa matéria. Acredito que há certa simpatia e adesão a essa tese do fim da reeleição no Senado Federal. Vejamos, agora, o melhor momento para debater a ideia e construir uma proposta que certamente será muito útil ao país – afirmou Pacheco, segundo informações do R7.
Se por um lado o texto defende o fim da recondução ao cargo, por outro traz a proposta de aumentar o mandato de quatro para cinco anos. O objetivo das alterações, segundo Kajuru, é trazer “mais equilíbrio às disputas eleitorais”.
– Após outubro, que aprovemos o fim da reeleição para dar mais equilíbrio às disputas eleitorais, reafirmando o princípio da alternância do poder, e prejudicar menos o Brasil. As futuras gerações certamente vão agradecer – assinalou.
Caso aprovada, a medida valeria para 2026.
– O fim da reeleição considero que é uma lógica muito importante e muito interessante para o país. Nos cabe agora escolher o momento para poder fazê-lo, naturalmente, preservando direitos sem que seja casuísta, sem que seja para o alcance de qualquer desses que se apresentam como candidatos neste momento, na próxima gestão, no próximo mandato, na próxima legislatura – explicou Pacheco.
O Bahia vai a campo neste domingo (3), às 16h, contra o Grêmio, na Fonte Nova, pela 16ª rodada da Série B. Com ambos os times no G4, o Esquadrão tem uma margem um pouco melhor que o tricolor gaúcho. O Bahia está na terceira colocação, com 28 pontos, e o Grêmio é o quarto, com 25.
Se vencer, além de impedir a ascensão de um adversário direto, o Bahia também poderá aumentar a distância para os times que estão fora da zona de classificação para a Série A. Atualmente, o primeiro time fora do G4 é o Sport, com 21 pontos.
O Bahia terá uma alteração certa na equipe em relação ao time que começou jogando na última partida. O atacante Rildo, que pertence ao Grêmio, não poderá estar em campo por questões contratuais, além de estar suspenso pelo terceiro amarelo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), esteve em Feira de Santana, nesta sexta-feira (1º), para assinar ordem de serviço das obras do Anel de Contorno da BR-116 Norte. O avião presidencial pousou no Aeroporto Governador João Durval Carneiro, por volta das 09h16.
Ao lado do deputado federal e pré-candidato ao governo da Bahia, João Roma (PL), Bolsonaro cumprimentou apoiadores e tirou fotos com crianças. Em seguida, com a tradicional motociata, ele percorreu a Avenida Getúlio Vargas, até o local da cerimônia.
“É o sentimento de patriotismo aparecendo cada vez mais nos quatro cantos do nosso Brasil. Vimos aparecer as cores verde e amarela prevalecer em nosso território brasileiro, longe do vermelho, que está ligado à corrupção e aos desmandos”, disse Bolsonaro ao ser ovacionado com gritos de: “A nossa bandeira, jamais será vermelha”.
Presente no evento, o prefeito Colbert Martins Filho, destacou a instalação da TV Feira, inaugurada hoje, na cidade e as obras de contorno.
“Queremos ampliar ainda mais um novo e grande Rodoanel, que o senhor certamente anunciará. A tv está no ar. Foram 3 anos de trabalho. E vai transmitir ações importantes e necessárias, aulas e a área de saúde que vai ser abrangida por toda a região”, disse.
O Ministério Público de São Paulo, por meio do promotor Ricardo Manuel Castro, entrou com um recurso contra a decisão da justiça paulista que revogou, no último dia 19, o bloqueio dos bens do ex-governador Geraldo Alckimin (PSB-SP) até o valor de R$ 9,9 milhões.
O pré-candidato a vice-presidente na chapa de Lula (PT) é réu em uma ação de improbidade administrativa por suposto recebimento de caixa dois da Odebrecht nas eleições de 2014. Alckmin foi acusado de receber R$ 7,8 milhões da construtora na época em que foi reeleito governador pelo PSDB.
Além da delação dos ex-executivos da empreiteira, o MP agregou à investigação planilhas de um doleiro, mensagens trocadas pela transportadora encarregada de distribuir os valores e gravações telefônicas que mostram entregas de dinheiro vivo na casa de um ex-assessor do governo em São Paulo. Alckmin nega todas as acusações.
O bloqueio dos bens havia sido determinado em 2019 para garantir que Alckimin tenha como devolver dinheiro aos cofres públicos em caso de condenação.
A juíza Luiza Barros Rozas Verotti, da 13ª Vara da Fazenda Pública, afirmou que não havia mais motivo para manter os imóveis, veículos e contas bancárias em nome de Alckmin indisponíveis depois das alterações feitas pelo Congresso na Lei de Improbidade no ano passado, afrouxando as punições.
Para a magistrada, o MP agora precisaria provar que “há indícios concretos de dilapidação do patrimônio” para justificar o bloqueio. Ou seja, seria necessário comprovar que Alckmin tinha a intenção de se desfazer do patrimônio para escapar da devolução do dinheiro em caso de condenação.
A promotoria, por sua vez, afirma que a nova Lei de Improbidade não deve ser aplicada de forma retroativa, em ações já aceitas pela Justiça no passado, e o bloqueio de bens no caso de Alckmin se mostra “razoável e proporcional” para quem “dilapidou o patrimônio público apossando-se fraudulentamente daquilo que não lhe pertencia”.
O recurso pedindo o novo bloqueio de bens do ex-governador ainda será analisado pela Justiça e pode causar incômodo à chapa Lula-Alckmin em plena campanha.
O ex-ministro da Cidadania, deputado federal e pré-candidato ao governo da Bahia João Roma (PL), destacou o principal motivo da visita de Jair Bolsonaro à Feira de Santana, nesta sexta-feira (1º). Em entrevista ao programa Rotativo News com Joilton Freitas (Sociedade News FM), Roma disse que o presidente anunciará as obras do Rodoanel.
“Será um dia importante para Feira de Santana. O presidente vai anunciar uma obra muito esperada, que é a duplicação do Rodoanel, que foi prometido e nunca chegou. Ele tem tratado a Bahia com muito carinho e respeito, e trazido obras importantes, como a da BR-116 que foi duplicada em Santa Bárbara”, falou.
O político foi questionado se o desejo de ser candidato ao governo da Bahia, é próprio, ou uma sugestão de Bolsonaro.
“Minha candidatura é movida pelo propósito de erguer e libertar o nosso estado de práticas políticas atrasadas que não tem trazido benefícios para a população, e nem qualidade de vida. É fazer com que a Bahia retome o seu protagonismo e caminhe de mãos dadas com o Brasil. Naturalmente, a minha candidatura estará ao lado do presidente Bolsonaro, uma vez que a eleição no estado e no país, se dão em conjunto. Tenho certeza que o povo baiano sabe por onde a Bahia deve remar”, explanou.
O ex-jogador de futsal Falcão revelou a parceria com o influenciador baiano Luva de Pedreiro. Em postagem nas redes sociais, o atleta ressaltou que todas as decisões sobre a carreira do influenciador serão tomadas por Luva.
“Receba o que for seu! Obrigado por ter me procurado e me escolhido em te ajudar! O mundo abraçou você e sua #Tropa” iniciou o texto.
Fazendo referência à relação conturbada e aos rumores de conflitos entre Luva de Pedreiro e seu ex-empresário, Falcão disse ainda durante o anúncio: “Te apresento pessoas do bem e super profissionais que estarão dia a dia com você e colocará tudo na mesa para que vocês decidam”.
A partir de agora, Luva será agenciado pela empresa F12.bet, criada por Falcão no começo deste ano.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição ao governo no Senado, protocolou nesta terça-feira (28) o requerimento para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto “gabinete paralelo” no Ministério da Educação (MEC). O pedido teve apoio de 31 senadores (confira a lista a seguir), quatro a mais do que o mínimo necessário, que são 27.
O pedido de abertura da CPI só terá prosseguimento com aval do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a quem cabe analisar o requerimento e determinar a instalação. Há dúvidas, até o momento, se a comissão de fato será aberta com a proximidade das eleições de outubro.
A possível oposição ao colegiado residiria no fato de que uma CPI exige a presença de parlamentares. No entanto, por ser ano eleitoral, e com diversos congressistas dedicando a maior parte de suas agendas a compromissos de campanha fora do Congresso, a comissão poderia ficar esvaziada.
Além disso, alguns congressistas acreditam que a comissão, por ter ampla cobertura midiática, seria utilizada como palanque político. Em 2021, foi justamente esse argumento que levou Rodrigo Pacheco a segurar a abertura da CPI da Covid. O colegiado só foi aberto após uma ordem do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Veja a lista de senadores que assinaram o requerimento de abertura da CPI:
Randolfe Rodrigues (Rede-AP) — autor; Paulo Paim (PT-RS); Humberto Costa (PT-PE); Fabiano Contarato (PT-ES); Jorge Kajuru (Podemos-GO); Zenaide Maia (Pros-RN); Paulo Rocha (PT-PA); Omar Aziz (PSD-AM); Rogério Carvalho (PT-SE); Reguffe (União Brasil-DF); Leila Barros (PDT-DF); Jean Paul Prates (PT-RN); Jaques Wagner (PT-BA); Eliziane Gama (Cidadania-MA); Mara Gabrilli (PSDB-SP); Nilda Gondim (MDB-PB); Veneziano Vital do Rego (MDB-PB); José Serra (PSDB-SP); Eduardo Braga (MDB-AM); Tasso Jereissati (PSDB-CE); Cid Gomes (PDT-CE); Alessandro Vieira (PSDB-SE); Dario Berger (PSDB-SC); Simone Tebet (MDB-MS); Soraya Thronicke (União Brasil-MS); Rafael Tenório (MDB-AL); Izalci Lucas (PSDB-DF); Giordano (MDB-SP); Marcelo Castro (MDB-PI); Confúcio Moura (MDB-RO); Jarbas Vasconcelos (MDB-PE).