Outros sete papas e dois santos também estão enterrados na basílica
Local também a abriga a a relíquia do Berço Sagrado: a manjedoura do nascimento de Jesus
Uma sepultura na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, recebeu o corpo do papa Francisco, neste sábado, 26. A chegada ocorreu por volta das 8h da manhã (13h no horário local). Segundo a tradição católica, a relíquia do Berço Sagrado — a manjedoura usada no nascimento de Jesus Cristo — está guardada na mesma igreja.
Antes do sepultamento, o corpo do pontífice passou por um cortejo que teve início na Praça de São Pedro, no Vaticano. Estima-se que 50 mil fiéis participaram do funeral que antecedeu à procissão, e outros 200 mil prestaram homenagens nas ruas ao longo do trajeto.
Além disso, 250 mil pessoas visitaram o velório do pontífice. O corpo do líder máximo da Igreja Católica ficou exposto entre os dias 22 e 25 de abril na Basílica de São Pedro.
A sepultura do papa Francisco
É o primeiro enterro de um sumo pontífice fora do Vaticano desde Leão XIII, que morreu em 1903 de um sumo pontífice ocorreu fora do Vaticano. O local da sepultura foi escolha do próprio Francisco. Construída no século V, a Basílica de Santa Maria Maggiore também serve como túmulo para outros sete antecessores de Francisco.
O mais antigo deles é Honório III, cujo papado ocorreu entre 1216 e 1227. Os outros são Nicolau IV (1288-1292), Pio V (1566-1572), Sixto V (1585-1590), Clemente VIII (1592-1605) e Paulo V (1605-1621). Além disso, o local também abriga os túmulos de dois santos (São Matias e São Jerônimo).
O ex-deputado no Congresso dos Estados Unidos e filho de brasileiros George Santos, que protagonizou um escândalo por mentir sobre sua vida pessoal e profissional, foi condenado nesta sexta-feira (25) a sete anos e três meses de prisão, depois de se declarar culpado em 2024 de fraude eletrônica e roubo de identidade qualificado.
Como parte de seu acordo com a Promotoria, o ex-congressista por um distrito do estado de Nova York também deve pagar 373.749,97 dólares (cerca de R$ 2,1 milhões) para reembolsar as vítimas de suas ações.
Santos, de 35 anos, o primeiro membro do Partido Republicano abertamente gay no Congresso americano, onde ficou por apenas cerca de um ano até ser cassado, se apresentou nesta sexta-feira ao tribunal federal do Distrito Leste de Nova York para ouvir a sentença.
Santos criou uma ampla rede de mentiras, alegou ter trabalhado para empresas como Citigroup e Goldman Sachs. Ele também alegava ser descendente de uma família judia que escapou do holocausto, mas as informações não passavam de mentiras.
Como parte de seu acordo de confissão em agosto de 2024 para evitar ir a julgamento, Santos, cujas mentiras foram reveladas pelo jornal The New York Times, admitiu ter roubado as identidades de alguns apoiadores, incluindo membros da família, para custear sua campanha para chegar ao Congresso, além de ter enganado doadores.
Após a reportagem do NYT, outras investigações jornalísticas apontaram que não havia nenhum vestígio de seu tempo na universidade ou de suas supostas atividades no ramo imobiliário e nem que a ONG de resgate de animais que ele alegava ter fundado era realmente beneficente.
Foi descoberto também que, anos antes, ele havia sido acusado de fraude no Brasil.
Uma investigação da comissão de ética do Congresso americano revelou que ele havia gastado fundos de campanha para tratamentos estéticos e roupas de grife, cosméticos e com a plataforma OnlyFans (site de conteúdo adulto).
Políticos dos partidos Republicano e Democrata pediram a expulsão dele da Câmara dos Representantes dos EUA, o que aconteceu.
Último dia de velório conta com preparação para o sepultamento
Velório do papa Foto: EFE/EPA/VATICAN MEDIA
Termina nesta sexta-feira (25) o período de velório aberto do papa Francisco na Basílica de São Pedro. Por volta das 20h (15h em Brasília), haverá o rito de fechamento do caixão do pontífice, em cerimônia conduzida pelo cardeal e camerlengo Kevin Farrell.
Antes do fechamento do caixão, um véu branco será posto sobre o rosto do papa Francisco, e água benta será aspergida sobre o corpo. Em seguida, Ferral colocará medalhas e um pergaminho com registros dos atos do papa. Só então o caixão será fechado com duas tampas, uma de zinco e outra de madeira.
No encerramento, será lido o Salmo 26:27, que diz “O Senhor é minha luz e salvação. A quem temerei?”, e o camerlengo finalizará dizendo “concedei-lhe, Senhor, o descanso eterno. E que a luz perpétua brilhe para ele. Descanse em paz. Amém.”
Desde o início do velório na última quarta-feira (23), mais de 128 mil estiveram no local para se despedir e homenagear o líder católico. Neste sábado (26), ocorrerá a missa com corpo presente do papa na Praça de São Pedro, às 10h (5h no horário de Brasília), e o sepultamento na Basília Santa Maria Maggiore, em Roma.
A partir daí, será iniciado o Novemdiales, uma tradição de nove dias de luto e orações pela alma do papa. No próximo domingo (27), o túmulo do papa será aberto a visitação permanente.
Cerimônia ocorrerá após três dias de velório público na basílica de São Pedro
Foto: Vatican News
O caixão do papa Francisco será fechado na tarde de sexta-feira (25) após três dias de velório público na basílica de São Pedro, na Itália. No sábado (26), o cardeal camerlengo Kevin Farrell dará início ao funeral com uma oração. Em seguida, o chefe de celebrações litúrgicas, Diego Ravelli, fará a leitura da biografia de Francisco, com menção aos seus feitos mais importantes.
Após cantos e orações, o camerlengo retoma a palavra. “Que seu rosto, que perdeu a luz deste mundo, seja iluminado para sempre pela verdadeira luz que tem em ti sua fonte inesgotável”, dirá Farrell.
Em seguida, Ravelli cobre o rosto de Francisco com um véu de seda branca e o camerlengo borrifa água benta sobre o corpo.
São colocados dentro do caixão uma bolsa com moedas e medalhas fabricadas durante o papado e o texto da biografia, que fica em um tubo.
Ravelli, então, fecha o caixão com a tampa de zinco, a cruz, o brasão escolhido por Francisco e a placa com seu nome e a duração do papado, que depois é soldada e lacrada pelo camerlengo. A tampa de madeira também é colocada, e o caixão é, enfim, fechado completamente.
No dia seguinte, o caixão será levado para a frente da basílica, para a missa, na presença de cardeais, autoridades internacionais, religiosos e o público.
A Rússia atacou a capital ucrâniana com disparos de uma série de mísseis e drones, matando, ao menos, nove pessoas
Foto: White House Archived
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu ao ataque da Rússia contra a capital da Ucrânia, Kiev, nesta quinta-feira (24). “Pare, Vladimir!”, escreveu em sua rede social Truth Social, em recado a Vladimir Putin. “Não estou satisfeito com os ataques russos em Kiev. Desnecessários e em um momento péssimo.”
Segundo matéria da Folha de São Paulo, a declaração vem um dia após Trump afirmar que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, estava dificultando as negociações de paz para encerrar a guerra. “Mais de 5.000 soldados estão morrendo por semana. Vamos chegar a um acordo de paz”, disse Trump na mensagem direcionada a Putin.
O ataque mais recente da Rússia contou com disparos de uma série de mísseis e drones contra a capital ucrâniana, matando, ao menos, nove pessoas, segundo autoridades da Ucrânia.
Antes da reação de Trump ao ataque, o governo russo já havia declarado que “concorda completamente” com o presidente dos EUA em outra questão, a Crimeia, península do Mar Negro que pertencia à Ucrânia, mas foi anexada pela Rússia em 2014, sem o reconhecimento da comunidade internacional. Na véspera, Trump havia afirmado que a Ucrânia “perdeu há anos” a Crimeia.
“Isso está totalmente alinhado com a nossa visão e com o que temos dito há muito tempo”, disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, em sua entrevista coletiva diária.
O governo ucraniano, no entanto, rejeita esse posicionamento e insiste que não aceitará abrir mão da Crimeia em troca de um acordo com Moscou.
Para Zelenski, o Kremlin está tentando “exercer pressão” sobre os americanos ao lançar um ataque massivo contra a Ucrânia. “[A Rússia] também está pressionando os Estados Unidos. Este é mais um motivo para o ataque de hoje”, disse o ucraniano durante entrevista coletiva na África do Sul, que decidiu interromper após o ataque.
O governo Trump vem tentando negociar uma trégua entre Moscou e Kiev para encerrar o conflito de três anos e propôs reconhecer o controle russo da Crimeia como parte de um acordo de paz. Os esforços dipolomáticos do republicano, no entanto, tem se provado malsucedidos após o ataque desta quinta.
Na quarta, Trump chegou a afirmar que chegaria a um acordo com Moscou, mas não com Zelenski, a quem criticou, justamente por se recusar a aceitar a ocupação russa da Crimeia. Durante sua campanha no ano passado, o presidente americano prometeu acabar com a guerra em “24 horas”.
A Rússia, que lançou seu ataque militar ao vizinho em fevereiro de 2022, atualmente ocupa quase 20% do território da Ucrânia e, além da Crimeia, reivindica quatro outras regiões ucranianas como suas.
A igreja está com os dias contados para dar início ao conclave
Os papas Bento XVI e Francisco em audiência com cardeais em 26 de agosto de 2022 | Foto: Reprodução/Vaticano
Oficialmente, a escolha do novo papa ainda não pode começar. Existe um prazo mínimo e máximo para o início dos trabalhos. O processo acontece durante um conclave — a reunião do Colégio de Cardeais da Igreja Católica.
O início do conclave deve ocorrer apenas depois 15 dias de vacância do cargo. Contudo, ele não pode ser adiado indefinidamente. De acordo com a lei da Igreja Católica, o prazo máximo para a abertura é o 20º dia sem um novo papa.
Por ora, os católicos estão em período de luto oficial, conhecido como Novemdiales — o nome tem relação com a duração: nove dias. Essa fase ocorre porque a vacância aconteceu com a morte do sumo pontífice, na segunda-feira, dia 21. É diferente, por exemplo, da escolha de Francisco. Nesse caso, o cargo ficou vago por causa da renúncia do antecessor, Bento XVI, em 2013.
Como funciona o conclave para a escolha do novo papa?
O Colégio de Cardeais tem 252 membros, mas somente 135 deles podem participar da escolha. A limitação se dá pela idade: apenas aqueles com menos de 80 anos podem votar no conclave.
Para que alguém seja eleito, é preciso conquistar a aprovação de dois terços dos cardeais. Ou seja: obter, ao menos, 90 votos (considerando 135 eleitores). Diariamente, é possível realizar até quatro votações: duas de manhã e duas à tarde.
Não existe um tempo limite para o conclave decidir. A ausência dessa regra fez com que a escolha demorasse além de meses, em algumas ocasiões do passado. O recorde aconteceu durante a vacância com a morte de Clemente IV, em 29 de novembro de 1268. A Igreja teve um novo líder apenas depois de dois anos, nove meses e dois dias, com a eleição de Gregório X.
Segundo o direito canônico, não é preciso ser bispo e nem sequer padre para se tornar o sumo pontífice da Igreja Católica. Todos os homens batizados estão aptos para serem escolhidos pelo conclave como novo papa.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ofereceu interromper sua invasão à Ucrânia como parte de negociações de paz com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação é da Folha de S. Paulo.
De acordo com a publicação, durante uma reunião em São Petersburgo no início deste mês, o presidente da Rússia disse ao enviado especial de Trump, Steve Witkoff, que Moscou poderia renunciar às suas reivindicações sobre áreas de quatro regiões ucranianas parcialmente ocupadas que permanecem sob controle de Kiev, disseram três informantes.
Um possível acordo que inclui Washington reconheceria a propriedade russa da península da Crimeia da Ucrânia, anexada desde 2014, bem como reconhecendo o controle de fato do Kremlin sobre as partes das quatro regiões que atualmente detém.
Putin fez a primeira proposta formal desde os primeiros meses da guerra há três anos de que a Rússia poderia recuar de suas demandas radicais para encerrar a invasão.
Ainda segundo a reportagem, as autoridades europeias informadas sobre os esforços dos EUA para encerrar a guerra alertaram que Putin provavelmente usaria a aparente concessão como isca para atrair Trump a aceitar outras demandas da Rússia e forçá-las sobre a Ucrânia como um fato consumado.
Nesta quarta-feira (23), representante ucranianos devem se reunir com representantes europeus e americanos em Londres, com o objetivo de discutir as últimas propostas. No entanto, Witkoff e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, cancelaram suas participações na reunião, de acordo com autoridades americanas e europeias. O enviado da Ucrânia, Keith Kellogg, ainda deve comparecer.
Processo de escolha de novo papa é repleto de curiosidades e deve monopolizar a atenção de religiosos por todo o mundo
Cardeais durante o conclave de 2013 que resultou na escolha do papa Francisco | Foto: Vaticano/Divulgação
Maior vertente do cristianismo, cuja religião reúne mais de 2,4 bilhões de seguidores por todo o mundo, a Igreja Católica tem no conclave um dos seus rituais mais emblemáticos. Trata-se de um dos momentos mais misteriosos do processo que escolhe o novo papa que vai ocupar o posto de chefe do Vaticano.
O termo conclave deriva do latim cum clave, que significa “com chave”. A palavra converge principalmente com uma dinâmica prática da eleição. Afinal, os cardeais habilitados a participar da eleição permanecem literalmente trancados na Capela Sistina até que a decisão saia sem qualquer interferência externa.
Conclave: duração imprevisível
O período do conclave tem duração imprevisível. Pode variar conforme uma série de fatores. Os cardeais estão restritos a contatos pessoais e à leitura litúrgica. Não há televisão, internet ou outra fonte de informação externa.
De acordo com o Vaticano, o conclave mais longo da história se deu entre os anos de 1268 e 1271. Foram quase três anos para finalizar o processo que elegeu o papa Gregório X. Naquele momento, registrava-se uma grande divisão política entre cardeais franceses e italianos. Abaixo, um trecho do filme Conclave, que concorreu ao Oscar de 2025.
O impasse não permitia que se chegasse aos dois terços necessários de votos para a decretação do novo pontífice. Diante da lentidão, a Cúria, que é a estrutura administrativa da Igreja Católica, decidiu trancar os cardeais no Palácio Episcopal de Viterbo. Como forma de acelerar a decisão por meio do desconforto, os governantes racionaram comida e removeram o teto do edifício.
Impasse gerou regras modernas
Foi essa medida drástica que resultou na formulação das regras modernas do conclave. Mesmo com as mudanças, o catolicismo veria ainda mais dois longos conclaves, ambos com duração superior a um par de anos. Foram os processos envolvendo as eleições do papa João XXII (em 1316) e do papa Martinho V (em 1417).
A história, no entanto, coleciona também momentos de celeridade. Em 1503, houve dois conclaves. O primeiro, depois da morte do papa Alexandre VI, durou apenas 10 dias. Ele elegeu o Papa Pio III, que morreu 26 dias depois de eleito. Veio então o segundo conclave em que foi necessário apenas um dia para eleger o papa Júlio II.
Nos episódios mais recentes, em que o Vaticano escolheu os três últimos papas, o retrospecto mostra um processo menos burocrático. A escolha do papa João Paulo II (1978) demandou três dias, enquanto as de Bento XVI (2005) e de Francisco (2013) consumiram dois dias.
Além da liturgia relacionada ao escrutínio, o conclave tem como um dos seus símbolos máximos o uso da fumaça. Branca, quando os cardeais chegam a um consenso; preta quando o impasse permanece. Essa tradição teve origem em 1878, precedendo o uso do badalar de sinos como forma de comunicação com os fiéis.
O conclave que se dará dias depois do funeral do papa Francisco já monopoliza a atenção mundial e abre espaço para diversas divergências entre especialistas e religiosos. Há quem acredite numa eleição mais demorada em razão da pluralidade de nações representadas por cardeais. Outra corrente, no entanto, crê em um processo rápido cujo resultado deve apontar a ascensão de um cardeal italiano à cátedra (trono) de Pedro, o primeiro líder da Igreja Católica.
Com ambição de enviar astronautas à Lua ainda nesta década, asiáticos devem permanecer por seis meses em órbita da Terra
Vista aérea da Estação Espacial Tiangong: tripulação deve permanecer por seis meses em órbita da Terra | Foto: CMSA/Divulgação
A China se prepara para dar mais um passo significativo em seu ambicioso programa espacial com o lançamento da missão tripulada Shenzhou-20. Nesta semana, três astronautas devem partir do Centro de Lançamento de Jiuquan, no noroeste do país, a bordo da espaçonave impulsionada pelo foguete Longa Marcha-2F.
O destino da tripulação é a estação espacial Tiangong, onde vão permanecer por aproximadamente seis meses em órbita da Terra. O objetivo da missão é fortalecer principalmente o plano asiático de enviar astronautas à Lua antes do final desta década, estabelecendo uma base lunar até 2030. Conforme a Agência Espacial Tripulada da China (CMSA), todas as instalações e equipamentos do centro de lançamento estão em condições.
China omite nomes de astronautas
Os chineses informam ainda que os testes preparatórios obtiveram sucesso. Apesar da grande expectativa internacional, os nomes dos três astronautas seguem sob sigilo, assim como as tarefas específicas que eles deverão desempenhar a bordo da Tiangong.
Zhou Wenxing, representante do Centro de Treinamento de Astronautas da China, destacou que a tripulação está “em boas condições, precisa nas suas manobras e bem coordenada”, o que reforça a confiança no sucesso da missão.
A estação espacial Tiangong, cujo módulo principal está em órbita desde 2021, possui uma vida útil de aproximadamente dez anos. Ela funciona como laboratório orbital e como base estratégica para as futuras explorações lunares.
A China, que já se tornou o segundo país a realizar pousos bem-sucedidos no lado oculto da Lua, busca agora consolidar sua posição como uma potência espacial global, competindo diretamente com Estados Unidos e Rússia em missões tripuladas e na exploração interplanetária.
Data foi decidida durante uma reunião de cardeais nesta terça-feira (22)
Foto: Reprodução/Instagram @franciscus
O funeral do papa Francisco, que faleceu na segunda-feira (21), aos 88 anos, foi marcado para 26 de abril (sábado), 10h no horário de Roma (5h horário de Brasília). A informação foi anunciada pelo Vaticano nesta terça-feira (22).
A data foi decidida durante uma reunião de cardeais nesta terça. De acordo com a Santa Sé, no sábado, será celebrada a Santa Missa Exequial do papa Francisco na Basílica de São Pedro. A missa será presidida pelo cardeal Giovanni Battista.
Em seguida, o corpo do pontífice será em procissão até a Basílica de Santa Maria Maggiore, onde ocorrerá o sepultamento. O translado do corpo do papa da de Santa Marta para a Basílica de São Pedro está marcado para quarta-feira (23), às 4h no horário de Brasília.
Durante o translado, será realizada uma procissão que passará pela Praça Santa Marta e pela Praça dos Protomártires Romanos, sairá pelo Arco dos Sinos em direção à Praça de São Pedro e entrará na basílica pela porta central.