Atacante brasileiro foi decisivo na conquista do primeiro troféu da temporada

O Shan United conquistou a Supercopa de Mianmar 2026, o MFF Charity Shield, nesta terça-feira (25), ao vencer o Yangon United por 1 a 0. O duelo foi disputado no Estádio Thuwunna, em Yangon, e marcou a abertura da temporada 2026–27 do futebol do país.

O gol do título foi marcado pelo centroavante brasileiro Edson Júnior, aos 36 minutos do segundo tempo. O atacante apareceu na reta final da partida para balançar as redes e garantir a vitória do Shan United. Edson Júnior foi decisivo no momento mais importante.

A Supercopa de Mianmar reúne os campeões das principais competições da temporada anterior. O Shan United chegou à decisão como campeão da Liga Nacional de Mianmar 2025–26, enquanto o Yangon United foi campeão da Copa da Liga de Mianmar.

Após a conquista, Edson Júnior destacou o trabalho realizado ao longo da preparação e agradeceu à família, aos companheiros e aos torcedores.

“O resultado de hoje é consequência de muito trabalho e dedicação. Glória a Deus por tudo. Abençoado demais por poder marcar o gol dessa vitória por 1 a 0. Cada esforço, cada treino e cada renúncia valem a pena quando colocamos o Senhor à frente de tudo. Obrigado à minha família, meus companheiros de equipe e a todos que sempre torcem e acreditam no meu trabalho. Toda honra e toda glória sejam dadas a Ele”.

Agora, o Shan United volta as atenções para a Liga Nacional de Mianmar. O próximo compromisso será no dia 30 de agosto, contra o Yangon City FC, fora de casa. Pela competição continental, o time também terá pela frente o Ezra FC, do Laos, pela fase de playoffs da Shopee Cup, com o primeiro confronto marcado para 11 de setembro.

Ascom Edson Jr.
Fotos: Divulgação


O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shishir Khanal, atribuiu preliminarmente a um terremoto a causa da enchente que atingiu violentamente nesta quarta-feira (26) várias localidades ao norte do país, perto da fronteira com o Tibete, na China. De acordo com o ministro, o sismo teria provocado um grande deslizamento de terra que bloqueou o leito do rio Bhote Koshi.

– Um terremoto ocorreu às 8h37 de hoje (horário local, 23h52 de terça-feira de Brasília) e, devido a isso, aconteceu um grande deslizamento de terra que bloqueou o rio, o que parece ter causado a inundação – disse Khanal, durante uma reunião na Câmara dos Representantes em Katmandu, segundo informou o veículo local Ratopati.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registrou nesse horário um sismo de magnitude 4,4, com epicentro cerca de 77 quilômetros a noroeste da localidade nepalesa de Kodari e a uma profundidade de 10 quilômetros.

O porta-voz da polícia do Nepal na província de Bagmati, Rajendra Prasad Dhamala, confirmou à Agência EFE que até o momento foram contabilizados 100 mortos, embora as autoridades advirtam que o número pode aumentar.

Segundo o Conselho de Turismo do Nepal (NTB), pelo menos mil pessoas figuram como desaparecidas após a enxurrada no distrito de Rasuwa, na província de Bagmati.

A massa de água chegou por volta das 9h15 (0h30 de Brasília) ao rio Bhote Koshi vinda da zona tibetana e atingiu com especial força as localidades de Timure, Rasuwagadhi e Syabrubesi, segundo fontes oficiais.

As inundações causaram ainda danos em estradas, mercados, povoados e obras hidrelétricas, além de obrigar a mobilização de helicópteros e equipes de segurança para os trabalhos de busca e resgate.

As autoridades continuam avaliando a extensão dos danos e tentando localizar as pessoas desaparecidas.

*EFE
Foto: EFE/EPA/NARENDRA SHRESTHA


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogará por mais um ano a emergência nacional em relação ao Brasil, mantendo em vigor a declaração originalmente estabelecida pela ordem executiva de 30 de julho de 2025. O aviso será publicado nesta quarta-feira (29) no Federal Register, o diário oficial dos EUA.

No documento, Trump afirma que permanecem válidas as razões que embasaram a declaração de emergência, alegando que políticas e ações do governo brasileiro continuam representando uma ameaça “incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA. O texto repete as justificativas do decreto do ano passado, incluindo acusações de restrições à liberdade de expressão, violações de direitos humanos e perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro, além de críticas a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

A medida, porém, não cria novas sanções nem restabelece tarifas. A prorrogação é uma exigência da Lei de Emergências Nacionais americana, que determina a renovação anual das declarações de emergência para evitar sua expiração automática.

O decreto de julho de 2025 havia imposto uma tarifa adicional de 40% sobre a maior parte das importações brasileiras com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). No entanto, essa tarifa deixou de vigorar em fevereiro de 2026, após a Suprema Corte dos EUA decidir que a IEEPA não confere ao presidente autoridade para impor tarifas comerciais.

Desde então, o regime tarifário mudou. Atualmente, está em vigor uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros, adotada com fundamento na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês). Neste mês, o USTR também anunciou a adição de uma alíquota de 12,5% ao País decorrente de investigações sobre trabalho forçado. O Brasil acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as sobretaxas.

*AE
Fotos: Ricardo Stuckert / PR


A tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras passa a valer nesta quarta-feira (22). A medida atinge cerca de 3 mil produtos exportados pelo Brasil ao mercado norte-americano, enquanto outros mais de 2 mil itens ficaram de fora da cobrança.

A sobretaxa foi anunciada pelo governo de Donald Trump após uma investigação comercial concluir que o Brasil adota práticas que, na avaliação dos EUA, restringem ou oneram o comércio com o país.

Entre os pontos citados estão o sistema de pagamentos Pix, a regulação das plataformas digitais, acordos comerciais, questões ambientais, o mercado de etanol, propriedade intelectual e o combate à corrupção.

O governo brasileiro contesta as justificativas e afirma que a medida tem motivação política, classificando o tarifaço como uma tentativa de interferência em assuntos internos do país.

Entre os principais produtos isentos da nova tarifa estão petróleo bruto, café em grão, carne bovina, aeronaves, celulose e suco de laranja. Já setores como máquinas industriais, etanol, pneus, açúcar, madeira, calçados, tabaco e alguns produtos de alumínio serão impactados pela sobretaxa.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a medida afetará aproximadamente 15% das exportações brasileiras aos Estados Unidos com base nos números de 2025, o equivalente a cerca de 5,8 bilhões de dólares (R$ 29,4 bilhões). Ainda assim, 57% dos produtos exportados pelo Brasil para o mercado americano permanecerão livres da nova cobrança.

O governo brasileiro informou que continuará buscando uma solução por meio do diálogo diplomático. Embora tenha anunciado que poderá utilizar a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada em 2025, ainda não foram divulgadas medidas concretas de retaliação.

Além das negociações, o governo prepara ações para reduzir os impactos da tarifa sobre os setores afetados, incluindo linhas de crédito para empresas e um programa de diversificação de mercados, coordenado pela ApexBrasil.

O cenário ainda pode sofrer mudanças. O governo brasileiro acompanha a possibilidade de os Estados Unidos anunciarem uma nova tarifa adicional de 12,5% sobre produtos relacionados a uma investigação envolvendo trabalho forçado. Caso a medida seja cumulativa, a sobretaxa sobre determinados produtos brasileiros poderá chegar a 37,5%.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS


A Espanha conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo ao derrotar a Argentina por 1 a 0, na prorrogação, neste domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O gol do título foi marcado por Ferran Torres, já no segundo tempo do tempo extra. A decisão também marcou a despedida de Lionel Messi em finais de Mundiais.

Com a vitória, os espanhóis levantam a taça pela segunda vez na história. O primeiro título havia sido conquistado em 2010, na África do Sul. Já a Argentina permanece com três conquistas mundiais, obtidas em 1978, 1986 e 2022.

A partida foi equilibrada, mas teve a Espanha com maior posse de bola e controle das ações durante boa parte do tempo. Logo nos primeiros minutos, Lamine Yamal levou perigo em chute desviado, obrigando Emiliano “Dibu” Martínez a fazer grande defesa.

Mesmo dominando o jogo, os espanhóis encontraram dificuldades para transformar a superioridade em chances claras. A Argentina, por sua vez, pouco conseguiu produzir ofensivamente e apostou em contra-ataques.

Ainda na etapa inicial, Oyarzabal e Cucurella assustaram o goleiro argentino, enquanto Lisandro Martínez deixou o gramado lesionado e foi substituído por Otamendi.

No segundo tempo, a pressão espanhola aumentou. Dani Olmo, Ferran Torres, Pedri, Cubarsí e Laporte levaram perigo, mas pararam em uma atuação inspirada de Dibu Martínez, que fez uma sequência de grandes defesas.

Nos acréscimos, a partida ganhou um ingrediente decisivo. Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando a Argentina com um jogador a menos para a prorrogação.

Com vantagem numérica, a Espanha intensificou a pressão. Nico Williams chegou a marcar no primeiro tempo do tempo extra, mas o lance foi anulado por falta na origem da jogada.

O gol do título saiu logo no início da segunda etapa da prorrogação. Lamine Yamal iniciou a jogada, Pedro Porro cruzou para a área, Nico Williams desviou de cabeça e Ferran Torres apareceu para finalizar com força e balançar as redes.

A Espanha ainda teve outro gol anulado por impedimento, também com Ferran Torres. Nos minutos finais, a Argentina tentou reagir e criou sua melhor oportunidade após cruzamentos de Messi, mas Simeone desperdiçou a finalização.

Com o apito final, a seleção espanhola confirmou a vitória por 1 a 0 e celebrou a conquista do segundo título mundial de sua história.

Foto: Divulgação/Seleção da Espanha


Os Estados Unidos informaram ao governo brasileiro que poderão reduzir o tarifaço sobre produtos do Brasil caso o país aceite atender a uma série de exigências. A proposta inclui zerar tarifas para empresas americanas dos setores industrial, químico, aeroespacial e automotivo. A nova taxa entra em vigor em 22 de julho.

Além dessas condições, os americanos defenderam o fim da tarifa sobre o etanol, a não regulamentação das plataformas digitais e a inclusão do Pix nas negociações comerciais entre os dois países.

No Palácio do Planalto, integrantes do governo classificaram a proposta como “indigna” e “inaceitável”.

Segundo esses auxiliares, aceitar as exigências dos Estados Unidos causaria um impacto maior para a economia brasileira do que o provocado pelo próprio tarifaço. Pelos cálculos iniciais do governo, as novas tarifas devem atingir cerca de 18% das exportações brasileiras para o mercado americano.

A medida também provocou disputa política no Brasil. A oposição atribui o aumento das tarifas a falhas na condução das negociações pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já integrantes do Planalto afirmam que a decisão dos Estados Unidos tem motivação política e ideológica.

Desde o anúncio do primeiro pacote de tarifas, a diplomacia brasileira realizou mais de 30 contatos com autoridades americanas, entre reuniões presenciais, videoconferências e conversas por telefone. Mesmo com a avaliação de que haverá pouca margem para avanços nas negociações, o governo pretende manter o diálogo para tentar reduzir os impactos sobre os setores brasileiros afetados.

*g1
Foto: Ricardo Stuckert / PR


Termina nesta quarta-feira (15) o prazo para que os Estados Unidos decidam se colocarão em prática novas tarifas sobre produtos brasileiros. Nos bastidores, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha com a expectativa de que a taxação seja confirmada e aposta que a Casa Branca estabeleça um período de implementação da medida, além de divulgar uma lista de exceções.

Nesta terça (14), representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Assessoria Especial da Presidência da República e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, realizaram a quinta rodada de negociações sobre o tema.

Durante o encontro, o governo brasileiro voltou a afirmar que considera o tarifaço injustificado. Apesar das conversas, Jamieson Greer avaliou na última semana que um entendimento entre os dois países ainda estava distante.

A discussão teve início após uma investigação do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que acusa o Brasil de adotar práticas que restringem o comércio com os norte-americanos. Entre os pontos citados estão questões relacionadas ao desmatamento ilegal, à pirataria e ao sistema de pagamentos Pix. Como consequência, foi proposta uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

Além dessa medida, o governo americano também anunciou uma taxa extra de 12,5% para países que, segundo Washington, apresentam falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.

A expectativa do governo brasileiro é que, caso as tarifas sejam oficializadas, o processo siga um cronograma semelhante ao adotado no ano passado. Na ocasião, Donald Trump anunciou o aumento das tarifas sobre produtos brasileiros em julho, mas a medida só foi formalizada semanas depois e entrou em vigor após um período de adaptação, acompanhado de uma lista de produtos isentos.

Outro fator acompanhado pelo Planalto é a pressão de empresas americanas que dependem de importações brasileiras. Segundo o Itamaraty, ao menos 43 empresas e associações comerciais dos Estados Unidos solicitaram que determinados produtos brasileiros sejam excluídos das sobretaxas, alegando que não existem fornecedores equivalentes no mercado interno.

*Secom
Foto: EFE/EPA/AARON SCHWARTZ / POOL


O governo de Donald Trump deve anunciar nos próximos dias a decisão sobre a aplicação de novas tarifas a exportações brasileiras, com base na investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que apura práticas comerciais consideradas desleais.

Embora mantenham as negociações, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veem pouca possibilidade de reversão do tarifaço.

Na última sexta-feira (10/7), o petista se reuniu com os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, responsáveis por conduzirem as negociações com os norte-americanos. Na ocasião, Lula e auxiliares projetaram cenários para a decisão de Trump, que deverá ser divulgada na quarta-feira (15/7).

O Palácio do Planalto trabalha com duas possibilidades: a primeira, e a mais provável, é que haverá taxação — resta saber o alcance da medida em relação ao percentual e os produtos que serão afetados.

Em junho, a investigação do USTR sugeriu a aplicação de tarifa de 25% sobre importações brasileiras para o EUA. O processo tem como base a Seção 301 da Lei de Lei de Comércio de 1974. Entre as práticas investigadas, estão uso do Pix, desmatamento ilegal e regras de proteção de propriedade intelectual.

A avaliação do governo brasileiro é que os negociadores norte-americanos não devem levar em consideração os argumentos técnicos apresentados e, portanto, os países estão longe de um entendimento.
A mesma impressão foi compartilhada pelo chefe do USTR, Jamieson Greer, na última semana. Em entrevista à Fox Business, ele reconheceu que há “muita distância” entre as partes e pontuou que a decisão está próxima de ser tomada.

“Esta semana tivemos nossa última audiência, e eu estou em contato com os brasileiros, estamos tentando negociar, mas eu acho que há muita distância entre nós, então você verá a decisão final sobre o Brasil muito em breve”, disse Greer.

Antes do prazo final para a aplicação das tarifas, na quarta-feira (15/7), Greer e ministros brasileiros devem ter nova reunião para discutir o tema.

Um segundo cenário projetado pelo Palácio do Planalto é que os americanos decidam adiar a imposição da tarifa em um gesto ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à Presidência da República. A possibilidade é vista como remota, mas não impossível.

Isso porque a administração Trump demonstra ser imprevisível e, além disso, existe lobby por parte da ala ideológica do Departamento de Estado para tentar influenciar o processo eleitoral brasileiro.

Flávio viajou a Washington para participar da audiência que discutiu o tarifaço, na última semana. Durante a reunião, ele argumentou que esse seria o “pior momento possível” para a imposição da taxa e alegou que a medida beneficiaria Lula eleitoralmente. Antes, o senador havia pedido que o governo norte-americano adiasse a taxação pelo menos até as eleições.

A gestão Lula repudiou o gesto e voltou a acusar Flávio de traição à pátria. “Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro”, diz nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).

Em ambos os cenários, o governo brasileiro ainda avalia como vai reagir. A orientação de Lula é que se mantenha as negociações até o fim. Somente após a decisão do dia 15 de julho, o Planalto vai definir a resposta.

*Metrópoles
Foto: Andrew Harnik/Getty Images


O meia Jayden Adams, do Mamelodi Sundowns e da seleção da África do Sul, morreu neste sábado (11), aos 25 anos. A informação foi confirmada por familiares e representantes do atleta, mas até o momento, a causa e as circunstâncias da morte não foram divulgadas.

Adams esteve entre os convocados da África do Sul para a Copa do Mundo de 2026. Durante a campanha da equipe, ele atuou nos três jogos da fase de grupos e ficou no banco de reservas na derrota por 1 a 0 para o Canadá, que eliminou os sul-africanos na fase mata-mata.

Pelo Mamelodi Sundowns, um dos principais clubes do futebol africano, o meia também ganhou destaque em competições internacionais. Em junho do ano passado, enfrentou o Fluminense pela Copa do Mundo de Clubes, em partida que terminou empatada por 0 a 0.

*Pleno.News
Foto: Ulrik Pedersen / NurPhoto via AFP


A influenciadora digital brasileira Kauana Bilhar morreu após cair do 27º andar de um edifício em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A notícia foi confirmada pela família na quarta-feira (8). A polícia de Dubai investiga as circunstâncias da queda.
Até o momento, as autoridades não descartam nenhuma hipótese, incluindo suicídio, homicídio ou feminicídio, e o apartamento onde o caso ocorreu passa por perícia. A família tenta providenciar o traslado do corpo para o Brasil.

Kauana morava em Dubai há dois anos e tinha mais de 20 mil seguidores nas redes sociais, nas quais publicava conteúdos sobre viagens, experiências de alto padrão e artigos de luxo.

Em seu perfil há registros de viagens internacionais, incluindo visitas a pontos turísticos como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre, ambos em Paris. Ela também compartilhava imagens em jatos particulares, carros de luxo, hotéis, restaurantes e produtos de marcas luxuosas.

As flores eram outro elemento frequente nas publicações. A influenciadora costumava exibir grandes buquês recebidos de presente e chegou a divulgar um arranjo com 500 flores.

Nos últimos meses, Kauana também passou a compartilhar com frequência declarações de amor à companheira, Bárbara Arantes. Recentemente, publicou fotos de alianças e agradeceu publicamente à namorada.

O Ministério das Relações Exteriores informou que, por meio da Embaixada do Brasil em Abu Dhabi, presta assistência consular à família e acompanha o caso.

*Com informações AE
Foto: Reprodução/Instagram @kauanabilhar

1 2 3 156