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Em um documento ministerial, o bloco defende que as tarifas são “inconsistentes com as regras da OMS”, mas evita citar o presidente americano

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Os ministros de finanças e os presidentes dos Bancos Centrais do Brics desaprovaram o aumento unilateral de tarifas que “distorcem o comércio” e são “inconsistentes com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC)”. Mesmo sem citar diretamente os Estados Unidos, a mensagem é uma referência clara às políticas tarifárias impostas pelo governo de Donald Trump desde o início do ano.

Segundo matéria da Agência Brasil, a declaração é parte do documento ministerial publicado neste sábado (5), ao fim do encontro no Rio de Janeiro que precede à Cúpula dos Líderes do Brics, no domingo (6) e segunda (7).

“Os membros do BRICS demonstraram resiliência e continuarão a cooperar entre si e com outros países para salvaguardar e fortalecer o sistema multilateral de comércio não discriminatório, aberto, justo, inclusivo, equitativo, transparente e baseado em regras, tendo a OMC como seu núcleo, evitando guerras comerciais que possam mergulhar a economia global em recessão ou prolongar ainda mais o crescimento contido”, diz o trecho do documento sobre o tema.

Além do documento ministerial, foram publicados outros dois documentos específicos sobre a revisão das cotas do FMI e de apoio à Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Cooperação Tributária Internacional.

Na publicação que defende a reforma do sistema financeiro internacional, os ministros do Brics dizem que as cotas do FMI não acompanham o crescimento acelerado dos mercados emergentes e das economias em desenvolvimento.

“O realinhamento de cotas deve refletir as posições relativas dos membros na economia global, protegendo ao mesmo tempo as cotas dos membros mais pobres. Uma fórmula de cotas simples, equilibrada e transparente, que considere fatores e variáveis ​​relevantes, como o PIB dos membros em Paridade do Poder do Povo (PPP), deve servir como uma ferramenta orientadora em um processo inclusivo de realinhamento de cotas”, diz um trecho.

A declaração sobre cooperação tributária defende um sistema internacional mais inclusivo, com transparência fiscal e fomento do diálogo global, que contribuam para redução das desigualdades.

“Nossos esforços devem promover a assistência mútua eficaz em questões tributárias, aumentar a transparência e combater os fluxos financeiros ilícitos relacionados a impostos, bem como coibir práticas tributárias prejudiciais e a evasão fiscal, inclusive por parte de indivíduos com alto patrimônio líquido”, diz um trecho.

COP 30

Na declaração principal dos ministros, a COP 30, que será realizada em novembro em Belém, também aparece como tema de destaque. Eles defendem maior envolvimento dos ministérios da Fazenda e dos Bancos Centrais nas discussões, especialmente quanto ao objetivo de alcançar 1,3 trilhão em financiamento climático.

“Reconhecemos também a necessidade de enfrentar os desafios estruturais decorrentes das mudanças climáticas e das transições energéticas, da biodiversidade e da conservação da natureza, das mudanças demográficas e da digitalização, entendendo que lidar com eles também apresenta oportunidades significativas de investimento e crescimento em desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza”, diz o trecho.

Informações Bahia.ba


O país foi alvo de 11 mísseis e 539 drones disparados pelas forças russas

Foto: Presidência da Rússia

A Ucrânia viveu sua pior noite de bombardeio desde o início da guerra contra a Rússia nesta sexta-feira (4) com os ataques deixando ao menos 23 pessoas feridas. A ofensiva russa ocorre logo após uma ligação entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o líder americano, Donald Trump. O país foi alvo de 11 mísseis e 539 drones disparados pelas forças russas.

Segundo matéria do portal UOL, a Força Aérea da Ucrânia informou que o ataque desta sexta foi o maior já sofrido pelo país desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. Apesar disso, o exército ucraniano afirma ter abatido 270 dos 550 ataques, com outros 208 drones sendo desviados. Nove mísseis e 63 drones atingiram seus alvos, e destroços de drones interceptados caíram em pelo menos 33 localidades. Até o momento não foram registradas mortes.

O principal alvo dos ataques foi a capital ucraniana, Kiev, que teve prédios e ruas atingidos, além de sua infraestrutura ferroviária danificada. A embaixada da Polônia no país também registrou danos. Destroços de drones, a maioria do tipo Shahed, de fabricação iraniana – provocaram um incêndio em uma instalação médica no distrito de Holosiivskyi, segundo o prefeito Vitali Klitschko.

Ligação entre Trump e Putin

O ataque ocorreu logo após uma ligação entre Trump e Putin. Pouco antes da ofensiva, o presidente americano afirmou à imprensa ter tido uma longa conversa com o chefe de Estado russo, mas que a ligação não levou a “nenhum progresso”. Na conversa, Putin insistiu que a Rússia “não abrirá mão de seus objetivos” na Ucrânia.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o alerta antiaéreo foi acionado logo após o fim da ligação entre Trump e Putin. “Mais uma vez, a Rússia demonstra que não tem intenção de terminar com a guerra e com o terror”, declarou Zelensky.

EUA deixou de fornecer armas à Ucrânia

No início da semana, os EUA suspenderam o fornecimento de parte de seu armamento para a Ucrânia. Kiev alertou que a decisão comprometeria sua capacidade de repelir ataques aéreos e de frear o avanço de tropas russas.

O assunto deve ser discutido durante um telefonema entre Zelensky e Trump agendado para esta sexta. Apesar da suspensão de armamento, o presidente americano afirmou que seu governo está “tentando ajudar” a Ucrânia, mas que o governo de seu antecessor, Joe Biden, teria desfalcado os estoques de armas americanas ao entregá-las às forças ucranianas. “Biden esvaziou nosso país dando armas a eles, e temos que garantir que temos [armas] o suficiente para nós mesmos”, disse Trump.

Informações Bahia.ba


Catar e Egito também participam das conversas, que têm o objetivo de definir um novo cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista

Hamas negociações cessar-fogo
Apesar do avanço, fim das conversas com o Hamas é incerto | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Uma proposta de cessar-fogo de 60 dias entre Israel e o Hamas voltou a ser debatida nesta quarta-feira, 3 de julho. As negociações são conduzidas pelos Estados Unidos (EUA), Catar e Egito. 

O plano prevê a libertação imediata de 10 reféns vivos e 18 corpos de israelenses em Gaza. Em troca, palestinos presos seriam soltos, a ajuda humanitária aumentaria e tropas israelenses sairiam parcialmente de áreas civis. Fontes indicam que líderes do Hamas em Doha foram instruídos a entregar suas armas.

Apesar do avanço, o fim das conversas com o grupo terrorista ainda é incerto. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que não aceitará acordo que deixe o Hamas governar Gaza. “A vitória é eliminar as capacidades militares e políticas do Hamas, garantir a liberdade dos reféns e impedir futuras ameaças”, afirmou.

O Hamas analisa os termos, mas exige o fim da guerra e a saída total das forças israelenses. Até agora, o grupo não deu resposta formal.

Um ponto-chave é a administração de Gaza depois da trégua. Israel rejeita qualquer papel do Hamas. Mediadores árabes querem que a Autoridade Palestina participe da gestão, dependendo de reformas internas e apoio popular.

O plano inclui a Organização das Nações Unidas e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha para monitorar a ajuda humanitária, algo que ainda não aconteceu desde outubro de 2023. Naquele mês, o Hamas atacou Israel e matou mais de 1,2 mil pessoas.

EUA e acordo com Hamas

A proposta ganhou atenção depois de Donald Trump dizer que “Israel está pronto para um acordo” e que a crise será resolvida “quando eu voltar à Casa Branca”. Diplomatas israelenses receberam o comentário com cautela, pois Trump não participa das negociações.

No governo israelense, a trégua gera divisões. Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança, e Bezalel Smotrich, das Finanças, ameaçam deixar a coalizão se Netanyahu aceitar o plano sem eliminar o Hamas. Familiares de reféns e grupos civis pressionam por acordo que liberte os sequestrados e alivie a crise humanitária.

Dados do Hamas, não verificados, indicam mais de 38 mil mortes em Gaza desde o início da guerra. Israel sofreu centenas de baixas entre soldados. Mais de 50 reféns seguem sob poder do grupo islâmico.

Negociadores em Washington, Doha e Cairo mantêm conversas reservadas. “Ainda não há acordo, só uma proposta. Muitos obstáculos à frente”, disse à Reuters um alto funcionário da Casa Branca.

Informações Revista Oeste


Presidente da Argentina discursou nesta quinta-feira, 13, ao passar a presidência pro tempore do Mercosul a Lula

Javier Milei, presidente da Argentina, discursou na cúpula do Mercosul nesta quinta-feira, 3 de julho | Foto: Reprodução/YouTube
Javier Milei, presidente da Argentina, discursou na cúpula do Mercosul nesta quinta-feira, 3 de julho | Foto: Reprodução/YouTube

Em discurso na cúpula do Mercosul nesta quinta-feira, 3, o presidente da Argentina, Javier Milei, cobrou publicamente que o Brasil, que assume a presidência pro tempore do bloco sul-americano, atue para combater o crime organizado transnacional. 

Em sua última participação na presidência do Mercosul, Milei também citou detenções ilegais na Venezuela, ditadura governada pelo aliado histórico de Lula, Nicolás Maduro. 

“Encerro esta presidência deixando este compromisso para a próxima presidência do bloco, liderada pelo Brasil, confiante de que juntos seremos capazes de dotar o Mercosul da ferramenta necessária para combater eficazmente o crime organizado transnacional. Nessa mesma linha, não podemos ignorar os inúmeros casos de detenções ilegais na Venezuela”, enfatizou o presidente Javier Milei, que exigiu “a pronta libertação” dos presos.

Milei defende mais liberdade e reformas no Mercosul

O presidente Javier Milei pediu reformas dentro do bloco Mercosul e fez um alerta aos países membros. “Devemos parar de pensar no Mercosul como um escudo que nos protege do mundo e começar a pensar nele como uma lança que nos permite penetrar efetivamente nos mercados globais.”

Segundo ele, a Argentina precisa de liberdade para chegar a outros mercados e, por isso, o país irá junto com o bloco ou sozinho. “Embarcaremos no caminho da liberdade, juntos ou sozinhos, porque a Argentina não pode esperar. Precisamos urgentemente de mais comércio, mais atividade econômica, mais investimentos e mais empregos. É por isso que precisamos urgentemente de mais liberdade.”

E prosseguiu: “Nossa nação decidiu deixar para trás décadas de estagnação, e cabe aos parceiros do Mercosul decidir se querem nos ajudar a continuar no caminho que escolhemos.”

Infor


Embaixador diz que enriquecimento de urânio vai continuar; agência internacional contradiz EUA sobre o impacto de ataques

Amir-Saeid Iravani, embaixador do Irã, durante reunião na ONU: programa de enriquecimento de urânio vai continuar | Foto: Reprodução/Twitter/X
Amir-Saeid Iravani, embaixador do Irã, durante reunião na ONU: programa de enriquecimento de urânio vai continuar | Foto: Reprodução/X

No 633º dia da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, o Irã voltou a reafirmar sua determinação em manter o programa nuclear. O embaixador do país na Organização das Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, declarou, neste domingo, 29, que o enriquecimento de urânio “nunca vai parar”. Segundo ele, trata-se de um direito assegurado pelo Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares para fins pacíficos.

À rede norte-americana CBS News, Iravani afirmou que o Irã está aberto ao diálogo. Rejeitou, contudo, o que classifica de exigências de “rendição incondicional”. Para o diplomata, o momento atual não é propício para novas negociações. “Estamos prontos para conversar, mas, depois dessa agressão, não há condições apropriadas para uma nova rodada de diálogo.”

Irã pode retomar produção nuclear, diz agência

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, afirmou que o Irã mantém intacta a capacidade de retomar o enriquecimento de urânio e que isso pode ocorrer em poucos meses. A declaração contradiz autoridades dos Estados Unidos, que alegam que ataques militares recentes teriam desmantelado grande parte da infraestrutura nuclear iraniana.

As palavras de Grossi estão em linha com avaliações preliminares da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, que apontam apenas uma interrupção temporária nas atividades iranianas, sem prejuízo estrutural significativo.

Enquanto isso, o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, convocou uma reunião emergencial com os chefes das Forças de Defesa e da segurança interna, depois de uma série de ataques violentos de colonos israelenses contra soldados do próprio Exército em áreas da Cisjordânia.

Gallant prometeu “medidas firmes” para coibir a violência e advertiu: “Ninguém ousará levantar a mão contra nossas forças”. Ele também ressaltou o compromisso dos reservistas em serviço desde o ataque terrorista do Hamas, em 7 de outubro de 2023, e afirmou que o governo não permitirá que uma minoria extremista ameace a segurança nacional.

Informações Revista Oeste


Uma das principais prioridades de Washington nas negociações com Pequim era garantir o fornecimento de terras raras, metais cruciais para a produção de baterias elétricas, turbinas eólicas e sistemas de defesa

Bandeira da China, país controlado pelo Partido Comunista há décadas
Bandeira da China, país controlado pelo Partido Comunista há décadas | Foto: Reprodução/Freepik

A China confirmou, na última sexta-feira, 27, os termos de negociação comercial com o governo do presidente norte-americano, Donald Trump. Isso inclui um acordo para que Pequim acelere as exportações de minerais essenciais para os Estados Unidos e para que Washington suspenda os recentes controles de exportação sobre produtos chineses.

“A China analisará e aprovará os pedidos de exportação de itens controlados”, disse o Ministério do Comércio da China, em um comunicado. “E os Estados Unidos cancelarão de forma correspondente uma série de medidas restritivas que tomaram contra a China.”

Uma das principais prioridades de Washington nas negociações com Pequim era garantir o fornecimento de terras raras, metais cruciais para a produção de baterias elétricas, turbinas eólicas e sistemas de defesa.

A manifestação do governo chinês foi feita um dia depois de o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, ter afirmado à agência Bloomberg News que os Estados Unidos “derrubariam” seus controles de exportação assim que a China começasse a entregar minerais de terras raras.

Sem muitos detalhes

Não está claro se o acordo anunciado agora é o mesmo mencionado por Trump em evento, na última quinta-feira, 26, na Casa Branca. O Ministério do Comércio da China afirmou que os negociadores comerciais chineses e norte-americanos “mantiveram uma comunicação próxima” depois de se reunirem em Londres, no Reino Unido, em 9 e 10 de junho. As duas partes já haviam se encontrado em Genebra, na Suíça, em maio.

As reuniões foram realizadas para estabilizar os laços entre as duas superpotências e para pedir uma trégua em uma guerra comercial crescente, na qual os dois lados impuseram tarifas altíssimas sobre os produtos um do outro.

Ainda não se sabe se a suspensão dos controles de exportação de ambos os lados facilitará o caminho para negociações comerciais mais amplas sobre questões fundamentais que frustram o governo Trump, como fazer com que a China compre significativamente mais produtos americanos e conseguir que mais empresas dos EUA tenham acesso à economia chinesa.

Embora a China tenha afirmado que não recuará em uma guerra comercial com os EUA, os analistas disseram que é do interesse de Pequim chegar a um acordo mais amplo. A economia chinesa continua lenta devido a uma crise imobiliária e a uma queda na confiança do consumidor.

“Depende da China”

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou, também na última sexta-feira, que vê uma redução da tensão com a China e que os norte-americanos querem verificar se o país asiático quer ser “um bom parceiro comercial”. A declaração foi dada em entrevista à emissora Fox Business. “Tudo dependerá dos chineses, mas acredito que a desescalada das tensões comercias estará sob controle”, disse Bessent. “Acredito que eles querem ser um parceiro responsável.”

Bessent defendeu que os EUA não querem “se separar” da China, mas que o país asiático foi o único a retaliar as tarifas impostas por Washington em abril. Segundo ele, as tarifas de 20% sobre o fentanil na China permanecem em vigor, totalizando 30% de sobretaxas para Pequim. Ele ainda mencionou que muitos países “estão se sentindo pressionados com as negociações tarifárias” e que a administração precisa reduzir o risco comercial.

Revista Oestecom informações da Agência Estado


Trâmites para repatriação agora ficarão a cargo da família e das autoridades

Operação de resgate no Monte Rinjani Foto: Reprodução/Instagram Basarnas

As equipes de resgate da Indonésia conseguiram retirar, nesta quarta-feira (25), do Monte Rinjani, o corpo da brasileira Juliana Marins. Ao todo, a operação de içamento durou mais de sete horas. A informação sobre a retirada do corpo foi confirmada pelo chefe da Agência Nacional de Busca e Resgate (Basarnas), marechal do ar TNI Muhammad Syafi’i.

Segundo Syafi’i, após ser levado até uma base, o corpo será transferido a um hospital antes dos trâmites para repatriação ao Brasil.

– Após a entrega oficial do corpo pela Basarnas ao hospital, o processo de repatriação ou procedimentos posteriores ficarão a cargo das autoridades e da família – disse o marechal do ar.

A retirada do corpo do Monte Rinjani envolveu três equipes e contou com o apoio de voluntários. Parte do trajeto foi documentado por um montanhista que auxiliou na missão. Durante a descida, sete pessoas acompanharam o resgate, sendo três posicionadas a cerca de 400 metros de profundidade e outras quatro mais abaixo, a 600 metros.

Juliana foi encontrada sem vida nesta terça-feira (24), após cair de uma trilha durante a subida do Monte Rinjani, o segundo maior vulcão da Indonésia. Ela estava desaparecida desde o último sábado (21). O caso gerou forte comoção no Brasil e críticas da família ao ritmo considerado lento do resgate por parte das autoridades locais.

Informações Pleno News


Em Teerã, autoridades celebram a “vitória” no conflito; Ambos os países dizem ter vencido o conflito

Foto: Redes sociais

O acordo de cessar-fogo que encerrou a guerra entre Israel e Irã segue em vigor nesta quarta-feira (25), mais de 24 horas depois do anúncio feito pelo presidente Donald Trump, que declarou a trégua entre as partes. Ambos os países dizem ter vencido o conflito, que começou em 13 de junho com ataques aéreos generalizados de Israel à instalações nucleares iranianas.

Segundo matéria do InfoMoney, os países têm tomado medidas para manter a trégua, após um confronto de 12 dias que contou com intensos ataques aéreos israelenses, ondas de mísseis balísticos iranianos e um bombardeio americano de instalações nucleares iranianas.

Com o término do conflito, Trump afirmou que bombardeiros furtivos americanos “obliteraram” instalações nucleares iranianas, incluindo Fordow, construída quase 100 metros abaixo do solo, escondida sob uma montanha.

Antes de embarcar para Holanda, onde comparece a uma cúpula da Otan nesta quarta, o presidente americano repreendeu a mídia por noticiar uma avaliação preliminar sigilosa da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, que afirmou que a capacidade do Irã de construir uma bomba nuclear havia sido adiada por apenas alguns meses.

“Acho que eles foram totalmente destruídos. E não acho que conseguiram retirar nada, porque agimos rapidamente”, declarou o presidente. Segundo ele, os ataques de Washington no domingo fizeram o programa nuclear de Teerã retroceder “décadas”, e a trégua entre Irã e Israel está atualmente “funcionando muito bem”.

Israel deve reabrir totalmente o aeroporto mais movimento do país, Ben Gurion, nesta quarta. Cerca de 12 mil pessoas devem passar pelo aeroporto hoje, informou a Autoridade de Aviação Civil israelense.

As autoridades do país também suspenderam as restrições de emergência que mantinham escolas e locais de trabalho fechados desde o início da guerra. Já o chefe do Estado-Maior do Exército israelense, Eyal Zamir, afirmou que o país voltaria sua atenção agora para o conflito, ainda em andamento, contra o Hamas em Gaza.

Já em Teerã, capital do Irã, apoiadores do governo realizaram um comício de vitória na terça-feira (24). Em um discurso televisionado, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian elogiou seus compatriotas pela resiliência.

Ele também indicou, em uma ligação telefônica com o líder dos Emirados Árabes Unidos, que o Irã estava pronto para retomar as negociações internacionais sobre o programa nuclear iraniano, cuja destruição era o principal objetivo declarado da campanha israelense.

O acordo de cessar-fogo que encerrou a guerra entre Israel e Irã segue em vigor nesta quarta-feira (25), mais de 24 horas depois do anúncio feito pelo presidente Donald Trump, que declarou a trégua entre as partes. Ambos os países dizem ter vencido o conflito, que começou em 13 de junho com ataques aéreos generalizados de Israel à instalações nucleares iranianas.

Segundo matéria do InfoMoney, os países têm tomado medidas para manter a trégua, após um confronto de 12 dias que contou com intensos ataques aéreos israelenses, ondas de mísseis balísticos iranianos e um bombardeio americano de instalações nucleares iranianas.

Com o término do conflito, Trump afirmou que bombardeiros furtivos americanos “obliteraram” instalações nucleares iranianas, incluindo Fordow, construída quase 100 metros abaixo do solo, escondida sob uma montanha.

Antes de embarcar para Holanda, onde comparece a uma cúpula da Otan nesta quarta, o presidente americano repreendeu a mídia por noticiar uma avaliação preliminar sigilosa da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, que afirmou que a capacidade do Irã de construir uma bomba nuclear havia sido adiada por apenas alguns meses.

“Acho que eles foram totalmente destruídos. E não acho que conseguiram retirar nada, porque agimos rapidamente”, declarou o presidente. Segundo ele, os ataques de Washington no domingo fizeram o programa nuclear de Teerã retroceder “décadas”, e a trégua entre Irã e Israel está atualmente “funcionando muito bem”.

Israel deve reabrir totalmente o aeroporto mais movimento do país, Ben Gurion, nesta quarta. Cerca de 12 mil pessoas devem passar pelo aeroporto hoje, informou a Autoridade de Aviação Civil israelense.

As autoridades do país também suspenderam as restrições de emergência que mantinham escolas e locais de trabalho fechados desde o início da guerra. Já o chefe do Estado-Maior do Exército israelense, Eyal Zamir, afirmou que o país voltaria sua atenção agora para o conflito, ainda em andamento, contra o Hamas em Gaza.

Já em Teerã, capital do Irã, apoiadores do governo realizaram um comício de vitória na terça-feira (24). Em um discurso televisionado, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian elogiou seus compatriotas pela resiliência.

Ele também indicou, em uma ligação telefônica com o líder dos Emirados Árabes Unidos, que o Irã estava pronto para retomar as negociações internacionais sobre o programa nuclear iraniano, cuja destruição era o principal objetivo declarado da campanha israelense.

Informações Bahia.ba


Juliana Marins sofreu uma queda durante uma trilha no Monte Rinjani

Juliana Marins Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

A família de Juliana Marins, brasileira de 26 anos que sofreu uma queda durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, segue preocupada com a demora no resgate da jovem. Três dias após o acidente, as operações de busca foram novamente interrompidas nesta segunda-feira (23), devido às condições climáticas adversas, segundo relatos feitos nas redes sociais por parentes de Juliana.

No domingo (22), o resgate de Juliana já havia sido suspenso também em razão das condições climáticas. De acordo com os familiares, as equipes de salvamento chegaram a avançar cerca de 250 metros na descida até o ponto onde Juliana estaria — que seria 600 metros desfiladeiro abaixo —, mas recuaram antes de alcançá-la.

– Um dia inteiro e eles avançaram apenas 250 metros abaixo, faltavam 350 metros para chegar na Juliana e eles recuaram. Mais uma vez! Mais um dia! Nós precisamos de ajuda, nós precisamos que o resgate chegue até Juliana com urgência! – escreveu a família em uma das postagens.

Além da preocupação com o estado de saúde da jovem, a família fez duras críticas à condução do resgate pelas autoridades indonésias. Eles afirmam que o parque onde ocorreu o acidente segue aberto a turistas e que o esforço de resgate tem sido lento e sem a estrutura necessária, mesmo com a previsão de mau tempo típica desta época do ano.

– Aparentemente é padrão nessa época do ano que o clima se comporte dessa forma, eles têm ciência disso e não agilizam o processo de resgate! Lento, sem planejamento, competência e estrutura! – criticaram.

Outro motivo de revolta foi a informação, divulgada por órgãos oficiais da Indonésia e até pela Embaixada do Brasil em Jacarta, de que Juliana teria recebido água, comida e agasalhos enquanto aguardava o resgate. A irmã da jovem, Mariana Marins, desmentiu a informação

– A informação que temos é que até agora não conseguiram chegar até ela, pois as cordas não tinham tamanho suficiente, além da baixa visibilidade – disse.

Juliana foi vista pela última vez por volta das 17h30 de sábado (21), quando foi localizada por turistas com auxílio de um drone. As imagens, segundo a família, são as únicas confirmações visuais de que ela esteve no local da queda.

Informações Pleno News


Operação ‘Martelo da Meia-Noite’ teve meses de preparação

A Northrop Grumman B-2 Spirit, aeronave que os EUA enviaram ao Pacífico
A Northrop Grumman B-2 Spirit, aeronave que os EUA enviaram ao Pacífico | Foto: Senior Airman Joel Pfiester/US Air Force

Os Estados Unidos conduziram uma ofensiva militar de grandes proporções contra o Irã neste sábado, 21, direcionada a instalações nucleares estratégicas do país, em uma operação batizada de “Martelo da Meia-Noite”.

A ação envolveu o uso de aproximadamente 125 aeronaves, inclusive bombardeiros furtivos B-2, além de 75 armas guiadas com precisão. De acordo com o Pentágono, foi o primeiro emprego em combate das bombas penetradoras de alta potência, conhecidas como “fura-bunker”.

A operação foi detalhada neste domingo, 22, em entrevista coletiva pelo general Dan Caine. Segundo ele, os bombardeiros B-2 partiram da Base da Força Aérea de Whiteman, localizada no Missouri. Os mísseis Tomahawk foram lançados por um submarino, enquanto as 14 bombas penetradoras de concreto foram despejadas pelos B-2 sobre os alvos designados.

Um dos elementos centrais da estratégia norte-americana foi uma manobra de distração. Um grupo de bombardeiros B-2 seguiu rumo oeste e teve seu trajeto amplamente divulgado por sistemas de rastreamento de voo.

O objetivo era atrair a atenção para esse movimento, como uma isca. Paralelamente, outro grupo de B-2 com as cargas reais avançava em direção leste e mantinha a surpresa sobre o verdadeiro eixo de ataque.

Segundo as autoridades militares, dezenas de aviões-tanque de reabastecimento em voo foram utilizados para garantir a extensão da missão, além de caças de quarta e quinta geração e um submarino de mísseis guiados. Caine afirmou que não houve resposta defensiva do Irã durante a execução dos ataques: “Não havia sinal de fogo de retorno das defesas iranianas”.

Preparação e foco: operação mirou diretamente o programa nuclear do Irã

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, enfatizou a complexidade e o preparo da operação. “Esse é um plano que exigiu meses e semanas de posicionamento e preparação, para que pudéssemos estar prontos quando o presidente dos EUA ligasse”, afirmou. Hegseth acrescentou que “foi necessária muita precisão”, pois envolveu “desvios de direção e a mais alta segurança operacional”.

Ao se pronunciar na noite de sábado, 21, o presidente Donald Trump declarou que “as principais instalações de enriquecimento nuclear do Irã foram completa e totalmente destruídas”. Durante o anúncio, reforçou que o objetivo dos ataques foi unicamente interromper o programa nuclear iraniano. “A missão não era, não tem sido sobre mudança de regime”, reiterou Hegseth.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, acena durante o 36º aniversário da morte do líder da Revolução Islâmica do Irã de 1979, o aiatolá Ruhollah Khomeini, no santuário de Khomeini no sul de Teerã, Irã (4/6/2025) | Foto: Divulgação via Reuters/Gabinete do Líder Supremo Iraniano/WANA (West Asia News Agency)/Foto de arquivo
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei | Foto: Divulgação via Reuters/Gabinete do Líder Supremo Iraniano/WANA (West Asia News Agency)/Foto de arquivo

O secretário também destacou que os voos executados pelos bombardeiros B-2, nessa missão, foram os segundos mais longos da história operacional da aeronave. Apenas um deslocamento de 40 horas em outubro de 2001, durante o começo da guerra do Afeganistão, foi mais extenso.

Ainda não há uma estimativa precisa sobre a extensão dos danos causados, mas as autoridades afirmaram que “todos os três locais sofreram danos e destruição extremamente graves”, segundo Caine. Trump encerrou seu discurso com um alerta ao governo de Teerã: caso não haja disposição para um acordo, “futuros ataques serão muito maiores e muito mais fáceis”.

Informações Revista Oeste

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