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Rodada de votações do conclave na manhã desta quinta-feira (8/5) terminou sem definição. Nova fumaça é esperada à tarde

Conclave: na Sistina, cardeais retomam votações para escolher o papa - Metrópoles

Os 133 cardeais eleitores voltam à Capela Sistina às 10h45 (horário de Brasília) desta quinta-feira (8/5) para mais uma rodada de votações no conclave que busca eleger o novo papa. Esta será a terceira sessão do processo, iniciado oficialmente na quarta-feira (7/5), e acontece após duas votações pela manhã, que terminaram sem consenso.


A confirmação de que nenhum candidato atingiu os votos necessários veio por volta das 6h50, quando a fumaça preta voltou a sair da chaminé instalada no telhado da Capela Sistina. Cerca de 12 mil pessoas acompanhavam o momento na Praça São Pedro.

Para que o novo pontífice seja eleito, é necessário que um nome receba ao menos dois terços dos votos, o equivalente a 89 votos.

As votações acontecem em sigilo absoluto, com até quatro rodadas por dia: duas pela manhã e duas à tarde. Após cada votação, as cédulas são queimadas, e a fumaça que sai da chaminé sinaliza o resultado.

A fumaça branca indica que um papa foi escolhido. A preta, como aconteceu hoje mais cedo, mostra que ainda não há definição.

Horários da fumaça

O Vaticano divulgou, na terça-feira (6/5), os horários aproximados para a fumaça que indicará ao mundo se a Igreja Católica já tem um novo papa. O sinal visual sairá da chaminé da Capela Sistina ao fim de cada rodada de votação durante o conclave, processo que começa oficialmente nessa quarta-feira (7/5), com a entrada dos cardeais eleitores em isolamento.

De acordo com o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, a fumaça será visível em dois momentos principais do dia:

Só haverá fumaça nos horários secundários da manhã e da tarde (7h e 14h).

Sendo assim, a fumaça só sairá da chaminé da capela nos primeiros horários da manhã e da tarde (5h30 e 12h30), caso o papa tenha sido eleito.

Se após três dias de votações nenhum nome alcançar a maioria necessária, o regulamento prevê uma pausa de até um dia para oração, diálogo entre os cardeais e breve orientação espiritual, que será conduzida pelo cardeal protodiácono Dominique Mamberti.

Informações Metrópoles


Assessores de María Corina estavam asilados havia mais de um ano na embaixada tutelada pelo governo Lula na capital venezuelana

Maduro
O Brasil, que assumiria a custódia da embaixada em Caracas, não participou diretamente do resgate | Foto: Reprodução/Flickr 

Os Estados Unidos confirmaram nesta terça-feira, 6, a entrada em solo norte-americano de cinco opositores venezuelanos que estavam asilados na Embaixada da Argentina em Caracas, prédio diplomático tutelado pelo governo brasileiro. 

Ligado à líder María Corina Machado, o grupo deixou o local depois de uma operação de resgate que contou com apoio internacional e sigilo diplomático. Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, celebrou o desfecho da missão.

“Os Estados Unidos saúdam o bem-sucedido resgate de todos os reféns do regime Maduro na embaixada argentina em Caracas”, compartilhou Rubio em suas redes sociais.

Rubio também escreveu: “Os EUA comemoram o resgate bem-sucedido de todos os reféns mantidos pelo regime de Maduro na Embaixada Argentina em Caracas. Depois de uma operação precisa, todos os reféns estão agora em segurança em solo americano. O regime ilegítimo de Maduro minou as instituições venezuelanas, violou os direitos humanos e colocou em risco nossa segurança regional.”

O governo da Argentina agradeceu publicamente o apoio dos EUA. A operação, que não teve detalhes revelados, envolveu concessão de salvo-condutos aos asilados, de acordo com informações do jornal pró-regime Venezuela News.

Segundo o veículo, representantes internacionais e a ditadura de Nicolás Maduro firmaram o documento depois de “negociações intensas”. Os opositores estavam sob proteção da embaixada desde março do ano passado.

O grupo procurou abrigo no local diante do cerco imposto pela Venezuela às vésperas das eleições presidenciais. O procurador-geral do país, aliado de Maduro, havia expedido mandados de prisão contra os cinco assessores.

Brasil ficou à margem da operação dos EUA

O Brasil, por exemplo, que assumira a custódia da embaixada argentina depois da expulsão dos diplomatas por ordem de Maduro, não participou diretamente do resgate.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o Itamaraty insistiu pela concessão de salvo-conduto, mas não foi informado sobre a articulação final, liderada pelos EUA.

Depois das críticas do presidente argentino, Javier Milei, à reeleição de Maduro, o regime chavista expulsou a missão diplomática da Argentina e ameaçou romper o acordo de custódia com o Brasil.

Mesmo assim, o Itamaraty informou, na ocasião, que manteria a responsabilidade até que outro país fosse indicado como substituto.

Seis pessoas compunham o grupo original. Em dezembro, um dos membros, Fernando Martínez Mottola, decidiu deixar a embaixada. As autoridades venezuelanas lhe concederam liberdade condicional. Ele morreu dois meses depois, em fevereiro, por complicações de saúde.

Informações Revista Oeste


Eleição papal divide Igreja entre alas reformista e conservadora

Área interna da Capela Sistina, no Vaticano, palco do próximo conclave: eleição começa em 7 de maio | Foto: Vatican News
Área interna da Capela Sistina, no Vaticano, palco do próximo conclave: eleição começa em 7 de maio | Foto: Vatican News

O conclave que irá eleger o sucessor do papa Francisco, que morreu no mês passado, terá início nesta quarta-feira, 7. Trata-se de um dos momentos mais decisivos da Igreja Católica nas últimas décadas. Os 133 cardeais com menos de 80 anos, aptos a votar, já se isolaram no Vaticano. Os religiosos permanecerão incomunicáveis até que o novo pontífice seja escolhido.

A Capela Sistina será o palco das votações. Depois do tradicional anúncio do extra omnes (“todos fora”), suas portas serão trancadas. A Santa Sé também determinou o corte do sinal de celular às 10h (horário de Brasília), o que reforça o sigilo absoluto do processo. 

Conclave começa com cerimônias e juramento dos cardeais

Antes da primeira votação, os cardeais participam de cerimônias religiosas e fazem o juramento de cumprir as normas da sucessão apostólica.

O cenário é de incerteza. Não há um favorito claro. Internamente, os cardeais se dividem entre aqueles que desejam manter o legado reformista e acolhedor de Francisco e os que defendem um retorno a uma postura mais tradicional. A escolha poderá definir os rumos da Igreja para as próximas décadas.

A composição do colégio eleitoral é a mais geograficamente diversa da história da Igreja. Francisco nomeou cardeais em países até então não representados, como Haiti, Sudão do Sul e Mianmar. O continente asiático, por exemplo, conta com 23 cardeais. Segundo o cardeal japonês Tarcisio Isao Kikuchi, muitos deles planejam votar em bloco.

Informações Revista Oeste


Presidente afirmou que local abrigará os “criminosos mais cruéis e violentos dos Estados Unidos”

Donald Trump Foto: EFE/EPA/ALEXANDER DRAGO / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está instruindo o seu governo a reabrir e expandir Alcatraz, a notória antiga penitenciária localizada em uma ilha da Califórnia. A prisão funcionou entre os anos de 1934 e 1963. A Ilha de Alcatraz atualmente é operada como um ponto turístico.

– Estou instruindo o Departamento de Prisões, juntamente com o Departamento de Justiça, o FBI e a Segurança Interna, a reabrir uma Alcatraz substancialmente ampliada e reconstruída, para abrigar os criminosos mais cruéis e violentos dos Estados Unidos – escreveu Trump em mensagem no site Truth Social na noite deste domingo (4).

Ainda segundo o chefe de Estado, a reabertura de Alcatraz servirá como um “símbolo de lei, ordem e justiça”.

– Não seremos mais reféns de criminosos, bandidos e juízes que têm medo de fazer seu trabalho e nos permitem remover criminosos que entraram ilegalmente em nosso país – completou.

*AE


Medida afeta NPR, PBS e outras redes financiadas pelo governo, e amplia embate com imprensa e instituições acadêmicas

Trump
ONG Repórteres Sem Fronteiras classifica medida de Trump como uma ‘deterioração alarmante da liberdade de imprensa’ | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto nesta quinta-feira, 1º de maio, determinando o fim do financiamento federal direto à National Public Radio (NPR) e à Public Broadcasting Service (PBS)

O documento instrui a Corporação de Radiodifusão Pública (CPB) a interromper repasses às emissoras, acusadas pelo republicano de atuarem com viés político.

A ordem executiva determina que o conselho da CPB suspenda todos os repasses na medida “máxima permitida por lei” e se recuse a fornecer novos recursos. Segundo o governo, os veículos têm posição partidária e tendenciosa e, por isso, não devem mais contar com dinheiro público.

A decisão faz parte de uma série de ações da Casa Branca voltadas a cortar gastos e minar instituições vistas como opositoras. Desde o início do novo mandato, Trump tem acusado veículos de comunicação e universidades de propagar agendas ideológicas.

O presidente, por exemplo, rotulou Harvard e Columbia como centros de doutrinação marxista. 

Além das críticas à mídia, o governo também tentou fechar outras redes internacionais mantidas com recursos públicos, como a Voz da América e a Rádio Ásia Livre. Em abril, um juiz federal suspendeu essas ações, afirmando que o Executivo extrapolava suas competências.

ONG critica Trump e cita suposto risco à liberdade de imprensa 

Em contrapartida, a ONG Repórteres Sem Fronteiras emitiu um alerta sobre o que classificou como uma “deterioração alarmante da liberdade de imprensa” nos EUA.

O decreto de Trump, segundo defensores dos direitos humanos, amplia o cerco contra vozes críticas e fortalece o uso político do orçamento público.

Ao mesmo tempo, o governo também tenta ampliar o corte de verbas com um pedido formal ao Congresso para cancelar US$ 1,1 bilhão em recursos da CPB — o equivalente a dois anos de financiamento. A corporação, criada em 1967, apoia mais de 1.500 rádios e TVs públicas espalhadas pelo país.

Como resultado, depois da assinatura do decreto, a CPB entrou com um processo contra a Casa Branca. A ação judicial questiona a tentativa de Trump de destituir três dos cinco membros do conselho da corporação, o que foi interpretado como retaliação política.

Com mais de 900 funcionários, a NPR opera uma extensa rede de rádios locais. A PBS, que também mantém centenas de emissoras, empregava mais de 550 pessoas até o fim de 2022.

Ambas argumentam que os cortes podem comprometer a oferta de informações confiáveis, sobretudo em momentos de crise nacional.

Informações Revista Oeste


Presidente americano criticou decisões que têm bloqueado suas medidas

Presidente Donald Trump durante pronunciamento Foto: EFE/Octavio Guzmán

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta terça-feira (29) as diversas resoluções emitidas por tribunais e até pela Suprema Corte contra suas políticas e garantiu que nada o deterá em seu objetivo de manter o país “seguro novamente”.

– Essas pessoas só querem destruir nosso país. Nada impedirá minha missão de manter os EUA seguros novamente – disse ele em comício realizado no estado de Michigan – o grande polo automotivo americano – por ocasião dos primeiros 100 dias de seu segundo mandato.

Trump criticou os juízes que até agora impediram suas demissões no governo federal ou sua política de deportações de imigrantes.

– Não podemos permitir que um punhado de juízes comunistas e radicais de esquerda obstruam a aplicação de nossas leis e assumam as responsabilidades que pertencem exclusivamente ao presidente dos Estados Unidos – disse.

Os juízes, segundo Trump, estão tentando tirar o poder dele de manter os Estados Unidos seguros.

– E isso não está certo, mas espero, para o bem do nosso país, que a Suprema Corte resolva isso, porque temos de fazer alguma coisa. Essas pessoas estão simplesmente querendo destruir nosso país – acrescentou.

Desde o início de seu mandato, Trump determinou que órgãos como o Pentágono e o Departamento de Justiça se envolvam na questão da imigração. É essa política que tem estado no centro de seus confrontos mais midiáticos com o Judiciário. Por exemplo, a Suprema Corte o proibiu de deportar imigrantes usando a Lei de Inimigos Estrangeiros de 1798 e, assim, paralisou a expulsão de um grupo de venezuelanos.

Trump escolheu como cenário para comemorar seus 100 dias no poder o condado de Macomb, uma área onde a indústria automotiva alimenta milhares de famílias e onde três grandes montadoras (General Motors, Ford e Stellantis) estão presentes.

*EFE


Becciu teria dito a pessoas próximas que o objetivo da decisão foi o de não causar mais danos à imagem da Igreja Católica

Foto: Reprodução

Com a proximidade do conclave, o cardeal italiano Angelo Becciu decidiu não participar do ato que escolherá o novo líder da Igreja Católica, após a morte do papa Francisco. O conclave está marcado para acontecer no dia 7 de maio. O informativo La República diz que Becciu teria dito a pessoas próximas que o objetivo da decisão foi o de não causar mais danos à imagem da Igreja Católica.

Becciu solicitou sua admissão no processo eleitoral, sustentando ser inocente após condenação por compra e venda fraudulenta de um edifício em Londres. O nome dele não aparece na lista dos cardeais votantes – são cerca de 130, entre os quais sete brasileiros, incluindo o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Sergio da Rocha.

Angelo Becciu foi nomeado cardeal e prefeito da Congregação para as Causas dos Santos em 2018 pelo papa Francisco. Por conta do envolvimento de Becciu nos escândalos financeiros, Francisco pediu, em 2020, que ele renunciasse aos direitos de cardeal.

Becciu foi afastado da função de Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, mas manteve seu título – daí a alegação anterior de poder participar do conclave.

O italiano começou a carreira na diplomacia da Santa Sé em 1984, tendo atuado em diversos países, como Angola, Cuba, Reino Unido e Estados Unidos. Durante os papados de João Paulo II e Bento XVI, assumiu postos relevantes, incluindo o de núncio apostólico. Em 2011, chegou ao segundo cargo mais importante da Secretaria de Estado, posição mantida por Francisco, que o nomeou cardeal em 2018.

Informações Bahia.ba


Republicano estuda reduzir ou eliminar o imposto de renda para pessoas que tenham essa renda anual

Donald Trump, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/SAMUEL CORUM / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (27) a possibilidade de que, quando as tarifas sobre outros países entrarem em vigor, haja uma redução ou eliminação do imposto de renda para as pessoas que ganham menos de 200 mil dólares (R$ 1,14 milhão) por ano.

– Quando as tarifas entrarem em vigor, o imposto de renda de muitas pessoas será substancialmente reduzido, talvez até eliminado por completo. O foco estará naqueles que ganham menos de US$ 200 mil por ano – escreveu o presidente americano em sua rede social, Truth Social.

Trump também destacou na mensagem que os EUA estão criando muitos empregos com novas fábricas em construção ou expansão.

– Será uma bonança para os Estados Unidos!!! O Serviço de Impostos Estrangeiros está funcionando!!! – exclamou.

Nesta semana, uma coalizão de 12 estados, liderada por promotores do Oregon e do Arizona, entrou com uma ação judicial para bloquear as tarifas impostas por Trump, argumentando que são “ilegais”.

A ação busca bloquear a imposição de tarifas de 145% sobre a maioria dos produtos da China e de 25% sobre a maioria dos de Canadá e México, principais parceiros comerciais desses estados.

O processo também questiona as tarifas de 10% sobre a maioria dos produtos importados do resto do mundo e o plano de Trump de aumentar as taxas sobre as importações de outros 46 parceiros comerciais a partir de 9 de julho.

*EFE


Problema também afetou países como França, Polônia e Finlândia

Apagão atingiu principalmente a Espanha e Portugal Foto: EFE/ Andreu Esteban

Um apagão de grandes proporções da rede elétrica afetou Portugal, Espanha, e outros países da Europa na manhã desta segunda-feira (28). A geradora espanhola Red Eléctrica informou que a península ibérica foi afetada. A empresa disse que o incidente está sendo avaliado e será tratado. Segundo relatos compartilhados nas redes sociais, a falha também afeta países como França, Polônia e Finlândia.

É raro ocorrer uma interrupção de energia tão ampla na península ibérica. Os países têm uma população combinada de mais de 50 milhões de pessoas. Não ficou imediatamente claro quantas pessoas foram afetadas.

A emissora pública espanhola RTVE disse que uma grande queda de energia atingiu várias regiões do país por volta das 12h30, horário local (7h30 de Brasília), deixando sua redação, o parlamento espanhol em Madri e estações de metrô em todo o país às escuras. Pessoas em chats de WhatsApp em Barcelona e em cidades e vilas da periferia também relataram a falta de energia.

Segundo jornais locais, o problema atinge também linhas telefônicas e semáforos. Nos aeroportos, os embarques estão sendo feitos “à moda antiga” e o check-in de forma manual.

ESPANHA
A concessionária espanhola Red Elétrica confirmou a falha no país. Foram ativados planos de reposição do fornecimento de energia elétrica em colaboração com as empresas do setor.

– As causas estão sendo analisadas e todos os recursos estão sendo mobilizados para solucionar o problema – afirmou a empresa.

No país, o blecaute afetou diversas cidades como Madri, Sevilha, Granada, Málaga e Cádiz. Em Madri, o jogo entre Dimitrov e Fearnely, válido pelo torneio de tênis Madrid Open, precisou ser paralisado porque uma câmera ficou parada em cima da quadra devido à falta de eletricidade. O jogo estava no segundo set quando precisou ser paralisado.

PORTUGAL
Em Portugal, um país com cerca de 10,6 milhões de habitantes, a interrupção atingiu a capital, Lisboa, e áreas adjacentes, bem como as regiões norte e sul do país. Para resolver a questão, foram ativados planos de reposição do fornecimento de energia elétrica em colaboração com as empresas do setor.

Segundo o jornal local SIC, havia pessoas presas dentro de vagões de metrô e hospitais enfrentaram problemas com a ausência de energia. Faculdades como o Centro de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa estavam funcionando apenas com geradores.

Segundo o jornal português Expresso, a distribuidora portuguesa E-Redes disse que a interrupção se deveu a “um problema com o sistema elétrico europeu”. A empresa também declarou que foi obrigada a cortar a energia em áreas específicas para estabilizar a rede, segundo o mesmo jornal.

A E-Redes disse que partes da França também foram afetadas. Não era possível fazer chamadas em celulares, embora alguns aplicativos estivessem funcionando.

*AE


A decisão ocorre depois da morte do papa Francisco; cardeais de todo o mundo vão participar da reunião, na Capela Sistina, em Roma

Vaticano
O Colégio Cardinalício conta com 252 membros, sendo 135 eleitores | Foto: Reprodução/Redes sociais 

Vaticano informou nesta segunda-feira, 28, que o conclave para eleger o novo pontífice terá início no dia 7 de maio. A decisão ocorre depois da morte do papa Francisco e reúne cardeais de todo o mundo na Capela Sistina, em Roma.

A tradição determina que os cardeais com menos de 80 anos se reúnam em votações secretas até elegerem o novo líder da Igreja Católica, com maioria de dois terços.

O procedimento prevê duas votações pela manhã e duas à tarde, todos os dias, até a eleição do novo pontífice. Se nenhuma escolha ocorrer nos três primeiros dias, os cardeais fazem uma pausa para oração e reflexão antes de retomar as votações.

Atualmente, o Colégio Cardinalício conta com 252 membros, sendo 135 eleitores. No entanto, dois religiosos anunciaram que não vão votar por questões de saúde, o que reduz o número para 133.

Cardeal condenado pelo Vaticano confirma presença no conclave

Apesar de ter sido condenado a cinco anos e meio de prisão por corrupção e abuso de poder, o cardeal italiano Giovanni Angelo Becciu afirmou que pretende participar do conclave, marcado para 7 de maio.

O religioso disse a jornalistas que, mesmo condenado, mantém seu direito de voto garantido pelo cargo de cardeal. O Tribunal do Vaticano o culpou no maior julgamento financeiro da história da Santa Sé, que envolveu a compra irregular de um imóvel em Londres com recursos da Igreja.

Embora tenha recorrido da sentença, o cardeal ainda responde em liberdade enquanto aguarda decisão final.

O Código de Direito Canônico autoriza cardeais condenados a participarem do conclave, salvo se o Vaticano os expulsar formalmente do Colégio Cardinalício, o que não aconteceu com Becciu. Por isso, ele mantém o direito de eleger o novo pontífice com os demais eleitores.

A situação constrange o Vaticano, que tradicionalmente preza pela integridade dos cardeais eleitores. Até o momento, a Santa Sé não se pronunciou oficialmente sobre a participação de Becciu no processo de escolha do sucessor de Francisco.

Informações Revista Oeste

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