Em troca, organização terrorista pode liberar metade dos reféns

Trump e Netanyahu
O presidente norte-americano, Donald Trump, posa em foto ao lado de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense | Foto: Reprodução/Amos e Ben Gershom/Flickr 

A organização terrorista Hamas preparou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo apuração da emissora de TV Fox News, será pedido um cessar-fogo de 60 dias em troca da liberação de metade dos reféns mantidos em Gaza. O veículo de comunicação afirma que a carta deve ser entregue ao norte-americano ainda nesta semana.

Estima-se que 48 pessoas estejam reféns do Hamas, segundo o American Jewish Committee (AJC). Trump tem atuado como defensor de Israel e, em mais de uma ocasião, se posicionou contrário à estratégia do Hamas. “A situação precisa acabar”, declarou em agosto. “O Hamas sabe que, se entregar os reféns, provavelmente será o fim de suas vidas.”

Governo Trump criticou países que reconheceram a Palestina

Em sua movimentação mais recente relacionada ao conflito Israel-Hamas, o governo norte-americano reprovou a decisão de países aliados que apoiaram a criação do Estado palestino. No domingo 21, Reino Unido, Austrália e Canadá reconheceram oficialmente a Palestina como uma nação soberana — mas sem detalhar quais seriam suas fronteiras.

O governo Trump classificou o ocorrido como um “gesto teatral”, reforçando que sua prioridade é garantir a segurança de Israel e a libertação dos reféns. Além disso, Washington afirmou que Israel iria retaliar “simbolicamente” os países apoiadores.

Além da declaração oficial, um grupo de 25 políticos do Partido Republicano dos EUA publicaram uma carta afirmando que essa é uma “política arriscada que coloca em xeque a perspectiva de paz”. Entre os apoiadores do texto, estão o senador Ted Cruz e a deputada Elise Stefanik.

Atualmente, cerca de 140 Estados membros da Organização das Nações Unidas já reconhecem a Palestina.

Informações Revista Oeste


O governo dos Estados Unidos decidiu estender as sanções previstas na Lei Global Magnitsky à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e ao Instituto Lex, organização jurídica com vínculos familiares.

O anúncio foi feito no site do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, nesta segunda-feira (21). As penalidades já haviam sido aplicadas ao próprio Moraes em 30 de julho.

O Instituto Lex, com sede em São Paulo, atua na área de capacitação jurídica e oferece serviços voltados ao desenvolvimento profissional de operadores do Direito, conforme descrito em seus canais oficiais.

Com as sanções, todos os eventuais bens de Viviane nos Estados Unidos estão bloqueados a partir de agora, assim como qualquer empresa que esteja ligada a ela.

A medida seria apenas o primeiro passo de um possível conjunto mais amplo de sanções, que poderá atingir outras autoridades e setores no Brasil.

Formada em Direito pela Universidade Paulista (UNIP), Viviane lidera o escritório do Lex sediado em São Paulo, onde dois dos três filhos que tem com o ministro do STF são sócios. A banca representa o Banco Master em algumas ações. A instituição bancária se envolveu em uma controvérsia ao oferecer uma política agressiva para captar recursos, mas usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para cobrir dívidas.

A lei norte-americana leva o nome de Sergei Magnitsky, um advogado tributário – morto em 2009 – que expôs uma fraude bilionária praticada por altos funcionários do Ministério do Interior da Rússia. Ele trabalhava para o fundo de investimentos Hermitage Capital Management, fundado pelo americano William Browder e pelo brasileiro Edmond Safra.

A retirada de uma pessoa da lista de sanções requer comprovação de que ela não teve envolvimento nas condutas que motivaram a punição, que já tenha sido julgada por isso ou que tenha demonstrado uma mudança significativa de comportamento.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert/PR


Manifestações contra as iniciativas de Israel ampliam a pressão internacional em meio ao conflito provocado pelo Hamas no Oriente Médio

Trump e Netanyahu
O premiê Benjamin Netanyahu reagiu e subiu o tom contra a decisão | Foto: Reprodução/Amos Ben Gershom/Flickr 

A decisão de países ocidentais de reconhecer formalmente o Estado palestino provocou desconforto em Washington. O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou a iniciativa como um “gesto teatral”. O órgão afirmou que seu foco continua sendo a diplomacia efetiva.

Segundo o governo norte-americano, a prioridade é garantir a segurança de Israel, a libertação dos reféns e a estabilidade regional sem a presença do grupo terrorista Hamas.

França, Reino Unido, Canadá, Austrália e Portugal estão entre os países que anunciaram o apoio direto à criação do Estado palestino. A medida ocorre enquanto Israel intensifica sua operação militar na Faixa de Gaza, iniciada depois dos ataques terroristas contra o Estado judeu, em 7 de outubro de 2023.

Reconhecimento pressiona Israel e divide posições entre aliados

A movimentação ganhou força às vésperas de uma conferência organizada pela França e pela Arábia Saudita sobre a proposta de dois Estados. Pelo menos 145 dos 193 países membros das Nações Unidas (ONU) já reconhecem o Estado palestino, segundo levantamento da AFP.

Durante o fim de semana, o presidente francês Emmanuel Macron defendeu publicamente o reconhecimento como um passo necessário para enfraquecer o Hamas.

“Se não oferecermos uma perspectiva política e o reconhecimento, ficarão presos com o Hamas como única solução”, argumentou, em entrevista ao canal CBS. Para ele, isolar o grupo terrorista exige um plano de paz atrelado ao reconhecimento internacional.

Em resposta, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, subiu o tom e rejeitou a criação de um Estado palestino. Ele argumenta que o governo deve continuar expandindo os assentamentos na Cisjordânia.

Presidente da Autoridade Palestiniana celebra avanço nas negociações

Mahmud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestiniana, classificou o reconhecimento como um passo “necessário para uma paz justa e duradoura”.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, comentou a tensão crescente no Oriente Médio. Segundo ele, as mobilizações para oficializar o Estado palestino não devem se curvar ao temor de retaliações israelenses. “Não deveríamos nos sentir intimidados pelo risco de represálias de Israel”.

Informações Revista Oeste


Primeiro-ministro de Israel afirma que não haverá estado palestino e critica decisão internacional

Foto: Redes sociais

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, respondeu à iniciativa do Reino Unido, Canadá e Austrália de reconhecer formalmente a Palestina, afirmando que “não haverá estado palestino”.

“Tenho uma mensagem clara para os líderes que reconhecem um Estado palestino após o horrível massacre de 7 de outubro: vocês estão dando um prêmio enorme ao terror”, declarou Netanyahu neste domingo (21).

O líder israelense ressaltou que, apesar da imensa pressão nacional e internacional, impediu o estabelecimento do que chamou de “Estado terrorista” por anos.

“Fizemos isso com determinação e sabedoria diplomática. E, ainda mais, dobramos os assentamentos judaicos na Judeia e Samaria — e continuaremos nesse caminho”, disse Netanyahu, usando o termo geralmente empregado em Israel para se referir à Cisjordânia ocupada.

“A resposta à mais recente tentativa de impor um estado terrorista sobre nós no coração da nossa terra será dada após meu retorno dos Estados Unidos. Aguardem”, acrescentou.

Informações Bahia.ba


Apresentador fez comentários sobre acusado de assassinar o comentarista conservador

Jimmy Kimmel teve programa suspenso pela ABC Foto: EFE/ EPA/ Caroline Brehman

A rede de televisão ABC anunciou nesta quarta-feira (17) que vai retirar “indefinidamente” de sua programação o popular talk-show de Jimmy Kimmel devido a uma polêmica declaração do apresentador sobre a morte do comentarista conservador Charlie Kirk.

O anúncio foi feito depois que a Nexstar Media, empresa que possui uma ampla rede de canais ao redor dos Estados Unidos associados às grandes emissoras, anunciou que não exibiria o programa devido à declaração.

– A gangue MAGA tentou desesperadamente rotular este garoto [Tyler Robinson] que assassinou Charlie Kirk como qualquer coisa, menos como um deles, e fazer de tudo para tirar proveito político – disse Kimmel no programa da última segunda-feira (15) à noite.

Em resposta ao ocorrido, a Nexstar disse que “se opõe firmemente aos comentários recentes feitos pelo sr. Kimmel sobre o assassinato de Charlie Kirk” e que “substituirá o programa por outra programação em seus mercados afiliados à ABC”.

O apresentador e comediante zombou do impacto que a morte de Kirk teve no presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e exibiu um clipe gravado na semana passada no qual um jornalista pergunta ao chefe de Estado como ele estava lidando com o assassinato, e ele responde “acho que muito bem”, passando diretamente a fazer comentários sobre a construção de um novo salão na Casa Branca.

Kimmel apresenta o programa Jimmy Kimmel Live!, na ABC, desde 2003. O talk-show regularmente lidera em audiência entre os programas noturnos de entretenimento e se tornou viral por suas entrevistas e esquetes.

*EFE


Arsenal viaja 10 vezes mais rápido do que som e por carregar ogivas nucleares

O General Grynkewich, dos EUA, e Mark Rutte, secretário-geral da Otan | Foto: Reproução/Otan

Na opinião do holandês Mark Rutte, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a distância não é uma garantia de segurança contra os mísseis da Rússia. Ele afirmou que a nova geração de armamentos demoraria minutos para chegar a Londres, uma das capitais europeias mais distantes de Moscou.

“Demorarão de 5 a 10 minutos a mais para atingir Madri ou Londres do que para chegar a Tallin ou Vilnius”, disse Rutte na sexta-feira, 12, durante o lançamento de um plano de urgência do bloco. As duas últimas cidades citadas são, respectivamente, as capitais da Estônia e da Lituânia. São duas nações da Otan que fazem fronteira com a Rússia e, no passado, ficaram décadas sob o jugo de Moscou.

O secretário-geral não revelou a quais mísseis se referia. Contudo, em 2024, os russos testaram os assim chamados Orenshiks. Capazes de atingir dez vezes a velocidade hipersônica, são armas que o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou poderem atingir qualquer alvo na área da Europa.

“Os sistemas de defesa aérea atualmente disponíveis no mundo e os sistemas de defesa antimísseis criados pelos americanos na Europa não interceptam esses mísseis”, disse Putin, depois de lançar um Orenshik na guerra contra a Ucrânia em 2024. É um armamento que também pode transportar ogivas nucleares.

Urgência na Otan

Drones russos invadiram e violaram o espaço aéreo da Polônia, outro membro do bloco que também faz fronteira com a Rússia e se libertou do domínio de Moscou. As aeronaves foram derrubadas, mas isso deixou o bloco em alerta.

Em resposta, a Otan lançou a Operação Sentinela Oriental. “Não podemos ter drones russos entrando no espaço aéreo dos aliados”, disse Rutte ao anunciar a medida. O lançamento ocorreu ao lado de Alexus Grynkewich, general da Força Aérea dos Estados Unidos e comandante supremo do órgão.

Liderado pelos EUA, o tratado existe desde 1949. A Otan foi criada como uma aliança militar para defesa mútua no âmbito da Guerra Fria, quando russos e norte-americanos passaram a rivalizar por áreas de influência.

Informações Revista Oeste


O governo de Maduro exigiu que se cessem imediatamente essas ações

Donald Trump e Nicolás Maduro Foto: EFE/EPA/SPENCER COLBY; Foto: EFE/Prensa Miraflores

O governo venezuelano afirmou neste sábado (13) que um navio naufragou “ilegalmente” dois norte-americanos a bordo e ocupou por seis horas uma embarcação venezuelana com nove pescadores que se encontravam nas águas do país sul-americano, com a intenção de justificar “uma escalada de guerra” no Caribe.

– Ontem, um pescador de atum venezuelano foi atacado de forma hostil por uma unidade da Marinha dos Estados Unidos, uma unidade militar, o contratorpedeiro Jason Dunham, matrícula DDG-109, equipado com importantes armas, equipamentos militares e armas de guerra – denunciou o Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, em comunicado transmitido pela emissora estatal “Venezolana Televisión” (VTV).

Gil leu um comunicado que afirmava que “o navio de guerra enviou 18 soldados com armas longas para abordar e ocupar uma embarcação pequena e inofensiva, impedindo a comunicação e o funcionamento normal de dois pescadores que realizavam atividades de pesca autorizadas”.

Tratava-se, segundo a nota, de “humildes pescadores de atum, que navegam a 48 milhas náuticas da ilha de La Blanquilla, em águas pertencentes à Zona Econômica Exclusiva (ZEE) da Venezuela”.

O governo venezuelano garantiu que a Marinha Nacional Bolivariana “monitorou e registrou o incidente minuto a minuto com seus meios aéreos, navais e de vigilância, acompanhando os pescadores em todos os momentos até sua libertação”.

Para o governo de Nicolás Maduro, este incidente “reflete a conduta vergonhosa de líderes políticos de Washington que, irresponsavelmente, utilizam recursos militares de alto custo e soldados treinados como instrumentos para fabricar pretextos para aventuras bélicas”.

A Venezuela exige que os Estados Unidos “cessem imediatamente essas ações que colocam em risco a segurança e a paz do Caribe”, ao mesmo tempo em que pede aos americanos que “reconheçam a gravidade dessas manobras e rejeitem o uso de seus soldados como peças de sacrifício para apoiar os desejos de uma elite lucrativa e predadora”.

Os Estados Unidos permaneceram posicionados ao longo da costa venezuelana, ouvindo navios militares com mísseis e um submarino nuclear, e ordenaram o envio de dez caças F-35 para uma base aérea em Porto Rico, o que a Venezuela denuncia como uma tentativa de “mudança de regime”.

O governo de Donald Trump acusa Nicolás Maduro de liderar o chamado Cartel dos Sóis, que considera uma organização terrorista supostamente ligada ao narcotráfico, motivo da mobilização militar no Caribe e do aumento para US$ 50 milhões da recompensa por informações que levem à captura do líder chavista.

*EFE


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta quarta-feira (11) a pena de morte para o homem que assassinou uma jovem ucraniana em Charlotte, na Carolina do Norte, em agosto.

– O animal que matou de forma tão violenta a bela jovem da Ucrânia, que veio para os Estados Unidos em busca de paz e segurança, deve receber um julgamento rápido (sem dúvida!) e ser condenado apenas com a pena de morte. Não pode haver outra opção – escreveu Trump, na plataforma Truth Social.

O republicano publicou essa mensagem após a divulgação do caso de Iryna Zarutska, que foi esfaqueada fatalmente no pescoço por um homem, identificado como Decarlos Brown, em 22 de agosto. A jovem ucraniana viajava em um trem em Charlotte, e sangrou até a morte diante da passividade de alguns passageiros.

Nesta terça (10), o presidente americano instou o governo a ser “implacável” com os criminosos e a responder com “força e determinação”.

– Temos que ser impiedosos como eles. Essa é a única coisa que eles entendem – declarou Trump em um vídeo publicado na rede social X pela Casa Branca.

Nesta semana, o Departamento de Justiça acusou Brown de um crime federal em uma denúncia criminal apresentada no Tribunal para o Distrito Ocidental da Carolina do Norte. O acusado enfrenta a possibilidade de ser condenado à prisão perpétua ou à pena de morte.

Essas acusações são adicionais às apresentadas anteriormente na Justiça estadual, na qual o homem foi acusado de assassinato em primeiro grau, que também é punível com prisão perpétua ou pena de morte na Carolina do Norte, um estado onde há uma moratória sobre as execuções desde 2006.

*EFE
Fotos: Foto: EFE/EPA/Carlos Barria / POOL | Frame de vídeo / X


O presidente dos Estados Unidos afirmou que todos os envolvidos no ataque ao ativista serão responsabilizados

Presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Isac Nóbrega/PR
Presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Isac Nóbrega/PR

O assassinato de Charlie Kirk, de 31 anos, durante um evento em uma universidade de Utah nesta quarta-feira 10, levou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a se manifestar publicamente. Em vídeo, Trump classificou o episódio como “um momento sombrio para a América” e expressou pesar e indignação. Ele também falou sobre a culpa da esquerda radical pela violência política.

Charlie Kirk foi atingido por um disparo no pescoço enquanto participava da primeira parada da American Comeback Tour, série de debates promovida por sua ONG, a Turning Point USA, no campus da Universidade do Vale de Utah, em Orem. O tiro, disparado por volta das 12h10, partiu de um telhado próximo, de acordo com Beau Mason, comissário do Departamento de Segurança Pública de Utah.

Depois de ser socorrido, Kirk foi levado rapidamente ao hospital, onde teve o óbito confirmado pelos médicos. O evento reunia estudantes e apoiadores em debate sobre política nacional. 

Trump afirmou que todos os envolvidos no ataque serão responsabilizados

O presidente dos EUA afirmou que pretende responsabilizar todos os envolvidos no ataque e em outros episódios de violência política, incluindo quem financia ou apoia ações contra autoridades do país.

Trump citou casos semelhantes, como as duas tentativas de assassinato sofridas por ele próprio durante a campanha eleitoral em 2024, a morte de um executivo da UnitedHealth e o atentado contra Steve Scalise, líder da maioria na Câmara, e disse que “a violência política da esquerda radical” já feriu e matou inocentes.

“Do atentado contra minha vida, em Butler, na Pensilvânia, no ano passado, que matou um marido e pai, aos ataques contra agentes do ICE [o serviço de imigração e fronteiras dos EUA], ao assassinato brutal de um executivo da saúde nas ruas de Nova York, até o atentado contra o líder da maioria na Câmara, Steve Scalise, e outras três pessoas: a violência política da esquerda radical já feriu inocentes demais e tirou vidas demais”, declarou o presidente norte-americano.

Investigações e andamento do caso

As investigações sobre a autoria do disparo continuam. Segundo o diretor do FBI, Kash Patel, uma pessoa chegou a ser detida e, depois de interrogatório, foi liberada.

“O suspeito sob custódia foi liberado depois do interrogatório pelas forças de segurança”, informou Patel em comunicado na rede social X. “Nossa investigação continua, e continuaremos a divulgar informações no interesse da transparência.”

Durante seu pronunciamento, Trump elogiou o legado de Kirk na mobilização de jovens para a política. “Nos campi de todo o país, ele defendeu suas ideias com coragem, lógica, humor e graça”, afirmou, ressaltando que Kirk inspirou milhões de pessoas e era reconhecido pela juventude. O presidente também destacou a importância de rejeitar discursos que demonizem adversários ideológicos.

Em seu discurso, Trump reforçou a responsabilidade da retórica política na escalada da violência. “Por anos, os radicais de esquerda compararam norte-americanos maravilhosos como Charlie a nazistas e aos piores assassinos em massa e criminosos do mundo”, disse Trump. “Esse tipo de retórica é diretamente responsável pelo terrorismo que vemos hoje em nosso país, e isso precisa parar imediatamente.”

Trump pediu união à população e reafirmou os valores defendidos por Kirk. “Charlie representava o melhor da América”, afirmou. “E o monstro que o atacou estava atacando todo o nosso país. Um assassino tentou silenciá-lo com uma bala, mas falhou. Porque, juntos, garantiremos que sua voz, sua mensagem e seu legado viverão por incontáveis gerações.”

O presidente ainda expressou solidariedade à família de Kirk, mencionando a esposa, Erika, e os dois filhos do ativista. “Nossas orações estão com sua mulher, Erika, com seus 2 jovens e amados filhos e com toda a sua família, que ele amava mais do que tudo neste mundo”, lamentou. “Pedimos a Deus que cuide deles nesta hora terrível de dor e sofrimento.”

Informações Revista Oeste


Departamento de Estado norte-americano decidiu postergar a medida enquanto define detalhes operacionais

A mudança amplia o número de pessoas obrigadas a comparecer pessoalmente para obter autorização para entrar nos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Freepik
A mudança amplia o número de pessoas obrigadas a comparecer pessoalmente para obter autorização para entrar nos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Freepik

A exigência de entrevista presencial para quem solicita o primeiro visto de turismo ou negócios aos Estados Unidos foi adiada, depois do anúncio de que a nova regra começaria a valer na terça-feira 2.

O Departamento de Estado norte-americano decidiu postergar a medida enquanto define detalhes operacionais, segundo informou a Embaixada dos EUA no Brasil. Até o momento, não há previsão para começar a valer a norma.

Pela regra adiada, apenas quem solicita renovação dos vistos B1, B2 ou B1/B2, com expiração de no máximo 12 meses, e que tinha ao menos 18 anos na emissão anterior, fica dispensado da etapa presencial.

A exigência abrangerá candidatos de todas as nacionalidades para as quais os EUA requisitam visto, exceto em determinados casos | Foto: Reprodução/Freepik
A exigência abrangerá candidatos de todas as nacionalidades para as quais os EUA requisitam visto, exceto em determinados casos | Foto: Reprodução/Freepik

A mudança amplia o número de pessoas obrigadas a comparecer pessoalmente para obter autorização de entrada no país. Atualmente, menores de 14 anos e maiores de 79 ainda podem obter vistos de não imigrante sem a entrevista.

Quem será afetado pela nova exigência dos Estados Unidos

A exigência abrangerá candidatos de todas as nacionalidades para as quais os EUA requisitam visto, exceto em determinados casos. Não precisarão da entrevista solicitantes de vistos diplomáticos, oficiais, categorias específicas como A-1, A-2, C-3 (exceto os empregados domésticos), G-1 a G-4, Nato-1 a Nato-6 e Tecro E-1.

Quem pretende renovar vistos B-1, B-2 ou B-1/B-2 ainda válidos ou expirados há menos de 12 meses e emitidos para pessoas com pelo menos 18 anos à época tampouco precisará fazer a entrevista.

Para obter a isenção nesse último caso, o interessado deve solicitar o visto no país de origem ou residência. A pessoa não pode ter histórico de recusa de visto (exceto se revertida) e não apresentar inelegibilidades aparentes.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, as autoridades norte-americanas não detalham o que caracteriza inelegibilidade. Contudo, ressaltam que funcionários consulares poderão solicitar a entrevista depois da análise individual de cada requerimento.

Informações Revista Oeste