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Há um mês não há novos casos da doença no país

A banda Midnight Oil realizou concerto na Austrália Foto: Reprodução/Facebook

A Austrália não registra um novo caso de Covid-19 desde 26 de fevereiro. O primeiro-ministro interino James Merlino anunciou que as máscaras já não são mais obrigatórias dentro das lojas, e os cidadãos poderão receber até 100 convidados em suas casas.

No último fim de semana a clássica banda australiana Midnight Oil realizou um show na cidade de Geelong, para 13 mil pessoas – em concerto presencial, sem a necessidade de distanciamento social ou o uso de máscara de proteção. O grupo está realizando uma mini turnê pela Austrália, algo que não foi possível durante todo o ano passado.

De acordo com o site oficial do Ministério de Saúde da Austrália, o país contabilizou 29.220 mil infectados e 909 mortes por Covid-19 durante toda a pandemia, iniciada em janeiro de 2020. O site informa que, atualmente, há 149 casos estimados no país.

Informações Pleno News


Um asteroide de cerca de 1,7 quilômetro de diâmetro passará, neste domingo (21), perto da Terra, em torno das 13h03. Batizado de 2001 FO32, a rocha espacial chegará a uma distância mínima de 2 milhões de quilômetros do planeta. A velocidade estimada é de 124 mil quilômetros por hora.

A Nasa já tem conhecimento de que o corpo rochoso foi formado ainda nos primórdios do Sistema Solar, mas foi identificado pela Terra há cerca de 20 anos. Por passar periodicamente próximo da órbita da Terra, o asteroide foi classificado como tipo “Apollo”.

Informações Pleno News


Eclipse parcial da lua
Foto: Marcello Casal Jr

 Agência Brasil|A Nasa finalizou nesta quinta-feira (18) um teste de oito minutos dos motores de um foguete construído pela Boeing para as missões Artemis, que têm o objetivo de levar de volta astronautas à Lua até 2024, mais de meio século depois da última caminhada lunar.

A Nasa conduziu teste de fogo e calor do núcleo do foguete Sistema de Lançamento Espacial (SLS, na sigla em inglês) para simular um lançamento e disparar os motores enquanto o veículo estava ancorado em uma torre no Centro Espacial Stennis, no Estado norte-americano do Mississippi. 

Os quatro motores RS-25 rugiram e se acenderam pelo tempo de duração do teste e preencheram os arredores e o céu com nuvens de fumaça branca. Depois que os motores foram desligados, foi possível escutar os funcionários da Nasa aplaudindo na transmissão ao vivo em vídeo. 

Um teste anterior em janeiro foi encerrado após cerca de um minuto – tempo muito inferior aos quatro minutos necessários para que os engenheiros coletassem dados suficientes.

A Nasa almeja levar novamente os astronautas norte-americanos até a Lua até 2024, mas o programa SLS está três anos atrasado e com o orçamento estourado em quase 3 bilhões de dólares. O último astronauta a caminhar na Lua foi Eugene Cernan, em dezembro de 1972. 

O Sistema de Lançamento Espacial deve ir agora ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, para integração com a espaçonave Orion, da Lockheed Martin Corp.


A secretaria especial de Comunicação (Secom) informou nesta quinta-feira (18) ter recebido uma carta do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. No documento enviado no dia 26 de fevereiro, o estadista revelou sua intenção de trabalhar para estreitar a relação entre o Brasil e o país norte-americano. O ofício é uma resposta à mensagem de cumprimento do presidente Jair Bolsonaro, enviada a Biden no dia de sua posse, em 20 de janeiro.

No ofício, o democrata disse que “não há limites para o que o Brasil e os Estados Unidos podem conquistar juntos”. Ele também afirmou que o seu governo está pronto para trabalhar em colaboração com a gestão brasileira. Biden defende a união dos países para enfrentar a pandemia de Covid-19 e os desafios da agenda ambiental.

Biden destacou ainda que “as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades”.

De acordo com a Secom, há um compromisso entre os “dois líderes em tornar o Brasil e os EUA mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras”.

CARTA DE BOLSONARO A BIDEN
Em seu aceno ao presidente Joe Biden no dia de sua posse, Bolsonaro lembrou da parceria “sólida” e “longa” entre os dois países e ressaltou que as nações caminham juntas na defesa da democracia e das liberdades individuais como elementos compartilhados.

Ele também disse ser um grande admirador dos Estados Unidos e contou que, desde o início de seu mandato, tem buscado “corrigir equívocos de governos brasileiros anteriores”, que, de acordo com ele, afastaram o Brasil do país norte-americano.

Informações: Pleno News


Biden afirmou também que os dois países unam esforços em fóruns multilaterais, como a COP26 -Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas- e a Cúpula do Clima, encontro que o governo dos EUA planeja promover em 22 de abril.

A carta de Biden, datada de 26 de fevereiro, foi divulgada por meio de uma nota da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social).

“Após enfatizar a responsabilidade comum dos dois líderes em tornar o Brasil e os EUA mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras, o presidente Biden saudou a oportunidade para que ambos os países unam esforços, tanto em nível bilateral quanto em fóruns multilaterais, no enfrentamento aos desafios da pandemia e do meio ambiente, em alusão ao caminho para a COP26 e para a Cúpula sobre o Clima, esta última a ser sediada pelos EUA em 22 de abril próximo.”

Ainda de acordo com o comunicado da Secom, Biden fez referência às viagens que realizou ao Brasil como vice-presidente dos EUA, durante a gestão de Barack Obama.

O atual líder americano foi destacado por Obama como o principal interlocutor junto ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff após o escândalo de espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), que monitorou comunicações da petista e de ministros.

“O presidente Biden sublinhou que não há limites para o que o Brasil e os EUA podem conquistar juntos. Destacou que as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades”, acrescentou a Secom.

Durante a campanha presidencial nos EUA, Bolsonaro afirmou publicamente que torcia pela reeleição do ex-presidente Donald Trump, que acabou derrotado. Bolsonaro e Biden têm agendas antagônicas no combate à pandemia e na pauta ambiental.

O americano é defensor de medidas de distanciamento social e supervisiona um programa de vacinação massivo da população americana. Biden também colocou o combate às mudanças climáticas como uma de suas prioridades.

Bolsonaro, por sua vez, tem atacado ações de governadores e prefeitos para diminuir a circulação de pessoas e só abraçou a defesa da ampla imunização recentemente, após ter sido alertado por auxiliares que suas declarações antivacina prejudicam sua popularidade.

Bolsonaro, um crítico de ONGs que atuam na preservação da Amazônia, também promove a desregulamentação de normas ambientais e é considerado no exterior um líder sem compromisso com a proteção da floresta.

Numa tentativa de acenar ao novo governo americano, Bolsonaro enviou uma carta a Biden em 20 de janeiro, data de posse do democrata. Na correspondência, defendeu parcerias entre os países “em prol do desenvolvimento sustentável e da proteção do meio ambiente”.

Interlocutores no governo Bolsonaro destacam que os primeiros contatos entre as duas administrações foram positivos. O chanceler Ernesto Araújo entrou em contato com o Secretário de Estado americano, Antony Blinken. O chefe do Itamaraty, ao lado do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente), realizou ainda uma conversa com John Kerry, enviado especial para o clima da administração Biden.

Por outro lado, o governo brasileiro foi publicamente cobrado por lideranças do partido Democrata no Congresso dos EUA. Em fevereiro, o líder da comissão de Relações Exteriores do Senado americano, Robert Menendez, exigiu em carta que Bolsonaro e Ernesto condenassem e rejeitassem categoricamente os ataques de partidários do ex-presidente Donald Trump ao Capitólio em 6 de janeiro, afirmando que, caso isso não aconteça, haverá “prejuízo para a relação bilateral”.

Informações: Bahia Notícias


Aeronave atingiu carro que passava pela rua

Avião cai em avenida na Flórida e mata três pessoas Foto: Reprodução

Um avião de pequeno porte caiu em uma avenida no estado da Flórida, nos Estados Unidos, matando dois adultos e uma criança de quatro anos. Uma outra pessoa ficou ferida.

Câmeras de segurança flagraram o momento exato em que a aeronave perde o controle e toca o solo, atingindo um carro. O acidente aconteceu nesta segunda-feira (15), mas as imagens foram divulgadas apenas nesta quarta (17).

Os dois adultos que morreram estavam a bordo do avião. Já a criança estava no carro que foi atingido quando passava pela avenida. A mãe da criança, que estava dirigindo o automóvel, está em estado grave.

Segundo testemunhas, a aeronave explodiu após tocar o chão e deixou um rastro de fogo por causa do combustível.

A mulher que dirigia o carro ainda conseguiu pegar o filho antes de sair do automóvel, mas a criança não resistiu aos ferimentos.

Informações Pleno News


Em entrevista, Biden chamou líder russo de "assassino"
Foto: Montagem/Reprodução

O Departamento do Comércio dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira (17) que expandirá as restrições de exportação à Rússia e acusou o país de utilizar armas químicas contra adversários. O anúncio ocorre após o presidente norte-americano, Joe Biden, chamar o líder russo, Vladimir Putin, de “assassino”.

Nesta terça-feira (16), o governo americano divulgou um relatório que aponta para interferência russa na eleição presidencial americana de 2020.

Segundo o documento, Putin supervisionou os esforços para prejudicar a candidatura do democrata que disputava o cargo com o ex-presidente Donald Trump.

“O Departamento de Comércio está empenhado em impedir que a Rússia acesse tecnologias sensíveis dos EUA que possam ser desviadas para suas atividades de armas químicas malignas”, diz o comunicado do governo americano.

De acordo com o documento, os russos usaram armas químicas ou biológicas em violação ao direito internacional.

No ano passado, o opositor russo Alexei Navalny sofreu uma tentativa de envenenamento que foi condenada pelos EUA e por países da União Europeia. Após passar um período na Alemanha, Navalny foi detido ao retornar à Rússia.

“A partir de 18 de março de 2021, o BIS analisará os pedidos de licença sob a presunção de negação de exportações e reexportações de itens controlados, por razões de segurança nacional que se destinam à Rússia”, diz o comunicado dos EUA.


Por enquanto, serviço só será disponibilizado nos Estados Unidos; não há previsão de expansão para outros países

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Uma nova ferramenta criada pelo aplicativo ‘Tinder’ vai permitir a verificação de antecedentes criminais e histórico de abusos dos usuários. A novidade foi anunciada pelo Match Group e, por enquanto, só será disponibilizada nos Estados Unidos.

O serviço será disponibilizado pela rede de verificação de antecedentes criada por mulheres, a Garbo. De acordo com a organização, atualmente o valor cobrado é de “baixo custo”, mas ainda não há detalhes de quanto custará o recurso. O serviço consegue ter acesso a registros públicos e relatórios de violência ou abuso, prisões, condenações, ordens de restrição e assédio.

O Match Group ainda não informou a data para a atualização entrar em funcionamento. Além disso, o serviço da Garbo também estará disponível nos outros aplicativos da empresa, a exemplo de Meetic e OkCupid. O Match Group também não detalhou se o recuso será expandido para outros países.

Informações Bahia.ba


Foto: Reprodução

O Vaticano publicou, nesta segunda-feira, uma nota de esclarecimento em que reafirma que a Igreja Católica não pode dar bênção às uniões entre pessoas do mesmo sexo, depois que o tema surgiu em alguns ambientes eclesiásticos.

– Não é lícito dar uma bênção às relações ou mesmo aos casais estáveis que envolvem práticas sexuais fora do casamento (ou seja, fora da união indissolúvel de um homem e uma mulher abertos, em si mesmos, à transmissão da vida), como é o caso das uniões entre pessoas do mesmo sexo – aponta a Congregação para a Doutrina da Fé.

O posicionamento, chamado “Responsum ad dubium”, ou seja, resposta a uma dúvida, foi dado a partir de questionamento surgido entre diversos sacerdotes, referente ao poder da Igreja de dar bênção às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

– Alguns ambientes eclesiásticos estão difundindo projetos e propostas de bênçãos a uniões de pessoas do mesmo sexo. Esses projetos estão motivados por uma sincera vontade de acolhimento e acompanhamento de pessoas homossexuais, às quais se propõem caminhos de crescimento na fé – diz o texto divulgado pelo Vaticano.

A Congregação para a Doutrina da Fé, dirigida pelo cardeal Luis Francisco Ladaria Ferrer, afirmou, no entanto, que “Deus ama cada pessoa, como também [o] faz a Igreja, rechaçando toda discriminação injusta”.

Inclusive, é feito um apelo na resposta emitida hoje, dirigido à “comunidade cristã e aos pastores para acolher com respeito e delicadeza as pessoas com inclinações homossexuais” e “saber encontrar as modalidades mais adequadas”.

RESPOSTA APÓS DOCUMENTÁRIO
Recentemente, em um documentário sobre o papa Francisco, do diretor Evgeny Afineevsky, o pontífice afirmou que os homossexuais “têm direito a formar uma família”, referindo-se às leis de união civil.

A declaração provocou grande repercussão, inclusive com críticas da ala mais conservadora da Igreja Católica.

Na realidade, a frase surgiu a partir de respostas diferentes em uma entrevista, que foram editadas e incluídas no documentário, como se fossem uma, sem contexto, em que o papa se referia à lei promulgada na Argentina.

Informações da agência EFE


Presidente do COI, Thomas Bach, durante reunião virtual da entidade em Lausanne, na Suíça
Foto: Greg Martin

O Comitê Olímpico da China está oferecendo doses de vacina contra o novo coronavírus (covid-19) para os participantes da Olimpíada de Tóquio deste ano e para os Jogos de Inverno de Pequim de 2022, informou o Comitê Olímpico Internacional (COI) nesta quinta-feira (11).

A Olimpíada de Tóquio foi adiada por causa da pandemia de covid-19, mas foi remarcada para o período de 23 de julho a 8 de agosto deste ano.

Devido ao atraso, agora os Jogos de Pequim ocorrerão só seis meses depois de Tóquio.

Ele não deu detalhes sobre o número de doses. A Olimpíada envolve mais de 10 mil atletas, ao mesmo tempo que, geralmente, dezenas de milhares de outras pessoas também estão envolvidas nos Jogos, como treinadores, imprensa, voluntários e autoridades.

Bach tratava da apresentação digital da nova chefe da Olimpíada de Tóquio, Seiko Hashimoto, sua primeira ao COI desde que tomou posse, mais de três semanas atrás.

Os Jogos de Tóquio serão realizados com medidas de saúde rígidas e a ausência provável de visitantes estrangeiros, e o COI exortou os Comitês Olímpicos nacionais a vacinarem os atletas.

O presidente executivo da Tóquio-2020, Toshiro Muto, disse estar ciente do que Bach havia dito, mas se recusou a fazer comentários, alegando aos repórteres que não estava “em posição de fazer um comentário sobre isso”.

Quando indagado sobre como a Tóquio-2020 responderia a uma oferta chinesa de doses de vacinas, Muto disse que “o processo de vacinação é gerenciado pelo governo japonês, então nós no comitê organizador Tóquio-2020 não estamos em posição de comentar”.

Por Agência Brasil

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