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A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reforçou a advertência feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil durante o discurso na 80ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em publicação no X nesta terça-feira (23), a secretária de imprensa destacou o alerta de que o país sul-americano “falhará” caso opte por se afastar da potência norte-americana.

– Trump alerta que Brasil vai falhar sem a parceria com os EUA – escreveu, junto de uma imagem que mostra as bandeiras dos EUA e Brasil entrelaçadas em uma ilustração feita em um muro de tijolos.

A fala de Leavitt diz respeito ao momento do discurso de Trump em que ele insta o Brasil a se alinhar novamente aos EUA.

– No passado, o Brasil tarifou nosso país de uma forma muito injusta. E por causa dessas tarifas, nós pusemos tarifas de volta, e também como presidente, eu defendo a soberania e direitos de cidadãos americanos. Eu lamento dizer que o Brasil está indo mal, e que vai continuar indo mal. E eles só irão bem se trabalharem conosco. Sem a gente, eles vão falhar como outros falharam – afirmou o presidente norte-americano.

Em outro momento, Trump declarou que o Brasil “enfrenta tarifas massivas em resposta por seus esforços sem precedentes para interferir nos direitos e liberdades dos nossos cidadãos norte-americanos e outros”, aplicando “censura, repressão, corrupção judicial e perseguição a críticos políticos nos Estados Unidos”.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/FRANCIS CHUNG / POLITICO / POOL


Durante discurso na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que teve uma breve conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que os dois concordaram em se reunir na próxima semana.

A declaração ocorreu no contexto em que Trump comentava as tarifas de 50% impostas ao Brasil e mencionou como um dos motivos a resposta ao processo judicial que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe.

Trump defendeu o uso de tarifas como forma de “mecanismo de defesa”, ao alegar que, por muitos anos, os EUA foram alvo de práticas comerciais descontroladas. “Estamos aplicando tarifas para nos defender”, disse, reforçando que o Brasil só poderá se beneficiar economicamente quando “trabalhar conosco”.

Ao citar Lula diretamente, Trump destacou que a conversa entre os dois foi positiva e que ambos concordaram em aprofundar o diálogo.

*Metro1
Foto: Reprodução/Youtube


Governo Trump também havia limitado presença do ministro da Saúde do Brasil, que desistiu da viagem

Trump determina medidas restritivas para países como Irã, Sudão, Zimbábue e Brasil durante evento da ONU: questão de segurança | Foto: Reprodução/Twitter/X
Trump determina medidas restritivas para países como Irã, Sudão, Zimbábue e Brasil durante evento da ONU: questão de segurança | Foto: Reprodução/Twitter/X

O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, anunciou nesta segunda-feira, 22, que os Estados Unidos (EUA) restringiram a circulação dos representantes iranianos na Assembleia-Geral da ONU. O governo Donald Trump determinou principalmente que os membros da delegação persa só possam transitar em áreas ligadas diretamente à sede da ONU e, sobretudo, apenas para compromissos oficiais. A informação está no perfil do assessor no Twitter/X.

O secretário de Estado Marco Rubio foi quem assinou a resolução. O texto veda a permanência dos iranianos em outros pontos de Nova York. Além disso, proíbe a compra de bens de luxo acima de US$ 1 mil ou o acesso a clubes de atacado sem aprovação.

EUA: medidas de segurança

Segundo o Departamento de Estado, a medida impede que “as elites clericais façam compras nos Estados Unidos enquanto o povo iraniano enfrenta pobreza e escassez de bens básicos”. Rubio disse que a decisão tem base em questões de segurança nacional. 

O “Proteger os norte-americanos é sempre nossa prioridade. Não permitiremos que o regime iraniano use a Assembleia-Geral como desculpa para circular livremente em Nova York e promover sua agenda terrorista”, afirmou.

Ele acrescentou que a ação reafirma o apoio dos Estados Unidos à população iraniana, hoje governada por Masoud Pezeshkian. “Queremos que o regime seja responsabilizado.”

Antes dessa decisão, os Estados Unidos já haviam imposto restrições semelhantes ao ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha. O governo Trump limitou sua circulação em Nova York a um pequeno perímetro em torno do hotel e das rotas oficiais até a sede da ONU. Diante das restrições, Padilha desistiu de participar da Assembleia-Geral.

Informações Revista Oeste


Em troca, organização terrorista pode liberar metade dos reféns

Trump e Netanyahu
O presidente norte-americano, Donald Trump, posa em foto ao lado de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense | Foto: Reprodução/Amos e Ben Gershom/Flickr 

A organização terrorista Hamas preparou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo apuração da emissora de TV Fox News, será pedido um cessar-fogo de 60 dias em troca da liberação de metade dos reféns mantidos em Gaza. O veículo de comunicação afirma que a carta deve ser entregue ao norte-americano ainda nesta semana.

Estima-se que 48 pessoas estejam reféns do Hamas, segundo o American Jewish Committee (AJC). Trump tem atuado como defensor de Israel e, em mais de uma ocasião, se posicionou contrário à estratégia do Hamas. “A situação precisa acabar”, declarou em agosto. “O Hamas sabe que, se entregar os reféns, provavelmente será o fim de suas vidas.”

Governo Trump criticou países que reconheceram a Palestina

Em sua movimentação mais recente relacionada ao conflito Israel-Hamas, o governo norte-americano reprovou a decisão de países aliados que apoiaram a criação do Estado palestino. No domingo 21, Reino Unido, Austrália e Canadá reconheceram oficialmente a Palestina como uma nação soberana — mas sem detalhar quais seriam suas fronteiras.

O governo Trump classificou o ocorrido como um “gesto teatral”, reforçando que sua prioridade é garantir a segurança de Israel e a libertação dos reféns. Além disso, Washington afirmou que Israel iria retaliar “simbolicamente” os países apoiadores.

Além da declaração oficial, um grupo de 25 políticos do Partido Republicano dos EUA publicaram uma carta afirmando que essa é uma “política arriscada que coloca em xeque a perspectiva de paz”. Entre os apoiadores do texto, estão o senador Ted Cruz e a deputada Elise Stefanik.

Atualmente, cerca de 140 Estados membros da Organização das Nações Unidas já reconhecem a Palestina.

Informações Revista Oeste


O governo dos Estados Unidos decidiu estender as sanções previstas na Lei Global Magnitsky à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e ao Instituto Lex, organização jurídica com vínculos familiares.

O anúncio foi feito no site do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, nesta segunda-feira (21). As penalidades já haviam sido aplicadas ao próprio Moraes em 30 de julho.

O Instituto Lex, com sede em São Paulo, atua na área de capacitação jurídica e oferece serviços voltados ao desenvolvimento profissional de operadores do Direito, conforme descrito em seus canais oficiais.

Com as sanções, todos os eventuais bens de Viviane nos Estados Unidos estão bloqueados a partir de agora, assim como qualquer empresa que esteja ligada a ela.

A medida seria apenas o primeiro passo de um possível conjunto mais amplo de sanções, que poderá atingir outras autoridades e setores no Brasil.

Formada em Direito pela Universidade Paulista (UNIP), Viviane lidera o escritório do Lex sediado em São Paulo, onde dois dos três filhos que tem com o ministro do STF são sócios. A banca representa o Banco Master em algumas ações. A instituição bancária se envolveu em uma controvérsia ao oferecer uma política agressiva para captar recursos, mas usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para cobrir dívidas.

A lei norte-americana leva o nome de Sergei Magnitsky, um advogado tributário – morto em 2009 – que expôs uma fraude bilionária praticada por altos funcionários do Ministério do Interior da Rússia. Ele trabalhava para o fundo de investimentos Hermitage Capital Management, fundado pelo americano William Browder e pelo brasileiro Edmond Safra.

A retirada de uma pessoa da lista de sanções requer comprovação de que ela não teve envolvimento nas condutas que motivaram a punição, que já tenha sido julgada por isso ou que tenha demonstrado uma mudança significativa de comportamento.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert/PR


Manifestações contra as iniciativas de Israel ampliam a pressão internacional em meio ao conflito provocado pelo Hamas no Oriente Médio

Trump e Netanyahu
O premiê Benjamin Netanyahu reagiu e subiu o tom contra a decisão | Foto: Reprodução/Amos Ben Gershom/Flickr 

A decisão de países ocidentais de reconhecer formalmente o Estado palestino provocou desconforto em Washington. O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou a iniciativa como um “gesto teatral”. O órgão afirmou que seu foco continua sendo a diplomacia efetiva.

Segundo o governo norte-americano, a prioridade é garantir a segurança de Israel, a libertação dos reféns e a estabilidade regional sem a presença do grupo terrorista Hamas.

França, Reino Unido, Canadá, Austrália e Portugal estão entre os países que anunciaram o apoio direto à criação do Estado palestino. A medida ocorre enquanto Israel intensifica sua operação militar na Faixa de Gaza, iniciada depois dos ataques terroristas contra o Estado judeu, em 7 de outubro de 2023.

Reconhecimento pressiona Israel e divide posições entre aliados

A movimentação ganhou força às vésperas de uma conferência organizada pela França e pela Arábia Saudita sobre a proposta de dois Estados. Pelo menos 145 dos 193 países membros das Nações Unidas (ONU) já reconhecem o Estado palestino, segundo levantamento da AFP.

Durante o fim de semana, o presidente francês Emmanuel Macron defendeu publicamente o reconhecimento como um passo necessário para enfraquecer o Hamas.

“Se não oferecermos uma perspectiva política e o reconhecimento, ficarão presos com o Hamas como única solução”, argumentou, em entrevista ao canal CBS. Para ele, isolar o grupo terrorista exige um plano de paz atrelado ao reconhecimento internacional.

Em resposta, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, subiu o tom e rejeitou a criação de um Estado palestino. Ele argumenta que o governo deve continuar expandindo os assentamentos na Cisjordânia.

Presidente da Autoridade Palestiniana celebra avanço nas negociações

Mahmud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestiniana, classificou o reconhecimento como um passo “necessário para uma paz justa e duradoura”.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, comentou a tensão crescente no Oriente Médio. Segundo ele, as mobilizações para oficializar o Estado palestino não devem se curvar ao temor de retaliações israelenses. “Não deveríamos nos sentir intimidados pelo risco de represálias de Israel”.

Informações Revista Oeste


Primeiro-ministro de Israel afirma que não haverá estado palestino e critica decisão internacional

Foto: Redes sociais

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, respondeu à iniciativa do Reino Unido, Canadá e Austrália de reconhecer formalmente a Palestina, afirmando que “não haverá estado palestino”.

“Tenho uma mensagem clara para os líderes que reconhecem um Estado palestino após o horrível massacre de 7 de outubro: vocês estão dando um prêmio enorme ao terror”, declarou Netanyahu neste domingo (21).

O líder israelense ressaltou que, apesar da imensa pressão nacional e internacional, impediu o estabelecimento do que chamou de “Estado terrorista” por anos.

“Fizemos isso com determinação e sabedoria diplomática. E, ainda mais, dobramos os assentamentos judaicos na Judeia e Samaria — e continuaremos nesse caminho”, disse Netanyahu, usando o termo geralmente empregado em Israel para se referir à Cisjordânia ocupada.

“A resposta à mais recente tentativa de impor um estado terrorista sobre nós no coração da nossa terra será dada após meu retorno dos Estados Unidos. Aguardem”, acrescentou.

Informações Bahia.ba


Apresentador fez comentários sobre acusado de assassinar o comentarista conservador

Jimmy Kimmel teve programa suspenso pela ABC Foto: EFE/ EPA/ Caroline Brehman

A rede de televisão ABC anunciou nesta quarta-feira (17) que vai retirar “indefinidamente” de sua programação o popular talk-show de Jimmy Kimmel devido a uma polêmica declaração do apresentador sobre a morte do comentarista conservador Charlie Kirk.

O anúncio foi feito depois que a Nexstar Media, empresa que possui uma ampla rede de canais ao redor dos Estados Unidos associados às grandes emissoras, anunciou que não exibiria o programa devido à declaração.

– A gangue MAGA tentou desesperadamente rotular este garoto [Tyler Robinson] que assassinou Charlie Kirk como qualquer coisa, menos como um deles, e fazer de tudo para tirar proveito político – disse Kimmel no programa da última segunda-feira (15) à noite.

Em resposta ao ocorrido, a Nexstar disse que “se opõe firmemente aos comentários recentes feitos pelo sr. Kimmel sobre o assassinato de Charlie Kirk” e que “substituirá o programa por outra programação em seus mercados afiliados à ABC”.

O apresentador e comediante zombou do impacto que a morte de Kirk teve no presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e exibiu um clipe gravado na semana passada no qual um jornalista pergunta ao chefe de Estado como ele estava lidando com o assassinato, e ele responde “acho que muito bem”, passando diretamente a fazer comentários sobre a construção de um novo salão na Casa Branca.

Kimmel apresenta o programa Jimmy Kimmel Live!, na ABC, desde 2003. O talk-show regularmente lidera em audiência entre os programas noturnos de entretenimento e se tornou viral por suas entrevistas e esquetes.

*EFE


Arsenal viaja 10 vezes mais rápido do que som e por carregar ogivas nucleares

O General Grynkewich, dos EUA, e Mark Rutte, secretário-geral da Otan | Foto: Reproução/Otan

Na opinião do holandês Mark Rutte, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a distância não é uma garantia de segurança contra os mísseis da Rússia. Ele afirmou que a nova geração de armamentos demoraria minutos para chegar a Londres, uma das capitais europeias mais distantes de Moscou.

“Demorarão de 5 a 10 minutos a mais para atingir Madri ou Londres do que para chegar a Tallin ou Vilnius”, disse Rutte na sexta-feira, 12, durante o lançamento de um plano de urgência do bloco. As duas últimas cidades citadas são, respectivamente, as capitais da Estônia e da Lituânia. São duas nações da Otan que fazem fronteira com a Rússia e, no passado, ficaram décadas sob o jugo de Moscou.

O secretário-geral não revelou a quais mísseis se referia. Contudo, em 2024, os russos testaram os assim chamados Orenshiks. Capazes de atingir dez vezes a velocidade hipersônica, são armas que o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou poderem atingir qualquer alvo na área da Europa.

“Os sistemas de defesa aérea atualmente disponíveis no mundo e os sistemas de defesa antimísseis criados pelos americanos na Europa não interceptam esses mísseis”, disse Putin, depois de lançar um Orenshik na guerra contra a Ucrânia em 2024. É um armamento que também pode transportar ogivas nucleares.

Urgência na Otan

Drones russos invadiram e violaram o espaço aéreo da Polônia, outro membro do bloco que também faz fronteira com a Rússia e se libertou do domínio de Moscou. As aeronaves foram derrubadas, mas isso deixou o bloco em alerta.

Em resposta, a Otan lançou a Operação Sentinela Oriental. “Não podemos ter drones russos entrando no espaço aéreo dos aliados”, disse Rutte ao anunciar a medida. O lançamento ocorreu ao lado de Alexus Grynkewich, general da Força Aérea dos Estados Unidos e comandante supremo do órgão.

Liderado pelos EUA, o tratado existe desde 1949. A Otan foi criada como uma aliança militar para defesa mútua no âmbito da Guerra Fria, quando russos e norte-americanos passaram a rivalizar por áreas de influência.

Informações Revista Oeste


O governo de Maduro exigiu que se cessem imediatamente essas ações

Donald Trump e Nicolás Maduro Foto: EFE/EPA/SPENCER COLBY; Foto: EFE/Prensa Miraflores

O governo venezuelano afirmou neste sábado (13) que um navio naufragou “ilegalmente” dois norte-americanos a bordo e ocupou por seis horas uma embarcação venezuelana com nove pescadores que se encontravam nas águas do país sul-americano, com a intenção de justificar “uma escalada de guerra” no Caribe.

– Ontem, um pescador de atum venezuelano foi atacado de forma hostil por uma unidade da Marinha dos Estados Unidos, uma unidade militar, o contratorpedeiro Jason Dunham, matrícula DDG-109, equipado com importantes armas, equipamentos militares e armas de guerra – denunciou o Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, em comunicado transmitido pela emissora estatal “Venezolana Televisión” (VTV).

Gil leu um comunicado que afirmava que “o navio de guerra enviou 18 soldados com armas longas para abordar e ocupar uma embarcação pequena e inofensiva, impedindo a comunicação e o funcionamento normal de dois pescadores que realizavam atividades de pesca autorizadas”.

Tratava-se, segundo a nota, de “humildes pescadores de atum, que navegam a 48 milhas náuticas da ilha de La Blanquilla, em águas pertencentes à Zona Econômica Exclusiva (ZEE) da Venezuela”.

O governo venezuelano garantiu que a Marinha Nacional Bolivariana “monitorou e registrou o incidente minuto a minuto com seus meios aéreos, navais e de vigilância, acompanhando os pescadores em todos os momentos até sua libertação”.

Para o governo de Nicolás Maduro, este incidente “reflete a conduta vergonhosa de líderes políticos de Washington que, irresponsavelmente, utilizam recursos militares de alto custo e soldados treinados como instrumentos para fabricar pretextos para aventuras bélicas”.

A Venezuela exige que os Estados Unidos “cessem imediatamente essas ações que colocam em risco a segurança e a paz do Caribe”, ao mesmo tempo em que pede aos americanos que “reconheçam a gravidade dessas manobras e rejeitem o uso de seus soldados como peças de sacrifício para apoiar os desejos de uma elite lucrativa e predadora”.

Os Estados Unidos permaneceram posicionados ao longo da costa venezuelana, ouvindo navios militares com mísseis e um submarino nuclear, e ordenaram o envio de dez caças F-35 para uma base aérea em Porto Rico, o que a Venezuela denuncia como uma tentativa de “mudança de regime”.

O governo de Donald Trump acusa Nicolás Maduro de liderar o chamado Cartel dos Sóis, que considera uma organização terrorista supostamente ligada ao narcotráfico, motivo da mobilização militar no Caribe e do aumento para US$ 50 milhões da recompensa por informações que levem à captura do líder chavista.

*EFE

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