O ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi levado a um tribunal de Manhattan, em Nova Iorque, nesta segunda-feira (5) para ser julgado. Ele comparecerá perante o juiz por volta de meio dia no horário local (14h no horário de Brasília). O chavista responderá por tráfico internacional de drogas e outros crimes.
Imagens mostram o ex-líder venezuelano sendo transportado por comboio e também helicóptero. O comboio percorreu diversas ruas da cidade sob a escolta de várias viaturas até um local descampado. Em seguida, Maduro foi posto no helicóptero e levado até a sede da corte.
O chavista chega ao tribunal algemado junto da esposa, Cilia Flores. O casal foi capturado em Caracas, durante ação da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos
Segundo a acusação, Maduro teria liderado uma estrutura criminosa no Estado venezuelano entre 1999 e 2025 com o objetivo de enviar toneladas de cocaína aos Estados Unidos. Para isso, teria aparelhado instituições públicas, forças de segurança, aeroportos e portos.
O esquema teria ocorrido em parceria com organizações como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o Exército de Libertação Nacional (ELN), o Cartel de Sinaloa, os Los Zetas e o Tren de Aragua.
Muito antes da ofensiva militar que culminou na retirada de Nicolás Maduro do poder, os Estados Unidos já operavam silenciosamente dentro da Venezuela. Em agosto, agentes da CIA ingressaram clandestinamente no país com a missão de reunir informações detalhadas sobre a rotina do líder venezuelano, classificado pela administração Trump como “narcoterrorista”.
As informações, reveladas em uma reportagem detalhada do jornal americano The New York Times, apontam que, sem embaixada americana em funcionamento em Caracas, os agentes tiveram de atuar sem a proteção do disfarce diplomático. Ainda assim, conseguiram permanecer meses na capital sem serem detectados.
Nesse período, os americanos mapearam minuciosamente os deslocamentos de Maduro, seus hábitos alimentares e até informações banais, como quais eram seus animais de estimação, segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto. O trabalho foi complementado por fontes próximas ao presidente e por uma frota secreta de drones, o que permitiu à inteligência traçar um quadro preciso de sua rotina.
O risco da missão era elevado, mas o resultado foi preciso. A ação ocorreu na madrugada do último sábado (3) e envolveu tropas de elite do Delta Force, numa operação considerada a mais arriscada conduzida pelos EUA desde a morte de Osama bin Laden, em 2011. Internamente, a avaliação entre pessoas com conhecimento direto da operação foi de que a execução foi impecável.
Para a execução, os comandos do Delta Force treinaram durante semanas em uma instalação construída no Kentucky que reproduzia em escala real a residência onde Maduro se encontrava. O objetivo era ensaiar, repetidas vezes, a entrada forçada em portas reforçadas, reduzindo o tempo de reação ao mínimo possível.
A janela para a ofensiva, no entanto, era estreita. Maduro alternava entre seis e oito locais distintos e, muitas vezes, os serviços de inteligência não sabiam onde ele ficaria até tarde da noite. A operação só poderia avançar quando houvesse certeza de que ele estava no local exato para o qual os militares haviam se preparado.
Nos dias que antecederam a incursão, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região, deslocando aeronaves de operações especiais, drones armados Reaper, caças, helicópteros de resgate e navios da Marinha. Analistas interpretaram o movimento como sinal de que a decisão já estava tomada — restava apenas definir o momento exato.
Uma semana antes do ataque principal, a CIA havia conduzido uma ação com drone contra uma instalação portuária venezuelana. Pouco antes da ofensiva, Maduro ainda tentou negociar. De acordo com Trump, o ditador venezuelano ofereceu acesso ao petróleo do país.
Um oficial americano afirmou que, em 23 de dezembro, foi apresentada a Maduro a possibilidade de deixar o país rumo à Turquia. A proposta foi rejeitada, o que selou o caminho para a operação militar. Trump autorizou formalmente a missão em 25 de dezembro, mas delegou ao Pentágono e ao comando de Operações Especiais a decisão final sobre o momento do ataque.
A escolha do período de festas não foi casual: muitos integrantes do governo venezuelano estavam de férias, assim como parte significativa das Forças Armadas do país. O mau tempo adiou a ação por alguns dias. Quando as condições melhoraram, os comandantes identificaram uma nova janela de oportunidade. Às 22h46 da última sexta-feira (2), Trump deu a autorização final.
A ofensiva começou com uma operação cibernética que derrubou o fornecimento de energia em amplas áreas de Caracas, mergulhando a cidade na escuridão. Em seguida, mais de 150 aeronaves militares decolaram de cerca de 20 bases e navios, incluindo drones, bombardeiros e caças.
Explosões foram registradas durante a madrugada, quando forças americanas atingiram radares e sistemas de defesa aérea venezuelanos. Segundo autoridades dos EUA, os alvos atingidos foram torres de transmissão de rádio e instalações de radar.
Mesmo com as defesas aéreas neutralizadas, helicópteros americanos foram alvejados durante a aproximação ao complexo onde Maduro se encontrava. Um deles chegou a ser atingido, e cerca de seis militares americanos ficaram feridos.
Transportados pelo 160° Regimento de Aviação de Operações Especiais, chamados de Night Stalkers, os comandos do Delta Force desembarcaram na base militar mais fortificada do país. Em poucos minutos, avançaram pelo edifício até localizar Maduro. Toda a ação era acompanhada em tempo real por Trump e assessores, a partir de uma sala segura em Mar-a-Lago, na Flórida.
Segundo o presidente, Maduro e a esposa tentaram se refugiar em um cômodo fortificado, mas não conseguiram se trancar antes da entrada das forças americanas. Cerca de cinco minutos após o início da incursão, o Delta Force comunicou que o presidente venezuelano estava sob custódia.
O casal foi rapidamente levado de helicóptero ao USS Iwo Jima, posicionado no Caribe. De lá, seguiram para a base naval de Guantánamo Bay e, posteriormente, embarcaram em uma aeronave com destino a uma instalação militar próxima a Nova Iorque.
Queda ocorre em meio ao pedido de Donald Trump por “acesso total” aos recursos naturais do país sul-americano
Plataforma de petróleo Foto: Agência Brasil
Os preços do petróleo registram queda nesta segunda-feira (5), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu no domingo à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, “acesso total” aos recursos naturais do país, e após a OPEP+ ter confirmado sua decisão de manter o nível de produção até abril.
O Brent, petróleo de referência na Europa, recuava 0,6% às 3h pelo horário de Brasília, sendo cotado a cerca de 60,40 dólares (R$ 329,08) por barril, enquanto o barril do Texas, referência nos Estados Unidos, retrocedia 0,5% antes da abertura formal do mercado, situando-se em torno de 57 dólares (R$ 310) por barril.
Os preços do petróleo chegaram a subir nos primeiros momentos da sessão, mas perderam força nas horas posteriores. O presidente americano, Donald Trump, exigiu neste domingo (4) da nova líder venezuelana, Delcy Rodríguez, “acesso total” aos recursos naturais da Venezuela.
– O que precisamos [de Delcy Rodríguez] é de acesso total. Acesso total ao petróleo e a outras coisas no país que nos permitam reconstruí-lo -enfatizou.
Por sua vez, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, explicou que um dos principais interesses de sua administração é refinar o petróleo pesado da Venezuela – o país com as maiores reservas de petróleo do mundo – nas refinarias americanas.
– Nossas refinarias na Costa do Golfo dos EUA são as melhores para refinar este óleo pesado. Na verdade, tem havido escassez de petróleo pesado em todo o mundo, por isso creio que haveria uma enorme demanda e interesse por parte da indústria privada se lhes fosse dada a oportunidade de fazê-lo – declarou Rubio à emissora ABC News.
Horas antes, a OPEP+, que reúne os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e outras potências petrolíferas como a Rússia, confirmou sua decisão de manter estável sua oferta de petróleo pelo menos até abril, sem reagir à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por parte dos EUA.
A decisão foi adotada em uma breve teleconferência realizada neste domingo pelos ministros de Energia e Petróleo de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Esses oito países são os que, em 2023, aplicaram cortes voluntários de produção para sustentar os preços. No entanto, em abril de 2025, começaram a reverter paulatinamente essas reduções com aumentos mensais que representaram uma guinada estratégica para recuperar sua fatia de mercado.
O incremento total entre abril e dezembro somou 2,9 milhões de barris por dia, o que representa cerca de 2,8% da produção mundial. O grupo ainda tem pouco mais de um milhão de barris diários para completar o desmonte dos volumes cortados voluntariamente, mas em novembro decidiu “pausar” as altas mensais durante o primeiro trimestre de 2026, medida que os ministros confirmaram neste domingo.
Decisão foi assinada pelo ministro nesta sexta-feira (2)
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ficou de fora da lista de familiares autorizados a visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL), na prisão. A decisão foi assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira (2).
“Dessa forma, cumpridas as determinações legais, autorizo a visitação permanente de Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e [da filha menor idade], filhos do sentenciado e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, independentemente de nova autorização, dentro dos horários estabelecidos nos termos da Portaria SR/PF/DF nº 1104, de 28 de março de 2024”, diz a decisão.
Eduardo está morando nos Estados Unidos desde março do ano passado. Em dezembro, ele perdeu o mandato de deputado federal por não comparecer às sessões deliberativas da Câmara Federal.
A decisão de Moraes manteve a válida a autorização de visitação permanente da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Ela já tinha esse direito desde dezembro.
Na autorização, as visitas ocorrerão às terças e quintas-feiras, das 9 horas às 11 horas, com duração de 30 minutos, com limitação de dois familiares por dia. Cada familiar deverá visitar o preso separadamente.
Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 três meses, em regime inicial fechado, por coordenar a trama de tentativa de golpe de Estado, na Superintendência da PF.
Nicolás Maduro e Cilia Flores | Foto: Divulgação/Governo da Venezuela
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, informou na manhã deste sábado, 3, que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua mulher, Cilia Flores, serão julgados nos Estados Unidos.
Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Nicolás Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos. Em breve, eles enfrentarão toda a severidade da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos. Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao Presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado por via aérea do país”.
Em postagem em sua rede social, Trump afirmou que novos detalhes serão anunciados em uma entrevista coletiva programada para as 11h (horário local; 13h de Brasília) em sua residência na Flórida.
O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
O governo da Venezuela, que havia denunciado anteriormente uma “gravíssima agressão militar” e decretado estado de emergência, ainda não comentou oficialmente a informação de captura de Maduro.
Segundo fontes consultadas pela rede de televisão Fox News, a operação militar noturna americana envolveu um grande destacamento de helicópteros Chinook e outros ativos das forças especiais para capturar Maduro, que teria sido retirado do país em uma dessas aeronaves.
Fontes da Casa Branca informaram que Trump deu sinal verde aos ataques há alguns dias, depois de vários meses de aumento da presença militar americana diante do litoral venezuelano e de pedidos da Casa Branca para que Maduro deixasse o poder.
Em uma breve entrevista ao jornal The New York Times, direto de sua residência Mar-a-Lago, no estado da Flórida, onde passou Natal e Ano Novo, Trump afirmou que foi realizada “uma operação brilhante”.
– Houve muito planejamento e muita gente e militares muito bons – declarou.
Mais de 3 mil brasileiros em situação de vulnerabilidade foram repatriados em 2025, a grande maioria vinda dos EUA
Foto: Reprodução/Redes sociais
O governo do Brasil realizou na quarta-feira (31) a última operação de acolhimento humanitário de brasileiros deportados dos Estados Unidos do ano. O voo com 124 pessoas pousou por volta das 20h (Horário de Brasília) no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), como informou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).
Desde o início do ano, o programa “Aqui é Brasil” já realizou 37 operações, garantindo o retorno de mais de 3 mil brasileiros em situação de vulnerabilidade. É quase o dobro das 1,6 mil repatriações de 2024. As informações são do jornal Folha de S. Paulo
Os brasileiros recebidos pelo governo brasileiros vêm, em sua maioria, dos Estados Unidos, segundo o ministério.
Este movimento é influenciado, principalmente, pela agressiva política anti-imigratória do presidente Donald Trump, uma de suas promessas de campanha em 2024, que vem promovendo deportações em massa por todo país.
Ao todo, foram repatriados, na operação mais recente, 108 homens desacompanhados, além de 15 mulheres desacompanhadas. Havia ainda um homem procurado pela Justiça, totalizando 124 pessoas.
A faixa etária mais comum nestes grupos deportados varia entre 40 a 49 anos, seguido por pessoas na faixa entre 18 e 29 anos, e 30 a 39 anos. As faixas etárias mais elevadas aparecem de forma menos expressiva. Não houve registro de crianças ou adolescentes.
O “Aqui é Brasil” é um programa de acolhimento humanitário coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em parceria com outros órgãos federais, como os ministérios das Relações Exteriores (MRE), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), da Saúde (MS) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Um relatório divulgado recentemente revelou os ganhos que o príncipe William, membro da família real do Reino Unido, teve durante o ano de 2025. De acordo com o documento, divulgado jornal americano USA Today, ele recebeu 30 milhões (o equivalente a R$ 165 milhões pela cotação atual). As informações são do portal f5.
A renda do Príncipe de Gales, primeiro na linha de sucessão do Rei Charles III, vem principalmente do Ducado da Cornualha, que é um tipo de empresa de gestão de terras e investimento financeiro avaliada em mais de R$ 5 bilhões.
O Ducado pode exercer as funções de uma corporação ou fundo fiduciário e é responsável por cobrir grande parte dos gastos do príncipe, agindo como uma espécie de salário para o futuro rei.
O ano de 2025 marcou o segundo de William como proprietário do Ducado, assumindo a posição que era de seu pai, o rei Charles, que assumiu o trono em 2023 após a morte da rainha Elizabeth II.
País afirma que ação ocorreu em ofensiva contra o narcotráfico
Nicolás Maduro Foto: EFE/ Miguel Gutiérrez
A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) informou ter realizado, nesta segunda-feira (29), uma ofensiva contra o narcotráfico em áreas de fronteira da Venezuela com o Brasil, no estado venezuelano do Amazonas. A operação resultou na destruição de oito aeronaves e quatro acampamentos.
De acordo com o chefe do Comando Estratégico Operacional da FANB, Domingo Hernández Lárez, as ações ocorreram de forma simultânea em quatro pontos distintos do município de Alto Orinoco. As aeronaves, segundo ele, operavam a partir de pistas clandestinas e eram empregadas no narcotráfico.
– A ação foi realizada simultaneamente em quatro acampamentos localizados nas fronteiras com o Brasil, conseguindo inutilizar e destruir oito aeronaves que operavam em pistas clandestinas ilegais. Com este resultado, a Venezuela consolida a firmeza da FANB na defesa da soberania nacional e na luta contra o narcotráfico – disse Lárez.
Além da suposta vinculação com o tráfico, o governo venezuelano afirmou que as aeronaves também violavam a Lei de Controle para a Defesa Integral do Espaço Aéreo e a Lei de Segurança e Defesa da Nação. Com base nessas normas, Caracas justificou a destruição dos equipamentos como uma medida de “defesa da soberania” do país.
A ação ocorre em um momento de aumento das tensões militares na região. Nos últimos dias, forças dos Estados Unidos intensificaram sua presença próxima ao território venezuelano, com a mobilização de navios de guerra, caças e um submarino nuclear, sob a justificativa de combater o narcotráfico no Caribe e no Pacífico.
Declaração sugere primeiro ataque americano em solo venezuelano na atual ofensiva no Caribe
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que forças americanas atingiram uma área portuária na Venezuela supostamente utilizada para o carregamento de embarcações com drogas. Segundo ele, o local foi alvo de uma explosão que destruiu barcos e estruturas associadas ao tráfico de narcóticos, como parte da ofensiva militar dos EUA contra rotas do tráfico na região do Caribe.
Caso a informação seja confirmada, a ação representaria o primeiro ataque direto dos Estados Unidos em território venezuelano desde o agravamento das tensões entre os dois países, iniciado em agosto.
Trump não detalhou onde exatamente o ataque teria ocorrido, nem como a operação foi conduzida, e até o momento não houve confirmação oficial por autoridades militares americanas ou pelo governo venezuelano. A declaração ocorre em meio a uma campanha mais ampla do governo norte-americano para pressionar o regime de Nicolás Maduro, acusado por Washington de envolvimento com redes internacionais de narcotráfico.