O cantor jamaicano Jimmy Cliff, pioneiro do reggae, morreu aos 81 anos após sofrer uma convulsão seguida de pneumonia. O falecimento foi anunciado nesta segunda-feira (24/11) pela esposa do artista, Latifa, por meio de um comunicado oficial.
Jimmy Cliff era considerado um dos principais responsáveis pela internacionalização do reggae, influenciando gerações de músicos com seu trabalho. Durante a carreira, o artista conquistou dois prêmios Grammy, com os álbuns “Cliff Hanger”, de 1985, e “Rebirth”, lançado em 2012.
Em 2010, o músico recebeu outro importante reconhecimento ao ser incluído no Rock and Roll Hall of Fame, consolidando seu legado na história da música mundial. A família não divulgou quando exatamente ocorreu o falecimento. O comunicado, assinado por Latifa junto com Lilty e Aken, também não deu detalhes sobre velório ou sepultamento do artista, mas pediu privacidade e informou que mais detalhes serão divulgados em breve. No texto, Latifa agradeceu aos fãs e amigos pelo apoio ao marido durante os anos de vida.
“É com profunda tristeza que compartilho que meu marido, Jimmy Cliff, faleceu devido a uma convulsão seguida de pneumonia. Sou grata à sua família, amigos, colegas artistas e companheiros de trabalho que compartilharam essa jornada com ele. A todos os seus fãs ao redor do mundo, saibam que o apoio de vocês foi sua força durante toda a carreira. Ele realmente valorizava cada fã pelo amor que recebia. Também gostaria de agradecer ao Dr. Couceyro e a toda a equipe médica, que foram extremamente solidários e prestativos durante este processo difícil”, escreveu Latifa no comunicado. A mensagem finaliza com uma despedida: “Jimmy, meu querido, que você descanse em paz. Vou seguir seus desejos. Espero que todos possam respeitar nossa privacidade nesses tempos difíceis. Mais informações serão fornecidas posteriormente. Nos vemos, e nós vemos você, Lenda”.
O episódio ocorreu em 13 de novembro, quando o destróier norte-americano USS Stockdale cruzou o caminho do navio Seahorse
O Comando Sul dos Estados Unidos não se manifestou sobre o incidente | Foto: Reprodução/X
Uma operação naval dos Estados Unidos provocou a mudança de rota de um petroleiro russo que seguia em direção à Venezuela. O episódio ocorreu em 13 de novembro, quando o destróier norte-americano USS Stockdale cruzou o caminho do navio Seahorse. A Marinha dos EUA forçou o cargueiro russo a alterar o percurso original.
O Seahorse, que transportava uma carga de nafta para a Venezuela, optou por seguir para Cuba depois de encontrar o destróier norte-americano. Conforme informações do jornal O Globo, o navio russo tentou duas outras aproximações ao território venezuelano, mas recuou em ambas e segue ancorado no Caribe.
Operação naval dos Estados Unidos
Não há informações oficiais sobre a intenção do USS Stockdale ao se posicionar diante do Seahorse. O Comando Sul dos EUA não se manifestou sobre o incidente. O destróier norte-americano está na região desde o fim de setembro e integra uma frota de 13 embarcações dedicadas a operações antidrogas promovidas pelo presidente Donald Trump.
O navio Seahorse está submetido a sanções do Reino Unido e da União Europeia. Ele integra um grupo de quatro petroleiros russos que fornecem nafta à Venezuela, país que também enfrenta sanções internacionais.
A Venezuela, que chegou a receber nafta da Chevron durante o governo do ex-presidente norte-americano Joe Biden, teve as importações suspensas em virtude da estratégia de “pressão máxima” adotada por Trump contra o ditador Nicolás Maduro. Atualmente, o país latino-americano depende da Rússia para garantir o suprimento do combustível.
A decisão dos Estados Unidos de reduzir tarifas sobre parte das exportações brasileiras combina fatores internos da economia americana com o andamento das negociações entre os dois países, marcando o primeiro movimento de flexibilização desde o tarifaço anunciado em julho. Para Abrão Neto, presidente da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), a pressão inflacionária foi o ponto central da mudança. “Com a alta de preços pesando sobre o consumidor americano, especialmente nos alimentos, o governo buscou formas de conter custos internos.”
Não por acaso, os 238 produtos liberados da tarifa de 40% têm forte relação com a cadeia agroindustrial americana, incluindo itens como carnes bovinas e suínas, café, cacau, frutas tropicais, sucos, castanhas, alguns fertilizantes e insumos nos quais o Brasil é um fornecedor difícil de substituir.
Nas contas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os itens contemplados na ordem executiva respondem por cerca de 37% das exportações do Brasil aos EUA. Assim, a maior parte dos embarques — especialmente os industriais — permanece sujeita às tarifas.
CDC afirma que não há evidências suficientes para descartar relação entre imunizantes e doença
EUA afirmam que a declaração ‘as vacinas não causam autismo’ tem sido ‘historicamente divulgada para evitar a hesitação em relação à vacinação’ | Foto: Canva
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA atualizou na última quarta-feira, 19, seu site oficial e passou a afirmar que não há evidências suficientes para garantir que vacinas infantis não causem autismo e destacou que os estudos disponíveis ainda não descartaram essa possibilidade.
Os pontos principais contidos na alteração do CDC são estes, conforme a alteração no site:
A afirmação “as vacinas não causam autismo” não é baseada em evidências, pois estudos não descartaram a possibilidade de que vacinas infantis causem autismo;
Estudos que comprovam essa ligação foi ignorada pelas autoridades de saúde;
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) iniciou uma avaliação abrangente das causas do autismo, incluindo investigações sobre possíveis mecanismos biológicos e potenciais relações causais.
Segundo o CDC, a declaração “as vacinas não causam autismo” tem sido “historicamente divulgada pelo CDC e outras agências federais de saúde do HHS para evitar a hesitação em relação à vacinação”.
A agência afirma que desde 1986 todos os estudos acerca da relação entre autismo e vacinas têm sido revisados e não há evidências que descartem essa ligação. Por isso, o CDC corrige, agora, a afirmação de que vacinas não causam autismo.
“Desde então, diversos relatórios do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e do Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências examinaram as ligações entre autismo e vacinas. Essas revisões concluíram consistentemente que ainda não existem estudos que sustentem a afirmação específica de que as vacinas infantis DTaP, HepB, Hib, IPV e PCV não causam autismo e, portanto, o CDC violou a Garantia de Qualidade de Dados (DQA) ao afirmar que “as vacinas não causam autismo”. O CDC está agora corrigindo a declaração, e o HHS está fornecendo financiamento e apoio adequados para estudos relacionados a vacinas infantis e autismo.”
Até agora, o site do CDC apresentava a informação de que não existia vínculo entre vacinas e o desenvolvimento do transtorno do espectro autista (TEA), com base em estudos realizados até então.
EUA vão fazer avaliação abrangente sobre relação entre vacinas e autismo
Sobre a avaliação abrangente das causas do autismo, o CDC informa que o Departamento de Saúde já começou a investigação, que também abrange mecanismos biológicos e potenciais relações causais. “Esta página será atualizada com evidências científicas de alta qualidade resultantes da avaliação abrangente do HHS sobre as causas do autismo, conforme exigido pela Avaliação de Qualidade de Dados (DQA)”, diz o CDC.
Centro de Controle de Doenças (CDC) | Foto: James Gathany/CDC/Divulgação
Repercussão
A presidente e CEO da organização Children’s Health Defense em Nova Jersey, Mary Holland, elogiou a mudança feita pelo CDC. “Finalmente, o CDC está começando a reconhecer a verdade sobre essa condição que afeta milhões de pessoas, desmentindo a mentira descarada e antiga de que ‘as vacinas não causam autismo’”, afirmou Holland, segundo à Fox News.
Ela acrescentou: “Nenhum estudo jamais comprovou essa afirmação irresponsável; pelo contrário, muitos estudos apontam as vacinas como a causa primária plausível do autismo. Felizmente, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos lançou agora uma avaliação abrangente sobre as causas do autismo, incluindo uma investigação de mecanismos biológicos plausíveis”.
Por outro lado, entidades médicas como a Academia Americana de Pediatria continuam a refutar qualquer ligação entre vacinas e autismo. “Estudos têm repetidamente encontrado nenhuma ligação credível entre vacinas infantis que salvam vidas e o autismo”, afirma a instituição em seu site. A academia reforça: “Os cientistas estão aprendendo cada vez mais sobre as possíveis causas do autismo. Uma coisa que sabemos com certeza é que as vacinas não são uma das causas. Não existe uma única causa raiz para o autismo”.
Prevalência
O levantamento mais recente do CDC indica que, entre crianças nascidas em 2014, uma em cada 31 — o equivalente a 3,2% — recebeu diagnóstico de transtorno do espectro autista. No ano 2000, a proporção era de aproximadamente uma em cada 150, ou 0,67%.
Na segunda-feira 17, o ditador afirmou que uma ofensiva militar representaria o ‘fim político’ de Trump
O evento, transmitido pela emissora oficial do governo venezuelano, reuniu pastores evangélicos, a primeira-dama Cilia Flores e o deputado Nicolás Maduro Guerra, filho do ditador | Foto: Reprodução/ Facebook/Nicolás Maduro
Em meio ao aumento das tensões com os Estados Unidos devido ao envio de forças militares norte-americanas ao Caribe, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, participou de um encontro de oração no Palácio de Miraflores, nesta terça-feira,18.
O evento, transmitido pela emissora oficial do governo venezuelano, reuniu pastores evangélicos, a primeira-dama Cilia Flores e o deputado Nicolás Maduro Guerra (PSUV), filho do ditador.
Durante o chamado “Encontro Binacional de Oração pela Paz”, Maduro afirmou que o palácio presidencial “é um altar para glorificar a Deus”. Na cerimônia, ele leu um manifesto que afirmava que Jesus Cristo é “senhor e dono” da Venezuela.
O ditador também mencionou que o país assegura a liberdade de culto desde a Constituição de 1999. Ressaltou que, pessoalmente e como chefe de Estado, se declara ainda mais “radical” em sua fé cristã. “Reconheço o único Deus real e verdadeiro, o único que adoro e honro, ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo que protege e protegerá a nossa pátria”, declarou Maduro.
Um dia antes, Maduro ameaçou Donald Trump
O agravamento da relação entre Caracas e Washington é motivado pela movimentação de aeronaves e navios norte-americanos, incluindo o maior porta-aviões do país, enviada desde agosto ao Caribe. Os EUA afirmam que a ação combate o tráfico de drogas, enquanto o governo venezuelano classifica a operação como ameaça e tentativa de promover uma mudança de regime.
Na segunda-feira 17, Maduro afirmou que uma ofensiva militar contra a Venezuela representaria o “fim político” de Donald Trump. O presidente norte-americano, por sua vez, declarou que não descarta nenhuma alternativa quanto a uma possível intervenção no país sul-americano.
No domingo 16, o Departamento de Estado dos EUA informou que, a partir de 24 de novembro, classificará o Cartel de los Soles, grupo associado a Maduro, como organização terrorista estrangeira.
Decisão reforça avanço de processos que miram contratos e supostos repasses ilegais no país
Cristina Kirchner foi presidente da Argentina entre 2007 e 2015 | Foto: Reprodução/Instagram Cristina Kirchner
A Justiça da Argentina intensificou as medidas contra Cristina Kirchner e bloqueou 20 imóveis ligados à ex-presidente e a familiares. A determinação integra o processo que já rendeu a ela uma condenação de seis anos ligada a obras rodoviárias no interior. Cristina cumpre prisão domiciliar desde junho.
A ex-presidente enfrenta novas acusações em Buenos Aires. O tribunal reabriu neste mês o caso das cadernetas que registrariam repasses de dinheiro a integrantes do governo. O material reúne anotações feitas pelo ex-motorista Oscar Centeno, que mencionou trajetos entre empresas e residências de autoridades.
Caso das cadernetas do motorista de Cristina Kirchner volta ao centro do debate
As cadernetas vieram a público em 2018, em reportagem do jornalista Diego Cabot. Segundo a investigação, Centeno descreveu viagens em que transportava valores entregues por empresários. A apuração surgiu a partir de outra ação envolvendo a compra de gás natural. O ex-juiz Claudio Bonadio e o promotor Carlos Stornelli conduziram a etapa inicial do inquérito.
Cristina Kirchner é acusada de comandar uma organização criminosa e de participar de pagamentos ilícitos. Também respondem ao processo o ex-ministro de Obras Públicas Julio De Vido e o ex-funcionário Roberto Baratta. A lei prevê penas que variam de um a dez anos para os crimes investigados. Se houver nova condenação, a líder do Partido Justicialista acumulará a punição ao período já imposto.
O Ministério da Indústria e Comércio informou que gastou R$ 344.462,40 em um evento de moda realizado em junho, no restaurante Café de l’Homme, em Paris. A ação, chamada Brasil, Criativo por Natureza, contou com a presença da primeira-dama Janja Lula e da primeira-dama francesa Brigitte Macron.
O valor foi pago pela ApexBrasil e divulgado após pedido do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). Segundo o ministério, o objetivo foi promover estilistas brasileiras para o mercado europeu. Os dados foram apresentados por meio de resposta oficial ao parlamentar.
O desfile reuniu cinco criadoras do Brasil: Ângela Brito, Flávia Aranha, Marina Bitu, Rafaella Caniello e Celina Hissa. O cardápio do evento foi preparado pela chef Morena Leite, que atua em restaurante conhecido no país.
A pasta também informou que a missão brasileira na França custou R$ 2.153.239,34. O valor inclui logística, encontros e outras atividades realizadas além do desfile.
A ApexBrasil afirmou que a iniciativa destacou temas como sustentabilidade e participação feminina no setor da moda. A ação ocorreu em parceria com a ABEST e apresentou as peças das estilistas a compradores franceses.
A Rússia lançou um forte ataque com drones e mísseis contra a Ucrânia na madrugada desta sexta-feira (14), matando seis pessoas na capital Kiev e duas na cidade de Chornomorsk.
Dezenas de pessoas também ficaram feridas em ataques a instalações de energia e prédios, disseram autoridades ucranianas. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que as forças russas usaram 430 drones e 18 mísseis, o que tornou o ataque um dos maiores na capital até agora. A Força Aérea ucraniana informou que a maioria dos drones e mísseis foi abatida, mas autoridades disseram que incêndios e a queda de destroços danificaram apartamentos, uma escola, um centro médico e prédios administrativos em nove distritos da cidade.
“Somente pressão – com sanções e força – pode obrigar a Rússia a pôr fim a esta guerra, uma guerra que ninguém, além deles, jamais precisou”, disse Zelensky, acrescentando que a embaixada do Azerbaijão também foi atingida por destroços de um míssil Iskander. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças atingiram um complexo de produção de armas ucraniano com armas de alta precisão em resposta aos ataques ucranianos contra a Rússia.
James Story disse que a situação mudou muito em dois meses
Nicolás Maduro está no poder desde 2013 na Venezuela | Foto: Reprodução/Instagram Nicolás Maduro
Mas a chegada do USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, e de seu grupo de ataque conferiu à operação um peso estratégico que passou a ser interpretado como prenúncio de uma possível ação militar.
Embora o Pentágono enquadre a missão como parte da ofensiva contra o narcotráfico, Washington acusa figuras do regime venezuelano de envolvimento em redes de narcoterrorismo. Maduro foi acusado de chefiar o chamado Cartel de Los Soles.
Na prática, a combinação entre poder naval, discurso de combate ao crime e presença militar próxima à Venezuela alimenta o temor de uma intervenção direta.
Analistas em Washington divergem sobre as intenções reais da Casa Branca, se busca apenas provocar divisões internas no chavismo ou se prepara o terreno para uma ação cirúrgica.
“Não está claro se o objetivo é apenas assustar, provocar divisões internas ou abrir espaço para uma ação cirúrgica”, avalia, para o jornal, Benjamin Gedan, diretor do programa para a América Latina do Centro Stimson.
Cenários de uma possível ação dos EUA na Venezuela
Entre os cenários discutidos estão ataques a alvos militares estratégicos e bombardeios de precisão. Outros defendem uma operação aérea curta, voltada a “decapitar” o regime, conforme descreve Story.
Qualquer dessas hipóteses, porém, traria riscos elevados: uma guerra prolongada, convulsão social e colapso institucional. “Em poucas horas poderíamos destruir a Força Aérea venezuelana, mas o que viria depois?”, questiona Gedan, ao citar o caos que se seguiu à queda de Muammar Kadafi na Líbia em 2011.
Especialistas ressaltam que um conflito armado poderia se espalhar pelo continente, ampliando a instabilidade. Elías Ferrer, analista da Orinoco Research, lembra que o caso da Líbia ilustra bem o perigo: a queda do ditador não trouxe estabilidade, mas fragmentação e guerra civil.
Grandes reservas de petróleo, grupos armados e redes de crime organizado tornam a situação mais complexa. “A Venezuela se parece mais com o Afeganistão do que com o Panamá”, resume Gedan, prevendo que uma intervenção externa poderia se transformar em um impasse prolongado.
Decisão do órgão que regula internet chinesa ordenou que apps Blued e o Finka sejam retirados das lojas da Apple e Google no país
O governo da China ordenou a remoção de dois dos aplicativos de relacionamento LGBTQIA+ mais populares do país, o Blued e o Finka, das lojas App Store, da Apple, e Google Play Store (Android).
Segundo a Apple, a medida foi determinada pela Administração do Ciberespaço da China, órgão que regula a internet no país. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é ilegal na China. Ativistas afirmam que a repressão à comunidade LGBTQIA+ aumentou nos últimos anos, com censura frequente a eventos e publicações durante o governo de Xi Jinping.
Usuários chineses perceberam no fim de semana que as versões completas dos aplicativos haviam desaparecido. Ambos pertencem ao BlueCity Group, empresa sediada em Hong Kong. Uma versão limitada do Blued ainda estava disponível na App Store chinesa nesta terça-feira (11). Alguns usuários dizem que o Blued e o Finka ainda podem ser utilizados se já estiverem baixados nos celulares.
A Apple confirmou nesta terça-feira a remoção. “Após uma ordem da Administração do Ciberespaço da China, removemos esses dois aplicativos apenas da loja chinesa”, disse um porta-voz da Apple à AFP. “Respeitamos as leis dos países em que operamos”, acrescentou.