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Presidente americano repassou ordem ao enviado especial Richard Grenell

Donald Trump e Nicolás Maduro Fotos: EFE/EPA/SPENCER COLBY // EFE/Prensa Miraflores

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou os esforços diplomáticos para chegar a um acordo com a Venezuela e instruindo seu enviado especial, Richard Grenell, a interromper qualquer aproximação, segundo informou nesta segunda-feira (6) o jornal americano The New York Times.

A decisão poria fim às gestões que Grenell havia encabeçado com o governo venezuelano, destinadas a explorar possíveis negociações entre ambos os países, de acordo com as fontes citadas pelo jornal.

A publicação diz que a ordem presidencial foi comunicada diretamente por Trump a Grenell e será aplicada de imediato, interrompendo qualquer iniciativa diplomática em curso em direção ao país sul-americano. A decisão marca uma mudança significativa na política da Casa Branca em relação à Venezuela.

Os EUA mantêm no Caribe ao menos oito navios de guerra e um submarino de ataque rápido de propulsão nuclear, assim como mais de 4,5 mil militares, para o combate ao narcotráfico. No entanto, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, alega que a postura seria uma tentativa de propiciar “uma mudança de regime” e impor “governos fantoches” em seu país.

Desde agosto, as forças americanas destruíram ao menos cinco embarcações, matando mais de 20 pessoas, e as vincularam ao narcotráfico. Além disso, Trump declarou que os EUA estão em um “conflito armado não internacional” com os cartéis de drogas, justificando assim os ataques.

*EFE


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por videoconferência nesta segunda-feira (6) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A conversa estava marcada para as 10h30, e durou cerca de meia hora.

Em nota, o Planalto divulgou que Lula convidou Trump para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorre em Belém, no Pará, em novembro. O presidente brasileiro também pediu para que o líder norte-americano revogasse a sobretaxa de 40% a produtos brasileiros em território norte-americano. Nos 30 minutos de conversa os presidentes ainda relembraram a “boa química” que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU.

Lula estava no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, durante a conversa. As informações foram obtidas pela TV Globo. Ele estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin, do assessor especial Celso Amorim e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Sidônio Palmeira (Secom).

Lula expôs a possibilidade de um encontro presencial na Malásia, durante a reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), no final deste mês. Os dois presidentes foram convidados a participar do evento.

*Metro1
Foto: Divulgação/Organização das Nações Unidas


Hamas concordou em libertar os reféns sob os termos do presidente dos EUA

Donald Trump, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS / POOL

Horas antes das esperadas negociações entre Israel e Hamas, as famílias dos reféns mantidos pelo grupo terrorista na Faixa de Gaza enviaram uma carta ao Comitê Norueguês do Nobel, pedindo que conceda o prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por suas contribuições à paz mundial.

– Após quase dois anos de sofrimento, chegamos a um ponto de inflexão crucial. A determinação do presidente Trump em alcançar a paz tornou possível o que muitos consideravam impossível – comentaram as famílias.

A carta enfatiza que “nenhum líder ou organização contribuiu mais para a paz mundial do que o presidente Trump”.

– Embora muitos tenham falado eloquentemente sobre a paz, ele a alcançou. Enquanto outros fizeram promessas vazias, ele alcançou resultados tangíveis que salvaram inúmeras vidas. Ele não se limitou a falar de paz: a tornou realidade – afirmaram.

As delegações de negociação do Hamas e de Israel discutem no Egito a mais recente proposta de Trump para um plano de cessar-fogo em Gaza. O grupo terrorista já anunciou que decidiu libertar os reféns sob os termos de Trump, mas quer negociar outros pontos da proposta.

O plano de 20 pontos propõe a cessação imediata das hostilidades, a libertação dos reféns mantidos pelo Hamas e a criação de um governo de transição para a Faixa de Gaza, supervisionado por Washington e pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.

*EFE


Brasil emite alerta sanitário e corre para importar antídoto contra intoxicação por metanol

A pós o crescimento de casos de intoxicação por metanol, um alerta sanitário foi emitido no Brasil, com preocupações para fornecer acesso ao fomepizol, medicamento usado como antídoto nesses envenenamentos em hospitais. O medicamento não é comercializado no país, mas agora, com a urgência, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acionou autoridades reguladoras de diferentes países para viabilizar a importação.

Foram contatadas a FDA (Estados Unidos), a EMA (União Europeia) e as agências de Canadá, Reino Unido, Japão, China, Argentina, México, Suíça e Austrália. Com o objetivo de acelerar os trâmites para trazer o produto ao país e ampliar as opções de tratamento em hospitais.

O remédio fomepizol, é um tratamento de referência contra o metanol, porque age bloqueando a transformação da substância em metabólitos tóxicos, responsáveis por danos graves ao sistema nervoso e ao fígado.

Com a ausência desse medicamento, os serviços de saúde precisam recorrer a alternativas, como o uso controlado de etanol grau farmacêutico, que pode retardar o efeito do veneno, mas não é tão seguro nem eficaz.

Para garantir um fornecimento mais rápido, a Agência publicou um edital de chamamento internacional em busca de fabricantes e distribuidores com estoque disponível, após pedido de urgência do Ministério da Saúde.

Além da corrida pelo remédio, três laboratórios, o Lacen/DF, Laboratório Municipal de São Paulo e o INCQS/Fiocruz, foram acionados para analisar amostras suspeitas de bebidas adulteradas. As fiscalizações em campo já começaram em diferentes estados, em parceria com as vigilâncias sanitárias locais.

Informações Metro1


Empresário intensifica interações a favor de boicote à empresa que é acusada de propagar cultura woke

Elon Musk: perfil no Twitter/X intensifica apoio ao boicote contra a Netflix | Foto: | Foto: Shutterstock
Elon Musk: perfil no X intensifica apoio ao boicote contra a Netflix | Foto: Reprodução/Shutterstock

Quem acompanha o perfil do empresário Elon Musk no X, plataforma da qual ele é o proprietário, deve ter percebido uma mudança nos últimos dias. Em vez de foguetes e carros, Musk tem se dedicado sobretudo a mensagens em favor de uma ação de boicote à empresa de entretenimento Netflix.

As interações de Musk se associam a posts que criticam a empresa norte-americana por várias condutas. Uma delas seria abrigar funcionários que zombaram ou comemoraram o assassinato do jovem conservador Charlie Kirk. Da mesma forma, acusam o serviço de streaming de tentar influenciar famílias. A estratégia consistiria na divulgação da cultura woke embutida na grade de programação infantil.

Netflix: doutrinação no berçário

Um dos conteúdos refere-se a uma animação que explora a imagem da CoComelon. Trata-se de um dos maiores canais infantis do mundo no YouTube, assim como uma marca de entretenimento exclusiva para crianças em idade pré-escolar. O perfil @tomqrz, no Instagram, classifica a animação de “doutrinação no berçário”. Ele faz referência principalmente ao fato de que o canal é para crianças de 2 a 5 anos.

Em tom subliminar, o vídeo mostra imagens de pais do mesmo sexo. Da mesma forma, a melodia segue embalada por uma letra que sugere à criança a opção transgênera. “Pais no mundo inteiro confiam em marcas como CoComelon para ser um entretenimento seguro”, diz o influenciador. “A Netflix sequestrou essa confiança para servir de veículo à sua própria agenda política.” 

Segundo o perfil com 220 mil seguidores, a Netflix está “usando o seu dinheiro para plantar as sementes da confusão de identidade nos seus filhos”. 

Outro influenciador postou uma lista de programas que a Netflix estaria veiculando para, assim, servir de veículo à cultura woke. Elon Musk compartilhou o post com o comentário: “True” (“verdade”, em tradução livre).

Informações Revista Oeste


Democratas e Republicanos vivem impasse sobre subsídios de saúde e país vive primeira paralisação desde 2019

Foto: Keegan Barber/Fotos Públicas

O Congresso dos Estados Unidos ultrapassou o prazo de meia-noite desta quarta-feira (1º) para aprovar um projeto orçamentário e, agora, o governo americano entra em sua primeira paralisação em quase sete anos – e a terceira em uma gestão de Donald Trump. As informações são dos portais InfoMoney e Bloomberg.

O Escritório de Orçamento da Casa Branca ordenou às agências que começassem a executar seus planos para suspensão de recursos, fechando assim o governo, interrompendo o trabalho de centenas de americanos e afetando diversos serviços públicos do país. As exceções ficam para os serviços sociais.

Os dois principais partidos americanos, o Democrata e o Republicano, vivem um impasse com relação aos subsídios de saúde e usam do momento para preparar terreno visando as eleições legislativas de 2026. Com isso, a paralisação – e seus efeitos econômicos – pode se prolongar.

Analistas já estimam, por exemplo, que caso a paralisação se estenda por mais de três semanas, a taxa de desemprego pode chegar até 4,7%, contra os 4,3% registrados em agosto, já que os servidores afastados começarão a ser contabilizados como desempregados temporários, de acordo com a Bloomberg Economics.

Trump sugeriu que sua gestão pode usar a paralisação para realizar demissões em massa de servidores, além da dispensa temporária de outros 750 mil funcionários federais. A medida pode agravar as consequências econômicas e prolongá-las mesmo após o fim do fechamento.

Esses cortes se somariam então aos cerca de 150 mil servidores que já deixaram seus trabalhos federias nesta quarta, devido aos programas de desligamento promovidos pela gestão do republicano. Soma-se a isso as rodadas anteriores de aposentadorias antecipadas e cortes neste ano e o cenário pode levar à recessão em regiões como a área metropolitana de Washington, D.C, a capital americana.

Informações Bahia.ba


Anúncio foi feito pela vice-presidente do país

Nicolás Maduro Foto: EFE/ Ronald Peña R.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assinou um decreto de comoção externa devido ao que considera “ameaças” dos Estados Unidos e que “seria ativado de maneira imediata” em caso de “qualquer tipo de agressão” contra o país sul-americano, informou nesta segunda-feira (29) a vice-presidente Delcy Rodríguez. Ela deu declaracões em um encontro com o corpo diplomático credenciado em Caracas.

Rodríguez explicou que o decreto “dá poderes especiais ao chefe de Estado para atuar em matéria de defesa e segurança” caso os EUA “cheguem a se atrever a agredir” a Venezuela, perto de cujas águas estão navios e militares americanos com o objetivo, segundo o governo do presidente Donald Trump, de combater o narcotráfico.

O governo da Venezuela, por outro lado, denuncia a concentração militar como um plano para provocar uma “mudança de regime” no país.

– O que hoje faz o governo dos Estados Unidos, o senhor da guerra [secretário de Estado americano] Marco Rubio contra a Venezuela é uma ameaça que a Carta das Nações Unidas proíbe – afirmou.

No encontro, transmitido pela emissora estatal de televisão VTV, Rodríguez, também ministra de Hidrocarbonetos, declarou que Maduro teria “faculdades especiais” em caso de ataque para, por exemplo, mobilizar a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) em todo o território nacional, tomar militarmente e de maneira imediata a infraestrutura dos serviços públicos, assim como da indústria de petróleo e gás e das empresas básicas para garantir seu “pleno funcionamento” e ativar “todos os planos de segurança cidadã”.

Maduro também poderia, segundo ela, tomar medidas como o fechamento das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas.

Rodríguez disse que o decreto visa proteger “a soberania, a independência e os interesses vitais e estratégicos” da Venezuela “frente a qualquer grave violação e agressão que tenha ocorrido” de maneira externa contra o território nacional.

Além disso, ela advertiu que “não será permitido a ninguém dentro ou fora do território que promova, que apoie, que facilite ou que faça apologia de uma agressão militar externa contra a Venezuela”, o que levaria a pessoa investigada a ser “julgada segundo as leis da república e com as plenas garantias da Constituição”.

– Já chega dos extremistas – acrescentou.

A carta magna venezuelana estabelece que poderá ser decretado o estado de comoção interior ou exterior “em caso de conflito interno ou externo que ponha seriamente em perigo a segurança da nação, de seus cidadãos e cidadãs ou de suas instituições”.

Ainda segundo a Constituição, o decreto “será apresentado”, dentro dos oito dias seguintes a ter sido assinado, ao Parlamento ou à Comissão Delegada, para sua consideração e aprovação, e à Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça para que se pronuncie sobre sua constitucionalidade.

*Com informações da Agência EFE


Presidente dos EUA apresenta proposta com cessar-fogo, libertação de reféns e retirada gradual das forças israelenses; Netanyahu concorda

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente do EUA, Donald Trump: acordo sobre plano para estabelecer um cessar-fogo | Foto: Reprodução/Twitter/X
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente do EUA, Donald Trump: acordo para um cessar-fogo | Foto: Reprodução/Twitter/X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 29, que o fim da guerra em Gaza está mais próximo do que nunca. A declaração ocorreu depois de reunião com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O premiê concordou com um plano de 20 pontos para estabelecer um cessar-fogo.

O documento, sob o título de Plano Abrangente do Presidente Donald Trump para Acabar com o Conflito em Gaza”, prevê a libertação dos reféns, a retirada das tropas israelenses e a interrupção das hostilidades. A proposta precisa da aprovação do Hamas, que já rejeitou medidas semelhantes em ocasiões anteriores.

Plano de Trump segue em negociação

O texto sofreu ajustes desde sua primeira apresentação a líderes árabes, em Nova York, na semana passada. Inicialmente, havia 21 pontos, mas o número caiu para 20. Trump declarou na Casa Branca que espera uma resposta positiva do Hamas.

Conforme o presidente, se o grupo recusar, ficará só, já que os demais envolvidos aceitaram as condições. Ele destacou que a liderança do Hamas sofreu perdas significativas durante o conflito e que a situação atual pode favorecer a negociação.

Netanyahu confirmou apoio ao plano e disse que Israel continuará a agir caso o Hamas rejeite a proposta. O primeiro-ministro destacou que o acordo pode avançar “pela via mais fácil ou mais difícil”, mas insistiu que o objetivo será alcançado de qualquer forma.

A posição israelense reforça a pressão sobre o grupo terrorista, ao mesmo tempo em que sinaliza disposição para um desfecho diplomático. Trump reiterou que chegou o momento de o Hamas aceitar os termos apresentados, classificando o documento como a melhor oportunidade recente para encerrar a guerra.

Informações Revista Oeste


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participará de uma reunião convocada às pressas com líderes militares de alto escalão nesta terça-feira (30), de acordo com um funcionário da Casa Branca.

Centenas de generais e almirantes foram convocados pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, para a base do Corpo de Fuzileiros Navais em Quantico, Virgínia, com pouco aviso prévio.

Trump disse à NBC News, em uma entrevista neste domingo (28), que eles estariam “falando sobre como estamos indo bem militarmente, falando sobre estar em ótima forma, falando sobre muitas coisas boas e positivas”.

A notícia sobre a reunião foi divulgada na última quinta-feira (25), e nenhuma razão foi inicialmente fornecida para o encontro incomum. Trump parecia não saber sobre isso quando foi perguntado pela primeira vez por repórteres durante uma aparição no Salão Oval.

– Estarei lá se eles quiserem, mas por que isso é um grande problema? – disse Trump.

O funcionário da Casa Branca disse que a participação do presidente não fazia parte do plano original para a reunião, mas que ele decidiu que queria ir.

*AE
Foto: EFE/EPA/SAMUEL CORUM / POOL


Especialistas apontam que os principais atingidos serão outros parceiros comerciais dos Estados Unidos, como Suíça, Irlanda e México

Foto: White House Archived

As tarifas anunciadas por Donald Trump, que passam a vigorar a partir de 1º de outubro, não devem afetar significativamente a economia brasileira, segundo análise da CNN. Especialistas apontam que os principais atingidos serão outros parceiros comerciais dos Estados Unidos, como Suíça, Irlanda e México.

O setor farmacêutico será o mais impactado na Suíça e na Irlanda, que registrou crescimento de mais de 536% nas exportações, totalizando mais de US$ 27 bilhões nos primeiros meses de 2025. O México deve sofrer efeitos principalmente na produção de caminhões pesados, onde detém 78% da cadeia voltada para os Estados Unidos.

Outros países, como Austrália e Alemanha, também podem sentir impactos em projetos específicos, mas o Brasil, por enquanto, não está entre os mercados mais afetados pelas novas medidas tarifárias.

Informações Bahia.ba

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