A líder antichavista da Venezuela, María Corina Machado, participa de manifestação contra a ditadura de Nicolás Maduro em Caracas, em setembro (Foto: EFE/Miguel Gutiérrez)
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, é a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025 “por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”, anunciou o Comitê do Nobel, sediado em Oslo, nesta sexta-feira (10).
Prêmio Nobel da Paz de 2025 é concedido a “uma defensora corajosa e comprometida com a paz, a uma mulher que mantém a chama da democracia viva em meio à crescente escuridão”, disse Jørgen Watne Frydnes, presidente do comitê norueguês durante o discurso da premiação.
Machado demonstrou que as ferramentas da democracia também são as da paz, enfatizou o comitê, acrescentando que a laureada personifica a esperança por um futuro diferente, no qual os direitos fundamentais dos cidadãos sejam protegidos e suas vozes sejam ouvidas.
Como líder do movimento democrático na Venezuela, Machado é um dos exemplos mais extraordinários de coragem cívica na América Latina nos últimos tempos, enfatizou a organização da renomada premiação.
A premiada tem sido uma figura-chave e unificadora em uma oposição política outrora profundamente dividida, uma oposição que encontrou um ponto em comum ao exigir eleições livres e um governo representativo, acrescentou.
O Comitê do Nobel espera que a líder da oposição venezuelana possa viajar a Oslo dentro de dois meses para receber o Prêmio da Paz, embora tenha enfatizado que é muito cedo para dizer e que uma questão “séria” de segurança precisa ser resolvida primeiro.
“É muito cedo para dizer. Sempre esperamos ter os convidados conosco em Oslo, mas há uma grave situação de segurança que precisa ser resolvida primeiro”, disse o chefe do Comitê do Nobel, Jørgen Watne Frydnes, na coletiva de imprensa após o anúncio do prêmio.
Questionado sobre o possível impacto do prêmio na situação de Machado, que mora na Venezuela, Frydnes expressou confiança de que ele servirá para promover sua causa.
“É um dos dilemas mais difíceis que o comitê discute anualmente com todos os candidatos, especialmente quando a pessoas agraciada vive escondida devido a sérias ameaças à sua vida. Ela é muito ativa na Venezuela, foi e continuará sendo. Acreditamos que este prêmio apoiará sua causa, não a limitará”, afirmou.
Edmundo González diz que prêmio reconhece a luta pela democracia na Venezuela
O ex-candidato presidencial Edmundo González Urrutia, que foi proclamado vencedor pela oposição das eleições julho do ano passado, disse nesta sexta-feira que o Prêmio Nobel da Paz concedido à sua colega oposicionista venezuelana María Corina Machado é um reconhecimento da “luta de uma mulher e de todo um povo” pela “liberdade e democracia” na Venezuela.
“Nossa querida Maria Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025! Merecido reconhecimento da longa luta de uma mulher e de todo um povo pela nossa liberdade e democracia. A primeira vencedora do Prêmio Nobel da Venezuela! Parabéns @mariacorinaya, a Venezuela será livre!” escreveu González em sua conta no X.
A mensagem no X de González, opositor político do ditador Nicolás Maduro nas eleições presidenciais de 2024 e exilado em Madri, é acompanhada por um vídeo de 15 segundos no qual ele é visto falando ao celular com uma mulher, aparentemente Machado, que pode ser ouvida dizendo “Estou em choque” e “Não acredito”.
Machado participará de conferência em Barcelona neste mês
A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, laureada nesta sexta-feira com o Prêmio Nobel da Paz de 2025, deve participar da segunda edição do fórum World in Progress (WIP), que será realizado na Espanha em 20 de outubro.
Em Barcelona, Machado participará de uma mesa redonda intitulada “Venezuela e Horizontes Democráticos”, ao lado do ex-presidente do Diálogo Interamericano, Michael Shifter, e moderada pelo jornalista Pablo Tallón, de acordo com a programação inicial do evento, organizado pelo Grupo Prisa espanhol.
Na segunda edição do WIP, Machado estará acompanhado de outro ganhador do Prêmio Nobel da Paz, o ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos, que proferirá uma palestra no mesmo dia, dia 20, ao lado de Jan Martínez Ahrens, diretor do jornal El País, sobre “Os Desafios Existenciais do Planeta”.
Com informações de Isabella de Paula da Gazeta do Povo
A declaração reitera o compromisso apresentado no plano de cessar-fogo
Presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Casa Branca/Flickr
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que nenhum morador será obrigado a deixar a Faixa de Gaza. O republicano deu a declaração em entrevista nesta quinta-feira, 9, depois da assinatura da primeira etapa do acordo de paz entre Israel e Hamas. A afirmação reitera o compromisso apresentado no plano de cessar-fogo, divulgado pelo governo norte-americano no dia anterior.
“Ninguém será forçado a sair”, declarou Trump, durante encontro com o presidente finlandês, Alexander Stubb, no Salão Oval. “Não, é exatamente o contrário. Esse é um ótimo plano. É um ótimo plano de paz. É um plano que foi apoiado por todos.”
Libertação de reféns e celebrações marcam avanço no acordo de Trump
O presidente norte-americano também informou que a libertação dos reféns israelenses deve ocorrer até a próxima terça-feira, 14. O republicano considera a formalização do acordo como um avanço significativo nas negociações.
Os terroristas do Hamas declararam ter recebido garantias dos EUA, de mediadores árabes e da Turquia de que o entendimento representa o encerramento definitivo do conflito. Em Tel Aviv e em Gaza, milhares de pessoas celebraram a trégua nas ruas.
O republicano anunciou ainda que viajará ao Oriente Médio no domingo 12. Ele vai participar de uma cerimônia que marcará a assinatura do acordo. Trump também confirmou que recebeu convite para discursar no Parlamento de Israel.
“Tivemos um avanço importante no Oriente Médio, algo que as pessoas diziam que nunca ocorreria”, declarou Trump. “Terminamos a guerra em Gaza e, de fato, criamos a paz em uma base muito maior. Acho que será uma paz duradoura, uma paz eterna.”
Detalhes do plano e cronograma da troca de prisioneiros
Trump não estabeleceu uma data exata para a liberação dos reféns, mas prevê que a troca que envolve aproximadamente 2 mil presos palestinos ocorra nos próximos dias. “Libertá-los é um processo complicado”, explicou o presidente norte-americano. “Prefiro não dizer o que eles teriam de fazer para recuperá-los. Há lugares onde você não quer estar, mas vamos recuperá-los. Será um dia de alegria.”
Trump disse que tem como prioridade o retorno dos reféns | Foto: Reprodução/site Casa Branca
O acordo resulta de um plano apresentado pelo presidente dos EUA, que prevê a libertação de reféns israelenses em troca da soltura de cerca de 2 mil prisioneiros palestinos. Dos 251 sequestrados pelo Hamas no ataque de 7 de outubro de 2023, 47 ainda permanecem em Gaza. Cerca de 25 deles teriam morrido, segundo informações do Exército de Israel.
Khalil Al-Hayya, membro da alta cúpula do grupo terrorista Hamas, anunciou nesta quinta-feira (9) o fim da guerra com Israel. Segundo ele, os Estados Unidos e mediadores de países árabes ofereceram garantias de um cessar-fogo permanente.
Al-Hayya atuou como principal negociador do Hamas nas conversas sobre o plano de paz proposto pelos Estados Unidos para a Faixa de Gaza. Em setembro, ele sobreviveu a um ataque israelense contra alvos do grupo no Catar.
O conflito começou em 7 de outubro de 2023, quando o Hamas lançou um ataque contra Israel que deixou mais de 1.200 mortos e 251 pessoas sequestradas. Desde então, segundo autoridades ligadas ao grupo, mais de 60 mil palestinos morreram em Gaza.
O acordo de paz foi anunciado oficialmente na quarta-feira (8). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel e o Hamas concordaram com a implementação da primeira fase para encerrar o conflito.
Até a última atualização desta reportagem, ministros do governo israelense estavam reunidos para discutir a aprovação formal do acordo. De acordo com um porta-voz de Israel, o cessar-fogo deve começar em até 24 horas após a ratificação do tratado.
Entre os principais pontos exigidos por Israel para o avanço do plano de paz estão o abandono do governo de Gaza pelo Hamas e o desarmamento total do grupo. Mais cedo, uma autoridade do Hamas afirmou que “nenhum palestino aceita o desarmamento”.
O ministro Itamar Ben-Gvir, líder do partido de extrema direita que integra a coalizão do governo israelense, ameaçou derrubar a gestão de Benjamin Netanyahu caso o primeiro-ministro falhe em desmantelar o Hamas.
Um dos temas mais delicados do acordo é a devolução dos corpos de reféns mortos em cativeiro. De acordo com a imprensa norte-americana e israelense, o Hamas não sabe a localização de alguns desses corpos, o que pode atrasar a implementação do tratado.
Nesta quinta-feira, a Turquia anunciou a criação de uma força-tarefa internacional para ajudar o Hamas a localizar os corpos em diferentes áreas da Faixa de Gaza. Participam do grupo Estados Unidos, Catar, Egito, Israel e Turquia — todos envolvidos nas negociações de paz.
Até o momento, 28 dos 48 reféns ainda sob poder do Hamas foram confirmados mortos, e entre seis e sete corpos seguem desaparecidos, segundo a imprensa israelense. O Hamas ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Segundo Donald Trump, todos os reféns restantes devem ser libertados até segunda-feira (13). Ele foi o responsável por apresentar o plano de paz firmado na quarta-feira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (8), que os reféns de Israel serão libertados na próxima segunda-feira (13) e que “Gaza será reconstruída”.
Em entrevista à rede de televisão Fox News, Trump disse que Israel “não pode brigar contra o mundo” e que “eles entendem isso”, em referência à primeira fase do plano de paz assinado nesta quarta com o grupo terrorista Hamas, que inclui a libertação de reféns israelenses e prisioneiros palestinos, assim como a retirada paulatina das tropas israelenses de Gaza.
– O mundo está unido para conseguir este acordo – declarou Trump, além de ressaltar que inclusive o Irã “abençoou” a iniciativa.
O anúncio ocorreu poucas horas depois de Trump confirmar oficialmente a assinatura de uma primeira fase do acordo de paz para Gaza, elaborado com o apoio de Egito, Catar, Turquia e Estados Unidos e respaldado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O pacto contempla um cessar-fogo imediato e o início de um processo de reconstrução e reconciliação regional.
O presidente declarou ter a intenção de receber o Prêmio Nobel da Paz por sua mediação neste e em outros conflitos desde que ele reassumiu a presidência. O vencedor da edição deste ano será anunciado na próxima sexta-feira (10).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acaba de anunciar que Israel e o grupo terrorista Hamas chegaram a um acordo sobre o plano de paz.
Segundo ele, ambas as partes assinaram o primeiro pacto do acordo referente à guerra na Faixa de Gaza, marcando um avanço significativo nas tratativas para encerrar o conflito.
O anúncio foi feito agora há pouco, por meio de um comunicado oficial divulgado pela Casa Branca.
O chefe norte-americano também afirmou que pretende visitar o Oriente Médio caso as negociações avancem, sugerindo ainda que há previsão, inclusive, de uma viagem ao Egito nos próximos dias.
Presidente americano repassou ordem ao enviado especial Richard Grenell
Donald Trump e Nicolás Maduro Fotos: EFE/EPA/SPENCER COLBY // EFE/Prensa Miraflores
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou os esforços diplomáticos para chegar a um acordo com a Venezuela e instruindo seu enviado especial, Richard Grenell, a interromper qualquer aproximação, segundo informou nesta segunda-feira (6) o jornal americano The New York Times.
A decisão poria fim às gestões que Grenell havia encabeçado com o governo venezuelano, destinadas a explorar possíveis negociações entre ambos os países, de acordo com as fontes citadas pelo jornal.
A publicação diz que a ordem presidencial foi comunicada diretamente por Trump a Grenell e será aplicada de imediato, interrompendo qualquer iniciativa diplomática em curso em direção ao país sul-americano. A decisão marca uma mudança significativa na política da Casa Branca em relação à Venezuela.
Os EUA mantêm no Caribe ao menos oito navios de guerra e um submarino de ataque rápido de propulsão nuclear, assim como mais de 4,5 mil militares, para o combate ao narcotráfico. No entanto, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, alega que a postura seria uma tentativa de propiciar “uma mudança de regime” e impor “governos fantoches” em seu país.
Desde agosto, as forças americanas destruíram ao menos cinco embarcações, matando mais de 20 pessoas, e as vincularam ao narcotráfico. Além disso, Trump declarou que os EUA estão em um “conflito armado não internacional” com os cartéis de drogas, justificando assim os ataques.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por videoconferência nesta segunda-feira (6) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A conversa estava marcada para as 10h30, e durou cerca de meia hora.
Em nota, o Planalto divulgou que Lula convidou Trump para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorre em Belém, no Pará, em novembro. O presidente brasileiro também pediu para que o líder norte-americano revogasse a sobretaxa de 40% a produtos brasileiros em território norte-americano. Nos 30 minutos de conversa os presidentes ainda relembraram a “boa química” que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU.
Lula estava no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, durante a conversa. As informações foram obtidas pela TV Globo. Ele estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin, do assessor especial Celso Amorim e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Sidônio Palmeira (Secom).
Lula expôs a possibilidade de um encontro presencial na Malásia, durante a reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), no final deste mês. Os dois presidentes foram convidados a participar do evento.
*Metro1 Foto: Divulgação/Organização das Nações Unidas
Hamas concordou em libertar os reféns sob os termos do presidente dos EUA
Donald Trump, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS / POOL
Horas antes das esperadas negociações entre Israel e Hamas, as famílias dos reféns mantidos pelo grupo terrorista na Faixa de Gaza enviaram uma carta ao Comitê Norueguês do Nobel, pedindo que conceda o prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por suas contribuições à paz mundial.
– Após quase dois anos de sofrimento, chegamos a um ponto de inflexão crucial. A determinação do presidente Trump em alcançar a paz tornou possível o que muitos consideravam impossível – comentaram as famílias.
A carta enfatiza que “nenhum líder ou organização contribuiu mais para a paz mundial do que o presidente Trump”.
– Embora muitos tenham falado eloquentemente sobre a paz, ele a alcançou. Enquanto outros fizeram promessas vazias, ele alcançou resultados tangíveis que salvaram inúmeras vidas. Ele não se limitou a falar de paz: a tornou realidade – afirmaram.
As delegações de negociação do Hamas e de Israel discutem no Egito a mais recente proposta de Trump para um plano de cessar-fogo em Gaza. O grupo terrorista já anunciou que decidiu libertar os reféns sob os termos de Trump, mas quer negociar outros pontos da proposta.
O plano de 20 pontos propõe a cessação imediata das hostilidades, a libertação dos reféns mantidos pelo Hamas e a criação de um governo de transição para a Faixa de Gaza, supervisionado por Washington e pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
A pós o crescimento de casos de intoxicação por metanol, um alerta sanitário foi emitido no Brasil, com preocupações para fornecer acesso ao fomepizol, medicamento usado como antídoto nesses envenenamentos em hospitais. O medicamento não é comercializado no país, mas agora, com a urgência, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acionou autoridades reguladoras de diferentes países para viabilizar a importação.
Foram contatadas a FDA (Estados Unidos), a EMA (União Europeia) e as agências de Canadá, Reino Unido, Japão, China, Argentina, México, Suíça e Austrália. Com o objetivo de acelerar os trâmites para trazer o produto ao país e ampliar as opções de tratamento em hospitais.
O remédio fomepizol, é um tratamento de referência contra o metanol, porque age bloqueando a transformação da substância em metabólitos tóxicos, responsáveis por danos graves ao sistema nervoso e ao fígado.
Com a ausência desse medicamento, os serviços de saúde precisam recorrer a alternativas, como o uso controlado de etanol grau farmacêutico, que pode retardar o efeito do veneno, mas não é tão seguro nem eficaz.
Para garantir um fornecimento mais rápido, a Agência publicou um edital de chamamento internacional em busca de fabricantes e distribuidores com estoque disponível, após pedido de urgência do Ministério da Saúde.
Além da corrida pelo remédio, três laboratórios, o Lacen/DF, Laboratório Municipal de São Paulo e o INCQS/Fiocruz, foram acionados para analisar amostras suspeitas de bebidas adulteradas. As fiscalizações em campo já começaram em diferentes estados, em parceria com as vigilâncias sanitárias locais.
Empresário intensifica interações a favor de boicote à empresa que é acusada de propagar cultura woke
Elon Musk: perfil no X intensifica apoio ao boicote contra a Netflix | Foto: Reprodução/Shutterstock
Quem acompanha o perfil do empresário Elon Musk no X, plataforma da qual ele é o proprietário, deve ter percebido uma mudança nos últimos dias. Em vez de foguetes e carros, Musk tem se dedicado sobretudo a mensagens em favor de uma ação de boicote à empresa de entretenimento Netflix.
As interações de Musk se associam a posts que criticam a empresa norte-americana por várias condutas. Uma delas seria abrigar funcionários que zombaram ou comemoraram o assassinato do jovem conservador Charlie Kirk. Da mesma forma, acusam o serviço de streaming de tentar influenciar famílias. A estratégia consistiria na divulgação da cultura woke embutida na grade de programação infantil.
Netflix: doutrinação no berçário
Um dos conteúdos refere-se a uma animação que explora a imagem da CoComelon. Trata-se de um dos maiores canais infantis do mundo no YouTube, assim como uma marca de entretenimento exclusiva para crianças em idade pré-escolar. O perfil @tomqrz, no Instagram, classifica a animação de “doutrinação no berçário”. Ele faz referência principalmente ao fato de que o canal é para crianças de 2 a 5 anos.
Em tom subliminar, o vídeo mostra imagens de pais do mesmo sexo. Da mesma forma, a melodia segue embalada por uma letra que sugere à criança a opção transgênera. “Pais no mundo inteiro confiam em marcas como CoComelon para ser um entretenimento seguro”, diz o influenciador. “A Netflix sequestrou essa confiança para servir de veículo à sua própria agenda política.”
Segundo o perfil com 220 mil seguidores, a Netflix está “usando o seu dinheiro para plantar as sementes da confusão de identidade nos seus filhos”.
Outro influenciador postou uma lista de programas que a Netflix estaria veiculando para, assim, servir de veículo à cultura woke. Elon Musk compartilhou o post com o comentário: “True” (“verdade”, em tradução livre).