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Foto: Reprodução

A ginasta brasileira Rebeca Andrade, de 22 anos, se garantiu na manhã deste domingo (25) em três finais no Centro de Ginástica de Ariake, em Tóquio.

A atleta estará na disputa da medalha no individual geral da Olimpíada, competição na qual passou na segunda posição, com 57,399 pontos, atrás apenas da super favorita Simone Biles. No salto, Rebeca foi a terceira melhor com a média de 15,100 pontos nos dois saltos. No solo, com a apresentação embalada pela música do Baile de Favela, ela obteve a nota 14,066 pontos, ficando somente um décimo atrás da líder, a italiana Vanessa Ferrari.

A primeira final da Rebeca será na quinta-feira (29), às 07h50 (horário de Brasília), no individual geral. As medalhistas no salto serão conhecidas no próximo domingo (1º de agosto) e as melhores do solo brigarão pelas medalhas no dia 2 de agosto.

Informações: Agência Brasil


Foto: Reprodução/Instagram

A natação brasileira garantiu uma vaga na disputa por medalhas na manhã deste domingo (25). Com o baiano Breno Correia no time, o revezamento 4×100 metros livre masculino do Brasil passou para a final com o quinto tempo (3:12.59) das eliminatórias. Pedro Spajari, Gabriel Santos e Marcelo Chierighini completam o grupo que ficou atrás apenas dos times da Itália, EUA, Austrália e França.

Ainda na natação, Fernando Scheffer está entre os 16 classificados para as semifinais dos 200 metros livre com o segundo melhor tempo (1:45.05). O próximo desafio acontece ainda neste domingo à noite. Nos 100 metros costas, Guilherme Guido se classificou com o 11º melhor tempo e também disputa uma semifinal, com 53.65.

Já a ginástica artística garantiu vaga na final de quatro aparelhos. Rebeca Andrade de 22 anos conquistou vaga em três finais e vai tentar ser a primeira brasileira medalhista olímpica na ginástica. A ginasta disputa medalhas no individual geral, onde se classificou em segundo lugar, no solo e no salto. Já Flávia Saraiva se classificou para a final da trave. Na apresentação de solo a ginasta sentiu o tornozelo lesionado e teve que desistir dos demais aparelhos.

Rebeca tem a primeira chance de medalha na quinta-feira, às 7h50 (de Brasília), na final do individual geral. A decisão do salto vai ser disputada no próximo domingo, e a do solo no dia 2 de agosto.Já a final da trave, com Flávia, será no próximo dia 3.

Informações: Metro1


Foto: EFE/Shawn Thew/Archivo

Ao tecer críticas ao governo cubano, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (15) que o comunismo é um “sistema universalmente fracassado”. O democrata também se posicionou contrário ao socialismo.

– O comunismo é um sistema falido, um sistema universalmente falido. E não vejo o socialismo como um substituto muito útil, mas isso é outra história – declarou, em entrevista coletiva na Casa Branca, durante a visita da chanceler alemã Angela Merkel.

Biden declarou ainda que Cuba tem reprimido seus cidadãos.

– Cuba infelizmente é um estado fracassado e está reprimindo seus cidadãos. Há várias coisas que poderíamos considerar para ajudar o povo cubano, mas isso requereria uma circunstância ou garantia diferente de que o governo não tiraria vantagem disso.

O presidente disse que governo norte-americano tem buscado formas de auxiliar o povo cubano a ter acesso à internet após as restrições do governo de Miguel Díaz-Canel.

– Eles cortaram o acesso à internet. Estamos avaliando se temos capacidade tecnológica para restaurar esse acesso.

O democrata informou ainda que pretende enviar uma “quantidade significativa” de vacinas anticovid ao país, contanto que uma organização internacional as distribua de forma que o cidadão cubano médio tenha acesso a elas.

Informações: Pleno News


Solicitações foram feitas em reunião no Museu da Diáspora Cubana, em Miami

Joe Biden, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/KEVIN DIETSCH / POOL

Congressistas americanos e líderes do exílio cubano pediram, nesta terça-feira (13), que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, faça o necessário para restabelecer a internet ao povo cubano que protesta nas ruas pedindo liberdade. Também foi solicitado que o democrata não negocie com o governo do presidente Miguel Díaz-Canel.

Essas suas solicitações foram feitas em reunião no Museu da Diáspora Cubana em Miami, que contou com a presença do governador da Flórida, Ron DeSantis, e da vice-governadora, Jeanette Nuñez.

A congressista María Elvira Salazar disse que republicanos e democratas devem se unir e falar com “uma só voz” para ajudar o povo cubano a se libertar. Já a líder do exílio Silvia Iriondo insistiu para que Biden dê passos concretos em apoio aos cubanos o quanto antes.

Estiveram na reunião os principais líderes do exílio e, além de Salazar, o congressista Carlos Giménez, ambos republicanos, assim como congressistas estaduais do mesmo partido.

Um dos grandes assuntos da reunião foi o corte da internet feito pelo governo cubano após o crescimento dos protestos no domingo passado e como resolver a situação para que os manifestantes possam se manter informados e conectados.

Vários dos participantes da reunião disseram que as redes sociais foram “o início do fim” de muitas ditaduras e pediram para que o governo dos EUA faça todo o possível para restabelecer o acesso dos cubanos à rede.

Manter as sanções, restringir o acesso às fontes de financiamento do governo cubano e não negociar com as autoridades de Cuba foram outras propostas discutidas.

O governador DeSantis disse que Cuba é origem da imensa maioria dos problemas do Ocidente e que a existência de um regime ditatorial e comunista é “devastadora para milhões de pessoas” e projudicial para a segurança dos EUA.

Jeanette Núñez argumentou que o povo cubano está “desesperado para ter liberdade” e afirmou que esta é a mensagem dos protestos, mais do que a covid-19 e a escassez de comida, vacinas e medicamentos, o que todos os oradores concordaram. DeSantis acrescentou que quando “o medo desaparece, não há volta atrás”.

O advogado Marcell Felipe, da fundação Inspire America, pediu para que os militares cubanos fiquem do lado dos manifestantes para serem “os heróis de uma nova república”, em vez de continuarem sendo “capangas”.

*EFE


Os protestos, amplamente divulgados nas redes sociais, começaram de forma espontânea pela manhã e ocorrem em meio a uma grave crise econômica e sanitária que assola o país

Autoridades cubanas detêm um homem durante protestos antigovernamentais em 11 de julho de 2021 em Havana
Foto: (AFP/AFP)

Uma série de manifestações sem precedentes com gritos de “Liberdade!” e “Abaixo a ditadura!” estourou em Cuba neste domingo (11), enquanto o país atravessa sua pior crise econômica em 30 anos.

Os protestos, amplamente divulgados nas redes sociais, começaram de forma espontânea pela manhã, um fato incomum neste país governado pelo Partido Comunista (único), onde as únicas concentrações autorizadas costumam ser as do partido.

Gritando principalmente “Pátria e vida”, título de uma canção polêmica, mas também “Abaixo a ditadura!” e “Não temos medo”, milhares de manifestantes marcharam pelas ruas de San Antonio de los Baños, uma pequena cidade de 50 mil habitantes a cerca de 30 km da capital Havana.

“Libertade”, entoavam outras centenas em Malecón, na costa de Havana.

Outros protestos foram relatados e transmitidos ao vivo pelo Facebook ou Twitter, em todo o país, onde a internet móvel só chegou no final de 2018.

Um impressionante destacamento militar e policial foi enviado a San Antonio de los Baños durante o dia, confirmaram jornalistas da AFP.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também se dirigiu à cidade acompanhado de militantes do partido, que desfilaram gritando “Viva Cuba” e “Viva Fidel”, enquanto durante sua viagem os locais seguiam protestando ruidosamente contra a crise econômica.

“Máfia cubano-americana”

A pandemia de coronavírus, cujos primeiros casos na ilha foram detectados em março de 2020, mergulhou Cuba em sua pior crise econômica em três décadas.

Todos os dias, os cubanos têm que esperar longas horas em filas para conseguir alimentos e também enfrentam a escassez de medicamentos, o que tem gerado um forte mal-estar social.

Dificuldades econômicas também levaram as autoridades a aplicar cortes de eletricidade de várias horas por dia em grandes áreas do país.

“Parece que a situação energética foi a que levantou alguns ânimos aqui”, reconheceu Diaz-Canel diante de jornalistas, culpando as sanções americanas impostas por Donald Trump e mantidas até agora por Joe Biden.

Se quer que o povo fique melhor, levante primeiro o bloqueio”, imposto desde 1962, acrescentou.

“A máfia cubano-americana pagando muito bem nas redes sociais (…) tomou como pretexto a situação de Cuba e convocou manifestações em todas as regiões do país”, afirmou.

O presidente disse que “há pessoas que vieram expressar insatisfação”, até mesmo “revolucionários confusos”.

Mas aqui estamos “muitos, e me coloco como o primeiro, que estão dispostos a dar nossas vidas por esta revolução”, declarou ele durante um discurso ao vivo na televisão.

#SOSCuba

Cuba registrou neste domingo mais um recorde de infecções por covid-19 em 24 horas, com 6.923 casos, em um total de 238.491, e de óbitos, com 47, totalizando 1.537.

“São números alarmantes, que aumentam a cada dia”, comentou Francisco Durán, chefe de epidemiologia do Ministério da Saúde, durante sua coletiva diária na televisão.

Sob hashtags como #SOSCuba, #SOSMatanzas e #SalvemosCuba, os pedidos de ajuda se multiplicam nas redes sociais, inclusive por artistas e famosos, além dos apelos ao governo para que o envio de doações do exterior seja facilitado.

No sábado, um grupo de oposição pediu a criação de “um corredor humanitário”, iniciativa que o governo rapidamente descartou.

“Conceitos ligados a corredor humanitário e ajuda humanitária estão associados a zonas de conflito e não se aplicam a Cuba”, disse o diretor de Assuntos Consulares e Atenção aos Cubanos Residentes no Exterior, Ernesto Soberón, em entrevista coletiva.

Soberón também denunciou “uma campanha” que visa “apresentar uma imagem de caos total no país que não corresponde à situação atual”.

No entanto, a autoridade anunciou que o governo abrirá uma conta de e-mail na segunda-feira para agilizar as doações do exterior.

Informações Exame


Richard Branson inaugurou as viagens turísticas ao espaço

Billionaire Richard Branson reacts on board Virgin Galactic's passenger rocket plane VSS Unity after reaching the edge of space above Spaceport America

O bilionário Richard Branson foi, neste domingo, ao espaço a bordo da nave da sua empresa Virgin Galactic. A viagem durou cerca de uma hora e foi realizada com sucesso. Branson é o primeiro bilionário a inaugurar as viagens turísticas ao espaço.

No final desta manhã (no horário de Brasília), o britânico Richard Branson partiu para o espaço a bordo da nave da sua empresa, Virgin Galactic. O SpaceShipTwo aterrizou no Novo México cerca de uma hora depois.

Branson, de 70 anos, com dois pilotos e três especialistas da empresa Virgin Galactic atingiram uma altitude de cerca de 88 quilômetros. Viajaram na vertical a uma velocidade três vezes superior à do som, o que foi suficiente para conseguirem uns minutos de gravidade zero.

O lançamento do foguetão VSS Unity foi, para a empresa, a quarta missão tripulada além da atmosfera terrestre, mas a primeira com passageiros.

Este era um sonho para Branson, que é o primeiro milionário a tornar-se astronauta e a inaugurar viagens turísticas ao espaço. “Dezessete anos de trabalho árduo que nos trouxeram até aqui”, disse o empresário inglês.

Branson ganhou a corrida do seu rival Jeff Bezos, fundador da Amazon, que tem viagem marcada para o espaço daqui a nove dias, a bordo de um foguete da própria empresa, Blue Origin.

A presença de Richard Branson no voo inaugural é uma afirmação de confiança aos investidores e aos que já reservaram viagens espaciais. Branson afirmou várias vezes que o sucesso desta viagem inauguraria uma nova era nas viagens espaciais.

A empresa Virgin Galactic, inaugurada em 2004, está determinada a iniciar as viagens comerciais ao espaço no próximo ano. Centenas de pessoas já reservaram bilhetes, que custam cerca de US$ 250 mil.

Informações Agência Brasil


O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, anunciou o fim de uma série de medidas de distanciamento social. Novas regras vão valer apenas para a Inglaterra. Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales ainda vão anunciar medidas.

Premiê anunciou novas medidas nessa segunda-feira
Premiê anunciou novas medidas nessa segunda-feiraFoto: Reuters / BBC News Brasil

O uso de máscaras e as regras de distanciamento não serão mais obrigatórios na Inglaterra, anunciou Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, nesta segunda-feira (5/7). 

Uma regra que impunha um limite máximo de seis pessoas por residência particular também foi removida, assim como a orientação para que as pessoas trabalhassem de casa. 

Essa é a quarta e última etapa de uma série de medidas de distanciamento adotadas pelo país no início do ano para combater a propagação do coronavírus. 

O Reino Unido já registrou 128 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia — 50,4% da população está completamente vacinada.

Johnson afirmou esperar que essa etapa final seja adotada conforme planejado, em 19 de julho. Mas isso só será confirmado no dia 12, após uma revisão dos dados mais recentes sobre a covid-19 no país. 

Mais atualizações sobre o funcionamento das escolas, viagens e auto-isolamento serão dadas nos próximos dias, disse Johnson, em uma entrevista coletiva. 

O primeiro-ministro afirmou que, mesmo após a retirada da obrigatoriedade da máscara, ele continuaria a usa-la em lugares lotados “por cortesia”. 

E em outros lugares?

As novas regras vão valer apenas para a Inglaterra. Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte são responsáveis por suas próprias normas. 

O governo escocês disse que pode continuar a exigir máscaras em certos ambientes, mesmo depois de 9 de agosto, quando as atuais regras de isolamento perdem efeito legal. 

No País de Gales, autoridades disseram que as pessoas precisam aprender a conviver com a covid-19, antes de uma nova revisão prevista para o próximo dia 15. 

As regras na Irlanda do Norte acabaram de ser flexibilizadas, mas um novo diagnóstico sobre a situação do país deve ser divulgado em 8 de julho.

Johnson creditou à queda das restrições ao aumento da vacinação no país, mas alertou que os casos diários devem aumentar para 50 mil no final deste mês. “Devemos conviver, infelizmente, com mais mortes por covid”, disse.

‘Se não agora, quando?’

O primeiro-ministro explicou: “Se não prosseguirmos agora (com a flexibilização), com o programa de vacinação avançando, quando iremos em frente?”.

Ele também citou o clima quente do atual verão na Inglaterra como um dos motivos para a flexibilização. “Corremos o risco de reabrir em um momento muito difícil, quando o vírus tem uma vantagem nos meses frios ou novamente adiando tudo para o próximo ano”, disse. 

A fase final das medidas de distanciamento da Inglaterra foi adiada no mês passado para depois de 19 de julho, em meio ao aumento de casos da variante Delta do coronavírus. 

O governo também anunciou outras mudanças do próximo estágio do enfrentamento da pandemia na Inglaterra: 

– fim dos limites de pessoas em casamentos e funerais;

– regras de serviço de mesa em bares e restaurantes e requisitos de check-in no local serão descartados

– fim dos limites de visitantes em lares de idosos

– eventos de grande escala não vão mais exigir autorização específica

Isso significa que as casas noturnas vão reabrir pela primeira vez desde o início da pandemia, enquanto os serviços de atendimento nos bares podem voltar ao normal.

Os requisitos de distanciamento social impediram muitos locais de operar com capacidade total durante a pandemia. 

Máscaras no transporte público e lojas

As máscaras ainda são exigidas nos transportes públicos e nas lojas
As máscaras ainda são exigidas nos transportes públicos e nas lojasFoto: PA Media / BBC News Brasil

As máscaras ainda são exigidas nos transportes públicos e nas lojas.

Ao lado de Johnson, o diretor médico da Inglaterra, Chris Whitty, descreveu os três cenários em que ele continuaria a usar máscara no contexto de números crescentes de casos. 

“A primeira é qualquer situação dentro de uma casa cheia ou dentro de casa com pessoas próximas. A segunda situação é se o uso fosse solicitado por qualquer autoridade competente. E a terceira razão é se outra pessoa ficar desconfortável pelo fato de eu estar sem máscara”, explicou. 

Sobre vacinação, Johnson afirmou que o intervalo entre a primeira e a segunda doses para menores de 40 anos será reduzida de 12 para oito semanas. 

Na terça-feira (6/7), o secretário de Educação, Gavin Williamson, anunciará mais detalhes sobre o funcionamento das escolas no país, acrescentou o primeiro-ministro. 

Outros 27.334 casos de covid-19 foram relatados em todo o Reino Unido na segunda-feira, juntamente com nove mortes.

Informações Terra


Redução é atribuída ao aumento das infecções pela mutação Delta do coronavírus no país

Israel registrou queda na eficácia da Pfizer com avanço de variantes Foto: Reprodução

Dados em Israel apresentaram um cenário no qual a vacina da Pfizer contra a Covid-19 é menos eficaz contra variantes do coronavírus. De acordo com os números do Ministério da Saúde local, divulgados pelo jornal Ynet, a eficácia para prevenir infecções caiu de 94% para 64%, o que é atribuído à mutação Delta do vírus.

O números comparam o período entre 2 de maio e 5 de junho com as datas a partir do dia 6 de junho, quando a variante Delta passou a ser mais difundida no país. As vacinas ainda mantém eficácia contra quadros graves da doença e que podem levar à hospitalização.

Na segunda-feira (5), citando funcionários do governo, o jornal local Haaretz publicou que as estimativas a partir do sequenciamento genético mostram que a cepa delta foi responsável por 90% dos novos casos de covid-19 nas últimas duas semanas no país.

A preocupação com a transmissibilidade da variante levou a uma série de considerações sobre o retorno de medidas de restrição no país. De acordo com a Universidade John Hopkins, o país acumula 843 mil casos de covid-19, com 6.428 óbitos.

*AE


Condução da pandemia durante a gestão do democrata também teve redução em aprovações

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden Foto: EFE/EPA/Alex Edelman

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conta hoje com aprovação de 50% dos norte-americanos, segundo pesquisa divulgada neste domingo (4), e realizada pelo jornal The Washington Post e rede de TV ABC News entre 27 e 30 de junho com 907 pessoas. O número foi dois pontos percentuais menor que há três meses.

Em abril, 52% aprovavam o governo de Biden. Entre os ouvidos em junho, 42% disseram desaprovar a administração atual, mesmo percentual de abril. Dos entrevistados, 30% se declarou democrata, 24% republicano, 37% independente, 5% outro e 4% não opinaram.

Sobre a condução da situação da pandemia de Covid-19 no país, 62% dos entrevistados disseram aprovar a política do governo Biden, ante 64% em abril, enquanto 31% afirmaram desaprová-lo.

Os participantes foram questionados também sobre a imigração na fronteira dos Estados Unidos com o México e 33% declararam aprovar as medidas adotadas pela administração atual, contra 37% em abril. Sobre políticas contra o crime no país, 38% disseram aprovar Biden e 48%, desaprovar.

Sobre a interação da polícia com pessoas negras, apenas 17% dos entrevistados negros afirmaram ver avanços, ante 30% que apontaram ver retrocesso e 45% que acreditam que não houve mudanças. Entre os adultos brancos, 30% disseram ver progressos na interação da polícia com pessoas negras e 24%, retrocesso.

*AE


Logo da Uefa antes de entrevista coletiva na sede da entidade em Nyon, na Suíça - símbolo
Foto: Reuters/Denis Balibouse/ Direitos Reservados

O Tribunal Comercial de Madri (Espanha) ordenou nesta quinta-feira (1º de julho) que a Uefa cancele todas as sanções legais impostas a Real Madrid, Barcelona e Juventus por planejarem a criação da Superliga Europeia.

A corte também instruiu a Uefa a não adotar nenhuma medida para tentar excluir os três clubes, que são os últimos dos 12 times originalmente por trás da liga dissidente, de suas competições, incluindo a Liga dos Campeões.

O tribunal determinou que a Uefa não pode forçar os organizadores a dissolverem formalmente a Superliga e impediu a entidade de impor uma multa de 100 milhões de euros aos times que tentarem se integrar à liga.

O Campeonato Inglês a e Federação Nacional de Futebol da Itália também devem descartar quaisquer sanções a clubes que inicialmente se filiaram ao projeto, segundo a corte.

Anunciada em abril, a Superliga provocou furor entre torcedores, governos, jogadores e técnicos, e o projeto desandou menos de 48 horas depois de seu lançamento quando os seis times ingleses se retiraram.

Visando dissuadir futuras ligas dissidentes, a Uefa buscou impor penalidades altas aos clubes rebeldes, mas suspendeu procedimentos disciplinares em junho.

Manchester United, Liverpool, Manchester City, Chelsea, Tottenham Hotspur, Arsenal, Milan, Inter de Milão e Atlético de Madri abandonaram o projeto.

Informações Agência Brasil

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