Foto: Reprodução/KOAT7

O acidente no set de gravação do filme Rust, que resultou na morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, após o ator Alec Baldwin disparar uma arma de fogo, ganhou novos contornos nas últimas horas. De acordo o jornal Los Angeles Times, seis pessoas, entre operadores de câmeras e assistentes, pediram demissão horas antes do ocorrido.

De acordo com a publicação, o grupo alegou más condições de trabalho e falta de segurança nas filmagens como razão para deixar o trabalho. Ainda conforme a publicação, os funcionários relataram problemas com as armas cenográficas, que na opinião deles “não foram devidamente supervisionadas”.

Os profissionais teriam sido substituídos por pessoas que não integram nenhum sindicato profissional. O escritório da polícia de Santa Fé, cidade do estado do Novo México, nos Estados Unidos, não quis comentar a atualização, alegando que as investigações ainda não foram encerradas.

Dois dias antes, Lane Luper, assistente de câmera filiado ao sindicato Aliança Internacional de Funcionários de Palcos Teatrais (IATSE, na sigla em inglês), descreveu condições de filmagem precárias em uma série de comentários no Facebook.

– Neste momento, estou lutando para que minha equipe, neste filme, tenha quartos de hotel disponíveis para quando demorarmos ou estivermos cansados demais para dirigir por uma hora de volta desde o local das filmagens até Albuquerque. Ou eles dizem “não” ou nos oferecem um motel lixo de beira de estrada – escreveu.

Segundo a agência de notícias EFE, Luper publicou os comentários em resposta a um vídeo no qual Baldwin incentivou o sindicato a convocar uma greve enquanto negociava um acordo com chefes de estúdios de Hollywood.

– Estou literalmente na produção do Novo México, com ele e os produtores, e estão tratando a equipe local como merda de cachorro – afirmou, antes de acrescentar que eles “sequer” pagaram o que estava combinado.

*AE


Foto: : Reprodução/Fox Philadelphia

A reação popular diante da prática de um crime hediondo chamou a atenção das autoridades da Pensilvânia, nos Estados Unidos, na última semana. Mesmo ao presenciarem uma mulher sendo estuprada dentro de um trem na cidade da Filadélfia, na última quarta-feira (13), passageiros não fizeram nada para socorrê-la. Em vez disso, chegaram até a gravar a cena.

O assédio durou cerca de 40 minutos,, e nenhum dos presentes no transporte público ligou para o serviço de emergência, segundo o chefe de polícia da Autoridade de Transporte do Sudeste da Pensilvânia, Thomas Nestel, em entrevista coletiva concedida na segunda-feira (18) à imprensa americana.

A polícia informou que o homem e a mulher envolvidos na ocorrência entraram na mesma estação. Ele sentou ao lado dela, e a vítima o empurrou várias vezes até que, por fim, ele rasgou a roupa dela. O socorro da vítima só foi feito após a ligação de um funcionário do trem para o serviço de urgência. Câmeras de segurança que filmaram o crime mostraram passageiros gravando a cena.

– Posso dizer que as pessoas estavam segurando seus telefones na direção da mulher que estava sendo atacada. Qualquer um que estava naquele trem tem que se olhar no espelho e perguntar por que não interveio ou por que não fez algo – disse o superintendente da polícia de Upper Darby, Timothy Bernhardt, à CNN americana.

O homem que praticou o crime foi preso, e sua fiança foi fixada em 180 mil dólares, o equivalente a R$ 992 mil. A mulher vítima do estupro foi levada para o hospital.

*Pleno.News


Conselho de Segurança da organização se reúne hoje

A new submarine-launched ballistic missile is seen during a test
Foto: North Korea’s Central (KCNA) / Direitos Reservados

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) realiza nesta quarta-feira (20) reunião de emergência para discutir o lançamento de mísseis balísticos, a partir de submarinos, pela Coreia do Norte. A notícia de lançamento do último míssil foi dada ontem pela Coreia do Sul e confirmada hoje por Pyongyang.

A Coreia do Norte confirmou que testou, com sucesso, um novo míssil balístico a partir de um submarino na terça-feira.

O meio de comunicação estatal KCNA informou que o míssil foi disparado de um submarino, o mesmo utilizado no primeiro teste estratégico de mísseis balísticos, em 2016. O míssil partiu da localidade de Sinpo, no leste da Coreia do Norte, e voou cerca de 450 quilômetros (km), atingindo uma altura de 60 km.

Pyongyang tem desenvolvido vários testes com mísseis nas últimas semanas, lançando armas hipersônicas e de longo alcance. A imprensa estatal afirmou que a arma testada nesta terça-feira estava equipada com “muitas tecnologias avançadas de controle e orientação”, o que pode dificultar o seu monitoramento.

Os mísseis balísticos são considerados mais perigosos e ameaçadores do que os misseis de cruzeiro, uma vez que podem transportar maior peso, têm mais alcance e são mais rápidos. Por essa razão, os testes com mísseis balísticos e com armas nucleares são proibidos pelas Nações Unidas.

Reunião de emergência 

O lançamento do novo míssil levou à convocação de uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU. A sessão, que será realizada hoje à porta fechada, foi solicitada pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos (EUA).

Enquanto isso, chefes de inteligência sul-coreanos, japoneses e norte-americanos estão reunidos em Seul para discutir o tema. O enviado dos EUA à Coreia do Norte, Sung Kim, apelou novamente para o reinício das conversações bilaterais.

Aindanesta semana, Sung Kim reiterou a posição do governo do presidente dos EUA, Joe Biden, de que está aberto a encontros com Pyongyang sem pré-condições.

As negociações anteriores entre os EUA e a Coreia do Norte foram suspensas devido a divergências fundamentais sobre desnuclearização, que não permitiram chegar a um acordo. Os EUA querem que a Coreia do Norte abra mão das suas armas nucleares antes de avançar para um alívio das restrições, mas Pyongyang recusou até agora.

Em comunicado ontem, o comando norte-americano do Indo-Pacífico disse estar ciente do último lançamento de um míssil balístico por parte da Coreia do Norte e que trabalharia em estreita colaboração com os aliados regionais para monitorar a situação.

“Os Estados Unidos condenam essas ações e apelam à Coreia do Norte para se abster de novos atos desestabilizadores”, diz o comunicado. “O compromisso dos EUA com a defesa da Coreia do Sul e do Japão continua de pé”, acrescenta a nota.

Do lado de Pyongyang, por sua vez, o dirigente norte-coreano responsabilizou, na semana passada, os EUA pela tensão na península coreana e afirmou que Washington é a “causa profunda” da instabilidade na região.

Informações Agência Brasil


Aeronave chegou a pegar fogo

Avião caiu logo após a decolagem Foto: Reprodução/YouTube Fox News

Um avião com 21 pessoas a bordo caiu em Houston, no estado do Texas (EUA) nesta terça-feira (19). Não houve nenhum óbito no acidente, apesar da completa destruição da aeronave.

Todos os 18 passageiros e mais três tripulantes foram retirados em segurança do avião e apenas uma pessoa estava com ferimentos leves e reclamando de dor nas costas, de acordo com a Fox News.

A queda ocorreu próxima de onde o avião, que seguia para Boston, havia decolado.

– As informações de que dispomos neste momento indicam que o avião não atingiu altitude no final da pista e atravessou a Morton Road, parando no campo logo ao norte do aeroporto, onde pegou fogo – disse um funcionário do Aeroporto Executivo de Houston.

Imagens divulgadas pela imprensa norte-americana mostram a aeronave quase completamente destruída após cair e pegar fogo. Somente uma parte da cauda ficou intacta.

O National Transportation Safety Board conduzirá a investigação sobre o acidente, com a assistência da Federal Aviation Administration.

Informações Pleno News


Família informou que Colin Powell já tinha completado o esquema de vacinação

Colin Powell morreu nesta segunda-feira Foto: EFE/EPA/DNCC

O general Colin Powell, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, morreu nesta segunda-feira (18), aos 84 anos, por complicações relacionadas à Covid-19, de acordo com informação divulgada pela família. Os familiares informaram em nota que Powell já tinha completado o esquema de vacinação contra a Covid-19.

Em postagem em página verificada do Facebook, foi divulgada a morte de “um extraordinário e carinhoso marido, pai, avô e de um grande americano”. O general de quatro estrelas, que nasceu em Nova York, morreu no centro médico militar Walter Reed, que fica nos arreadores de Washington.

Powell foi secretário de Estado no governo do presidente George W. Bush, entre 2001 e 2005. Antes disso, havia sido chefe do Estado Maior Conjunto americano durante a primeira guerra do Golfo, ocorrida de 1989 a 1991.

Tido como um dos homens mais influentes das últimas décadas no mundo, o general viveu momentos delicados na carreira pelo polêmico discurso no Conselho de Segurança da ONU, em 2003. Na ocasião, Powell defendeu a intervenção militar no Iraque, ao garantir que o presidente do país, Saddam Hussein, tinha armas de destruição em massa, o que depois disse ter sido um erro.

Pertencente ao Partido Republicano, o ex-secretário de Estado se afastou nos últimos anos da representação. No ano passado, ele até chegou a pedir voto para o democrata Joe Biden, que disputava a presidência com o Donald Trump. Em 2016, ele também já havia sugerido que os eleitores americanos optassem por Hillary Clinton, em vez de pelo empresário.

*EFE


Foto: EFE/EPA/DNCC

O general Colin Powell, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, morreu nesta segunda-feira (18) aos 84 anos, por complicações relacionadas à Covid-19, de acordo com informação divulgada pela família. Os familiares informaram em nota que Powell já tinha completado o esquema de vacinação contra a Covid-19.

Em postagem em página verificada do Facebook, foi divulgada a morte de “um extraordinário e carinhoso marido, pai, avô e de um grande americano”. O general de quatro estrelas, que nasceu em Nova York, morreu no centro médico militar Walter Reed, que fica nos arreadores de Washington.

Powell foi secretário de Estado no governo do presidente George W. Bush, entre 2001 e 2005. Antes disso, havia sido chefe do Estado Maior Conjunto americano durante a primeira guerra do Golfo, ocorrida de 1989 a 1991.

Tido como um dos homens mais influentes das últimas décadas no mundo, o general viveu momentos delicados na carreira pelo polêmico discurso no Conselho de Segurança da ONU, em 2003. Na ocasião, Powell defendeu a intervenção militar no Iraque, ao garantir que o presidente do país, Saddam Hussein, tinha armas de destruição em massa, o que depois disse ter sido um erro.

Pertencente ao Partido Republicano, o ex-secretário de Estado porém se afastou nos últimos anos da representação. No ano passado, ele até chegou a pedir voto para o democrata Joe Biden, que disputava a presidência com o Donald Trump. Em 2016, ele também já havia sugerido que os eleitores americanos optassem por Hillary Clinton, ao invés do empresário.

*EFE


Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva

Entre os dias 28 de novembro a 18 de dezembro de 2021 ocorre no Vale do Paraíba (RJ e SP) um exercício conjunto dos exércitos estadunidense e brasileiro, autorizado via decreto pelo presidente Jair Bolsonaro.
Chamados de CORE (Combined Operations and Rotation Exercises), o exercício combinado foi projetado durante conferência entre Brasil e EUA em outubro do ano passado.

– Ressalte-se que iniciativas como esta se inserem no contexto do Acordo Bilateral entre o governo da República Federativa do Brasil e o governo dos Estados Unidos da América sobre Cooperação em Matéria de Defesa, firmado em Washington, em 12 de abril de 2010, e promulgado pelo Decreto nº 8.609, de 18 de dezembro de 2015 – disse a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.

De acordo com o governo, o objetivo é estreitar a cooperação entre os dois Exércitos. Espera-se que o “Exercício de adestramento CORE” ocorra todos os anos até 2028, sob a supervisão do Ministério da Defesa, por meio do Comando do Exército.

A primeira manobra conjunta ocorreu em Fort Polk, no estado norte-americano da Louisiana, entre janeiro e março deste ano.

*Pleno.News


Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

O ator John Travolta homenageou a esposa, Kelly Preston, nesta quarta-feira (13), dia em que a atriz completaria 58 anos de idade. Ela faleceu em julho de 2020 após uma longa batalha contra o câncer de mama.

“Feliz aniversário, Kelly. Nós sentimos sua falta e te amamos muito”, escreveu John na legenda.

Os dois se casaram em 1991 e tiveram Ella, de 21 anos de idade, e Benjamin, de 10 anos. O casal também teve Jett, que morreu aos 16 anos.

*Bahia.ba


Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

A ex-Miss Reino Unido Kirsty Bertarelli, ficou com uma fortuna de cerca de R$ 2,6 bilhões pelo acordo de divórcio com o magnata Ernesto Bertarelli, com quem foi casada por 21 anos e teve três filhos. As informações são do jornal “Daily Mail”.

De acordo com a publicação, o dinheiro faz de Kirsty “a divorciada mais rica do Reino Unido”. A fortuna se aproxima do patrimônio estimado da rainha Elizabeth II, de R$ 2,7 bilhões.

Além da quantia em dinheiro, Kirsty também ficará com uma mansão avaliada em R$ 387 milhões, localizada em Genebra (Suíça). O casal Kirsty e Ernesto estava posicionado na 14ª posição dos mais ricos do “Sunday Times”, com uma fortuna estimada em R$ 68,5 bilhões. Ela também possui um chalé de R$ 60 milhões na estação de esqui suíça de Gstaad.

Kirsty é agora mais rica do que os cantores Mick Jagger (R$ 2,3 bilhões), Ed Sheeran (R$ 1,6 bilhão) e Adele (R$ 1 bilhão). Um porta-voz do ex-casal informou que “A separação foi amigável”.

Informações: Bahia.ba


Foto: Divulgação

A diretora-geral adjunta da Organização Mundial de Saúde (OMS), Mariângela Simão, afirmou, em entrevista à emissora francesa RFI, que uma nova pandemia já é considerada “inevitável” e que a questão é “quando ela vai acontecer”. Simão disse ainda que a entidade prepara um “tratado sobre pandemias”.– Vai ter uma próxima pandemia. Isso é uma coisa que a gente já sabe e que é inevitável. É uma questão de quando vai acontecer. Essa pandemia, depois da gripe espanhola, foi a mais impactante e é também uma constatação: acho que o mundo precisa acordar porque a gente vê que não foram apenas os países em desenvolvimento que fora afetados. Afetou o mundo todo – disse.

– Vai ter uma próxima pandemia. Isso é uma coisa que a gente já sabe e que é inevitável. É uma questão de quando vai acontecer. Essa pandemia, depois da gripe espanhola, foi a mais impactante e é também uma constatação: acho que o mundo precisa acordar porque a gente vê que não foram apenas os países em desenvolvimento que fora afetados. Afetou o mundo todo – disse.

A diretora da OMS também falou sobre a possibilidade de que a vacinação contra a Covid-19 seja transformada em uma imunização anual. De acordo com ela, ainda não existem indicações claras de que as vacinas anticovid tenham que ser aplicadas anualmente, mas é possível que isso aconteça por conta do comportamento do coronavírus.

– Esse é o comportamento desse tipo de vírus, da família dos coronavírus, de se tornarem endêmico. O importante é ter sempre em mente que o mais importante é evitar que as pessoas mais suscetíveis morram por conta desse vírus e que a economia pare como parou – completou.

Informações: Pleno.News