Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza nesta terça-feira (3), a partir das 20h no horário de Brasília, o concurso 2.871 da Mega-Sena. O prêmio acumulado está estimado em R$ 40 milhões. O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e na página das Loterias Caixa no Facebook.
As apostas podem ser realizadas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou por meio da internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Expectativa do BC é que a novidade simplifique cobranças e substitua modelos tradicionais, como o débito automático bancário
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
O Banco Central lançou nesta quarta-feira (4), em São Paulo, o Pix Automático, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos que permitirá o débito automático de contas recorrentes.
O serviço entra em operação no dia 16 de junho e deve ampliar o uso do Pix para pagamentos como contas de luz, água, telefone, mensalidades escolares, academias, condomínios, planos de saúde, seguros e assinaturas.
A expectativa do BC é que a novidade simplifique cobranças e substitua modelos tradicionais, como o débito automático bancário, que exige convênios específicos entre empresas e instituições financeiras.
“O Pix Automático tem potencial para democratizar o acesso a pagamentos recorrentes, mantendo a segurança e praticidade já conhecidas pelo usuário”, afirmou o presidente do BC, Gabriel Galípolo, na abertura do evento “Conexão Pix”.
O lançamento reuniu empresas, instituições financeiras e desenvolvedores para discutir como a funcionalidade pode transformar a experiência de cobrança e ampliar o acesso ao sistema.
O Pix Automático permite que o consumidor autorize, uma única vez, o débito periódico de um pagamento, definindo condições como valor máximo e frequência. Após a autorização, as cobranças ocorrem automaticamente, sem a necessidade de novas confirmações.
O BC informa que o mecanismo mantém os mesmos padrões de segurança do Pix atual. Em casos de falhas ou problemas, o usuário poderá recorrer ao Mecanismo Especial de Devolução (MED) para reaver os valores.
Ao longo do evento, representantes do BC e do setor financeiro discutiram temas como as aplicações do Pix Automático para empresas, o impacto na gestão de cobranças e detalhes técnicos da operação.
A diretoria da autarquia aposta que a funcionalidade deve gerar impacto positivo no ambiente de negócios e reduzir custos operacionais, além de ampliar a inclusão financeira.
Fala ocorre em meio à forte pressão do Congresso Nacional contra o decreto editado na semana passada pelo governo federal
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou nesta quinta-feira (29) que o Palácio do Planalto estuda manter o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em 2025, enquanto trabalha em uma alternativa para o ano de 2026. A declaração foi dada em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews.
“Essa é uma alternativa que está à mesa, exatamente pelas limitações constitucionais e de lei. Então, está debatido. Essa é uma das medidas que com certeza a equipe econômica irá debater com a Fazenda e irá debater com o presidente da República, que junto com o ministro da Fazenda tem a última palavra na decisão”, explicou Randolfe.
A fala ocorre em meio à forte pressão do Congresso Nacional contra o decreto editado na semana passada pelo governo federal, que elevou as alíquotas do IOF sobre operações de crédito e movimentações financeiras. De acordo com o Ministério da Fazenda, a medida busca garantir equilíbrio fiscal e gerar cerca de R$ 20 bilhões em arrecadação no próximo ano.
A reação negativa à decisão uniu parlamentares da oposição e da base governista. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que há um clima favorável à derrubada do decreto nas duas Casas Legislativas.
“Existe um esgotamento no Congresso Nacional com medidas que aumentem impostos e visem à arrecadação sem uma discussão estrutural”, declarou Motta, em entrevista ao blog do jornalista Valdo Cruz.
Diante da pressão, o governo se comprometeu, em reunião com os presidentes da Câmara e do Senado, a apresentar uma proposta alternativa ao aumento do IOF no prazo de até dez dias.
O ministro da Fazenda alega que a máquina pública vai ficar ‘em um patamar bastante delicado’ se a medida for sustada
Fernando Haddad se reuniu com Motta e Alcolumbre na residência oficial da Câmara | Foto: | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Com a iminente possibilidade de derrubada do Decreto nº 12.466/2025, que trata do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com os presidentes do Legislativo: Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado).
O encontro ocorreu na residência oficial da Câmara, localizada no Lago Sul, em Brasília, na noite de quarta-feira 28. Depois da reunião, Haddad afirmou que sem a arrecadação do aumento do IOF, prevista em R$ 20 bilhões, a máquina pública vai entrar em um “patamar bastante delicado”.
“Expliquei as consequências em caso de não aceitação da medida”, disse o ministro. “O que acarretaria em termos de contingenciamento adicional. Nós ficaremos em um patamar bastante delicado do ponto de vista do funcionamento da máquina pública do Estado brasileiro.”
Haddad também declarou que os presidentes do Legislativo “manifestaram uma preocupação muito grande” com a manutenção da medida.
Os presidentes Davi Alcolumbre, do Senado (à esq), e Hugo Motta, da Câmara (à dir), se manifestaram contrários ao aumento do imposto | Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo
Haddad descarta revogação do decreto do IOF
Ainda em conversa com jornalistas depois do encontro, Haddad disse que a gestão petista não pensa em revogação da medida.
“Em nenhum momento se discutiu revogação da medida”, argumentou. “O que está sendo discutido é como tratar o tema com responsabilidade, olhando para o equilíbrio fiscal e institucional do país.”
Apesar desse posicionamento, o ministro da Fazenda destacou que Motta e Alcolumbre solicitaram da equipe econômica “medidas de médio e longo prazo mais estruturantes, que mexessem com outros aspectos do orçamento, como gasto primário e gasto tributário”.
O integrante do alto escalão sinalizou que o Congresso se colocou à disposição para “colaborar para que, no lugar de uma medida como essa (do IOF), você tivesse um horizonte mais estruturante para frente”.
Mais de 9 milhões de beneficiários foram notificados; reembolso poderá ser antecipado com recursos do Tesouro
Foto: Assessoria/GOVBR
O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, garantiu que todos os aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos em seus benefícios terão os valores restituídos até 31 de dezembro de 2025. A declaração foi feita durante reunião do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), em Brasília.
Para agilizar o reembolso, o governo federal estuda antecipar parte dos pagamentos utilizando recursos do Tesouro Nacional, que depois serão compensados com os valores bloqueados de entidades sob investigação.
Segundo Waller, mais de R$ 1 bilhão já foi congelado para garantir a devolução, enquanto outros R$ 2,5 bilhões estão com pedido de bloqueio judicial em análise, feito pela Advocacia-Geral da União (AGU).
“Com certeza, até 31 de dezembro todo mundo que foi lesado será ressarcido”, garantiu o presidente do INSS.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, reforçou o compromisso do governo e destacou que a devolução acontecerá independentemente da tramitação dos pedidos judiciais, já que o processo de liquidação de bens das entidades pode levar tempo.
Impacto e valores
Ainda não há um número fechado sobre o total de descontos considerados ilegais, mas o INSS afirma que ele será inferior aos R$ 5,9 bilhões registrados entre março de 2020 e abril de 2025 — montante que inclui também valores autorizados voluntariamente pelos beneficiários.
A média dos débitos indevidos gira em torno de R$ 48 por mês. Já os descontos de valor mais elevado, entre R$ 60 e R$ 70, apresentam menor índice de contestação. A maioria das irregularidades ocorreu nos últimos dois anos, o que deve reduzir o volume final a ser restituído.
Notificações e atendimento
Cerca de 9 milhões de aposentados e pensionistas já foram notificados via aplicativo Meu INSS e precisam informar se autorizaram ou não os descontos.
Quem não possui acesso digital poderá realizar a confirmação presencialmente em uma das 4,7 mil agências dos Correios espalhadas pelo país.
CNPS e próximos passos
A reunião do CNPS realizada nesta terça teve caráter apenas informativo. Como os representantes das entidades investigadas foram afastados por decisão do ministro da Previdência, não houve deliberações.
A recomposição do conselho deve ser definida na próxima reunião, prevista para junho.
Energia elétrica e alimentação também pesaram no índice, informou o IBGE nesta terça-feira, 27
Alta de preço de produtos farmacêuticos teve maior impacto no IPCA-15 de maio | Foto: Reprodução/Redes sociais
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação, teve alta de 0,36% em maio, 0,07 ponto porcentual abaixo da taxa registrada em abril (0,43%), informou nesta terça-feira, 27, o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).
No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,80% e, em 12 meses, 5,4%, abaixo dos 5,49% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2024, o IPCA-15 foi de 0,44%.
Inflação em maio: 7 grupos tiveram alta de preços
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, sete tiveram alta em maio.
Os maiores impactos vieram de Saúde e cuidados pessoais (0,12 ponto porcentual), Habitação (0,1) e Alimentação (0,09). Já a maior variação foi registrada em Vestuário (0,92%) e Saúde e cuidados pessoais (0,91%). Apenas Transportes (0,29%) e Artigos de residência (0,07%) apresentaram variação negativa em maio.
Variação e impacto dos grupos no IPCA-15 em maio | Foto: Reprodução/IBGE
Medicamentos, energia e alimentos tiveram alta em maio
No grupo Vestuário, destacam-se as altas na roupa feminina (1,56%), na roupa masculina (0,92%) e na roupa infantil (0,36%).
Em Saúde e cuidados pessoais, o resultado foi influenciado pelos produtos farmacêuticos (1,93%), reflexo da autorização do reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março.
No resultado do grupo Habitação, pesou a alta da energia elétrica residencial (1,68%), principal impacto individual no índice. Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kwh consumidos.
No grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio desacelerou de 1,29% em abril para 0,30% em maio. Contribuíram para o resultado as quedas do tomate (7,28%), do arroz (4,31%) e das frutas (1,64%). Por outro lado, destacam-se as altas da batata-inglesa (21,75%), da cebola (6,14%) e do café moído (4,82%).
A alimentação fora do domicílio (0,63%) também desacelerou em relação ao mês de abril (0,77%). O lanche, que havia subido 1,23% em abril registrou, em maio, alta de 0,84%, e a refeição saiu de 0,5% para 0,49% em maio.
Anúncio oficial recua de medida que afetaria transferências de brasileiros para fora do país
Governo projetava receita adicional de R$ 20,5 bilhões em 2025 e de R$ 41 bilhões em 2026 com a nova cobrança | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Fazenda recuou da decisão que aumentaria o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em aplicações realizadas por brasileiros no exterior. O jornal O Estado de S. Paulo divulgou as informações.
A pasta oficializou a medida nesta quinta-feira, 22, mas, em suas redes sociais, anunciou que a revogará por meio de um novo decreto presidencial.
A proposta previa a cobrança de 3,5% de IOF sobre transferências para contas externas destinadas a investimentos. Com a revogação, a alíquota volta ao patamar anterior de 1,1% — desde que a finalidade da operação seja comprovadamente voltada ao investimento.
Como resultado, a decisão ocorre menos de 24 horas depois do anúncio da alta de impostos que também englobava compras internacionais via cartão de crédito, contribuições a planos de previdência superiores a R$ 50 mil mensais e empréstimos empresariais.
A reação negativa de investidores pressionou o dólar e derrubou o bom humor do mercado, o que fez a equipe econômica revisar a estratégia. Especialistas do setor financeiro alertaram para o risco de inviabilização de investimentos internacionais por brasileiros.
Fundos que hoje diversificam carteiras no exterior não recolhem IOF nem Imposto de Renda, e o novo imposto tornaria essa prática desvantajosa, ao encarecer cada operação em até 3,5%.
Governo alega buscar isonomia entre pessoas físicas e empresas que já pagam IOF
Ao justificar o aumento, a Fazenda afirmou que buscava isonomia entre pessoas físicas e empresas que já pagam IOF ao aplicar recursos fora do país.
O recuo, no entanto, foi classificado como um ajuste necessário e feito com base no “equilíbrio” e na escuta da sociedade, conforme nota oficial.
Tributaristas consultados pelo Estadão mostram que, mesmo com a revogação, ainda pairam dúvidas sobre o alcance da norma anterior.
Eles avaliam que a mudança poderia afetar, inclusive, aportes de matrizes nacionais em subsidiárias no exterior — hoje isentos de IOF. A alteração deve impactar a expectativa de arrecadação.
O governo projetava receita adicional de R$ 20,5 bilhões em 2025 e de R$ 41 bilhões em 2026 com a nova cobrança. A Fazenda, no entanto, ainda não detalhou qual será o impacto fiscal depois do recuo.
A volatilidade no câmbio refletiu o impasse. Depois da sinalização de cortes de gastos na ordem de R$ 31,3 bilhões no Orçamento deste ano, o dólar vinha recuando. A reversão do IOF, porém, fez a moeda norte-americana inverter a trajetória e fechar em alta.
Projeto que cumpre muitas das promessas de campanha do presidente americano foi aprovada na Câmara dos Deputados do país
Foto: Arquivo/Agência Brasil
O dólar à vista opera com leve alta ante o real nas primeiras negociações desta quinta-feira (22), enquanto investidores reagem à aprovação da legislação tributária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Câmara dos Deputados americana, e aguardam o Relatório de Receitas e Despesas do Brasil.
Segundo matéria do InfoMoney, o projeto tributário aprovado cumpre muitas das promessas de campanha de Trump, como a concessão de novas isenções fiscais sobre gorjetas e empréstimos para automóveis, além do aumento nos os gastos com as Forças Armadas e o controle das fronteiras.
A legislação acrescentará cerca de US$ 3,8 trilhões à dívida de US$ 36,2 trilhões do governo federal na próxima década, de acordo com o independente Escritório de Orçamento do Congresso.
No Brasil, a divulgação do relatório bimestral será seguida por uma coletiva de imprensa que contará com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, entre outros.
Qual a cotação do dólar hoje?
Às 9h11, o dólar à vista BRBY subia 0,38%, a R$ 5,665 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento DOLc1 tinha baixa de 0,04%, a 5.674. Na quarta-feira (21), o dólar à vista fechou em baixa de 0,47%, a R$5,6413.
Mercado reagiu à divulgação do IBC-Br, prévia PIB, que apontou crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025M
Foto: Jorge Araújo/Fotos Públicas
O dólar comercial encerrou o pregão desta segunda-feira (19) em queda de 0,25%, cotado a R$ 5,655. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), subiu 0,32% e fechou aos 139.636 pontos, atingindo seu recorde nominal histórico. Durante o dia, o índice chegou a ultrapassar os 140 mil pontos pela primeira vez, alcançando a máxima de 140.203,04 pontos.
O mercado reagiu à divulgação do IBC-Br, prévia do Produto Interno Bruto (PIB), que apontou crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025 em relação aos três meses anteriores. O indicador, calculado pelo Banco Central, reforça a percepção de atividade econômica mais aquecida.
Apesar do avanço, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a taxa básica de juros, a Selic, deve permanecer elevada por um período “bastante prolongado”. Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic é o principal instrumento para conter a inflação, e a sinalização de manutenção em níveis altos pode indicar uma estratégia de desaceleração da economia.
Parte do mercado financeiro acredita que o ciclo de alta dos juros pode ter chegado ao fim, mas Galípolo reiterou que “faz sentido” manter a política monetária em patamar mais restritivo por mais tempo do que o habitual.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.862 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (14). Os números sorteados foram: 02 – 04 – 14 – 18 – 22 – 44. Com isso, o prêmio acumulou e está estimado em R$ 60 milhões para o próximo sorteio.
Apesar de ninguém ter acertado o prêmio principal, 139 apostadores que acertaram a quina e vão receber R$ 26.070,20 cada. Já a quadra, 8.156 apostas cravaram quatro números e embolsarão R$ 634,72 cada.
O próximo sorteio acontece nesta quinta (15), às 20h no horário de Brasília. As apostas podem ser feitas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou através da internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.